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Projeto de Aécio quer inibir as doações de cargos comissionados

O projeto proíbe os servidores nomeados para os chamados cargos de confiança de doarem dinheiro a candidatos e a partidos no período eleitoral.

A medida tem o objetivo de impedir a prática de usar a distribuição de cargos públicos para abastecer o caixa de campanhas eleitorais.

Fonte: PSDB

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Aécio Neves apresentou esta semana projeto de lei que limita a doação financeira feita a partidos políticos por ocupantes de cargos comissionados nos governos federal, estadual e municipal. Reprodução.


Projeto de Aécio proíbe que servidores em cargos de confiança doem dinheiro a candidatos e partidos

“A retribuição a indicações políticas não deve ser nunca o financiamento de campanhas eleitorais, quando não o acobertamento de desvios e de corrupção”, afirmou Aécio Neves

O senador Aécio Neves apresentou esta semana projeto de lei que limita a doação financeira feita a partidos políticos por ocupantes de cargos comissionados nos governos federal, estadual e municipal. O projeto proíbe os servidores nomeados para os chamados cargos de confiança de doaram dinheiro a candidatos e a partidos no período eleitoral.

A medida tem o objetivo de impedir a prática de usar a distribuição de cargos públicos para abastecer o caixa de campanhas eleitorais.

“Tendo em vista os princípios constitucionais que regem a Administração Pública e o Estado Democrático de Direito, entendo ser inaceitável que a nomeação para cargos estratégicos para o país, estados e municípios seja feita na verdade, não pela competência e pela capacidade de seus ocupantes, mas sim com a intenção de drenar dinheiro dos cofres públicos para reforçar o caixa de candidatos e partidos”, afirmou Aécio Neves.

O projeto de lei apresentado pelo senador altera a Lei dos Partidos Políticos (nº 9.096) e a Lei das Eleições (nº 9.504) e vale para servidores de órgãos da administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

Restrição à doação a partidos

Pelo projeto, quem ocupa cargo comissionado ou função de confiança em órgãos do Executivo federal, estadual ou municipal, no Legislativo e no Judiciário, poderá fazer doação para os partidos políticos até seis meses antes das eleições. No período eleitoral, a doação financeira desses servidores estará proibida.

O senador Aécio Neves avalia que a aprovação do projeto representará um avanço no sistema eleitoral brasileiro.

“Diretores, chefes e assessores na administração pública e nas estatais devem ser nomeados em razão de conhecimentos compatíveis com o cargo a ser exercido e do seu compromisso com os serviços públicos prestados. Infelizmente, o que vemos hoje no país é o inverso disso. O governo federal, que devia dar bom exemplo para estados e municípios, é quem promove um verdadeiro balcão de negócios utilizando cargos que são remunerados com dinheiro público. A retribuição a essas indicações políticas não deve ser nunca o financiamento de campanhas eleitorais, quando não o acobertamento de desvios e de corrupção”, afirmou o senador Aécio Neves.

 

Desempenho de alunos mineiros em leitura e matemática é o melhor do país

Resultados da ANA de 2014 demonstram mais uma vez os avanços na educação pública de Minas durante as gestões de Aécio e Anastasia.

Alunos mineiros do 3º ano do ensino fundamental, de escolas públicas estaduais e municipais, ficaram em 1º lugar nas provas que avaliaram o desempenho em “leitura” e em “matemática”.

Fonte: PSDB-MG

Minas Gerais 2009

A Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) foi aplicada em 2014 a todos os alunos de escolas públicas do 3º ano do ensino fundamental. Reprodução.


