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Caminhada de Pimenta, Anastasia e Aécio mobiliza Belo Horizonte

Caminhada contou com as presenças de voluntários, lideranças políticas e representantes de todos os segmentos da sociedade mineira.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Caminhada pela vitória de Pimenta, Anastasia e Aécio reúne mais de quatro mil pessoas em BH

Evento realizado na região central da Capital contou com as presenças de voluntários, lideranças políticas e representantes de todos os segmentos da sociedade mineira

Mais de quatro mil pessoas participaram, na manhã deste domingo (14/09), em Belo Horizonte, de uma grande caminhada pela vitória de Pimenta da Veiga como governador de MinasDinis Pinheiro como vice-governador, Antonio Anastasia ao Senado e Aécio Neves para a Presidência da República. Com bandeiras, faixas e balões, mulheres, homens, jovens e crianças, além de candidatos a deputado, percorreram e coloriram toda a extensão da AvenidaJoão Pinheiro, desde a Praça da Liberdade, até a Praça Afonso Arinos, na região central da Capital.

O evento contou com as presenças das esposas de Pimenta da Veiga, a jornalista Anna Paola, e de Dinis Pinheiro, a administradora de empresas Adriana Pinheiro, além de milhares de apoiadores. Anna Paola Frade Pimenta da Veiga destacou a importância da caminhada para a campanha. “Essa caminhada é resultado de uma relação de carinho com as pessoas. Todos lutam por uma causa única que é a eleição de Pimenta e de Dinis Pinheiro. Isso aqui, hoje, é uma demonstração de esperança, de afeto e de vitória. Vamos ganhar essa eleição”, afirmou.

Também presente ao avento, a presidente do Sindicato dos Salões de Barbeiros, Cabeleireiros, Institutos de Beleza e Similares de Belo Horizonte, Eliana Ribeiro, falou sobre o apoio aos candidatos da Coligação Todos por Minas. “A categoria da beleza fecha com esse apoio. A vitória de Pimenta da Veiga é para continuar o que já está sendo feito em Minas, não podemos interromper um ciclo, em time que ganha não se mexe. Minas não pode parar”, afirmou a sindicalista.

O engenheiro elétrico Edmundo Lanna Drumond também acompanhou a caminhada e destacou a importância da vitória de Pimenta da Veiga. “Vim aqui especialmente para esse evento. Pimenta é um homem íntegro, idôneo, trabalha muito, é dinâmico. Minas estará bem representada com ele”, concluiu. Encerrado na Praça Afonso Arinos, o encontro reuniu representantes de diversos segmentos da sociedade mineira, voluntários, lideranças políticas e centenas de famílias.

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Governo de Minas: Anastasia quer estimular valorização do café

Governador de Minas vai investir na qualidade e na certificação do café produzido. Serão destinados R$ 100 milhões do Fundo do Café.

Governo mineiro investe em commodities

Fonte: Folha de S.Paulo

Minas quer estimular exportação de café processado

Vaivém das commodities

Coluna Vaivém das commodities – Escrita por Mauro Zafalon

Anastasia quer estimular valorização do café

governo de Minas Gerais diz que é hora de o país buscar uma valorização do café. Isso é bom para o Estado, maior produtor nacional, e para o país, principal produtor e exportador mundiais.

Essa é uma bandeira que o governador Antonio Anastasia (PSDB) vai levar adiante na próxima semana, quando Belo Horizonte será palco da Semana Internacional do Café, evento que incluirá a reunião de 50 anos da Organização Internacional do Café.

“O país precisa avançar nas exportações de café processado. É um trauma que precisamos reverter”, diz Anastasia. O Brasil é o segundo maior consumidor mundial, mas o produto processado de alta qualidade vem de fora, via cápsulas, diz ele.

Um dos objetivos do governo de Minas Gerais é investir na qualidade e na certificação do café produzido, mas é importante também que esse produto seja processado internamente. O Estado deverá ter até o próximo ano pelo menos 2.000 propriedades auditadas conforme parâmetros internacionais.

governo mineiro está destinando R$ 100 milhões do Fundo do Café para investimentos que estimulem a produtividade e a qualidade.

E o Estado está pronto para elevar o processamento e a agregação de valor no setor. Há negociações bem avançadas entre o governo mineiro e uma das gigantes mundiais do setor para a instalação de uma fábrica em Minas Gerais. O governador não quis informar o nome da empresa.

