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Aécio: Programa de governo será colocado para debate

Segundo Aécio, programa de Governo é resultado de um processo que envolveu especialistas em várias áreas e debate com a sociedade.

Coligação Muda Brasil

Fonte: Jogo do Poder

Programa de governo será colocado para debate

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, destacou que seu programa de governo, que começa a ser apresentado nesta segunda-feira (29/09) pelo Facebook, é o resultado do trabalho conjunto. Segundo ele, um processo que envolveu especialistas em várias áreas e debate com a sociedade para a elaboração de propostas que serão colocadas em prática a partir do primeiro dia à frente do Palácio do Planalto, em 1º de janeiro de 2015.

“A nossa proposta, construída a muitas mãos – centenas de pessoas foram envolvidas nisso –, começa hoje a ser divulgada. Agora, eu vou fazer de uma forma diferente, inédita até, para que programa de governo não seja apenas um documento acadêmico onde poucos manuseiam, e a população não tenha ideia daquilo que ali está sendo tratado”, ressaltouAécio, durante vista a São Bernardo do Campo (SP).

Aécio afirmou que a premissa do programa de governo é a defesa das liberdades individuais e coletivas. Essa premissa é desdobrada em quatro eixos: direitos do cidadão e da sociedade; desenvolvimento para todos; Estado democrático, soberano, solidário e eficiente; e a sustentabilidade.

Debates

Aécio ressaltou que a sustentabilidade – eixo que será apresentado e debatido nesta segunda pelo coordenador da área, o ambientalista Fabio Feldmann – vai além da questão ambiental. “Passa pela questão urbana, pela questão da mobilidade, a integração de várias ações de governo”, explicou Aécio.

Na terça-feira (30/09), o debate no Facebook com o ex-governador de Minas Gerais Antônio Anastasia, candidato ao Senado pelo PSDB, tratará da questão do Estado democrático e eficiente. Já os eixos sobre a cidadania e o desenvolvimento econômico do país serão abordados em encontros pela rede social na quarta, quinta e sexta-feira – 1º, 2 e 3 de outubro, respectivamente.

“[Este] é um programa para ser aplicado. Ao contrário dos outros, que fazem um diagnóstico, que apresentam um conjunto de boas intenções, nós estamos falando de propostas exequíveis, de propostas que, a partir de 1º de janeiro, começarei a colocar em prática”, afirmou.

Aécio acrescentou que a decisão de apresentar o programa no Facebook tem o objetivo de democratizar a discussão. “A meu ver, é a forma mais democrática e mais honesta de se apresentar um programa dessa complexidade”, disse Aécio.

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2014: Feldmann assume coordenação de meio ambiente no plano de governo de Aécio

Deputado será coordenador da área de meio ambiente no plano de governo do PSDB, que será apresentado durante a campanha eleitoral.

Plano de governo do PSDB: meio ambiente e sustentabilidade

Fonte: Jogo do Poder

Fabio Feldmann assume coordenação de meio ambiente no plano de governo a ser apresentado por Aécio

“Estou extremamente feliz. Estamos montando um time extraordinário. Um time que não é do PSDB apenas, é a favor do Brasil”, diz Aécio

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, anunciou, nesta quinta-feira (15/05), o ex-secretário de Estado e ex-deputado federal Fabio Feldmann como coordenador da área de meio ambiente e sustentabilidade no plano de governo do PSDB, que será apresentado durante a campanha eleitoral deste ano. Um dos principais nomes do setor, Feldmann é o primeiro integrante do grupo de trabalho que formulará o programa sob a coordenação do ex-governador de Minas Gerais Antonio Anastasia.

“Estamos montando um time extraordinário que criará um conjunto de propostas. Um time que não é do PSDB apenas, mas a favor do Brasil. Fabio é uma das mais respeitadas lideranças, nacional e internacionalmente, na área da sustentabilidade. Poderemos ter propostas atuais e ousadas para garantir o desenvolvimento sustentável do Brasil”, disseAécio Neves em reunião esta manhã no Diretório do PSDB em São Paulo.

Ex-deputado Constituinte, responsável por grande parte da legislação ambiental brasileira (capítulo do meio ambiente da Constituição FederalLei da Mata Atlântica, Política Nacional de Educação AmbientalPolítica Nacional de Resíduos Sólidos, Política Nacional de Recursos Hídricos, dentre outras), Fábio Feldmann tem atuação destacada na sociedade como fundador e primeiro presidente da Fundação SOS Mata Atlântica, membro do Conselho do Greenpeace Internacional, da Conservation International (CI), do Global Reporting Initiative (GRI).

