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PT em Minas: 13 motivos para não votar

PT em Minas: 13 motivos para não votar. Das muitas promessas feitas para os eleitores em Minas o Governo do PT não tem cumprido o que prometeu.

PT em Minas: Eleições 2012

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 PT em Minas: 13 motivos para não votar

PT em Minas: 13 motivos para não votar. Veja como o partido dos trabalhadores tem tratado o Estado de Minas Gerais ao longo dos últimos anos.

1. Royalties! – Até hoje o governo do PT não enviou ao Congresso o marco regulatório da atividade mineral.

2. Exclusão! – O Ministério do Planejamento do Governo do PT exluiu Minas de todos os investimentos estratégicos

3. Esquecimento – Lula em 2010 tirou milhares de empregos da Fiat em Minas – veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=he9Dlr0EJug

4. Veto! – Dilma vetou emenda que garantia incentivos fiscais para os municípios mineiros na área da SUDENE.

5. Metrô Fora dos Trilhos! – Há 10 anos o Governo do PT não investe no Metrô de BH

6. Abandono do Anel Rodoviário! – Há mais de 10 anos Governo do PT não libera recursos para via que já matou centenas de pessoas.

7. Esquecimento da Rodovia da Morte! – A rodovia mais perigosa do país não recebe investimentos.

8. A novela da duplicação da BR-040! – Sem dinheiro para investir rodovia será privatizada – Veja: http://goo.gl/mT3zu

9.Minas é colocada de lado no Minas Casa, Minha Vida – Na segunda fase do programa vai atender a apenas 1,6% do déficit habitacional do estado.

10. Aeroporto de Cofins Excluído! Aeroporto ficou fora das privatizações do governo do PT.

11. Pólo Acrílico da Petrobras que se foi! Investimento que seria em Minas foi transferido para a Bahia, terra natal do antigo presidente da estatal.

12. 633 creches só na promessa! – Nenhuma creche entrou em operação.

13. UPPs de fantasia! Dilma prometeu construir 218 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), até agora não fez nada.

PT em Minas: Eleições 2012

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Nanium: Governo de Minas atrai fabricantes de chips

Nanium: Governo de Minas investe em inovação e tecnologia, empresa investirá R$ 30 milhões em unidade industrial em Juiz de Fora.

Nanium: Governo de Minas Inovação e Tecnologia

Fonte: Agência Minas

 Nanium: Governo de Minas atrai fabricantes de chips

Governo de Minas aposta em tecnologia e inovação para atrair novas empresas para o Estado.

O vice-governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, assinou, nesta quarta-feira (29), protocolo de intenções com a empresa portuguesa Nanium Participações S.A, para a implantação de uma unidade industrial em Juiz de Fora, na região da Zona da Mata. O projeto prevê a produção de semicondutores direcionados para o mercado brasileiro e países do Mercosul.

Minas Gerais reúne uma série de predicados, como a localização geográfica privilegiada, próxima a 78% do mercado consumidor brasileiro. Temos ainda uma gestão premiada e reconhecida por organismos internacionais. O grande desafio do Estado é transformar o seu potencial em benefícios que se traduzam cada vez mais em inovação, tecnologia e na agregação de valor”, destacou o vice-governador.

A empresa irá investir R$ 30 milhões na implantação da nova unidade industrial, com a geração de 150 empregos diretos e outros 40 indiretos. “O empreendimento irá gerar empregos altamente qualificados, com a formação de gestores, engenheiros, técnicos e operadores de produção, em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que serão treinados no Brasil e em Portugal”, explica José Miranda Chaves Netto, diretor-executivo da Nanium Participações.

Além do protocolo com o Governo de Minas, a Nanium irá assinar uma carta de Intenções com a UFJF, estabelecendo que, na primeira fase do projeto, a unidade será instalada temporariamente no campus da universidade. Já na segunda fase, será construída uma unidade industrial definitiva no futuro Parque Científico e Tecnológico da UFJF. Em contrapartida, a Nanium deverá disponibilizar acesso às informações relativas a semicondutores adotadas em seu processo produtivo, além de transferir o conhecimento de processo aos pesquisados e alunos da UFJF.

