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  • Minas em Pauta no Twitter

    Erro: Assegure-se de que a conta Twitter é pública.

Aécio fortalece bases no interior – Dez partidos compõem o bloco de apoio, o foco está concentrado nas maiores 51 cidades de Minas

 Aécio: Eleições 2012

Fonte: Juliana Cipriani – Estado de Minas

Aliados de Aécio Neves estão de olho em 2014

Senador, que tem foco na Presidência da República, busca poder contar com apoio de políticos do interior

 Aécio fortalece bases no interior

Aécio fortalece bases no interior – Dez partidos compõem o bloco de apoio, o foco está concentrado nas maiores 51 cidades de Minas.

Apesar de o senador Aécio Neves (PSDB) pregar a não nacionalização da campanha eleitoral em Belo Horizonte, o tucano – junto com o governador Antonio Augusto Anastasia (PSDB) e o vice Alberto Pinto Coelho (PP) – arregimentou um batalhão de candidaturas pelo interior para fortalecer o projeto de suacandidatura à Presidência em 2014. Na linha de frente da investida está o vice, que reuniu ontem representantes dos 10 partidos para fazer um balanço das coligações fechadas nas 51 maiores cidades do estado. Foram contabilizados 76 candidatos a prefeito pelos partidos fechados com o palácio.

“Essa articulação fortalece o nosso projeto em Minas, que vem ao longo de oito anos com Aécio e, agora, Anastasia, mantendo essa ampla aliança. A eleição municipal tem a característica local, mas essa unidade também serve como perspectiva, tudo isso vai na direção de 2014, fortalecendo a pré-candidatura deAécio à Presidência”, afirmou Alberto Pinto Coelho. Pela listagem contabilizada pelos aliados, há outros 116 candidatos a prefeito nas maiores cidades por outros partidos, incluindo 32 do PT. O vice-governador alega, no entanto, que há partidos da base que preferiram caminhar de forma independente, mas continuam sendo aliados. Caso, por exemplo, do PSB, do prefeito Marcio Lacerda. Também há candidaturas do PMDB que são consideradas governistas por terem vices tucanos.Em conversas desde o fim do ano passado, os partidos (PSDB, PPS, PTB, DEM, PR, PV, PSD, PP, PDT e PSDC) acertaram candidaturas únicas nas cidades com mais de 50 mil habitantes para não confrontar os governistas e aumentar o poder de fogo contra os adversários, principalmente os do PT. Nas 13 cidades em que os petistas têm o comando dos governos, o empenho será ainda maior. Aécio e Anastasia estarão presentes para potencializar as candidaturas. “Teremos candidaturas competitivas, principalmente onde teremos um enfrentamento com o PT. Nosso propósito é fazer uma construção e o fortalecimento da base, não é combater o PT, embora o PT seja o adversário natural”, afirmou Alberto Pinto Coelho

No caso de Montes Claros, em que há mais de uma candidatura da base, o governo decidiu apoiar o deputado federal Jairo Ataíde (DEM). Em algumas localidades, a opção foi por manter a neutralidade. Segundo o vice-governador, além dessas candidaturas fechadas com o governo, outras cidades menores, como Diamantina, Lagoa Santa e Cataguases, procuraram o grupo para se integrar. A participação na campanha de Aécio Anastasia está garantida em cidades com candidatura única. Nas demais, caberá aos deputados federais e estaduais atuarem em nome do governo.

Com a divisão dos aliados nas cidades, a expectativa do governo é ter os partidos da base do governo comandando entre 80% e 90% das 853 prefeituras mineiras. “Estamos fazendo esse esforço no sentido de nos concentrar nas mais expressivas de Minas e, nesse elenco, nas 13 de gestões petistas, mas nossa meta é mais ampla”, afirmou o vice. Na lista de cidades em que o embate será direto com o PT estão Betim, Contagem, Varginha, Pouso Alegre, Formiga e Nova Lima. “Em todas temos candidaturas altamente competitivas.”

