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ObservatórioMG mostra a ineficiência do governo do PT em Minas Gerais

Site registra e denuncia omissões, ineficiências – inclusive aquelas noticiadas pela imprensa nacional e mineira – e mentiras divulgadas pelo governo Fernando Pimentel.

Seção sobre o legado das gestões anteriores facilita a comparação entre o desgoverno atual e os resultados alcançados até 2014.

Fonte: PSDB

ObservatórioMG revela a ineficiência do governo do PT em Minas

ObservatórioMG revela a ineficiência do governo do PT em Minas. Reprodução

Com ObservatórioMG oposição mostra para a população a ineficiência do governo do PT em Minas

Fiscalizar e acompanhar as atividades do governo estadual é uma das funções do Bloco Verdade e Coerência, o bloco de Oposição da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Parte desse trabalho ficará disponível para consulta da população a partir desta quarta-feira (15/7) por meio do ObservatórioMG. O site registra e denuncia omissões, ineficiências – inclusive aquelas noticiadas pela imprensa nacional e mineira – e mentiras divulgadas pelo governo Fernando Pimentel, muitas delas por meio de milionária campanha publicitária paga com recurso público.

“Desde o início de 2015, a administração petista é marcada por mentiras, ausência de planejamento e de políticas públicas consistentes e pela destruição de iniciativas que beneficiaram o Estado até o ano passado. O que vemos é um completo desgoverno do PT em Minas. O Executivo mineiro está mais preocupado em criticar as gestões anteriores do que em assumir suas responsabilidades. Seis meses perdidos. Minas está à deriva”, afirma  o líder do bloco de oposição, deputado Gustavo Corrêa (DEM).

Para facilitar a consulta, o site é dividido por áreas e registra também a divulgação dos principais resultados das ações e políticas públicas desenvolvidas no Estado de 2003 a 2014. São três seções principais: “Os anos que mudaram Minas”, com o legado das gestões anteriores; “O que o PT está fazendo no governo de Minas?” e a “A realidade do ‘diagnóstico’ do PT”.

Na seção sobre a realidade do diagnóstico do PT, estão disponíveis as denúncias feitas pelo bloco Verdade e Coerência sobre o documento divulgado pelo governo de Minas em abril, com dados falsos e sem fontes oficiais; e a apresentação que desmascarou a lista de 500 obras que o governo Fernando Pimentel divulga, de forma mentirosa, ter “herdado”. Na semana passada, os deputados do bloco denunciaram que a lista da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) inclui, por exemplo, 194 obras já concluídas até 2014, sendo 22 repetidas e até a produção de um mapa rodoviário.

“O que vemos é um governo mentiroso, que gasta mal o dinheiro público, investindo em uma campanha publicitária com dados sabidamente falsos. Na lista da Seplag sobre as 500 obras, a avenida Antônio Carlos, executada em duas etapas finalizadas em 2010 e 2011, foi incluída oito vezes como obra parada. Desmascarado, o governo mudou a lista e mente mais uma vez. O PT zomba da inteligência dos mineiros”, afirma o líder da Minoria, deputado Gustavo Valadares (PSDB).

O Dia do Trabalho, artigo Aécio Neves

Dilma chama trabalhadores para pagar do seu bolso 89% do custo do ajuste fiscal, sem ter fechado um único ministério ou cortado um único cargo de confiança.

Não houve o que comemorar no Dia do Trabalho. O governo estragou a festa.

Fonte: Folha de S.Paulo 

O Dia do Trabalho

Artigo AÉCIO NEVES

Quando se critica a má gestão do governo do PT e, em especial, os erros sucessivos da política econômica dos últimos anos, muitos acham que a oposição é pessimista e gosta de mostrar só o que não funciona. Mas é justamente o contrário.

Temos tudo para ser um grande país se o governo não atrapalhar tanto, com os seus sucessivos erros, o crescimento econômico e o avanço social dos brasileiros.

Ao contrário de vários países emergentes, no Brasil há uma Justiça e órgãos de controle independentes, que estão lutando contra o aparelhamento político das estatais, patrocinado pelo governo do PT; temos uma indústria diversificada e um setor agropecuário que é um dos mais competitivos do mundo e um amplo sistema de proteção social estabelecido pela Constituição em 1988.

