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Minas: Feam recebe reconhecimento internacional

Minas Gerais: Meio Ambiente

Fonte: Agência Minas

Ferramenta, criada para desenvolver projeções de produção e consumo de energia em Minas, teve resultados publicados em uma das principais revistas especializadas na área

Ferramenta criada pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) para desenvolver projeções de produção e consumo de energia em Minas Gerais foi aprovada cientificamente e teve seus resultados publicados na revista internacional especializada no assunto, a “Energy, Sustainability and Society”. O trabalho foi considerado inovador por ser capaz de simular e avaliar a efetividade de políticas públicas para o setor energético, antes mesmo de serem implementadas.

De acordo com o gerente de Energia e Mudanças Climáticas da Feam, Felipe Nunes, a publicação do trabalho é o reconhecimento da ferramenta desenvolvida. “Buscamos publicar em uma revista internacional renomada para termos credibilidade científica. Para ser publicado, o estudo passa por um criterioso trabalho de avaliação por parte de pesquisadores especializados no tema e somente é aprovado após aprimoramento e parecer conclusivo quanto ao ineditismo e relevância científica do projeto”, explica.

Ainda segundo Nunes, o trabalho teve início em 2011, com o apoio de bolsistas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) orientados pela equipe técnica da Feam. “O objetivo foi desenvolver uma ferramenta para identificarmos políticas públicas eficientes relacionadas ao setor de energia”, explica o gerente.

Em 2013, em parceria com o doutor Andrea Bassi da Universidade de Stellenbosch na África do Sul, um dos maiores especialistas na metodologia de simulação utilizada no estudo, a Feam desenvolveu a plataforma computacional denominada Simulação e Avaliação de Políticas Públicas de Energia e Mudanças Climáticas – Sappe.

“Por meio da plataforma, elaboramos os primeiros cenários e opções de políticas públicas para o estado que serão integrados ao Plano de Energia e Mudanças Climáticas, atualmente em elaboração. Agora, temos embasamento técnico para melhor discutir ações prioritárias e possíveis metas para redução de emissões de gases de efeito estufa e ampliação das fontes renováveis de energia no Estado”, conclui o gerente.

Clique aqui para conferir a publicação completa da revista internacional.

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Gestão Anastasia: Governo de Minas incentiva fruticultura na região das Vertentes

Plantio de fruteiras de clima temperado é opção para agricultura familiar e geração de trabalho e renda
Marco Evangelista/Imprensa MG
O pesquisador Paulo Norberto tem boas expectativas com relação ao plantio da figueira na região
O pesquisador Paulo Norberto tem boas expectativas com relação ao plantio da figueira na região

O cultivo de maçã, uva e figo vem ganhando espaço entre os produtores rurais do Campo das Vertentes. Isso graças ao incentivo do Governo de Minas que, desde 2007, desenvolve a fruticultura na região. Por meio da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), foram implantadas 21 unidades demonstrativas, distribuídas nas cidades de São João del-Rei, Barroso, Tiradentes, Prados, Resende Costa, Coronel Xavier Chaves, Lagoa Dourada, Carandaí e Piedade do Rio Grande.

O pesquisador da Epamig, Paulo Márcio Norberto, que realiza o trabalho da fruticultura juntamente com outros dois pesquisadores, conta que as unidades demonstrativas são instaladas em propriedades particulares. “Essas propriedades contempladas estão sempre abertas à comunidade, servindo de modelo para outros produtores interessados em aprender e entrar na atividade, possibilitando o acompanhamento de todo o processo de produção, desde o plantio até a colheita”, explica.

Segundo ele, a fruticultura representa uma boa alternativa para a região. “Como o fluxo de turistas é grande e a região tem um forte apelo turístico, favorece a possibilidade de colocação de produtos no mercado, inclusive com agregação de valor, como doces em calda, geleias e cristalizados”, avalia. O plantio das fruteiras de clima temperado é também uma opção diferente das usuais, principalmente na agricultura familiar. “Hoje, muitos produtores locais já aderiram e estão colhendo os frutos, o que possibilita um incremento significativo em suas rendas e, além de ocupar a mão de obra familiar, acaba gerando novos postos de trabalho em suas comunidades”, afirma o pesquisador da Epamig.

