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Projeto Estruturador, criado na gestão Aécio Neves, permitiu crescimento da indústria mineira de software em 358%

Com o apoio do projeto estruturador Arranjo Produtivo Local (APL) iniciado na gestão de Aécio Neves e hoje coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), a indústria mineira de software cresceu 358% nos últimos sete anos, lançou o selo Software de Minas e alcançou o faturamento anual de R$ 2,5 bilhões. As principais informações desse segmento empresarial estão no portfólio Resultados e Perspectivas, lançado nessa terça-feira (30), em Belo Horizonte.

O evento, coordenado pelo Sindicato das Empresas de Informática de Minas Gerais (Sindinfor) com a participação da Sectes, recebeu o apoio da Assespro-MG, Fumsoft, Sucesu-MG e Associação TI Viçosa, além de empresários do setor de software. Segundo o presidente do sindicato, Arquimedes Wagner Brandão de Oliveira, o portfólio apresenta resultados diretos do APL, suas principais ações e parcerias com a Prefeitura de Belo Horizonte, Câmara Municipal, Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). “O software hoje permeia a vida de todos”, disse Arquimedes ao mostrar que o Governo de Minas investiu R$ 5,6 milhões no Projeto Estruturador APL de Software em 2008 e 2009 e o empresariado entrou com a contrapartida de R$ 2,6 milhões.

Minas Gerais possui 18 instituições de ensino na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) com cursos na área de tecnologia da informação, o que significa crescimento da demanda por profissionais; 50 empresas já foram certificadas o que leva o Estado a alternar a liderança com São Paulo. O Sindinfor reconheceu publicamente o apoio do governo mineiro e manifestou otimismo para os próximos anos. “Não enxergamos nada que possa haver uma quebra de continuidade nesse projeto vitorioso. Nós, empresários do software, nos comprometemos a fazer o que nos compete na parceria: empreender, executar as ações, crescer nossos negócios de forma sustentável, gerar empregos e recolher os tributos. E assim contribuir para o objetivo de tornar Minas Gerais o melhor Estado para se viver”, afirmou Arquimedes.

O avanço do software mineiro é resultado também do polo de Viçosa, na Zona da Mata, que vem se organizando por meio da Associação TI Viçosa com 70 empresas de base tecnológica cadastradas. O presidente da entidade, Paulo Márcio de Freitas, destacou a interação universidade – empresas como uma das razões do sucesso. Mas ressaltou que existem desafios como a necessidade de ampliar o apoio às micro empresas.

Centro de Inovação Empresarial

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alberto Portugal, evidenciou o ambiente de relações institucionais cada vez mais fortes entre o Governo de Minas, iniciativa privada e academia, facilitando consideravelmente a busca de soluções e o avanço em áreas portadoras de futuro, como software e outras. “As empresas de software mostraram essa capacidade de integrar, dialogar. O governo criou essa governança e o setor soube aproveitar”, explicou o secretário ao lembrar diversos avanços na área de software como a certificação das empresas, a criação do Bureau de Inteligência do APL e a assinatura do convênio para instalação do Centro de Inovação Empresarial (CEI), projeto que será implantado para incentivar a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação empresarial com foco na produção de novas tecnologias.

As instituições que integram o APL de Software, presentes no lançamento do portfólio Resultados e Perspectivas, homenagearam o Governo de Minas, por meio do secretário Alberto Portugal e da superintendente de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Sectes, Dea Fonseca. Também estiveram presentes no evento: o secretário-adjunto da Sectes, Evaldo Vilela; o presidente da Fumsoft, Wellington Teixeira Santos; o presidente da Assespro-MG, Ian Campos Martins; e o presidente da Sucesu, Márcio Tibo.

 

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