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Nanium: Governo de Minas atrai fabricantes de chips

Nanium: Governo de Minas investe em inovação e tecnologia, empresa investirá R$ 30 milhões em unidade industrial em Juiz de Fora.

Nanium: Governo de Minas Inovação e Tecnologia

Fonte: Agência Minas

 Nanium: Governo de Minas atrai fabricantes de chips

Governo de Minas aposta em tecnologia e inovação para atrair novas empresas para o Estado.

O vice-governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, assinou, nesta quarta-feira (29), protocolo de intenções com a empresa portuguesa Nanium Participações S.A, para a implantação de uma unidade industrial em Juiz de Fora, na região da Zona da Mata. O projeto prevê a produção de semicondutores direcionados para o mercado brasileiro e países do Mercosul.

Minas Gerais reúne uma série de predicados, como a localização geográfica privilegiada, próxima a 78% do mercado consumidor brasileiro. Temos ainda uma gestão premiada e reconhecida por organismos internacionais. O grande desafio do Estado é transformar o seu potencial em benefícios que se traduzam cada vez mais em inovação, tecnologia e na agregação de valor”, destacou o vice-governador.

A empresa irá investir R$ 30 milhões na implantação da nova unidade industrial, com a geração de 150 empregos diretos e outros 40 indiretos. “O empreendimento irá gerar empregos altamente qualificados, com a formação de gestores, engenheiros, técnicos e operadores de produção, em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que serão treinados no Brasil e em Portugal”, explica José Miranda Chaves Netto, diretor-executivo da Nanium Participações.

Além do protocolo com o Governo de Minas, a Nanium irá assinar uma carta de Intenções com a UFJF, estabelecendo que, na primeira fase do projeto, a unidade será instalada temporariamente no campus da universidade. Já na segunda fase, será construída uma unidade industrial definitiva no futuro Parque Científico e Tecnológico da UFJF. Em contrapartida, a Nanium deverá disponibilizar acesso às informações relativas a semicondutores adotadas em seu processo produtivo, além de transferir o conhecimento de processo aos pesquisados e alunos da UFJF.

O projeto terá início em outubro de 2012 e tem término previsto para meados de 2017. Na primeira etapa, serão fabricados módulos de memória Dram e módulos de Flash (como Pen drives). Na segunda etapa, que deverá ocorrer 12 meses após a conclusão da primeira, serão iniciadas as atividades de produção de componentes em sala limpa (como cartões de memória) para o mercado de desktops, notebooks e tablets.

A empresa

A Nanium S.A. foi fundada em 1996 no município de Vila do Conde, em Portugal, para produzir e prestar serviços no segmento de eletrônica. A companhia atua ainda nas áreas de serviços, equipamentos, processo, produto e fabricação de semicondutores.

A empresa iniciou suas atividades como Siemens Semicondutores S.A. e, depois de algumas alterações, passou a ser designada por Nanium S.A., com composição acionária constituída por 17,88% do Estado Português, por intermédio do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e 41,06% dos Bancos Espírito Santo e Comercial Português.

A Nanium possui também know-how na fase de packaging (ou encapsulamento) dos chips, os cérebros dos equipamentos eletrônicos.

Nanium: Governo de Minas – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/multimidia/galerias/vice-governador-assina-protocolo-de-intencoes-com-fabricante-de-semicondutores/

Aécio defende modelo de gestão focado na nova economia

Gestão púbica, sustentabilidade e inovação

Fonte: Artigo de Aécio Neves – publicado na Folha de S.Paulo

Bens coletivos

Cada vez mais sustentabilidade e solidariedade precisarão caminhar juntas. A cooperação não deve ser só escolha pela sobrevivência, mas opção pela dignidade humana

A reflexão sobre a utilização dos recursos naturais do planeta traz em si a gênese de grandes questões contemporâneas: a qualidade da gestão pública, o imperativo da inovação e a necessidade de uma nova ética capaz de responder aos desafios colocados para toda a humanidade.

Nada menos que 55% dos nossos 5.565 municípios poderão ter deficit de abastecimento de água já em 2015, entre eles grandes cidades brasileiras. Os números constam de um trabalho da ANA (Agência Nacional de Águas) e demonstram que esse percentual representa 71% da população urbana, 125 milhões de pessoas, já considerado o aumento demográfico.

