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Governo de Pimentel fez violência aumentar em Minas

Nos primeiros seis meses de governo de Fernando Pimentel a incidência de crimes violentos no estado teve um aumento de 12,83%.

Os crimes violentos são formados por homicídios, roubos e estupros. No mês passado, somente os roubos aumentaram 33,29%.

Fonte: PSDB 

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Antes de Pimentel assumir o governo, Minas era um dos estados que mais investia em segurança pública. Reprodução.

Conjunto de crimes violentos – homicídios, roubos e estupros – teve aumento de 12,83% nos primeiros seis meses de governo Pimentel

Os crimes violentos em Minas tiveram um crescimento de 12,83% nos primeiros seis meses do governo Fernando Pimentel, na comparação com janeiro a junho do ano passado. Somente a taxa de roubos cresceu 17,15% em todas as regiões do Estado. Sem promover investimentos na área de segurança pública, o governo do PT deixa os mineiros inseguros.

O crescimento dos crimes violentos, que em junho teve aumento de 27,26%, preocupa o deputado estadual João Leite, que lamentou o não cumprimento das promessas de campanha de Fernando Pimentel. Os crimes violentos são formados por homicídios, roubos e estupros. No mês passado, somente os roubos aumentaram 33,29%.

“Já se passaram sete meses e até agora o governo do PT em Minas não cumpriu suas promessas de campanha, não conseguiu implementar políticas públicas para reduzir a criminalidade no Estado e ainda reduziu os gastos com os órgãos de segurança pública”, afirma o deputado João Leite (PSDB), do bloco de oposição Verdade e Coerência na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

O deputado ressalta ainda que é um absurdo o governo do PT comemorar uma queda de 2,21% nos estupros consumados, quando sabe que essa queda é ínfima perto do índice de 22,29% de queda registrado no primeiro semestre de 2014, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

“Se continuar assim, sem investimentos e política pública consistente, daqui a pouco essa curva vai virar, uma vez que em seis meses o PT já conseguiu piorar a tendência de queda”, afirma.

A redução observada na taxa de homicídios, em 2015, reafirma a tendência de queda para o mesmo período de 2014, na comparação com o ano anterior, e está relacionada às ações de prevenção à criminalidade implantadas nos governos de Aécio Neves, Antonio Anastasia e Alberto Pinto Coelho.

“Já se passaram quase sete meses e o PT até hoje não entendeu que precisa trabalhar para cumprir o que prometeu e resolver os problemas da população. Desafio o governo a mostrar políticas públicas para a segurança em Minas que tenham sido criadas e implantas neste ano. Onde está o PT que nada fez para conter os roubos em Minas?”, afirmou João Leite.

Além de não implantar políticas públicas próprias na área de segurança, o PT reduz os investimentos nas ações que já vinham sendo implantadas com êxito nos governos anteriores. Na Polícia Civil, os investimentos caíram 55,31%. Na Polícia Militar, a redução foi 60,15%. No Corpo de Bombeiros e na Secretaria de Defesa Social, a queda foi de 53,01% e 15,84% respectivamente. Somados os quatro órgãos, o governo Fernando Pimentel investiu R$ 366,9 milhões a menos de janeiro a junho deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, queda de 42,58%.

“Com esse descaso do governo do PT, infelizmente, as políticas consolidadas pelos governos de 2003 a 2014 estão ameaçadas. É inadmissível reduzir drasticamente os investimentos em uma área tão sensível e fundamental para a população”, disse João Leite.

Antes de Pimentel assumir o governo, Minas era um dos estados que mais investia em segurança pública, confirmado pelo próprio Ministério da Justiça. De 2003 a 2014, foram mais de R$ 55 bilhões aplicados no aumento de efetivo das polícias, viaturas, ações de prevenção à criminalidade, aumento das vagas no sistema prisional, entre várias outras ações. Até 2014, os gastos anuais com segurança tiveram um aumento de 262%. A realização de concursos permitiu a contratação de 24.084 servidores para as polícias Militar e Civil nos últimos 12 anos.

