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Proposta de Aécio para o Bolsa Família será votada na próxima semana

Senador propõe ações que garantam relocação no mercado de trabalho. Beneficiados que alcançarem teto da renda terão extensão do benefício.

Fim do assistencialismo

Fonte: PSDB

Proposta de Aécio que garante avanços ao Bolsa Família será votada na próxima semana

“Ninguém pode ter o monopólio da sensibilidade social. O governo do PT tem muitas falhas, mas a maior delas é a falta de generosidade, é a incapacidade de aceitar sugestões e contribuições para que não se perca a paternidade sobre o programa”, diz Aécio Neves

A oposição de parlamentares do PT adiou mais uma vez, nesta quarta-feira (18/03), a votação no Senado do projeto de lei do senador Aécio Neves (PSDB-MG) que estende por mais seis meses continuados o direito das famílias de permanecer no programa Bolsa Família. A proposta (PL 458) estabelece que no recadastramento do programa, realizado a cada dois anos, a família que acabou de superar a renda mensal fixada pelo governo possa ter um novo prazo de cobertura, dando, assim, maior segurança aos chefes de família que hoje preferem permanecer no mercado informal de trabalho por receio de perder o benefício.

A votação do projeto nesta manhã, na Comissão de Ação Social, foi adiada depois que senadores do PT fizeram oposição à proposta.

“Nossa proposta é que, mesmo com carteira assinada, durante seis meses, o pai ou a mãe chefe de família que consegue um emprego melhor possa continuar recebendo o Bolsa Família por mais seis meses. É um estímulo para que esses trabalhadores possam se reinserir no mercado de trabalho. O projeto é de grande importância para milhares de famílias. Hoje muitos chefes de família, mesmo com uma oferta de trabalho, têm receio de que amanhã, se forem demitidos, não conseguirem rapidamente a reinserção no programa”, disse Aécio.

Os valores pagos hoje pelo Bolsa Família variam de R$ 32 a R$ 306, de acordo com a renda mensal da família por pessoa, número de crianças, jovens até 17 anos e de gestantes. Na prática, a data do recadastramento do programa tem funcionado como uma ameaça às famílias que, nos meses que antecedem o levantamento, acabam por evitar empregos formais que signifiquem maior renda, em razão da perda do beneficio.

“O trabalhador, a chefe de família muitas vezes não quer a regulamentação, a carteira assinada, com medo de perder o benefício. A burocracia para retornar ao programa é grande e ela prefere ficar na informalidade”, disse o senador Cícero Lucena.

O projeto do senador Aécio Neves teve o apoio da relatora senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), e dos senadores Cícero Lucena (PSDB-PA), Cyro Miranda (PSDB-GO), Casildo Maldaner (PMDB-SC) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).

Falta generosidade ao PT

Aécio Neves lamentou que a bancada do PT venha discutindo um avanço na política social do país de forma eleitoral. Para ele, o tratamento dado ao projeto de lei seria outro caso a autoria fosse de um parlamentar do PT.

“Surpreende a forma pouco generosa para com os beneficiários do Bolsa Família com que o Partido dos Trabalhadores (PT) encara essa questão. Será que se essa proposta, que busca dar serenidade, tranquilidade, segurança aos beneficiários do Bolsa Família, sempre inquietos, sobretudo em períodos pré-eleitorais, se essa discussão se desse fora do ambiente eleitoral? Será que se essa proposta fosse apresentada por um líder do PT, ela estaria sendo tratada da mesma forma que está sendo tratada aqui?”, questionou Aécio.

senador Aécio Neves destacou ainda que o governo age politicamente contra os avanços propostos por temer perder o controle sobre o Bolsa Família.

“Ninguém pode ter o monopólio da sensibilidade social. O governo do PT tem muitas falhas, mas a maior delas é a falta de generosidade, é a incapacidade de aceitar sugestões e contribuições para que não se perca a paternidade sobre o programa”, afirmou Aécio Neves.

