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Presídio em Minas: experiência PPP é destaque no JN

Presídio em Minas: sistema penitenciário que, mais do que punir, reeduca e reintegra o preso à sociedade.

PPP em Minas: gestão eficiente de presídios

Fonte: Facebook Aécio Neves Oficial 

Conheça melhor a experiência da primeira penitenciária do Brasil feita em Parceria Público-Privada (PPP)

No sistema de PPP, o investimento na construção e na aquisição de todos os equipamentos do presídio com custos mais altos é feito pela iniciativa privada, liberando os recursos do Estado para serem investidos em outras áreas, como saúde e educação. O Estado não gasta nada com a construção, nem com a montagem do presídio.

No início das operações, o Estado passa a remunerar o parceiro privado com um valor por preso, em função da avaliação de cerca 300 itens que são monitorados, entre eles a segurança do presídio. Além de não gastar na construção e montagem, o custo mensal de um preso nesse sistema é praticamente o mesmo do custo no sistema tradicional. A diferença compensa, em muito, a economia feita na construção e montagem.

Veja o vídeo: Choque de Gestão: modelo de gestão da segurança em Minas é destaque no Jornal Nacional

Leia também:

PPP em Minas: penitenciária tem foco na reintegração

PPP em Minas: preso ficará no mínimo 12h fora da cela, estudando, trabalhando nas oficinas e recebendo atendimento médico-jurídico.

Matéria completa: PPP em Minas: penitenciária tem foco na reintegração

PPPs do Presídio de Ribeirão das Neves iniciado por Aécio Neves teve projeto reconhecido pela inovação e impacto no desenvolvimento.

PPPs: Governo de Minas e Gestão Pública Eficiente – Uma publicação especial chamada Emerging Markets, lançada pela International Finance Corporation (IFC), o Banco Mundial e o Infrastructure Journal, uma das mais importantes revistas de infraestrutura do mundo, acaba de reconhecer o projeto de Parceria Público-Privada (PPP) do Complexo Penitenciário de Minas Gerais como um dos 40 melhores em mercados emergentes no mundo.

Matéria completa: PPPs: presídio mineiro entre os 40 melhores do mundo

Gestão Anastasia: escola da Fundação João Pinheiro é destaque em artigo

Governo Anastasia, Gestão Pública, Gestão Inovadora, Empreendedorismo

Fonte:Artigo de Marina Cançado – Brasil Econômico

O projeto brasileiro de inovar a gestão

Em 2011, a empresa de tendências e inovação BOX 1824 lançou o estudo “O sonho brasileiro” sobre o Brasil e seu futuro sob o ponto de vista do jovem brasileiro de 18 a 24 anos (quase 26 milhões de brasileiros). A motivação do estudo estava relacionada com o fato de, hoje, no Brasil, existir uma combinação inédita: o país está num momento único de sua história, de grande reconhecimento nacional e internacional e a juventude é uma geração que nasceu digital e está vivendo em mundo com outra configuração.

Segundo a pesquisa, a maioria dos jovens possui como sonho coletivo relacionado ao país, a redução da violência e da corrupção, seguido de oportunidades para todos. O estudo também mostrou que mais de 50% dos jovens de hoje se conectam mais com discursos coletivos do que com individualistas.

Segundo a BOX 1824, hoje existem 2 milhões de jovens-ponte, o que corresponde a 8%dos jovens brasileiros de 18 a 24 anos. 60% desses jovens estão envolvidos em organizações ou movimentos relacionados a questões públicas. Eles acreditam em heróis reais e possuem foco no presente, na transformação do Brasil, agora, por meio de micro-revoluções, isto é, de ações inseridas no cotidiano, de projetos que aos poucos vão mudando algumas realidades. Para esses jovens, os valores capazes de guiar a transformação do país são: participação, diversidade, criatividade e diálogo.

Não podemos neste momento de combinação inédita entre as condições do país e as características e sonhos da juventude perder a oportunidade de ser o país do presente

É interessante notar que embora esses jovens tenham grande vontade de contribuir para um Brasil com oportunidades para todos, eles estão buscando caminhos alternativos fora da administração pública, do Governo e da Política. Por mais fundamentais que sejam estas outras vias, é preciso criar um ecossistema favorável para os jovens também enxergarem que há oportunidade para dentro do Governo e da Política fazer diferente e trazer os valores que prezam.

