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Os jovens precisam saber mais sobre 1964, artigo Aécio Neves

Senador Aécio Neves comentou: “Foram anos penosos. Não era apenas a construção política que demandava reuniões varando as noites”.

50 anos do golpe militar

Fonte: Carta Capital 

Sociedade

Especial / 50 anos do golpe

A longa noite

Os jovens precisam saber mais sobre aqueles anos, para que esse conhecimento se reverta numa profissão de fé inabalável: o de que a liberdade é um bem insubstituível

por Aécio Neves

Em 1964, data do golpe militar que tirou do país duas décadas de liberdades, tinha apenas 4 anos. Somente bem mais tarde, já na adolescência, pude compreender a real dimensão da longa noite do regime de exceção que se abateu sobre a vida nacional. Mesmo ainda sem ter militância política, era impossível não respirar o clima de terror em vigência nos anos de chumbo. Para mim, particularmente, a ele acrescentavam-se as aflições do meu avô, Tancredo, na sua longa, paciente e determinada jornada em direção à redemocratização do País.

Foram anos em tudo penosos e angustiantes. Não era apenas a construção política que demandava reuniões varando as noites intermináveis. Lembro-me, ainda muito jovem, do telefone insistente e os pedidos de ajuda que se acumulavam.

Tancredo trabalhava diuturnamente cerzindo sua teia incomparável de contatos e, ao lado de outros muitos nomes prestigiados da intelectualidade, do clero e da própria política, tentava fazer valer apelos e argumentos em defesa de estudantes, artistas, ativistas de correntes diversas, quando não de seus familiares, atingidos em sua integridade pela fúria do totalitarismo militar.

Comecei minha atuação política na luta pela redemocratização do Brasil, no começo dos anos 80, quando as oposições viviam um grande impasse sobre o futuro imediato.

De um lado, já havia alguma abertura, a anistia e as eleições diretas para governadores de estado. Metalúrgicos, bancários, professores e outras categorias haviam reconquistado o direito de greve e se organizavam em centrais sindicais de expressão nacional. Os estudantes tinham reerguido a UNE. Exilados e banidos estavam de volta ao convívio de suas famílias e retomavam a militância. Uma profunda reorganização partidária começava a brotar da aglutinação de diferentes correntes de opinião.

De outro lado, o conflito de interesses demonstrava que os militares não deixariam facilmente o poder. Para quem não acreditava na determinação desse continuísmo, atentados como o da OAB e do Riocentro se incumbiram de dissipar a dúvida. A batalha pela democracia estava pela metade, inconclusa. Sem eleições diretas para presidente da República, o fim da ditadura militar, que assombrava o país desde 1964, seria uma miragem.

O caminho a seguir era o do fortalecimento crescente da unidade entre as oposições. E o de uma condução madura, para que a reconquista plena da democracia não desaguasse num banho de sangue, como ocorreu em tantos episódios na história das transições políticas – direção apontada, não sem polêmicas e dissensões, por brasileiros da grandeza de Tancredo Neves e Ulysses Guimarães, para citar apenas dois nomes, por meio dos quais rendo homenagem a inúmeros combatentes daquelas jornadas.

Ao final, o golpe militar de 1964 impactou minha vida definitivamente. Foi na luta para sua superação – iniciada ainda na campanha de Tancredo ao Governo de Minas; depois na memorável campanha das “Diretas Já” e na vitória de Tancredo à Presidência –, que iniciei minha vida política, incorporando as grandes lições e aprendizados que me acompanham até hoje. Entre eles, a compreensão da política sem sectarismo, respeitando as diferenças e a contribuição que cada um pode dar ao país.

Acredito que o “Diretas Já” foi um movimento que deveria estar mais presente na nossa memória, pelo que ainda é capaz de nos ensinar. Lideranças como TancredoUlysses, Fernando Henrique CardosoLeonel BrizolaMiguel Arraes ou Luiz Inácio Lula da Silva reuniram suas melhores energias em torno de uma grande causa nacional. Tudo muito diferente do que acontece no Brasil de hoje, com o estimulo à intolerância política e as reiteradas tentativas de dividir o país entre “nós” e “eles”, como se o fato de ser oposição nos tornasse menos patrióticos.

Recuperar a história é sempre importante. Os jovens, sobretudo, precisam saber mais sobre aqueles anos, para que esse conhecimento se reverta numa profissão de fé inabalável – o de que a liberdade, em todas as suas dimensões, é um bem insubstituível e que a Pátria, como dizia Tancredo, é tarefa de todos os dias.

