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“No país da burocracia”, artigo de Antonio Anastasia

Senador Antonio Anastasia diz que burocracia é uma porta em que temos que atravessar. Ela inviabiliza e impede o país de crescer.

Quanto tempo não perdemos no Brasil com processos desnecessários e ultrapassados?!

Fonte: PSDB

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A burocracia é, hoje, a porta que temos de atravessar, diz Anastasia. Reprodução.

Vontade de mudar o rumo da história, de acreditar que a vida da gente pode, sim, ser um mundo fantástico, desses de livro. Uma fantasia. Um mundo que Alice quis conhecer.

Tomando uma poção mágica, Alice, de Lewis Carroll, que acaba de completar 150 anos de publicação, acredita em um outro mundo. E para isso diminuiu seu tamanho. Quis entrar pela porta pequena. Tomo emprestadas as metáforas.

Ao contrário, hoje, temos que nos transformar em “gigantes” para entrar por uma, duas, três portas. Vivemos o inverso do mundo de Alice. Não um sonho, um pesadelo.

A burocracia é, hoje, a porta que temos de atravessar. Ela inviabiliza, dificulta, paralisa, impede-nos de crescer. Ao invés de gatos, chapeleiros, relógios, cartas, temos papéis e exigências, xerox, cópias, firmas reconhecidas, cartórios, filas, senhas…

Um mundo sem cor, sem graça, carimbado por avalistas, recheado de fiadores. Certidão de nascimento, de casamento, de separação e de bons antecedentes. Nada consta do Tribunal de Justiça. Do Tribunal Regional Federal. Do TRT, TST, TRE, TSE, STM, CNJ, no Superior Tribunal de Justiça. E do Supremo também.

Título de eleitor. Comprovante de votação nas últimas cinco eleições. Carteira de Trabalho, de motorista, de Identidade. Número de PIS. PASEP. Passaporte. Cópia. Autentica. Comprovante de endereço? Só luz ou água. Fotos 3 x 4. Camisa preta. Fundo branco. Sem sorrir…

O coelho que atrai Alice lembra que o tempo urge. Mas quanto tempo não perdemos no Brasil com processos desnecessários e ultrapassados?!

A realidade

Vivemos uma burocracia negativa e exagerada, que atrapalha a vida nacional. O país da burocracia e do papel. Do carimbo e da autenticação. Herança dos tempos da Coroa portuguesa que, infelizmente, permanece incrustada na administração pública brasileira até hoje.

Colocamos em um altar a ‘papelada’, na linguagem singela do nosso cidadão comum. Isso tornou-se um tormento. Gera atraso, aborrecimento, prejuízos para os cidadãos e para o país.

Tivemos em determinado momento esforços importantes com a figura do ministro Hélio Beltrão para um processo de desburocratização. Passado tanto tempo ainda não conseguimos incutir na sociedade, especialmente nas áreas governamentais, o gosto pela simplicidade. Tudo é complicado e exige confirmações infindáveis. Não temos confiança nas relações entre governo e o cidadão

Enquanto não superarmos isso, na busca de uma administração pública mais enxuta, mais leve e mais simples, dificilmente poderemos avançar. Mudar essa realidade não pode ser um sonho ou uma quimera. Não podemos mais aceitar que a porta emperrada nos impeça de prosseguir.

Simplificar, desburocratizar, tirar as amarras, verdadeiros nós górdios, é dever do Estado que pretende ser eficiente, catalisador do crescimento. É um esforço que se faz urgente. Para o bem de nossas empresas, de nossa economia, de nossos trabalhadores, de nossa qualidade de vida e da nossa paciência.

O tempo urge. “Se você conhecesse o Tempo tão bem quanto eu”, o Chapeleiro falou, “não usaria a palavra desperdício para se referir a ele. Ele não é qualquer um”. Siga o coelho branco.

Propostas Aécio: criação de amplo programa de neonatal

Aécio: “Tenham certeza de que vamos criar na saúde um amplo programa para crianças que nasçam prematuras ou com algum problema”.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

Aécio Neves: “Se quisermos cuidar do país, temos de começar a cuidar de nossas crianças”

Em visita à sede da Pastoral da Criança em Curitiba (PR), o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, assumiu o compromisso de, em seu governo, criar um amplo programa de atendimento neonatal na rede pública de saúde do país e priorizar as políticas voltadas para a criança.

