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Aécio critica governo federal sobre a crise da água

Aécio questionou ainda a existência de aparelhamento político na Agência Nacional de Águas, órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Faltou apoio do governo federal, diz Aécio sobre agravamento da crise da água

Em visita à Serra da Piedade, em Caeté (MG), o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, atribuiu, nesta segunda-feira (20/10), o agravamento da crise da água no Estado de São Paulo à ausência de apoio por parte do governo federalAécio afirmou que, uma vez eleito presidente, intensificará as parcerias com os Estados, sem discriminação partidária.

“O Estado [de São Paulo] fez algo absolutamente adequado, que foi bônus para aqueles que economizam água. Mais de 80% da população participou disso”, ressaltou Aécio, referindo-se à adoção da medida pelo governo de São Paulo, na região metropolitana e alguns municípios, para quem economizar 20% na conta de água, recebendo 30% de desconto no valor final. “Talvez tenha faltado uma parceria maior com o governo federal.”

O candidato afirmou ainda que uma das falhas da gestão do PT é terceirizar responsabilidades. “O que eu posso garantir é que serei um parceiro dos Estados, não apenas de São Paulo”, destacou Aécio. “No meu governo não se vai terceirizar responsabilidades. Vai assumir suas responsabilidades e agir em parceria.”

Aécio destacou ainda que seu governo atuará como parceiro dos Estados não só em relação à questão da água, como também de mobilidade urbana, transportes e segurança pública.

Aécio questionou ainda a existência de aparelhamento político na Agência Nacional de Águas (ANA), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente, que se destina a executar ações relativas aos recursos hídricos do país. “Se não tivesse o governo do PT servido a outros fins, nós lembramos bem, quais foram as indicações e os critérios adotados para ocupar cargos na ANA, ela poderia ter sido uma parceira maior do governador [Geraldo Alckmin].”, afirmou.

Visita

Aécio chegou ao Santuário Nossa Senhora da Piedade acompanhado do ex-governador e senador eleito por Minas GeraisAntonio Anastasia (PSDB).

Nossa Senhora da Piedade é padroeira do Estado de Minas Gerais. O santuário está localizado a 48 km da capital mineira e a 16 km do município de Caeté. É um local de beleza natural e a 1.746 metros de altitude. O monumento foi construído, no século XVIII, por portugueses em devoção à santa.

O Conjunto Arquitetônico e Paisagístico do Santuário Nossa Senhora da Piedade foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Do alto do santuário, é possível ter uma das mais belas vistas das montanhas de Minas.

Multidados: Aécio dispara 12 pontos à frente de Dilma

Segundo a pesquisa, 50% dos eleitores votariam em Aécio Neves, enquanto 38% disseram ter a intenção de votar em Dilma Rousseff.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves está 12 pontos à frente de Dilma em Minas

Povo mineiro aponta preferência por candidato da Coligação Muda Brasil

Pesquisa divulgada na última sexta-feira (17/10) pela Multidados Comunicações sobre a preferência dos eleitores mineiros para o segundo turno das eleições presidenciais aponta o candidato da Coligação Muda BrasilAécio Neves, 12 pontos à frente da presidente e candidata do PT Dilma Rousseff.

Segundo a pesquisa, 50% dos eleitores votariam em Aécio Neves, enquanto 38% disseram ter a intenção de votar em Dilma Rousseff. Entre os que ainda não decidiram, 5% afirmaram que não rejeitam nenhum deles, e outros 7% ficaram indecisos ou não responderam à pergunta.

A imagem de Aécio foi muito bem avaliada. Entre os eleitores entrevistados, 11% afirmam ter uma imagem ótima e 45%, boa. A avaliação da imagem da presidente foi ótima para apenas 9% dos entrevistados, e boa para 39%.

A pesquisa, registrada na Justiça Eleitoral como BR-01126/2014, foi feita em 85 municípios, dos quais 72 onde a petista venceu no primeiro turno e 13 onde Aécio foi o vencedor. O grau de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,8 pontos percentuais.

Pesquisa Sensus mostra vantagem de 13 pontos de Aécio Neves

Pesquisa Istoé/Sensus mostra vantagem de 13 pontos do candidato tucano. Se considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%.

Eleições 2014

Fonte: ISTOÉ

Aécio está 13 pontos à frente de Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra o candidato tucano com 56,4% das intenções de voto e a petista com 43,6%

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 14 e a sexta-feira 17 mostra a consolidação da liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff no segundo turno da sucessão presidencial. De acordo com o levantamento, o tucano soma 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da presidenta. Uma diferença de 12,8 pontos percentuais, que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%; e 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco. A pesquisa indica que nessa reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, revela também a liderança de Aécio Neves quando não é apresentado ao eleitor nenhum candidato. Trata-se da chamada resposta espontânea. Nesse quesito, o tucano foi citado por 48,7% dos entrevistados e a petista, que governa o País desde janeiro de 2011, por 37,8%.