Programas afetados

A queda nos investimentos do governo Fernando Pimentel na segurança já afeta alguns dos principais programas. Na Polícia Civil, o projeto de investigações e Polícia Judiciária, principal atividade da corporação, recebeu apenas R$ 1,7 milhão nos primeiros seis meses deste ano, contra R$ 21,1 milhões no mesmo período do ano passado. A redução foi de 91,64%.

Na Polícia Militar, a implantação do programa de monitoramento Olho Vivo recebeu apenas R$ 90 mil, de janeiro a junho deste ano, contra mais de R$ 26,1 milhões no mesmo período de 2014. E o policiamento geral teve um corte de 40,15% no repassa de recursos.

O Corpo de Bombeiros também sofreu com a redução dos investimentos em segurança do governo Pimentel. De acordo com o deputado Sargento Rodrigues (PDT), o governo não está repassando a verba de custeio para a corporação. ”O governo não está liberando a verba que é necessária para fazer a máquina pública funcionar”, criticou.<

O parlamentar ressaltou que a falta de equipamentos, produtos e estrutura tem gerado o sucateamento da atividade policial e o comprometimento da qualidade do atendimento prestado ao cidadão.

“O governador Fernando Pimentel está fazendo uma economia com verba carimbada e deixando o Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil e a polícia Militar em situação lastimável”. Como exemplo dessa situação, ele cita a redução de viaturas em atividade atualmente no estado. “Cerca de 30% a 40% da frota da Polícia Militar está quebrada. Sem viatura, você reduz a capacidade de resposta do aparelho policial e, sem essa resposta, a tendência do crime é crescer”, disse.

Na Secretaria de Estado de Defesa Social, chama a atenção o descaso com a capacitação dos profissionais. No primeiro semestre do ano passado foram aplicados R$ 13,6 milhões em capacitação, valor reduzido para R$ 7.859,44 de janeiro a junho deste ano.

Fernando Pimentel pode ter tido relação com Marcelo Odebrecht

Entre os citados nas conversas, aparecem as iniciais “FP”, que, segundo os investigadores da PF, trataria-se do governador de Minas, Fernando Pimentel (PT).

Assessoria de imprensa do governador informou que ele não iria comentar as citações no celular do empreiteiro.

Fonte: Hoje Em Dia

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Pimentel recusa-se a comentar o caso. Reprodução.

Presidente da Odebrecht faz referência a outros políticos na “Lava jato”

Mensagens capturadas no celular do empresário Marcelo Odebrecht revelam o temor dele com o andamento das investigações da operação “Lava Jato” e expõem a relação do maior empreiteiro do país com políticos da situação e oposição. Entre os citados nas conversas cifradas, aparecem as iniciais “FP”, que, segundo os investigadores da Polícia Federal (PF), trataria-se do governador de Minas, Fernando Pimentel (PT).

Procurada nessa terça-feira (21), a assessoria de imprensa do governador informou que ele não iria comentar as citações no celular do empreiteiro. Na mesma conversa, Odebrecht supostamente se refere a GA, AM, MT, Lula e Cunha.

Para os investigadores, GA seria uma referência a Geraldo Alckmin (PSDB-SP), governador de São Paulo, ou Giles Azevedo, ex-chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseff e atualmente conselheiro da Itaipu Binacional.

As demais iniciais podem ser de Michel Temer (PMDB-SP), vice-presidente da República; Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ex-presidente; e Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, respectivamente, segundo sustentam os investigadores. Já AM, de acordo com os federais, seria Adriano Sá de Seixas Maia, diretor jurídico da Odebrecht.

O juiz Sérgio Moro deu prazo até esta quinta-feira (23) para os advogados da empreiteira explicarem as anotações. As iniciais são precedidas da expressão “Vazar doação campanha”.

Ex-ministro de Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, o governador mineiro não consta na lista de políticos investigados no chamado Petrolão, o esquema bilionário de desvios de verbas da Petrobras. O mesmo ocorre com ex-presidente Lula, com o governador Alckmin e com Temer.