Bolsa Família como política de Estado

senador Aécio Neves é autor também do Projeto de Lei 448, de 2013, que incorpora o Bolsa Família ao conjunto de ações sociais do Estado garantidos pela Lei Orgânica de Assistência Social (Loas).

A inclusão à Loas garantirá o Bolsa Família dentro do conjunto de diretos assegurados às famílias, independentemente da vontade do governo, como os benefícios já garantidos de assistência à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice.

Para o senador a posição contrária da base do governo, liderada pelo PT, revela que a prioridade do partido é apenas o uso eleitoral do Bolsa Família.

“É aquilo que prevíamos: o uso desse programa como instrumento eleitoral. Ao buscar transformar o Bolsa Família em um programa de Estado, onde as assistentes sociais possam visitar anualmente cada uma das famílias beneficiárias, onde os detentores do benefício possam sim estar estimulados a buscar uma renda maior no próprio mercado de trabalho, queremos exatamente que esses brasileiros tenham a segurança de uma ação permanente, independentemente de governos ou de partidos”, concluiu Aécio Neves.

Anastasia: gestão e inovação, a prosperidade planejada em MG

Antonio Anastasia: as inovações gerenciais em Minas Gerais foram a principal alavanca para o progresso econômico e social.

Minas Gerais e a Gestão Eficiente

Fonte: Folha de S.Paulo 

Antonio Anastasia: Prosperidade planejada

Enfrentamos em 2013 uma conjuntura nacional desfavorável, com persistentes sinais de retração na economia, mas isso não impedirá que encerremos o ano com otimismo em Minas Gerais. E não apenas pela especialíssima dupla conquista que nossos principais times, Cruzeiro (campeão brasileiro) e Atlético-MG (campeão da Libertadores), obtiveram nos gramados. Outros resultados animadores, frutos de uma década de trabalho, foram vistos em todos os campos.

Iremos muito além do futebol, mas podemos, sim, começar pelo esporte: entregue dentro do prazo e do orçamento, o novo Mineirão foi ocupado e testado ao longo de 2013 – inclusive com jogos e shows internacionais, que já atraíram mais de 1,2 milhão de espectadores ao estádio -, o que nos faz crer que podemos fazer uma Copa do Mundo exemplar. Habituados à cultura do planejamento, conseguimos manter em dia os cronogramas das demais obras e serviços para o Mundial. Tudo foi pensado para que esse grande evento proporcione ao Estado, além de preciosos legados em infraestrutura, ganhos que não se limitem ao setor de turismo.

Ousamos transformar a organização da Copa em excelente oportunidade para divulgar Minas, no Brasil e no exterior, e assim continuar atraindo novos investimentos nos mais diversos setores. O que podemos oferecer, além de nosso singular patrimônio histórico, cultural e gastronômico, para merecer a atenção dos investidores? Resultados socioeconômicos concretos: a melhor educação básica do país, a mais alta expectativa de vida do Sudeste, uma taxa de desemprego inferior à nacional e, enfim, um ambiente próspero, que se reflete em maior participação do Estado no PIB nacional, na geração de mais e melhores empregos e, sobretudo, na melhoria da qualidade de vida da população.

Vitórias garantidas pelo trabalho de gerenciamento intensivo que saneou as finanças públicas, qualificou os servidores e modernizou a administração estadual para colocá-la a serviço da execução de programas prioritários para os cidadãos, os quais passaram a poder definir, de forma transparente, ao lado dos gestores, onde os recursos devem ser melhor aplicados. Este novo modelo de governança pública, que teve início há exatamente uma década e hoje é reconhecido aqui e lá fora, processou-se em três etapas: o choque de gestão (2003 a 2006), o estado para resultados (2007 a 2010), e a gestão para cidadania (a partir de 2011).

Hoje não temos dúvida de que nossa comprovada capacidade para cumprir metas de políticas públicas, sempre avaliadas, gera confiança e se traduz no aumento da riqueza produzida no Estado. Além do equilíbrio fiscal e das medidas para simplificar o ambiente de negócios, o planejamento consolidado tornou-se ele próprio fator de estabilidade e segurança para o mercado. Em outras palavras: todos conhecem o nosso rumo.

