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Aécio diz estar confiante que projeto de gestão eficiente do PSDB será o escolhido

Temos um projeto para o Brasil. Projeto de gestão eficiente, de ousadia do ponto de vista da retomada do crescimento, dos indicadores sociais.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Aécio diz que 2º turno é uma certeza e que projeto de gestão do PSDB será o escolhido

No Rio, tucano ressaltou que Marina Silva não é sua principal adversária

O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, disse que a pesquisa Datafolha publicada nessa segunda-feira mostra que o segundo turno é uma certeza e que Marina Silva não é sua principal adversária nesta eleição. O tucano visitou nesta manhã a Unidade de Polícia Pacificadora do Morro Dona Marta, e percorreu a comunidade, na Zona Sul do Rio.

— Acho que o que ficou claro nas pesquisas, e eu já antevia isso, que teremos segundo turno. O segundo turno era uma perspectiva cada vez mais provável. Hoje é uma certeza. Temos um projeto para o Brasil. Projeto de gestão eficiente, de ousadia do ponto de vista da retomada do crescimento, de avanço nos nossos indicadores sociais – disse acrescentando: — E esse projeto está cada vez mais vigoroso. Tenho muita confiança que no momento da eleição esse será o projeto escolhido pela maioria dos brasileiros.

Aécio comentou ainda o fato de aparecer um ponto percentual atrás de Marina na sondagem, já que a provável candidata do PSB teve 21% das intenções de voto e ele, 20%.

— É claro que há uma mudança no quadro eleitoral e já reflete nas pesquisas. O que não muda é a nossa determinação e convicção de que temos o melhor projeto para o Brasil.

O candidato tucano também foi questionado se, com o novo cenário eleitoral, Marina Silva é sua maior adversária.

— Não. De forma alguma. A nossa proposta é de oposição ao governo que está aí.

Questionado sobre o percentual obtido por Marina, ele respondeu que era esperado.

— Ela é muito conhecida. Disputou eleição e tem méritos — afirmou o senador negando atribuir o percentual atingido por Marina a comoção pela morte de Eduardo Campos.

O tucano disse ainda ter muito respeito por Marina Silva, assim como tem pela presidente da República, mas afirmou ter as melhores propostas para o país. Para Aécio, a mudança no cenário eleitoral não altera “absolutamente nada” que ele tinha programado para apresentar no horário eleitoral gratuito da TV, que começa nesta terça-feira.

Na comunidade, Aécio esteve com o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame. À tarde, o candidato tem uma reunião com tucanos no Rio.

No morro, podiam ser vistas muitas placas do tucano ao lado do governador Luiz Fernando Pezão, candidato a reeleição, e do filho do ex-governador Sergio Cabral, Marco Antonio Cabral, candidato a uma vaga na Câmara dos Deputados.

A agenda na UPP foi programada pelo coordenador do Afroreggae, José Junior, que também é colabora com o programa de Aécio na área de juventude. Na ida à UPP ele prometeu estender o modelo a outras regiões do país.

— Quero reinterar o meu compromisso de ampliar esse tipo de iniciativa para outras regiões metropolitanas do Brasil e outros aglomerados urbanos que vivem problemas de criminalidade.

Após a agenda, foi almoçar com Fernando Henrique Cardoso.

DATAFOLHA

pesquisa, divulgada na madrugada desta segunda-feira já colocando Marina Silva como candidata do PSB à Presidência da República mostra que ela entra na disputa com 21% das intenções de voto no 1º turno, um ponto à frente de Aécio Neves (PSDB), que tem 20% – o que configura empate técnico. Dilma (PT) lidera com 36%, segundo a sondagem.

Segundo o Datafolha, a entrada de Marina Silva na disputa afasta a chance de a eleição ser decidida no primeiro turno.

As intenções de voto nulo ou em branco, que eram de 13%, caem com a entrada de Marina. Segundo o Datafolha, com Marina candidata a taxa recua para 8%. O percentual de indecisos, que era de 14%, cai para 9%.