“Tenham certeza de que vamos criar na rede pública de saúde um amplo programa para crianças que nasçam prematuras ou com algum problema. Vamos buscar ajuda de vocês para dar a todos, começando pelas regiões mais pobres, o atendimento adequado a essas crianças”, afirmou, nessa segunda-feira (13/10).

Após assinar moção pela beatificação da médica pediatra e sanitarista Zilda Arns, Aécio lembrou a sua experiência recente, com o nascimento prematuro do casal de gêmeos há quatro meses.

“Vivi uma experiência pessoal muito sofrida, mas muito estimuladora do ponto de vista do que poderemos fazer. Eu tive um casal de gêmeos prematuro há quatro meses. Vi que se não fosse o atendimento adequado talvez eles não estivessem aqui.”

Ele disse que, nos 65 dias em que o filho Bernardo ficou internado na UTI, pensou várias vezes nas crianças que necessitavam de cuidados semelhantes e que não puderam recebê-los.

“É apenas uma história singela para dizer que o que me move nessa caminhada é saber que eventualmente presidente da República, com um time muito qualificado que vamos montar, vamos conseguir chegar no problema pessoal [de cada um dos brasileiros]”, afirmou.

Pela vitória da vida

“Cada vida que conseguirmos salvar, [cada criança que conseguimos] encaminhar adequadamente com saúde e educação para que encontre o seu lugar no mundo cada vez mais competitivo, já será uma vitória. Eu espero ao lado de vocês comemorar milhões de vitórias cuidando de verdade das crianças brasileiras”, disse Aécio.

O candidato foi recebido por Flávio Arns, vice-governador do Paraná e sobrinho de Zilda Arns, e por Nelson Arns, filho da médica, fundadora da Pastoral da Criança e falecida em janeiro de 2010. Ele estava acompanhado do governador reeleito Beto Richa, do senador reeleito Álvaro Dias e do senador eleito por São Paulo José Serra.

Carta-compromisso

Aécio assinou ainda uma carta-compromisso com famílias, especialmente as mais pobres, para que tenham a possibilidade de uma vida digna.

“Para mim, é uma bênção vir aqui e receber essa boa energia da Pastoral da Criança”, disse. “Esteja certo de que esta será uma preocupação permanente do meu governo se eu vencer as eleições, porque esta é uma compreensão que trago do lugar mais profundo da minha alma. Se quisermos cuidar do país, temos de começar a cuidar das nossas crianças.”

Entre as propostas voltadas para a infância, ele citou o pré-natal adequado, creches e pré-escola a todas as crianças com até quatro anos de idade, alimentação adequada e guerra sem trégua contra o trabalho infantil e a violência contra a criança.

Nelson Arns lembrou que o baixo peso da criança é um problema da infância que pode se projetar na vida adulta. “Pressão alta, osteoporose, problemas renais e até infarto acontecem com mais frequência em criança que nasceu com baixo peso. A criança que nasce com baixo peso tem o dobro de chance de ser hipertenso”.

Belo exemplo

Aécio Neves afirmou que tomará a iniciativa de buscar parcerias com entidades. “A partir de 1º de janeiro, se vencermos as eleições, em vez de vocês procurarem o governo, o governo federal é que vai procurar vocês rapidamente para ver de que forma poderemos ampliar essas nossas relações. Vamos fazer isso com toda a sociedade.”

A Pastoral da Criança é “um dos mais belos exemplos de iniciativa da sociedade”, disse Aécio.

Pimenta vai fortalecer Polo Moveleiro de Ubá

Pimenta: “Temos de apoiar fortemente a atividade empresarial, que é geradora de emprego e renda. Ubá é um exemplo”.

Fonte: Hoje em Dia

Pimenta acena com investimento no setor moveleiro de Ubá

Patrícia Scofield

O candidato ao governo estadual pela Coligação “Todos por Minas”, Pimenta da Veiga (PSDB), voltou a acusar, nessa quinta-feira (18), o concorrente Fernando Pimentel (PT), ex-ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, de “não ter trazido investimentos para a economia mineira enquanto chefe da Pasta”. Um dos exemplos dados pelo tucano foi o enfraquecimento do setor de confecções em Ubá, na Zona da Mata, nos últimos dez anos. Pimenta fez carreata ao lado do ex-governador Antonio Anastasia (PSDB), candidato ao Senado na região. Eles visitaram ainda lideranças nas vizinhas Caratinga e Manhuaçu.