*Aécio Neves é senador eleito pelo PSDB. Seu relato faz parte da série de 50 depoimentos coletados para o especial Ecos da Ditadura, sobre os 50 anos do golpe civil-militar de 1964

Ziraldo parabeniza Aécio em vídeo

Ziraldo, Thais Helt e Bebeto deixaram suas mensagens para Aécio Neves.

Aniversário: Amigos de Aécio Neves

Muitos amigos de Aécio Neves decidiram oferecer a ele, em seu aniversário de 54 anos, um grande abraço virtual. Enviaram a ele as mensagens do que gostariam de dizer pessoalmente, se estivessem ao seu lado no dia 10 de março.

Até o próximo domingo, dia 16, essas mensagens serão postadas e poderão ser compartilhadas por todos os que também gostariam de enviar a ele um abraço.

Neste vídeo, estão as mensagens do cartunista e escritor Ziraldo, da artista plástica Thais Helt e do ex-jogador de futebol, Bebeto.

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Wanessa parabeniza Aécio em vídeo

Wanessa Camargo, Magda Coutinho e Fernando Lucchesi deixaram suas mensagens para Aécio Neves.

Aniversário: Amigos de Aécio Neves

Muitos amigos de Aécio Neves decidiram oferecer a ele, em seu aniversário de 54 anos, um grande abraço virtual. Enviaram a ele as mensagens do que gostariam de dizer pessoalmente, se estivessem ao seu lado no dia 10 de março.

Até o próximo domingo, dia 16, essas mensagens serão postadas e poderão ser compartilhadas por todos os que também gostariam de enviar a ele um abraço.

Neste vídeo, estão as mensagens da cantora Wanessa Camargo, da idealizadora do projeto Querubins, Magda Coutinho, e do artista plástico Fernando Lucchesi.

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Tianastácia deseja feliz aniversário para Aécio Neves

A banda Tianastácia, Fernando Bicudo e Alfredo Brandão deixaram suas mensagens para Aécio Neves.

Aniversário: Amigos de Aécio Neves

Muitos amigos de Aécio Neves decidiram oferecer a ele, em seu aniversário de 54 anos, um grande abraço virtual. Enviaram a ele as mensagens do que gostariam de dizer pessoalmente, se estivessem ao seu lado no dia 10 de março.

Até o próximo domingo, dia 16, essas mensagens serão postadas e poderão ser compartilhadas por todos os que também gostariam de enviar a ele um abraço.

Neste vídeo, estão as mensagens da banda Tianastácia, o diretor de ópera Fernando Bicudo e o presidente da FEEB, Alfredo Brandão.

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Gilberto Gil deseja grava mensagem para Aécio Neves

Gilberto Gil e Gorete Milagres deixaram suas mensagens para Aécio Neves.

Aniversário: Amigos de Aécio Neves

Muitos amigos de Aécio Neves decidiram oferecer a ele, em seu aniversário de 54 anos, um grande abraço virtual. Enviaram a ele as mensagens do que gostariam de dizer pessoalmente, se estivessem ao seu lado no dia 10 de março.

Até o próximo domingo, dia 16, essas mensagens serão postadas e poderão ser compartilhadas por todos os que também gostariam de enviar a ele um abraço.

Neste vídeo, estão as mensagens do cantor e compositor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil, e da atriz  Gorete Milagres

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Ney Latorraca parabeniza Aécio em vídeo

Ney Latorraca, prof. Castor Castelle e Zico deixaram suas mensagens para Aécio Neves.

Aniversário: Amigos de Aécio Neves

Muitos amigos de Aécio Neves decidiram oferecer a ele, em seu aniversário de 54 anos, um grande abraço virtual. Enviaram a ele as mensagens do que gostariam de dizer pessoalmente, se estivessem ao seu lado no dia 10 de março.

Até o próximo domingo, dia 16, essas mensagens serão postadas e poderão ser compartilhadas por todos os que também gostariam de enviar a ele um abraço.

Neste vídeo, estão as mensagens do ator  Ney Latorraca, do paleontólogo Castor Castelle e do ex-jogador Zico. 

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Bernardinho deseja feliz aniversário para Aécio Neves

Affonso Romano de Sant’Anna, Agnes Farkasvolcyi e Bernardinho deixaram suas mensagens para Aécio Neves.

Aniversário: Amigos de Aécio Neves

Muitos amigos de Aécio Neves decidiram oferecer a ele, em seu aniversário de 54 anos, um grande abraço virtual. Enviaram a ele as mensagens do que gostariam de dizer pessoalmente, se estivessem ao seu lado no dia 10 de março.

Até o próximo domingo, dia 16, essas mensagens serão postadas e poderão ser compartilhadas por todos os que também gostariam de enviar a ele um abraço.