Resultados da Avaliação Nacional de Alfabetização de 2014 reafirmam avanços da Educação ocorridos nas gestões do PSDB em Minas Gerais

De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Educação, alunos de escolas públicas de Minas Gerais ficaram em 1º lugar em nível de leitura e em matemática

Resultados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) de 2014 demonstram mais uma vez os avanços alcançados pela educação pública de Minas Gerais no período de 2003 a 2014, durante as gestões de Aécio Neves e Antonio Anastasia, do PSDB, e de Alberto Pinto Coelho, do PP. De acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Educação nesta quinta-feira (17/09), alunos do 3º ano do ensino fundamental, de escolas públicas estaduais e municipais, ficaram em 1º lugar nas provas que avaliaram o desempenho em “leitura” e em “matemática”. Na avaliação do nível de “escrita”, Minas ficou entre os quatro estados melhor colocados na avaliação.

Para o senador Aécio Neves, em cujas gestões em Minas foram implantadas ações inovadoras que revolucionaram a educação pública no Estado, esta é mais uma conquista de toda a comunidade escolar e demonstra o acerto das políticas implantadas no Estado. “Minas não é o mais rico, nem o mais homogêneo estado brasileiro, mas conseguimos ter a melhoreducação fundamental do Brasil. Tenho enorme orgulho especialmente de ter sido o nosso governo o primeiro no país a implantar o ensino fundamental de nove anos, garantindo o acesso das crianças aos seis anos de idade na rede pública”, afirma.

Aécio Neves destaca também que, nas gestões tucanas, foi implantado um modelo de valorização permanente dos professores e demais profissionais da educação do estado. “A partir destes marcos, novos projetos foram implantados, fazendo com que os alunos da rede pública mineira tenham condições de mostrar todo o seu potencial”, ressalta.

O ex-governador e senador Antonio Anastasia também manifestou sua alegria pelos bons resultados alcançados em mais essa avaliação pelos alunos mineiros. “Esse bom resultado é fruto do trabalho conjunto desenvolvido ao longo de doze anos. Não o governo sozinho, mas o trabalho de toda a comunidade escolar, alunos, professores, diretores, pais, técnicos, funcionários, especialistas da Secretaria de Educação e das Superintendências de Ensino”, afirma.

Anastasia também destaca a importância do Programa de Intervenção Pedagógica (PIP), implementado pelas gestões tucanas, inicialmente nas escolas estaduais e, a partir de 2013, também nas escolas municipais: “Por meio deste Programa, o desafio de cada escola era apontado e, em conjunto, soluções eram desenvolvidas. Por isso ele teve, mais uma vez, papel fundamental”.

Outro destaque na Avaliação Nacional da Alfabetização de 2014 é o fato de entre os cinco estados que alcançaram melhor desempenho nos três quesitos avaliados (leitura, escrita e matemática), três são administrados pelo PSDB. Além de Minas, São Paulo e Paraná também estão entre os melhores.

Alunos mineiros têm bom desempenho em todas as avaliações

A Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) foi aplicada em 2014 a todos os alunos de escolas públicas do 3º ano do ensino fundamental – ano que finaliza o ciclo de alfabetização nos padrões do governo. Em geral, os alunos dessa etapa do ensino têm oito anos de idade, se não foram reprovados ou não deixaram os estudos. Em cada um dos quesitos (leitura, escrita e matemática) a avaliação divide os resultados em quatro ou cinco níveis.

No quesito leitura, 64% dos alunos das redes estadual e municipais de Minas Gerais alcançaram o melhor desempenho do país no nível quatro de avaliação, que é o mais avançado. Quando o corte é feito com base no nível três de avaliação – que é o nível recomendado nos parâmetros de aprendizagem estabelecidos pelo Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) – Minas tem um desempenho ainda melhor, com 91% dos alunos alcançado o melhor desempenho em Leitura.

No quesito escrita, 66% dos alunos mineiros alcançaram ótimo desempenho nos níveis 4 e 5 (os mais avançados), ficando em 4º lugar no ranking nacional, atrás apenas de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Entretanto, quando se analisa os resultados a partir do nível 3 – que é o nível recomendado nos parâmetros de aprendizagem estabelecidos pelo Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) – Minas aparece empatado em 1º lugar com Santa Catarina, com os alunos alcançando 89% de bom desempenho em escrita.