Bem sucedido em sua economia tradicional – que é ancorada na mineração, na agricultura e na siderurgia – Minas é hoje um estado de portas abertas para empreendimentos da chamada “nova economia”, cujos insumos principais são o conhecimento e as novas tecnologias. Exemplos dessa nova fase da economia mineira são as fábricas de semicondutores, helicópteros, locomotivas e produtos farmacêuticos e bioquímicos que estão se instalando ou ampliando negócios no Estado.

As inovações gerenciais colocadas em prática na última década em Minas Gerais foram a principal alavanca para o progresso econômico e social alcançado pelo Estado na última década, sobretudo em termos de resultados para os cidadãos e para o setor produtivo. Este processo, denominado genericamente de choque de gestão, nada mais é do que a evolução da administração estadual para encarar, de forma planejada, os desafios do desenvolvimento. É isso que tem possibilitado a Minas gastar menos com a máquina pública e mais com atividades finalísticas que melhoram, de fato, a vida das pessoas.

ANTONIO ANASTASIA, 52, é governador do Estado de Minas Gerais pelo PSDB

Gestão: Anastasia ganha prêmio Eficiência na Administração Pública

Gestão no Brasil: governador de Minas ganha prêmio Eficiência na Administração Pública. Ele auxiliou Aécio na criação do Choque de Gestão.

Gestão Pública Eficiente: Minas Gerais

Fonte: Jogo do Poder

 Gestão Pública: Anastasia é eleito líder em eficiência

Gestão Pública – Durante os dois mandatos de Aécio Neves como governador de Minas Gerais, ele foi o seu principal coordenador de políticas públicas. Já em 2010, quando anunciou sua retirada do governo para disputar uma vaga no Senado Federal, Aécio o indicou para a sucessão e causou surpresa no meio da crônica política. Dois anos depois, o então braço-direito do governador Aécio Neves, Antonio Anastasia, é eleito líder em Eficiência na Administração Pública 2012.

Anastasia foi um dos agraciados pelo 2º Prêmio Líderes do Brasil, promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (LIDE). A premiação tem como objetivo projetar empresas e líderes em reconhecimento aos esforços empreendidos para posicionar o Brasil em patamar de liderança mundial.

Em 2002, quando Aécio Neves se candidatou a governador pela primeira vez, coube a Anastasia desenvolver o seu Plano de Governo que viria a se tornar a base para o Choque de Gestão, modelo de gestão pública inovador implantando em Minas Gerais no ano seguinte.

Em 2006, ao tentar sua reeleição como governador, Aécio Neves convocou Anastasia para formar a chapa, sendo seu vice-governador. Vencida a eleição, coube a ele coordenar a segunda geração do Choque de Gestão, conhecida como Estado para Resultados, que colocouMinas Gerais como resultados acima da média nacional na área social.

Ao assumir o governo quando Aécio Neves deixou de ser governador para se candidatar a senador, Anastasia mostrou habilidade política e reuniu um grande número de partidos em torno de sua candidatura. Hoje completa dois anos como governador e já solidifica a terceira geração do Choque de Gestão, a chamada Gestão para Cidadania, que aos poucos se torna referência em gestão pública. Nela, propõe a união de esforços entre governos, sociedade civil e empresários para desenvolvimento sustentável, total e completo, do Estado.

O prêmio recebido por Antonio Anastasia de líder em Eficiência na Administração Pública 2012 é mais um reconhecimento à inovadora contribuição dada ao país pelo modelo de gestão pública eficiente criado em 2003 pelo então governador Aécio Neves.

Gestão Pública: Anastasiahttp://www.jogodopoder.com/blog/gestao-publica-2/gestao-publica-anastasia-e-eleito-lider-em-eficiencia/#ixzz2EnYOtK00

Anastasia: santuário da Piedade ganha decreto

Anastasia: santuário da Piedade ganha decreto – Conjunto paisagístico, artístico e cultural é o primeiro atrativo de Minas considerado de Especial Relevância.