É uma projeção surpreendente. Num cenário de escassez mundial, o desperdício da água retirada no país chega a 40%, mesmo percentual de perda nos sistemas de distribuição urbana, sendo que em algumas cidades, segundo dados da ANA, esse patamar chega a 80% da água distribuída.

Esses dados tornam-se ainda mais graves em face dos desafios coletivos globais. Na aritmética civilizatória, que cresce em proporção e velocidade alucinantes, a realidade é dramática. Dos 7 bilhões de pessoas que praticamente somos hoje, 4 bilhões estão aprisionadas em bolsões de pobreza, grande parte com acesso restrito a serviços públicos básicos. Segundo a ONU, mais de 1 bilhão de pessoas vivem sem acesso à água potável.

O dado de acesso à água é concreto, mas também simbólico e só pode ser compreendido dentro de um contexto de desafios maiores. Para que 4 bilhões de pessoas possam, de fato, emergir para um novo patamar de vida, teríamos que multiplicar por muitas vezes a produção econômica mundial.

As contradições do nosso tempo são gritantes: se todos os 7 bilhões tivessem o mesmo padrão de consumo das populações mais ricas, seriam necessários pelo menos três planetas para nos sustentar!

Nesta equação da sustentabilidade, inovação é a palavra-chave. Não apenas na gestão das políticas públicas e na busca por novos modelos de manejo de bens naturais coletivos. Não apenas dos padrões de produção e consumo. É inadiá-vel uma revisão dos padrões éticos que regem hoje a humanidade. É preciso que partilhemos de forma consciente a responsabilidade uns pelos outros, garantindo o respeito pelas pessoas, independentemente do local em que vivam.

De alguma forma, já tateamos novos caminhos, como os que pontuam a economia criativa, os princípios do comércio justo e as alavancas do microcrédito, capazes de criar uma nova lógica onde antes tudo parecia impermeável.

Cada vez mais sustentabilidade e solidariedade precisarão caminhar juntas. A cooperação não deve ser só escolha pela sobrevivência, mas opção pela dignidade humana.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Inovação e cidadania,O incentivo à inovação e ao empreendedorismo no estado se completa agora com a geração e aplicação de conhecimentos para a solução de problemas sociais enfrentados no país

Fonte: Artigo de Evaldo Ferreira Vilela – Secretário-adjunto de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais – Estado de Minas

Inovação e cidadania

O incentivo à inovação e ao empreendedorismo no estado se completa agora com a geração e aplicação de conhecimentos para a solução de problemas sociais enfrentados no país

Como registrado aqui no artigo ”Ajuda aos excepcionais” (Opinião, 01/10/2011), foi criado em Minas um Centro de Capacitação nas Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) juntamente com o Centro de Tecnologias Assistivas. Esse é um importante passo em colaboração com o governo de Minas, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, que instalou também uma Incubadora de Empresas de Tecnologias Assistivas em Pará de Minas, em parceria com o renomado Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel). Importante complementar que se trata de uma incubadora pioneira no país, que, por meio do Inatel, vai aportar conhecimento e tecnologias para a criação de empresas, produtos e processos inovadores e acessíveis aos brasileiros portadores de necessidades especiais, possibilitando a melhoria da qualidade de suas vidas.

É muito relevante induzir o crescimento da indústria mineira e nacional dedicada ao desenvolvimento de materiais, aparelhos, equipamentos, programas de computador e uma infinidade de outras inovações, que, por serem quase todos importados, são caros ou de difícil acesso aos que deles necessitam. O Brasil quase não produz peças e equipamentos essenciais para muitos daqueles que são cuidados, por exemplo, pelas Apaes. Mas temos competência e criatividade para fazê-lo, só nos faltando criar ambientes, como o da recém-criada incubadora, em Centros de Tecnologias Assistivas.

O incentivo à inovação e ao empreendedorismo no estado se completa agora com a geração e aplicação de conhecimentos para a solução de problemas sociais enfrentados no país. Minas tem apoiado acompetitividade da nossa indústria e do agronegócio, em parceria estreita com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e da Agricultura (Faemg), para fazer frente à globalização, com políticas públicas consistentes, como o Sistema Mineiro de Inovação (Simi), parte do Programa Mineiro de Desenvolvimento Integrado. São investimentos da ordem de R$1 bilhão nos últimos cinco anos, muitos deles incentivados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) em apoio às pesquisas científicas e tecnológicas e aos ambientes de inovação, como incubadoras de base tecnológica, centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e parques tecnológicos.