Realizada em 136 municípios, a pesquisa ISTOÉ/Sensus também constatou que a campanha petista não conseguiu reduzir o índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff. Quase metade do eleitorado, 45,4%, afirma que não admite votar na presidenta de maneira alguma. Com relação ao tucano, segundo o levantamento, a rejeição é de 29,9%. “Isso significa que a margem de crescimento da candidata Dilma é menor do que a de Aécio”, avalia Guedes. Os números mostram, segundo a pesquisa, uma forte migração para o senador tucano dos votos que foram dados a Marina Silva (PSB) no primeiro turno. “Hoje estamos juntos em torno de um programa para mudar o Brasil”, disse Marina na sexta-feira 17, ao se encontrar com Aécio em evento público na zona oeste de São Paulo.

Desde 1989, quando o Brasil voltou a eleger diretamente o presidente da República, é a primeira vez que um candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar começa a última etapa da disputa na liderança. A pesquisa Istoé/Sensus divulgada no sábado 11 já apontava esse movimento, quando revelou que Aécio estava com 52,4% das intenções de voto. Na última semana, os levantamentos que são feitos diariamente pelo comando das duas campanhas também mostraram a liderança de Aécio. É com base nessas consultas que tanto o PT como o PSDB planejam a última semana de campanha. E tudo indica que o tom será cada vez mais quente. No PT há uma divisão. Um grupo sustenta que a campanha deve aumentar o tom dos ataques contra Aécio e outro avalia que a presidenta deva imprimir um ritmo mais propositivo à campanha. O mais provável, no entanto, é que a campanha de Dilma continue a jogar pesado contra o tucano. Segundo Humberto Costa, líder do PT no Senado, o partido vai insistir na tese de que é necessário “desconstruir a candidatura tucana”. “Não basta ficar defendendo nosso governo”, disse o senador na sexta-feira 17. Claro, trata-se de um indicativo de que a campanha de Dilma vai continuar usando do terrorismo eleitoral. “Se deu certo contra Marina, deverá dar certo contra Aécio”, afirmou Costa.

No QG dos tucanos, a ordem é não deixar nada sem resposta e continuar mostrando ao eleitor os inúmeros casos de corrupção que marcam as gestões petistas, particularmente os quatro anos do governo de Dilma. “Não podemos nos colocar como vítimas. O que precisamos é mostrar nossas propostas, mas em nenhum momento deixar de nos defender com veemência das armações feitas pelos adversários”, disse um dos coordenadores da campanha de Aécio Neves. “Marina tentou apenas fazer a campanha propositiva e acabou atropelada pela máquina de calúnias do PT.” Nessa última semana de campanha, Aécio vai intensificar a agenda em Minas e no Nordeste, principalmente na Bahia, em Pernambuco e no Ceará. Não está descartada a possibilidade de que os nomes de novos ministros venham a ser divulgados pelo candidato.

Aécio defende união por um futuro melhor aos brasileiros

Aécio mostrou que é o candidato mais preparado, apresentou propostas em áreas fundamentais, desmascarou acusações e destacou ser o candidato da mudança.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, participou, na noite dessa terça-feira (12/10), de debate promovido pela Rede Bandeirantes. Em perguntas e respostas à presidente e candidata do PT, Dilma Rousseff, Aécio mostrou que é o candidato mais preparado, apresentou propostas em áreas fundamentais na vida do cidadão, desmascarou acusações falsas da candidata petista e destacou ser o candidato da mudança, por mais que a presidente Dilma defenda mudanças profundas em seu governo.

Veja abaixo os trechos da participação de Aécio no debate da Band:

Continuidade ou mudança

Este debate inaugura a fase final de uma campanha onde os brasileiros terão a oportunidade de dizer de forma muito clara o que querem para o seu futuro: a continuidade do que aí está ou uma mudança profunda. O Brasil avançou muito ao longo das ultimas décadas. Teve a estabilidade da moeda, conquistada no governo do PSDB, com uma ferrenha oposição do PT. Mas, de lá para cá, no governo do próprio presidente Lula, avanços sociais importantes vieram a partir dessa estabilidade, da modernização da nossa economia, da privatização de setores que necessitavam ser privatizados, da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Emoção

Esses últimos dias foram dias de muita emoção para mim e para toda a minha família. Há nove dias, mais de 30 milhões de brasileiros confiaram na nossa proposta de mudança, acreditaram que temos condições sim de reconciliar o Brasil com o seu futuro. Eu sou imensamente grato a cada um a cada uma desses companheiros.