“Nós não vamos deixar que aconteça com o polo moveleiro – Ubá é expoente em Minas nesse setor – o que aconteceu com o polo de confecções, porque o governo do PT, o ministro de Desenvolvimento do PT, que é aliás candidato ao governo de Minas, não soube apoiar”, comentou Pimenta. “Temos de apoiar fortemente a atividade empresarial, que é geradora de emprego e renda. Ubá é um exemplo”.

Na ocasião, o tucano se comprometeu a conceder incentivo para fortalecer a atividade empresarial, referindo-se especialmente ao crédito e às questões tributárias. Mas não detalhou a proposta.

As críticas mais fortes ao governo federal foram feitas pelo candidato ao Senado, Antonio Anastasia (PSDB), que reforçou sua postura em relação à política econômica e ao que classificou como “volta alarmante” da inflação.

“Lamentavelmente, o Brasil hoje vive uma crise decorrente de má política econômica do governo federal, e não adianta culpar a crise internacional, porque países vizinhos ao Brasil estão com índices maiores de crescimento. Estamos com um quadro difícil, inflação voltando, passando das metas, indo além do limite, do teto, e um crescimento baixo. Então, é um quadro grave, que o governo federal do PT não está sabendo combater”.

Mais promessas

Em Ubá, Pimentel afirmou que vai fazer obras viárias no “contorno da cidade” para dar vazão ao tráfego de caminhões e de veículos, e criar um núcleo de combate ao câncer na cidade. “É uma reivindicação antiga da cidade, e nós vamos cuidar para que isso seja feito. Que o núcleo seja equipado e entre em funcionamento para atender não apenas Ubá, mas toda a região”.

Na educação, o tucano defendeu a escola de tempo integral. “A criança por mais tempo na escola quer dizer pais mais tranquilos, porque sabem que os filhos estão na escola; e que as crianças aprendem mais, podem ter um currículo maior, e se dedicar à cultura”.

Perfil da economia local

Ubá concentra médias e grandes indústrias, principalmente de móveis e confecções, além de comércio variado e serviços. Segundo diagnóstico desenvolvido sob a coordenação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Ubá, Minas Gerais (Senai), as cerca de 300 empresas da microrregião geravam, em 2004, 2.795 empregos diretos e outros 1.054 indiretos.

Caratinga, por sua vez, apresenta o maior Produto Interno Bruto (PIB) de sua microrregião, destacando-se na área de prestação de serviços e como polo regional da cafeicultura. Segundo o Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), a cidade produziu, em 2010, 7.200 toneladas de café beneficiado.

Já Manhuaçu tem economia baseada na prestação de serviços e comércio.

Pimenta vai liderar busca por novo pacto federativo

Pimenta da Veiga reafirmou que a administração regionalizada e o apoio às prefeituras serão bandeiras do seu governo.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pimenta da Veiga vai liderar busca por novo Pacto Federativo e fortalecimento dos municípios

Em encontro na sede da AMM, candidato reafirmou que a administração regionalizada e o apoio às prefeituras serão bandeiras do seu governo

A revisão do Pacto Federativo, com o consequente fortalecimento do poder de ação dos municípios, será uma bandeira primordial do governo de Pimenta da Veiga. Durante solenidade de abertura do 102º Encontro de Prefeitos das Cidades Polo de Minas Gerais, realizado na sede da Associação Mineira de Municípios (AMM), em Belo Horizonte, nesta terça-feira (02/09), Pimenta afirmou que vai conduzir, logo nos primeiros dias de seu mandato, uma ampla articulação política, junto à bancada mineira no Congresso Nacional, em defesa da revisão do atual modelo de partilha de recursos entre os entes da Federação.

“Tenho percorrido todo o Estado, conversado com centenas de prefeitos e fico impressionado com as dificuldades que esses administradores enfrentam, com o sacrifício a que são submetidos, em razão da concentração de recursos nos cofres da União. Há uma profunda inversão de prioridades, com o governo federal recolhendo dois terços das rendas públicas, e estados e municípios, sufocados, com um terço das arrecadações. Isso tem que mudar com urgência. Juntos, vamos assumir essa articulação política”, afirmou Pimenta, diante de uma plateia formada por prefeitos de diversas regiões de Minas.