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Aécio defende geração de renda em visita a comunidade no Rio

Aécio esteve na sede da UPP da comunidade Santa Marta e defendeu mais projetos sociais nas comunidades e políticas de geração de renda.

Eleições 2014

Fonte: G1 

No Rio, Aécio Neves diz que UPPs precisam dar ‘segundo passo’

Candidato do PSDB visitou comunidade Santa Marta, em Botafogo

Para ele, UPPs devem ser aliadas a políticas de geração de renda

candidato do PSDB à Presidência da RepúblicaAécio Neves, visitou na manhã desta segunda-feira a comunidade Santa Marta, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Ele esteve na sede da Unidade de Polícia Pacificadora e disse que as UPPs são uma boa iniciativa, mas precisam dar um “segundo passo”. Para Aécio, é preciso que também haja mais projetos sociais nas comunidades e políticas de geração de renda.

O candidato estava acompanhado do secretário de segurança do Rio, José Mariano Beltrame e de deputados e candidatos do PSDB, como Octávio LeiteMarcelo Itagiba e Luiz Paulo Corrêa da Rocha, presidente estadual do partido. Junto com eles estava o capitão Márcio Rocha, comandante da UPP Santa Marta.

UPPs são uma experiência extraordinária, mas precisamos dar o segundo passo. E o segundo passo, em primeiro lugar, é garantir renda para as famílias que vivem nessas comunidades, para as mulheres que vivem nessas comunidades, através da qualificação. Precisamos ampliar as creches em cada uma dessas comunidades. Precisamos levar serviços de melhor qualidade, com projetos sociais, e também para os jovens, e geração de renda”, afirmou.

Aécio disse ainda que pretende levar projetos como o das UPPs para outras partes do país.

“Quero reiterar o meu compromisso de ampliar esse tipo de iniciativa para outras regiões metropolitanas do Brasil, outros aglomerados urbanos que vivem problemas de criminalidade, áreas controladas pelo tráfico, e isso em várias dessas comunidades deixou de acontecer”, disse o candidato.

O candidato assistiu também a uma apresentação de música clássica promovida pelo programa Ação Social Pela Música, que funciona na comunidade há 18 anos.

Entre os participantes, estão crianças e adolescentes de comunidades como o Pavão-Pavãozinho, Complexo do Alemão, Rocinha e outras.”Quero poder levar esse projeto para todo o Brasil. Saio daqui emocionado”, concluiu Aécio.

Pesquisas
Aécio também comentou a pesquisa do instituto Datafolha com intenções de voto para presidente da República divulgada nesta segunda-feira (18). No levantamento, a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, tem 36% das intenções de voto, Marina Silva (PSB), tem 21%, e Aécio tem 20%.

Para ele, a comoção com a morte do então candidato do PSB, Eduardo Campos, causou impacto na pesquisa. De acordo com o candidato, a única certeza que se conclui do levantamento é que haverá segundo turno.

“A verdade é que há um grande clima de comoção nesta semana, e isso se reflete nas pesquisas. Só se tem uma certeza a partir dos últimos números:haverá segundo turno “, avalia Aécio Neves.

Ele disse ainda que a estratégia do partido para o horário eleitoral gratuito, que começa nesta terça-feira (19), não será modificada com a entrada de Marina na disputa.

Rio de Janeiro: PMDB rompe com PT e lança chapa Aezão

Aécio prometeu criar Unidades de Policias Pacificadoras (UPPs) nas regiões.

Além de parte do PMDB, o “Aezão” teve apoio oficial de PSDB, PSD, PP, PSL, PEN, PMN, PTC e Solidariedade.

Fonte: O Globo

Ato promovido pelo presidente do PMDB no Rio em apoio a Aécio e Pezão reúne 1.600 líderes

Em evento na capital fluminense, tucano promete implementar UPPs em todas as regiões metropolitanas do país caso eleito

O pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, senador Aécio Neves, participou nesta quinta-feira, no Rio, do lançamento do “Aezão”, movimento criado pelo presidente regional do PMDBJorge Picciani em apoio às pré-campanhas do tucano e do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) à reeleiçãoAécio considerou o encontro, numa churrascaria na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, como o mais importante evento político em defesa de seu nome promovido nos estados. A reunião foi uma demostração de força de Picciani, que reuniu 1.600 lideranças, entre elas representantes de 17 partidos.