O natural seria estarmos crescendo entre 4% e 5% ao ano, em vez de termos uma estagnação (crescimento econômico igual a “zero”) no triênio 2014, 2015 e 2016, segundo projeções do mercado. Isso é ainda agravado pelo fato de, nesses mesmos três anos, a inflação média esperada ser de 6,7% ao ano, uma anomalia para um país que não cresce.

O baixo crescimento tem efeitos perversos para a vida dos trabalhadores. Na última semana, o IBGE mostrou que a taxa de desemprego cresceu pela terceira vez consecutiva neste ano e a renda real dos trabalhadores já teve queda de 3% neste período.

Além disso, como a correção real do salário mínimo está ligada ao crescimento do PIB, a estagnação da economia aponta para um crescimento “zero” no valor real do salário mínimo nos próximos dois anos e um aumento médio, no segundo governo Dilma, inferior a 1% ao ano!

O governo, depois de negar sistematicamente nas eleições a necessidade de qualquer ajuste fiscal, propõe agora um ajuste rudimentar cuja parte mais visível foi um corte real de 50% no investimentos dos ministérios da Saúde e da Educação, no primeiro trimestre do ano, redução dos direitos do trabalhadores e propostas de aumentos de vários impostose da conta de luz, que somam R$ 52 bilhões de uma meta de R$ 58 bilhões de superavit primário do governo federal.

A presidente Dilma está chamando os trabalhadores para pagar do seu bolso 89% do custo do ajuste fiscal, sem ter fechado um único ministério ou cortado um único cargo de confiança. Não houve o que comemorar no Dia do Trabalho. O governo estragou a festa.

O presidente dos Correios escreveu artigo em resposta ao texto por mim publicado nesse espaço. Tendo em vista os erros e deliberadas imprecisões e omissões contidas no texto dele, convido a quem se interessar pelo tema a acessar psdb.org.br/acao-irregular-correios para mais informações.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Governo Pimentel: violência cresce 10,7% em Minas Gerais

No levantamento do primeiro trimestre, Belo Horizonte registrou 9.246 roubos, média de 102 por dia ou um a cada 15 minutos.

Quando o recorte é a região metropolitana, a situação é ainda pior: o crescimento foi de 14,6% com relação ao mesmo período de 2014.

Fonte: O TEMPO

Violência cresce 10,7% no governo do PT em Minas

Medo. Especialista em segurança alerta que roubo é o crime que mais causa temor nos cidadãos. Foto: Jair Amaral/EM

Março foi o mês com mais roubos desde janeiro de 2012

Números do primeiro trimestre deste ano são 10,7% maiores que os de 2014, segundo Defesa Social

A recepcionista Vilma Rosa, 32, saiu de casa às 8h30 para trabalhar como em qualquer outro dia. No ponto do ônibus, porém, o susto: um homem veio por trás, deu um tapa em seu rosto e a jogou no chão na tentativa de levar seus pertences. Vilma reagiu e conseguiu segurar a mochila, mas o celular foi levado pelo criminoso, que fugiu de moto, com um comparsa. Abalada, a recepcionista ficou dias sem dormir e mudou a rotina para não precisar mais pegar o ônibus a três quarteirões de sua casa. “É uma sensação terrível, de raiva e de impotência. Estou sendo privada do meu direito de ir e vir”.

Assim como Vilma, milhares de pessoas são assaltadas todos os dias em Minas Gerais. Dados divulgados ontem pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) apontam 25.781 ocorrências de roubo nos três primeiros meses do ano, alta de 10,7% com relação ao mesmo período do ano passado. Apenas em março, 9.302 pessoas foram roubadas no Estado, o maior índice mensal registrado desde 2012.

No levantamento do primeiro trimestre, Belo Horizonte registrou 9.246 roubos, média de 102 por dia ou um a cada 15 minutos. Quando o recorte é a região metropolitana, a situação é ainda pior: o crescimento foi de 14,6% com relação ao mesmo período de 2014.