A criação da incubadora associada às Apaes vai incentivar jovens pesquisadores e empresários, assim como atrair e reter empresas inovadoras, para empreendimentos rentáveis, capazes de substituir importações, criando aqui renda e empregos tecnológicos em área fundamental para o pleno exercício da cidadania. Minas busca assim agregar valor, por meio da inovação tecnológica, não apenas para retornar ao produtor mais do que o pequeno percentual do preço (por exemplo, do minério ou do café, já que mais de 90% têm ficado com quem os compra e os processa), mas também para dar respostas na área social, de modo pioneiro e se inserindo definitivamente na chamada economia do conhecimento.

Narcio Rodrigues assume a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

Foi realizada, na manhã desta terça-feira (4), em solenidade na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, a transmissão do cargo de secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais. Na ocasião, o deputado federal Narcio Rodrigues, novo secretário, anunciou que Evaldo Ferreira Vilela, atual secretário-adjunto, continua no posto.

Segundo Narcio, Minas Gerais vive um momento extraordinário e a área de Ciência e Tecnologia é estratégica. “O Sistema Mineiro de Inovação (Simi) é, hoje, uma das mais bem concebidas estratégias de governo colocadas em prática no Brasil. Alberto Duque Portugal realizou um trabalho extraordinário. O que nós vamos procurar fazer é seguir a plataforma que ele deixou construída, com boas sementes plantadas, permitindo que colhamos frutos para o povo mineiro”, afirmou.

Ao passar o cargo, o secretário que deixa a pasta, Alberto Portugal, falou da confiança que deposita no sucessor. “Sou muito otimista e tenho uma convicção forte de que o deputado vai dar uma contribuição decisiva na construção da proposta para inovação em Minas Gerais. Pela sua sensibilidade política, visão estratégica, ousadia e fé. Acredito que a vinda de Narcio Rodrigues para esta secretaria será extremamente profícua para Minas e para o Brasil”. O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), Mário Neto Borges, acrescentou que o novo secretário tem também uma inserção internacional muito grande. “Nós acreditamos que isso vai potencializar muito o trabalho da Ciência, Tecnologia e Inovação em Minas Gerais”.

Em seu pronunciamento, Narcio Rodrigues lembrou que a secretaria é relativamente nova e que, construída na dificuldade, já foi periférica e, hoje, é uma das ferramentas mais importantes para as metas a serem alcançadas nos próximos anos. “Estou convencido de que muitas das soluções que o mundo busca passam, necessariamente, por investimentos em pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico”.

Segundo ele, as palavras “criatividade, inovação e ousadia”, repetidas seguidamente pelo governador Antonio Anastasia, durante a cerimônia de posse do secretariado, traduzem o papel da área: “Estimular a criatividade no governo, patrocinar a inovação e apostar na ousadia”, afirmou, acrescentando que a maior ferramenta para o desenvolvimento de um bom trabalho não será a ação isolada e solitária do secretário. “O que prevalecerá é a nossa capacidade de estabelecer diálogo com as universidades, academia, prefeituras, setor produtivo e empreendedores”.

Narcio ressaltou, ainda, que a decisão do governo Aécio/Anastasia de restabelecer a norma constitucional que prevê a destinação de recursos mínimos à Fapemig é um sinal claro de que este governo reconhece a importância estratégica do setor. “Isso tudo veio acompanhado de uma extraordinária e oportuna atuação governamental a favor da inovação, articulada pelo secretário Alberto Duque Portugal. Não é por outro motivo que a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) conquistou o Prêmio Mineiro da Qualidade em 2010”, afirmou.

Ensino Superior

Uma das metas importantes a ser perseguida pelo novo secretário, Narcio Rodriques, é consolidar as universidades estaduais de Minas, especialmente a Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), que, segundo ele, precisa ser definitivamente estadualizada. “Temos o compromisso com isso e com a ampliação da oferta ensino superior no estado, em parceria com todas as universidades públicas. Queremos que a ação da Ciência e Tecnologia, pelas mãos das universidades, possa ser em Minas uma ferramenta de transformação social. Vamos perseguir obstinadamente este objetivo”, garantiu.

