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Aécio trabalha nos bastidores para montar uma grande aliança partidária que lhe respalde a candidatura à Presidência em 2014, jogando na divisão da base aliada em decorrência não apenas da deterioração da situação econômica, mas também dos desencontros de diversos partidos com o PT

Aécio: eleições 2012

 Aécio e o seu lance mais ousado

Aécio: Eleições em Belo Horizonte

Fonte: artigo Merval Pereira – O Globo

Lance ousado

O rompimento da aliança com o PT em Belo Horizonte foi o lance mais ousado dos muitos que o senador Aécio Neves vem fazendo nos bastidores partidários nos últimos tempos, trabalho a que tem se dedicado em vez de aparecer para a opinião pública como o grande líder oposicionista, sob o risco de dar a sensação errônea de que está desinteressado do embate político.

Da mesma maneira que, durante o governo Fernando Henrique, o então deputado Aécio Neves montou sua candidatura costurando alianças nos bastidores para romper o acordo firmado com o então PFL, o hoje senador trabalha com o objetivo de criar condições políticas que permitam montar uma proposta de campanha ampla, que lhe dê respaldo para o combate aogoverno que pretende desencadear no momento que considere mais adequado.

Como costuma fazer, Aécio trabalha nos bastidores para montar uma grande aliança partidária que lhe respalde a candidatura à Presidência em 2014, jogando na divisão da base aliada em decorrência não apenas da deterioração da situação econômica, mas também dos desencontros de diversos partidos com o PT.

A jogada de Belo Horizonte, porém, pode dar errado caso se confirme o desgaste com o PSB, que se ressente da separação do PT, sobretudo porque o PMDB, em jogada oportunista, mas correta pragmaticamente, está se oferecendo para abrir mão de candidatura própria para apoiar o ex-ministro e ex-prefeito de Belo Horizonte Patrus Ananias, que será o candidato petista. O PMDB viu no episódio oportunidade para demonstrar lealdade ao governo, alegando a condição de parceiro preferencial no plano nacional.

Da mesma maneira que o PSB alegou que, em São Paulo, está apoiando o candidato de Lula pela relevância do principal objetivo do PT, tomar conta de uma prefeitura que há anos está dominada pelos tucanos e seus aliados, como trampolim para vencer o governo do estado de São Paulo em 2014.

Os dois partidos, PMDB e PSB, disputam no interior da aliança governista a vice-presidência na provável chapa de reeleição da presidente Dilma Rousseff.

A eleição em Belo Horizonte acaba assim tendo uma relevância própria, transformando-se em uma simbolização da força política de Aécio Neves tendo em vista as eleições de 2014, assim como a de São Paulo significa a maior jogada do ex-presidente Lula para consolidar a hegemonia petista no país.

Derrota de Aécio em Belo Horizonte, assim como de Lula em São Paulo, terá reflexos na formação das alianças partidárias mais adiante.

As eleições municipais têm um peso local muito acentuado, mas, em determinadas cidades e capitais, elas dão pistas sobre como evoluirão as tratativas a nível nacional. Além do mais, os partidos tentam se cacifar na disputa municipal para que suas ramificações políticas municipais ganhem valor no mercado nacional de alianças.

Por isso mesmo, o racha do PSB com o PT em Belo Horizonte, mais do que os de Fortaleza e Recife, está sendo visto pelo comando nacional petista como sinalização de que o governador Eduardo Campos está se movendo para uma distância segura do PT.

Como nem tudo é coerente quando se trata de aliança partidária, e menos ainda quando Ciro Gomes está envolvido, a disputa em Minas difere da de Fortaleza, por exemplo. O líder do PSB no Ceará é, em tese, favorável a que o PSB marque sua posição se distanciando do PT e, especificamente em Fortaleza, defendeu essa posição junto ao irmão, o governador Cid Gomes.

Mas, em Belo Horizonte, onde o prefeito, Marcio Lacerda, candidato à reeleição, mais que seu correligionário, é um seu protegido político, Ciro está crítico em relação à atuação de Aécio Neves, a quem atribui a criação de um ambiente que levou ao rompimento com o PT.

Ciro criticou também a direção nacional do PT por ter apoiado a indicação de Patrus Ananias, em vez de intervir na regional mineira para garantir a permanência do partido na aliança em Belo Horizonte.