Anastasia: governador

Fonte: Agência Minas

 Anastasia: santuário da Piedade ganha decreto

Antonio Anastasia assina decreto para valorizar potencial turístico da Serra da Piedade

Governador declara o conjunto Atrativo Turístico de Especial Relevância e dá ordem para segunda etapa de implantação do Caminho Religioso, ligando os santuários da Piedade e de Aparecida

O governador Antonio Anastasia assinou, nesta terça-feira (31), na Serra da Piedade, decreto que declara Atrativo Turístico de Especial Relevância o conjunto paisagístico, artístico e cultural do Santuário Estadual Nossa Senhora da Piedade, em Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O título aumentará a visibilidade do local, além de fomentar o turismo e atrair recursos, gerando mais empregos de qualidade, mais cultura e mais renda para os mineiros. O decreto prevê a adoção de políticas públicas como a preservação da biodiversidade do entorno do Santuário. Este é o primeiro atrativo de Estado considerado de Especial Relevância.

O ato, que coincide com a celebração dos 52 anos da proclamação de Nossa Senhora da Piedade Padroeira de Minas, foi citado pelo governador como importante ação de preservação do conjunto religioso, histórico e cultural da Serra da Piedade.

 Anastasia: santuário da Piedade ganha decreto

Anastasia: santuário da Piedade ganha decreto

“Ao fazer esta declaração, estamos determinando às áreas de governo que realizem ações voltadas para as grandes potencialidades que temos, não só no turismo religioso, mas, de todo esse acervo que é único. A Serra da Piedade é um dos maiores patrimônios de Minas Gerais e do Brasil pela sua beleza física, pelo seu significado religioso, histórico e cultural”, destacou Anastasia.

“Tenho certeza de que estamos, em fidelidade ao passado e a muitos personagens, abrindo um horizonte cada vez largo, de modo que o futuro religioso, turístico e cultural de Minas Gerais possa ganhar mais espaço e grandes incentivos”, disse o arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor de Azevedo.

Mais infraestrutura

O governador anunciou que a Cemig vai iluminar o portal da Serra da Piedade e eletrificar a bomba d´água (em nascente ao pé da Serra) para regular o abastecimento no topo do Santuário. Ele falou sobre a importância de investimentos em infraestrutura para o estímulo e segurança dos turistas.

“Estamos autorizando a Cemig a fazer a iluminação da entrada e do alto da Serra. Pretendemos, juntamente com a prefeitura de Caeté, no próximo ano, fazer a iluminação do trecho da estrada municipal que liga a rodovia ao topo da Serra. E, claro, fazemos eco ao pedido de duplicação da BR-381, fundamental não só para Caeté, mas para todo Leste do Estado, para o desenvolvimento econômico e segurança de todos que trafegam por esta artéria. São obras de infraestrutura fundamentais para o bem de Minas e dos mineiros”, ressaltou. As obras da BR-381 são de responsabilidade do Governo Federal.

Rota de Peregrinação

A Serra da Piedade será um dos pontos de partida do Caminho Religioso Estrada Real (Crer), cuja segunda etapa de implantação foi oficializada pelo governador e pelo secretário de Estado de Turismo, Agostinho Patrus Filho, durante a solenidade.

O Caminho será um trajeto para peregrinação de aproximadamente 850 quilômetros de extensão, que liga os santuários da Padroeira de Minas e da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo. A rota coincidirá com parte da Estrada Real, passando por 37 cidades, sendo 32 em Minas e cinco em São Paulo. O projeto abrange, ao todo, 86 municípios mineiros.

Com recursos de R$ 2 milhões, a etapa de implantação do Crer será concluída até maio de 2013, a tempo da Jornada Mundial da Juventude no Brasil. Na primeira etapa, iniciada em 2011, foram elaborados projetos para estruturação do Caminho e investidos R$ 299 mil.