Minas Gerais tem bons motivos para buscar uma solução para esse setor, que atravessa sérias dificuldades.

Em 2012, o café representou 9% do PIB do Estado e as receitas com as exportações do setor atingiram US$ 3,8 bilhões, quase metade das obtidas com o agronegócio.

A agregação de valor passa por alguns entraves. Primeiro, é preciso romper a barreira dos europeus que dificultam a entrada do produto processado. Segundo, deverá haver uma mudança interna de cultura, uma vez que o país não permite a entrada de café verde, importante na formação do blend exigido pelos consumidores mundiais.

Além disso, são necessários um forte canal de distribuição no exterior e a formação de uma marca forte.

Choque de Gestão: Aécio é destaque na The Economist

Choque de Gestão: gestão eficiente é referência. “Remédio de Minas’ poderia fazer bem ao Brasil”, destacou revista britânica.

Fonte: PSDB

Gestão de Aécio Neves em MG é destaque na revista inglesa The Economist

Brasília – A revista inglesa The Economist deu destaque, em reportagem publicada no portal, nesta quinta-feira (21), à excelência na gestão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à frente do governo de Minas Gerais durante os dois mandatos consecutivos (2003 e 2010). A publicação relata que Aécio herdou o estado “próximo da falência” e que, com o Choque de Gestão e demais programas de austeridade, transformou Minas no estado mais bem gerido do país, segundo executivos brasileiros consultados em uma pesquisa da consultoria Macroplan. E enfatiza: “uma dose do ‘remédio de Minas’ poderia fazer bem ao Brasil.”

 The Economist reitera como um dos atos mais importantes da gestão do tucano a redução dos custos do governo com a manutenção da máquina administrativa. Como governador, Aécio Neves teve papel fundamental na redução do número de secretarias estaduais de 21 para 15, diminuiu o próprio salário em 45% e deixou de preencher três mil cargos de confiança – “ao invés de seguir a tradicional tática de distribuí-los como uma forma de recompensar aliados”, diz a publicação.

A matéria constata que Minas Gerais teve, sob o comando do parlamentar, uma queda na pobreza superior à detectada no restante do país. A população, descreve a reportagem, “acostumou-se a saber que merece bons serviços como retorno pelos impostos pagos”.

A eleição em 2010 de Antonio Anastasia, vice de Aécio, é citada como um outro resultado da gestão positiva do senador: “Anastasia foi eleito governador com aproximadamente o dobro de votos recebidos pelo segundo candidato na disputa, que já estava na política havia um quarto de século”.

Leia AQUI a reportagem da The Economist

Pacto Federativo: Anastasia diz que sem mudanças pode haver colapso

Pacto Federativo: governador de Minas citou o Choque de Gestão e disse que novo pacto garantiria eficiência dos serviços públicos.

Pacto Federativo: Governo de Minas e Choque de Gestão

 Pacto Federativo: Antonio Anastasia defende novo modelo

Pacto Federativo: governador de Minas citou o Choque de Gestão e disse que novo pacto garantiria eficiência dos serviços públicos.

Fonte: Correio Braziliente

Por um novo modelo federativo

ANTONIO ANASTASIA
Governador de Minas Gerais

Em 1988, a Assembleia Nacional Constituinte reconheceu, de forma inédita, a importância dos municípios para a Federação. Lamentavelmente, nesses 25 anos, não apenas não vimos esse fortalecimento dos municípios que esperávamos acontecer após o período de exceção, como verificamos um progressivo enfraquecimento dos estados, enquanto a União cresceu desmesuradamente. É por isso que o atual movimento nacional, em favor de um novo pacto federativo, que transforme o Brasil num país descentralizado e com estados e municípios fortes, mobiliza tanto os governadores de todo o país quanto os prefeitos dos quase 6 mil municípios, independentemente de filiação partidária.

federalismo brasileiro enfrenta, atualmente, grandes dificuldades, em função da crescente concentração de recursos e de poderes na União. Os municípios e os estados brasileiros sofrem com esse aspecto centralizador, que se incorporou à mentalidade política brasileira e à prática administrativa do setor púbico. Nós sempre ficamos aguardando o comando do poder central, como se ainda estivéssemos sob o pálio da antiga corte imperial. Essa dependência do governo central é um grande equívoco, como ensinam os países mais desenvolvidos, que são também Federação – como os Estados Unidos, o Canadá e a Austrália. Esses países têm na descentralização o seu aspecto governamental mais importante.