Em um discurso de 15 minutos, Aécio não citou Pezão, justificando, em entrevista, que o PSDB não tem candidatura própria no Rio e ainda negocia com o DEM e o PPS possível apoio ao ex-prefeito Cesar Maia (DEM), outro pré-candidato ao governo. Após o evento, Picciani disse que em 48 horas o impasse será resolvido, e que o PSDB e o PPS devem migrar para a aliança do governador.

Em sua fala, o tucano atacou o governo da presidente Dilma Rousseff nas áreas de Segurança PúblicaSaúde e Educação e lembrou escândalos na Petrobras. Aécio prometeu criar Unidades de Policias Pacificadoras (UPPs) nas regiões metropolitanas do país.

— Na segurança pública, a omissão do governo federal é quase criminosa. O modelo de UPP será levado para todas as regiões metropolitanas — disse Aécio, que no final do discurso declarou: — Me dêem a vitória no Rio de Janeiro que eu dou a vocês a Presidência da República.

Além de parte do PMDB, o “Aezão” teve apoio oficial de PSDB, PSD, PP, PSL, PEN, PMN, PTC e Solidariedade. No entanto, havia representantes de partidos como o PR, do deputado federal Anthony Garotinho; o PRB, do senador Marcelo Crivella, ambos pré-candidatos ao Guanabara; e oPCdoB, que integra a aliança do senador Lindbergh Farias (PT), que disputará o governo. Ainda participaram da reunião lideranças regionais do PROS, PPS, PTB, DEM e PDT que integram o grupo político de Picciani.

GOVERNADOR CULPA PT POR DISSIDENTES

Pezão não compareceu ao encontro. Durante o almoço, o peemedebista cumpria agenda também na Barra da Tijuca: o lançamento de obras de recuperação ambiental das lagoas da região. Embora tenha reafirmado apoio à reeleição de Dilma, ele justificou o crescimento da dissidência noPMDB como reação à decisão do PT de não impedir a candidatura de Lindbergh:

— Domingo, tive a oportunidade de conversar sobre isso com a presidenta Dilma, eu, o prefeito (do Rio) Eduardo Paes e o ex-governador Sérgio Cabral. Nós estamos com a presidenta. Mas desde o momento em que o PT saiu da aliança e que alguns membros petistas vão para o interior do estado e fazem críticas contra nós, cria um ambiente ruim. Não é por culpa nossa. As pessoas que estão saindo tiveram algum problema no relacionamento com o PT também — disse, ressaltando que parte do “Aezão” constitui uma “base forte” para sua campanha: — Temos outros partidos, como o Solidariedade, que está com o Aécio. Tem aqui o PSD do Rio que está com ele. Tem outro candidato (à Presidência), o pastor Everaldo, que está dentro da nossa coligação com PSC. Esse movimento vai existir. (…)(Aécio) É um grande candidato e vai dar trabalho, mas estou com a presidenta Dilma.

O presidente regional do PTWashington Quaquá, reagiu ao “Aezão” e fez críticas às visitas de Dilma ao Rio, quando se reúne com Pezão e Cabral:

— O PMDB deixou os generais com a Dilma e a tropa com o Aécio. Mas não se vence guerra com generais. Quem dá tiro é a tropa. É claro que Pezão e Cabral aprovam essa estratégia. A presidente Dilma precisa entender que está em curso uma traição no Rio. Ela não pode mais vir ao Rio e ficar só com Pezão e Cabral.

Quaquá disse não fazer a crítica para defender Lindbergh, mas por temer o efeito dessa estratégia para a própria candidatura de Dilma.