Presente à solenidade, a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, afirmou que deposita muita confiança no novo secretário e que defende um trabalho integrado. “Propomos uma ação que envolva não só as secretarias de Educação e a Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, mas também a Juventude e o Trabalho. A melhoria da qualidade na educação em Minas é um horizonte que vamos perseguir constantemente”, afirmou.

Perfil

Narcio Rodrigues é natural de Frutal, no Triângulo Mineiro. Jornalista de formação, ele trabalhou com jornalismo e publicidade no Triângulo Mineiro. Eleito deputado federal pela quinta vez em 2010, Narcio Rodrigues se licenciou do cargo para ocupar a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), cargo no qual foi empossado, nessa segunda-feira (3), pelo governador Antonio Anastasia.

Na Câmara dos Deputados, Narcio Rodrigues ocupou diversos cargos, entre eles a primeira vice-presidência e consequentemente a vice-presidência do Congresso Nacional, onde, por algumas vezes, assumiu a Presidência. Também no parlamento, foi vice-líder do PSDB; presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia e Informática; e por mais de um mandato foi coordenador da bancada mineira no Congresso Nacional. Foi o único deputado a ocupar três vezes a presidência do PSDB em Minas Gerais.

Estabeleceu parcerias estratégicas com os ministérios da Ciência e Tecnologia; Cultura e Educação e esteve à frente de projetos como Rede Nacional de Paleontologia, Oficinas de Artes, Estradas Ecoturísticas, Viva Neves, Rede de Centros Vocacionais Tecnológicos, Centro Nacional de Cidadania Negra, Cenep e outros.

Também em sua trajetória política, demonstrou especial interesse pelas questões ambientais, realizando parcerias com diversas instituições e entidades, entre elas a Unesco, Green Cross, Fundação Carrefour e Fundação Cousteau. Idealizou e articulou a criação do Instituto Unesco-Hidroex – Fundação Centro Internacional de Capacitação e Pesquisa Aplicada em Águas, e ajudou a desenhar o projeto VerdeMinas.

Governo Antonio Anastasia: Convênio Ci&T-Fapemig destina R$ 2 milhões para pesquisa sobre cloud computing

Referência em inovação, a multinacional brasileira de outsourcing de TI, Ci&T, assinou sexta-feira (10), um Termo de Cooperação Técnica com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), órgão ligado ao Governo Antonio Anastasia. O objetivo da parceria é estimular a pesquisa na área de tecnologia da informação, com foco no tema cloud computing (computação em nuvem). O convênio prevê o financiamento de R$ 2 milhões ao longo de dois anos. A empresa projeta um crescimento de 35% para 2011, quando pretende ultrapassar a marca de R$ 130 milhões em faturamento. Hoje, emprega 1020 funcionários, distribuídos em escritórios no Brasil, EUA, Canadá, UK, Japão e China.  Junto com a Fundação, a companhia lança, ainda este mês, uma chamada conjunta para projetos de pesquisa.

A computação tornou-se complexa ao longo dos anos. E isso se evidencia na forma de altos custos, longos prazos e, muitas vezes, em cima de infraestruturas frágeis ou superdimensionadas. “Acreditamos que cloud computing surge nesse cenário para trazer a simplicidade de volta à computação. Infraestrutura, plataformas de desenvolvimento ou softwares prontos usados como serviços, pagando proporcional ao seu uso e com muito mais escalabilidade, confiabilidade e rapidez. Para a Ci&T, cloud computing, juntamente com sua oferta de agilidade e Lean IT, vai permitir estabelecer um processo simples, eficiente e de baixo custo de geração de valor para os nossos clientes, com foco no negócio e não na computação”, explica o gerente de produto Cloud Computing da Ci&T, Daniel Viveiros.

De acordo com o diretor de inovação da Companhia, Flávio Pimentel, o aperfeiçoamento das relações da Ci&T com as universidades é parte constante do planejamento estratégico da empresa. “Especificamente neste caso, além da consolidação de nossa presença em Minas Gerais, teremos a oportunidade de ampliar as atividades baseadas em open innovation. Esse último conceito é totalmente relevante para os novos modelos de competitividade baseada em inovação no mercado, e esperamos que nossos clientes também sejam agentes ativos nesse processo”, ressalta.