Marina e Renata

De lá pra cá, várias forças políticas extremamente importantes se somaram a nós. Agradeço a cada uma delas, na figura de dois companheiros aqui presentes, Beto Albuquerque, candidato a vice de Marina Silva, e Walter Feldman, porta-voz da Rede. Mas quero agradecer a esse apoio que venho recebendo em todo o Brasil através de duas mulheres, duas brasileiras que honram e orgulham o Brasil. A você, Renata Campos, quero agradecer a singeleza, a forma extremamente leve e corajosa com que manifestou apoio à nossa candidatura. E a você, Marina [Silva], tenha absoluta certeza de que saberei a cada dia dos próximos quatro anos, se vier a ser o Presidente da República, honrar cada um dos compromissos que juntos assumimos.

Governo honrado e eficiente

Eu me preparei para fazer um governo honrado, um governo eficiente, que avance na qualidade da saúde pública, que enfrente com coragem o drama da criminalidade, que melhore a nossa qualidade da educação. Eu não permitirei que esse país seja dividido entre nós e eles. Eu quero fazer o governo da convergência, o governo da solidariedade, da generosidade. É possível, sim, termos um governo que permita que você viva melhor, que dê novas oportunidades para os seus filhos, que respeite as obras de outros governos. É para isso que eu me preparei e vou assumir a Presidência da República para honrar cada apoio e cada voto que vier a receber.

Conciliação

Venho aqui hoje representar não um partido politico, ou uma coligação de partidos. Mas um sentimento crescente na sociedade brasileira, que quer ver um governo conciliado com a nossa gente.  Um governo que olhe para o futuro, que seja generoso, que não caia nessa armadilha da divisão do Brasil entre nós e eles, entre Norte e Sul. Acredito muito que podemos ter um governo que una a eficiência com a decência. Um governo que tire o Brasil da lanterna de crescimento econômico e dos piores indicadores sociais de toda a nossa região. Estou aqui para apresentar as nossas propostas.

País parado

A grande verdade é que nos últimos quatro anos o Brasil parou de melhorar. Infelizmente, qualquer que seja o próximo presidente da República terá a inflação saindo do controle, uma recessão na economia, uma perda crescente de credibilidade do país e uma piora de todos os nossos indicadores sociais.

Candidata de oposição?

A impressão que tenho é que temos aqui dois candidatos de oposição. Não temos um candidato de continuidade. Quem vê a sua campanha acha que a senhora não governou o Brasil ao longo de todos esses anos. Lamento que não tenha feito ao longo do seu mandato o que se propõe a fazer agora.

Melhor saúde do Sudeste

Antes da regulamentação da emenda 29, que infelizmente o seu governo demorou muito a conduzir no Congresso Nacional, cada Estado definia com muita clareza quais eram os investimentos na saúde, como fizeram, por exemplo, os governos do PT. O governo da senhora, por exemplo, chegou num determinado momento a considerar os investimentos noBolsa Família como investimento em saúde. Minas Gerais é reconhecido pelo Ministério da Saúde no seu governo como o Estado que tem a melhor qualidade de saúde de toda região Sudeste.

Governo omisso na saúde

O governo federal vem diminuindo a sua participação ao longo dos últimos 12 anos do financiamento da saúde. Quando o governo do PT assumiu, 56% do conjunto dos investimentos em saúde pública vinham do governo federal. Doze anos se passaram e, hoje, são 45%.

Mais saúde

O que quero no Brasil é mais saúde, com mais investimento do governo federal. Essa proposta que a senhora apresenta do Mais Especialidades é a nossa proposta. Lamento que a senhora [candidata do PT] tenha preocupado com isso no momento em que seu governo termina. Não cuidou disso nos últimos 12 anos.

Saúde da Família e Santas Casas

Ministério da Saúde do governo [Dilma Rousseff] é quem diz que Minas Gerais, governada por mim, tem a melhor qualidade e atendimento de saúde de toda a região Sudeste. Vamos aumentar, por exemplo, o Programa Saúde da Família, que o seu governo abandonou, um programa extraordinário, criado no governo do presidente Fernando Henrique. Vamos formar mais médicos no Brasil. Vamos cuidar das Santas Casas, candidata, vamos reajustar a tabela do SUS, vamos cuidar com seriedade da saúde.

Bolsa Família

Os bons projetos estão aí para serem continuados. Ninguém é dono de bons projetos. O Bolsa Família vai continuar, porque vocês continuaram e unificaram, a partir do Bolsa Escola e do Bolsa Alimentação.

Plano Real

O maior programa de transferência de renda na nossa história contemporânea não foi o Bolsa Família, fruto do Bolsa Escola, do Bolsa Alimentação. Foi o Plano Real, a estabilidade da moeda, que vocês [do PT] combateram  com toda força.