Neste vídeo, estão as mensagens do escritor  Affonso Romano de Sant’Anna, da artista plástica  Agnes Farkasvolcyi e do técnico da seleção brasileira de vôlei Bernardinho

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Eleições: Aécio pede apoio aos aliados em Minas

Presidente nacional do PSDB disse ter aceitado o desafio de concorrer à Presidência, mas que esta trajetória não pode ser solitária.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas 

Aécio pede que aliados cuidem de sua campanha em Minas enquanto ele percorre o país

Senador fez o pedido durante lançamento da candidatura de Pimenta da Veiga ao governo de MG

Com o lançamento oficial de sua candidatura programado para ocorrer em São Paulo, o senador Aécio Neves (PSDB) aproveitou o ato para Pimenta da Veiga em Belo Horizonte para pedir aos aliados mineiros que cuidem de sua campanha no estado, enquanto ele estará andando pelo país. Tratado como a grande estrela na festa que lançou o candidato tucano ao Palácio da Liberdade, Aécio disse ter aceitado o desafio de concorrer à Presidência, mas que esta trajetória não pode ser solitária.

“Preciso pedir a cada um de vocês: enquanto eu estiver caminhando pelo país, sejam a minha voz, a minha coragem, a minha determinação e digam às pessoas que estamos fazendo isso porque acreditamos na política como forma de transformação”, afirmou Aécio. O presidenciável foi recebido pelos aliados com uma versão do samba-enredo Peguei um ita no norte (“Explode coração, na maior felicidade…”) e dividiu com os aliados um palanque lotado de deputados e lideranças do PSDB e, segundo a organização, 20 legendas aliadas.

Ao pedir apoio dos cabos eleitoraisAécio indicou a eles que o discurso deve ser de rebater todas as acusações e promessas do governo federal feitas pelos petistas no estado. “A cada mentira que soltarem contra nós responderemos com trabalho e realizações”, afirmou. O tucano voltou a dizer que o Brasil sofre com inflação alta e tem perdido credibilidade em razão de seu desempenho econômico. O tucano também disse que uma crise de segurança pública se alastra pelo país. Segundo Aécio, o sentimento que o move é o de “reagir às ofensas e acusações e não se acovardar perante o uso indiscriminado da máquina”, afirmou.

governador Antonio Anastasia (PSDB), que discursou antes, disse que o senador pode caminhar tranquilo na campanha presidencial, sabendo que terá sempre sua retaguarda em Minas. “Este ano é fundamental para o Brasil. Dois mil quatorze tem os seus olhos sobre Minas Gerais porque é daqui que vai sair a esperança de um Brasil melhor”, afirmou.

Aécio antecipou que segurança pública e saúde serão duas das principais bandeiras do PSDB na campanha e ressaltou a presença de Anastasia como coordenador do seu programa de governo. Segundo o senador, o Brasil vive o fim de um ciclo de governo. “Há uma omissão irresponsável do governo federal hoje na questão de segurança pública, 87% de tudo que se investe vem dos cofres de estados e municípios e apenas 13% da União . A verdade é que o PT perdeu o controle da economia, não conseguiu avançar na infraestrutura, os indicadores de educação nos colocam no fim da fila e a saúde e a segurança são tragédias nacionais”, afirmou. 

Aécio: PT quer ganhar eleições por W.O.

Aécio Neves: candidatura de Campos é “muito bem-vinda na discussão política brasileira”.  PT tenta inibir candidaturas.

Eleições 2014

‘PT quer ganhar eleição quase por W.O.’, diz Aécio. De acordo com o tucano, o PSDB talvez seja o partido que terá o maior número de candidaturas próprias nos estados no pleito de 2014

Fonte: Estado de Minas

PT quer ganhar eleição quase por W.O.’, diz Aécio

De acordo com o tucano, o PSDB talvez seja o partido que terá o maior número de candidaturas próprias nos estados no pleito de 2014

senador mineiro e provável candidato do PSDB ao Palácio do PlanaltoAécio Neves, fez críticas à condução do país pelo PT e avaliou como natural a aliança com o PSB, do possível adversário Eduardo Campos, governador de Pernambuco, nos estados. Em entrevista à TV Estadão na tarde desta quarta-feira, 15, Aécio disse que a candidatura de Campos é “muito bem-vinda na discussão política brasileira” e criticou o PT por tentar inibir candidaturas. “Quem buscou inibir candidaturas como a da própria Marina, inviabilizando a criação da Rede do ponto de vista congressual, ou criando dificuldades para a candidatura do governador Eduardo foi o PT. O PT quer ganhar quase por W.O. essa eleição”, afirmou.