Também em matemática, os melhores resultados do país foram alcançados pelos alunos das redes estadual e municipais de Minas Gerais, que obtiveram, sendo que 63% deles alcançaram o melhor desempenho nos níveis 3 e 4 (os mais avançados neste quesito). Entretanto, quando se os resultados a partir do nível 2 – que é o nível recomendado nos parâmetros de aprendizagem estabelecidos pelo Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) – Minas Gerais tem 89% dos alunos com bom desempenho em Matemática.

As tabelas a seguir mostram o ranking da Avaliação Nacional da Alfabetização de 2014, com os resultados alcançados pelas 27 unidades da Federação nos quesitos leitura, escrita e matemática:

Educação: Avaliação Nacional de Alfabetização mostra avanços ocorridos nas gestões tucanas em Minas

Os bons resultados alcançados por Minas Gerais na Avaliação Nacional da Alfabetização é apenas uma das conquistas alcançadas pelo Estado na área de Educação durante o período em que o PSDB administrou o Estado. O quadro a seguir mostra outras conquistas:

Educação: Avaliação Nacional de Alfabetização mostra avanços ocorridos nas gestões tucanas em Minas

Para mais informações sobre avanços alcançados por Minas na Educação e em diversas outras áreas entre 2003 e 2014, acesse o portal OBSERVATÓRIO MG, por meio do seguinte link: http://observatoriomg.com.br/

Read more: http://www.jogodopoder.com/blog/politica/educacao-avaliacao-nacional-de-alfabetizacao-mostra-avancos-ocorridos-nas-gestoes-tucanas-em-minas/#ixzz3mamr4EvF

Domingos Sávio e Marcus Pestana integram lista do Prêmio Congresso em Foco 2015

O Presidente do PSDB-MG, Domingos Sávio, e o deputado federal Marcus Pestana tiveram atuação destacada por jornalistas especializados.

Além dos dois mineiros, outros nove deputados do PSDB de outros estados integram a lista parlamentares que foram citados pelos jornalistas e estão concorrendo ao Prêmio Congresso em Foco 2015.

Fonte: PSDB

Domingos Sávio e Marcus Pestana integram lista do Prêmio Congresso em Foco 2015

Atual e ex-presidente do PSDB-MG foram bem avaliados pelos especialistas. Reprodução.

 

Deputados federais do PSDB de Minas aparecem entre os mais bem avaliados em pesquisa do site Congresso em Foco

Jornalistas especializados na cobertura do Congresso Nacional destacaram o atual presidente do PSDB-MG, Domingos Sávio, e o ex-presidente da legenda no estado, Marcus Pestana, entre os parlamentares federais que melhor representam a população. Além dos dois mineiros, outros nove deputados do PSDB de outros estados integram a lista de 110 parlamentares (em um total de 559) que foram citados pelos jornalistas e estão concorrendo ao Prêmio Congresso em Foco 2015.

O prêmio é promovido pelo site jornalístico Congresso em Foco que faz cobertura do Congresso Nacional e dos principais fatos políticos de Brasília com o objetivo de auxiliar e acompanhar o desempenho dos parlamentares.

Este ano, 186 jornalistas de 45 veículos de comunicação que acompanham as atividades do Congresso Nacional escolheram os parlamentares que melhor representam a população no Legislativo. Os cinco nomes mais votados serão divulgados apenas no dia 8 de outubro, durante a entrega do prêmio. Na solenidade, eles serão homenageados na categoria “Deputados mais bem avaliados pelos jornalistas”.

Os profissionais de imprensa votaram entre os últimos dias 8 e 10, por meio de urnas itinerantes, numa votação acompanhada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF)

Dilma privou o Brasil de um debate sério em relação a aquilo que precisava ser feito, diz Aécio

Senador ressaltou que governo Dilma é o responsável por apontar saída para a crise.

“Não podemos fazer aquilo que a presidente não vem fazendo”, afirmou Aécio.