Como se vê, joga-se neste pleito municipal um xadrez político que tem tudo a ver com a eleição de 2014. Por parte da oposição, vencer em São Paulo e Belo Horizonte é fundamental para manter as poucas cidadelas ainda não dominadas pelo PT, que se dedica, por sua vez, a tentar fragilizar esses redutos tucanos.

O governo terá tarefa difícil pela frente, manter unida a ampla base partidária que o apoia, enquanto o PSDB joga com a expectativa de que os atritos com o PT e a situação econômica deteriorada farão com que parte dessa base se una ao projeto político de Aécio. Caso o PMDB seja alijado do posto de parceiro preferencial do PT, a aposta é que venha a apoiar a candidatura tucana, formando grande bloco com DEM, PPS, e, se não o apoio integral, pelo menos o de partes de PR, PP e PDT. Há inclusive quem imagine a união de todas essas siglas sob o guarda-chuva de novo partido, que também poderia abrigar políticos individualmente.

Com a decisão do STF de dar tempo de propaganda gratuita e participação no fundo partidário a partidos formados com base na nova legislação, proporcional à votação de seus fundadores, ficaria mais fácil atrair na base aliada adeptos do projeto tucano com Aécio para presidente em 2014. Difícil é imaginar que PMDB e PSDB abram mão de suas respectivas siglas para a formação de novo partido.

Com ou sem partido novo, porém, o fato é que o candidato natural do PSDB à Presidência da República em 2014 está costurando nos bastidores diversas alianças políticas para viabilizar sua candidatura, confiante em que a aliança da base aliada não resistirá às dificuldades de convivência interna nem à crise econômica que tende a se agravar.

Senador Aécio Neves tem ainda várias pontes dentro do próprio PSB, uma delas, o ex-deputado Ciro Gomes e o presidente do partido Eduardo Campos.

Aécio: Eleições 2014

 Aécio: rompimento entre PT e PSB fortalece senador

Aécio tem ainda várias pontes dentro do próprio PSB, uma delas, o ex-deputado Ciro Gomes e o presidente do partido Eduardo Campos.

Fonte: Denise Rothenburg – Correio Braziliense

Um candidato em quatro atos

Nas entrelinhas

O alvo prioritário do PSB para o futuro é a vice de Dilma Rousseff, deslocando o PMDB de Michel Temer

A presidente Dilma Rousseff corre o risco real de ter dois adversários talentosos em 2014. O principal deles é o senador Aécio Neves (PSDB-MG). O segundo é o governador de PernambucoEduardo Campos (PSB). Dentro do PSDB, já existe quem diga que Aécio e Eduardo são tão parecidos do ponto de vista biográfico que é coincidência demais para estarem juntos numa chapa. Ambos são herdeiros dos avós por parte de mãe. Aécio, de Tancredo Neves. Eduardo, de Miguel Arraes. Os dois são gestores bem avaliados.A diferença é que Aécio vem de um estado de ponta na hora de decidir uma sucessão presidencial.Eduardo precisa muito de outras praças para construir os votos de Minas.

Por isso, há quem diga que o primeiro ato da construção da candidatura de Eduardo foi fechado na semana passada, com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de conceder tempo de TV ao PSD de Gilberto Kassab. O atual prefeito de São Paulo joga juntinho com os socialistas. A proximidade de José Serra (PSDB) na sucessão paulistana é vista até por alguns integrantes da base de Kassab como a quitação de uma dívida, assunto aliás que já tratamos aqui.

O segundo ato dessa candidatura estará em cartaz nos próximos três meses, especialmente, em São Paulo e em Recife. Em São Paulo, uma vitória de Fernando Haddad reaproxima PT e PSB, tirando parte do cenário mais favorável a Eduardo Campos. Na capital pernambucana, o desenho final da chapa petista, senador Humberto Costa e João Paulo Lima, ex-prefeito muito popular na cidade, indica o tudo ou nada do PT contra Geraldo Júlio, o nome do PSB. O desconhecido Geraldo Júlio desponta para a campanha com uma coligação que lhe renderá 12 minutos diários na TV.