— A nossa preocupação não é a ausência dela no palanque do Lindbergh, porque ele é candidato o suficiente para vencer a eleição sem precisar se escorar em ninguém. O problema é a candidatura dela. Ela precisa tomar providências em relação a isso. O Cabral e o Pezão só não estão oficialmente com o Aécio por covardia. Pegaria muito mal eles fazerem isso. Como iriam explicar abandonar a presidente e o Lula agora? Ela tem que sair do círculo oficial ao vir ao estado — defendeu (colaborou Guilherme Amado)

Aécio enfatiza apoio ao projeto nacional do PSDB

Eleições 2014: em Niterói, Aécio anunciou o apoio local do PMDB, do PP, do PSD, do Solidariedade e do PPS ao projeto nacional do PSDB.

Eleições 2014: alianças regionais do PSDB

Fonte: PSDB

Aécio Neves ressalta força das alianças regionais do PSDB

presidente do PSDB e pré-candidato à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), destacou nesta sexta-feira (23/05), em Niterói (RJ), a força das alianças regionais que o partido vem fazendo para as eleições deste anoAécio anunciou o apoio local do PMDB, do PP, do PSD, do Solidariedade e do PPS ao projeto nacional do PSDB antes de encontro com empresários da cidade.

“Estamos consolidando um conjunto de alianças extraordinárias Brasil afora. Eu diria que 90% dos nossos planos ‘A’ foram consolidados, como na Bahia e no Rio Grande do Sul. Vamos largar a campanha após a Copa do Mundo muito bem. Nossos palanques são mais sólidos que o conjunto dos palanques que o PT tem hoje para disputar as eleições”, afirmou Aécio Neves em entrevista coletiva.

O encontro foi organizado pelo deputado estadual Comte Bittencourt (PPS). O tucano chegou à cidade de catamarã no início da noite. Acompanharam Aécio o presidente do PSDB no Rio de Janeiro, deputado estadual Luiz Paulo Correa da Rocha, o ex-deputado Marcio Fortes e o economista Adriano Pires.

Durante a entrevista, Aécio Neves anunciou que o apoio dos cinco partidos do Rio de Janeiro ao projeto nacional do PSDB será formalizado em um evento suprapartidário no dia 5 de junho. O encontro vai reunir centenas de lideranças políticas, entre deputados estaduais, prefeitos e vereadores.

O senador ressaltou que o apoio local dos diretórios fluminenses do PMDBPPPSDSolidariedade e PPS será fundamental para o projeto nacional do PSDB.

“Esse apoio representa grande parte dos parlamentares, a grande maioria dos prefeitos do estado do Rio, e ex-prefeitos. A coisa vai tomando uma consistência com muita naturalidade e é isso que me agrada. As coisas naturais na política são aquelas que acabam dando certo, afinal”, disse Aécio Neves.

UPPs

A reunião em Niterói foi o segundo compromisso de Aécio no estado em menos de 24 horas. Na noite de quinta-feira (22), o tucano participou de evento organizado pelo deputado estadual Pedro Fernandes e pela vereadora Rosa Fernandes, do Partido Solidariedade, na zona norte da capital fluminense.

Ao falar com a imprensa, o tucano defendeu uma nova etapa de desenvolvimento social para as comunidades cariocas beneficiadas pelas UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora). Para Aécio, o projeto precisa ser consolidado com serviços públicos de qualidade.

“Defendemos o fortalecimento das UPPs. Foi um grande ganho para a comunidade carioca e gostaria de ver coisas parecidas em outras partes do Brasil. Vamos falar de forma muito clara que no nosso governo vai haver apoio e solidariedade e estratégia para consolidar as UPPs na sua segunda etapa, que é levar também desenvolvimento social e serviços públicos de qualidade, como saúde e educação. Quero no futuro ser parceiro para que esse modelo possa ser ampliado e consolidado”, afirmou Aécio Neves.

PSDB cobra Dilma e Aécio rebate presidente

PSDB cobra Dilma e Aécio rebate presidente. Tucanos apontaram 13 ações do Governo do PT que consideram contrárias aos interesses de Minas.

