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Dilma vai encarar turbulência no ‘terceiro turno’

Na economia, esta segunda-feira deve trazer uma grande turbulência que já está “precificada”. Não será surpresa se o dólar chegar a R$ 3.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo

Presidente vence agora, mas deve enfrentar 3º turno tão ou mais difícil

Dilma Rousseff venceu as mais disputadas eleições presidenciais desde a redemocratização, mas agora deverá enfrentar um “terceiro turno” tão ou mais difícil.

Na economia, esta segunda-feira (27) deve trazer uma grande turbulência que já está “precificada”, para ficar no jargão do mercado financeiro. Não será surpresa se o dólar chegar a R$ 3.

Tudo ciranda normal, pode-se argumentar. Mas a pressão inflacionária do dólar alto vai dificultar ainda mais o cenário geral. Uma resposta melhor que a demissão prévia de Guido Mantega da Fazenda será esperada.

Vem ao encontro disso a crise política decorrente do escândalo da Petrobras. A partir do fim do ano deverá ficar mais sólido o que hoje é indício, e não há quem não considere o caso muito mais grave do que o do mensalão.

Num cenário extremo e a se confirmar o que diz a delação premiada, Dilma e Lula podem ser envolvidos. Mesmo sem isso, o PT sangrará de forma profusa, depois de uma eleição em que a sigla e corrupção eram associadas em pesquisas qualitativas.

Outros partidos aliados, PMDB à frente, também sofrerão baixas. Isso deixará o já fragmentário quadro de apoio parlamentar ao governo mais volátil –logo, propenso a apetites fisiológicos.

Politicamente, ainda que interlocutores neguem chance de ruptura, a tendência é a de uma tensão maior entre Dilma e seu criador político, Luiz Inácio Lula da Silva.

Apesar de ter reaparecido na campanha em sua reta final, um certo afastamento foi a marca do relacionamento entre os dois no governo e na disputa eleitoral. Alguma equação deverá ocorrer, visando a disputa de 2018.

O problema é que, para chegar lá, o PT precisa de Dilma e de um segundo mandato melhor que o primeiro, embora o cenário sugira dias ainda mais turbulentos.

Em favor de Dilma, há o argumento de que não se discute com resultados. Terá a autonomia que não teve em 2010-2011 na hora de nomear seu ministério, e tenderá a endurecer a relação com o PMDB e outros aliados.

Sem a pressão da reeleição, deverá aprofundar suas convicções, e é previsível mais atritos com a mídia.

Uma incógnita é a temperatura de um eleitorado dividido. O arrefecimento dos ânimos, registrado em outros pleitos, irá se repetir? Ou a “Kulturkampf” do “nós contra eles” alimentada pelo PT por 12 anos e amplificada pelos dois lados nas redes sociais irá espraiar para as ruas?

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Aécio quer fazer auditoria na Caixa e no BNDES

Equipe econômica de Aécio, já escolheu a primeira coisa a fazer, caso ele vença as eleições: uma devassa nas contas da Caixa e do BNDES.

Eleições 2014

Fonte: Estado de S.Paulo

Tucanos planejam auditoria na Caixa e no BNDES

LU AIKO OTTA – O ESTADO DE S. PAULO

Economistas da equipe de Aécio consideram a medida fundamental para conhecer a real situação dos dois bancos

A equipe econômica do candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, já escolheu a primeira coisa a fazer, caso ele vença as eleições: uma devassa nas contas da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo auxiliares do candidato, a ordem é começar a trabalhar nisso “já na próxima segunda-feira”.

Os integrantes da equipe econômica do tucano estão convencidos de que esses dois bancos públicos acumulam um grande volume de valores a receber do Tesouro Nacional, sem que se saiba exatamente quanto.

Esses créditos são fruto de programas que cobram juros abaixo do mercado como o Minha Casa Minha Vida e o Programa de Sustentação de Investimentos (PSI).

Para manter o juro baixo, governo precisa pagar um subsídio. Ou seja, ele “banca’’ parte da bondade com recursos públicos, saídos do Tesouro Nacional, que são entregues aos bancos que fazem o empréstimo. Mas, já há alguns anos, a área econômica vem segurando o repasse dos subsídios. Isso é facilitado pelo fato de ficar tudo “em casa’’, pois quem deixa de receber são bancos públicos.