Pimenta explicou, ainda, porque defende o fortalecimento das gestões municipais. “Sou aliado dos prefeitos na luta pela alteração da distribuição das rendas públicas. Quem está mais perto faz melhor. Assim, a prefeitura sempre fará um trabalho mais adequado à realidade da população. Por isso defendo uma melhor distribuição da arrecadação pública, tenho essa sensibilidade. Vou governar ao lado dos prefeitos na luta pela revisão do Pacto Federativo. A ação política que vamos conduzir em Minas será essencial para reivindicarmos essa revisão junto ao Congresso Nacional e ao governo federal”, disse ele.

Além de destacar os êxitos de sua trajetória política, Pimenta reafirmou seu compromisso em promover um modelo regional de administração. “À frente do Governo de Minas quero trocar experiências, dialogar, fortalecer o poder de ação dos municípios. Fui prefeito da Capital, conheço bem a realidade da gestão municipal. Meu estilo de gestão é: quanto mais perto o poder público estiver do problema, mais perto estará das soluções. No meu governo, saúde, educação e segurança terão administração regional, dentro da realidade de cada região, com processos decisórios tomados efetivamente nas regiões”, afirmou.

Diálogo

A organização do encontro convidou outros candidatos ao Governo de Minas para falar sobre suas propostas. Apesar da abertura deste importante canal de diálogo com os prefeitos, o candidato do PT não compareceu e, segundo a AMM, sequer justificou a ausência. O prefeito de Itabirito, Alex Salvador (PSD), lamentou esse desrespeito às prefeituras e às associações municipalistas por parte do petista. “É importante saber a ideia dos candidatos. Acho que todos deveriam participar. O candidato do PT deveria ter vindo debater suas ideias. Essa ausência é lamentável”, afirmou Alex Salvador.

Na chegada ao local do encontro, Pimenta foi recebido pelo presidente da AMM, Antônio Carlos Andrada, e pelo presidente da Frente Mineira de Prefeitos, o prefeito de Divinópolis, Vladimir Azevedo. “Aqui, os prefeitos discutem políticas públicas com os candidatos ao Governo de Minas. O evento foi planejado e formatado com tempo igual aos candidatos convidados. Nossa surpresa e pesar é que não tivemos a participação do candidato (do PT), mesmo tendo confirmado presença e não comparecendo no último momento, sem nenhuma comunicação prévia”, lamentou o presidente da Frente Mineira de Prefeitos.

Pimenta afirma que adversário do PT é o ‘ministro do atraso’

Pimenta da Veiga: “O que desenvolve o país é a economia. Não adianta prometer diversos programas sociais, se a economia não vai bem”.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Pimenta eleva o tom e classifica adversário de ‘ministro do atraso’

Ana Luiza Faria

O candidato ao governo de Minas pela coligação “Todos por Minas”, Pimenta da Veiga(PSDB), questionou nessa terça-feira (02) a capacidade de seu adversário Fernando Pimentel(PT), da coligação “Minas pra Você”, de garantir o desenvolvimento econômico e social do Estado. “O meu adversário anda dizendo que vai desenvolver o Estado, mas eu fico pensando como ele fará isso. Ele ocupou o cargo de ministro do Desenvolvimento, e o Brasil está em recessão. Como que vai desenvolver? Alguém que, como ministro do Desenvolvimento, foi na verdade o Ministro do atraso”, alfinetou.

Para Pimenta, o que desenvolve o país é a economia. De acordo com o candidato, não adianta prometer diversos programas sociais, pois se a economia não vai bem não dá para fazer nada. “Não adianta ter a melhor das intenções na parte social se não tem dinheiro. Não tem como fazer. Portanto, o resultado da economia deve ser bem distribuído”, argumentou.

O candidato do PSDB criticou a posição adotada pelo governo do PT em relação àsParcerias Público-Privadas (PPPs) nos primeiros dez anos de gestão petista. “O aprendizado do PT custou muito caro ao Brasil. Levaram uma década acusando a nós, do PSDB, que tínhamos privatizado estradas, que isso foi criminoso. Agora, a partir do ano passado, começaram a privatizar”, afirmou.

Segundo Pimenta, nesse período o “mundo inteiro” queria investir no Brasil, mas era “proibido”. Agora, de acordo com o ele, esses possíveis investidores perderam a expectativa no país.