Brasil sem rumo

Fonte: PSDB

Dilma privou o Brasil de um debate sério em relação a aquilo que precisava ser feito, diz Aécio

Aécio disse disse que os partidos de oposição permanecerão cobrando do governo federal a responsabilidade pela crise econômica. Reprodução.


Aécio diz que oposição quer discutir propostas realistas para o país, mas que governo Dilma é o responsável por apontar saída para a crise

“Nós, da oposição, não somos e jamais seremos contra o Brasil. Propostas exequíveis, realistas serão analisadas por nós com todo o interesse e boa vontade, mas não podemos – até porque perdemos a eleição – subir a rampa do Palácio do Planalto e começar a governar. Não podemos fazer aquilo que a presidente não vem fazendo”, afirmou Aécio Neves, em entrevista nesta quarta-feira (10/09), ao falar sobre o agravamento da crise brasileira a partir do rebaixamento do país, ontem, pela Standard & Poor’s, uma das três principais agências do mundo de classificação de risco.

O presidente do PSDB disse que os partidos de oposição permanecerão cobrando do governo federal a responsabilidade pela crise econômica, que irá piorar a partir da perda pelo Brasil do selo de bom pagador. Com isso, o país perderá ainda mais investimentos e empregos.

“A responsabilidade pela situação por que passa o Brasil, e que irá se agravar, é exclusiva deste governo. É responsabilidade do governante, daquele que foi eleito, ter desgastes quando for necessário, principalmente desgastes em razão de erros cometidos por eles próprios. Não esperem que seja o Congresso a apontar o caminho dos cortes. Apresentem as propostas. Vamos debatê-las intensamente aqui no Congresso Nacional pensando no Brasil”, afirmou Aécio, que reunirá no Senado, na semana que vem, os principais economistas do PSDB para debater a economia brasileira.

O senador disse que o rebaixamento da nota do Brasil era esperado em razão da incapacidade do governo federal em recuperar as condições de governabilidade necessárias para retomada da confiança dos investidores e da sociedade.

Aécio Neves disse que as oposições não aceitarão que a presidente Dilma Rousseff cobre da sociedade a responsabilidade pelos erros cometidos pela equipe de governo, ao propor mais impostos.

“Não há como aceitar que o governo busque cobrar da sociedade brasileira, novamente, a partir de aumento de carga tributária, um esforço que ele não fez internamente. O ministro (da Fazenda) disse ontem que a presidente usou da sua popularidade para tomar medidas corretivas. Não é verdade. É o oposto. A presidente da República não quis perder popularidade para vencer as eleições e nos colocou nessa crise extremamente profunda”, afirmou.

Impeachment

O presidente tucano disse que o movimento lançado hoje na Câmara dos Deputados em favor do impeachment da presidente da República é uma iniciativa da sociedade e tem a participação de deputados dos partidos de oposição e não do PSDB em especial.

“Esse é um movimento da Câmara dos Deputados, do conjunto de partidos de oposição, não do PSDB em especial, e ele parte de um sentimento da sociedade de que este governo perdeu as condições de governabilidade. É um movimento legítimo, que se sustenta em previsões constitucionais, mas não deve ser um movimento de um partido político, muito menos um movimento do PSDB. É um movimento da sociedade, e, enquanto parte da sociedade, parlamentares do nosso partido, como de outros partidos de oposição, vão participar dele”, disse.

Caos anunciado

Aécio Neves voltou a cobrar da presidente Dilma ter escondido dos brasileiros a realidade do país durante a campanha eleitoral. Ele lembrou que as oposições apontaram os erros cometidos pelo governo do PT desde o primeiro semestre do ano passado.

“Vivemos hoje o caos anunciado há muito tempo. A presidente quer passar a impressão de que só soube do agravamento da crise após as eleições. Isso não é verdade. Falta com a verdade a presidente da República, porque já no primeiro semestre de 2014 já tínhamos uma queda de receita em relação ao primeiro semestre do ano anterior, de 2013, o que por si só já justificaria uma reorganização das despesas públicas. O que fez a presidente da República? Ampliou os gastos. É por isso que não há mais confiança em relação ao governo. A presidente Dilma privou o Brasil de um debate sério em relação a aquilo que precisava ser feito”, afirmou o senador.