Nesse sentido, as escolas de Governo, como a João Pinheiro são peça fundamental em inspirar o jovem a ver o Governo como um caminho possível de transformação social e lhe oferecer ferramentas para cumprir este papel.

Além da importância dos cursos nesta área serem mais focados em desafios práticos, baseados em projetos e atividades de campo e não apenas na teoria, para ajudar o aluno a se inserir no setor público, as escolas de Governo devem oferecer condições para que o jovem tenha experiências, contato e canais de entrada na administração pública com equipes nas quais ele realmente possam ser desafiado e possa canalizar sua energia transformadora.

Portanto, para efetivamente concretizarem sua missão de formar gestores e lideranças públicas, o grande projeto das escolas de Governo deve ter como base a estruturação de ambientes inspiradores e atuação como facilitadoras para que seus alunos se conectem com pessoas abertas e que estão promovendo transformação, tenham acesso a comunidades de troca de experiências e sintam que não estão sozinhos, mas possuem as condições e oportunidades de realmente entrar no setor público, ocupar posições desafiadoras e melhorar a vida das pessoas pelo Governo.

* MARINA CANÇADO – Diretora e cofundadora do Instituto Tellus

Leia também: Escola modelo: Fundação João Pinheiro inova na formação de novos gestores públicos – faculdade é a melhor de Minas

Escola de Governo da Fundação João Pinheiro ganha destaque em artigo que aborda o papel deste modelo de ensino no processo de transformação social

Governo Anastasia, Gestão Pública, Gestão Inovadora, Empreendedorismo

Fonte: Artigo de Marina Cançado – Brasil Econômico

O projeto brasileiro de inovar a gestão

Em 2011, a empresa de tendências e inovação BOX 1824 lançou o estudo “O sonho brasileiro” sobre o Brasil e seu futuro sob o ponto de vista do jovem brasileiro de 18 a 24 anos (quase 26 milhões de brasileiros). A motivação do estudo estava relacionada com o fato de, hoje, no Brasil, existir uma combinação inédita: o país está num momento único de sua história, de grande reconhecimento nacional e internacional e a juventude é uma geração que nasceu digital e está vivendo em mundo com outra configuração.

Segundo a pesquisa, a maioria dos jovens possui como sonho coletivo relacionado ao país, a redução da violência e da corrupção, seguido de oportunidades para todos. O estudo também mostrou que mais de 50% dos jovens de hoje se conectam mais com discursos coletivos do que com individualistas.

Segundo a BOX 1824, hoje existem 2 milhões de jovens-ponte, o que corresponde a 8%dos jovens brasileiros de 18 a 24 anos. 60% desses jovens estão envolvidos em organizações ou movimentos relacionados a questões públicas. Eles acreditam em heróis reais e possuem foco no presente, na transformação do Brasil, agora, por meio de micro-revoluções, isto é, de ações inseridas no cotidiano, de projetos que aos poucos vão mudando algumas realidades. Para esses jovens, os valores capazes de guiar a transformação do país são: participação, diversidade, criatividade e diálogo.

Não podemos neste momento de combinação inédita entre as condições do país e as características e sonhos da juventude perder a oportunidade de ser o país do presente

É interessante notar que embora esses jovens tenham grande vontade de contribuir para um Brasil com oportunidades para todos, eles estão buscando caminhos alternativos fora da administração pública, do Governo e da Política. Por mais fundamentais que sejam estas outras vias, é preciso criar um ecossistema favorável para os jovens também enxergarem que há oportunidade para dentro do Governo e da Política fazer diferente e trazer os valores que prezam.

Nesse sentido, as escolas de Governo, como a João Pinheiro são peça fundamental em inspirar o jovem a ver o Governo como um caminho possível de transformação social e lhe oferecer ferramentas para cumprir este papel.

Além da importância dos cursos nesta área serem mais focados em desafios práticos, baseados em projetos e atividades de campo e não apenas na teoria, para ajudar o aluno a se inserir no setor público, as escolas de Governo devem oferecer condições para que o jovem tenha experiências, contato e canais de entrada na administração pública com equipes nas quais ele realmente possam ser desafiado e possa canalizar sua energia transformadora.