Pimentel é investigado na operação Acrônimo da PF, que apura suposto desvio de verbas, lavagem de dinheiro e caixa dois no esquema operado pelo empresário Benedito Rodrigues de Oliveira, o Bené.

Collor e Renan

Já o deputado Eduardo Cunha, por sua vez, é alvo da “Lava Jato”, juntamente com outros 47 políticos, entre eles o ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

O telefone de Odebrecht, que cumpre prisão preventiva, foi apreendido pela PF em 19 de junho. As informações do relatório, concluído no último dia 18, foram utilizados pela PF como base para indiciar Odebrecht e outras sete pessoas nesta segunda-feira.

O relatório encaminhado ao MPF afirma que anotações feitas pelo empresário em seu celular mostrariam a influência que exercia com autoridades em “meio a interesses comerciais” do grupo. As anotações incluíam nomes de autoridades públicas, doações e“pagamentos diretos”.

O documento diz ainda que Odebrecht tinha como espécie de “plano B” usar “dissidentes” da própria PF. “Trabalhar para parar/anular”, dizia um dos itens avaliados pelos agentes: “Chama atenção esta última alternativa, cuja intenção explícita de Marcelo Odebrecht, conforme suas próprias palavras, é parar/anular a operação ‘Lava Jato’, não cabendo aqui outra interpretação, uma vez que a operação está indicada pela sigla LJ como assunto das anotações”, afirma o relatório.

Os agentes escreveram em seu relatório que Odebrecht teria a intenção de usar os “dissidentes” para de alguma forma atrapalhar o andamento das investigações. Não foi possível esclarecer a que se referia a tática “Noboa”.

A palavra “swiss” aparece com frequência nas anotações do celular de Marcelo Odebrecht, numa referência à Suíça. Os policiais federais investigam supostos pagamento e contas mantidas naquele país

 Presidente da Odebrecht faz referência a outros políticos na “Lava jato”

Minas Gerais: Fernando Pimentel transformou o governo em um cabide de emprego público

Pimentel nomeia a grande família para o governo de Minas, tem mulher de ministro e parentes de secretários.

Sem meritocracia: Minas se transforma em cabide de emprego público

Fonte: Radar On Line – Lauro Jardim 

Pimentel nomeia a grande família para o governo de Minas

Sem meritocracia, Governo Pimentel usa cargos para abrigar “grande família”.  Divulgação

A grande família

Fernando Pimentel nomeou hoje Vera Maria, mulher do ministro Patrus Ananias, como a nova diretora de Qualificaçao e Extensão da Fundação de Educação para o Trabalho de Minas Gerais.

Na mesma linha, houve outras nomeações:

*o diretor Técnico e de Novos Negócios da Copasa, Remulo Lemos é irmão do presidente da Cemig, Mauro Borges Lemos.

*o diretor de Gestão Empresarial da Cemig, Márcio Serrano, é pai de Eduardo Serrano da Secretário-Geral da Governadoria.

*a diretoria de Gás da Cemig é comandada por Eduardo Andrade, filho do vice-governador, Antonio Andrade. 

Funcionários dos Correios denunciam coação a sindicato

Um carteiro que preferiu não se identificar, por medo de retaliações, afirmou que chefias convocam trabalhadores a entregar panfletos.

Uso político dos Correios

Fonte: O Tempo

Servidores denunciam coação

Sindicatos apuram suspeita de que estatal estaria pressionando carteiros a entregar panfletos petistas

DENISE MOTTA

A suspeita de que a estatal Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos possa estar sendo usada eleitoralmente a favor de campanhas do PT mobiliza sindicatos da categoria em Minas. Uma das entidades de classe recebeu denúncias de funcionários que estariam sendo coagidos a trabalhar a favor das campanhas de Dilma Rousseff, à Presidência, e de Fernando Pimentel, ao governo de Minas.

Um carteiro que preferiu não se identificar, por medo de retaliações, afirmou que chefias convocam trabalhadores a entregar panfletos durante o domingo. Segundo ele, os funcionários se sentem coagidos. “A maioria dos funcionários tem medo de retaliação e acaba entregando os panfletos do PT e também do PMDB”. Ele também disse que os panfletos de campanha seriam mantidos dentro de unidades da estatal. “Estamos revoltados”, contou.