Especialistas de fora do governo acreditam que o maior volume de subsídios não pagos esteja no BNDES. O economista Felipe Salto, da consultoria Tendências, calcula que sejam R$ 28,8 bilhões. Mas há, na equipe de Aécio, grande preocupação com a Caixa, cuja contabilidade é menos transparente.

Ajuste. “A primeira coisa é saber o tamanho da encrenca’’, diz um auxiliar tucano. Essa informação é fundamental para dar aos agentes de mercado a informação mais aguardada: o plano de voo do ajuste das contas públicas.

Em outras palavras, o que será feito para atingir o objetivo já anunciado de, no prazo de dois a três anos, produzir um saldo nas contas públicas grande o suficiente para conter o crescimento da dívida pública.

Depois de duas décadas comportada, a dívida começou a aumentar este ano. Em setembro, ela estava em 35,9% do Produto Interno Bruto (PIB), depois de haver iniciado o ano em 33,1% do PIB. Esse crescimento se dá porque a economia que o setor público faz não é suficiente para pagar nem os juros.

Para controlá-la, será preciso apertar o cinto ou arrecadar mais.  Pelos cálculos do economista Marcos Lisboa, ex-secretário de Política Econômica e atual vice-presidente do Insper, a economia, chamada de resultado primário, teria de ser da ordem de 2,5% do PIB. No dado oficial mais recente, o saldo acumulado em 12 meses estava em 0,94% do PIB. Mas há suspeita generalizada entre os especialistas de que, na ponta do lápis, o resultado esteja negativo.

Isso porque o atraso no pagamento de subsídios é apenas uma das manobras a que o governo recorreu para melhorar artificialmente o resultado oficial das contas públicas, segundo demonstraram várias reportagens que o Estado publicou ao longo deste ano. Outra foi exigir dos mesmos bancos, Caixa e BNDES, o pagamento antecipado de dividendos.

Segundo informações da área técnica, a Caixa teria sido levada também a pagar benefícios sociais, como abono e seguro-desemprego, sem haver recebido do Tesouro os recursos para isso – um mecanismo batizado de “pedalada’’. Nos bastidores, a informação é que o fluxo teria sido regularizado em agosto.

Meta. O propósito da equipe de Aécio Neves é limpar as contas públicas de todos os truques desse tipo, conforme consta do programa econômico divulgado pelo candidato. “Esta é uma necessidade absoluta para a construção de um regime macroeconômico robusto e para que se cumpra a Lei de Responsabilidade Fiscal’’, diz o documento.

Paralelamente ao levantamento da real situação das contas públicas, a ordem é acelerar a elaboração da proposta de reforma tributária, que Aécio prometeu enviar ao Congresso no início de seu mandato.

A proposta já está delineada do ponto de vista técnico. Mas como o candidato aparecia em terceiro lugar nas pesquisas às vésperas do 1.º turno, os trabalhos foram desacelerados.

A ideia agora é dialogar com os especialistas que já estiveram envolvidos nas tentativas anteriores. E, assim, saber quais são os principais obstáculos.

Aécio quer fazer auditoria na Caixa e no BNDES

Equipe econômica de Aécio, já escolheu a primeira coisa a fazer, caso ele vença as eleições: uma devassa nas contas da Caixa e do BNDES.

Eleições 2014

Fonte: Estado de S.Paulo

Tucanos planejam auditoria na Caixa e no BNDES

LU AIKO OTTA – O ESTADO DE S. PAULO

Economistas da equipe de Aécio consideram a medida fundamental para conhecer a real situação dos dois bancos

A equipe econômica do candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, já escolheu a primeira coisa a fazer, caso ele vença as eleições: uma devassa nas contas da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo auxiliares do candidato, a ordem é começar a trabalhar nisso “já na próxima segunda-feira”.

Os integrantes da equipe econômica do tucano estão convencidos de que esses dois bancos públicos acumulam um grande volume de valores a receber do Tesouro Nacional, sem que se saiba exatamente quanto.