Aécio permite que nossos temas estejam claramente colocados na campanha, eles não são periféricos. Falo como ambientalista, temos que ter a capacidade de colar essa agenda na política brasileira. Infelizmente, isso tem estado ausente do debate não eleitoral, mas político. O convite do Aécio permite que a gente coloque esse tema na eleição, mas também na agenda política brasileira. Sustentabilidade é o grande desafio do século XXI”, disse Feldmann.

Feldmann é membro do Conselho da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS), Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS) e do Conselho Consultivo para Mudanças Climáticas do Deutsche Bank e foi o criador e primeiro Secretário Executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas e ex-secretário de meio ambiente do Estado de São Paulo. Como reconhecimento pelo seu trabalho, recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais, dentre eles o Prêmio Global 500 das Nações Unidas.

Gestão para o futuro

presidente do PSDB confirmou também a economista Carla Grasso como coordenadora-executiva do plano de governo tucano. Aécio afirmou que, nos próximos dias, o PSDB fará a indicação de novos colaboradores que farão a coordenação das demais áreas do plano de governo do partido.

“O programa de governo não é uma obra que se começa e se encerra em um dia. É uma discussão permanente. Seguramente, durante o processo eleitoral, vai ficar claro o que o PSDB pensa sobre cada um dos aspectos que são responsabilidade do Estado e do governo. Em dezembro passado, apresentamos de forma muito clara e até com certa ousadia para aquele momento, a um ano praticamente das eleições, as diretrizes gerais do nosso programa de governo. A visão que tínhamos de Estado, de política externa, de meritocracia na gestão pública, o fortalecimento da Federação e a própria questão ambiental. Agora, vamos dar forma e detalhamento a essas questões”, explicou Aécio Neves.

senador destacou a importância de Antonio Anastasia à frente do grupo de formulação das propostas tucanas: “Ninguém é mais qualificado do que Anastasia para fazer esse trabalho. Pelo extraordinário gestor que é e pela sua visão moderna e atualizada do mundo”, afirmou Aécio.

Governador de Minas Gerais entre 2010 e o abril de 2014, Anastasia foi vice-governador do Estado entre 2007 e 2010, no segundo mandato de Aécio Neves. Antes foi secretário-adjunto do Ministério do Trabalho e secretário-executivo do Ministério da Justiça durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

A reunião contou com a presença do presidente do PSDB-SP, o deputado federal Duarte Nogueira, do vice-presidente nacional do PSDB, ex-governador Alberto Goldman, e do ex-deputado federal Xico Graziano.

Agenda Brasil do PSDB: sustentabilidade, agronegócios e inovação

PSDB e a Agenda Brasil: PSDB defende mais autonomia para estados e municípios e reintegrar o Brasil ao cenário internacional.

Meio Ambiente e Sustentabilidade, a urgente agenda do agora

A agenda da produtividade: infraestrutura, inovação e competitividade

A agropecuária que alimenta o presente e o futuro do país

Política externa: reintegrar o Brasil ao mundo

PSDB e a Agenda Brasil – Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder 

8. Nação solidária: mais autonomia para estados e municípios, maior parceria da União

federação brasileira está fracionada. Estados e municípios vivem uma crise sem precedentes, resultante da concentração de recursos e poder na órbita da União, do descaso do governo federal com os problemas locais e de políticas equivocadas que levam entes subnacionais à beira da insolvência.

Sem o dinheiro de impostos que a União usou para desonerar a carga de setores econômicos escolhidos, prefeituras fecham as portas, incapazes de honrar compromissos, e estados – também engolfados em dívidas impagáveis com a União – veem esvair sua capacidade de investimentos.

É a política da bondade com chapéu alheio. Há uma lógica perversa nessa estratégia: a subordinação de estados e municípios à benemerência da União, uma política da subserviência em troca de favores.

Vigora hoje no país a distribuição eleitoreira de pequenos benefícios, ressuscitando políticas clientelistas e práticas caras ao coronelismo, em detrimento de uma relação mais respeitosa e generosa entre os três níveis de governo. Esse desequilíbrio solapa a autonomia de estados e municípios e prejudica, sobretudo, o cidadão.

Só a cooperação e a coordenação de ações pactuadas entre União, estados e municípios será capaz de formular e executar políticas públicas mais eficazes em favor dos brasileiros, sem corretagem de privilégios e intermediação de favores.

É preciso que o governo central volte a exercer sua liderança legítima sobre os entes federativos, abandonando o centralismo despótico, descentralizando corajosamente atribuições e poderes, valorizando iniciativas e soluções regionais.

Uma federação mais solidária também será mais capacitada para superar os desequilíbrios que ainda subsistem no país e tratar, com o cuidado e a atenção que merecem, as necessidades próprias de regiões como o Nordeste e a Amazônia.

