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Propaganda do PT foi ‘enganosa e fantasiosa’, criticou Aécio

Aécio acusou o PT de “esconder” Dilma e diz que o partido “chega às vias de um teatro do absurdo que ofende os brasileiros” quando afirma que o governo combate a corrupção.

População com panelaço protestou contra malfeitos do PT

Fonte: O Estado de S.Paulo

Oposição critica propaganda do PT e comemora panelaço

Em meio às manifestações contra a inserção do partido, presidente do PSDB Aécio Neves não poupou críticas à peça da legenda

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), classificou como “enganosa e fantasiosa” a propaganda do PT veiculada nesta terça-feira, 5, em cadeia nacional de rádio e TV. Já o presidente do DEM, senador Agripino Maia, afirmou que os panelaços mostram que “para o povo, Lula, Dilma e o PT são uma coisa só”.

Em nota, o tucano acusa o PT de “esconder” a presidente Dilma Rousseff e diz que o partido “chega às vias de um teatro do absurdo que ofende os brasileiros” quando afirma que o governo combate a corrupção.

“O programa do PT zomba da inteligência e desrespeita milhões de trabalhadores e de famílias que conhecem bem a realidade em que vivem”, diz o texto.

O PSDB também divulgou vídeo em seu perfil oficial no Facebook com duras críticas ao governo petista, confira:

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Aécio também criticou o ajuste fiscal proposto pelo governo. Segundo ele, o PT diz na TV que defende o direito trabalhistas bem no dia que “chegam à Câmara dos Deputados duas Medidas Provisórias assinadas pela presidente em que são claros os cortes de conquistas dos trabalhadores”.

No programa desta terça, aparecem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do partido, Rui Falcão. Não houve participação de Dilma – ela aparece brevemente nas imagens, sem identificação. Lula centra sua fala contra terceirização enquanto Falcão anuncia que o partido vai expulsar militantes que forem condenados por “malfeitos”.

A transmissão da peça foi alvos de novas manifestações em diversas partes do Brasil. “Que papelão! Eles não conseguiram escapar do panelaço. Só conseguiram adiar do dia 1º para o dia 5 de maio. As vaias são a prova de que, para o povo, Lula, Dilma e o PT são uma coisa só”, disse Agripino Maia, em referência ao fato de Dilma não ter feito o pronunciamento no Dia do Trabalho por medo de novos protestos.

Aécio: A falta de confiança, artigo Folha

“A reação da população brasileira a todas as mentiras e manipulações feitas pelo PT precisa ser saudada como sinal do amadurecimento da democracia brasileira.”

“Há cada vez menos espaço para o marketing político de ocasião, oportunista, que está a serviço exclusivo da vitória a qualquer custo.”

Fonte: Folha de S.Paulo 

 A falta de confiança, por Aécio Neves

Aécio: “O barulho que tira o sono do governo não é o dos panelaços. É o da consciência desperta dos brasileiros.” Foto: Foto George Gianni

A falta de confiança

AÉCIO NEVES

Muita gente tem se perguntado qual é a crise mais grave, a econômica ou a política?

Do meu ponto de vista, a que agrava todas as demais é a crise de confiança que se instalou entre a população e o governo. Ela é tão perceptível que não é preciso sequer esperar pelos resultados das pesquisas para constatá-la.

Ao contrário do que muitos pensam, confiança não é apenas um valor simbólico. É elemento concreto, matéria prima essencial aos governos, especialmente em época de crise. Quando a população confia em um governo, acredita nos seus diagnósticos e compromissos. Quando confiam em um governo, setores produtivos investem sem medo.

A verdade é que o governo está pagando um alto preço pelas mentiras que vêm sendo ditas à população e que ficaram explicitadas de forma irreversível desde a campanha eleitoral do ano passado.

Nela, o governismo ultrapassou os limites aceitáveis da luta política, caluniou adversários e prometeu o que sabia que não ia fazer. Sem compromisso verdadeiro com a nação, não hesitou em dividir o país, tentando nos jogar uns contra os outros, com o discurso do “nós” contra “eles”, pobres contra ricos, Nordeste contra Sudeste.