Nessa terça, um vídeo publicado no site do jornal “Estado de S. Paulo” mostrava trecho de uma reunião em que o deputado estadual Durval Ângelo (PT) afirmava que o bom desempenho de Dilma e de Pimentel nas pesquisas de intenção de votos em Minas Gerais se deve ao “dedo forte dos petistas dos Correios.”

A reunião teria acontecido na quinta-feira da semana passada, com a presença de dirigentes dos Correios em Minas Gerais, incluindo o presidente da empresa pública, Wagner Pinheiro.

Em Minas, cerca de 9.000 funcionários trabalham na estatal, segundo informou sindicato da categoria. Parte deles é filiada ao PT e assume abertamente sua posição política. “Depois das 18h, o trabalhador tem o direito de se manifestar. Estão criando um fato político. É desespero de tucanos”, diz o presidente do sindicato em Juiz de Fora, João Ricardo Guedes.

Outra parte dos servidores da estatal é ligada ao Partido da Causa Operária (PCO), legenda de extrema esquerda adversária do PT.

Outro lado. Em nota, a direção dos Correios negou que a estatal tenha atuação “político-partidária” nestas eleições e rebateu ainda críticas do candidato à Presidência Aécio Neves, que afirmou ter recebido denúncias de que a empresa deixou de entregar correspondências e material de campanha do PSDB em Minas Gerais.

“As alusões sobre participação de pessoas ligadas aos Correios em atividades político-partidárias jamais podem ser entendidas como atuação da empresa. A participação de algum profissional, como cidadão, nessa ou em outra atividade, fora do âmbito dos Correios e fora do seu expediente de trabalho, diz respeito à pessoa e não à empresa”, diz a nota.

“A referida reunião (com Durval Ângelo) de que trata a matéria (do “Estadão”) ocorreu no período noturno e fora dos Correios, e não utilizou qualquer recurso da instituição. Portanto, não diz respeito à empresa, afirma o comunicado.

Sindicato estuda ações

A Associação dos Profissionais dos Correios (ADCAP), que representa os servidores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), confirmou na noite desta quarta que vai entrar com alguma medida na Justiça contra o presidente dos Correios depois de um vídeo divulgado na internet que mostra o suposto uso da estrutura estatal em favor de candidatos do Partido dos Trabalhadores (PT). O presidente licenciado da associação, Luiz Alberto Menezes Barreto, afirmou que os advogados da ADCAP já estão trabalhando para decidir quais as medidas cabíveis nesse caso, mas ainda não revelou o que a associação pretende fazer. Também na noite desta quarta, a assessoria de imprensa do candidato ao governo de Minas Pimenta da Veiga (PSDB) enviou uma nota informando que apresentará no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido para investigar o PT por improbidade administrativa. Além disso, os tucanos também adiantavam que a ADCAP tomaria a mesma medida.

Em entrevista ao Hoje em Dia, Pimenta revela as principais metas de seu Plano de Governo

Em entrevista, Pimenta destaca a modernização da infraestrutura e a dinamização da economia de Minas, como algumas das metas de governo.

Coligação Todos por Minas

Pimenta da Veiga quer dinamizar a economia de Minas

Fonte: Hoje em Dia

Em entrevista ao Hoje em Dia, o candidato da coligação “Todos por Minas”, Pimenta da Veiga (PSDB), revela as principais metas de sua proposta de governo, caso seja eleito. No plano social, ele garante que as prioridades serão a saúde, educação e segurança. Além da infraestrutura, a dinamização econômica de Minas também está no radar do tucano.

Em seu plano de governo, qual ponto o senhor considera o mais importante e por quê?

As principais bases do nosso plano de governo são a área social, com prioridade para saúde, educação e segurança pública; a modernização da infraestrutura urbana; e a dinamização da economia de Minas.