Em encontro nessa terça com representantes da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg), Pimenta da Veiga afirmou que independentemente de como for definida a sucessão presidencial, caso eleito não aceitará o “abandono, a omissão e o desinteresse” que o governo do PT teve com Minas Gerais. “Minas terá uma ação política muito profunda e bem articulada”, disse.

O tucano prometeu que todas as obras e projetos estaduais iniciados no Estado serão concluídos, e que todos os serviços serão mantidos. “Não vamos paralisar nada. Fico horrorizado ao viajar pelo Brasil e constatar obras de rodovias, ferrovias e portos inacabadas. Isso é desperdício de dinheiro público. Isso é inadmissível”.

Agropecuária

De acordo com Pimenta da Veiga é preciso “reverenciar” o produtor agropecuário, que representa um setor fundamental na economia do Estado. “Os empregos gerados pelo setor são fundamentais e sustentam milhões de mineiros, e os produtos compõem de forma significativa a nossa pauta de exportações, por isso, o governo estadual deve dar à agropecuária toda a sua atenção”, pontuou.

Órgãos reguladores têm que entender a produção rural’

Pimenta da Veiga enfatizou em seu discurso a questão da agilidade das concessões de licenças ambientais. Ele afirmou que as empresas que regulam o meio ambiente “precisam compreender a importância da produção rural”.

“É preciso estabelecer regras que sejam, em primeiro lugar, simples, para serem eficientes, e rápidas. Então, não pode? Negue. Pode, autorize logo”, explicou.

Segundo Pimenta da Veiga, os produtores rurais devem estar intimamente ligados à questão do meio ambiente. De acordo com o tucano, ninguém depende mais do meio ambiente do que o produtor rural, cujo trabalho depende da terra, do clima e da água.

Em relação à indenização dos produtores rurais que tiveram áreas cedidas para unidades de conservação e ainda não foram indenizados, Pimenta garantiu que agilizará todos os processos. “Os parques deviam ser criados, era importante para a preservação de bens naturais. Agora, não é o proprietário que tem de ser vítima disso. Ao contrário, tem de receber. Nós vamos agilizar os processos”, afirmou.

Tucano destaca investimento em ferrovias

Em pronunciamento na Faemg, Pimenta da Veiga anunciou que ampliará as ferrovias e melhorará as rodovias do Estado. “O governo federal atrasou a definição do processo ferroviário brasileiro. Se é com participação de capitais privados, vamos fazer logo. Minas precisa de mais ferrovias. Precisamos construí-las”, afirmou.

Para resolver o problema da malha rodoviária, o candidato do PSDB propõe uma parceira com a União. “Temos 30 mil quilômetros de rodovias que precisam estar em boas condições, e por isso nós queremos estudar parcerias com o governo federal para cuidar das rodovias federais”, afirmou.

De acordo com o tucano, essas iniciativas irão melhorar a logística para o comércio dos produtos agrícolas. “A questão da logística é essencial, porque não há como o produtor rural atender aos seus mercados se o Estado não tiver malhas rodoviária e ferroviária cada vez melhores, porque os volumes da produção do campo são muito grandes”.

Educação

Pimenta destacou a importância em investimentos na educação para o desenvolvimento tecnológico do setor agropecuário. “A minha principal tarefa é desenvolver a educação no seu sentido amplo: ciência, tecnologia e cultura”, afirmou. Segundo o candidato do PSDB, sua intenção é ver Minas como o Estado da inovação. “Para mim, inovação é isso, é desenvolvimento da tecnologia. E isso só é possível com educação de qualidade”, disse.

Pimenta declarou apoio ao sistema produtivo rural do Estado destacando a redução da burocracia, e parceira nas questões de crédito e questões tributárias e fiscais.

Pimenta vai adotar ousada política de investimentos em segurança

Pimenta declarou “tolerância zero” contra a violência em Minas, a partir de uma ousada política de investimentos em segurança pública..

Coligação Todos por Minas

Fonte: PSDB-MG

Pimenta garante tolerância zero contra a bandidagem em Minas

Em entrevista à TV Globo, candidato assegura reforço das ações de segurança pública, com policiamento ostensivo nas ruas das cidades mineiras

O candidato a governador pela Coligação Todos por MinasPimenta da Veiga, declarou “tolerância zero” contra a violência em todo o Estado, a partir de uma ousada política de investimentos em segurança pública, com o reforço do policiamento ostensivo nos municípios mineiros. Em entrevista concedida ao telejornal MGTV 2ª Edição, da TV Globo, na noite desta terça-feira (19/08), Pimenta destacou as ações realizadas pelo Governo de Minas nos últimos anos e estabeleceu novas metas a serem atingidas.