A constatação das manipulações feitas pela campanha do PT gerou, entre milhões de brasileiros, forte ressentimento e o sentimento de que a população foi vítima de um verdadeiro estelionato eleitoral.

Essa percepção se deu de forma muito rápida e comprometeu a credibilidade de uma gestão que já nasceu velha, sem capacidade de propor saídas para os problemas que criou e legou a si mesma.

Na campanha, a candidata oficial não admitia sequer a existência de crise. Agora, se escora nela. A necessidade de ajuste era considerada uma peça de ficção engendrada pelas oposições. A imprensa revelou que parte das medidas do ajuste proposto pelo governo já estava decidida durante a campanha.

Inflação sob controle? Chegamos à previsão de 8%.

Os “neoliberais” iriam subir os juros? Estão aí as novas taxas. Retomada do crescimento? Mais um pibinho. Energia mais barata? Tarifaço. Não iria alterar benefícios dos trabalhadores, “nem que a vaca tussa”? Deu no que deu… Pátria educadora? Estão aí os cortes de orçamento da educação, as restrições ao Fies, os problemas no Pronatec.

A reação da população brasileira a todas as mentiras e manipulações feitas pelo PT precisa ser saudada como sinal do amadurecimento da democracia brasileira. Há cada vez menos espaço para o marketing político de ocasião, oportunista, que está a serviço exclusivo da vitória a qualquer custo.

O barulho que tira o sono do governo não é o dos panelaços. É o da consciência desperta dos brasileiros.

Indicar Levy para a Fazenda é como convidar quadro da CIA para dirigir a KGB, diz Aécio

Além de participar de manifestações pró-Aécio, Joaquim Levy trabalhou na equipe de Armínio Fraga, que coordenou o programa de governo do candidato tucano.

Aécio ironizou posição do movimento que se coloca contra indicação do novo ministro da Fazenda.

Fonte: O Globo

Aécio: Indicar Levy para a Fazenda é como convidar um grande quadro da CIA para dirigir a KGB

Tucano repete frase de Armínio Fraga, que coordenou programa do PSDB

De volta a Brasília para acompanhar a votação do projeto de lei que modifica a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para acomodar o rombo nas contas públicas, o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, ironizou as reações dos partidos de esquerda à indicação do economista Joaquim Levy para comandar o Ministério da Fazenda, pela presidenteDilma Rousseff. Mesmo defendendo a escolha que virou motivo de piada entre os tucanos, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), e o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, garantem que “quem vai mandar” é a presidente Dilma Rousseff.

Ao comentar a indicação e a dificuldade do PT em assimilar o perfil liberal de Levy, que colaborou ativamente na campanha tucana, Aécio repetiu uma frase dita nesta terça-feira pela manhã pelo economista Armínio Fraga:

— Como disse oportunamente meu amigo Armínio Fraga, escolher Joaquim Levy para comandar o Ministério da Fazenda no governo do PT, é o mesmo que convidar um grande quadro da CIA para dirigir a KGB — brincou Aécio.

Além de participar de manifestações pró-Aécio na campanha presidencial, Joaquim Levy trabalhou na equipe de Armínio Fraga, que coordenou o programa de governo do candidato tucano e gerou críticas pesadas de Dilma, dizendo que iria gerar arrocho salarial e desemprego.

— O Joaquim trabalhou ativamente na equipe do Armínio e estaria seguramente na equipe de Aécio, não como ministro — disse um líder tucano.

A indicação de Levy tem sido defendida publicamente, mas internamente, tem causado grande insatisfação no PT e nos partidos de esquerda da base.

— Eu defendo muito o Joaquim Levy. Mas não sei em que condições ele vai trabalhar — disse Aécio, ao comentar declarações de Humberto Costa e Carvalho de que é Dilma quem irá mandar.