Em Belo Horizonte, Aécio diz que o Brasil despertou

Aécio Neves foi ovacionado na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, onde manifestantes se reuniram para protestar contra a Presidente Dilma Rousseff.

Vivemos hoje em um país cidadão onde as pessoas têm o direito e se julgam até mesmo no dever de participar da construção do seu próprio destino, disse o tucano.

Fonte: PSDB

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Aécio Neves disse que a arma dos protestos era a constituição. Reprodução.

Declarações do presidente do PSDB, senador Aécio Neves, durante manifestação em Belo Horizonte neste domingo

Sobre as manifestações

Vim hoje à Praça da Liberdade, na minha cidade, como cidadão brasileiro participar desse momento extraordinário da vida brasileira. O Brasil despertou. Vivemos hoje em um país cidadão onde as pessoas têm o direito e se julgam até mesmo no dever de participar da construção do seu próprio destino. Venho como cidadão indignado com a corrupção, com a mentira, com a incompetência desse governo, que vem fazendo tão mal aos brasileiros com a inflação saindo de controle, desemprego crescendo em todo país, juros na estratosfera. Essa é a obra de um governo que não priorizou os interesses do país, priorizou os seus próprios interesses e a sua manutenção no poder.

Estou muito feliz de estar aqui hoje, repito, porque hoje temos um Brasil cidadão. As pessoas despertaram, e qualquer que seja o governante vai ter que conviver com esse tipo de cobrança. Não importa o tamanho da manifestação porque a indignação hoje dos brasileiros é enorme, é até mesmo maior do que depois das eleições. Mas o Brasil é mais forte que tudo isso, vamos superar essas dificuldades.

Crise é obra consciente da presidente, diz Aécio

“Quem não pensou no Brasil foi a presidente da República e o seu partido que pensaram exclusivamente nas eleições”, afirmou Aécio Neves.

O senador Aécio Neves cobrou da presidente da República,Dilma Rousseff, assumir a responsabilidade do governo e doPT pela crise política e econômica.

Fonte: PSDB 

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Aécio disse que Dilma Rousseff deve assumir os erros cometidos e que trouxeram de volta ao país a inflação e o desemprego. Reprodução.

“Quem não pensou no Brasil foi a presidente da República e o seu partido, que pensaram exclusivamente nas eleições. Essa crise é obra deste governo, é obra consciente da presidente”, diz Aécio

O senador Aécio Neves, presidente do PSDB, cobrou da presidente da República, Dilma Rousseff, assumir a responsabilidade do governo e do PT pela crise política e econômica que paralisa o país, com consequências sociais para a população. Em entrevista nesta terça-feira (11/08), em Brasília, Aécio destacou que o Brasil assistiu ao vale tudo promovido pelo governo e pelo PT para vencer as eleições ano passado, e, em resposta a declarações da presidente Dilma, disse que ela deve assumir os erros cometidos e que trouxeram de volta ao país ainflação e o desemprego.

“O Brasil assistiu em 2014 ao maior vale tudo da nossa história. Empresas públicas se subordinando ao interesse da candidatura presidencial. A mentira, o engodo, o falseamento de números e o adiamento da tomada de medidas de interesse da população, única e exclusivamente para vencer as eleições. Quem não pensou no Brasil foi a presidente da República e o seu partido que pensaram exclusivamente nas eleições”, afirmou Aécio Neves.

Após reunião com os novos presidentes do PSDB nos estados, Aécio disse que lideranças e filiados do partido estarão nas ruas nas manifestações marcadas para o dia 16, em protestocontra a corrupção e a falência do governo Dilma Rousseff.  Ressaltou, no entanto, que as manifestações não são partidárias, e sim da sociedade.