O suspense é total. Os recifenses não são fáceis. Basta lembrar que, há 12 anos, o então governador Jarbas Vasconcelos, nos tempos de ribalta, uniu-se ao vice-presidente à época, Marco Maciel, e ao atual presidente do PSDBSérgio Guerra, para reeleger Roberto Magalhães prefeito da capital. Carlos Wilson era o segundo colocado. Ganhou João Paulo Lima, do PT. Em 1992, Miguel Arraes era governador, lançou Eduardo Campos a prefeito. Seu neto terminou derrotado. Agora, Eduardo Campos tentará quebrar essa tradição.

Por falar em tradição.
Os socialistas se esforçam em apresentar esse jogo de Recife – e o de Belo Horizonte, onde exigências do PT em torno de uma chapa comum de vereadores desmontaram a coligação – como meramente local, sem reflexos para 2014. Dizem dia e noite que não romperão a tradicional aliança daqui a dois anos. Mas ninguém acredita. Em seu Twitter, o deputado André Vargas (PT-PR) acusa Eduardo Campos de montar essa candidatura há tempos. Até agora, como dissemos aqui há alguns meses, Campos andava de costas para o Palácio do Planalto, de forma a não provocar o aliado. Agora, diante das candidaturas que lança pelo país afora, com distância do PT em pelo menos 12 capitais, os petistas acreditam que Eduardo passou a olhar de frente para o objetivo.

Dentro do PSB, entretanto, há quem diga que o alvo prioritário no futuro é a vice de Dilma Rousseff, deslocando o PMDB de Michel Temer. Essa operação não é simples, porque, escanteados, os peemedebistas pularão no minuto seguinte para o colo de Aécio Neves. O PMDB até o momento tem se mostrado fiel aos petistas. Em Belo Horizonte, promete fechar com o PT e, em São Paulo, Gabriel Chalita estará ao lado do petista Fernando Haddad, na hipótese de o ex-ministro da Educação ir ao segundo turno contra José Serra. Passada a eleição municipal, será a hora de o PMDB, de olho nas presidências da Câmara e do Senado, saber quem deseja de fato a sua companhia em 2014. E nessa troca de comando das duas Casas estará em jogo o terceiro ato dessa candidatura de Eduardo Campos. O PSB promete respeitar a proporcionalidade e apoiar o PMDB. No momento, ninguém acredita em vitória fácil para o PMDB na Câmara e no Senado.

Por falar em Aécio.
Que ninguém aposte num imobilismo do PSDB e de seu pré-candidato ante o alvoroço causado pelo PSB. Os tucanos terão mais candidatos a prefeito de capital que qualquer outro partido. São 18, prontos para apresentar Aécio Neves pelo país afora. Não dá para esquecer que Aécio tem ainda várias pontes dentro do próprio PSB, uma delas, o ex-deputado Ciro Gomes. Tampouco o PT de Lula ficará parado vendo a pomba, símbolo do PSB, bater asas. Daí, o movimento em Belo Horizonte. E, com tantas capitais em litígio entre PSB e PT, muito mais do que em 2008, a mexida em direção a 2014 está cada vez mais evidente. Como diz um socialista, o PSB pode daqui para frente esconder o holofote sobre Eduardo, mas não conseguirá evitar o sentimento de calor que toma conta do PT, do PMDB e de todos os aliados. A sucessão municipal começa tão quente que muitos se esqueceram do inverno, estação exclusiva hoje à CPI de Carlos Cachoeira. Mas essa é outra história.

PT indica Patrus Ananias para disputa em BH

PT: Eleições 2012

 PT confirma rompimento e lança Patrus em BH

Aécio e Eduardo Campos conversaram por telefone sobre o novo quadro da disputa na cidade. Campos, segundo apurou o Valor, assegurou ao senador que não haverá nenhum movimento do PSB para tentar convencer os petistas a voltarem atrás e apoiarem a reeleição de Lacerda.

Fonte:   Vandson Lima, Raphael Di Cunto e Marcos de Moura e Souza  – Valor Econômico

PT indica Patrus Ananias para disputa em BH

executiva nacional do PT aprovou ontem o rompimento da aliança com o atual prefeito de Belo Horizonte (MG), Marcio Lacerda (PSB), que concorrerá à reeleição, e indicou o ex-ministro do Desenvolvimento Social Patrus Ananias como candidato da sigla à sucessão na capital mineira.