Em Coronel Xavier Chaves, o produtor Antônio Catarino de Almeida possui uma unidade demonstrativa de videira há um ano. Ainda não foi possível comercializar a uva, mas ele acredita que em dois anos a produção já seja satisfatória. “Está sendo uma boa experiência e a expectativa é boa, acho que vai dar certo”, diz. Catarino recebeu da Epamig 200 mudas para iniciar a plantação. “Desde então, o técnico vem aqui, explica como é a manutenção, orienta, apoia muito o nosso trabalho. Com certeza vai ser possível aumentar nossa renda, porque a região não tem muito esse tipo de plantação”, conclui o agricultor. Ele conta com a ajuda do filho para cuidar das videiras e das outras cultivares que possui na propriedade, que inclui mexerica, baroa, mandioca e inhame.

Apoio técnico

Ilceu Carvalho, produtor de Prados, também recebeu apoio técnico para o plantio de uva e figo e, em 2011, fez sua melhor colheita. “Tive uma produção de cerca de 700 kg de uva e vendi 500 kg in natura, que é a forma mais lucrativa. Todo mundo elogiou a qualidade”, conta. Agora, Ilceu quer aumentar a produção. “Quero ver se consigo colher duas vezes ao ano, em vez de apenas uma. Minha meta é uma colheita no meio do ano e uma no final. Por isso vou começar a usar um sistema de irrigação”, relata.

As pesquisas na área de fruticultura são desenvolvidas na Fazenda Experimental Risoleta Neves, em São João del-Rei, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), que já destinou mais de R$ 300 mil para projetos de pesquisa e bolsas de pós-doutorado, iniciação científica e apoio técnico. O trabalho de difusão e transferência de tecnologia também conta com a parceria da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG).

Com relação à cultura da videira, o pesquisador Paulo Norberto destaca que as plantas estão começando a expressar todo o seu potencial produtivo. “As variedades que estão sendo testadas aqui na região são de grande importância econômica, são rústicas e toleram mais as variações climáticas que ocorrem na região”, pontua.

A cultura da figueira também tem boa expectativa de produção. “Estamos testando e validando novas tecnologias de manejo para a cultura, que tem mostrado um grande potencial na região. A caminhada de implantação e desenvolvimento da fruticultura já possui um histórico, que foi iniciado em 2007 e precisa ser continuado, pois foram e estão sendo geradas e validadas diversas tecnologias, adaptadas para o pequeno produtor”, completa.

Cultivo de oliveiras

O produtor José Lásaro Mendes Morais se uniu à Epamig para implantar uma unidade demonstrativa de oliveiras há quatro anos. O projeto Rendimento Agronômico das Oliveiras também recebe o apoio da Fapemig. O experimento, localizado em Piedade do Rio Grande, é o único da região e vai ajudar a definir as melhores variedades a serem produzidas.

“Tenho cinco variedades plantadas, vamos ver qual se adapta melhor. Hoje a produção ainda é pequena, não dá para comercializar, mas já é possível perceber que algumas variedades se manifestaram mais precocemente”, comenta. O tempo médio para a oliveira entrar em produção é de seis a oito anos.

José Lásaro também cultiva maçã e, por meio de um trabalho conjunto com a Epamig, estão sendo introduzidos novos materiais genéticos com potencial produtivo para as condições de clima e solo da região. “Além de trabalhos de análise de folhagem das plantas e de conservação dos frutos da maçã”, completa o produtor.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-incentiva-fruticultura-na-regiao-das-vertentes/

Governo de Minas: universidade Estadual de Montes Claros prepara o I Congresso de Ciências Humanas

O evento que está previsto para o mês de agosto irá proporcionar novos desafios para os alunos

Ascom/Unimontes
Professores discutem conteúdo do I Congresso de Ciências Humanas
Professores discutem conteúdo do I Congresso de Ciências Humanas

Avaliar o curso de graduação e pós-graduação e discutir novas perspectivas para as atividades de ensino, pesquisa e extensão são os principais objetivos do I Congresso de Ciências Humanas da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes).