“Vamos participar como cidadãos, mostrando a nossa indignação com tanta mentira, com tanta corrupção e com tanto desgoverno que vem atingindo os brasileiros. A palavra de ordem do PSDB é de apoio a essas manifestações, respeitando o protagonismo que é dos movimentos da sociedade. O PSDB é parcela da sociedade indignada”, afirmou.

Crise de governabilidade

Aécio voltou a afirmar que a solução para a crise de governabilidade é tarefa da presidente e do PT, e não dos partidos de oposição, porque ela foi gerada pelos erros e pela incapacidade do governo.

“A presidente da República quer responsabilizar a oposição pelo agravamento da crise. Essa crise é obra deste governo, é obra consciente da presidente da República porque não tomou, no ano passado, mesmo tendo consciência do seu agravamento, as medidas que poderiam minimizar os seus efeitos para a população. Se tem alguém que não priorizou os interesses do Brasil foi a presidente da República e o seu partido”, criticou.

O presidente do PSDB voltou a defender a importância das instituições responsáveis pelas investigações de corrupção no país e de fiscalização do governo. Aécio Neves destacou que caberá aos tribunais de Contas e Eleitoral julgar se ocorreram crimes fiscais na gestão das contas federais e/ou crimes eleitorais na disputa presidencial.  Ele destacou que a punição para ambos os casos, se comprovados, estão previstos na Constituição brasileira.

“O PSDB continuará agindo com absoluta responsabilidade, sendo guardião das nossas instituições, porque não cabe ao PSDB definir o desfecho para esse processo. Cabe a nós garantirmos que o Ministério Público, que a Polícia Federal, o Tribunal de Contas da União e oTribunal Superior Eleitoral, continuem trabalhando, como vêm fazendo até aqui, com altivez e com independência. Não cabe ao PSDB decidir se essa ou aquela é a melhor saída. Existem as saídas via Parlamento, a partir da decisão dos tribunais. Todas dentro da ordem constitucional”, afirmou.

Violência está aumentando com Pimentel no Governo de Minas

Nos primeiros seis meses de governo de Fernando Pimentel a incidência de crimes violentos no estado teve um aumento de 12,83%.

Os crimes violentos são formados por homicídios, roubos e estupros. No mês passado, somente os roubos aumentaram 33,29%.

Fonte: PSDB 

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Antes de Pimentel assumir o governo, Minas era um dos estados que mais investia em segurança pública. Reprodução.

Conjunto de crimes violentos – homicídios, roubos e estupros – teve aumento de 12,83% nos primeiros seis meses de governo Pimentel

Os crimes violentos em Minas tiveram um crescimento de 12,83% nos primeiros seis meses do governo Fernando Pimentel, na comparação com janeiro a junho do ano passado. Somente a taxa de roubos cresceu 17,15% em todas as regiões do Estado. Sem promover investimentos na área de segurança pública, o governo do PT deixa os mineiros inseguros.

O crescimento dos crimes violentos, que em junho teve aumento de 27,26%, preocupa o deputado estadual João Leite, que lamentou o não cumprimento das promessas de campanha de Fernando Pimentel. Os crimes violentos são formados por homicídios, roubos e estupros. No mês passado, somente os roubos aumentaram 33,29%.

“Já se passaram sete meses e até agora o governo do PT em Minas não cumpriu suas promessas de campanha, não conseguiu implementar políticas públicas para reduzir a criminalidade no Estado e ainda reduziu os gastos com os órgãos de segurança pública”, afirma o deputado João Leite (PSDB), do bloco de oposição Verdade e Coerência na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

O deputado ressalta ainda que é um absurdo o governo do PT comemorar uma queda de 2,21% nos estupros consumados, quando sabe que essa queda é ínfima perto do índice de 22,29% de queda registrado no primeiro semestre de 2014, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

“Se continuar assim, sem investimentos e política pública consistente, daqui a pouco essa curva vai virar, uma vez que em seis meses o PT já conseguiu piorar a tendência de queda”, afirma.