Para essas, deve haver ações audaciosas que tenham como objetivo apoiá-las no enfrentamento de seus desafios específicos. O desenvolvimento dessas regiões é questão estratégica para o futuro do país.

Nosso compromisso é restaurar o equilíbrio que deve nortear uma federação que se pretenda mais solidária, para devolver a estados e municípios a autonomia que lhes vem sendo paulatinamente usurpada. Não será mais permitido à União patrocinar desonerações tributárias unilaterais que penalizem os entes subnacionais, sem que eles sejam compensados.

Urge desatar os nós do federalismo, reverter a relação de subserviência que enfraquece e divide o Brasil, que apequena as lideranças regionais e monopoliza as forças, o protagonismo e a ação do poder público no Executivo federal.

Construir um novo pacto federativo que fortaleça estados e municípios, para que possam gerir melhor os bens públicos, aplicar melhor os recursos e, desta maneira, fazer aquilo que de fato devem fazer: cuidar melhor das pessoas.

9. Meio Ambiente e Sustentabilidade, a urgente agenda do agora

Temos assistido nos últimos anos à adoção de políticas que seguem na contramão dos preceitos da sustentabilidade: incentivo a fontes não renováveis de energia, com o acionamento perene de usinas térmicas; impulso desmesurado ao transporte individual, em detrimento do transporte público; aumento da utilização de fontes mais poluentes na nossa matriz energética.

O fracasso do programa nacional de etanol, prejudicado pelo congelamento do preço da gasolina, precisa ser revertido.

Os parques eólicos, construídos sem planejamento, carecem de ligação com as redes transmissoras de energia.

Temos assistido à perda de eficiência e credibilidade do licenciamento ambiental como instrumentos de gestão e indução à sustentabilidade; ao abandono sistemático das unidades de conservação; à lentidão na implantação da política nacional das águas e o desprestígio dos comitês de bacias hidrográficas; ao crescente lançamento in natura dos esgotos sanitários urbanos, constituindo hoje a maior fonte de poluição dos nossos rios, e, ainda, o lançamento dos resíduos sólidos urbanos, na maioria das cidades, em lixões.

realidade econômica e socioambiental brasileira exige que o país pratique uma vigorosa política de meio ambiente, com foco na sustentabilidade.

A importância de nossos ativos ambientais e uma estrutura econômica baseada predominantemente na exploração e transformação dos recursos naturais recomendam que a questão ambiental seja abordada com centralidade na definição das políticas governamentais, deixando de lado o tratamento periférico que lhe é concedida.

Isso pressupõe considerar a sustentabilidade para além das fronteiras da política ambiental stricto sensu, incluindo a dimensão ambiental no planejamento estratégico do país e, por conseguinte, na formulação e implementação das políticas públicas setoriais, visando assegurar a proteção do nosso extraordinário patrimônio natural e o desenvolvimento sustentável.

Nesse contexto, torna-se fundamental estabelecer uma nova agenda ambiental para o Brasil.

Nossa política ambiental, até pela época em que foi formulada, está, ainda hoje, baseada nos exclusivismo dos mecanismos de comando e controle do Estado, que, a despeito dos esforços realizados, são exercidos de forma intermitente e desarticulada – e, portanto, ineficaz.

Essa nova agenda, além de fortalecer os mecanismos de comando e controle, precisa estatuir um novo ciclo da nossa política ambiental, estabelecendo a sustentabilidade como um fundamento da política econômica, o que significa considerá-la na concepção das políticas tributária, fiscal e creditícia, levando em conta a competitividade do setor produtivo e sua inserção na economia internacional.

Nosso compromisso de colocar o tema do meio ambiente e da sustentabilidade na agenda política central do governo impõe a necessidade de uma nova governança ambiental, de natureza sistêmica, transversal e descentralizada, fazendo com que a dimensão ambiental seja considerada desde o início da formulação das políticas, planos eprogramas de governo, tendo como referência espacial as bacias hidrográficas e os biomas, e não somente, como é hoje, no momento da execução dos projetos e ignorando a dimensão territorial.

Os municípios precisam ser apoiados para atuar, descentralizando e ampliando a política ambiental, construindo soluções integradas de cidades sustentáveis, incluindo mobilidade urbana, tratamento de esgotos e gestão de resíduos sólidos.

O mundo empresarial já mostra ser viável economicamente aliar a proteção do meio ambiente com o crescimento da riqueza. As organizações do terceiro setor comprovam seu potencial de gerar projetos, empreender iniciativas, assumir responsabilidades e mobilizar recursos: é do encontro da solidariedade com a cidadania que surgem e se multiplicam suas ações.

Seu fortalecimento na definição e na gestão das políticas públicas deve ser uma orientação estratégica de governo.