Senador Aécio Neves tem ainda várias pontes dentro do próprio PSB, uma delas, o ex-deputado Ciro Gomes e o presidente do partido Eduardo Campos.

Aécio: Eleições 2014

 Aécio: rompimento entre PT e PSB fortalece senador

Aécio tem ainda várias pontes dentro do próprio PSB, uma delas, o ex-deputado Ciro Gomes e o presidente do partido Eduardo Campos.

Fonte: Denise Rothenburg – Correio Braziliense

Um candidato em quatro atos

Nas entrelinhas

O alvo prioritário do PSB para o futuro é a vice de Dilma Rousseff, deslocando o PMDB de Michel Temer

A presidente Dilma Rousseff corre o risco real de ter dois adversários talentosos em 2014. O principal deles é o senador Aécio Neves (PSDB-MG). O segundo é o governador de PernambucoEduardo Campos (PSB). Dentro do PSDB, já existe quem diga que Aécio e Eduardo são tão parecidos do ponto de vista biográfico que é coincidência demais para estarem juntos numa chapa. Ambos são herdeiros dos avós por parte de mãe. Aécio, de Tancredo Neves. Eduardo, de Miguel Arraes. Os dois são gestores bem avaliados.A diferença é que Aécio vem de um estado de ponta na hora de decidir uma sucessão presidencial.Eduardo precisa muito de outras praças para construir os votos de Minas.

Por isso, há quem diga que o primeiro ato da construção da candidatura de Eduardo foi fechado na semana passada, com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de conceder tempo de TV ao PSD de Gilberto Kassab. O atual prefeito de São Paulo joga juntinho com os socialistas. A proximidade de José Serra (PSDB) na sucessão paulistana é vista até por alguns integrantes da base de Kassab como a quitação de uma dívida, assunto aliás que já tratamos aqui.

O segundo ato dessa candidatura estará em cartaz nos próximos três meses, especialmente, em São Paulo e em Recife. Em São Paulo, uma vitória de Fernando Haddad reaproxima PT e PSB, tirando parte do cenário mais favorável a Eduardo Campos. Na capital pernambucana, o desenho final da chapa petista, senador Humberto Costa e João Paulo Lima, ex-prefeito muito popular na cidade, indica o tudo ou nada do PT contra Geraldo Júlio, o nome do PSB. O desconhecido Geraldo Júlio desponta para a campanha com uma coligação que lhe renderá 12 minutos diários na TV.

O suspense é total. Os recifenses não são fáceis. Basta lembrar que, há 12 anos, o então governador Jarbas Vasconcelos, nos tempos de ribalta, uniu-se ao vice-presidente à época, Marco Maciel, e ao atual presidente do PSDBSérgio Guerra, para reeleger Roberto Magalhães prefeito da capital. Carlos Wilson era o segundo colocado. Ganhou João Paulo Lima, do PT. Em 1992, Miguel Arraes era governador, lançou Eduardo Campos a prefeito. Seu neto terminou derrotado. Agora, Eduardo Campos tentará quebrar essa tradição.

Por falar em tradição.
Os socialistas se esforçam em apresentar esse jogo de Recife – e o de Belo Horizonte, onde exigências do PT em torno de uma chapa comum de vereadores desmontaram a coligação – como meramente local, sem reflexos para 2014. Dizem dia e noite que não romperão a tradicional aliança daqui a dois anos. Mas ninguém acredita. Em seu Twitter, o deputado André Vargas (PT-PR) acusa Eduardo Campos de montar essa candidatura há tempos. Até agora, como dissemos aqui há alguns meses, Campos andava de costas para o Palácio do Planalto, de forma a não provocar o aliado. Agora, diante das candidaturas que lança pelo país afora, com distância do PT em pelo menos 12 capitais, os petistas acreditam que Eduardo passou a olhar de frente para o objetivo.