Mais ovo, menos carne

Há mais de um ano venho alertando para a volta da inflação. A senhora [candidata do PT] tem dito que isso é conversa de pessimistas. A inflação de setembro está aí de volta, novamente uma inflação alta, estourando o teto da meta. O seu secretário de política econômica, Marcio Holland, deu uma sugestão para que nos enfrentemos a inflação. Ele disse que as pessoas deveriam parar de comer carne e passar a comer ovo. Será que essa é a política econômica para controle da inflação do seu governo? Será que não é a hora de reconhecer os equívocos? Não é vergonhoso alguém resolver admitir os erros, mostrar que falhou. Falhou na condução da economia, falhou porque não conseguiu fazer o Brasil crescer e falhou porque não consegui controlar a inflação.=

Inflação

Quando o presidente Fernando Henrique assumiu o governo, a inflação era de 916% ao ano. 916%! Ela chegou a 7% e aumentou para 12,5% depois da eleição do presidente Lula. Essa é a verdade. Vamos falar do presente, candidata, e vamos olhar para o futuro. A senhora disse no último debate que a inflação está sob controle. E não está. Eu pergunto à dona de casa que aí está. A senhora ir ao mercado, à feira, compra hoje a mesma coisa que comprava há seis meses com o mesmo dinheiro? É claro que não compra. É preciso ter humildade para admitir que fracassaram na condução da política econômica. A herança será muito ruim par ao próximo sucessor. Me sinto mais preparado para enfrentá-la.

Ministro da economia 

Felizmente, já tenho um nome que sinaliza para a previsibilidade, para a credibilidade da nossa política econômica. Mais uma grande diferença entre nós dois. Já tenho o meu futuro ministro da Fazenda. A senhora conseguiu demitir do cargo o atual ministro, que já não tinha tanta credibilidade, apesar de merecer o meu respeito pessoal.

Minha Casa, Minha Vida

Vamos dar transparência aos bancos públicos. Os subsídios adequados para o Minha Casa, Minha Vida vão avançar no nosso governo, inclusive na faixa onde seu governo não avançou, de até 3 salários mínimos. Vou dar transparência aos financiamentos, o que o governo não vem dando.

Melhor educação do Brasil

Educação é essencial para que qualquer país avance na busca de um futuro melhor. Um orgulho que tenho na vida foi ter levado Minas Gerais a ter a melhor educação fundamental do Brasil quando eu era governador, não sendo o mais rico dos Estados brasileiros e tendo o maior número de municípios entre todos os Estados brasileiros.

Ensino médio

Infelizmente, em todos os rankings internacionais, onde é avaliada a qualidade de educação no Brasil, estamos na lanterna. Falhamos na melhoria de qualidade do ensino médio. É preciso resgatar a qualidade da escola brasileira. É preciso que possamos fazer uma regionalização, uma flexibilização nos currículos, por exemplo, do ensino médio.

Creches

A nossa proposta para a educação começa exatamente por cumprir uma promessa que não foi cumprida pela candidata oficial: a construção das 6 mil creches ficaram pelo caminho. Temos que garantir a universalização do acesso das crianças de quatro anos na pré-escola.

Proteção à mulher

Me lembro quando essa discussão se iniciou, muito antes até do governo do presidente Lula. Foi um avanço extremamente importante que tem que ser mantido e aprimorado. Mas temos que avançar no apoio aos Estados e aos municípios que não têm tido a estrutura e a condição necessária ao enfrentamento da violência contra a mulher. Seja nos programas Disque-Denúncia, seja nas delegacia próprias, que temos que avançar. Tenho absoluta convicção de que temos como avançar muito no que diz respeito à proteção à mulher, a oportunidades para as mulheres terem um salário mais justo, mais próximo daqueles que têm os homens – estamos ainda extremamente longe disso.

Segurança Pública

Infelizmente, na questão da segurança pública também o governo fracassou, porque apenas 13% do conjunto dos investimentos em segurança pública no Brasil vêm do governo federal, 87% vêm dos Estados e dos municípios. A ausência de planejamento e de transferência dos recursos da área de segurança para os estados vem impedindo que eles avancem nessa e em outras áreas. Tenho uma proposta que proíbe o contingenciamento dos recursos de Segurança Pública, que pretendo implementar no meu governo. Não houve ao longo de todo esse período do seu governo um esforço maior para que os investimentos da área da segurança pública pudessem ser investidos na sua totalidade. Como não houve nasaúde, por exemplo. O Tribunal de Contas diz que nos governo foram R$20 bilhões que deixaram de ser gasto.

Redução da criminalidade

Durante meus 8 anos de governo honrado em Minas Gerais, os crimes de homicídio em Belo Horizonte diminuíram em 37%. Os crimes violentos no Estado diminuíram 48%. O Ministério da Justiça demonstrou que Minas foi o Estado que mais investiu em segurança pública dentre todos os estados da federação.

56 mil assassinatos

Foram 56 mil assassinatos no ano passado [no Brasil]. O governo federal o que diz? Terceiriza responsabilidades. Essa é a marca principal do seu governo. Na economia, problema é da crise internacional. Não importa se vários vizinhos nossos, países que habitam o mesmo planeta, estejam crescendo muito mais acelerado do que o nosso. Na segurança publica, é sempre a terceirização de responsabilidades. Quero dizer a você telespectador, que no meu governo eu vou assumir o comando de uma política nacional de segurança pública.