Aécio quer fazer auditoria na Caixa e no BNDES

Equipe econômica de Aécio, já escolheu a primeira coisa a fazer, caso ele vença as eleições: uma devassa nas contas da Caixa e do BNDES.

Eleições 2014

Fonte: Estado de S.Paulo

Tucanos planejam auditoria na Caixa e no BNDES

LU AIKO OTTA – O ESTADO DE S. PAULO

Economistas da equipe de Aécio consideram a medida fundamental para conhecer a real situação dos dois bancos

A equipe econômica do candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, já escolheu a primeira coisa a fazer, caso ele vença as eleições: uma devassa nas contas da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo auxiliares do candidato, a ordem é começar a trabalhar nisso “já na próxima segunda-feira”.

Os integrantes da equipe econômica do tucano estão convencidos de que esses dois bancos públicos acumulam um grande volume de valores a receber do Tesouro Nacional, sem que se saiba exatamente quanto.

Esses créditos são fruto de programas que cobram juros abaixo do mercado como o Minha Casa Minha Vida e o Programa de Sustentação de Investimentos (PSI).

Para manter o juro baixo, governo precisa pagar um subsídio. Ou seja, ele “banca’’ parte da bondade com recursos públicos, saídos do Tesouro Nacional, que são entregues aos bancos que fazem o empréstimo. Mas, já há alguns anos, a área econômica vem segurando o repasse dos subsídios. Isso é facilitado pelo fato de ficar tudo “em casa’’, pois quem deixa de receber são bancos públicos.

Especialistas de fora do governo acreditam que o maior volume de subsídios não pagos esteja no BNDES. O economista Felipe Salto, da consultoria Tendências, calcula que sejam R$ 28,8 bilhões. Mas há, na equipe de Aécio, grande preocupação com a Caixa, cuja contabilidade é menos transparente.

Ajuste. “A primeira coisa é saber o tamanho da encrenca’’, diz um auxiliar tucano. Essa informação é fundamental para dar aos agentes de mercado a informação mais aguardada: o plano de voo do ajuste das contas públicas.

Em outras palavras, o que será feito para atingir o objetivo já anunciado de, no prazo de dois a três anos, produzir um saldo nas contas públicas grande o suficiente para conter o crescimento da dívida pública.

Depois de duas décadas comportada, a dívida começou a aumentar este ano. Em setembro, ela estava em 35,9% do Produto Interno Bruto (PIB), depois de haver iniciado o ano em 33,1% do PIB. Esse crescimento se dá porque a economia que o setor público faz não é suficiente para pagar nem os juros.

Para controlá-la, será preciso apertar o cinto ou arrecadar mais.  Pelos cálculos do economista Marcos Lisboa, ex-secretário de Política Econômica e atual vice-presidente do Insper, a economia, chamada de resultado primário, teria de ser da ordem de 2,5% do PIB. No dado oficial mais recente, o saldo acumulado em 12 meses estava em 0,94% do PIB. Mas há suspeita generalizada entre os especialistas de que, na ponta do lápis, o resultado esteja negativo.

Isso porque o atraso no pagamento de subsídios é apenas uma das manobras a que o governo recorreu para melhorar artificialmente o resultado oficial das contas públicas, segundo demonstraram várias reportagens que o Estado publicou ao longo deste ano. Outra foi exigir dos mesmos bancos, Caixa e BNDES, o pagamento antecipado de dividendos.

Segundo informações da área técnica, a Caixa teria sido levada também a pagar benefícios sociais, como abono e seguro-desemprego, sem haver recebido do Tesouro os recursos para isso – um mecanismo batizado de “pedalada’’. Nos bastidores, a informação é que o fluxo teria sido regularizado em agosto.

Meta. O propósito da equipe de Aécio Neves é limpar as contas públicas de todos os truques desse tipo, conforme consta do programa econômico divulgado pelo candidato. “Esta é uma necessidade absoluta para a construção de um regime macroeconômico robusto e para que se cumpra a Lei de Responsabilidade Fiscal’’, diz o documento.