Além desses pontos, quais são as áreas prioritárias e como pretende desenvolvê-las?

Na educação, vamos levar o ensino integral a todas as escolas do Estado; aumentar as vagas e diversificar os cursos profissionalizantes; valorizar os professores por meio de promoção automática dos que concluírem mestrado ou doutorado e ainda oferecer condições para que optem pelo trabalho integral em uma só escola.

Na segurança, vamos aumentar o policiamento ostensivo e ampliar o efetivo das polícias Militar e Civil. Queremos avançar com os programas de prevenção à criminalidade e às drogas, como o Fica Vivo, pois o tráfico é a principal causa da violência.

Na saúde, vamos ampliar, reformar e construir 17 hospitais regionais, com objetivo de fortalecer o processo de regionalização da saúde. A intenção é fazer com que as pessoas tenham atendimento médico o mais próximo possível de suas casas. Para isso, vamos também implementar incentivos aos médicos que se fixarem nas pequenas cidades.

Na infraestrutura, vamos atacar o problema da mobilidade urbana. Primeiro, é preciso um transporte público de qualidade. O mais eficiente é o sistema sobre trilhos. Na Região Metropolitana, por exemplo, a solução é o metrô. Temos o compromisso de construir o Rodoanel Norte e também 22 contornos rodoviários ao redor de cidades de médio e grande porte, eliminando o tráfego pesado de caminhões e tornando o trânsito mais seguro na Região Metropolitana. E também vamos construir o Rodoanel Sul, ligando Betim à BR-040.

Como pretende trabalhar pelo desenvolvimento econômico e social das regiões de Minas?

Para fazer com que Minas dê um novo salto na economia, vamos aproveitar as potencialidades regionais e diversificar os empreendimentos. Além disso, vamos investir na infraestrutura e na logística, assim como reduzir a carga tributária, dentro da competência do governo estadual. Com isso, aumentamos as oportunidades, gerando mais empregos e atraindo mais recursos para a melhoria da qualidade de vida dos mineiros. Vamos manter todos os programas sociais, como o Travessia.

Entre 2002 e 2012, Minas reduziu a desigualdade social em 10,9%, um resultado melhor que a média do Brasil e do Sudeste. Mais de 3 milhões de mineiros foram beneficiados pelo Travessia em 309 municípios. O programa promove a inclusão social e produtiva da população em situação de pobreza e vulnerabilidade social, por meio de uma série de ações articuladas entre várias secretarias de Estado e órgãos da administração. Temos que ressaltar que o mineiro tem enorme capacidade empreendedora, sempre soube aproveitar as oportunidades de trabalho nas diferentes áreas e precisa ser cada vez mais incentivado a produzir.

Quais são os principais desafios que o novo governador enfrentará?

São vários porque administrar um estado com as dimensões de Minas, com suas diversidades e potencialidades, exige dedicação e trabalho. Reduzir, por exemplo, as diferenças sociais entre as nossas regiões vai exigir muito esforço e determinação porque o modelo econômico adotado pelo governo federal nos últimos anos aponta para momentos difíceis. Mas, da nossa parte, não faltará o empenho para que as regiões mais pobres, como o Norte, o Jequitinhonha e o Mucuri recebam mais investimentos que as regiões mais ricas. Queremos diminuir a distância social entre as regiões de Minas, sem deixar, no entanto, de criar alternativas para que as mais desenvolvidas não fiquem paradas no tempo.

A crise internacional persiste e compromete o crescimento econômico do Brasil. O que fazer para que Minas se expanda e sustente seus projetos de governo?

Não é só a crise internacional que preocupa, mas a política econômica do governo federal do PT que trouxe de volta a inflação com profunda recessão. O retorno da inflação significa prejuízo para todos, é vizinha da corrupção, impede o crescimento, o desenvolvimento de cidades e pessoas. Apesar disso, nos últimos anos, Minas cresceu mais do que a média nacional. A indústria mineira aumentou a sua parcela na economia do Estado, segundo o IBGE. Em 2002, o setor respondia por 27,5% da economia mineira e passou para 32,8% em 2011. Esse índice representa mais do que o crescimento da média nacional. Em 2002, a indústria no Brasil tinha participação de 27,1% e cresceu 0,4 ponto percentual em 2011, quando chegou a 27,5% na economia nacional.