A confirmação da candidatura depende apenas de uma conversa marcada para hoje, em São Paulo, entre o presidente petista, Rui Falcão, e o vice-prefeito da cidade, Roberto Carvalho. Rompido com Lacerda e defensor de longa data da candidatura própria, Carvalho chegou a registrar sua candidatura à prefeitura no Tribunal Regional Eleitoral local. O partido quer arrumar uma saída honrosa para Carvalho, já que, conforme reconheceu Rui Falcão, “ele sempre defendeu a candidatura própria e nos avisou que Lacerda poderia nos surpreender”.

O PT, que tinha inclusive indicado o vice da chapa que será encabeçada por Lacerda, resolveu romper a aliança após saber que o PSB decidiu não fazer coligação na chapa para vereadores, conforme havia prometido. “O rompimento partiu do Marcio Lacerda. Havia um acordo escrito, tenho a carta em mãos. Foi uma atitude, conforme ele [Lacerda] disse à imprensa local, tomada a pedido do senador Aécio Neves e do governador Antônio Anastasia [ambos do PSDB]“, afirmou Rui Falcão.

PSDB e PT, adversários no plano nacional, ajudaram a eleger Lacerda em 2008 e participam de seu governo. Os tucanos serão agora os principais aliados de Lacerda em sua tentativa de reeleição.

PT e PSB dominam a política local e se revezam no comando da cidade desde 1993. Estiveram na mesma chapa três vezes e concorrerão separados pela terceira vez este ano, mas sempre compuseram o governo um do outro.

O deputado federal Miguel Corrêa Júnior (PT-MG) avisou que o PT entregará todos os cargos que detém no governo de Belo Horizonte. O partido tem a vice-prefeitura, sete secretarias, além de cargos de primeiro escalão em empresas públicas e autarquias. O número de cargos comissionados seria em torno de 900.

Antes indicado a vice de Lacerda, o deputado disse que a vaga será usada para tentar convencer algum partido aliado do PT no plano federal a aderir à chapa. “O PMDB, se somado ao PT, faria um belo arco de alianças para enfrentar essa disputa eleitoral com quem rompeu seu compromisso com a cidade e com a gente”, avaliou.

A costura estaria sendo tratada pelas cúpulas dos dois partidos, já que o PMDB lançou o deputado federal Leonardo Quintão como candidato a prefeito. “Assim como se criou um quadro novo a partir do rompimento com o prefeito Marcio Lacerda, essa movimentação toda pode criar uma nova realidade em Belo Horizonte. É o que estamos buscando”, afirmou Rui Falcão. Questionado, Quintão disse ontem que estava “lutando em Brasília pela sua candidatura”.

O presidente do PT procurou desvencilhar a celeuma em Belo Horizonte dos recentes rompimentos entre PT e PSB em outras capitais, como Fortaleza (CE) e Recife (PE), onde os partidos concorrerão com candidaturas em separado. Também disse não ver qualquer articulação do presidente nacional do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, para se distanciar dos petistas com vistas a alçar voo próprio na eleição presidencial de 2014. “Não vejo nenhuma intenção do governador Eduardo Campos em precipitar a sucessão de 2014. Até porque ele tem dito que estará com a presidente Dilma [Rousseff]“, afirmou.

Pouco depois do anúncio do PT que indicou a candidatura de Patrus, Aécio e Eduardo Campos conversaram por telefone sobre o novo quadro da disputa na cidade. Campos, segundo apurou o Valor, assegurou ao senador que não haverá nenhum movimento do PSB para tentar convencer os petistas a voltarem atrás e apoiarem a reeleição de Lacerda. Desde o fim de semana, tanto no PT quanto no PSB havia especulações de que o próprio Campos ou a executiva nacional do PSB – que se reúne hoje – atenderia o pedido do PT para manter a aliança. O rompimento deixa Lacerda sozinho com os tucanos.

Aécio vai estar na linha de frente da campanha”, disse o deputado federal Marcus Pestanapresidente do PSDB de Minas Gerais. “Já estávamos comprometidos no apoio ao Marcio [Lacerda]. Agora, estamos mais revigorados”, disse. Pestana lembra que Aécio é, segundo pesquisa recente, a liderança política que mais influencia o voto dos eleitores de Belo Horizonte.

Patrus foi vereador de Belo Horizonte nos anos 80, elegeu-se prefeito em 1992 e, em 2002, conquistou o mandato de deputado federal. Dois anos depois assumiu o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome no governo Lula. É professor na Faculdade de Direito da PUC-Minas e preside o Conselho de Responsabilidade Social (Consocial) da Fiesp.