Paralelamente ao levantamento da real situação das contas públicas, a ordem é acelerar a elaboração da proposta de reforma tributária, que Aécio prometeu enviar ao Congresso no início de seu mandato.

A proposta já está delineada do ponto de vista técnico. Mas como o candidato aparecia em terceiro lugar nas pesquisas às vésperas do 1.º turno, os trabalhos foram desacelerados.

A ideia agora é dialogar com os especialistas que já estiveram envolvidos nas tentativas anteriores. E, assim, saber quais são os principais obstáculos.

Aécio quer fazer auditoria na Caixa e no BNDES

Equipe econômica de Aécio, já escolheu a primeira coisa a fazer, caso ele vença as eleições: uma devassa nas contas da Caixa e do BNDES.

Eleições 2014

Fonte: Estado de S.Paulo

Tucanos planejam auditoria na Caixa e no BNDES

LU AIKO OTTA – O ESTADO DE S. PAULO

Economistas da equipe de Aécio consideram a medida fundamental para conhecer a real situação dos dois bancos

A equipe econômica do candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, já escolheu a primeira coisa a fazer, caso ele vença as eleições: uma devassa nas contas da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo auxiliares do candidato, a ordem é começar a trabalhar nisso “já na próxima segunda-feira”.

Os integrantes da equipe econômica do tucano estão convencidos de que esses dois bancos públicos acumulam um grande volume de valores a receber do Tesouro Nacional, sem que se saiba exatamente quanto.

Esses créditos são fruto de programas que cobram juros abaixo do mercado como o Minha Casa Minha Vida e o Programa de Sustentação de Investimentos (PSI).

Para manter o juro baixo, governo precisa pagar um subsídio. Ou seja, ele “banca’’ parte da bondade com recursos públicos, saídos do Tesouro Nacional, que são entregues aos bancos que fazem o empréstimo. Mas, já há alguns anos, a área econômica vem segurando o repasse dos subsídios. Isso é facilitado pelo fato de ficar tudo “em casa’’, pois quem deixa de receber são bancos públicos.

Especialistas de fora do governo acreditam que o maior volume de subsídios não pagos esteja no BNDES. O economista Felipe Salto, da consultoria Tendências, calcula que sejam R$ 28,8 bilhões. Mas há, na equipe de Aécio, grande preocupação com a Caixa, cuja contabilidade é menos transparente.

Ajuste. “A primeira coisa é saber o tamanho da encrenca’’, diz um auxiliar tucano. Essa informação é fundamental para dar aos agentes de mercado a informação mais aguardada: o plano de voo do ajuste das contas públicas.

Em outras palavras, o que será feito para atingir o objetivo já anunciado de, no prazo de dois a três anos, produzir um saldo nas contas públicas grande o suficiente para conter o crescimento da dívida pública.

Depois de duas décadas comportada, a dívida começou a aumentar este ano. Em setembro, ela estava em 35,9% do Produto Interno Bruto (PIB), depois de haver iniciado o ano em 33,1% do PIB. Esse crescimento se dá porque a economia que o setor público faz não é suficiente para pagar nem os juros.

Para controlá-la, será preciso apertar o cinto ou arrecadar mais.  Pelos cálculos do economista Marcos Lisboa, ex-secretário de Política Econômica e atual vice-presidente do Insper, a economia, chamada de resultado primário, teria de ser da ordem de 2,5% do PIB. No dado oficial mais recente, o saldo acumulado em 12 meses estava em 0,94% do PIB. Mas há suspeita generalizada entre os especialistas de que, na ponta do lápis, o resultado esteja negativo.

Isso porque o atraso no pagamento de subsídios é apenas uma das manobras a que o governo recorreu para melhorar artificialmente o resultado oficial das contas públicas, segundo demonstraram várias reportagens que o Estado publicou ao longo deste ano. Outra foi exigir dos mesmos bancos, Caixa e BNDES, o pagamento antecipado de dividendos.