O projeto terá início em outubro de 2012 e tem término previsto para meados de 2017. Na primeira etapa, serão fabricados módulos de memória Dram e módulos de Flash (como Pen drives). Na segunda etapa, que deverá ocorrer 12 meses após a conclusão da primeira, serão iniciadas as atividades de produção de componentes em sala limpa (como cartões de memória) para o mercado de desktops, notebooks e tablets.

A empresa

A Nanium S.A. foi fundada em 1996 no município de Vila do Conde, em Portugal, para produzir e prestar serviços no segmento de eletrônica. A companhia atua ainda nas áreas de serviços, equipamentos, processo, produto e fabricação de semicondutores.

A empresa iniciou suas atividades como Siemens Semicondutores S.A. e, depois de algumas alterações, passou a ser designada por Nanium S.A., com composição acionária constituída por 17,88% do Estado Português, por intermédio do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e 41,06% dos Bancos Espírito Santo e Comercial Português.

A Nanium possui também know-how na fase de packaging (ou encapsulamento) dos chips, os cérebros dos equipamentos eletrônicos.

Nanium: Governo de Minas – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/multimidia/galerias/vice-governador-assina-protocolo-de-intencoes-com-fabricante-de-semicondutores/

Governo do PT: gestão deficiente – projetos mal elaborados e pesquisas deficientes não atraem a atenção para parcerias público-privada.

NÃO TEMOS PEDÁGIO – Nem pistas duplicadas, asfalto adequado, acostamentos, sinalização, socorro…

Com projetos de privatização desatualizados ou parados no TCU, BRs de minas continuam submetendo motoristas a toda sorte de problemas em pistas cada vez piores

Fonte: Mateus Parreiras – Estado de Minas

Projetos baseados em informações desatualizadas e pesquisas de qualidade ruim fizeram as concessões de rodovias mineiras pararem nas pranchetas de projetistas, sem seduzir a iniciativa privada, ou serem brecadas pelos tribunais de controle do Poder Executivo. Desde 2007, quando foi iniciada a operação da MG-050, nenhum trecho de estradas de Minas Gerais foi mais ampliado e preparado para ser administrado em sistema de concessão ou por meio de parceria público-privada (PPP). Entre a cobrança e os buracos, os usuários que dependem de rodovias administradas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) convivem com asfalto deteriorado, falta de sinalização, pistas estreitas e acidentes. Segundo levantamento da autarquia, dos 96 editais lançados para manutenção e projetos entre 2009 e o ano passado, 56 (58,3%) estão parados na burocracia ou sendo contestados na Justiça. Apenas 40 estão em fase de execução (41,7%).

Nesta semana o Ministério do Planejamento divulgou apresentação preparada pela ministra Miriam Belchior para investidores nova-iorquinos interessados no Brasil. Entre os projetos que pretendem atrair dólares destacam-se as concessões das BRs 040 e 116 em Minas Gerais, programadas para o segundo semestre. O que não foi dito aos norte-americanos é que os projetos estão atolados em questionamentos desde 2008, quando foram apresentados aoTribunal de Contas da União (TCU) e depois interrompidos.

Enquanto o impasse persiste, a necessidade de obras é grande. As estradas estão entre as três mais mortais de Minas Gerias, perdendo apenas para a BR-381, na saída para Governador Valadares, conhecida como Rodovia da Morte. Apenas na 040 e somente em um acidente no trecho não duplicado, em Felixlândia, morreram 15 passageiros de um ônibus que bateu em uma carreta. No ano passado, os dois acidentes com maior número de vítimas no estado ocorreram na mesma estrada, ambos na Região Central: o primeiro, com sete mortos, em Cristiano Otoni, no sentido Rio de Janeiro, e o segundo, com cinco, em Três Marias, a caminho de Brasília.