Portanto, para efetivamente concretizarem sua missão de formar gestores e lideranças públicas, o grande projeto das escolas de Governo deve ter como base a estruturação de ambientes inspiradores e atuação como facilitadoras para que seus alunos se conectem com pessoas abertas e que estão promovendo transformação, tenham acesso a comunidades de troca de experiências e sintam que não estão sozinhos, mas possuem as condições e oportunidades de realmente entrar no setor público, ocupar posições desafiadoras e melhorar a vida das pessoas pelo Governo.

* MARINA CANÇADO – Diretora e cofundadora do Instituto Tellus

Leia também: Escola modelo: Fundação João Pinheiro inova na formação de novos gestores públicos – faculdade é a melhor de Minas

Aécio Neves defende política que reduza a desigualdade entre as mulheres e um novo olhar da sociedade sobre o universo feminino

Valorização da mulher, Saúde da Mulher, Cuidados com a Mulher, Política Pública

O paradoxo feminino

No país de Fernanda Montenegro, das saudosas Zilda Arns e Ruth Cardoso, das ministras Ellen Gracie e Carmem Lúcia, de Marina, Marta, Erundina, Benedita, da presidenta Dilma Rousseff e de tantas brasileiras que são referências na nossa sociedade, ainda é demasiadamente dura a vida das mulheres.

Para cada dado que suscita esperança – como a expectativa de vida, que entre elas subiu para 77 anos -, surgem indicadores que reiteram que os espasmos de prosperidade continuam a distribuir benefícios desiguais por escala de gênero, assim como de cor/raça e de instrução.

São desoladores os desequilíbrios no universo feminino radiografados no Anuário das Mulheres Brasileiras (do Dieese) e confirmados agora pelo Fórum Econômico Mundial, cujo ranking de desigualdade entre os sexos mostrou o Brasil em 82ª posição no mundo. Atrás da Albânia, Gâmbia, Vietnã e República Dominicana. Ocupamos a pior posição na América do Sul.

Nos lares brasileiros, 35,2% das mulheres são provedoras (chega a 40,6% nas zonas metropolitanas). O salário delas é 20% menor, em média (R$ 1.423/mês, contra R$ 1.718 do homem). A maioria ainda cumpre a jornada não remunerada das tarefas domésticas.

E foi dentro de sua própria casa que 43,1% das mulheres vítimas de agressão física a sofreram. Em 25,9% dos registros, os cônjuges ou ex-cônjuges são os agressores. A boa notícia é que cresceu o inconformismo: em 2006, a Central de Atendimento à Mulher registrou 46.423 atendimentos. Em 2010, 734.416.

As dificuldades e conflitos enfrentados pelas mulheres vão muito além dos revelados por estatísticas. Termina século, começa século e elas continuam com suas duplas, triplas jornadas como profissionais, donas de casa, mães, companheiras, ativistas.

É conhecido o quanto são reféns do velho dilema entre a qualidade versus a quantidade do tempo a ser dedicado aos filhos, já que intimidade e confiança requerem convivência e, portanto, disponibilidade para serem construídas. Essa realidade é ainda mais grave para as chefes de família que vivem sob o jugo da pobreza. A esses desafios se somam lutas diárias por assistência médica, moradia digna, boa escola e emprego para os filhos.

Por mais diferentes que sejam entre si, essas, entre tantas, são questões do universo feminino ainda longe de serem superadas e que precisam ser solidariamente acolhidas.

Grande parte das desigualdades enfrentadas pelas mulheres depende diretamente de políticas públicas eficientes, sobretudo nas áreas de educação, saúde e segurança. Outras relacionam-se com cada um de nós.

Até porque os desafios que erroneamente colocamos no campo feminino dizem respeito na verdade à sociedade como um todo.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Projeto Estruturador, criado na gestão Aécio Neves, permitiu crescimento da indústria mineira de software em 358%

Com o apoio do projeto estruturador Arranjo Produtivo Local (APL) iniciado na gestão de Aécio Neves e hoje coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), a indústria mineira de software cresceu 358% nos últimos sete anos, lançou o selo Software de Minas e alcançou o faturamento anual de R$ 2,5 bilhões. As principais informações desse segmento empresarial estão no portfólio Resultados e Perspectivas, lançado nessa terça-feira (30), em Belo Horizonte.