Esses créditos são fruto de programas que cobram juros abaixo do mercado como o Minha Casa Minha Vida e o Programa de Sustentação de Investimentos (PSI).

Para manter o juro baixo, governo precisa pagar um subsídio. Ou seja, ele “banca’’ parte da bondade com recursos públicos, saídos do Tesouro Nacional, que são entregues aos bancos que fazem o empréstimo. Mas, já há alguns anos, a área econômica vem segurando o repasse dos subsídios. Isso é facilitado pelo fato de ficar tudo “em casa’’, pois quem deixa de receber são bancos públicos.

Especialistas de fora do governo acreditam que o maior volume de subsídios não pagos esteja no BNDES. O economista Felipe Salto, da consultoria Tendências, calcula que sejam R$ 28,8 bilhões. Mas há, na equipe de Aécio, grande preocupação com a Caixa, cuja contabilidade é menos transparente.

Ajuste. “A primeira coisa é saber o tamanho da encrenca’’, diz um auxiliar tucano. Essa informação é fundamental para dar aos agentes de mercado a informação mais aguardada: o plano de voo do ajuste das contas públicas.

Em outras palavras, o que será feito para atingir o objetivo já anunciado de, no prazo de dois a três anos, produzir um saldo nas contas públicas grande o suficiente para conter o crescimento da dívida pública.

Depois de duas décadas comportada, a dívida começou a aumentar este ano. Em setembro, ela estava em 35,9% do Produto Interno Bruto (PIB), depois de haver iniciado o ano em 33,1% do PIB. Esse crescimento se dá porque a economia que o setor público faz não é suficiente para pagar nem os juros.

Para controlá-la, será preciso apertar o cinto ou arrecadar mais.  Pelos cálculos do economista Marcos Lisboa, ex-secretário de Política Econômica e atual vice-presidente do Insper, a economia, chamada de resultado primário, teria de ser da ordem de 2,5% do PIB. No dado oficial mais recente, o saldo acumulado em 12 meses estava em 0,94% do PIB. Mas há suspeita generalizada entre os especialistas de que, na ponta do lápis, o resultado esteja negativo.

Isso porque o atraso no pagamento de subsídios é apenas uma das manobras a que o governo recorreu para melhorar artificialmente o resultado oficial das contas públicas, segundo demonstraram várias reportagens que o Estado publicou ao longo deste ano. Outra foi exigir dos mesmos bancos, Caixa e BNDES, o pagamento antecipado de dividendos.

Segundo informações da área técnica, a Caixa teria sido levada também a pagar benefícios sociais, como abono e seguro-desemprego, sem haver recebido do Tesouro os recursos para isso – um mecanismo batizado de “pedalada’’. Nos bastidores, a informação é que o fluxo teria sido regularizado em agosto.

Meta. O propósito da equipe de Aécio Neves é limpar as contas públicas de todos os truques desse tipo, conforme consta do programa econômico divulgado pelo candidato. “Esta é uma necessidade absoluta para a construção de um regime macroeconômico robusto e para que se cumpra a Lei de Responsabilidade Fiscal’’, diz o documento.

Paralelamente ao levantamento da real situação das contas públicas, a ordem é acelerar a elaboração da proposta de reforma tributária, que Aécio prometeu enviar ao Congresso no início de seu mandato.

A proposta já está delineada do ponto de vista técnico. Mas como o candidato aparecia em terceiro lugar nas pesquisas às vésperas do 1.º turno, os trabalhos foram desacelerados.

A ideia agora é dialogar com os especialistas que já estiveram envolvidos nas tentativas anteriores. E, assim, saber quais são os principais obstáculos.

Aécio agradece pela expressiva votação e diz que compromisso da presidente será o de unir o Brasil

Emocionado, Aécio disse que sai desta eleição “mais vivo e sonhador” e que a prioridade da presidente deve ser a de unir o Brasil.