Dentro do PSB, entretanto, há quem diga que o alvo prioritário no futuro é a vice de Dilma Rousseff, deslocando o PMDB de Michel Temer. Essa operação não é simples, porque, escanteados, os peemedebistas pularão no minuto seguinte para o colo de Aécio Neves. O PMDB até o momento tem se mostrado fiel aos petistas. Em Belo Horizonte, promete fechar com o PT e, em São Paulo, Gabriel Chalita estará ao lado do petista Fernando Haddad, na hipótese de o ex-ministro da Educação ir ao segundo turno contra José Serra. Passada a eleição municipal, será a hora de o PMDB, de olho nas presidências da Câmara e do Senado, saber quem deseja de fato a sua companhia em 2014. E nessa troca de comando das duas Casas estará em jogo o terceiro ato dessa candidatura de Eduardo Campos. O PSB promete respeitar a proporcionalidade e apoiar o PMDB. No momento, ninguém acredita em vitória fácil para o PMDB na Câmara e no Senado.

Por falar em Aécio.
Que ninguém aposte num imobilismo do PSDB e de seu pré-candidato ante o alvoroço causado pelo PSB. Os tucanos terão mais candidatos a prefeito de capital que qualquer outro partido. São 18, prontos para apresentar Aécio Neves pelo país afora. Não dá para esquecer que Aécio tem ainda várias pontes dentro do próprio PSB, uma delas, o ex-deputado Ciro Gomes. Tampouco o PT de Lula ficará parado vendo a pomba, símbolo do PSB, bater asas. Daí, o movimento em Belo Horizonte. E, com tantas capitais em litígio entre PSB e PT, muito mais do que em 2008, a mexida em direção a 2014 está cada vez mais evidente. Como diz um socialista, o PSB pode daqui para frente esconder o holofote sobre Eduardo, mas não conseguirá evitar o sentimento de calor que toma conta do PT, do PMDB e de todos os aliados. A sucessão municipal começa tão quente que muitos se esqueceram do inverno, estação exclusiva hoje à CPI de Carlos Cachoeira. Mas essa é outra história.

Aécio Neves: Maioridade do real


Em 1º de julho de 1994, data que ontem completou 18 anos, os brasileiros amanheceram o dia com uma nova moeda: o real. A iniciativa fazia parte de um programa de estabilização econômica, que deu cabo de uma inflação sufocante e de desastrosa duração. Sem congelamento de preços ou confisco da poupança, ainda então de memória recente, o real colocou o país novamente na trilha do desenvolvimento.

Embora tenha se tornado conhecido pelos resultados econômicos de controle da inflação, o Plano Real converteu-se certamente em uma das iniciativas de governo que mais trouxeram benefícios sociais em toda a história do Brasil.

No legado daquele período, há outro ativo de fundamental importância: a confiança. Em torno do Plano Real, fortalecemos as bases políticas que permitiram ao Brasil avançar também no seu sistema democrático. Vieram aquisições relevantes para a defesa da sociedade, como a Lei de Responsabilidade Fiscal e o Proer, hoje reconhecidos até mesmo por aqueles que, na época, por conveniência, os combatiam.

Entre as conquistas históricas propiciadas pelos efeitos do real está a universalização do ensino fundamental. Com toda criança na escola, a educação se converteu no primeiro serviço público a cumprir o objetivo republicano de acesso irrestrito por faixa de renda ou região geográfica.

Na saúde pública houve mudança no eixo de atendimento, com privilégio à atenção básica, destinada aos mais pobres, e a colocação em prática dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). O Programa Saúde da Família chegou a 2002 com mais de 54 milhões de beneficiados, um salto de 4.750 % em relação a 1994.

Embora o PT reivindique para si o monopólio da defesa dos mais carentes, foi sob o impacto do Plano Real que o Brasil firmou as bases de uma rede de proteção social, composta originalmente pelos programas Bolsa Escola, Bolsa Alimentação e Auxílio Gás, entre outros, todos anteriores à chegada do PT ao poder. Data de 2001 o Cadastro Único para Programas Sociais, e de 2002 o lançamento do Cartão do Cidadão (base do futuro Bolsa Família) pelo então governo do PSDB.