De acordo com o mineiro, o PSDB talvez seja o partido que terá o maior número de candidaturas próprias nos estados no pleito de 2014, com número entre dez e 12 candidatos. As alianças nos outros estados deverão se manter sempre no campo oposicionista. “É importante que as alianças locais sigam o sentimento de vencer a eleição nacional“, disse.

Ao dizer que a aliança com o PSB em muitos estados brasileiros é natural, Aécio falou ainda que “as coisas naturais na política são as que devem prevalecer”. “Eu portanto estimularei sempre que possível a continuidade dessas alianças“, afirmou. Ele lembrou que o PSB participa do governo de Geraldo Alckmin” desde o início”.

A discussão sobre a vice-candidatura presidencial, de acordo com ele, é uma questão que deve ser debatida pelo partido a partir de maio. “Política é a arte de administrar o tempo”, disse, ao ser questionado sobre a composição da chapa. “O que estamos definindo nesse instante, em primeiro lugar, é o discurso do PSDB.”

Críticas

Aécio reforçou suas críticas ao “aparelhamento da máquina pública” e à “má condução da economia” durante a gestão petista. “Estou cada dia mais confiante de que o Brasil precisa encerrar esse ciclo de desgoverno do PT, que nos tem levado a crescer esse ano passado apenas mais do que a Venezuela na América do Sul, com a inflação já infelizmente saindo do controle”, disse. “A visão de mundo não pode mais ser atrasada”, completou.

O tucano disse ainda não avaliar que a presença da presidente Dilma Rousseff no segundo turno eleitoral seja garantida. “Estamos vendo hoje muitas conquistas em risco, inclusive o controle inflacionário”, apontou ele, que citou a perda de credibilidade do país junto a agentes internacionais.

Mesmo o cenário do emprego no Brasil, apresentado pelo governo como um ponto positivo devido às baixas taxas de desemprego, foi avaliado pelo provável adversário de Dilma como um problema porque o país está perdendo a qualidade dos empregos. “O emprego industrial vem caindo”, apontou Aécio, dizendo que este é o emprego de melhor qualidade. Com as críticas, Aécio voltou a falar em “herança maldita” deixada pelo PT. Ele citou ainda a crise no sistema penitenciário no Maranhão e a omissão do governo federal na condução do problema da segurança.

Sobre o caso conhecido como mensalão mineiroAécio defendeu a “apuração de todas as denúncias” e disse que o PSDB não irá cometer o “equívoco do PT” de “transformar políticos presos em presos políticos”.

Aécio: Dilma se omite sobre penitenciárias

Aécio Neves: senador diz que “presidente Dilma apenas reage quando estoura a crise, sem assumir sua parcela de responsabilidade.”

Sistema penitenciário do país

Fonte: O Globo 

Aécio acusa Dilma de omissão sobre problemas no sistema penitenciário do país

Pré-candidato diz que presidente não pode transferir responsabilidade aos estados após represar recursos para o setor

O presidente nacional do PSDBsenador Aécio Neves (MG) acusou a presidente Dilma Rousseff de omissão na crise penitenciária não somente no Maranhão, mas em vários estados brasileiros. O pré-candidato tucano à Presidência da República disse que, ao segurar os recursos do orçamento do Fundo Penitenciário e investimentos no setor prisional para fazer caixa, a presidente não tem autoridade para transferir responsabilidades aos governos estaduais para tentar resolver o caos com medidas de improviso.

Em entrevista coletiva nesta terça-feira, Aécio disse que o governo federal repassou apenas 10,8% dos orçamentos do setor aos estados nos últimos três anos. De um orçamento total de R$ 1,4 bilhão, ele disse que apenas R$ 156 milhões foram pagos. Para o tucano, são alarmantes os dados da Execução Orçamentária do governo federal.

— Esse governo não tem autoridade para transferir responsabilidades ou cobrar dos estados investimentos nessa grave crise do setor prisional. A presidente Dilma apenas reage quando estoura a crise, sem assumir sua parcela de responsabilidade. O que vemos é a omissão do governo federal e os estados sufocados por esse hiper presidencialismo — acusou Aécio.

Ele lembrou que o governo de Minas Gerais saiu na frente ao fazer a primeira Parceria Público Privada do sistema prisional e que esse é o caminho a ser seguido.

— A falta de transparência, a ineficiência e o improviso serão o principal legado desse governo, que não priorizou recursos para o sistema prisional para fazer superavit e agora reage com paliativos. O governo federal fala agora de medidas duras, medidas reativas, mas infelizmente, a ausência de planejamento do governo impediu que essas obras de ampliação do sistema prisional pudessem ter avançado ao longo desses últimos anos — acusou o tucano.