Balanço. A alta no índice de roubos puxou para cima as estatísticas de criminalidade violenta no Estado. Segundo a Seds, o primeiro trimestre foi 7% mais violento que o mesmo período de 2014. Embora tenha havido redução nas ocorrências de crimes como homicídios, estupros e sequestros, a quantidade de roubos representa 87% do total de crimes ocorridos no Estado, daí a alta dos resultados – em Belo Horizonte, o percentual é de 94%.

No total

Anual. Conforme o balanço, MG teve 108 mil crimes violentos em 2014, 17,6% a mais que em 2013. E pela primeira vez a Seds divulgou dados de estupro contra vulneráveis, índice que tem caído em 2015.

Aécio: A falta de confiança, artigo Folha

“A reação da população brasileira a todas as mentiras e manipulações feitas pelo PT precisa ser saudada como sinal do amadurecimento da democracia brasileira.”

“Há cada vez menos espaço para o marketing político de ocasião, oportunista, que está a serviço exclusivo da vitória a qualquer custo.”

Fonte: Folha de S.Paulo 

 A falta de confiança, por Aécio Neves

Aécio: “O barulho que tira o sono do governo não é o dos panelaços. É o da consciência desperta dos brasileiros.” Foto: Foto George Gianni

A falta de confiança

AÉCIO NEVES

Muita gente tem se perguntado qual é a crise mais grave, a econômica ou a política?

Do meu ponto de vista, a que agrava todas as demais é a crise de confiança que se instalou entre a população e o governo. Ela é tão perceptível que não é preciso sequer esperar pelos resultados das pesquisas para constatá-la.

Ao contrário do que muitos pensam, confiança não é apenas um valor simbólico. É elemento concreto, matéria prima essencial aos governos, especialmente em época de crise. Quando a população confia em um governo, acredita nos seus diagnósticos e compromissos. Quando confiam em um governo, setores produtivos investem sem medo.

A verdade é que o governo está pagando um alto preço pelas mentiras que vêm sendo ditas à população e que ficaram explicitadas de forma irreversível desde a campanha eleitoral do ano passado.

Nela, o governismo ultrapassou os limites aceitáveis da luta política, caluniou adversários e prometeu o que sabia que não ia fazer. Sem compromisso verdadeiro com a nação, não hesitou em dividir o país, tentando nos jogar uns contra os outros, com o discurso do “nós” contra “eles”, pobres contra ricos, Nordeste contra Sudeste.

A constatação das manipulações feitas pela campanha do PT gerou, entre milhões de brasileiros, forte ressentimento e o sentimento de que a população foi vítima de um verdadeiro estelionato eleitoral.

Essa percepção se deu de forma muito rápida e comprometeu a credibilidade de uma gestão que já nasceu velha, sem capacidade de propor saídas para os problemas que criou e legou a si mesma.

Na campanha, a candidata oficial não admitia sequer a existência de crise. Agora, se escora nela. A necessidade de ajuste era considerada uma peça de ficção engendrada pelas oposições. A imprensa revelou que parte das medidas do ajuste proposto pelo governo já estava decidida durante a campanha.

Inflação sob controle? Chegamos à previsão de 8%.

Os “neoliberais” iriam subir os juros? Estão aí as novas taxas. Retomada do crescimento? Mais um pibinho. Energia mais barata? Tarifaço. Não iria alterar benefícios dos trabalhadores, “nem que a vaca tussa”? Deu no que deu… Pátria educadora? Estão aí os cortes de orçamento da educação, as restrições ao Fies, os problemas no Pronatec.

A reação da população brasileira a todas as mentiras e manipulações feitas pelo PT precisa ser saudada como sinal do amadurecimento da democracia brasileira. Há cada vez menos espaço para o marketing político de ocasião, oportunista, que está a serviço exclusivo da vitória a qualquer custo.

O barulho que tira o sono do governo não é o dos panelaços. É o da consciência desperta dos brasileiros.

Educação: Professores dizem não à proposta do Governo Pimentel

Professores não aceitam pagamento do piso de forma escalonada. Educadores pararam as atividades e se reuniram no pátio da ALMG onde votaram a decisão.