O Brasil tem a oportunidade de se tornar o primeiro país a se tornar desenvolvido com economia de baixo carbono, com ampla participação de energias renováveis e práticas industriais, comerciais e agrícolas sustentáveis.

O apoio e o incentivo às práticas sustentáveis será a nossa maior oportunidade de mudanças sociais e econômicas. Os indicadores de sustentabilidade, apoiados nos pilares econômicos, sociais, ambientais e institucionais, devem ser os norteadores de nossas estratégias de planejamento e gestão de governo. O país com uma das maiores reservas de água doce e de maior biodiversidade do planeta tem a obrigação de assumir a liderança de uma economia sustentável. Um modelo de planejamento e gestão sustentável que deverá servir de exemplo e referência a um mundo que clama por mudança e responsabilidade.

10. A agenda da produtividade: infraestrutura, inovação e competitividade

O Brasil se tornou um país muito caro, onde é difícil produzir, investir e empreender. A produtividade de nossa economia encontra-se estagnada. As empresas brasileiras padecem de perda de competitividade e veem o mercado para seus produtos encolher cada vez mais, tanto aqui quanto no exterior.

Desde a Era JK, a participação da nossa indústria de transformação no PIB não era tão baixa, evidenciando um indesejável processo de desindustrialização precoce da economia brasileira.

A alta carga tributária e o total descaso com nossa infraestrutura – situação agravada pela resistência ideológica do atual governo a investimentos privados – minam nossa capacidade de investir e competir. Relatórios mundialmente reconhecidos apontam quedas continuadas na competitividade da nossa economia.

A ausência de medidas econômicas e institucionais corretas tem feito com que o Brasil esteja sendo ultrapassado por diversos países em rankings internacionais – e, no que diz respeito à competitividade e à produtividade, países que não avançam ficam para trás.

O crescimento econômico não se sustenta se estiver apoiado apenas no consumo interno e a realidade é que o nosso grau de abertura econômica continua ínfimo. Hoje, além de não enfrentar esses desafios, o país vê-se discutindo uma agenda de duas décadas atrás, sob o temor de perder conquistas como a estabilidade da moeda, a responsabilidade com as contas públicas e a credibilidade arduamente conquistada.

Precisamos escapar dessa armadilha, começando pelo aumento dos investimentos em inovação e tecnologia e priorizando a busca do crescimento da produtividade. Hoje, investimentos em pesquisa e desenvolvimento contam com baixa eficácia nos resultados.

Precisamos transformar o conhecimento gerado nas universidades e nos centros de pesquisa do país em negócios inovadores capazes de gerar valores agregados.

O Brasil demanda planejamento de longo prazo, com características integradoras de eixos econômicos e logísticos, que possam gerar resultados efetivos para a economia do país e enfrentem nossas principais fragilidades: a precariedade da infraestrutura de transportes, a baixa qualidade do sistema educacional, o elevado custo de se produzir no país.

Mas a realidade é que a inapetência gerencial produz vergonhosos déficits, como a logística de transportemobilidade urbanasaneamentosaúde e educação, que hoje não estão entre as prioridades do governo. A experiência malsucedida do PAC, que coleciona atrasos e superfaturamentos, precisa ser substituída por intervenções que resultem, efetivamente, em benefícios para a sociedade.

É urgente uma nova política industrial com foco no atendimento das pequenas e médias empresas. Cabe ao Estado auxiliá-las a se modernizar, melhorar a gestão e se integrar de forma sustentável nas cadeias de produção. E, igualmente importante, estimular o empreendedorismo e fomentar a inovação como fator primordial para a competitividade das empresas.

Nosso compromisso é retomar a realização de reformas estruturais, criando condições para que o produto brasileiro volte a ser competitivo.

É preciso desburocratizar procedimentos, simplificar a estrutura tributária, abrindo espaço para a redução da carga e para a distribuição de mais receitas para estados e municípios.

É imperativo superar os gargalos da infraestrutura, expandi-la e modernizá-la, e incentivar o investimento privado, sempre que esse puder gerar melhores resultados para a população. É preciso reduzir o custo de se produzir aqui, facilitar o escoamento da produção, aprimorar a plataforma energética e de telecomunicações.

Para sermos mais produtivos e competitivos, é urgente melhorar a qualidade e a formação profissional da nossa mão de obra, ampliando suas possibilidades de inserção no mercado de trabalho com maiores salários. A agenda da produtividade deve assegurar melhores condições aos trabalhadores, respeito a seus direitos e à sua representação sindical, assim como uma política adequada para o salário mínimo que proteja e garanta o poder de compra dos trabalhadores e dos aposentados.

Esta agenda contempla, também, a promoção de maior integração entre pesquisa e produção, com intuito de construir redes de pesquisa entre academia, setor privado e setor público nos moldes de bem-sucedidas experiências mundiais.