Minas Gerais já tem, pela sua tradição histórica, uma força muito grande da religiosidade da sua gente e dos turistas que vem aqui também sob o aspecto religioso. Ao construirmos esse caminho da Serra da Piedade até Aparecida, no Estado de São Paulo, onde está a basílica da Padroeira do Brasil, vamos estimular o turismo, permitir o conhecimento de belas paisagens entre Minas Gerais e São Paulo e, sobretudo, estimular a fé das pessoas”, disse Anastasia.

O Caminho Religioso poderá ser percorrido a pé, de bicicleta ou a cavalo, e disponibilizará infraestrutura de apoio para os peregrinos como quiosques para descanso, bebedouros, paraciclos e estrutura para cavalo. Em trilhas serão feitas correção do solo e instalação de guarda-corpo.

“O percurso será sinalizado e serão confeccionados guias ilustrados com mapas para orientação. Será instituída uma credencial a ser carimbada em pontos pré-estabelecidos e, ao final do percurso, um Certificado de Conclusão do Caminho Religioso será emitido para aqueles que tiverem todos os carimbos”, explicou o secretário Agostinho Patrus Filho. O projeto é inspirado no Caminho de Santiago de Compostela, famoso em todo o mundo, que percorre um trajeto da França à Espanha em 750 km.

Proteção do Santuário e da Serra da Piedade

Caeté é um dos municípios eleitos pela Secretaria de Turismo como destino indutor do desenvolvimento turístico regional de Minas, devido à importância do turismo religioso. Recentemente, numa votação popular pela internet, para escolha das Sete Maravilhas da Estrada Real, a Serra da Piedade foi premiada como hors-concours.

O Conjunto Arquitetônico e Paisagístico foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1956, e pelo Estado em 1989, que o declarou como Monumento Natural e Cultural de Minas Gerais, e pelo município de Caeté, em 2001. Lei estadual de 2004 definiu os limites da Área de Proteção Ambiental da Serra da Piedade.

Em 2005, a Unesco entregou o título de “reserva da biosfera” ao trecho mineiro do maciço da Serra do Espinhaço, que inclui a Serra da Piedade. Em maio de 2006, o governador Aécio Neves homologou a extensão do tombamento do Conjunto Paisagístico da Serra da Piedade nos municípios de Caeté e Sabará, que foi aprovado pelo Iphan em 2010.

O Santuário atrai peregrinos desde o século XVIII, quando os portugueses Antônio da Silva Bracarena e Irmão Lourenço construíram um eremitério e uma igreja dedicada a Nossa Senhora, no alto da montanha, a 1.746 metros de altitude.

Turismo religioso

O segmento de Turismo religioso é um dos que mais cresce no mundo. Levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisas da Universidade de São Paulo mostra que existem cerca de 15 milhões de brasileiros interessados em destinos religiosos. Mais de 8,1 milhões de viagens domésticas no Brasil são motivadas pela fé.

Em 2013, Belo Horizonte vai sediar o II Congresso Mundial de Universidades Católicas (CMUC), que deverá reunir cerca de quatro mil pessoas. O CMUC é um dos eventos que antecede a Jornada Mundial da Juventude, que será realizada no Rio de Janeiro.

Anastasia: governador – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/multimidia/galerias/antonio-anastasia-assina-decreto-para-valorizar-potencial-turistico-da-serra-da-piedade/

PIB: Economia mineira cresce no 1º trimestre. Nos últimos 12 meses até março, a performance do PIB mineiro foi 1,9% maior, tanto quanto a do Brasil.