O senhor se considera preparado para enfrentar um eventual cenário negativo, com perdas de arrecadação?

Me sinto extremamente preparado. Além da atração de investimentos, como já citei, vamos intensificar a parceria com a iniciativa privada. Minas é o estado com maior número deParcerias Público Privadas (PPP). Nos últimos seis anos, o Governo de Minas conseguiu atrair R$ 2,3 bilhões para projetos de PPP, e outros R$ 5 bilhões em projetos em licitação. Minas se tornou referência nacional e internacional quando se trata desse modelo, com reconhecimento pela revista britânica World Finance e pelo Banco Mundial.

Se eleito, que Estado o senhor deseja entregar?

Uma Minas onde todos tenham orgulho de dizer onde vivem. Meu maior compromisso é com os cidadãos. As ações do governo terão como objetivo principal promover o bem-estar das pessoas que devem ser contempladas com políticas públicas que tornem nosso Estado uma terra de oportunidades para todos.

Se eleito, qual será o perfil do seu secretariado?

Competência e espírito público. É o que buscaremos entre os homens e mulheres de bem para compor o nosso governo. Queremos fazer um governo moderno, com eficiência em gestão. Como somos apoiados por uma ampla coligação – que inclui 14 partidos, além de lideranças de outras legendas que ao longo da campanha, foram se juntando a nós – não precisaremos nos render a conchavos ou alianças espúrias para garantir governabilidade. O eleitor pode esperar de nós o compromisso com a ética e o interesse público em todas as nossas ações, o que começará já na montagem da equipe de governo.

Por que os mineiros devem votar no senhor?

A nossa candidatura é a mais preparada para governar Minas. Tenho percorrido diversas cidades para escutar as pessoas sobre seus principais sonhos e demandas. Ninguém pode governar bem um país, um estado, um município se não for ouvindo os destinatários das nossas ações. O que me credencia é a minha história pessoal e política, de quase 40 anos dedicados ao interesse público, que me ensinou que o foco de um governo deve ser a melhoria da vida das pessoas.

Escândalo: ‘Dedo forte dos Correios’ é responsável por bom desempenho de Dilma e Pimentel em Minas

Durval Ângelo afirmou que a presidente Dilma só chegou a 40% das intenções de votos em Minas Gerais porque “tem dedo forte dos petistas dos Correios”.

Ações ilícitas para conquistar votos

Fonte: Estadao de S.Paulo

Em vídeo, deputado diz que ‘tem dedo forte dos petistas dos Correios’ na campanha de Dilma

Em reunião em Minas, Durval Ângelo (PT-MG) atribui desempenho da presidente nas pesquisas de intenção no Estado à ‘contribuição’ da empresa; imagens foram obtidas pelo ‘Estado’.

Clique aqui para assistir o vídeo

Numa reunião com dirigentes dos Correios em Minas Gerais, com a presença do presidente da empresa pública, Wagner Pinheiro, o deputado estadual Durval Ângelo (PT-MG) afirmou que a presidente Dilma Rousseff só chegou a “40%” das intenções de votos em Minas Gerais porque “tem dedo forte dos petistas dos Correios”. Um trecho gravado da reunião, realizada na última quinta-feira, foi obtido pelo Estado. “Se hoje nós temos a capilaridade da campanha do [Fernando] Pimentel [candidato do PT ao governo de Minas] e da Dilma em toda Minas Gerais, isso é graças a essa equipe dos Correios.” O deputado diz, ainda, que “a prestação de contas dos petistas dos Correios será com a vitória do Fernando Pimentel a governador e com a vitória da Dilma”.

Todo discurso é acompanhado pelo presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, que não se manifesta no trecho ao qual o Estado teve acesso. Pinheiro está sentado à mesa ao lado do deputado Durval Ângelo e não o interrompe. O parlamentar, que integra o Diretório Nacional do PT e é coordenador político da campanha de Pimentel, pede ao presidente dos Correios que informe à direção nacional do partido sobre “a grande contribuição que os Correios estão fazendo” nas campanhas.