O conteúdo programático do evento será elaborado pelo Conselho de ciências humanas (CCH). A primeira reunião para discutir esse tema foi na terça-feira (10). A ideia é realizar palestras, mesas redondas, conferências com professores, dirigentes da instituição e especialistas convidados, apresentar  trabalhos científico e publicação de resumos.

“Como proposta coletiva, o Congresso permitirá à comunidade acadêmica debater medidas concretas para a revitalização das licenciaturas em Ciências Humanas, além de apresentar resultados – e ao mesmo tempo demandas – dos projetos de pesquisa, de estágios e da formação inicial, para o acadêmico, e da formação continuada do docente”, observa Antônio Wagner Veloso Rocha, diretor do CCH.

O evento que tem o apoio da Fundação de amparo à pesquisa do estado de Minas Gerais (Fapemig), da Coordenação de aperfeiçoamento de pessoal de nível superior (Capes) e do Ministério da Educação será realizado entre os dias 8 e 10 de agosto no campus-sede.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/universidade-estadual-de-montes-claros-prepara-o-i-congresso-de-ciencias-humanas/

Governo de Minas: Fapemig repassa recursos para Programa de Apoio a Núcleos Emergentes

Edital contempla 54 projetos com R$ 10 milhões, divididos em duas parcelas

Com o objetivo de criar, fortalecer e consolidar grupos emergentes de pesquisa em Minas Gerais, a Fapemig, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), lançou em 2010 o edital do “‘Programa de Apoio a Núcleos Emergentes”. A Fapemig realiza neste mês de abril o repasse ao Pronem, que será aplicado em 54 projetos. O valor total para ser pago é de R$ 10 milhões, divididos em duas parcelas.

Há algum tempo, os programas de apoio à pesquisa não contemplavam um grupo de pesquisadores que, mesmo tendo avançado em sua produção científica ou tecnológica, ainda não atingiu a exigência dos núcleos com excelência. A parceria entre a Fapemig e CNPq veio para suprir essa demanda.

Um Núcleo Emergente de Pesquisa é aquele formado por um conjunto de pesquisadores (mínimo de três doutores), de uma ou mais instituições, reunidos por uma linha de pesquisa comum e que, dado seu tempo de formação e instituição de origem, ainda não atingiram patamar de competitividade suficiente para captar recursos de valores mais elevados, quando apresentam suas propostas de projetos de pesquisas a outros editais semelhantes.

Outras informações: ci@fapemig.br

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/fapemig-repassa-recursos-para-programa-de-apoio-a-nucleos-emergentes/

Gestão Anastasia: Seminário de Iniciação Científica da Hemominas reúne jovens pesquisadores em Belo Horizonte

Evento teve como objetivo divulgar, reconhecer e valorizar os resultados de pesquisas desenvolvidas na instituição

Com apresentação de 22 trabalhos, sendo 12 do interior do Estado, o VI Seminário de Iniciação Científica da Fundação Hemominas, realizado, nesta sexta-feira (30), no Hemocentro de Belo Horizonte, teve como objetivo divulgar, reconhecer e valorizar os resultados de pesquisas desenvolvidas na instituição pelos pesquisadores e estagiários bolsistas.

Coordenado pelo Serviço de Pesquisa da Gerência de Desenvolvimento Técnico-Científico, o evento abordou temas relacionado às doenças transmissíveis pelo sangue, hemoglobinopatias, gestão em saúde, doação de sangue e derivados, transfusão de sangue e derivados, imunohematologia e coagulopatias.

A presidente da Fundação Hemominas, Júnia Cioffi, ressaltou a importância para a Hemominas em ter estudantes desenvolvendo pesquisas voltadas para a hemoterapia. “A Fundação Hemominas está sempre aberta para as pesquisas. Os projetos desenvolvidos são excelentes e inovadores”, completou Júnia.

De acordo com o diretor Técnico-Científico da Hemominas, Fernando Basques, “é importante divulgar o conhecimento com base cientifica em setores técnicos. Além disso, a pesquisa leva a inovação para os serviços assistenciais”. Segundo ele, os estudantes devem incentivar seus colegas a participarem de projetos como esse.