PIB: Minas

Fonte: Marta Vieira – Estado de Minas

PIB de Minas avança 2,1% e mostra leve recuperação

Economia do estado cresce mais que a do país no primeiro trimestre, em relação a igual período de 2011. Agropecuária e indústria fecham no vermelho, mas os serviços salvam

Ancorada no aquecimento do comércio, dos serviços de transportes e da construção civil, a economiamineira cresceu 2,1% no primeiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, conforme relatório publicado ontem pela Fundação João Pinheiro. Embora o resultado tenha superado a expansão bastante modesta de 0,8% do Brasil na mesma base de comparação, a soma da produção de bens e serviços do estado, medida pelo Produto Interno Bruto (PIB), mostrou, de fato, uma tímida recuperação. No quarto trimestre de 2011, o crescimento havia sido de 1,8%, sucedendo parcos 0,3% apurados no trimestre anterior, ambos comparados a idênticos meses de 2010. Por trás dos números, fica a dúvida sobre o caminho dessa reação, ainda sem impactos das medidas recentes lançadas pelo governo federal para reanimar a atividade produtiva no país.

Segmentos pesados na formação do PIB estadual, a agropecuária e a indústria fecharam o primeiro trimestre no vermelho. A queda do agronegócio, de 1%, só não foi maior graças às boas estimativas da produção de leite, soja, milho e feijão de primeira safra para este ano. Diferentemente do Brasil, que amargou recuo de 7,3% na atividade, as lavouras de Minas sofreram menos com o período chuvoso, avalia Thiago Rafael Corrêa de Almeida, especialista do departamento de contas regionais da Fundação João Pinheiro. No setor industrial, os movimentos foram contrários, no entanto, muito próximos. Em Minas, houve retração de 0,2%, enquanto a média nacional registrou ligeiro aumento de 0,1%, na prática uma situação de estabilidade. As empresas prestadoras de serviços contribuíram com expansão de 2,8% no estado durante o primeiro trimestre.

Nos últimos 12 meses até março. a performance do PIB mineiro foi 1,9% maior, tanto quanto a do Brasil. “Ainda é cedo para avaliarmos se essa tímida melhora do PIB vai se manter”, afirma Thiago Almeida, especialista em políticas públicas da Fundação João Pinheiro. A rigor, surgem dois lados da mesma moeda para a economia nos próximos trimestres. Com o bom desempenho esperado para a cultura do café, responsável por um terço do valor da produção agrícola mineira, a tendência é de uma performance mais positiva da agropecuária, assim como o benefício da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados(IPI) incidente nos automóveis deverá influenciar numa recuperação da indústria automotiva.

No sentido contrário, o aumento do endividamento das famílias brasileiras poderá frear as vendas do comércio e os rumos da crise internacional e do dólar não estão claros para reanimar outros braços daindústria que dependem do comércio internacional. “A presidente tomou medidas para reanimar aeconomia, mas elas só terão efeito no fim do ano. Até lá, temos de sobreviver”, afirma o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Olavo Machado Júnior. Para o industrial, são necessárias ferramentas complementares à expansão do crédito a taxas mais baixas e à desoneração da folha de pessoal de 15 setores da indústria.

A pressão da crise internacional e das importações sobre a demanda de produtos importantes da economia de Minas, como o aço, se refletiu numa queda de 10% da metalurgia básica, que engloba as siderúrgicas e os produtores de ferro-gusa, matéria-prima das usinas, puxando uma série de resultados negativos, como os das indústria automotiva (-4,7%), extrativa mineral (-4,4%) e o refino de petróleo e álcool (-2,7%). Respondendo por cerca de 10% do desempenho da indústria mineira, as mineradoras foram obrigadas a reduzir a produção, em decorrência das enchentes do começo do ano, e exportaram menos por força do crescimento menor da China, principal parceira do comércio do estado com o exterior.

Luz vermelha Com taxas de crescimento acima da média brasileira, a indústria da construção civil de Minas avançou 3,9%, em comparação ao período de janeiro a março de 2011, e preserva estimativas de expansão de 4,5% a 5% neste ano, segundo o economista Daniel Furletti, coordenador sindical do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG). No Brasil, o setor cresceu 1,5% ante os primeiros três meses do ano passado. A nova onda de construção de shopping centers no estado contribuiu para o bom desempenho.