Reverter essa centralização ocorrida no  União nas últimas décadas exigirá conscientização da população, além do forte engajamento de governadores, de prefeitos e de parlamentares em defesa dessa causa. Num primeiro momento, a questão do federalismo pode parecer um tema pouco atrativo, que não interessa às pessoas comuns. É assim somente para aqueles que não compreendem bem o que é a Federação. Porque a Federação está fortemente envolvida na solução dos problemas da saúde, da educação, do emprego e da infraestrutura , ou seja, está nos temas fundamentais, aqueles que fazem parte do cotidiano e da labuta diária dos cidadãos. Portanto, ao resgatar a autonomia e a saúde financeira dos estados, e por conseguinte fortalecer a Federação, estaremos melhorando a qualidade de vida de todos os brasileiros.

A queda de repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) ilustra bem essa situação de desequilíbrio entre os entes da Federação que pretendemos modificar. As perdas do FPE têm sido constantes. No seu esforço para manter a economia aquecida, o governo federal diminuiu impostos cobrados sobre vários setores, como o automobilístico. Somente em 2012, as desonerações, com destaque para o IPI, alcançaram R$ 45 bilhões. As previsões de renúncia fiscal para 2013 se mantêm neste patamar. Por outro lado, a União tem preservado a receita das chamadas contribuições sociais, que não são rateadas com os estados – o que impõe um quadro de distorção e de injustiça no panorama federativo.

As prefeituras municipais também têm sofrido com sistemáticas reduções nos repasses do FPM. As várias deduções e os incentivos fiscais concedidos pela União afetam, e muito, o caixa das municipalidades, impedindo um mínimo processo de planejamento e afetando a regular prestação de serviços locais.

É exatamente em busca do reequilíbrio do país que os 27 governadores estarão em Brasília nesta quarta-feira, a convite do presidente da Câmara dos Deputados, para definir uma agenda federativa, de forma que o ano de 2013 seja dedicado à restauração e ao fortalecimento da Federação brasileira. O nosso objetivo é dar ao Brasil aquilo que nós nunca, pelo menos nas últimas décadas, conseguimos ter verdadeiramente: uma Federação solidária e harmoniosa. Na prática, significará discutir novas regras de partilha dos recursos do FPE, conforme determinou o Supremo Tribunal Federal, o fim da guerra fiscal (que passa pela unificação de alíquotas do ICMS), o revigoramento do FPM e a renegociação da dívida dos estados e dos municípios, entre outros temas relevantes.

A implantação de um novo modelo federativo no Brasil é fundamental para garantir, via gestão descentralizada, a qualidade e a eficiência dos serviços públicos – o que perseguimos sem trégua há dez anos, ao implantar, em Minas, o choque de gestão. Não há como postergar mais essa mudança, sob risco de colapso federativo.

Antonio Anastasia em defesa do Pacto Federativo

Antonio Anastasia: governador de Minas em artigo: “sem recursos, os gestores públicos se engalfinham numa disputa fiscal predatória”.

Antonio Anastasia: Pacto Federativo

 Antonio Anastasia em defesa do Pacto Federativo

Antonio Anastasia em defesa do Pacto Federativo

Fonte: Folha

É preciso restaurar a Federação

ANTONIO ANASTASIA

O atual pacto federativo sufoca os Estados e tem concentrado a arrecadação tributária na esfera federal. Não há como adiar: estamos em risco de colapso

A apenas quatro meses de findar o prazo dado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para o Legislativo reexaminar a partilha dos recursos que a União deve destinar à Federação – por meio do Fundo de Participação dos Estados (FPE)-, os 27 governadores estão sendo chamados ao Congresso.

A intenção é discutir, nos próximos dias, não só um acordo para o FPE, mas também as bases de um novo -e mais do que urgente- pacto federativo. Além do FPE, estão na pauta, entre outros, o fim da guerra fiscal, que passa pela unificação do ICMS, e a renegociação da dívida dos Estados.

Esses pontos já estão detalhados em três Propostas de Emenda à Constituição e quatro projetos de lei complementar entregues ao Senado, em outubro, por uma comissão que buscou soluções para resgatar a autonomia e a saúde financeira dos Estados. O assunto preocupa o próprio governo federal, que encaminhou ao Congresso a medida provisória 599/12, bem como proposta legislativa que altera aspectos relativos à dívida dos Estados.