Segundo informações da área técnica, a Caixa teria sido levada também a pagar benefícios sociais, como abono e seguro-desemprego, sem haver recebido do Tesouro os recursos para isso – um mecanismo batizado de “pedalada’’. Nos bastidores, a informação é que o fluxo teria sido regularizado em agosto.

Meta. O propósito da equipe de Aécio Neves é limpar as contas públicas de todos os truques desse tipo, conforme consta do programa econômico divulgado pelo candidato. “Esta é uma necessidade absoluta para a construção de um regime macroeconômico robusto e para que se cumpra a Lei de Responsabilidade Fiscal’’, diz o documento.

Paralelamente ao levantamento da real situação das contas públicas, a ordem é acelerar a elaboração da proposta de reforma tributária, que Aécio prometeu enviar ao Congresso no início de seu mandato.

A proposta já está delineada do ponto de vista técnico. Mas como o candidato aparecia em terceiro lugar nas pesquisas às vésperas do 1.º turno, os trabalhos foram desacelerados.

A ideia agora é dialogar com os especialistas que já estiveram envolvidos nas tentativas anteriores. E, assim, saber quais são os principais obstáculos.

Aécio agradece pela expressiva votação e diz que compromisso da presidente será o de unir o Brasil

Emocionado, Aécio disse que sai desta eleição “mais vivo e sonhador” e que a prioridade da presidente deve ser a de unir o Brasil.

O Brasil não mudou

Fonte: O Globo

Após derrota, Aécio diz que prioridade de Dilma deve ser a de unir o Brasil

Tucano agradeceu os 50 milhões de votos e afirmou ter saído do pleito ‘mais vivo e sonhador’

Visivelmente emocionado, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, disse que a prioridade da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) deve ser a de unir o Brasil. O tucano agradeceu os votos em São Paulo e disse que sai desta eleição “mais vivo e sonhador””. Ele telefonou para Dilma, para cumprimentá-la pela vitória.

Leia a íntegra do discurso de Aécio Neves.

— Cumprimentei agora há pouco, por telefone, a presidente reeleita. E desejei a ela sucesso na condução do seu próximo governo. E ressaltei: considero que a maior de todas as prioridades deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique a todos os brasileiros. — afirmou o tucano, que terminou seu discurso agradecendo aos brasileiros: — Combati o bom combate, cumpri minha missão e guardei a fé. Muito obrigado a todos os brasileiros.

Aécio iniciou sua fala agradecendo os 50 milhões de votos obtidos neste segundo turno, em que conquistou 48,38% dos votos totais. Para o tucano, estes brasileiros apontaram “o caminho da mudança”.

— Serei eternamente grato a cada um de vocês que me permitiram voltar a sonhar e a acreditar na construção de um novo projeto. As cenas que vivi ao longo destes últimos meses jamais sairão da minha mente e do meu coração.

Ainda no seu discurso, Aécio agradeceu todos os companheiros do partido pela figura do seu vice, Aloysio Nunes, e disse ter saído deste pleito presidencial “mais vivo do que nunca”.

O clima no local onde o candidato acompanhou a votação passou da euforia da tarde à tristeza após a confirmação da vitória de Dilma. Alguns eleitores abriram uma faixa com a frase: “Não vamos desistir do Brasil”.

Na saída do prédio na capital mineira, antes do discursou, o tucano acenou de dentro do carro, deu adeus com as duas mãos e fez até sinal de positivo para um grupo de eleitores. Ele comentou com assessores que achara “simpática” a faixa.

Nas redes sociais, o perfil do candidato postou uma foto com os dizeres “Obrigado.” Nos bastidores, reunido com aliados, o tucano desabafou:

— Bola para frente. É isso mesmo. É o jogo!

SERRA: ‘NÃO VAMOS ATUAR NO QUANTO PIOR, MELHOR’

Apesar do discurso de Aécio, o senador eleito por São Paulo, José Serra, disse que aoposição não terá contemplação com os desvios do governo de Dilma Rousseff.