PSDB aponta gestão deficiente do PT

Fonte: Estado de Minas e PSDB-MG

Declaração do senador Aécio Neves

“É lamentável ver que, até hoje, a presidente Dilma precisa gastar a maior parte do seu tempo tentando convencer os mineiros de que ela é mineira de fato. Ser mineiro vai muito além da certidão de nascimento. É preciso ter uma alma generosa e compromisso verdadeiro com o Estado. É injustificável que depois de 10 anos de governo do PT, questões essenciais para Minas, como os royalties de minério, o Anel Rodoviário, a BR-381 e o metrô ainda não tenham tido solução. Infelizmente, nesse caso, sou forçado a concordar com o ex-presidente Lula. Como ele já disse: “a gente tem uma gaúcha governando esse país…”

PSDB responde a Dilma

Partido aproveita visita da presidente para apresentar lista de cobranças

 PSDB cobra Dilma e Aécio rebate presidente

PSDB cobra Dilma e Aécio rebate presidente

O PSDB divulgou ontem carta destinada à presidente Dilma Rousseff (PT) questionando algumas decisões do governo federal nos últimos dois anos. Assinada pelos presidentes municipal e estadual do partido, João Leite e Marcus Pestana, respectivamente, os tucanos apontaram 13 medidas do Palácio do Planalto desde o final de 2010 que consideram contrárias aos interesses do estado. A mais recente foi o veto à emenda que revisava a base de cálculo para os royalties do minério e aumentaria em R$ 300 milhões a arrecadação anual dos municípios mineiros. Também foram citados atrasos em obras de grande importância para o estado, como a duplicação da BR-381 e da BR-040 e a revitalização do Anel Rodoviário.

Prezada presidente Dilma Rousseff,

Como não poderia deixar de ser, temos certeza que a senhora é muito bem-vinda em qualquer parte do Brasil, em especial aqui em Minas Gerias.

No entanto, acreditamos que, apesar de sua vinda ser motivada exclusivamente por interesses eleitorais, ela seria uma oportunidade importante para que seja esclarecido aos mineiros por que o governo federal vem, sistematicamente, de forma insistente e repetitiva, deixando de lado os interesses de Minas Gerais.
Por que, presidente?

PSDB

1. Royalties do minério: Por que até hoje, apesar de a senhora. ter assumido compromisso nos palanques de 2010, o governo federal do PT não enviou para o Congresso Nacional o novo marco regulatório da atividade mineral, o que dificulta o aumento dos royalties do minério, prejudicando enormemente Minas Gerais?

2. Fiat em Pernambuco: Por que no final do governo Lula – governo do qual a senhora foi chefe da Casa Civil – o presidente privilegiou o seu Estado natal em detrimento de outras regiões do país e deu incentivos fiscais especiais só para Pernambuco, o que fez com que a Fiat levasse para aquele estado a sua nova fábrica, tirando milhares de empregos dos mineiros?

3. Veto à emenda que tentou corrigir injustiça contra Minas: Uma grande articulação política levou à aprovação, na Câmara dos Deputados, de uma emenda garantindo aos municípios da área mineira da Sudene os mesmos benefícios que Lula deu para o seu estado natal. Por que, apesar de aprovada pela Câmara, a Sra. vetou a emenda, tirando dos municípios mais pobres de Minas uma grande oportunidade de desenvolvimento?

4. Polo acrílico da Petrobras: Por que o polo acrílico da Petrobras – empresa da qual a Sra. era presidente do Conselho de Administração – que seria construído na Região Metropolitana de Belo Horizonte, gerando milhares de empregos, depois de anunciado foi transferido para a Bahia, terra natal do então presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, que será candidato ao governo daquele estado justamente pelo PT, em 2014?

5. Minas excluída de investimentos estratégicos: Por que o governo federal excluiu Minas de todos os investimentos estratégicos anunciados para os próximos anos? Documento utilizado pelo ministro Guido Mantega para apresentar os investimentos que serão feitos pelo governo federal para investidores estrangeiros transforma o nosso estado em uma ilha, abandonada sem qualquer atenção por parte do governo do PT.