É hora de as bancadas federais se mobilizarem em direção a um novo modelo federativo. Não apenas em decorrência da decisão do STF, que considerou inconstitucional os atuais critérios do FPE, mas devido ao fato de seus Estados natais estarem sufocados pela absoluta atonia da Federação. Não há mais como postergar: estamos em risco de colapso federativo.

Vamos começar pelo FPE, composto por percentuais do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Desde 2009, com a crise internacional, a arrecadação vem caindo e, com isso, os repasses para os Estados. Para tentar manter a economia aquecida, o governo federal isentou vários setores de impostos. Em 2012, as desonerações, com destaque para o IPI, chegaram a R$ 45 bilhões -quase o valor total do FPE de 2011, que somou R$ 48 bilhões. As previsões de renúncia fiscal para 2013 se mantêm nesse patamar.

Por outro lado, a União tem preservado a receita das contribuições sociais, que não são divididas com os Estados. Isso impõe um quadro de concentração tributária na esfera federal, delineado há décadas e agravado pela Constituição de 1988.

Na prática, com as vinculações de receitas, os Estados são impedidos de aplicar seu Orçamento e de traduzir em políticas públicas peculiaridades e diferenças. A revisão do pacto federativo é fundamental para garantir, via descentralização, a qualidade e a eficiência dos serviços públicos -as quais perseguimos sem trégua há dez anos, ao implantar, em Minas Gerais, o choque de gestão.

Hoje, os governos estaduais acumulam aumento de despesa e perda de receita, de autonomia e de competência. E ainda têm com a União uma dívida monstruosa, antiga e interminável, que sufoca a atividade das administrações. Sem recursos, os gestores públicos se engalfinham numa disputa fiscal predatória.

É preciso restaurar a Federação e salvar os princípios republicanos que já permitiram aos Estados prover suas próprias despesas, com liberdade de legislação tributária, sem prejuízo da União. O espírito federativo de solidariedade, cooperação e harmonia deve ser o nosso guia nessa dura jornada em que o FPE é apenas o começo.

ANTONIO ANASTASIA, 51, é governador do Estado de Minas Gerais pelo PSDB

Anastasia firma parceria para qualificação de servidores públicos

Serão oferecidas bolsas para estudar espanhol no exterior e bolsas em cursos a distância para aprendizado de espanhol, inglês e mandarim

O governador Antonio Anastasia assinou, na noite dessa quinta-feira (12), no Museu Inimá de Paula, em Belo Horizonte, protocolo de intenções com o Banco Santander, com o objetivo de viabilizar o Programa de Bolsas de Mobilidade Internacional Santander no âmbito da administração estadual. Serão oferecidos a servidores estaduais das áreas de Defesa Social e Educação 30 bolsas de estudos no exterior e cinco mil licenças de Ensino a Distância (EAD) para estudo dos idiomas espanhol, inglês e mandarim.

“Esse programa vai permitir aos nossos servidores conhecer melhor as línguas estrangeiras, e, inclusive, frequentar universidades com bolsas concedidas pelo Banco Santander. Nossos servidores se qualificarão nas tradicionais universidades espanholas, inglesas, norte-americanas e chinesas”, disse o governador Antonio Anastasia.

Os investimentos previstos são de R$ 740 mil e serão aportados pelo banco, sem ônus para o Estado. O Governo de Minas irá divulgar o programa junto aos órgãos públicos e fazer a inscrição e a seleção dos candidatos.

De acordo com o protocolo, o Santander vai oferecer, nos próximos três anos, 30 bolsas para estudo de espanhol, na Universidade de Salamanca (Espanha). A cada ano, 10 bolsistas serão contemplados, sendo cinco professores da rede estadual de ensino e cinco profissionais da ativa do Sistema de Defesa Social – Secretaria de Estado de Defesa Social, Polícia Civil de Minas Gerais, Polícia Militar de Minas Gerais, Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais e Defesa Civil de Minas Gerais e demais integrantes da força pública mineira. Os cursos possuem prazo máximo de três semanas de duração.

A bolsa, nos cursos presenciais, inclui passagem aérea em classe econômica Belo Horizonte/São Paulo/Madri e Madri/São Paulo/Belo Horizonte, traslado do aeroporto de Madri até a universidade espanhola hospedeira, inscrição para a participação no curso ministrado pela universidade, hospedagem no alojamento da universidade e três refeições diárias na universidade.

