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174 candidatos são barrados pelo TRE-MG

Condenados por colegiados, candidatos tentavam concorrer, mas foram vetados pela Justiça Eleitoral. TRE-MG barrou 174 inscritos.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

TRE barra 16 por ficha suja

Condenados por colegiados, eles tentavam concorrer, mas foram vetados pela Justiça Eleitoral, que acatou as impugnações feitas pelo MP. No total, 174 candidatos em MG foram reprovados

Alessandra Mello

Tribunal Regional Eleitoral (TRE) barrou 174 candidatos ao pleito deste ano em Minas. Entre os impedidos de disputar as eleições de outubro, 16 foram enquadrados na Lei da Ficha Limpa por terem condenação em segunda instância. Dois deles desistiram da candidatura. Seis são ex-prefeitos, caso de Carlinhos Rodrigues (PT), que governou Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte; Anderson Adauto (PRB), ex-deputado federal, ex-ministro e ex-prefeito de Uberaba, no Triângulo Mineiro; Geraldo Hilário (PTdoB), ex-prefeito de Timóteo, no Vale do Aço; Ronaldo Resende Ribeiro (PRB), ex-prefeito de Oliveira, na Região Centro-oeste; Ivo Mendes (PCdoB), ex-prefeito de Ibiá, no Alto Paranaíba; e Neyval José de Andrade (PTC), ex-prefeito de Conselheiro Pena, no Vale do Rio Doce. Os motivos da condenação foram improbidade, abuso de poder econômico ou rejeição das prestações de conta do executivos.

Ficha Limpa também barrou condenados por roubo ou homicídio, caso, por exemplo, do delegado Paulo Maloca (PTdoB), que tentava uma vaga de deputado federal. Também foram impedidas de concorrer duas pessoas condenadas pela Justiça Eleitoral por terem doado para campanhas passadas recursos acima do limite legal previsto pela legislação. “Na prática, pudemos constatar que a Lei da Ficha Limpa começa a surtir efeitos ao impedir candidaturas de políticos condenados por mau uso do dinheiro público ou por outros fatos desabonadores da conduta”, afirma o procurador regional eleitoral, Patrick Salgado.

Mas a maioria dos impugnados foi por falta de documentos e por não atender aos requisitos de elegibilidade. Os candidatos deixaram de anexar aos seus pedidos documentos essenciais, como provas de filiação partidária e de desincompatibilização, que é o afastamento do servidor público de suas funções dentro do prazo exigido. Outros não tinham filiação partidária, idade mínima exigida pela legislação para disputar ou tinham débitos com a Justiça Eleitoral. Os candidatos impugnados ainda podem tentar reverter o impedimento no Tribunal Superior Eleitoral.

No total, a Procuradoria Regional Eleitoral em Minas impugnou 1.308 pedidos de registro, a maioria absoluta por falta de documentos. Foram 982 impugnações apresentadas por esse fundamento. “A impugnação por falta de documentos subsiste a cada ano em um volume que causa espanto, porque revela desídia dos interessados e de seus partidos em cumprir exigências simples e notórias da legislação eleitoral. Essa conduta chama a atenção porque, na maioria das impugnações por esse fundamento, basta que o interessado apresente a documentação que falta para que o TRE libere o registro”, explica Patrick Salgado.

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Anastasia lidera disputa pelo Senado com folga

O ex-governador Antonio Anastasia soma 38% da preferência do eleitorado. Filho de José Alencar, Josué Gomes, registra 7% das intenções.

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Anastasia lidera a disputa pelo Senado, diz Ibope

Ex-governador soma 38% da preferência do eleitorado, enquanto Josué Alencar registra 7% das intenções

O ex-governador Antonio Anastasia lidera a disputa pela vaga mineira ao Senado em 2014. O candidato do PSDB soma 38% dos votos, de acordo com a pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (30). Enquanto isso, Josué Gomes (PMDB), tem 7% da preferência do eleitor.