A categoria já organiza novos protestos e entrarão em estado de greve em 29 de abril

Fonte: Hoje em Dia 

Professores dizem não à proposta do Governo Pimentel e podem entrar em greve

A categoria já organiza novos protestos e entrarão em estado de greve em 29 de abril. Foto: Lucas Prates / Hoje em Dia

Professores recusam proposta do Estado e indicam estado de greve

Professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais rejeitaram as propostas apresentadas pelo Governo do Estado, na tarde desta terça-feira (31). Os educadores pararam as atividades e se reuniram no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), onde votaram a decisão. A categoria já organiza novos protestos e entrarão em estado de greve em 29 de abril.

O Estado ofereceu pagar o piso do magistério, de forma escalonada, até 2018. No entanto, segundo a coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE/MG), Beatriz Cerqueira, informou que a categoria entendeu que as propostas não atendem o interesse dos professores. Os educadores aprovaram a realização de uma nova assembleia em 29 de abril, já com o indicativo de greve. Após a votação, o grupo iniciou uma passeata até a Praça 7, no Centro de BH.

Outra decisão será a realização de uma grande mobilização em Ouro Preto, na região Central do Estado. Os professores pretendem protestar em 21 de abril (Dia de Tiradentes), durante a entrega da Medalha da Inconfidência, como forma de pressionar o governo. Nos dias 9 e 10 de abril, a categoria voltará a se reunir com representantes do Estado, sendo no primeiro dia para levar o resultado da assembleia desta terça e no segundo dia para tratar sobre a Lei 100.

Beatriz disse que os professores não querem o pagamento do piso nacional de forma escalonada, e sim de imediato. “Temos escutado que devemos dar mais tempo ao governo do Estado e que queremos resolver em três meses, problemas de 12 anos. Mas pensamos o contrário. Se não fizermos mobilização agora, entraremos na fila. Se não esticarmos essa corda, passaremos mais quatro anos patinando entre piso e reajuste”, afirmou.

A coordenadora-geral do SindUTE/MG ainda reclamou que há distorção de interpretação por parte do Estado. Ela diz que o governo “engole” mais de 15% da carreira dos professores e que o entendimento do governo é que o piso nacional deve ser pago apenas para licenciaturas, enquanto deve ser aplicado também para nível médio. Outra reclamação é que as propostas apresentadas excluem os aposentados.

No entanto, o SindUTE comemorou a decisão do Estado, que se comprometeu a publicar no Diário Oficial do Estado, o Minas Gerais, a nomeação de 1.500 professores aprovados em concurso realizado em 2011. Ao longo deste ano, serão 15 mil nomeações. Atualmente, só 1/3 dos professores são efetivados e o restante trabalha com contratos irregulares.

Reajuste

Durante reunião realizada na segunda-feira (30), o secretário-adjunto de Planejamento e Gestão Wieland Silberschneider, garantiu que, caso haja aumento no valor do piso nacional nos próximos anos, a política de reajuste do governo de Minas irá acompanhar essa diferença nos cálculos de correção conforme a capacidade financeira do Estado, assegurando que, em 2018, os servidores atinjam o piso nacional vigente.

O governo também apresentou como proposta a criação do Adicional de Valorização da Educação Básica, que consiste em um aumento de 5% a cada cinco anos completos de efetivo exercício na carreira, contados a partir de janeiro de 2012.

Outra proposta colocada em discussão é a criação da Gratificação por Titulação Acadêmica de 5% para os servidores com titulação de Mestrado e 10% para Doutorado, independentemente do nível de posicionamento na carreira.

Resposta

Em nota, a Secretaria de Estado de Educação informou que 77,15% das escolas estaduais funcionaram normalmente nesta terça-feira. A paralisação teve impacto em 22,85% das 3.654 escolas do Estado, sendo que 217 paralisaram totalmente as atividades e 618 paralisaram as atividades de forma parcial.

“O Governo de Minas Gerais destaca que é uma das prioridades da atual gestão a valorização das carreiras dos servidores da Educação e o pagamento do piso salarial dos professores, compromisso firmado pelo governador Fernando Pimentel. Num processo transparente de diálogo, desde o início do ano, um Grupo de Trabalho foi constituído para a discussão e estudos de tais propostas.