O presidente da Fapemig, Mario Neto Borges, comemora a parceria. “É na indústria que a inovação acontece, por meio da transformação do conhecimento em riqueza. A Fapemig tem investido no trabalho em conjunto com empresas como forma de levar até a população novos produtos e processos que contribuam para a melhoria da qualidade de vida e para o desenvolvimento de Minas Gerais”. A Tecnologia da Informação é uma das áreas do conhecimento apoiadas pela Fundação, que é a única agência mineira de fomento à ciência, tecnologia e inovação.

Sobre a Ci&T

A Ci&T, empresa CMMI5 considerada símbolo de inovação em outsourcing pela IAOP/Fortune Magazine, aplica os conceitos de Lean IT na geração de valor para seus clientes. Sua oferta abrange desenvolvimento ágil e outsourcing de aplicações, SAP, BI, BPM, marketing digital e aplicativos móveis. Como uma das 100 melhores empresas para trabalhar no Brasil, segundo o Instituto Great Place to Work, a empresa oferece atendimento global através de suas unidades no Brasil, USA, Europa e Ásia.

Essa abordagem diferenciada é atestada por clientes como Andrade Gutierrez, Avon, Banco Votorantim, Coca-Cola, Embraer, Fleury, Honda, Hospital Albert Einstein, Janssen-Cilag, Johnson & Johnson, Metlife, Odebrecht, McDonalds, Petrobras, Rede Globo, Rhodia, Saint-Gobain, Usiminas, Vale, Yahoo! e muitas outras empresas inovadoras.

 

Projeto Estruturador, criado na gestão Aécio Neves, permitiu crescimento da indústria mineira de software em 358%

Com o apoio do projeto estruturador Arranjo Produtivo Local (APL) iniciado na gestão de Aécio Neves e hoje coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), a indústria mineira de software cresceu 358% nos últimos sete anos, lançou o selo Software de Minas e alcançou o faturamento anual de R$ 2,5 bilhões. As principais informações desse segmento empresarial estão no portfólio Resultados e Perspectivas, lançado nessa terça-feira (30), em Belo Horizonte.

O evento, coordenado pelo Sindicato das Empresas de Informática de Minas Gerais (Sindinfor) com a participação da Sectes, recebeu o apoio da Assespro-MG, Fumsoft, Sucesu-MG e Associação TI Viçosa, além de empresários do setor de software. Segundo o presidente do sindicato, Arquimedes Wagner Brandão de Oliveira, o portfólio apresenta resultados diretos do APL, suas principais ações e parcerias com a Prefeitura de Belo Horizonte, Câmara Municipal, Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). “O software hoje permeia a vida de todos”, disse Arquimedes ao mostrar que o Governo de Minas investiu R$ 5,6 milhões no Projeto Estruturador APL de Software em 2008 e 2009 e o empresariado entrou com a contrapartida de R$ 2,6 milhões.

Minas Gerais possui 18 instituições de ensino na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) com cursos na área de tecnologia da informação, o que significa crescimento da demanda por profissionais; 50 empresas já foram certificadas o que leva o Estado a alternar a liderança com São Paulo. O Sindinfor reconheceu publicamente o apoio do governo mineiro e manifestou otimismo para os próximos anos. “Não enxergamos nada que possa haver uma quebra de continuidade nesse projeto vitorioso. Nós, empresários do software, nos comprometemos a fazer o que nos compete na parceria: empreender, executar as ações, crescer nossos negócios de forma sustentável, gerar empregos e recolher os tributos. E assim contribuir para o objetivo de tornar Minas Gerais o melhor Estado para se viver”, afirmou Arquimedes.

O avanço do software mineiro é resultado também do polo de Viçosa, na Zona da Mata, que vem se organizando por meio da Associação TI Viçosa com 70 empresas de base tecnológica cadastradas. O presidente da entidade, Paulo Márcio de Freitas, destacou a interação universidade – empresas como uma das razões do sucesso. Mas ressaltou que existem desafios como a necessidade de ampliar o apoio às micro empresas.