 A pesquisa contratada pela TV Globo está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) com o número MG-00058/2014 e entrevistou 1.512 pessoas, entre os dias 26 e 28 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Os outros cinco candidatos também pontuaram: Edilson Nascimento (PTdoB), Margarida (PSB) e Tarcísio (PSDC) registraram 2% cada um; Geraldo Batata (PSTU), Graça (PCO) e Pablo Lima (PCB) registraram 1% cada. Brancos e nulos somaram 15% e os indecisos são 31%.

PT indica Patrus Ananias para disputa em BH

PT: Eleições 2012

 PT confirma rompimento e lança Patrus em BH

Aécio e Eduardo Campos conversaram por telefone sobre o novo quadro da disputa na cidade. Campos, segundo apurou o Valor, assegurou ao senador que não haverá nenhum movimento do PSB para tentar convencer os petistas a voltarem atrás e apoiarem a reeleição de Lacerda.

Fonte:   Vandson Lima, Raphael Di Cunto e Marcos de Moura e Souza  – Valor Econômico

PT indica Patrus Ananias para disputa em BH

executiva nacional do PT aprovou ontem o rompimento da aliança com o atual prefeito de Belo Horizonte (MG), Marcio Lacerda (PSB), que concorrerá à reeleição, e indicou o ex-ministro do Desenvolvimento Social Patrus Ananias como candidato da sigla à sucessão na capital mineira.

A confirmação da candidatura depende apenas de uma conversa marcada para hoje, em São Paulo, entre o presidente petista, Rui Falcão, e o vice-prefeito da cidade, Roberto Carvalho. Rompido com Lacerda e defensor de longa data da candidatura própria, Carvalho chegou a registrar sua candidatura à prefeitura no Tribunal Regional Eleitoral local. O partido quer arrumar uma saída honrosa para Carvalho, já que, conforme reconheceu Rui Falcão, “ele sempre defendeu a candidatura própria e nos avisou que Lacerda poderia nos surpreender”.

O PT, que tinha inclusive indicado o vice da chapa que será encabeçada por Lacerda, resolveu romper a aliança após saber que o PSB decidiu não fazer coligação na chapa para vereadores, conforme havia prometido. “O rompimento partiu do Marcio Lacerda. Havia um acordo escrito, tenho a carta em mãos. Foi uma atitude, conforme ele [Lacerda] disse à imprensa local, tomada a pedido do senador Aécio Neves e do governador Antônio Anastasia [ambos do PSDB]“, afirmou Rui Falcão.

PSDB e PT, adversários no plano nacional, ajudaram a eleger Lacerda em 2008 e participam de seu governo. Os tucanos serão agora os principais aliados de Lacerda em sua tentativa de reeleição.

PT e PSB dominam a política local e se revezam no comando da cidade desde 1993. Estiveram na mesma chapa três vezes e concorrerão separados pela terceira vez este ano, mas sempre compuseram o governo um do outro.

O deputado federal Miguel Corrêa Júnior (PT-MG) avisou que o PT entregará todos os cargos que detém no governo de Belo Horizonte. O partido tem a vice-prefeitura, sete secretarias, além de cargos de primeiro escalão em empresas públicas e autarquias. O número de cargos comissionados seria em torno de 900.

Antes indicado a vice de Lacerda, o deputado disse que a vaga será usada para tentar convencer algum partido aliado do PT no plano federal a aderir à chapa. “O PMDB, se somado ao PT, faria um belo arco de alianças para enfrentar essa disputa eleitoral com quem rompeu seu compromisso com a cidade e com a gente”, avaliou.

A costura estaria sendo tratada pelas cúpulas dos dois partidos, já que o PMDB lançou o deputado federal Leonardo Quintão como candidato a prefeito. “Assim como se criou um quadro novo a partir do rompimento com o prefeito Marcio Lacerda, essa movimentação toda pode criar uma nova realidade em Belo Horizonte. É o que estamos buscando”, afirmou Rui Falcão. Questionado, Quintão disse ontem que estava “lutando em Brasília pela sua candidatura”.

O presidente do PT procurou desvencilhar a celeuma em Belo Horizonte dos recentes rompimentos entre PT e PSB em outras capitais, como Fortaleza (CE) e Recife (PE), onde os partidos concorrerão com candidaturas em separado. Também disse não ver qualquer articulação do presidente nacional do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, para se distanciar dos petistas com vistas a alçar voo próprio na eleição presidencial de 2014. “Não vejo nenhuma intenção do governador Eduardo Campos em precipitar a sucessão de 2014. Até porque ele tem dito que estará com a presidente Dilma [Rousseff]“, afirmou.