Um risco que as empresas passaram a considerar, no entanto, e que pode abalar as previsões é a redução do volume de investimentos na economia brasileira, que caiu de 19% para 18% do PIB. “Esse movimento acende uma luz vermelha. Precisamos mudar esse patamar para no mínimo 25% do PIB, afinal na China osinvestimentos representam 44%”, afirma Daniel Furletti. Não há como prever o tempo em que as medidas de estímulo à economia serão assimiladas e só no fim do ano é que o quadro de crise internacional estará definido, e não solucionado, alerta Juliano Lima Pinheiro, diretor da corretora de valores Corval e professor de pós-graduação em finanças da escola de administração e negócios Ibmec. Ele trabalha com projeção de no máximo 3% de crescimento da economia brasileira em 2012.

Ritmo de fábricas recua 1,4% no ano

A produção industrial brasileira teve queda em oito das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nos quatro primeiros meses deste ano. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física divulgada ontem pela instituição. Em seis estados, houve recuo acima da média nacional, que ficou em -2,8%. A maior queda ocorreu no Rio de Janeiro (-7,5%), seguida de São Paulo (-5,1%), Santa Catarina (-5,1%), Amazonas (-4,5%), Ceará (-3,7%) e Espírito Santo (-2,9%). Em Minas, a taxa ficou em -1,4% e no Pará em -0,1%.

Nos quatro primeiros meses de 2012, a queda na produção em i e no Pará foi particularmente influenciada pela menor fabricação de bens de consumo duráveis (automóveis, motos, aparelhos de ar-condicionado, televisores, celulares e relógios) e de bens de capital (especialmente caminhões, caminhão-trator para reboques e semirreboques e veículos para transporte de mercadorias), além da menor produção nos setores extrativos (minérios de ferro), têxtil, vestuário, farmacêutica e metalurgia básica.

“O governo editou medidas visando estimular alguns setores, principalmente o automotivo, que tem linha de produção muito longa. Mas ainda é cedo para sentir os efeitos. O resultado da produção industrial é um olhar pelo retrovisor”, avalia Sérgio Cavalieri, vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). A indústria de fundição em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, já se ressente da queda na produção. Segundo o IBGE, a retração da produção na metalurgia básica do estado foi de -9,5% entre abril e março de -9,9% no acumulado do ano. “A gente sente dificuldades porque 60% do nosso setor é voltado para o atendimento da indústria automobilística”, explica Afonso Gonzaga, presidente regional da Fiemg no Centro-Oeste do estado.

Apesar disso, o segmento ainda não demitiu. O esforço caminha no sentido de ajustar o passo, dando férias e realocando funcionários porque a maior parte da mão-de-obra da indústria de fundição é especializada. “Se demitirmos agora e tivermos que contratar em três meses, enfrentaremos problemas. Por isso optamos por arcar com os custos e esperar a retomada do mercado.”

Gestão Antonio Anastasia: Programa Ambientação e ações de sustentabilidade são apresentados a comitiva do Rio de Janeiro

Atualmente o programa está implantando em 75 instituições públicas e 84 prédios, abrangendo 25 mil servidores

A equipe do Programa Ambientação, desenvolvido pela Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), apresentou para uma comitiva carioca, nos dias 15 e 16 de março, o trabalho realizado e as ações de sustentabilidade desenvolvidas no âmbito do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) e do Complexo da Cidade Administrativa.

No primeiro dia de visitas o grupo formado por 12 servidores da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), do Ministério Público Estadual (MP) e do Tribunal de Justiça (TJ) do Estado do Rio de Janeiro, pôde conhecer a linha de trabalho desenvolvida pelo programa. A gestora do Ambientação, Míriam Dias, apresentou aos servidores o histórico do programa desde a sua criação, em 2003, enfatizando as linhas de trabalho relacionadas ao consumo consciente e à gestão de resíduos. “O programa cresceu bastante nos últimos anos e a implantação na Cidade Administrativa tem representado um grande desafio, já que as proporções são as mesmas de muitos municípios”, explicou Míriam.