PT: Eleições 2012 – Link da matéria: http://www.valor.com.br/eleicoes2012/2737572/pt-indica-patrus-ananias-para-disputa-em-bh

Aécio Neves: senador, líder da oposição, cobra obras em MG

Aécio Neves: obras do anel rodoviário

 Aécio Neves: senador, líder da oposição, cobra obras em MG

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Aécio cobra do governo federal que obras rodoviárias prometidas saiam do papel

“Vamos acompanhar dia a dia para que essas boas intenções anunciadas pela presidente da República se transformem, de fato, em investimentos”, diz Aécio

senador Aécio Neves (PSDB-MG) destacou, nesta terça-feira (12/06), a importância do ato de transferência para o Governo de Minas da coordenação das obras de reforma do Anel Rodoviário de Belo Horizonte. O ato foi assinado pela presidente Dilma Rousseff, e pelo governador Antonio Anastasia, sete anos depois de as obras terem sido prometidas pelo então presidente Lula.

Na solenidade de hoje, no Palácio da Liberdade, a presidente Dilma prometeu R$ 4 bilhões para as obras dereforma do Anel Rodoviário, construção do Rodoanel e duplicação das pistas da BR-381 entre Belo Horizonte e Governador Valadares, no Vale do Rio Doce. Desse total, apenas R$ 17 milhões foram autorizados hoje para elaboração do projeto executivo das obras no Anel.

“Todo anúncio de obras em Minas Gerais deve ser muito bem-visto. Mas, o que temos que ressaltar e alertar é que as obras anunciadas agora pela presidente da República são aquelas mesmas anunciadas lá atrás pelo presidente Lula e que ainda estão no papel. Não podemos permitir que apenas as boas intenções prevaleçam, em detrimento dos investimentos que não têm vindo para Minas Gerais”, disse o senador.

Aécio Neves acrescentou que a liberação dos recursos federais e a realização dos investimentos prometidos devem ser acompanhados dia a dia.

“Vamos acompanhar a par e passo, dia a dia, para que essas boas intenções anunciadas pela presidente da República se transformem, de fato, em investimentos que visem a minimizar as mortes e a tragédia que viraram, principalmente, as rodovias mineiras”, disse. Um total de 3 mil acidentes ocorreram no Anel Rodoviário de BH ano passado, com 33 mortes. Apenas no primeiro semestre deste ano, já somam 12 mortes. Cerca de 130 mil motoristas transitam diariamente pelo anel.

O ato assinada nesta terça-feira, o governo federal transferiu para o governo de Minas a coordenação do projeto executivo e das obras de reforma do Anel. Serão repassados pelo governo federal R$ 17 milhões para a elaboração do projeto executivo. Após o processo de licitação está prevista a liberação de R$ 1,5 bilhão.

Já na construção de um novo contorno rodoviário para a capital (Rodoanel), o governo federal anunciou a intenção de investir em parceria com o Governo de Minas e com a prefeitura de Belo Horizonte.

Ausência de investimentos

Aécio Neves também criticou o baixo nível de investimentos realizados pelo governo federal em Minas. O senador disse que o Estado é um dos que menos recebe retorno pela contribuição dada ao País.

“Minas vem sendo, ao longo dos últimos anos dos governos do PT, um dos estados que proporcionalmente ao que contribui para o Brasil menos recebe de retorno em investimentos. Ao contrário, pagamos dívidas extremamente sufocantes e as nossas questões estruturais, seja na área rodoviária, seja nos nossos aeroportos, e mesmo na área da saúde e da educação, continuam extremamente graves”, afirmou osenador Aécio.

Aécio Neves – link da matéria: http://www.aecioneves.net.br/2012/06/aecio-cobra-do-governo-federal-que-obras-rodoviarias-prometidas-saiam-do-papel/

Aécio Neves: líder da oposição criticou: “o PT prioriza seu projeto partidário, o PT se engalfinha em uma luta fratricida por espaços”.

Entrevista do senador Aécio Neves (PSDB/MG)

Assunto: eleições 2012 em Belo Horizonte
Senador, sobre a sucessão à Prefeitura de Belo Horizonte. Como estão os entendimentos?