Esses são alguns itens de uma relação de iniciativas que transformaram de verdade a sociedade brasileira. Entre aqueles que se dedicaram com responsabilidade para a implantação do Plano Real merecem o nosso reconhecimento, nesse dia, de forma especial, os presidentes Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, pela determinação de honrar seu compromisso com o país e criar bases sólidas para o Brasil de hoje. Por amor ao Brasil, enfrentaram pressões e incompreensões, e, com coragem, fizeram o que precisava ser feito, dever supremo de todo governante.

Aécio Neves: Eleições 2012

Aécio Neves participa de convenções  tucanas na RMBH

“Hoje inicia-se uma cruzada da ética e da seriedade, do planejamento e da competência, diz Aécio

 Aécio: senador participa das convenções do PSDB

Aécio Neves: Eleições 2012 – senador participa das convenção do PSDB em Betim

senador Aécio Neves (PSDB-MG) participou, neste sábado (30/06), das convenções do PSDB em Betim, Contagem e Ribeirão das Neves, municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte, que homologaram as candidaturas a prefeito do deputado federal Carlaile Pedrosa e dos ex-deputados estaduais Ademir Lucas e Gláucia Brandão, respectivamente.

Recepcionado pela militância e por lideranças tucanas, Aécio Neves ressaltou que competência e seriedade são marcas do PSDB desde a sua fundação, e considerou as convenções municipais um novo marco para uma ampla mobilização em favor da ética.

“Hoje inicia-se uma cruzada da ética e seriedade, do planejamento e da competência. Características indissociáveis do PSDB e seus candidatos. Construímos há mais de 20 anos um partido político que tinha princípios absolutamente claros, que os diferenciava de muitos outros. Dizíamos sempre que era fundamental que a ética e os nossos melhores valores conduzissem as nossas ações. Depois comprovamos quando governamos, não apenas em Minas, mas em inúmeros outros estados brasileiros e em dois mandatos no Brasil, com Fernando Henrique, que a competência e a seriedade são irmãs e devem ser sempre as marcas mais fortes do PSDB”, disse o senador Aécio.

ex-governador de Minas convocou lideranças e filiados do PSDB a trabalharem pela eleição dos candidatos da legenda em todo Estado. O senador disse que a política deve ser feita com solidariedade, seriedade e compromisso com os interesses da população.

“Ninguém consegue fazer política solitariamente. A política é a arte da união, da convergência, em torno de questões maiores, dos interesses reais da população que nós representamos. Hoje, estamos aqui inúmeros companheiros e convoco a todos porque queremos Minas unida, queremos seriedade e competência”, afirmou o senador Aécio.

Aécio Neves conhece referência ambiental no Pará

Aécio Neves em Paragominas

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Gestão tucana em Paragominas cria no Pará  referência ambiental para o país

 Aécio Neves conhece referência ambiental no Pará

Aécio Neves conhece referência ambiental no Pará

É possível, com responsabilidade, seriedade, competência, ética e ousadia, transformar a vida das pessoas”, diz Aécio Neves

senador Aécio Neves visitou, nesta quinta-feira (31/05), Paragominas, no Pará, município reconhecido nacionalmente pela boa gestão administrativa e desenvolvimento sustentável. O “município verde”, como é chamado, é considerado exemplo de administração do PSDB.

Conhecida 10 anos atrás pelas imagens divulgadas pela imprensa de crianças trabalhando em fornos de carvão e “alunos jacarés”, que assistiam às aulas deitados no chão das salas, o município hoje detêm, pela 8ª vez consecutiva, o título de Gestor Eficiente da Merenda Escolar do Ano, prêmio conhecido como “Menino Maluquinho”. Paragominas foi também o primeiro município a sair da lista do Ministério do Meio Ambiente entre os que mais desmatavam na Amazônia.