Meritocracia

Introduzi em Minas Gerais a meritocracia. Passamos a remunerar melhor aqueles que apresentavam melhores resultados. Essa foi a razão pela qual nós tivemos os resultados que tivemos, extremamente positivos na educação, na saúde. Infelizmente, nenhuma proposta no campo da valorização do servidor que presta serviço de boa qualidade foi incorporada no seu governo. Por que o governo federal, ao longo desses 12 anos, não buscou incorporar absolutamente nada que privilegiasse os serviços de boa qualidade nas suas propostas na área administrativa?

Indignação

Todos nós, brasileiros, acordamos a cada dia surpresos com novas denúncias. Em relação à Petrobras é algo absolutamente inacreditável.  Eu vi um momento apenas de indignação da candidata ao longo de todo esse período em que essas denúncias sucessivas chegaram aos brasileiros. O momento em que houve vazamento de alguns depoimentos desses últimos dias. Não vi indignação da candidata em relação ao conteúdo desses vazamentos. O diretor nomeado pelo seu governo está devolvendo R$ 70 milhões aos cofres públicos, portanto, assume que roubou, desviou dinheiro da Petrobras. Esse diretor que roubou esse dinheiro disse que distribuía para que partidos políticos – em especial o seu partido [PT] – fossem beneficiados.

Serviços prestados

Está na minha frente a ata em que o diretor Paulo Roberto renuncia, ao contrário do que a senhora [candidata do PT] disse na sua propaganda eleitoral e em outros debates, ele não foi demitido. Esse é a ata da Petrobras. E no final é dito o seguinte: ‘agradecemos o Sr. Paulo Roberto pelos relevantes serviços prestados à companhia. ‘Quero saber quais foram esses relevantes serviços? Foi a sua relação com o tesoureiro do partido [PT] onde, segundo ele, dois dos 3% desviados iam para o partido?

Propina

Recentemente, o Tribunal de Contas da União disse que na Refinaria Abreu e Lima, quando a senhora era presidente do conselho de administração da Petrobras, foi feito sobrepreço para pagar propina.

Libertação

Trago aqui a indignação dos brasileiros e brasileiras com os quais me encontro em toda as partes do Brasil, que me pedem que diga isso. Sabe qual a palavra, candidata, que eu mais tenho ouvido? É libertação. Os brasileiros têm me pedido é o seguinte: Aécio nos liberte desse governo do PT. Nós não merecemos tanta irresponsabilidade, tanto descompromisso com a ética e tanta incompetência.

Medo

Candidata, a senhora volta com o discurso do medo. Realmente, há medo hoje na sociedade brasileira. Há medo de o PT governar por mais quatro anos. Porque a grande verdade é que os empregos estão indo embora por uma lógica muito simples. País que não cresce não gera empregos, candidata. O pior desempenho da indústria de todos esses últimos 50 anos, candidata. O que vou fazer é resgatar a credibilidade do país.

Fim melancólico

Não é razoável que sejamos o lanterna no crescimento ao lado da Venezuela, esse ano na nossa região. Não vamos crescer nada esse ano. O seu governo, candidata, infelizmente perdeu a capacidade de atrair investimentos. Perdeu a confiança dos mercados. Quando falo em mercados é porque esses investimentos é que vão gerar empregos para os brasileiros. Os empregos de boa qualidade estão indo embora, candidata. O seu governo chega ao final de forma melancólica. A grande verdade é essa. Fracassou na condução da economia, inflação alta, crescimento baixo, fracassou na melhoria dos nossos indicadores sociais.

Propostas Aécio: criação de amplo programa de neonatal

Aécio: “Tenham certeza de que vamos criar na saúde um amplo programa para crianças que nasçam prematuras ou com algum problema”.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

Aécio Neves: “Se quisermos cuidar do país, temos de começar a cuidar de nossas crianças”

Em visita à sede da Pastoral da Criança em Curitiba (PR), o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, assumiu o compromisso de, em seu governo, criar um amplo programa de atendimento neonatal na rede pública de saúde do país e priorizar as políticas voltadas para a criança.

“Tenham certeza de que vamos criar na rede pública de saúde um amplo programa para crianças que nasçam prematuras ou com algum problema. Vamos buscar ajuda de vocês para dar a todos, começando pelas regiões mais pobres, o atendimento adequado a essas crianças”, afirmou, nessa segunda-feira (13/10).

Após assinar moção pela beatificação da médica pediatra e sanitarista Zilda Arns, Aécio lembrou a sua experiência recente, com o nascimento prematuro do casal de gêmeos há quatro meses.

“Vivi uma experiência pessoal muito sofrida, mas muito estimuladora do ponto de vista do que poderemos fazer. Eu tive um casal de gêmeos prematuro há quatro meses. Vi que se não fosse o atendimento adequado talvez eles não estivessem aqui.”