O Brasil não mudou

Fonte: O Globo

Após derrota, Aécio diz que prioridade de Dilma deve ser a de unir o Brasil

Tucano agradeceu os 50 milhões de votos e afirmou ter saído do pleito ‘mais vivo e sonhador’

Visivelmente emocionado, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, disse que a prioridade da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) deve ser a de unir o Brasil. O tucano agradeceu os votos em São Paulo e disse que sai desta eleição “mais vivo e sonhador””. Ele telefonou para Dilma, para cumprimentá-la pela vitória.

Leia a íntegra do discurso de Aécio Neves.

— Cumprimentei agora há pouco, por telefone, a presidente reeleita. E desejei a ela sucesso na condução do seu próximo governo. E ressaltei: considero que a maior de todas as prioridades deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique a todos os brasileiros. — afirmou o tucano, que terminou seu discurso agradecendo aos brasileiros: — Combati o bom combate, cumpri minha missão e guardei a fé. Muito obrigado a todos os brasileiros.

Aécio iniciou sua fala agradecendo os 50 milhões de votos obtidos neste segundo turno, em que conquistou 48,38% dos votos totais. Para o tucano, estes brasileiros apontaram “o caminho da mudança”.

— Serei eternamente grato a cada um de vocês que me permitiram voltar a sonhar e a acreditar na construção de um novo projeto. As cenas que vivi ao longo destes últimos meses jamais sairão da minha mente e do meu coração.

Ainda no seu discurso, Aécio agradeceu todos os companheiros do partido pela figura do seu vice, Aloysio Nunes, e disse ter saído deste pleito presidencial “mais vivo do que nunca”.

O clima no local onde o candidato acompanhou a votação passou da euforia da tarde à tristeza após a confirmação da vitória de Dilma. Alguns eleitores abriram uma faixa com a frase: “Não vamos desistir do Brasil”.

Na saída do prédio na capital mineira, antes do discursou, o tucano acenou de dentro do carro, deu adeus com as duas mãos e fez até sinal de positivo para um grupo de eleitores. Ele comentou com assessores que achara “simpática” a faixa.

Nas redes sociais, o perfil do candidato postou uma foto com os dizeres “Obrigado.” Nos bastidores, reunido com aliados, o tucano desabafou:

— Bola para frente. É isso mesmo. É o jogo!

SERRA: ‘NÃO VAMOS ATUAR NO QUANTO PIOR, MELHOR’

Apesar do discurso de Aécio, o senador eleito por São Paulo, José Serra, disse que aoposição não terá contemplação com os desvios do governo de Dilma Rousseff.

— É a oposição que não vai ter nenhuma contemplação com os desvios de natureza moral e de natureza administrativa. E sempre apontando caminhos. A oposição tem que atuar, combatendo e sempre olhando o interesse do futuro do país, a unidade do país. E não vamos atuar no quanto pior, melhor. O PSDB não tem essa natureza — disse Serra.

Senador eleito, ele acrescentou que a oposição sai fortalecida e tem estados como São Paulo como centro de sua atuação:

— Aquilo que se chama oposição no Brasil tem uma força muito grande e vamos usar essa força em benefício do Brasil. Vamos jogar todo esse peso no enfrentamento destas questões (inflação, por exemplo).

Ele criticou os métodos usados pelo PT na campanha.

— Não foi a primeira que eles fizeram, eles têm esse método de atuação, não só no governo, mas no processo eleitoral, mas saímos de cabeça erguida e com uma quantidade de votos maior ainda e com muita determinação de combatermos tudo aquilo que consideramos errado.

O deputado Geddel Vieira Lima disse que a oposição não deve se envergonhar.

— Não foi uma eleição da qual a gente tenha que se envergonhar.

O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), disse que o país tem que voltar a crescer.

— Que a presidente Dilma faça uma mudança na política econômica — disse Lacerda.

Serra acompanhou a apuração dos votos ao lado de Aécio, no final da tarde, e o acompanhou durante o pronunciamento do candidato tucano, num hotel da capital mineira.

Nos bastidores, aliados de Aécio disseram que esperavam um desempenho melhor em Minas Gerais, onde Dilma teve 52,4%. Nas ruas, onde a propaganda de Aécio sempre foi maior, à noite os petistas começaram a lotar restaurantes e a fazer buzinaços.