“Paragominas é um exemplo para  o Brasil inteiro. Esse exemplo se deve à força de articulação de suas lideranças políticas e do esforço da comunidade de compreender o que era preciso ser feito. Vocês mostraram que é possível e, mais do que isso, é necessário compatibilizar desenvolvimento econômico  com sustentabilidade ambiental. Que é possível, com responsabilidade e seriedade, competência, ética e ousadia, transformar para melhor a vida das pessoas”, disse o senador.

Lago Verde

Aécio Neves conheceu as transformações que a gestão do PSDB garantiu ao município. Hoje, a cidade é referência ambiental. Em 2007, foram desmatados no município 300 km². Em 2011, somente 1,5 km².

senador visitou o Lago Verde, uma área de mais de mil metros de extensão, inaugurada nessa quinta-feira, que pretende ser um novo símbolo da preocupação com a preservação ambiental do município.

O lago e o parque, em suas margens, surgiram do saneamento do então poluído igarapé Paragominas, que corria no centro da cidade, e da transferência das famílias ribeirinhas, que sofriam com constantes alagamentos, para dois complexos residenciais.

Royalties minerais

Aécio Neves recebeu a comenda da Ordem do Mérito Cabanagem, a maior honraria da Assembléia Legislativa do Pará. Na reunião com lideranças políticas, ele defendeu ressarcimento mais justo a estados e municípios que sofrem mineração, através da correção do cálculo da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) ou royalties minerais, paga pelas empresas.

“Como nós temos hoje em ambos os estados, Minas Gerais e Pará, uma matriz mineral muito sólida, a mais importante do Brasil, nós temos também objetivos comuns. Tenho proposta de um trabalho cada vez mais próximo entre as bancadas do Pará e de Minas, na Câmara e no Senado, para garantir mais recursos para os municípios, mais recursos para os estados, mais respeito à atividade mineral, mais retorno para os municípios e para os estados mineradores através de uma nova valorização dos royalties minerais”, disse o senador, em entrevista.

Relator do projeto de lei de autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB) que estabelece novo cálculo para cobrança dos royalties, a proposta defendida por Aécio aumenta a alíquota máxima da CFEM dos atuais 3% do faturamento líquido das empresas para 5% do faturamento bruto, garantindo o ressarcimento mais justo aos estados e municípios pela exploração de seus recursos naturais.

A proposta do senador cria também um pagamento para exploração de grandes jazidas minerais, a chamada  participação especial, a exemplo do que ocorre hoje com o petróleo.

Excesso de tributos federais

Aécio Neves criticou o governo federal pela concentração excessiva de arrecadação de tributos na União, enquanto estados e municípios assumem os gastos com as principais demandas da população, como saúde e segurança.

“Os dois maiores dramas da população brasileira são a péssima qualidade da saúde pública e a segurança, com a violência chegando a médios e pequenos municípios. Em 2000, há 12 anos, o governo federal participava com 46% de todos os investimentos em saúde. Hoje, mesmo tendo sido o governo federal que mais aumentou suas receitas, investe apenas 30%. A conta foi para os municípios. O governo federal se omite. Em segurança pública, 83% de tudo que se gasta no Brasil vêm dos cofres estaduais e municipais”, afirmou Aécio.

Aécio Neves – Link da matéria: http://www.aecioneves.net.br/2012/05/gestao-tucana-em-paragominas-cria-no-para-referencia-ambiental-para-o-pais/

Aécio Neves líder da oposição

Aécio Neves líder da oposição

Fonte: Jogo do Poder

Senador Aécio: debate sobre ausência de investimentos nos municípios

 Aécio Neves líder da oposição: faltam recursos

Senador Aécio Neves líder da oposição destacou que as cidades sofrem com a falta de recursos, principalmente, nas áreas de saúde e segurança pública.

Convocação – O senador Aécio Neves líder da oposição convocou pré-candidatos a prefeito pelo PSDBem todo país a debater com a população a ausência de investimentos federais nos municípios brasileiros.

Em reunião com os pré-candidatos a prefeito que disputarão as eleições deste ano pelo PSDB nas 100 maiores cidades brasileiras, o senador Aécio disse que o governo federal concentra recursos e trabalha para o enfraquecimento dos municípios.