Atualmente o programa está implantando em 75 instituições públicas e 84 prédios, abrangendo 25 mil servidores. Na cidade Administrativa, dos 46 órgãos, 43 já possuem o Ambientação implantando, com um forte trabalho de gestão de resíduos e promoção do consumo consciente, por meio de ações socioeducativas, de mobilização, gerenciamento técnico e monitoramento. “De março a dezembro de 2011 conseguimos uma economia de quase 200 mil copos descartáveis, somente nos dois andares onde o Sisema está presente”, frisou a gestora do Programa Ambientação, Fabiana Lúcia Costa Santos.

Relatório de Sustentabilidade

A coordenadora executiva do Relatório de Sustentabilidade do Sisema, Renata Martins Meirelles, apresentou aos servidores do Rio de Janeiro como é construído o processo de elaboração do relatório. Meireles destacou também que a visão do grupo que trabalha na construção do relatório é baseada na metodologia do Global Report Iniciative (GRI), reunindo num único documento as questões ambientais, econômicas e sociais. Para a versão do III Relatório, que será num único volume, contendo as informações de 2010 e 2011, está prevista e inclusão de mais 15 indicadores, totalizando 37. “Trabalhamos sempre com o tripé da Sustentabilidade e com o objetivo de apresentar os dados da instituição da forma mais transparente possível”, frisou.

O Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental da Seplag do Rio de Janeiro, Douglas das Chagas Almeida Lima, disse que ficou muito impressionado com o trabalho desenvolvido em Minas Gerais. “No Rio de Janeiro já temos algumas ações parecidas implantadas, mas queremos levar a experiência mineira para nosso Estado, no sentido de trabalhar de forma articulada e integrada entre as esferas do governo, como estamos percebendo em Minas”, frisou.

Fonte: Agência Minas

Gestão em Minas: escola de governo da FJP abre novo processo de credenciamento de professores

BELO HORIZONTE (24/01/12) – A Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho, da Fundação João Pinheiro (FJP), abriu novo processo de credenciamento de professores para os cursos de especialização. O edital EG /ESP/Nº001/2012, que dispõe sobre o processo de seleção de docentes para as disciplinas “Políticas Públicas e Segurança Pública”, “Direitos Humanos e Cidadania” e “‘Doutrina de Polícia Ostensiva”, já está disponível no site da escola.

Para se credenciar, o candidato deve entregar o Formulário de Inscrição de Docente Colaborador Externo, o curriculum vitae (modelos disponíveis no anexo II do edital) e cópia da titulação mais elevada na Secretaria de Registro e Controle Acadêmico da Escola de Governo, na sede da entidade – Alameda dos Oitis, 140, sala 103-B, bairro São Luís, Belo Horizonte – entre os dias 30 de janeiro e 1 de fevereiro, das 9h às 16h.

São considerados professores colaboradores externos, ocupantes de cargos comissionados na Fundação João Pinheiro não pertencentes ao quadro de servidores estaduais e que desenvolvam atividades docentes na Escola de Governo; servidores estaduais lotados ou à disposição de outros órgãos e entidades da Administração Pública Estadual, desenvolvendo atividades docentes na Escola de Governo; e docentes sem vínculo empregatício com o Estado de Minas Gerais.

A pré-seleção, com data, horário, local e conteúdo da “aula avaliativa”, será divulgada a partir de 6 de fevereiro no site da Escola de Governo. O resultado final está previsto para 16 de fevereiro.

Escola de Governo

A Escola de Governo tem como objetivo, contribuir para a melhoria e modernização da gestão pública por meio da formação e capacitação de quadros técnicos, do desenvolvimento de pesquisas e da assessoria a órgãos e entidades governamentais na formulação, implementação, monitoramento e avaliação de políticas públicas.

Instituição de ensino superior credenciada junto ao Ministério da Educação e ao Conselho Estadual de Educação, a EG oferece o Curso de Administração Pública (CSAP), Mestrado em Administração Pública, diversos cursos de especialização e cursos de capacitação e treinamento.

Fonte: Agência Minas