De acordo com a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias, além das BRs 040 e 116, o mercado tem demonstrado interesse em participar de concorrências para concessões da BR-381, entre a capital e Governador Valadares, da BR-262, de João Monlevade à divisa com o Espírito Santo, e da BR-050, no Triângulo, como uma continuação da Rodovia Anhanguera, que vem de São Paulo. “Os estudos defasados e os projetos acabam inviabilizando a aprovação pelos órgãos fiscais”, indicou a associação. “Sem dúvida, a privatização é o melhor modelo de conservação e administração. O setor público fica na posição de fiscalizar e pode pôr no contrato de concessão exigências de segurança, qualidade e conforto”, avalia o especialista em transporte e trânsito da consultoria Imtraff, Frederico Rodrigues. Quanto às reclamações sobre o pagamento de pedágio, o engenheiro faz uma analogia: “Você prefere beber água suja de graça ou água limpa, pagando?”

Inconsistências comuns barraram por anos no TCU os projetos de concessão das BRs 040 e 116. Ambos tinham estudos de viabilidade econômica defasados, com atraso de 24 meses, segundo os processos. O Relatório de Estudos de Tráfego Preliminares foi baseado em pesquisa realizada por apenas sete dias seguidos, prazo curto para uma simulação que considere vários períodos.

Os 816,7 quilômetros com privatização prevista na BR-116 e os 937 da BR-040 apresentaram inconsistências também no sistema de cálculo da tarifa básica de pedágio, inicialmente de R$ 5,48 e de R$ 2,60, respectivamente. Uma reformulação foi feita pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), baixou o preço para R$ 5,43 e R$ 2,47, mas mais uma vez as contas não foram aprovadas. O TCU determinou que na BR-040, por exemplo, a cobrança não poderia exceder R$ 2,20.

Técnicos do tribunal não aprovaram ainda os custos apresentados para ampliar e adequar as duas vias para a concessão. Não passaram pelo crivo do tribunal as obras de terraplanagem, obras de arte especiais, sistema de drenagem, adequação de sinalização dos padrões de segurança, faixa de domínio e iluminação. “A resposta da ANTT não contemplou os detalhes, critérios ou justificativas possíveis de demonstrar a estimativa de recursos prevista.” No primeiro ano seriam investidos para a BR-040 R$ 200,46 milhões, e R$ 100,4 milhões para a 116.

A ANTT informou que aguarda decisão do TCU sobre os processos. O tribunal informou que técnicos da agência estão trabalhando com os da corte para suprir as inconsistências. Procurado, o Dnit não se pronunciou sobre o assunto.

Ponto crítico
A privatização é solução para as estradas?

José Natan Emídio Neto
Sindicato da União Brasileira dos Caminhoneiros

EM TERMOS

Pedágio não pode passar de R$ 1,50 por eixo, porque pesa demais nos custos e tira o lucro dos caminhoneiros. Do Tocantins para baixo, o Brasil aguenta pagar pedágio em um nível desses, pois compensa e pode melhorar as condições de rodagem. Agora, aqui em Minas Gerais só o pedágio da Fernão Dias (BR-381) é que vale a pena. Nos outros, o prejuízo é muito grande. E há  casos em que nem o pedágio ajuda. Para a Rodovia da Morte (BR-381), por exemplo, não dá para esperar duplicação e pedágio. Ali tem de ser uma recuperação rápida.
Moacyr Duarte
Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias

SIM

O preço compensa. É calculado sobre o movimento e é assim em todo o mundo. As pessoas sentem esse impacto onde não havia pedágio, mas depois percebem que vale a pena. Os caminhoneiros desgastam menos os pneus, o combustível rende mais, o tempo de viagem é menor e a segurança de uma via ampliada e bem sinalizada é muito melhor. É uma questão de foco: como cada empresa cuida da sua rodovia, pode fazer isso de forma muito melhor. O Estado não tem essa flexibilidade, não garante agilidade de socorros médico e mecânico.