Em relação aos cursos a distância, o prazo do programa também é de três anos. Neste período, serão distribuídas cinco mil vagas para estudo de espanhol, inglês e mandarim.

O governador destacou o trabalho realizado no Estado para a qualificação do capital humano. “Há um trabalho de planejamento, um trabalho muito robusto, que está calcado nas nossas universidades, na Fundação João Pinheiro, ou seja, nos centros da excelência do capital humano mineiro. A maior riqueza de que nos orgulhamos e, até nos ufanamos, é exatamente o capital humano de Minas Gerais”, afirmou Anastasia.

O presidente do Banco Santander no Brasil, Marcial Portela, destacou os motivos da escolha de Minas para a realização de parcerias. “Ressalto a importância de Minas Gerais na construção do Brasil. O Estado tem uma pujança econômica incrível, uma classe empresarial forte, um governo muito competente e um mercado interno com grande potencial. Minas Gerais está entre as três maiores economias do país e mais do que dobrou a renda per capita nos últimos anos”, afirmou o executivo.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governador-anastasia-firma-parceria-para-qualificacao-de-servidores-publicos/

 
 

Aécio Neves convoca pré-candidatos a prefeito a redobrar os trabalhos em 2012

Aécio Neves: PSDB Brasil

 Aécio Neves quer PSDB forte em todo Brasil

Aécio Neves: senador quer PSDB forte em todo Brasil

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) convocou, hoje (25/05), a militância e os pré-candidatos do PSDB a redobrar os trabalhos pelo fortalecimento do partido nas eleições municipais deste ano. Na abertura do encontro estadual da legenda que reuniu, em Belo Horizonte, cerca de 1.500 lideranças tucanas, Aécio Neves destacou que o PSDB é o maior partido em número de prefeituras em Minas Gerais e o segundo noBrasil, e buscará ampliar as alianças nas disputas municipais.

“Quero pedir a cada um de vocês, que já estavam de mangas arregaçadas, que desdobrem seus esforços. Hoje, estamos dando largada para as eleições municipais onde teremos alianças amplas em todo Estado. Precisamos sair dessas eleições fortalecidos não apenas em Minas, mas em todo Brasil. O PSDB é hoje o segundo maior partido em número de municípios no Brasil . Em um quadro partidário tão plural, como o do Brasil, é uma posição de muita força. Vamos somar aliados e administrar no Brasil, a partir de 2012, pelo menos 70% dos municípios brasileiros”, afirmou o senador.

Aécio Neves foi recebido pelos pré-candidatos e pela militância do PSDB num auditório lotado e com as presenças do governador de Minas,Antonio Anastasia, pelo presidente do PSDB em Minasdeputado federal Marcus Pestana, pelo presidente do PSDB de BH, deputado estadual João Leite, pelos integrantes das bancadas estadual e federal do partido, além de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores de todo o Estado.

Em seu discurso, ele reafirmou a importância dos marcos econômicos do PSDB para a economia do país a partir do Plano Real e lamentou a ausência de uma nova agenda para o Brasil.

“A agenda de hoje é ainda a agenda de ontem,  infelizmente. Vivemos ainda hoje a agenda macroeconômica  do PSDB, a agenda do início dos programas de transferência de renda, a agenda da federação”, disse Aécio.
O senador voltou a criticar o abandono dos municípios pelo governo federal, que tem diminuído osinvestimentos nas áreas da saúde e da segurança.

“Dez anos atrás, 46% de tudo que se gastava em saúde no Brasil era de responsabilidade do governofederal. Hoje, são apenas 30%. São os prefeitos municipais e governadores  que assumem a parcela maior de responsabilidade da mais dramática questão que aflige os brasileiros mais pobres: a saúde. Na segurança,  83% de todos os recursos investidos da segurança no Brasil vêm dos cofres municipais e estaduais. Onde está a generosidade do governo federal para com a realidade? É um desprezo absoluto para com a realidade dos municípios brasileiros”, afirmou.

Aécio Neves encerrou seu pronunciamento destacando que a boa gestão pública é hoje uma reivindicação da sociedade brasileira.

“Há  no país, nas viagens que tenho realizado pelo país, um sentimento crescente, que se consolida a cada dia, de vermos no governo federal os instrumentos da boa prática da gestão pública”, disse ele.

Aécio Neves – Link do site do senador: http://www.aecioneves.net.br/