O evento, coordenado pelo Sindicato das Empresas de Informática de Minas Gerais (Sindinfor) com a participação da Sectes, recebeu o apoio da Assespro-MG, Fumsoft, Sucesu-MG e Associação TI Viçosa, além de empresários do setor de software. Segundo o presidente do sindicato, Arquimedes Wagner Brandão de Oliveira, o portfólio apresenta resultados diretos do APL, suas principais ações e parcerias com a Prefeitura de Belo Horizonte, Câmara Municipal, Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). “O software hoje permeia a vida de todos”, disse Arquimedes ao mostrar que o Governo de Minas investiu R$ 5,6 milhões no Projeto Estruturador APL de Software em 2008 e 2009 e o empresariado entrou com a contrapartida de R$ 2,6 milhões.

Minas Gerais possui 18 instituições de ensino na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) com cursos na área de tecnologia da informação, o que significa crescimento da demanda por profissionais; 50 empresas já foram certificadas o que leva o Estado a alternar a liderança com São Paulo. O Sindinfor reconheceu publicamente o apoio do governo mineiro e manifestou otimismo para os próximos anos. “Não enxergamos nada que possa haver uma quebra de continuidade nesse projeto vitorioso. Nós, empresários do software, nos comprometemos a fazer o que nos compete na parceria: empreender, executar as ações, crescer nossos negócios de forma sustentável, gerar empregos e recolher os tributos. E assim contribuir para o objetivo de tornar Minas Gerais o melhor Estado para se viver”, afirmou Arquimedes.

O avanço do software mineiro é resultado também do polo de Viçosa, na Zona da Mata, que vem se organizando por meio da Associação TI Viçosa com 70 empresas de base tecnológica cadastradas. O presidente da entidade, Paulo Márcio de Freitas, destacou a interação universidade – empresas como uma das razões do sucesso. Mas ressaltou que existem desafios como a necessidade de ampliar o apoio às micro empresas.

Centro de Inovação Empresarial

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alberto Portugal, evidenciou o ambiente de relações institucionais cada vez mais fortes entre o Governo de Minas, iniciativa privada e academia, facilitando consideravelmente a busca de soluções e o avanço em áreas portadoras de futuro, como software e outras. “As empresas de software mostraram essa capacidade de integrar, dialogar. O governo criou essa governança e o setor soube aproveitar”, explicou o secretário ao lembrar diversos avanços na área de software como a certificação das empresas, a criação do Bureau de Inteligência do APL e a assinatura do convênio para instalação do Centro de Inovação Empresarial (CEI), projeto que será implantado para incentivar a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação empresarial com foco na produção de novas tecnologias.

As instituições que integram o APL de Software, presentes no lançamento do portfólio Resultados e Perspectivas, homenagearam o Governo de Minas, por meio do secretário Alberto Portugal e da superintendente de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Sectes, Dea Fonseca. Também estiveram presentes no evento: o secretário-adjunto da Sectes, Evaldo Vilela; o presidente da Fumsoft, Wellington Teixeira Santos; o presidente da Assespro-MG, Ian Campos Martins; e o presidente da Sucesu, Márcio Tibo.

 

Governador Antonio Anastasia se reúne com bancada estadual do PSDB e ouve partido sobre sugestões de políticas públicas

O governador Antonio Anastasia se reuniu, nesta quinta-feira (18), no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, com as bancadas estadual e federal do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Após o encontro, que também contou com a presença do presidente da Assembleia Legislativa e vice-governador eleito, Alberto Pinto Coelho, e do secretário de Estado de Governo, Danilo de Castro, o governador enfatizou que esta foi a primeira reunião de uma série que pretende fazer com o objetivo de ouvir dos partidos, parlamentares e lideranças sugestões de políticas públicas para os próximos quatro anos.