Ele disse que, nos 65 dias em que o filho Bernardo ficou internado na UTI, pensou várias vezes nas crianças que necessitavam de cuidados semelhantes e que não puderam recebê-los.

“É apenas uma história singela para dizer que o que me move nessa caminhada é saber que eventualmente presidente da República, com um time muito qualificado que vamos montar, vamos conseguir chegar no problema pessoal [de cada um dos brasileiros]”, afirmou.

Pela vitória da vida

“Cada vida que conseguirmos salvar, [cada criança que conseguimos] encaminhar adequadamente com saúde e educação para que encontre o seu lugar no mundo cada vez mais competitivo, já será uma vitória. Eu espero ao lado de vocês comemorar milhões de vitórias cuidando de verdade das crianças brasileiras”, disse Aécio.

O candidato foi recebido por Flávio Arns, vice-governador do Paraná e sobrinho de Zilda Arns, e por Nelson Arns, filho da médica, fundadora da Pastoral da Criança e falecida em janeiro de 2010. Ele estava acompanhado do governador reeleito Beto Richa, do senador reeleito Álvaro Dias e do senador eleito por São Paulo José Serra.

Carta-compromisso

Aécio assinou ainda uma carta-compromisso com famílias, especialmente as mais pobres, para que tenham a possibilidade de uma vida digna.

“Para mim, é uma bênção vir aqui e receber essa boa energia da Pastoral da Criança”, disse. “Esteja certo de que esta será uma preocupação permanente do meu governo se eu vencer as eleições, porque esta é uma compreensão que trago do lugar mais profundo da minha alma. Se quisermos cuidar do país, temos de começar a cuidar das nossas crianças.”

Entre as propostas voltadas para a infância, ele citou o pré-natal adequado, creches e pré-escola a todas as crianças com até quatro anos de idade, alimentação adequada e guerra sem trégua contra o trabalho infantil e a violência contra a criança.

Nelson Arns lembrou que o baixo peso da criança é um problema da infância que pode se projetar na vida adulta. “Pressão alta, osteoporose, problemas renais e até infarto acontecem com mais frequência em criança que nasceu com baixo peso. A criança que nasce com baixo peso tem o dobro de chance de ser hipertenso”.

Belo exemplo

Aécio Neves afirmou que tomará a iniciativa de buscar parcerias com entidades. “A partir de 1º de janeiro, se vencermos as eleições, em vez de vocês procurarem o governo, o governo federal é que vai procurar vocês rapidamente para ver de que forma poderemos ampliar essas nossas relações. Vamos fazer isso com toda a sociedade.”

A Pastoral da Criança é “um dos mais belos exemplos de iniciativa da sociedade”, disse Aécio.

Aécio condena a declaração de Dilma sobre vazamento de depoimentos

Aécio condenou a declaração da presidente Dilma, que disse achar estarrecedora e leviana a liberação dos depoimentos de Costa e Yousseff.

Petrobras: PT e a corrupção

Fonte: O Globo

Aécio ironiza declaração de Dilma, e se diz estarrecido com o teor de depoimentos

Candidato condenou fala de petista, que afirmou estar ‘estarrecida’ com o vazamento de depoimentos sobre esquema na Petrobras

A divulgação de trechos do depoimento dos depoimentos do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef sobre esquemas de pagamento de propinas a políticos e partidos para financiar campanhas eleitorais esquentou o debate entre os presidenciáveis no começo do segundo turno. Em pronunciamento feito à imprensa na tarde desta sexta-feira no Rio, o presidenciável Aécio Neves (PSDB) condenou a declaração da presidente Dilma Rouseff (PT), que disse achar “estarrecedora” e “leviana” a liberação dos depoimentos de Costa e Yousseff sem o conteúdo completo e sem as provas.

Em entrevista coletiva antes de embarcar para Canoas, no Rio Grande do Sul, onde teve compromissos de campanha, Dilma defendeu que a investigação seja feita sem “manipulação política”.

— Acho muito estranho e muito estarrecedor que, no meio da campanha eleitoral, façam esse tipo de divulgação. Eu acredito que, para o Brasil, é muito importante que de fato a gente combata a corrupção, que a gente não deixe uma coisa se misturar com a outra; que haja de fato o interesse real, legítimo e concreto de punir corruptos e corruptores. Agora que não se use isso de forma leviana em períodos eleitorais e de forma incompleta, porque nós não temos acesso a todas as informações. Eu acho que a investigação deve ser feita sem manipulação política ou qualquer outro tipo de intervenção. Não acredito que a legislação no Brasil possa ser aplicada ao sabor das circunstâncias. Acredito que isso não contribui para o fortalecimento das instituições — disse a presidente.