Link da matéria: http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/gerais/2012/04/03/interna_gerais,30807/nao-temos-pedagio-nem-pistas-duplicadas-asfalto-adequado-acostamentos-sinalizacao-socorro.shtml

Aécio Neves critica PT: ” Minas não vem sendo priorizada”, disse senador ao criticar demora das obras nas BRs 040 e 381 e Anel:Rodoviário

Minas não é priorizada pelo governo federal, diz Aécio

Fonte: O Tempo

Repercussão. Tucano faz críticas à demora na realização de obras nas BRs 040 e 381 e no Anel Rodoviário

O atraso no início de obras rodoviárias em Minas Gerais, em especial no Anel Rodoviário de Belo Horizonte e nas BRs 381 e 040, foi criticada pela oposição ao governo federal, após reportagem publicada ontem por O TEMPO revelar que, apesar do “caráter de urgência” determinado pela presidente Dilma Rousseff, o processo não deverá ser mais ágil do que o normal.

O senador Aécio Neves (PSDB) atacou o Planalto. “O governo do PT tem uma noção muito particular do sentido de urgência. Há algum tempo, assistimos ao anúncio pelo governo federal de que as obras do Anel Rodoviário, da BR-381, da BR-040 estariam sendo tratadas com urgência. As notícias de hoje são de que essas obras serão iniciadas apenas no ano de 2013. Minas não vem sendo priorizada pelo governo “, afirmou.

“É mais do que hora de os aliados do governo federal em Minas fazerem valer sua força política para pressionar o governo a tratar Minas Gerais com o respeito que o Estado merece”, opinou.

Anastasia atribui atraso à crise no Ministério dos Transportes
O governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), também fez críticas ao andamento das obras federais no Estado.

“Eu tenho que superar gargalos históricos no Estado e que são de responsabilidade do governo federal, do Ministério dos Transportes”, afirmou o tucano, em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”.

Anastasia também fez menção à crise dos Transportes. “Os acontecimentos do Ministério atrapalham a realização dessas obras. Essa é a lástima maior. Quando vejo que essa situação traz prejuízos ao usuário das nossas estradas, só posso lamentar e torcer para que a situação se normalize”, afirmou. “Já liguei ao ministro dos Transportes (Paulo Passos) solicitando empenho para que sejam resolvidos esses temas”, concluiu. (Da Redação)

Governo Federal faz piada com a desgraça de milhares de mineiros com Viaduto das Almas

A obra que não quer acabar

Fonte: Estado de Minas

A esperada inauguração do elevado para substituir o Viaduto das Almas, na BR-040, ficou para 2011. Depois de adiar por seis vezes a conclusão da obra, o Dnit anunciou contratação de empresa para resolver problemas nos acessos. As intervenções começam em outubro e vão demorar sete meses, o que obrigará motoristas a se arriscar no antigo viaduto pelo menos até maio.

Elevado fica para 2011
Obra que substituiria o macabro Viaduto das Almas sofre sétimo adiantamento e só deve ser concluída em maio. Novas intervenções vão custar mais R$13,9 milhões
A novela de aposentadoria do Viaduto das Almas ganha capítulo extra, com duração de pelo menos 210 dias. Depois de adiar por seis vezes a inauguração do novo elevado, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) publicou edital destinado à contratação de empresa para “execução de serviços necessários à realização das obras de estabilização de taludes, melhoramentos de drenagem e segurança e recuperação de passivo ambiental e acessos ao viaduto Vila Rica, na BR-040”.

O prazo dado à empresa para conclusão é de sete meses depois de assinatura do contrato, o que só deve ocorrer em meados de outubro. Com isso, a nova data de inauguração pode ser marcada para maio do ano que vem, já na gestão do sucessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Além de mais um adiamento, o processo licitatório representa aumento de cerca de 70% nos valores desembolsados pelo governo federal para a construção da variante. Com 3,6 quilômetros de extensão, o acesso custou R$ 19,5 milhões, e será necessário investir mais R$ 13.919.124,68 nos serviços de estabilização de uma encosta, o que resultou na paralisação dos trabalhos, como havia revelado o Estado de Minas. Os funcionários da empresa contratada para construir a variante já não são vistos no local. Outros R$ 20 milhões haviam sido gastos apenas para erguer o novo viaduto.