Na última segunda-feira (30.03), uma reunião com representantes da categoria foi realizada em Belo Horizonte na qual propostas para a política remuneratória, reestruturação da carreira e avanços na gestão foram apresentadas para as entidades sindicais. Nesse sexto encontro, o Governo do Estado apresentou o detalhamento do pagamento do piso salarial do magistério até 2018 e propôs adicional de Valorização da Educação Básica. Na ocasião, o Governo garantiu que, caso haja aumento no valor do piso nacional nos próximos anos, a política de reajuste irá acompanhar essa diferença nos cálculos de correção da remuneração dos servidores, conforme a capacidade financeira do Estado”.

Confira abaixo a proposta do Estado:

1) Envio para Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) de projeto de lei garantindo o pagamento do piso salarial do magistério para a jornada de 24 horas semanais, durante a atual gestão, representando um aumento de 31,78% na remuneração do Professor, pago em parcelas de:

a) R$ 160,00 na forma inicial de abono para o Professor de Educação Básica a partir de maio de 2015, incorporável quadrimestralmente até abril de 2016;

b) R$ 150,00 na forma inicial de abono para o Professor de Educação Básica a partir de junho de 2016, incorporável trimestralmente até junho de 2017;

c) R$ 152,48 na forma inicial de abono para o Professor de Educação básica em julho de 2017, incorporável trimestralmente até julho de 2018;

2) Extensão às demais carreiras, em 2015, do acréscimo remuneratório concedido ao Professor, na mesma proporção, considerando a remuneração inicial da carreira e as cargas horárias semanais de trabalho;

3) Extinção do regime de subsídio e implantação do vencimento inicial, acumulável com vantagens a serem especificadas em lei;

4) Diretor de Escola: Reajuste de 10,25% com opções de recebimento do benefício a serem discutidas com os sindicatos;

5) Criação do Adicional de Valorização da Educação Básica: 5% a cada 5 anos completos de efetivo exercício na carreira, contados a partir de janeiro de 2012, conforme regulamentação;

6) Extinção dos níveis T1 e T2 da carreira de Professor, com o posicionamento no nível de Licenciatura Plena;

7) Extinção do nível da carreira de Professor com exigência de “Doutorado” e transformação do nível de “Mestrado” para “Certificação II”;

8) Regulamentação das certificações até 2016;

9) Criação da Gratificação por Titulação Acadêmica: 5% para Mestrado e 10% para Doutorado, independentemente do nível de posicionamento na carreira.

10) Garantir o acesso à merenda escolar para todos os trabalhadores nas escolas, por meio de complementação financeira-orçamentária;

11) Nomeação de 15.000 servidores aprovados em concurso até dezembro de 2015. Desses, 1.500 Professores serão nomeados até a próxima quarta-feira;

12) Continuidade de nomeações de servidores nos anos subsequentes, à razão de 15 mil servidores/ano, para fortalecimento da carreira com aumento do quadro efetivo;

13) Apresentação, até 13 de abril de 2015, de calendário para o fim do passivo dos processos de aposentadoria.

Minas Gerais: Fernando Pimentel acaba com a Escola em Tempo Integral

Programa estava presente em mais de 1.700 escolas. Escola em tempo Integral ajudou Minas a melhorar indicadores ligados à Educação.

Projeto Educacional do PT compromete melhorias na qualidade do ensino

Fonte: PSDB-MG 

Pimentel (PT) acaba com a Escola em Tempo Integral em Minas

A Escola de Tempo Integral estava presente em mais de 1.700 escolas em todas as regiões de Minas e, com a posse do governador Fernando Pimentel, uma das primeiras iniciativas da Secretaria de Educação foi por fim ao programa. Divulgação

Retrocesso na Educação: governo do PT põe fim ao Escola em Tempo Integral no Estado

O governo do PT em Minas Gerais acabou com mais uma iniciativa vitoriosa implantada no estado nos últimos anos: a Escola em Tempo Integral. Criada em 2007, a iniciativa surgiu para suprir dificuldades de aprendizado de alunos carentes mineiros. O programa estava presente em mais de 1.700 escolas em todas as regiões de Minas e, com a posse do governador Fernando Pimentel, uma das primeiras iniciativas da Secretaria de Educação foi por fim ao programa.