“Hoje, fizemos o primeiro encontro, que foi com o PSDB. Recebemos o presidente Narcio Rodrigues, acompanhado dos deputados estaduais e federais atuais e eleitos. Numa conversa franca, ouvimos sugestões de políticas públicas, sugestões referentes a prioridades que o governo deva apresentar, do relacionamento do partido com o Governo do Estado e de questões relativas à esfera federal. Naturalmente, é uma palavra muito mais dos parlamentares para com o governador do que com o governador para com os partidos. Isso vai se repetir na semana que vem e na outra com os diversos partidos que compõem a nossa base de Governo”, disse o governador, em entrevista.

Entre atuais parlamentares e deputados eleitos, compareceram ao Palácio Tiradentes o presidente estadual do PSDB, Narcio Rodrigues, Carlaile Pedrosa, Eduardo Barbosa, Paulo Abi-Ackel, Marcus Pestana, Rafael Guerra (bancada federal), Carlos Mosconi, Luis Henrique, João Leite, Dalmo Ribeiro, Bonifácio Mourão, Dinis Pinheiro, Mauri Torres, Lafayette Andrada, Leonardo Moreira, Luis Humberto Carneiro, Zé Maia, Rômulo Viegas e Célio Moreira (bancada estadual).

 

Governo Anastasia concede apoio a empresa de laticínios que vai gerar 3 mil empregos com nova fábrica em Minas

secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sergio Barroso, assinou, nesta segunda-feira (8), na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, protocolo de intenções com a Laticínios Porto Alegre Indústria e Comércio Ltda para a instalação de uma nova unidade industrial em Ponte Nova, na Zona da Mata mineira.

O projeto de implantação da nova unidade prevê a realização de investimentos no valor de R$ 35,6 milhões, sendo R$ 30,6 milhões gastos na construção e aquisição de máquinas e o restante para o capital de giro. Com o investimento serão gerados 230 empregos diretos e três mil indiretos na região.

Para o secretário Sergio Barroso, a expansão terá enorme contribuição para o desenvolvimento da economia mineira. “Além da geração de mais de três mil empregos em Minas Gerais, que movimentam a economia do Estado, esse investimento agrega valor ao leite e gera opções favoráveis aos produtores de leite”, enfatizou o secretário.

As obras da nova fábrica foram iniciadas em maio deste ano e a previsão é que em julho de 2011 estejam concluídas. A expectativa é que com a nova unidade o faturamento alcance R$ 21 milhões em 2011, R$ 54 milhões em 2012 e R$ 65 milhões em 2013.

Segundo o diretor do Laticínios Porto Alegre, João Lucio Barreto Carneiro, atualmente a unidade de Ponte Nova já está trabalhando acima da sua capacidade de produção. “A construção dessa nova unidade é para atender a nossa crescente demanda. Hoje, o soro em pó que produzimos na unidade já existente em Ponte Nova é processado em outra unidade, situada em Mutum, no Leste do Estado, a 250 quilômetros de distância. Então, além de dobrar nossa capacidade de produção, vamos ganhar na parte da logística também“, explica.

A empresa é hoje a maior produtora de queijos e soro em pó do Estado. Com a implantação da nova unidade, será a maior produtora de soro em pó do país.

A empresa

Em 1991, o Latícinios Porto Alegre inaugurou, na Fazenda Porto Alegre, tradicional produtora de leite da cidade de Rio Doce, na Zona da Mata, uma agroindústria para beneficiar o leite que produzia, fabricando mussarela e manteiga. A grande aceitação motivou a empresa a lançar, em seguida, o leite pasteurizado tipo C.

Em 1994, a empresa foi transferida para Ponte Nova, processando quatro mil litros de leite por dia. De 1997 a 2000, o Laticínios Porto Alegre passou por mais duas ampliações e, em 2001, com o lançamento dos produtos da linha Light, o volume de captação de leite passou para 45 mil litros por dia.

Com o mercado em expansão, em 2006, a empresa inaugurou uma nova fábrica de queijos em Mutum, e em 2008 se expandiu com a implantação da unidade de soro em pó, com capacidade de processamento de 500 mil litros de soro fluido por dia.

Atualmente, processa, diariamente, 300 mil litros de leite e 450 mil litros de soro. Conta com 400 empregados nas duas unidades. Dentre seus principais clientes estão Bauducco, Kaft, Arcor e Itambé.