Aécio critica governo federal sobre a crise da água

Aécio questionou ainda a existência de aparelhamento político na Agência Nacional de Águas, órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Faltou apoio do governo federal, diz Aécio sobre agravamento da crise da água

Em visita à Serra da Piedade, em Caeté (MG), o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, atribuiu, nesta segunda-feira (20/10), o agravamento da crise da água no Estado de São Paulo à ausência de apoio por parte do governo federalAécio afirmou que, uma vez eleito presidente, intensificará as parcerias com os Estados, sem discriminação partidária.

“O Estado [de São Paulo] fez algo absolutamente adequado, que foi bônus para aqueles que economizam água. Mais de 80% da população participou disso”, ressaltou Aécio, referindo-se à adoção da medida pelo governo de São Paulo, na região metropolitana e alguns municípios, para quem economizar 20% na conta de água, recebendo 30% de desconto no valor final. “Talvez tenha faltado uma parceria maior com o governo federal.”

O candidato afirmou ainda que uma das falhas da gestão do PT é terceirizar responsabilidades. “O que eu posso garantir é que serei um parceiro dos Estados, não apenas de São Paulo”, destacou Aécio. “No meu governo não se vai terceirizar responsabilidades. Vai assumir suas responsabilidades e agir em parceria.”

Aécio destacou ainda que seu governo atuará como parceiro dos Estados não só em relação à questão da água, como também de mobilidade urbana, transportes e segurança pública.

Aécio questionou ainda a existência de aparelhamento político na Agência Nacional de Águas (ANA), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente, que se destina a executar ações relativas aos recursos hídricos do país. “Se não tivesse o governo do PT servido a outros fins, nós lembramos bem, quais foram as indicações e os critérios adotados para ocupar cargos na ANA, ela poderia ter sido uma parceira maior do governador [Geraldo Alckmin].”, afirmou.

Visita

Aécio chegou ao Santuário Nossa Senhora da Piedade acompanhado do ex-governador e senador eleito por Minas GeraisAntonio Anastasia (PSDB).

Nossa Senhora da Piedade é padroeira do Estado de Minas Gerais. O santuário está localizado a 48 km da capital mineira e a 16 km do município de Caeté. É um local de beleza natural e a 1.746 metros de altitude. O monumento foi construído, no século XVIII, por portugueses em devoção à santa.

O Conjunto Arquitetônico e Paisagístico do Santuário Nossa Senhora da Piedade foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Do alto do santuário, é possível ter uma das mais belas vistas das montanhas de Minas.

Multidados: Aécio dispara 12 pontos à frente de Dilma

Segundo a pesquisa, 50% dos eleitores votariam em Aécio Neves, enquanto 38% disseram ter a intenção de votar em Dilma Rousseff.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves está 12 pontos à frente de Dilma em Minas

Povo mineiro aponta preferência por candidato da Coligação Muda Brasil

Pesquisa divulgada na última sexta-feira (17/10) pela Multidados Comunicações sobre a preferência dos eleitores mineiros para o segundo turno das eleições presidenciais aponta o candidato da Coligação Muda BrasilAécio Neves, 12 pontos à frente da presidente e candidata do PT Dilma Rousseff.

Segundo a pesquisa, 50% dos eleitores votariam em Aécio Neves, enquanto 38% disseram ter a intenção de votar em Dilma Rousseff. Entre os que ainda não decidiram, 5% afirmaram que não rejeitam nenhum deles, e outros 7% ficaram indecisos ou não responderam à pergunta.

A imagem de Aécio foi muito bem avaliada. Entre os eleitores entrevistados, 11% afirmam ter uma imagem ótima e 45%, boa. A avaliação da imagem da presidente foi ótima para apenas 9% dos entrevistados, e boa para 39%.

A pesquisa, registrada na Justiça Eleitoral como BR-01126/2014, foi feita em 85 municípios, dos quais 72 onde a petista venceu no primeiro turno e 13 onde Aécio foi o vencedor. O grau de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,8 pontos percentuais.