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Aécio Neves: líder da oposição – comentário:  ”Nós, do PSDB, apoiamos Marcio Lacerda desde que ele tinha 2% ou 3% nas pesquisas na sua eleição, lá atrás. Porque acreditávamos na sua capacidade de conduzir um projeto importante, exitoso, para Belo Horizonte. Isso vem ocorrendo, obviamente com dificuldades aqui e acolá, mas achamos que Belo Horizonte avançou. As parcerias de Belo Horizonte, principalmente com o Governo do Estado, têm sido extremamente relevantes. Foram assim no meu tempo, com a Linha Verde, a duplicação da Antônio Carlos, agora as obras do Mineirão.

“Enfim, são todas obras em parceria. Além de várias outras que estão hoje em execução. O que acho é que, depois de tantas discussões, o PT devia efetivamente participar da discussão de um grande projeto para Belo Horizonte. Não cabe mais esse sem-número de reuniões onde se passa a impressão que a reeleição de Marcio Lacerda depende dessas reuniões do PT. O PT é bem-vindo, recebo inclusive na nossa aliança aqueles que foram contra ela no ano de 2008, que contra ela se movimentaram, que contra ela trabalharam, são todos bem-vindos.

“Mas é hora de pararmos com essas picuinhas menores e discutirmos um grande projeto para Belo Horizonte. Portanto, estamos convidando as lideranças do PT para sentarem à mesa com o PSB e os demais partidos aliados para planejarmos o futuro da cidade. É hora de pararmos com essas extensas reuniões, onde as manifestações nem de longe atendem ao interesse da cidade. Até porque, a grande realidade é essa, o PT é hoje um partido secundário em Belo Horizonte, haja vista o resultado das últimas eleições.

“Mesmo com o apoio do presidente Lula, da presidente Dilma, das principais lideranças do PT, alcançou 20% dos votos em Belo Horizonte. O candidato do PSDB nas eleições para governador alcançou mais de 72% dos votos. Então, agora é hora de todos virem com humildade, com generosidade para com a cidade, colocando o interesse de Belo Horizonte acima do interesse partidário. Essa, a meu ver, é a maior diferença entre o PSDB e o PT hoje.

“O PT prioriza seu projeto partidário, o PT se engalfinha em uma luta fratricida por espaços. O PSDB, hoje, quer trabalhar ao lado de Marcio Lacerda pelo desenvolvimento de Belo Horizonte. É hora de encerrarmos as disputas e pensarmos no futuro da nossa gente.”

Eleições 2012: PSDB defende política de alianças para fortalecer em BH a gestão para resultados, a meritocracia e o planejamento estratégico

Fonte: Artigo Marcus Pestana* – O Tempo

Aliança por BH: balanço e possibilidades

O que é melhor para a população de BH e para o seu futuro?

Partidos políticos são ferramentas, não fins em si mesmos. São pessoas reunidas em torno de princípios, valores, visões e objetivos comuns. Representam segmentos, setores, grupos de interesse. O partido político é parte, não todo. E, para não cair no gueto, não se entregar ao espírito de seita, não se afundar no sectarismo, tem que ser permeável à renovação, aberto aos diferentes, fiel ao interesse real da sociedade. Um partido político que se pretenda moderno e dinâmico não pode se deixar hipnotizar pelo narcisismo político ou pela estreiteza ideológica.

Em 2008, sob a liderança de Aécio Neves e Fernando Pimentel, o que parecia impossível se tornou realidade. A parceria firmada no campo administrativo encontrou sua extensão no terreno político e eleitoral. Sob olhares céticos e resistências enormes, convergências foram encontradas, consensos erguidos. Numa construção política ousada, inovadora e inédita, PSDB e PT se uniram para eleger Marcio Lacerda prefeito da capital.

Marcio Lacerda era um empresário de sucesso. Lutou contra a ditadura e passou pelo setor público, tendo sido secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional e secretário do Desenvolvimento Econômico do governo Aécio Neves. Não tinha experiência política ou eleitoral e era totalmente desconhecido da população.

A vitória foi construída a partir do carisma e liderança de Aécio Neves, então governador de Minas no auge da popularidade (o grande eleitor de Marcio), e da boa avaliação da administração de Pimentel.