Poucas horas depois, também em entrevista coletiva, Aécio reagiu:

— A presidente deu uma declaração de que acha estarrecedor o vazamento desses depoimentos. Eu considero estarrecedores esses depoimentos. Essa confissão de crime cometido sucessivamente é de forma contínua ao longos dos últimos doze anos. Assaltaram a maior empresa brasileira nas barbas desse governo. E não há sequer uma indignação da presidente. Ela está indignada com o vazamento, não está indignada com os depoimentos — disse o tucano.

Dilma voltou à carga durante um ato de campanha em Canoas, no qual ela classificou a utilização de informações dos depoimentos na corrida eleitoral como “golpe”.

— Agora, na véspera eleitoral, eles querem dar um golpe. Estão dando um golpe. Com esse golpe nós não vamos concordar – discursou a candidata, que acusou a PF de ter sido “aparelhada” no governo do PSDB. — Não concordamos com o uso eleitoreiro de processos de investigação que nós fizemos, que nós desenvolvemos. A Polícia Federal começou a ser um órgão de investigação a partir dos nossos governos. Quem era o diretor da Polícia Federal nos últimos quatro anos do governo do PSDB? Era aparelhado. Era um militante filiado do PSDB. Eles aparelharam a Polícia Federal, que investigou pouco, descobriu pouco, prendeu pouco e condenou muito pouco os corruptos e corruptores — completou.

Perguntado se acha que os esquemas de corrupção da Petrobras podem ter chegado a conhecimento do alto escalão da empresa, Aécio disse que, caso eleito, irá a fundo nas investigações e que todos os responsáveis serão processados e os culpados, punidos.

— As denúncias que fizemos no Congresso Nacional em relação aos desvios da Petrobrastinham como base uma série de denúncias que nos chegavam, por isso nós lutamos por umaCPI. Agora (vemos) o tesoureiro do PT, que sustenta a estrutura partidária, acusado de receber esses recursos desviados da corrupção. O que posso dizer é que, se eleito presidente da República, nós vamos a fundo nessas investigações. Nós vamos estimular todos os órgãos que já cumprem o seu dever constitucional para que as investigações possam ir no limite do que seja necessário. E absolutamente todos os responsáveis possam ser processados e os culpados exemplarmente punidos — declarou.

Sobre o programa eleitoral de rádio da candidata Dilma, veiculado nesta sexta-feira, que dizia que Fernando Henrique Cardoso acha os pobres desinformados, o tucano disse achar uma desonestidade intelectual a estratégia de morar críticas ao ex-presidente, e que Dilma tenta desagregar os brasileiros.

— Eu acho isso uma desonestidade intelectual. Se não tivesse a estabilidade da moeda, se não tivesse a Lei de Responsabilidade Fiscal, se não tivesse a privatização de setores importantes da economia, não teria havido os resultados que tiveram no governo dopresidente Lula. Acho triste, chega a ser melancólico o início desse segundo turno, onde a presidente da República ir na perversa tentativa de dividir o Brasil entre nós e eles, entre o Norte e Sudeste, entre Norte e Sul. Eu, ao contrário, quero unir o Brasil.

SEM APOIO FORMAL DE MARINA E ROMÁRIO

Durante a coletiva, Aécio Neves disse ainda que vê com enorme naturalidade a indefinição da ex-candidata à Presidência Marina Silva de declarar apoio ou não ao candidato. Marina Silva tinha sinalizado apoio ao candidato no início da semana, mas recuou. Até o momento, a ex-ministra não formalizou sua decisão.

— Percebo que há uma convergência crescente entre os companheiros nossos, os companheiros da Marina, do próprio PSB. Amanhã mesmo estarei em Pernambuco, teremos lá um ato de apoio formal do PSB regional à nossa candidatura. É com enorme emoção que recebo o apoio do grupo político de Eduardo Campos. Quanto à candidata Marina Silvaacredito que ela tomará sua decisão no momento certo, e que será por nós respeitada — afirmou.

Sobre o silêncio do candidato recém-eleito ao Senado Romário (PSB) a respeito de um eventual apoio neste segundo turnoAécio amenizou e disse acreditar estar junto com ele nos próximos dias.

— Eu tenho dito em relação a todos os apoios que todos tem o seu tempo e deve avaliar qual é o melhor caminho. Reitero que tenho muito respeito ao desempenho parlamentar doRomário, como era também admirador de seu futebol. Mas acredito que possamos estar juntos nos próximos dias — sinalizou. Mais cedo, Aécio passou o dia em seu apartamento, em Ipanema, conversando por telefone com alguns aliados.

Aécio Neves abriu a coletiva lembrando o Dia Nacional de Prevenção a Violência Contra a Mulher e anunciou que, caso eleito, criara uma rede de proteção às mulheres que sofreu ou está sob ameaça de sofrer violência, com as Casas-Lares, com os abrigos familiares e ampliando o Disque-Denúncia nos municípios.