“Estamos vivendo a mais perversa concentração de receitas tributárias nas mãos da União de toda a história republicana no Brasil. E esse é outro grande tema. O governo federal parece querer caminhar na lógica de concentrar cada vez mais recursos para poder determinar, a seu bel-prazer, em função do humor da presidente, quem será atendido, quando será e de que forma será atendido”, criticou Aécio.

senador ainda complementou: “A Federação no Brasil é uma palavra solta em uma folha de papel. Estamos caminhando para viver em um estado unitário no Brasil. Fazer com que estados e municípios readquiram capacidade de enfrentar suas dificuldades é o discurso que tem a cara do PSDB”. Finalizou o senador Aécio Neves líder da oposição.

Aécio Neves convoca pré-candidatos a prefeito a redobrar os trabalhos em 2012

Aécio Neves: PSDB Brasil

 Aécio Neves quer PSDB forte em todo Brasil

Aécio Neves: senador quer PSDB forte em todo Brasil

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) convocou, hoje (25/05), a militância e os pré-candidatos do PSDB a redobrar os trabalhos pelo fortalecimento do partido nas eleições municipais deste ano. Na abertura do encontro estadual da legenda que reuniu, em Belo Horizonte, cerca de 1.500 lideranças tucanas, Aécio Neves destacou que o PSDB é o maior partido em número de prefeituras em Minas Gerais e o segundo noBrasil, e buscará ampliar as alianças nas disputas municipais.

“Quero pedir a cada um de vocês, que já estavam de mangas arregaçadas, que desdobrem seus esforços. Hoje, estamos dando largada para as eleições municipais onde teremos alianças amplas em todo Estado. Precisamos sair dessas eleições fortalecidos não apenas em Minas, mas em todo Brasil. O PSDB é hoje o segundo maior partido em número de municípios no Brasil . Em um quadro partidário tão plural, como o do Brasil, é uma posição de muita força. Vamos somar aliados e administrar no Brasil, a partir de 2012, pelo menos 70% dos municípios brasileiros”, afirmou o senador.

Aécio Neves foi recebido pelos pré-candidatos e pela militância do PSDB num auditório lotado e com as presenças do governador de Minas,Antonio Anastasia, pelo presidente do PSDB em Minasdeputado federal Marcus Pestana, pelo presidente do PSDB de BH, deputado estadual João Leite, pelos integrantes das bancadas estadual e federal do partido, além de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores de todo o Estado.

Em seu discurso, ele reafirmou a importância dos marcos econômicos do PSDB para a economia do país a partir do Plano Real e lamentou a ausência de uma nova agenda para o Brasil.

“A agenda de hoje é ainda a agenda de ontem,  infelizmente. Vivemos ainda hoje a agenda macroeconômica  do PSDB, a agenda do início dos programas de transferência de renda, a agenda da federação”, disse Aécio.
O senador voltou a criticar o abandono dos municípios pelo governo federal, que tem diminuído osinvestimentos nas áreas da saúde e da segurança.

“Dez anos atrás, 46% de tudo que se gastava em saúde no Brasil era de responsabilidade do governofederal. Hoje, são apenas 30%. São os prefeitos municipais e governadores  que assumem a parcela maior de responsabilidade da mais dramática questão que aflige os brasileiros mais pobres: a saúde. Na segurança,  83% de todos os recursos investidos da segurança no Brasil vêm dos cofres municipais e estaduais. Onde está a generosidade do governo federal para com a realidade? É um desprezo absoluto para com a realidade dos municípios brasileiros”, afirmou.

Aécio Neves encerrou seu pronunciamento destacando que a boa gestão pública é hoje uma reivindicação da sociedade brasileira.

“Há  no país, nas viagens que tenho realizado pelo país, um sentimento crescente, que se consolida a cada dia, de vermos no governo federal os instrumentos da boa prática da gestão pública”, disse ele.

Aécio Neves – Link do site do senador: http://www.aecioneves.net.br/