— É a oposição que não vai ter nenhuma contemplação com os desvios de natureza moral e de natureza administrativa. E sempre apontando caminhos. A oposição tem que atuar, combatendo e sempre olhando o interesse do futuro do país, a unidade do país. E não vamos atuar no quanto pior, melhor. O PSDB não tem essa natureza — disse Serra.

Senador eleito, ele acrescentou que a oposição sai fortalecida e tem estados como São Paulo como centro de sua atuação:

— Aquilo que se chama oposição no Brasil tem uma força muito grande e vamos usar essa força em benefício do Brasil. Vamos jogar todo esse peso no enfrentamento destas questões (inflação, por exemplo).

Ele criticou os métodos usados pelo PT na campanha.

— Não foi a primeira que eles fizeram, eles têm esse método de atuação, não só no governo, mas no processo eleitoral, mas saímos de cabeça erguida e com uma quantidade de votos maior ainda e com muita determinação de combatermos tudo aquilo que consideramos errado.

O deputado Geddel Vieira Lima disse que a oposição não deve se envergonhar.

— Não foi uma eleição da qual a gente tenha que se envergonhar.

O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), disse que o país tem que voltar a crescer.

— Que a presidente Dilma faça uma mudança na política econômica — disse Lacerda.

Serra acompanhou a apuração dos votos ao lado de Aécio, no final da tarde, e o acompanhou durante o pronunciamento do candidato tucano, num hotel da capital mineira.

Nos bastidores, aliados de Aécio disseram que esperavam um desempenho melhor em Minas Gerais, onde Dilma teve 52,4%. Nas ruas, onde a propaganda de Aécio sempre foi maior, à noite os petistas começaram a lotar restaurantes e a fazer buzinaços.

Multidados: Aécio dispara 12 pontos à frente de Dilma

Segundo a pesquisa, 50% dos eleitores votariam em Aécio Neves, enquanto 38% disseram ter a intenção de votar em Dilma Rousseff.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves está 12 pontos à frente de Dilma em Minas

Povo mineiro aponta preferência por candidato da Coligação Muda Brasil

Pesquisa divulgada na última sexta-feira (17/10) pela Multidados Comunicações sobre a preferência dos eleitores mineiros para o segundo turno das eleições presidenciais aponta o candidato da Coligação Muda BrasilAécio Neves, 12 pontos à frente da presidente e candidata do PT Dilma Rousseff.

Segundo a pesquisa, 50% dos eleitores votariam em Aécio Neves, enquanto 38% disseram ter a intenção de votar em Dilma Rousseff. Entre os que ainda não decidiram, 5% afirmaram que não rejeitam nenhum deles, e outros 7% ficaram indecisos ou não responderam à pergunta.

A imagem de Aécio foi muito bem avaliada. Entre os eleitores entrevistados, 11% afirmam ter uma imagem ótima e 45%, boa. A avaliação da imagem da presidente foi ótima para apenas 9% dos entrevistados, e boa para 39%.

A pesquisa, registrada na Justiça Eleitoral como BR-01126/2014, foi feita em 85 municípios, dos quais 72 onde a petista venceu no primeiro turno e 13 onde Aécio foi o vencedor. O grau de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,8 pontos percentuais.

Pesquisa Sensus mostra vantagem de 13 pontos de Aécio Neves

Pesquisa Istoé/Sensus mostra vantagem de 13 pontos do candidato tucano. Se considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%.

Eleições 2014

Fonte: ISTOÉ

Aécio está 13 pontos à frente de Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra o candidato tucano com 56,4% das intenções de voto e a petista com 43,6%

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 14 e a sexta-feira 17 mostra a consolidação da liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff no segundo turno da sucessão presidencial. De acordo com o levantamento, o tucano soma 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da presidenta. Uma diferença de 12,8 pontos percentuais, que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%; e 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco. A pesquisa indica que nessa reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, revela também a liderança de Aécio Neves quando não é apresentado ao eleitor nenhum candidato. Trata-se da chamada resposta espontânea. Nesse quesito, o tucano foi citado por 48,7% dos entrevistados e a petista, que governa o País desde janeiro de 2011, por 37,8%.