Só assim, com coragem e compromisso com o futuro, alcançaremos mais eficiênciaaumento da produtividade e recuperação da nossa competitividade perdida, essenciais para o bem-estar dos brasileiros.

11. A agropecuária que alimenta o presente e o futuro do país

agronegócio é quem hoje dá equilíbrio e dinamismo à nossa economia. Não fosse o trabalho dos homens do campo, nosso PIB estaria ainda mais anêmico e nosso horizonte mais restrito. Mas é preciso reconhecer: o sucesso da agricultura e da pecuária ocorre não por causa do governo, mas apesar do governo.

Sua alta produtividade resulta do esforço dos produtores, dentro de suas fazendas. Da porteira para fora, o agricultor só encontra dificuldades: são a logística precária, as rodovias esburacadas, as ferrovias inexistentes, os portos cheios de burocracia, a ineficiência de estruturas de apoio, a pouca capacidade de armazenagem – em suma, deficiências que só atravancam o caminho até os mercados consumidores, daqui e do exterior.

Um setor tão crucial para a geração de empregos e riquezas no país não encontra no governo o respeito e a prioridade necessários.

produtor rural, no Brasil, é vítima de preconceitos. Produz contra muitas adversidades, enfrenta sol e secas, sem que tenha, perante a sociedade urbana, devidamente reconhecidas sua excelência e sua contribuição ao desenvolvimento. O nosso agricultor é digno do respeito e do reconhecimento de todos os brasileiros.

Menos importa seu tamanho, se grande ou pequena propriedade, porque vale, isso sim, sua capacidade produtiva, sua responsabilidade social, econômica e ambiental.

Não deve haver oposição entre o agricultor familiar e a agricultura comercial. Todos os produtores rurais devem ter garantido o acesso a novos conhecimentos agronômicos, receber efetivas políticas de assistência técnica, assegurando aos mais desprotegidos, em especial os assentados de reforma agrária, a extensão rural empreendedora.

Cooperativismo e associativismo são boas receitas para a prosperidade, pois os pequenos, juntos, ficam fortes. Segurança jurídica no campo é o grande reclamo daqueles que garantem o alimento e as matérias-primas que rendem tantas divisas ao país.

É preciso pôr fim à omissão do poder público federal na regularização fundiária, na demarcação das terras indígenas, nas comunidades quilombolas. Há espaço para todos nesse imenso Brasil, desde que o governo negocie os conflitos e arbitre as decisões, levando tranquilidade e paz ao campo.

Nosso compromisso é com a valorização do produtor rural, com a promoção de ações e políticas que lhe deem condições de continuar desenvolvendo, ganhando competitividade, conservando as áreas naturais, preservando e aprimorando nossa agricultura sustentável.

Especial atenção merece o escoamento equilibrado da produção agrícola, uma estrutura mais adequada de armazenagem e de comercialização, atacando os gargalos logísticos e priorizando as hidrovias e as novas ferrovias que interligarão o Oeste ao Nordeste e abrirão caminhos de escoamento para o Norte e para o Pacífico.

É crucial restituir ao Ministério da Agricultura seu poder de decisão e formulação de políticas agrícolas, retirá-lo da irrelevância em que se encontra, livrá-lo do aparelhamento político-partidário e garantir que sirva ao país, não a grupos de interesses. Pesquisas públicas e práticas de cultivo inovadoras devem ser disseminadas a partir de órgãos de excelência, liderados pela Embrapa, mas também com a participação das instituições estaduais de pesquisa, que precisam ser fortalecidas.

O interior do Brasil, e nele os pequenos municípios, precisam de atenção para manter a população local com qualidade de vida. A política do agronegócio será coordenada diretamente pelo presidente da República e executada por um Ministério da Agricultura composto por quadros profissionais representativos do setor.

12. Política externa: reintegrar o Brasil ao mundo

O viés ideológico imposto à nossa política externa nos últimos anos está isolando o Brasil do mundo. Demos as costas para importantes nações democráticas e abraçamos regimes de clara inclinação totalitária, em flagrante contraste com as melhores tradições da nossa diplomacia.

Em relação ao comércio exterior, decisões políticas equivocadas fizeram com que, nos últimos dez anos, o Brasil não negociasse acordos com as principais economias e os principais blocos, de forma a dinamizar nossas relações de comércio. A integração regional está se desfazendo e o Brasil continua a reboque dos acontecimentos.

Deixamos de abrir mercados para os produtos brasileiros e de ampliar a modernização da estrutura produtiva interna, pela falta de acesso à inovação e à tecnologia de ponta.