“A Dilma tinha em Minas Gerais, em alguns momentos, menos de 30%. Se hoje nós estamos com 40% em Minas Gerais tem dedo forte dos petistas dos Correios. Então, queremos que você leve à direção nacional do PT, que eu também faço parte do diretório, mas também à direção nacional da campanha da Dilma, a grande contribuição que os Correios estão fazendo”. E prossegue: “Muitos companheiros tiraram férias, licença, que têm como direito, ao invés de estarem com suas famílias passeando, estão acreditando no projeto.”

O deputado diz, na gravação, ter uma “parceria antiga com gigantes que representam os Correios” e cita nominalmente o diretor regional dos Correios em Minas Gerais, Pedro Amengol, o assessor do gabinete da diretoria, Lino Francisco da Silva, e o gerente regional de vendas dos Correios, Fábio Heládio, os três ligados ao PT. ‘”…No dia da reunião que nós tivemos no hotel [da qual participou Pimentel], o Helvécio [Magalhães, coordenador da campanha do petista] falou: “Vou reunir com a equipe ainda esta semana e vamos liberar a infraestrutura. E, se hoje nós temos a capilaridade da campanha do Pimentel e da Dilma em toda Minas Gerais, isso é graças a essa equipe dos Correios.””

O deputado contou que várias reuniões foram realizadas no Estado por funcionários dos Correios para trabalhar pelas campanhas: “Os Correios trabalharam com as 66 mesorregiões [de Minas]. Fizemos reuniões em todas e nas macrorregiões, regiões assim como Governador Valadares, com 40 cidades, assim como 30 cidades do Sul, em Viçosa tinha 70 cidades. Onde eu tive perna eu fui acompanhando.”

Na última semana, o Estado revelou que os Correios abriram uma exceção para entregar, sem chancela, 4,8 milhões de folders da campanha de Dilma Rousseff no interior de São Paulo. A chancela ou estampa digital serve como comprovação de que o material entregue pelos carteiros foi realmente postado nos Correios e distribuído de forma regular, mediante pagamento. Dez partidos de oposição também foram beneficiados com a exceção para enviar 927,7 mil unidades sem chancela.

Outro lado. O presidente dos Correios afirmou, por meio da assessoria, que “os Correios não estão contribuindo com a campanha de qualquer candidato”. Ele confirmou que participou da reunião em Minas Gerais, na última quinta-feira, após cumprir agenda de trabalho na capital mineira – a sede dos Correios fica em Brasília. “A reunião não ocorreu durante o expediente e a empresa não custeou despesas relacionadas a ela.” A assessoria informou que “durante o período da tarde, o presidente participou de reuniões de trabalho na Diretoria Regional dos Correios de Minas Gerais e de evento do Plano de Demissão Incentivada para Aposentado dos Correios.”

O deputado Durval Ângelo não respondeu aos telefonemas do Estado. A assessoria de campanha da presidente Dilma Rousseff, procurada, afirmou: “A campanha não mobiliza funcionários da empresa. A única relação da campanha com os Correios ocorre mediante prestação de serviços pagos, como já informado anteriormente ao Estado de S. Paulo”.

A campanha de Pimentel afirmou que ele tem se reunido e recebido apoio de vários segmentos de servidores em Minas Gerais, incluindo dos Correios. “É algo corriqueiro na campanha”, afirmou a assessoria. Na última semana, por exemplo, o candidato esteve com funcionários da estatal num encontro organizado pelo diretor dos Correios em Minas, Pedro Amengol. “Demonstramos o apoio do coletivo de trabalhadores e trabalhadoras dos Correios que está organizado há mais de dez anos no estado”, afirmou Amengol, conforme noticiado no site da campanha. Procurado, Amengol não ligou de volta para o Estado.