Realizada em 136 municípios, a pesquisa ISTOÉ/Sensus também constatou que a campanha petista não conseguiu reduzir o índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff. Quase metade do eleitorado, 45,4%, afirma que não admite votar na presidenta de maneira alguma. Com relação ao tucano, segundo o levantamento, a rejeição é de 29,9%. “Isso significa que a margem de crescimento da candidata Dilma é menor do que a de Aécio”, avalia Guedes. Os números mostram, segundo a pesquisa, uma forte migração para o senador tucano dos votos que foram dados a Marina Silva (PSB) no primeiro turno. “Hoje estamos juntos em torno de um programa para mudar o Brasil”, disse Marina na sexta-feira 17, ao se encontrar com Aécio em evento público na zona oeste de São Paulo.

Desde 1989, quando o Brasil voltou a eleger diretamente o presidente da República, é a primeira vez que um candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar começa a última etapa da disputa na liderança. A pesquisa Istoé/Sensus divulgada no sábado 11 já apontava esse movimento, quando revelou que Aécio estava com 52,4% das intenções de voto. Na última semana, os levantamentos que são feitos diariamente pelo comando das duas campanhas também mostraram a liderança de Aécio. É com base nessas consultas que tanto o PT como o PSDB planejam a última semana de campanha. E tudo indica que o tom será cada vez mais quente. No PT há uma divisão. Um grupo sustenta que a campanha deve aumentar o tom dos ataques contra Aécio e outro avalia que a presidenta deva imprimir um ritmo mais propositivo à campanha. O mais provável, no entanto, é que a campanha de Dilma continue a jogar pesado contra o tucano. Segundo Humberto Costa, líder do PT no Senado, o partido vai insistir na tese de que é necessário “desconstruir a candidatura tucana”. “Não basta ficar defendendo nosso governo”, disse o senador na sexta-feira 17. Claro, trata-se de um indicativo de que a campanha de Dilma vai continuar usando do terrorismo eleitoral. “Se deu certo contra Marina, deverá dar certo contra Aécio”, afirmou Costa.

No QG dos tucanos, a ordem é não deixar nada sem resposta e continuar mostrando ao eleitor os inúmeros casos de corrupção que marcam as gestões petistas, particularmente os quatro anos do governo de Dilma. “Não podemos nos colocar como vítimas. O que precisamos é mostrar nossas propostas, mas em nenhum momento deixar de nos defender com veemência das armações feitas pelos adversários”, disse um dos coordenadores da campanha de Aécio Neves. “Marina tentou apenas fazer a campanha propositiva e acabou atropelada pela máquina de calúnias do PT.” Nessa última semana de campanha, Aécio vai intensificar a agenda em Minas e no Nordeste, principalmente na Bahia, em Pernambuco e no Ceará. Não está descartada a possibilidade de que os nomes de novos ministros venham a ser divulgados pelo candidato.

Aécio está na frente, segundo pesquisas Datafolha e Ibope

Pesquisas divulgadas pelos institutos Ibope e Datafolha mostraram que Aécio se mantém na frente na disputa pela Presidência.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio mantém liderança na corrida pela Presidência, mostram Datafolha e Ibope

Pesquisas divulgadas pelos institutos Ibope e Datafolha nesta quinta-feira (09/10) mostraram que o candidato da Coligação Muda BrasilAécio Neves, se mantém na frente na disputa pela Presidência da República, indicando que a onda da razão veio para ficar e é irreversível.

Datafolha e o Ibope mostraram que Aécio lidera com 45% dos votos totais contra 43% da adversária do PT e candidata à reeleição, Dilma Rousseff. Em votos válidos, Aécio tem 51% contra 49% da petista, em ambas pesquisas. A margem de erro do Datafolha e do Ibope é de 2 pontos percentuais.

Datafolha ouviu 9.081 eleitores em 366 municípios na terça e quarta-feira. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01098/2014. Já o Ibopeouviu 3.010 eleitores entre domingo e terça-feira. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01097/2014.