A partidarização da política externa tem consequências severas na política de comércio exterior: acentua o isolamento, em vez de ampliar a integração; produz atritos, em lugar de cooperação produtiva; empobrece nossa pauta de comércio, em vez de dinamizar trocas e oportunidades.

Vivemos num dos países mais fechados ao comércio exterior no mundo: somos a sétima maior economia do mundo, mas apenas o 25° maior exportador. Também por isso, o Brasil precisa voltar a integrar-se num mundo em que, cada vez mais, as relações são interdependentes.

Nossas empresas produzem com qualidade, mas com cada vez menos competitividade, dados os altos custos internos. É preciso criar condições para ajudá-las a se integrar nas cadeias produtivas globais, por meio de profunda melhoria, racionalização e simplificação do ambiente econômico interno.

Com visão de futuro, nosso compromisso é conquistar um lugar privilegiado para o Brasil no mundo. É necessário abandonar a política externa de alinhamento ideológico adotada nos últimos anos, resgatando a tradição de competência e a atuação independente da diplomacia brasileira.

Itamaraty deve servir ao Brasil e defender o interesse nacional, acima de todo e qualquer interesse partidário. Nossa diplomacia deve, também, recuperar no exterior os compromissos que defendemos internamente, como o repúdio às tiranias, o direito à paz, a solidariedade internacional em defesa da democracia, o respeito aos direitos humanos e ao meio ambiente.

Especificamente em relação ao Mercosul, o bloco precisa voltar a ser o que era na sua concepção, no início dos anos 1990: uma área voltada à liberalização do comércio e à abertura de mercados. O Brasil deve assumir a efetiva liderança regional e propor as mudanças que se fazem necessárias para o crescimento do nosso comércio internacional.

A negociação de um acordo abrangente e equilibrado entre Mercosul e União Europeia deve ser concluída, mesmo que, para tanto, o Brasil avance mais rapidamente que outros membros do bloco para deles não ficar refém.

Aécio ouve reivindicação de ambientalistas

Aécio: Provável candidato tucano à Presidência, senador participou de jantar na capital paulista com ambientalistas.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo

Aécio flerta com ambientalistas, ouve críticas e promete mudança

Tucano diz que tema ambiental não traz voto, mas é ‘estratégico’ 

O senador mineiro Aécio Neves (PSDB) iniciou anteontem rodada de conversas com ambientalistas, grupo historicamente ligado à ex-senadora Marina Silva (PSB), aliada de Eduardo Campos em uma das chapas de oposição para 2014.

Provável candidato tucano à Presidência, o senador participou de um jantar na zona oeste da capital paulista com cerca de 40 ambientalistas.

Aécio ouviu duras críticas quanto à postura da bancada de deputados federais do PSDB, que apoiou os ruralistas na votação do Código Florestal. Diante das reclamações, comprometeu-se a mudar o discurso do partido.

“Vou resgatar a visão do PSDB como uma sigla que se preocupa com a sustentabilidade”, disse.

O senador afirmou ainda ter consciência de que o tema não traz votos, mas que a discussão é “estratégica para fazer do Brasil um país desenvolvido”.

Foi Xico Graziano, diretor do iFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso), quem interveio mais enfaticamente sobre a ligação entre ruralistas e o PSDB.

“É preciso parar de olhar pelo retrovisor”, disse ele, que citou a aprovação do Código Florestal como “assunto superado” (os ambientalistas foram contra a norma).

Aécio comprometeu-se a abrir uma agenda de trabalho com o grupo, mas ouviu de alguns dos presentes que esse tipo de encontro não tem efeito prático e que é necessário mudar a abordagem do tema nas campanhas eleitorais, com ligação do meio ambiente a políticas integradas.

A crítica mais direta, quanto ao posicionamento dos tucanos em relação à sustentabilidade, foi feita no discurso de Mário Mantovani, representante da Fundação SOS Mata Atlântica e um dos doze convidados que fizeram intervenções no jantar que durou cerca de três horas.

Organizado por Fabio Feldmann, ex-secretário de Meio Ambiente de São Paulo, e José Carlos Carvalho, ex-ministro do Meio Ambiente de FHC, o encontro contou com representantes de instituições como GreenpeaceWWF Brasil e CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável).

Minas: Feam recebe reconhecimento internacional

Minas Gerais: Meio Ambiente

Fonte: Agência Minas

Ferramenta, criada para desenvolver projeções de produção e consumo de energia em Minas, teve resultados publicados em uma das principais revistas especializadas na área

Ferramenta criada pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) para desenvolver projeções de produção e consumo de energia em Minas Gerais foi aprovada cientificamente e teve seus resultados publicados na revista internacional especializada no assunto, a “Energy, Sustainability and Society”. O trabalho foi considerado inovador por ser capaz de simular e avaliar a efetividade de políticas públicas para o setor energético, antes mesmo de serem implementadas.