Pesquisa Ibope e Datafolha mostra desconfiança no ninho tucano

Aliados de Aécio acreditam que os apoios de Marina Silva e da família de Eduardo Campos, ainda não tiveram efeito sobre as intenções de voto.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Apoio de Marina a Aécio e troca de acusações entre ele e Dilma não alteraram intenções de voto

O resultado das pesquisas do Ibope e do Datafolha, divulgados na quarta-feira, foi recebido com desconfiança pela campanha tucana e com alívio pelos petistas. Aliados de Aécio acreditam que os apoios declarados nos últimos dias, de Marina Silva e da família do ex-governador de PernambucoEduardo Campos, falecido em agosto, ainda não tiveram efeito sobre as intenções de voto dos eleitores. Já os petistas comemoram que os fatos positivos para Aécio não tenham repercutido nos levantamentos.

Integrante da campanha de Aécio, o deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP) diz acreditar que a mais recente pesquisa não teria captado ainda os efeitos do apoio de Marina e da família do ex-governador de PernambucoEduardo Campos, declarados no último fim de semana. O deputado diz que o PT está usando uma estratégia agressiva porque está “desesperado” e que, mesmo assim, Aécio se mantém estável nas pesquisas. Duarte lembra, porém, que é preciso usar “sandálias da humildade” e evitar euforia de vitória antecipada.

— As pesquisas não captam o ato reflexivo do eleitor na reta final. A pesquisa que antecedeu a eleição mostrou isso claramente. Aécio vai crescer muito mais porque tem a seu lado o eleitor indignado com a corrupção, a inflação, o país que não cresce — afirmou.

presidente do PSDB de Minas Gerais, deputado Marcus Pestana, afirma que, apesar da campanha de “vale-tudo” que acusa do PT de estar fazendo, Aécio irá subir nos próximos levantamentos, e destaca que a campanha tucana continuará investindo em temas para polarizar contra o PT, como mudança na forma de fazer política, situação da economia, corrupção, em particular na Petrobras, gestão e liderança para executar reformas necessárias.

— Acho que os institutos estão com uma postura conservadora de não apostar em viés de decisão, mas temos notícia de uma situação mais favorável para o Aécio. Tivemos uma semana ainda não totalmente drenada pela sociedade, com o anúncio de apoio de Marina e da família Campos, o PSB, que ainda vai produzir um efeito grande. E teve uma pancadaria do PT em cima do Aécio, uma campanha extremamente radical, raivosa, mostra que eles sabem que estão muito atrás — pontuou Pestana.

DILMA NÃO FALOU TUDO AINDA, DIZ PETISTA

O líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), afirmou que o resultado da pesquisa traz alívio para os petistas, que tinham uma expectativa de que os recentes anúncios de apoio a Aécio tivessem uma repercussão já neste levantamento. O deputado dá o tom de que o PT deverá continuar partindo para o ataque contra o tucano.

— Essa eleição vai se definindo a cada momento, a recomendação à militância é trabalhar até o último minuto a eleição da Dilma. Os dados trazem um alívio, pelo que se ouvia dizer por aí parecia que Aécio estava com 70, e Dilma com 30. Se está empatado, então é bom. Mostra que tem gente do PSB e da Marina se dividindo. Aécio está usando a mesma postura da Marina, tentando se colocar como vítima, e isso é ruim para ele. O povo não é bobo, o que a presidente Dilma fala tem comprovação, documentos, e o debate serve para isso. E ela não falou tudo ainda! — ameaça o petista.

O senador Humberto Costa, líder do PT no Senado, também comemorou o resultado. Para Costa, o acúmulo de fatos positivos ocorridos nos últimos dias para Aécio, com o anúncio de apoios e os fatos negativos para Dilma, com mais denúncias de corrupção na Petrobras poderiam ter produzido uma vantagem para o tucano, o que acabou não ocorrendo neste último levantamento.

— Achei excelente o resultado, pode até ser estranho, mas ao longo da última semana Aécio só acumulou fatos positivos e nós alguns negativos. Tudo que aconteceu semana passada foi favorável a ele. E mais, a rejeição dele cresceu e acho que depois do debate de ontem a tendência é a gente abrir vantagem — defende Costa.