A redução observada na taxa de homicídios, em 2015, reafirma a tendência de queda para o mesmo período de 2014, na comparação com o ano anterior, e está relacionada às ações de prevenção à criminalidade implantadas nos governos de Aécio Neves, Antonio Anastasia e Alberto Pinto Coelho.

“Já se passaram quase sete meses e o PT até hoje não entendeu que precisa trabalhar para cumprir o que prometeu e resolver os problemas da população. Desafio o governo a mostrar políticas públicas para a segurança em Minas que tenham sido criadas e implantas neste ano. Onde está o PT que nada fez para conter os roubos em Minas?”, afirmou João Leite.

Além de não implantar políticas públicas próprias na área de segurança, o PT reduz os investimentos nas ações que já vinham sendo implantadas com êxito nos governos anteriores. Na Polícia Civil, os investimentos caíram 55,31%. Na Polícia Militar, a redução foi 60,15%. No Corpo de Bombeiros e na Secretaria de Defesa Social, a queda foi de 53,01% e 15,84% respectivamente. Somados os quatro órgãos, o governo Fernando Pimentel investiu R$ 366,9 milhões a menos de janeiro a junho deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, queda de 42,58%.

“Com esse descaso do governo do PT, infelizmente, as políticas consolidadas pelos governos de 2003 a 2014 estão ameaçadas. É inadmissível reduzir drasticamente os investimentos em uma área tão sensível e fundamental para a população”, disse João Leite.

Antes de Pimentel assumir o governo, Minas era um dos estados que mais investia em segurança pública, confirmado pelo próprio Ministério da Justiça. De 2003 a 2014, foram mais de R$ 55 bilhões aplicados no aumento de efetivo das polícias, viaturas, ações de prevenção à criminalidade, aumento das vagas no sistema prisional, entre várias outras ações. Até 2014, os gastos anuais com segurança tiveram um aumento de 262%. A realização de concursos permitiu a contratação de 24.084 servidores para as polícias Militar e Civil nos últimos 12 anos.

Programas afetados

A queda nos investimentos do governo Fernando Pimentel na segurança já afeta alguns dos principais programas. Na Polícia Civil, o projeto de investigações e Polícia Judiciária, principal atividade da corporação, recebeu apenas R$ 1,7 milhão nos primeiros seis meses deste ano, contra R$ 21,1 milhões no mesmo período do ano passado. A redução foi de 91,64%.

Na Polícia Militar, a implantação do programa de monitoramento Olho Vivo recebeu apenas R$ 90 mil, de janeiro a junho deste ano, contra mais de R$ 26,1 milhões no mesmo período de 2014. E o policiamento geral teve um corte de 40,15% no repassa de recursos.

O Corpo de Bombeiros também sofreu com a redução dos investimentos em segurança do governo Pimentel. De acordo com o deputado Sargento Rodrigues (PDT), o governo não está repassando a verba de custeio para a corporação. ”O governo não está liberando a verba que é necessária para fazer a máquina pública funcionar”, criticou.<

O parlamentar ressaltou que a falta de equipamentos, produtos e estrutura tem gerado o sucateamento da atividade policial e o comprometimento da qualidade do atendimento prestado ao cidadão.

“O governador Fernando Pimentel está fazendo uma economia com verba carimbada e deixando o Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil e a polícia Militar em situação lastimável”. Como exemplo dessa situação, ele cita a redução de viaturas em atividade atualmente no estado. “Cerca de 30% a 40% da frota da Polícia Militar está quebrada. Sem viatura, você reduz a capacidade de resposta do aparelho policial e, sem essa resposta, a tendência do crime é crescer”, disse.

Na Secretaria de Estado de Defesa Social, chama a atenção o descaso com a capacitação dos profissionais. No primeiro semestre do ano passado foram aplicados R$ 13,6 milhões em capacitação, valor reduzido para R$ 7.859,44 de janeiro a junho deste ano.