De acordo com o gerente de Energia e Mudanças Climáticas da Feam, Felipe Nunes, a publicação do trabalho é o reconhecimento da ferramenta desenvolvida. “Buscamos publicar em uma revista internacional renomada para termos credibilidade científica. Para ser publicado, o estudo passa por um criterioso trabalho de avaliação por parte de pesquisadores especializados no tema e somente é aprovado após aprimoramento e parecer conclusivo quanto ao ineditismo e relevância científica do projeto”, explica.

Ainda segundo Nunes, o trabalho teve início em 2011, com o apoio de bolsistas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) orientados pela equipe técnica da Feam. “O objetivo foi desenvolver uma ferramenta para identificarmos políticas públicas eficientes relacionadas ao setor de energia”, explica o gerente.

Em 2013, em parceria com o doutor Andrea Bassi da Universidade de Stellenbosch na África do Sul, um dos maiores especialistas na metodologia de simulação utilizada no estudo, a Feam desenvolveu a plataforma computacional denominada Simulação e Avaliação de Políticas Públicas de Energia e Mudanças Climáticas – Sappe.

“Por meio da plataforma, elaboramos os primeiros cenários e opções de políticas públicas para o estado que serão integrados ao Plano de Energia e Mudanças Climáticas, atualmente em elaboração. Agora, temos embasamento técnico para melhor discutir ações prioritárias e possíveis metas para redução de emissões de gases de efeito estufa e ampliação das fontes renováveis de energia no Estado”, conclui o gerente.

Clique aqui para conferir a publicação completa da revista internacional.

Gestão Eficiente: Anastasia inaugura obras de infraestrutura e anuncia construção do Hospital Regional do Mucuri

Em visita a Teófilo Otoni, governador entregou prédio do Complexo de Urgência e Emergência, barragem, Estação de Tratamento de Esgoto e novo posto do Sine

Wellington Pedro/Imprensa MG
Antonio Anastasia apresenta maquete do Hospital Regional do Vale do Mucuri
Antonio Anastasia apresenta maquete do Hospital Regional do Vale do Mucuri

O Governador Antonio Anastasia anunciou, neste sábado (14), em visita a Teófilo Otoni, a construção do Hospital Regional do Vale do Mucuri. Com investimentos de R$ 100 milhões para a construção e compra de equipamentos, o hospital deve ser concluído em até três anos. A doação do terreno onde o hospital será construído, na Avenida Alfredo Sá, foi formalizada durante a visita do governador. O termo de compromisso foi assinado pelos empresários Luiz Fernando Rodrigues da Silva e Geraldo Hélbio de Miranda e pelo deputado Neilando Pimenta.

“Agradeço as famílias pela doação do terreno, que é de suma importância para a construção do novo Hospital Regional do Mucuri, reivindicação antiga da região. A obra vai ser realizada entre dois e três anos, com um custo de R$ 100 milhões”, disse o governador, durante entrevista coletiva.

Em Teófilo Otoni, Antonio Anastasia também inaugurou o Complexo de Urgência e Emergência da região, o posto do Sine/Diretoria Regional do Trabalho, a barragem Aécio Ferreira da Cunha e uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). Neste conjunto de obras o Governo de Minas investiu R$ 100 milhões, gerando 420 empregos diretos e beneficiando 1,2 milhão de pessoas.

“Estamos resgatando compromissos históricos do passado com a população de Teófilo Otoni e do Mucuri e que agora se concretizam. Fico muito feliz em poder inaugurar essas obras aqui”, disse Anastasia.

Urgência e emergência

O Complexo de Urgência e Emergência marca a implantação da Rede Macrorregional de Atenção às Urgências e Emergências do Nordeste do Estado e do Vale do Jequitinhonha. Com sede em Teófilo Otoni, a Rede atenderá a população de 86 municípios, estimada em 1,2 milhão de pessoas.

Nas Redes de Atenção às Urgências e Emergências, as unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Saúde (Samu) atuam integradas a um Complexo Regulador, que controla o fluxo do serviço. Isso quer dizer que a ambulância do Samu, ao resgatar o paciente, saberá imediatamente qual o hospital mais próximo  que tem leito disponível e está em condições de fazer o atendimento adequado. A macrorregião receberá 26 ambulâncias do Samu, doadas pelo Ministério da Saúde.

Mais saúde

Com a entrega da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Teófilo Otoni, o Governo de Minas resolve um problema ambiental e garante mais saúde à população. A obra foi construída com recursos da Copasa que somam R$ 43 milhões. Já operando em fase de testes, a estação está tratando 50% do esgoto coletado no município. A previsão é que 100% do esgoto seja tratado a partir de 2014.