6. Metrô fora dos trilhos: Por que há 10 anos no poder, o governo do PT não investiu na ampliação do metrô em BH? Os últimos investimentos foram feitos por Fernando Henrique Cardoso. Em 17/8/2003 o presidente Lula, afirmou: “O metrô de BH será prioridade do governo federal”. Até hoje continuamos esperando os recursos que ainda não chegaram. Enquanto isso, os recursos para o metrô de Porto Alegre, berço político da presidente, já foram liberados.

7. Anel Rodoviário: Por que tantos anos de abandono? O Anel Rodoviário é uma rodovia federal e enquanto ocorrem graves acidentes, continuamos esperando os recursos que não chegam.

8. Rodovia Federal 381, a “Rodovia da Morte“: Tida como uma das rodovias mais perigosas do Brasil, o governo federal vem prometendo fazer a obra que nunca acontece. Prometida no PAC desde 2008, por que a obra foi empurrada agora, de novo, para o futuro?

9. Duplicação da BR-040: Por que só agora, depois de 10 anos de reiteradas promessas de duplicação da BR-040, o governo anuncia pedágios e reconhece que não fará a obra como prometido?

10. Minas é colocada de lado no Minha casa, minha vida: Segunda etapa do programa do governo federal que constrói moradias populares vai atender apenas 1,6% do déficit habitacional do estado. Por que no ranking per capita somos um dos estados menos atendidos: o 21º?

11. Aeroporto de Confins: Por que o governo federal deixou o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, de fora das privatizações feitas para melhorar a infraestrutura dos aeroportos?

12. Recursos para socorro em períodos de enchentes: Por que à época da tragédia das chuvas fomos informados de que Minas foi preterida no repasse das verbas federais? “Um mineiro vale R$ 1,46 e um pernambucano vale R$ 160,97 para a Integração Nacional”, mostrou a imprensa.

13. UPPs: Por que a promessa de que seriam construídas 218 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em Minas Gerais foi simplesmente cancelada?

Por fim, presidente, nunca é pouco constatar e lamentar que, entre todos os seus 39 ministros, apenas um tem a sua história política em Minas Gerais, enquanto nove são ligados ao Rio Grande do Sul.
Constatações como essas dão, lamentavelmente, veracidade à fala do presidente Lula, que a saúda, na internet, como presidente gaúcha!

Esperamos que a senhora sempre venha a Minas Gerais, não apenas para fazer campanha eleitoral, mas também como presidente da República para atender aos verdadeiros anseios e demandas dos mineiros.
Atenciosamente,

PSDB

Marcus PestanaPresidente do PSDB de Minas Gerais

João LeitePresidente do PSDB de Belo Horizonte

PT em Minas: 13 motivos para não votar

PT em Minas: 13 motivos para não votar. Das muitas promessas feitas para os eleitores em Minas o Governo do PT não tem cumprido o que prometeu.

PT em Minas: Eleições 2012

Clique na imagem para ampliar o texto

 PT em Minas: 13 motivos para não votar

PT em Minas: 13 motivos para não votar. Veja como o partido dos trabalhadores tem tratado o Estado de Minas Gerais ao longo dos últimos anos.

1. Royalties! – Até hoje o governo do PT não enviou ao Congresso o marco regulatório da atividade mineral.

2. Exclusão! – O Ministério do Planejamento do Governo do PT exluiu Minas de todos os investimentos estratégicos

3. Esquecimento – Lula em 2010 tirou milhares de empregos da Fiat em Minas – veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=he9Dlr0EJug

4. Veto! – Dilma vetou emenda que garantia incentivos fiscais para os municípios mineiros na área da SUDENE.

5. Metrô Fora dos Trilhos! – Há 10 anos o Governo do PT não investe no Metrô de BH

6. Abandono do Anel Rodoviário! – Há mais de 10 anos Governo do PT não libera recursos para via que já matou centenas de pessoas.