Chegamos à vitória. Nos últimos anos, os maiores investimentos na capital partiram do governo de Minas: Linha Verde, duplicação da Antônio Carlos, Expominas, Cidade Administrativa, revitalização do hospital João XXIII, abertura do hospital de Venda Nova, Circuito Cultural da Praça da Liberdade, hospital do Barreiro. Enquanto isso, o metrô não avançou e o Rodoanel não saiu do papel.

2012 aponta na curva. Teremos novas eleições. É hora de repensar caminhos. Projetar o futuro de nossa capital. O PSDB é o maior partido de Minas. O PSDB tem o maior líder político de Minas e da capital, Aécio Neves. O PSDB tem em seus quadros um exemplar gestor, o governador Anastasia. O PSDB ganhou todas as últimas eleições em Belo Horizonte. Temos plenas condições de construir uma candidatura própria e vencermos.

Mas a pergunta certa não é o que é melhor para o PSDB, PSB ou PT. A pergunta chave é: o que é melhor para a população de Belo Horizonte e para o futuro da capital?

Marcio Lacerda faz uma gestão eficiente e tem boa avaliação. Somos parte do governo e nos sentimos responsáveis por ele. As identidades são muitas: gestão para resultados, meritocracia, planejamento estratégico, parceria com a sociedade e a iniciativa privada. Poderemos sentar à mesa e, longe de sectarismos infantis e radicalismos estéreis, produzirmos uma ampla aliança em favor do futuro de Belo Horizonte.

Essa é a discussão que queremos fazer com os tucanos de Belo Horizonte e com nossos aliados.

*MARCUS PESTANA – Deputado federal e presidente do PSDB-MG – contato@marcuspestana.com.br

Pesquisa indica que Aécio Neves é a principal liderança e a mais admirada

Aécio é a principal liderança

Fonte: Carla Kreefft – O Tempo

O apoio de Lula é considerado importante para 30,5% dos eleitores

Pesquisa DataTempo/CP2 mostra que o ex-governador e senador Aécio Neves (PSDB) é reconhecido como a principal liderança política de Belo Horizonte.Segundo o levantamento, realizado entre os dias 10 e 15 de junho, para 20,4% dos entrevistados, Aécio é a liderança mais admirada na capital. Em segundo lugar, mas muito distante do tucano, aparece o ex-prefeito da capital e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel (PT). Ele é o preferido de 7% dos pesquisados.

O prefeito Marcio Lacerda (PSB) foi a escolha de 5,8% dos pesquisados, na terceira colocação, e o governador Antonio Anastasia (PSDB) é apontado como líder mais admirado por 4,6% dos entrevistados.

Com 3,4% da preferência do eleitorado aparece o ex-prefeito da capital e ex-ministro de Desenvolvimento Social e Combate à Fome Patrus Ananias. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é a liderança preferida de 2,8% dos pesquisados.

A liderança de Aécio Neves também é demonstrada quando são questionados os apoios aos candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte. Dos entrevistados, 44,3% respondem que preferem um candidato que seja apoiado por Aécio. Outros 30,5% dizem que preferem um nome para a prefeitura que tenha o apoio do ex-presidente Lula. Para 25,2% é indiferente o apoio de Aécio ou de Lula ao seu candidato.

Quando a pergunta se refere aos apoios do governador Antonio Anastasia (PSDB) e do ex-ministro das Comunicações e candidato ao governo do Estado derrotado em 2010, Hélio Costa (PMDB), 45% afirmam que preferem um candidato à prefeitura apoiado pelo tucano. Outros 20,2% dizem que preferem um nome para a administração da capital que tenha o apoio do peemedebista. Para 34,8% dos entrevistados, não faz diferença os apoios de Antonio Anastasia ou de Hélio Costa ao candidato que disputará a prefeitura da capital em 2012.

Partido.  Apesar de a pesquisa apontar a preferência dos eleitores de Belo Horizonte por candidatos apoiados pelos tucanos Aécio Neves e Antonio Anastasia, o partido preferido é o PT.

Quando questionados se preferem candidato do PT ou do PSDB para a disputa da prefeitura da capital, 37,3% dos entrevistados afirmam que um candidato petista seria a melhor opção. Outros 26,2% dizem que um candidato do PSDB teria a sua preferência. Para 36,5% dos pesquisados, o partido do candidato ser o PT ou o PSDB não interfere na escolha.