Questionada pelos pais dos alunos, a secretaria informou que está reformulando todas as políticas educacionais do Estado. Talvez por não ter projetos a oferecer, tentam apagar as marcas das ações inovadoras e elogiadas de governos anteriores sem se importar em prejudicar aqueles que deveriam servir: a população.

“O período integral era bom para a gente. As crianças ficando o dia todo na escola, tem como a gente trabalhar melhor, porque nesse horário temos que parar para buscar a criança. Não tem ninguém para tomar conta e uma pessoa tem que ficar em casa parada”, reclamou o ajudante de Pedreiro Bernardo da Conceição, pai de um estudante da Escola Estadual Pedro Dutra, no Bairro Padre Eustáquio, em Belo Horizonte, em reportagem da Rádio Itatiaia, que mostrou a revolta dos pais dos estudantes.

Programas como o da Escola de Tempo Integral foram responsáveis para que Minas Gerais passasse a ter um dos melhores ensinos do Brasil, conforme mostram levantamentos nacionais feitos pelo Estado e pelo próprio governo federal.

Neste projeto, entre as atividades oferecidas nas escolas após as aulas, estavam práticas esportivas, capoeira, aulas de música, teatro, cibercultura e trabalho em hortas escolares, além de acompanhamento pedagógico. (Leia matéria publicada, em 2012, no portal Terra sobre o sucesso do programa – MG: turno integral em escolas melhora nível de leitura de alunos)

O governo de Fernando Pimentel ainda não se conscientizou de que os avanços no Estado não pertencem a nenhum governo ou partido político. As melhorias são conquistas dos mineiros, que não podem ou devem ficar prejudicados por esta política pequena que o PT insiste em trazer para Minas Gerais, transformando todos os seus atos em uma eterna disputa eleitoral. Neste caso, não importando que as consequências sejam crianças expulsas das escolas, pais desesperados por não ter onde deixar os filhos e o retrocesso na educação do Estado.

Infelizmente, o fim do Escola em Tempo Integral não foi um caso isolado no governo petista. Outros programas foram vítimas do jeito PT de governar. No dia 23 de janeiro, a Secretaria da Educação publicou resolução reduzindo de 3 mil para 2.500 a carga horária atual do ensino médio do Estado, extiguindo o inovador programa Reinventando o Ensino Médio.

Saiba mais Governo do PT impõe mais um retrocesso aos mineiros, desta vez na educação

Gestão deficiente do PT: duplicação da 381 custará o dobro e vai demorar dois anos

A tão prometida duplicação da BR–381 vai custar quase o dobro e demorar ao menos dois anos. Custos podem chegar a R$ 5 bilhões.

PT e a gestão deficiente

Fonte: Jogo do Poder e Hoje em dia 

Duplicação da 381 custará o dobro e vai demorar mais

Para quem ainda tinha alguma esperança do governo federal do PT entregar aos mineiros a obra de duplicação da Rodovia da Morte, mais uma péssima notícia: a obra vai demorar ao menos mais dois anos do que o prometido. A previsão agora é que seja entregue em dezembro de 2019. Além da demora, a obra vai custar quase o dobro dos R$ 2,5 bilhões.

A informação é do engenheiro do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Ricardo Medeiros, que coordena o comitê gestor da duplicação, e foi publicada no jornal O Tempo desta terça-feira (03/03).

O engenheiro reconheceu que as obras estão a passos lentos e que no ano passado houve atrasos no repasse de verbas federais às empresas porque “as contas do governo estavam desequilibradas”.

Este é mais um capítulo da novela da duplicação da BR 381, conhecida como Rodovia da Morte pela quantidade de acidentes registrados ao longo do ano. Desde 2002, o PT promete a obra aos mineiros mas, passadas às eleições, o compromisso é esquecido.

De acordo com a reportagem, em toda a estrada, de janeiro a junho do ano passado, foram registrados 1.145 acidentes, uma média de seis por dia. Nesse mesmo período, foram registradas 46 mortes e 519 acidentes com feridos. Esses números, no entanto, não sensibilizam o governo federal. E a Rodovia da Morte continua seguindo sua rotina macabra, sob olhar indiferente dos governos do PT.