7. Esquecimento da Rodovia da Morte! – A rodovia mais perigosa do país não recebe investimentos.

8. A novela da duplicação da BR-040! – Sem dinheiro para investir rodovia será privatizada – Veja: http://goo.gl/mT3zu

9.Minas é colocada de lado no Minas Casa, Minha Vida – Na segunda fase do programa vai atender a apenas 1,6% do déficit habitacional do estado.

10. Aeroporto de Cofins Excluído! Aeroporto ficou fora das privatizações do governo do PT.

11. Pólo Acrílico da Petrobras que se foi! Investimento que seria em Minas foi transferido para a Bahia, terra natal do antigo presidente da estatal.

12. 633 creches só na promessa! – Nenhuma creche entrou em operação.

13. UPPs de fantasia! Dilma prometeu construir 218 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), até agora não fez nada.

PT em Minas: Eleições 2012

Aécio Neves critica em artigo que investimentos da União em Segurança Pública dão ‘indicações do improviso e da dificuldade de gestão’

Fonte: Artigo de Aécio Neves – Folha de S.Paulo

(In)segurança

Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), criado em 2008 e anunciado como uma mudança de paradigma no setor, apresenta resultados pouco expressivos, fazendo mais do mesmo, apesar do comprometimento dos seus profissionais

Há uma semana tratei, neste espaço, dos desafios que temos com a proximidade da Copa do Mundo, enfatizando a área da infraestrutura e citando a da segurança. Independentemente da proximidade do mundial, a questão da segurança merece, há muito, uma política de Estado.

Qualquer pesquisa de opinião revelará sua posição de destaque entre as prioridades da população. Não é à toa: mais de 45 mil brasileiros morrem por homicídio a cada ano, aos quais se somam milhões de vítimas de outros crimes.

Assistimos nas últimas décadas a um aumento explosivo da violência até em regiões antes tranquilas, como o Nordeste. Em contrapartida, vimos a sociedade mobilizada em torno de soluções corajosas, inovadoras e mais eficientes.

Minas Gerais implementou medidas e projetos internacionalmente reconhecidos pelos resultados, como a integração das ações das polícias, e o Fica Vivo, uma parceria com a UFMG que tem registrado reduções importantes nos homicídios de jovens.

São Paulo construiu o caso mais bem sucedido do país no controle de homicídios e o Rio mobiliza a solidariedade de todos com a experiência das UPPs. Outros Estados também têm feito esforços.

O mesmo não ocorre no plano federal. Temos um somatório de ações desarticuladas e os investimentos realizados têm estado muito aquém das necessidades do país.

O Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), criado em 2008 e anunciado como uma mudança de paradigma no setor, apresenta resultados pouco expressivos, fazendo mais do mesmo, apesar do comprometimento dos seus profissionais.

O Fundo Penitenciário, criado com a finalidade de proporcionar recursos para o sistema penitenciário, teve aplicados, entre 2003 e 2010, apenas dois terços das verbas autorizadas. A sua dotação no Orçamento do ano passado foi menos da metade de 2008.

O Fundo Nacional Anti-Droga empenhou pouco mais da metade das verbas autorizadas nesses sete anos.

Já o programa de enfrentamento ao crack tem dotação zero no Orçamento de 2012. Peça da campanha da presidente Dilma Rousseff, como pode o programa não ser priorizado? E se as ações prometidas serão desenvolvidas fora do programa, por que ele foi criado?

Há nesses dados orçamentários indicações claras do improviso e da dificuldade de gestão do governo também na segurança pública. Situação que tem levado os Estados a desenvolver políticas sem o apoio federal, tendo que lidar sozinhos com limitações e dificuldades.

Também no Congresso, importantes mudanças legislativas, como a revisão do código processual, requerem a liderança do Poder Executivo, mas, infelizmente, estão órfãs e à mercê de iniciativas isoladas.

Essa é uma agenda extensa e urgente.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.