Pimenta vai melhorar qualidade de vida para portadores de deficiência

Em encontro com Anna Paola Frade, esposa de Pimenta, representantes levaram sugestões de políticas para melhoria da acessibilidade.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pessoas com deficiência se unem a Pimenta da Veiga na luta por mais inclusão e qualidade de vida

Em encontro com Anna Paola Frade, esposa do candidato a governador, representantes levaram sugestões de políticas para melhoria da acessibilidade

A busca por inclusão e melhor qualidade de vida marcou o encontro realizado nesta segunda-feira (22/09), em Belo Horizonte, que reuniu dezenas de pessoas com deficiência, seus familiares e representantes de diversos segmentos de entidades que prestam apoio às pessoas deficientes. Presidido por Anna Paola Frade, esposa do candidato a governador Pimenta da Veiga, o evento teve como objetivo incluir no Plano de Governo a participação efetiva das pessoas com deficiência, que também declararam total apoio às candidaturas da Coligação Todos por Minas.

“Hoje me sinto realizada. Foi um dia tão importante, porque reunimos aqui no Comitê do Pimenta da Veiga, candidato ao Governo de Minas, meu marido, um grupo significativo de entidades que representam pessoas com deficiência. Foi emocionante e eu me comprometo a lutar ao lado dessas pessoas maravilhosas, que merecem oportunidades na vida como todos nós”, afirmou Anna Paola.

Ao lado do vereador de Belo Horizonte Leonardo Mattos, Anna Paola Frade transmitiu o compromisso firme de Pimenta da Veiga de incluir as pessoas com deficiência em sua equipe de governo, se eleito, com objetivo de desenvolver políticas públicas de acessibilidade ainda mais inclusivas. Ela ainda garantiu sua participação direta para assegurar os benefícios.

Pimenta da Veiga terá um olhar atencioso a esse segmento e as políticas para pessoas com deficiência terão peso em seu governo, porque haverá uma mulher brigando por essa classe junto a ele no governo. Fiquei muito sensibilizada quando esses grupos todos declararam apoio ao melhor candidato que Minas tem”, disse emocionada.

A meta de Pimenta da Veiga é assegurar que as pessoas com deficiência recebam em sua gestão atenção especial, conforme determina a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência e a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Se eleito, o candidato quer garantir atendimento adequado às pessoas com deficiência, incluindo autismo, independentemente da idade.

Políticas garantidas

No encontro, foram discutidas a implantação da educação inclusiva e bilíngue para surdos (LIBRAS – português), a partir da educação infantil, de forma coerente, qualificando a escola comum com capacitação dos profissionais da educação, necessidade de acesso aos espaços físicos e aquisição de tecnologias assistivas adequadas. Outro ponto discutido foi quanto à oferta de transporte escolar adequado às necessidades das pessoas com deficiência, incluindo autismo.

Além disso, Pimenta da Veiga se compromete a divulgar e incentivar a Lei Federal Nº 8.213, de 1991, com os objetivos de fiscalizar seu cumprimento e de reverter os valores das multas para um fundo que promova a qualificação das pessoas com deficiência, incluindo autismo, para o mercado de trabalho.

Militante do movimento de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, Leonardo Mattos defendeu o apoio a Pimenta da Veiga ao Governo de Minas e de Anastasia ao Senado, principalmente pelo engajamento dos dois na busca pelas melhorias ao segmento. Para o vereador, a inclusão das pessoas com deficiência no desenvolvimento das propostas é o grande diferencial desta campanha.

“Pimenta da Veiga nos acolhe, nos recebe, pronto para nos ouvir. Isso é um sinal de que nós, pessoas com deficiência, estaremos no centro das decisões do governo. As políticas são sempre tratadas distantes de nós. Agora, Pimenta diz: ‘as políticas serão com vocês’. Portanto, isso motivou todas as pessoas com deficiência, profissionais, familiares, a fazer uma grande corrente em defesa do ingresso das pessoas com deficiência, definitivamente, no Governo de Minas. Nós seremos um exemplo para o Brasil. Os deficientes, tratando das políticas para os deficientes”, comemorou.