“Fizemos grande avanços, mas eu vou declarar tolerância zero contra a bandidagem, através de um policiamento mais ostensivo e da tecnologia na polícia”, afirmou Pimenta. Minas é o Estado que mais investe em segurança pública no Brasil, proporcionalmente ao orçamento, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública – levantamento que é divulgado pelo próprio Ministério da Justiça.

Além de propor uma ação vigorosa de combate à criminalidade, Pimenta também voltou a defender a importância de criação de um novo no Pacto Federativo. “Na dívida que os estados e municípios têm com o governo federal é cobrada uma agiotagem (pelo Governo Federal). Isso faz com que a dívida cresça todos os dias. Além disso, o governo federal fica com dois terços dos impostos recolhidos. Assim, estados e municípios vivem na penúria. É preciso mudar o Pacto Federativo e nós vamos lutar por isso”, destacou Pimenta da Veiga.

Experiência em gestão

O candidato apontou, ainda, sua experiência política como um diferencial nestas eleições. “Fui deputado quatro vezes, fui presidente nacional de partido, fui prefeito de Belo Horizonte, onde iniciamos projetos de grande inovação, como o orçamento participativo e as Administrações Regionais, e fui ministro de Estado por quatro anos”, afirmou. “Como ministro levei os Correios a todo o país. Na telefonia celular, eram 500 mil telefones celulares e hoje são 300 milhões. É um grande legado, do qual eu tenho um grande orgulho”, completou.

Em suas considerações finais, Pimenta reafirmou seus compromissos com a educação e a saúde. “Quero dizer que nos primeiros dias de governo vou mandar um projeto de lei para a Assembleia Legislativa, para, quando for aprovada, todas as escolas de Minas, construídas a partir daí, estarem preparadas para o ensino integral. Vamos criar o programa Hospital da Cidade, para atender hospitais de todas as cidades – são mais de 300. Quero, por isso, o seu apoio e o seu voto, para fazer Minas avançar muito mais do que tem avançado”, concluiuPimenta da Veiga.

Presidente da CSN disse que ‘só louco’ investe hoje no Brasil

Benjamin Steinbruch admitiu que a CSN desistiu do projeto de construção de uma usina de aços planos e longos em Congonhas.

Recessão econômica

Fonte: Hoje em Dia

Steinbruch: “só louco investe hoje no Brasil”

Janaína Oliveira

presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, fez nessa terça-feira (12) um duro discurso pedindo mudanças na política econômica brasileira.

Para um auditório lotado, durante a solenidade de abertura do 25° Congresso do Instituto Aço Brasil, em São Paulo, ele disse que o Brasil nunca vivenciou um ano eleitoral em que a expectativa é de recessão econômica. “Só louco investe (hoje) no Brasil”, afirmou.

Segundo ele, há um risco iminente de desemprego pela falta de perspectiva de negócios.

“Os problemas do Brasil e do setor são a mesma coisa. O problema é de todos nós. Estamos chegando no limite. O país pode piorar muito. Aí os negócios pioram e o nível da sociedade piora também. É preciso criatividade para tirar o Brasil dessa situação”, afirmou.

Steinbruch reclamou ainda do Custo Brasil e da dificuldade de diálogo com o governo federal. “Falta comunicação, nossas dificuldades não chegam em Brasília”, disse.

Ele disse que o Brasil precisa fazer algo “muito diferente”, já que o país está chegando a um limite. “Medidas paliativas não adiantam. Eu só acredito em uma solução, se houver algo muito diferente para solucionar nossos problemas. Só algo agressivo para arrumar essas distorções”, afirmou.

presidente da CSN disse também que é difícil encontrar um empresário que esteja otimista com as perspectivas de curto prazo, sendo que há notícias de que grandes empresas já começaram a promover cortes de pessoal e redução no volume de produção.

O executivo disse, por outro lado, que a indústria brasileira é rápida e que responderá assim que forem vistos sinais mais positivos em relação ao andamento da economia.

Defesa

Também presente na abertura do evento, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, reconheceu que o país passa por um momento de “maré baixa”.

“O Brasil demorou a sentir os impactos mais fortes da crise internacional. Fomos bem até 2010. Agora estamos atingindo o fundo do poço”, admitiu.