— Nós temos que tirar das estatísticas macabras do Brasil o aumento dos crimes de violência contra a mulher.

Aécio: ‘Eu sou hoje o candidato das forças da mudança’

Aécio: “Eu sou hoje o candidato das forças que querem encerrar esse ciclo perverso de governo e colocar no lugar um outro, que faça o Brasil crescer.”

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio agradece apoio e pede que mobilização seja mantida

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, reafirmou, nesta quinta-feira (09/10), no Rio de Janeiro (RJ), o sentimento de satisfação com os apoios que vem recebendo de todo o Brasil para o segundo turno. Ele pediu que os aliados e apoiadores mantenham a mobilização nesta etapa da campanha. Para Aécio, sua candidatura representa o sentimento de mudança que a população brasileira exige no país.

“Não sou mais o candidato do PSDB ou da nossa aliança inicial. Eu sou hoje o candidato das forças da mudança, das forças que querem encerrar esse ciclo perverso de governo e colocar no lugar um outro, que faça o Brasil crescer e avançar nos  seus programas sociais”, afirmou em entrevista coletiva à imprensa.

Aécio destacou que se sente honrado com as adesões do PSB, PV, PSC e PPS. “Quero reiterar que estou extremamente feliz e honrado com os apoios que recebi até aqui, apoios de partidos que têm história na vida brasileira, partidos que disputaram a eleição como o PSB, em especial, como o PV como o PSC, apoio de partido que tem história como o PPS. Isso é uma demonstração clara de confiança no nosso projeto”, afirmou.

Agradecimento

Aécio agradeceu a manifestação de apoio do candidato do PMDB ao governo do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori, que foi o mais votado no primeiro turno no Estado. “Pretendo na próxima semana ir, pessoalmente, agradecer essa manifestação, porque acho que temos também condições de vencer lá”, afirmou ele, informando que esta segunda etapa da eleição é um momento de reorganização das forças políticas, que tinham uma prioridade com suas próprias eleições e passam agora a priorizar a eleição nacional.

Questionado sobre as conversas com a candidata do PSBMarina Silva, e se haverá mudanças em seu programa de governo, Aécio afirmou que as sugestões são bem-vindas e servirão para aprimorar as propostas. “Um programa de governo é uma obra em permanente construção. Sugestões que possam aprimorar o nosso programa serão sempre muito bem-vindas. O nosso programa tem já uma inserção no campo social.”

Aécio citou como exemplo o tema da sustentabilidade, amplamente discutido com ambientalistas e coordenado por Fabio Feldmann, inclusive com a própria Marina.

“Todas as sugestões que puderem aprimorar o nosso programa serão muito bem-vindas. Vejo que há muito mais convergência daquilo que tenho ouvido e aquilo que tenho lido em relação a propostas não oficiais ainda da candidata Marina, vejo muito mais afinidades do que divergências, mas não recebi ainda essas propostas [de Marina]”, destacou.

Questionado se a questão da redução da maioridade penal pode ser um obstáculo no apoio deMarinaAécio explicou que o assunto não chegou à campanha. Ele alertou sobre os equívocos na interpretação sobre a proposta apresentada pela Coligação Muda Brasil.

“Há inclusive uma confusão. Nós não falamos em acabar com a maioridade. Nossa proposta é muito clara. Ela se refere à possibilidade de, ouvido o Ministério Público, o promotor da Infância e da Adolescência, naquele caso o juiz possa considerar do caso [de crime] extremamente grave”, afirmou. “Isso na verdade, inclinaria numa mudança do sistema atual para menos de 1% dos jovens acima de 16 anos hoje em casos de correição. Portanto, não é a simples fim da maioridade. É essa proposta do senador Aloysio Nunes [vice na chapa presidencial] e, me parece, sinaliza na direção da diminuição da impunidade.”

Romário

Aécio destacou que suas propostas têm aspectos comuns com as apresentadas pelo ex-jogador Romário, senador eleito pelo Rio e filiado ao PSB. O candidato contou ter conversado, por telefone, com o ex-atleta – que hoje é deputado federal – e acertaram que voltarão a se falar.

“Acho que há uma convergência muito grande. O Romário foi uma das belas surpresas no Congresso Nacional, foi o parlamentar que fez uma opção clara por se dedicar a determinados temas e, portanto, para mim será um prazer incorporar de forma ainda mais clara, explícita, algumas das suas preocupações em relação, por exemplo, às pessoas com deficiência”, afirmou ele.

Aécio destacou a importância de manter a mobilização da campanha para o segundo turno. “Fiz uma grande convocação a todos aqueles que disputaram as eleições para que se mantenham mobilizados, parlamentares que já venceram ou mesmo que foram derrotados. É muito importante que não haja uma desmobilização nesses praticamente 15 dias que nos separam das eleições, isso para mim é extremamente importante”, disse. “Nós não ganhamos absolutamente nada, temos que continuar trabalhando muito”, afirmou.