Desapropriações, licenças ambientais e finalização de projetos travam duplicação da BR-381

A duplicação da BR-381, aguardada por mais de três décadas, só será finalizada em dezembro de 2019, dois anos a mais do que o previsto inicialmente. Além do atraso, a obra ficará R$ 2 bilhões mais cara, totalizando R$ 4,5 bilhões até a conclusão. A nova data e o reajuste nos valores foram apresentados na última segunda-feira (2) durante reunião entre representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e deputados estaduais.

Problemas com desapropriações, autorizações ambientais e finalização de projetos de trechos que ainda nem saíram do papel motivaram o adiamento do prazo. Das 1.500 desapropriações previstas, só 277 estão em andamento, ou 18% do total. Dentre os trechos com maior número de famílias a serem retiradas estão os lotes 8A e 8B, entre BH e Caeté, na região metropolitana.

Com 31 quilômetros de extensão, o local é apontado como um dos principais problemas para o andamento da intervenção. Duas licitações já foram feitas, mas o processo está suspenso e não há previsão de início dos trabalhos.

Segundo o engenheiro do Dnit e coordenador do comitê gestor da obra, Ricardo Medeiros, os valores oferecidos pelas empresas nas concorrências públicas foram superiores ao teto previsto pelo órgão. “As duas (licitações) foram fracassadas em virtude das propostas apresentadas. O Dnit está revendo os valores e, em breve, teremos um novo edital”, afirmou.

REAJUSTE

O aumento no valor previsto inicialmente deve-se às intervenções nos lotes 8A e 8B e à construção da variante Santa Bárbara (região Central), caminho alternativo para quem segue no sentido Ipatinga, no Vale do Aço.

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A inexistência do desvio trava o início das obras no lote 6, em João Monlevade. Inicialmente, o trecho seria projetado após a conclusão da variante, mas a execução deverá ser feita de forma conjunta.

“Estamos estudando qual vai ser a melhor estratégia para essas obras sem que a variante de Santa Bárbara esteja concluída”, explicou Ricardo. Um dos projetos apresentados, segundo ele, envolvia um desvio de cerca de 250 quilômetros. No entanto, não foi aprovado pela sobrecarga que geraria em outras rodovias e pelos impactos econômicos em algumas regiões.

Apesar de já estar em andamento, a intervenção no lote 7 também pode sofrer atraso. Entre o Km 389,5, em Rio Una, e o Km 427, no entroncamento com a MG-435, uma área de Mata Atlântica terá que ser destruída para dar lugar à via duplicada.

De acordo com Ricardo, um terreno em outra região já está em processo de desapropriação para servir de área de compensação ambiental.

Deputados mineiros cobram esclarecimentos do Dnit

Os repasses dos recursos financeiros para as obras da BR-381, interrompidos no fim do ano passado, estão sendo normalizados, conforme informou o Dnit. O entrave foi questionado pelos deputados estaduais presentes na reunião da última segunda-feira (2) com o órgão federal.

Segundo o engenheiro do Dnit, Ricardo Medeiros, a interrupção não teria comprometido a execução dos lotes 1 (Governador Valadares) e 2 (Belo Oriente) pela empresa responsável. “O Dnit não entendeu a motivação para isso. A firma, inclusive, está sendo notificada. Já passamos R$ 33 milhões dos R$ 42 milhões a que ela tem direito”.

Medeiros explicou que o atraso foi causado por problemas econômicos do governo, orçamentos não aprovados e adequações necessárias nos projetos. “Uma série de assuntos se uniram em um momento ruim e virou esse problema”, disse.

Cobranças

Durante a reunião, o deputado estadual Wander Borges (PSB), membro da Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização da Assembleia, destacou a necessidade de reavaliação dos valores de indenização, atualmente fixados em R$ 40 mil. “Não tem como a pessoa comprar uma casa com esse preço”, afirma.

As famílias que forem retiradas podem recorrer ao programa federal ‘Minha Casa, Minha Vida’ ou optar por receber apenas o valor das benfeitorias no terreno.

Outra questão cobrada pelo deputado Anselmo José Domingos foi a duplicação de uma área maior da rodovia. Dos 303 quilômetros de extensão, apenas 124 quilômetros e trechos intermediários serão duplicados. “Estamos dando menos do que a população precisa”, comentou Anselmo.