Segundo o ministro, o mundo tem crescido, desde 2008, numa média de 3,5%, mas quando se exclui a China, o resultado é de quase estagnação.

“Não há uma carta na manga, mas o Brasil tem condições de avançar. O país pode resolver seus próprios problemas”, disse.

Mauro Borges destacou investimentos de R$ 193 bilhões do Minha CasaMinha Vida e o programa de concessões que deve injetar R$ 200 bilhões na infraestrutura logística brasileira como propulsores da economia brasileira.

CSN desiste da usina de Congonhas

Benjamin Steinbruch admitiu, nessa terça-feira (12), que a CSN desistiu do projeto de construção de uma usina de aços planos e longos em Congonhas, com investimento de R$ 6 bilhões. O executivo afirmou, entretanto, que ainda estuda a construção de uma unidade apenas de aços longos na cidade.

Sobre a mineradora Namisa, cuja jazida também está em Congonhas, Steinbruch disse que está otimista em relação às discussões com suas sócias asiáticas (a trader japonesa Itochu, mais as siderúrgicas japonesas JFE Steel, Kobe Steel e Nisshin Steel, a sul-coreana Posco e a taiwanesa China Steel).

A CSN, que detém 60% da mina, pretende fazer uma fusão dos ativos de mineração e logística. “Está caminhando. É um bom ativo. Se ficar com a fusão, é ótimo. Se ficar sem, também”, disse.

Steinbruch também admitiu estar na disputa para a aquisição da usina norte-americana de Gallatin Steel, da siderúrgica brasileira Gerdau e da indiana ArcelorMittal. A Gallatin Steel, localizada em Kentucky, produz seis milhões de toneladas anuais de bobinas a quente.

Minientrevista

Benjamin Steinbruch

Presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)

A CSN manteve os investimentos previstos? Há perspectiva de cortes?

A questão não é corte de investimentos porque nós temos condições de continuar a fazer. A questão são as condições para isso. Todo mundo gosta de investir, todo mundo quer fazer. Não só a CSN, mas todas as empresas, todos os empreendedores, se tiverem condições vão investir, vão empreender. Agora precisa ter condições.

O senhor falou sobre a possibilidade de recessão ainda neste ano. As empresas já estão demitindo?

A realidade que nós temos é essa, por enquanto. Estava prevista essa dificuldade, agora a gente tem que combater isso e tentar não deixar que isso aconteça. Tem muita gente na iminência de eventualmente tomar a decisão de mandar empregado embora. Por isso que eu digo que o consumo tem que continuar, independentemente de qualquer coisa. É claro que ninguém quer inflação. E é claro que o governo tem um medo muito grande da inflação porque ela derruba qualquer tipo de perspectiva de reeleição do governo federal.

Mas a recessão é no setor ou no país de forma geral?

O setor reflete a situação no país. A gente não anda separado. Agora a gente tem que saber jogar porque se nós priorizarmos só a inflação, certamente a gente vai ter recessão,desemprego, diminuição da atividade, e que trazem outras complicações. Então a inflação é um problema, mas não é o único.

A CSN vai destinar um pouco mais de volume para o mercado externo no segundo semestre?

Já estamos fazendo isso. Mas aí você tem a dificuldade do dólar, porque o real está muito valorizado. Estamos exportando, mas precisaríamos ter uma moeda mais atualizada. O real está supervalorizado, mas essa é uma opção para não parar. Mesmo que a margem seja menor, a gente tem que usar dela nesse momento para evitar parada de produção.

As exportações incluem aços longos?

Não. Com o produto longo estamos entrando no mercado agora e não há necessidade.

Nesse momento, a situação da mineração é melhor?

A mineração vive mais em função do mercado externo. O comprador é a China, que está se comportando bem e favorecendo o setor. A verdade é que a China está performando melhor do que todo mundo diz.

Na sua avaliação, qual o cenário para os preços do aço de agora para frente?

Espero que seja melhor. Quando você tem um mercado difícil, a primeira coisa que você faz é reduzir preço. Agora isso vai até um limite. Já estamos com uma margem muito apertada.

Uma possível desaceleração da China é um risco a mais para o setor siderúrgico?

Sempre é, mas não é isso que estamos vendo hoje. A China está performando mais do que todo mundo. Continua muito bem e demandando matérias primas. Neste momento, a China está fazendo até melhor do que a gente esperava.