Outra importante obra de infraestrutura inaugurada foi a barragem Aécio Ferreira Cunha, no Rio Todos os Santos , na localidade de Cabeceira de São Pedro.  A barragem tem uma área de 128 hectares de área inundada, com o objetivo de aumentar a oferta de água e diminuir os transtornos causados pelas enchentes no período chuvoso.

Na área de prestação de serviços, o governador inaugurou novo posto da Diretoria Regional do Trabalho, que vai atender 54 municípios da região, prestando apoio técnico e acompanhando a execução das ações relativas às funções de trabalho, emprego e renda desenvolvidas pelo Estado, prefeitura municipal e demais parceiros.

Aeroporto

Em seu pronunciamento, o governador afirmou que o Governo de Minas vai reformar o aeroporto de Teófilo Otoni e construir outro de caráter regional, na cidade de Itambacuri, a 40 km de Teófilo Otoni.

“Já determinei ao Departamento de Obras Públicas, que está fazendo o projeto para a construção do aeroporto regional, em Itambacuri, para atender de modo muito claro esta região”, afirmou o governador.

Ele também anunciou, oficialmente, a recém criada Área de Proteção Ambiental (APA) do Alto do Mucuri, localizada entre os municípios de Caraí, Catuji, Itaipé, Ladainha, Novo Cruzeiro, Malacacheta, Poté e Teófilo Otoni.

Também participaram da cerimônia os secretários de Estado Antonio Jorge (Saúde), Carlos Pimenta (Trabalho e Emprego), Adriano Magalhães (Meio Ambiente), Gil Pereira (Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e Norte de Minas), Bilac Pinto (Desenvolvimento Regional e Política Urbana), o presidente da Assembleia Legislativa, Dinis Pinheiro, a prefeita Maria José Haueisen, entre outras autoridades.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/anastasia-inaugura-obras-de-infraestrutura-e-anuncia-construcao-do-hospital-regional-do-mucuri/

Gestão da Saúde: Nova Porteirinha recebe a Força Tarefa de combate à dengue

Força Tarefa passou pelo município entre os dias 27 a 29 de março

A Força Tarefa de combate à dengue passou pelo município de Nova Porteirinha, no Norte do Estado, entre os dias 27 a 29 de março. Além da ação de limpeza, a comunidade também recebeu orientações de como contribuir para evitar a proliferação do mosquito.

Segundo o coordenador de Endemias do município, José Ribamar Lau, além dos 56 homens da força tarefa, a mobilização da população realizou o que ele chama de ‘operação cidade-limpa’. “Fizemos um mutirão de limpeza em todos os bairros da cidade, eliminando todos os focos e possíveis criadouros do mosquito. A cidade ficou limpa”, comemora. Ele lembrou, ainda, que os moradores das casas visitadas foram orientados, por meio de panfletagem no comércio e em áreas públicas, com afixação de cartazes e distribuição de material educativo.

Em Nova Porteirinha a ação foi realizada em parceria com as secretarias municipais de Saúde, Meio Ambiente e demais secretarias estratégicas, além de escolas e associações comunitárias.

O coordenador interino da Vigilância Epidemiologia, Waldemar Rodrigues, diz que para interromper a transmissão da dengue no município foi necessário a aplicação de inseticida de ultra baixo volume (UBV) em equipamento motorizado costal e tratamento focal com eliminação de depósitos de inservíveis, iniciando na residência de pessoas com suspeita de dengue em um raio de 300 metros até cobrir toda a cidade. “Também intensificamos o repasse de orientações aos técnicos do serviço de controle de endemias do município para o bom andamento das ações”, completa Waldemar.

Segundo o coordenador, a dengue representa uma ameaça para a saúde pública em todo o país e, em Minas Gerais, há uma preocupação ainda maior devido à introdução do sorotipo 4 no Sul do Estado. “Intervenções emergenciais como a realizada em Nova Porteirinha são importantes para manter o controle da doença e, também, sensibilizar a população em relação ao importante papel que ela exerce nessa guerra contra o mosquito transmissor”, avalia.

Ações

Nos três dias da passagem da força tarefa em Nova Porteirinha foram recolhidos 1200 pneus e mais 7000 latinhas e garrafas pet. Além do Dengue Móvel que percorreu a cidade recolhendo o material separado pelo mutirão de limpeza, foi montado o Dengômetro na Praça da Gameleira, centro da cidade, um espaço de convivência disponibilizado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), onde foram desenvolvidas diversas atividades voltadas para a mobilização e educação em saúde, reforçando a guerra contra a dengue. No local também foi feita a troca do material reciclável (latas, garrafas pet e pneus) por material escolar (borrachas, lápis e cadernos).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/nova-porteirinha-recebe-a-forca-tarefa-de-combate-a-dengue/