Propostas Aécio: criação de amplo programa de neonatal

Aécio: “Tenham certeza de que vamos criar na saúde um amplo programa para crianças que nasçam prematuras ou com algum problema”.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

Aécio Neves: “Se quisermos cuidar do país, temos de começar a cuidar de nossas crianças”

Em visita à sede da Pastoral da Criança em Curitiba (PR), o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, assumiu o compromisso de, em seu governo, criar um amplo programa de atendimento neonatal na rede pública de saúde do país e priorizar as políticas voltadas para a criança.

“Tenham certeza de que vamos criar na rede pública de saúde um amplo programa para crianças que nasçam prematuras ou com algum problema. Vamos buscar ajuda de vocês para dar a todos, começando pelas regiões mais pobres, o atendimento adequado a essas crianças”, afirmou, nessa segunda-feira (13/10).

Após assinar moção pela beatificação da médica pediatra e sanitarista Zilda Arns, Aécio lembrou a sua experiência recente, com o nascimento prematuro do casal de gêmeos há quatro meses.

“Vivi uma experiência pessoal muito sofrida, mas muito estimuladora do ponto de vista do que poderemos fazer. Eu tive um casal de gêmeos prematuro há quatro meses. Vi que se não fosse o atendimento adequado talvez eles não estivessem aqui.”

Ele disse que, nos 65 dias em que o filho Bernardo ficou internado na UTI, pensou várias vezes nas crianças que necessitavam de cuidados semelhantes e que não puderam recebê-los.

“É apenas uma história singela para dizer que o que me move nessa caminhada é saber que eventualmente presidente da República, com um time muito qualificado que vamos montar, vamos conseguir chegar no problema pessoal [de cada um dos brasileiros]”, afirmou.

Pela vitória da vida

“Cada vida que conseguirmos salvar, [cada criança que conseguimos] encaminhar adequadamente com saúde e educação para que encontre o seu lugar no mundo cada vez mais competitivo, já será uma vitória. Eu espero ao lado de vocês comemorar milhões de vitórias cuidando de verdade das crianças brasileiras”, disse Aécio.

O candidato foi recebido por Flávio Arns, vice-governador do Paraná e sobrinho de Zilda Arns, e por Nelson Arns, filho da médica, fundadora da Pastoral da Criança e falecida em janeiro de 2010. Ele estava acompanhado do governador reeleito Beto Richa, do senador reeleito Álvaro Dias e do senador eleito por São Paulo José Serra.

Carta-compromisso

Aécio assinou ainda uma carta-compromisso com famílias, especialmente as mais pobres, para que tenham a possibilidade de uma vida digna.

“Para mim, é uma bênção vir aqui e receber essa boa energia da Pastoral da Criança”, disse. “Esteja certo de que esta será uma preocupação permanente do meu governo se eu vencer as eleições, porque esta é uma compreensão que trago do lugar mais profundo da minha alma. Se quisermos cuidar do país, temos de começar a cuidar das nossas crianças.”

Entre as propostas voltadas para a infância, ele citou o pré-natal adequado, creches e pré-escola a todas as crianças com até quatro anos de idade, alimentação adequada e guerra sem trégua contra o trabalho infantil e a violência contra a criança.

Nelson Arns lembrou que o baixo peso da criança é um problema da infância que pode se projetar na vida adulta. “Pressão alta, osteoporose, problemas renais e até infarto acontecem com mais frequência em criança que nasceu com baixo peso. A criança que nasce com baixo peso tem o dobro de chance de ser hipertenso”.

Belo exemplo

Aécio Neves afirmou que tomará a iniciativa de buscar parcerias com entidades. “A partir de 1º de janeiro, se vencermos as eleições, em vez de vocês procurarem o governo, o governo federal é que vai procurar vocês rapidamente para ver de que forma poderemos ampliar essas nossas relações. Vamos fazer isso com toda a sociedade.”

A Pastoral da Criança é “um dos mais belos exemplos de iniciativa da sociedade”, disse Aécio.