Para a hematologista da Fundação Hemominas e professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Célia Maria Silva, a valorização da prática com a pesquisa científica, associada ao atendimento a pacientes, faz com que os estudantes aprendam a conduzir eticamente um estudo. “São estimulados a realizar a pesquisa sem deixar a prática, além de aprenderem a trabalhar em equipe”, comentou a médica.

A hematologista é orientadora no trabalho “Prevenção Primária de Acidente Vascular Cerebral em Crianças com Doença Falciforme: A Experiência do Hemocentro de Belo Horizonte”, do estudante de Medicina da UFMG, Filipe Chaves Duarte. “É importante para o aluno encaixar o conhecimento prático da pesquisa com o teórico adquirido na universidade”, afirmou Célia Silva.

O coordenador do Hemocentro Regional de Uberaba, Paulo Roberto Juliano Martins, participou do seminário acompanhando cinco bolsistas do Triângulo Mineiro que apresentaram trabalhos de pesquisa. De acordo com o médico e pesquisador, a Fundação Hemominas é uma instituição sensibilizada para as pesquisas científicas. “A Hemominas incentiva a pesquisa. Quanto mais aumentarem as pesquisas na fundação, mais qualidade teremos nos nossos serviços de hematologia e hemoterapia. Houve um acréscimo muito grande na qualidade dos trabalhos no decorrer dos anos, demonstrado inclusive com  estudos de bolsistas publicados em revistas científicas nacionais e apresentados em congressos”, afirmou.

Todos os trabalhos inscritos no seminário fazem parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (BIC) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). As bolsas são concedidas para instituições de ensino sediadas em Minas Gerais, com o objetivo de contribuir para a iniciação de estudantes de graduação em atividades de pesquisa.

A gerente de Desenvolvimento Técnico-Científico da Hemominas e responsável pelo Programa BIC na fundação, Marina Lobato Martins, fez um breve balanço sobre o projeto de Iniciação Científica que teve início, em 2005, com cinco bolsistas inscritos. Neste ano, a Hemominas atingiu a cota máxima oferecida pela Fapemig, a de 25 bolsas para estudantes. Desde 2006, das 155 bolsas oferecidas, 71 alunos foram graduados. Marina ressalta o papel do orientador no desenvolvimento de um bom trabalho. “Assim, o estudante irá elaborar uma pesquisa que traga retorno positivo para a Fundação Hemominas. Deve-se apostar mais nas parcerias. Sem os bolsistas, o programa não funcionaria”, completou Marina.

Segundo o responsável pelo Serviço de Pesquisa da Hemominas, Daniel Chaves, o trabalho com os bolsistas é muito recompensador para os bolsistas e para a fundação. “Para os bolsistas, o trabalho conjunto é interessante, pois representa o aprimoramento de técnicas e teorias que aprendem na faculdade. Para nós, representa um braço dos pesquisadores dentro da instituição, que nos auxilia em projetos de pesquisas da própria Fundação”, explicou.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/seminario-de-iniciacao-cientifica-da-hemominas-reune-jovens-pesquisadores-em-belo-horizonte/

Governo de Minas: agenda de melhorias prevê ações e metas desafiadoras para toda a gestão estadual

Na Agenda de Melhorias que o governador apresentou durante a reunião gerencial realizada nesta quinta-feira (29), são destacados dez desafios.

Omar Freire/Imprensa MG
O governador Antonio Anastasia presidiu, no auditório Juscelino Kubitschek, a 1ª Reunião Gerencial 2012
O governador Antonio Anastasia presidiu, no auditório Juscelino Kubitschek, a 1ª Reunião Gerencial 2012

Na Agenda de Melhorias que o governador apresentou durante a reunião gerencial realizada nesta quinta-feira (29), são destacados dez desafios, cujo objetivo final do governo estadual, que é tornar Minas Gerais o melhor Estado para se viver. O quadro a seguir mostra quais são esses desafios:

 

Metas e ações para cada desafio

Para cada um desses grandes desafios, foram estabelecidas ações e metas para 2012. No esforço de reduzir a pobreza e as desigualdades, por exemplo, estão previstas a ampliação do Piso Mineiro de Assistência Social para 620 municípios; construção e implantação de mais de duas mil cisternas de captação de água de chuva no Grande Norte de Minas; implantação de 82 sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário em localidades no Nordeste e Norte do Estado.