Centro de Inovação Empresarial

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alberto Portugal, evidenciou o ambiente de relações institucionais cada vez mais fortes entre o Governo de Minas, iniciativa privada e academia, facilitando consideravelmente a busca de soluções e o avanço em áreas portadoras de futuro, como software e outras. “As empresas de software mostraram essa capacidade de integrar, dialogar. O governo criou essa governança e o setor soube aproveitar”, explicou o secretário ao lembrar diversos avanços na área de software como a certificação das empresas, a criação do Bureau de Inteligência do APL e a assinatura do convênio para instalação do Centro de Inovação Empresarial (CEI), projeto que será implantado para incentivar a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação empresarial com foco na produção de novas tecnologias.

As instituições que integram o APL de Software, presentes no lançamento do portfólio Resultados e Perspectivas, homenagearam o Governo de Minas, por meio do secretário Alberto Portugal e da superintendente de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Sectes, Dea Fonseca. Também estiveram presentes no evento: o secretário-adjunto da Sectes, Evaldo Vilela; o presidente da Fumsoft, Wellington Teixeira Santos; o presidente da Assespro-MG, Ian Campos Martins; e o presidente da Sucesu, Márcio Tibo.

 

Governo Anastasia lança edital de apoio a Pesquisas sobre Mudanças Climáticas em Minas

Atenta ao alerta e à discussão a respeito de questões como o aquecimento global e emissão de gases na atmosfera, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) acaba de lançar um edital inédito, em parceria com a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam). O Edital de Apoio a Pesquisas sobre Mudanças Climáticas no Estado de Minas Gerais (Edital 21/2010) recebe propostas até 2 de março de 2011.

A iniciativa atende ao Decreto 45.229, de 3 de dezembro de 2009, que regulamenta medidas do Poder Público do Estado referentes ao combate às mudanças climáticas e à gestão da emissão de gases de efeito estufa. As propostas apresentadas devem abordar ao menos uma entre quatro linhas temáticas: 1) Monitoramento, Análise e Modelagem do Clima do Estado de Minas Gerais; 2) Aprimoramento de Inventários e de Métodos para Realização de Estimativas de Gases de Efeito Estufa para Minas Gerais; 3) Redução das Emissões de Gases de Efeito Estufa em Minas Gerais e 4) Impactos e Adaptação às Mudanças Climáticas em Minas Gerais. Serão destinados R$ 3 milhões para as propostas aprovadas. Cada uma deve obedecer ao limite de R$ 300 mil.

Mudanças Globais

Os relatórios divulgados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC, sigla em inglês) deixam claro: a temperatura média do planeta subiu e continuará subindo nos próximos anos. De acordo com os relatórios, é muito provável que, até o fim do século, o aumento da temperatura seja de 3ºC, valor suficientemente alto para provocar o derretimento de geleiras, mudanças no regime de chuvas e a migração de vetores de doenças endêmicas.

O IPCC é um órgão da Organização das Nações Unidas (ONU) composto por cerca de 600 especialistas de 40 países. Eles são responsáveis por apresentar fundamentações técnicas e científicas para as negociações acerca das mudanças climáticas. Entre as revelações feitas pelo grupo, está a concentração inédita de gases de efeito estufa na atmosfera, como o dióxido de carbono e o metano. Esses gases são produzidos pela queima de petróleo e seus derivados, de carvão e pelo desmatamento de florestas tropicais.

Emissão de gases no Brasil

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) apresentou dados sobre as emissões de gases de Efeito Estufa no Brasil, durante a reunião anual do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas. Segundo os dados, as emissões brasileiras de gases como o dióxido de carbono (CO2) aumentaram 60% de 1990 a 2005. O número faz parte do novo inventário nacional de emissões, que será apresentado à Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas antes da próxima Conferência das Partes (COP), que acontece este mês, no México. O inventário anterior trazia dados de 1990 a 1994. O novo relatório deveria apresentar dados até o ano 2000, mas acabou avançando e incluindo dados até 2005.

Conforme adiantou o MCT, o desmatamento é responsável por 61% das emissões de gases prejudiciais à atmosfera. A agricultura vem em segundo lugar, com 19% das emissões nacionais e o setor de energia, em terceiro, com 15%. A indústria e o tratamento de resíduos emitem, respectivamente, 3% e 2% de gases de efeito estufa na atmosfera.