Na área de saúde, cujo desafio é “Viver mais e com mais saúde”, estão previstas, entre outras ações, o acompanhamento de pelo menos 20 mil gestantes e de crianças de até um ano, por meio do call center Mães de Minas. Também são metas a implantação de dois hospitais regionais – em Juiz de Fora e Divinópolis – e inauguração de quatro Centros de Atenção Secundária para Hipertensos e Diabéticos nas microrregiões de Diamantina, Patos de Minas, Pirapora e Teófilo Otoni.

No item “Ampliar e modernizar a infraestrutura e os serviços públicos” estão previstos: plena operação do Estádio Independência e a conclusão das obras do Mineirão; início das obras do programa Caminhos de Minas; da implantação dos terminais metropolitanos na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e conclusão de 13 trechos do Proacesso, além do reinício da expansão do metrô da capital mineira em parceria com o Governo Federal e a prefeitura de Belo Horizonte.

No campo da capacitação profissional estão previstos a inclusão de 30 mil novos alunos ao Projeto de Educação Profissional (PEP); criação de 35 mil vagas pela escola de formação Magistra para a capacitação continuada de profissionais da Educação; investimentos de R$ 160 milhões, por meio do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), em parceria com a Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) em apoio a empresas inovadoras e parques tecnológicos; e implantação de cinco unidades do Minas Fácil (serviço prestado pela Junta Comercial do Estado de Minas Gerais, em parceria com diversos órgãos públicos, que permite aos empreendedores abrirem negócios de forma simplificada e ágil, em no máximo 8 dias).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/agenda-de-melhorias-preve-acoes-e-metas-desafiadoras-para-toda-a-gestao-estadual/

Gestão da Saúde: Fundação Hemominas realiza VI Seminário de Iniciação Científica

Objetivo do evento é divulgar e valorizar o resultado de pesquisas desenvolvidas na fundação pelos bolsistas

Fundação Hemominas, por meio do Serviço de Pesquisa da Gerência de Desenvolvimento Técnico-Científico, promove nesta sexta-feira (30) o VI Seminário de Iniciação Científica. Neste ano, 22 trabalhos estão inscritos, sendo 12 de pesquisadores do interior do Estado. Os trabalhos abordam temas, como doenças transmissíveis pelo sangue, hemoglobinopatias, gestão em saúde, doação de sangue e derivados, transfusão de sangue e derivados, imunohematologia e coagulopatias. O evento será no auditório do Hemocentro de Belo Horizonte, localizado na Alameda Ezequiel Dias, 321, bairro Santa Efigênia.

Implantado em 1992, o Serviço de Pesquisa da Fundação Hemominas concentra-se nas áreas da hematologia e hemoterapia. O objetivo do evento é divulgar e valorizar o resultado de pesquisas desenvolvidas na fundação pelos bolsistas.

Todos os trabalhos inscritos no seminário fazem parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (BIC) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). As bolsas são concedidas para instituições de ensino sediadas em Minas Gerais, com o objetivo de contribuir para a iniciação de estudantes de graduação em atividades de pesquisa.

Este ano, o seminário conta com grande número de pesquisadores bolsistas do interior do Estado. Segundo Daniel Chaves, responsável pelo Serviço de Pesquisa, o trabalho com os bolsistas é interessante tanto para eles quanto para a Fundação Hemominas. “Para os bolsistas, o trabalho conjunto representa o aprimoramento de técnicas e teorias que aprendem na faculdade. Para nós, representa um braço dos pesquisadores dentro da instituição, que nos auxilia em projetos de pesquisas da própria fundação”, explicou.

A Fundação Hemominas recebe, por ano, aproximadamente 25 estudantes interessados em desenvolver pesquisas na instituição. Para o jovem pesquisador que tem interesse em realizar estudos na Hemominas, o primeiro passo é procurar o Serviço de Pesquisa, pelo telefone (31) 3248-4587. A responsável pelo Programa BIC na fundação é a pesquisadora Marina Lobato.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/fundacao-hemominas-realiza-vi-seminario-de-iniciacao-cientifica/