Pouco depois do anúncio do PT que indicou a candidatura de Patrus, Aécio e Eduardo Campos conversaram por telefone sobre o novo quadro da disputa na cidade. Campos, segundo apurou o Valor, assegurou ao senador que não haverá nenhum movimento do PSB para tentar convencer os petistas a voltarem atrás e apoiarem a reeleição de Lacerda. Desde o fim de semana, tanto no PT quanto no PSB havia especulações de que o próprio Campos ou a executiva nacional do PSB – que se reúne hoje – atenderia o pedido do PT para manter a aliança. O rompimento deixa Lacerda sozinho com os tucanos.

Aécio vai estar na linha de frente da campanha”, disse o deputado federal Marcus Pestanapresidente do PSDB de Minas Gerais. “Já estávamos comprometidos no apoio ao Marcio [Lacerda]. Agora, estamos mais revigorados”, disse. Pestana lembra que Aécio é, segundo pesquisa recente, a liderança política que mais influencia o voto dos eleitores de Belo Horizonte.

Patrus foi vereador de Belo Horizonte nos anos 80, elegeu-se prefeito em 1992 e, em 2002, conquistou o mandato de deputado federal. Dois anos depois assumiu o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome no governo Lula. É professor na Faculdade de Direito da PUC-Minas e preside o Conselho de Responsabilidade Social (Consocial) da Fiesp.

PT: Eleições 2012 – Link da matéria: http://www.valor.com.br/eleicoes2012/2737572/pt-indica-patrus-ananias-para-disputa-em-bh

Revista Veja revela: “Campanha de Hélio Costa ressuscitou políticos sobre os quais pesam suspeitas – e certezas – de uso de caixa dois e outras malfeitorias”

Revista “Veja” faz denúncia contra Hélio Costa

Fonte: Vinícius Segalla – Revista Veja

A CAIXA-PRETA DO CAIXA DOIS

A Justiça eleitoral vai julgar se a candidatura do peemedebista Hélio Costa em Minas usou suspeita de caixa 2 para pagar viagens aéreas

A cada eleição, a Justiça Eleitoral aprimora as leis e os mecanismos de controle ao financiamento ilegal das campanhas. Mas a prática resiste, como pôde ser verificado agora em Minas Gerais. O peemedebista Hélio Costa, candidato a governador, cruzou o estado em aviões e helicópteros da Helimarte Táxi Aéreo. Até agora, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Minas Gerais não sabe quem pagou os deslocamentos nem quanto eles custaram. Por isso, a corte decidiu averiguar se a  campanha de Hélio Costa recebeu recursos de caixa dois. O peemedebista diz que a despesa não consta em sua prestação de contas porque foi paga pelo PMDB. É uma boa explicação.

O problema é que o gasto não foi relacionado na documentação fornecida pelo partido ao TRE. Os advogados de Costa dizem que a omissão se deve ao fato de o pagamento ter sido feito sete dias depois da entrega dos papéis. Esse argumento não é válido. VEJA teve acesso à nota fiscal das viagens aéreas. Ela foi emitida pela Helimarte oito dias antes de o PMDB protocolar seus documentos no TRE e sete dias depois de o candidato do PSDB, o governador Antonio Anastasia, questionar na Justiça a origem dos recursos pagos à empresa aérea.

O imbróglio talvez acabe por ser esclarecido, mas ele pode ser interpretado como um mau presságio. ” (veja o quadro abaixo). Seu coordenador de campanha é Anderson Adauto, atual prefeito de Uberaba. Adauto foi ministro dos Transportes do governo Lula e é personagem do mensalão. O operador carequinha Marcos Valério disse que lhe repassou 1 milhão de reais. Adauto responde a processo por corrupção e lavagem de dinheiro.

Há mais um integrante da campanha de Costa relacionado ao mensalão: Ivan Guimarães, braço direito do ex-tesoureiro petista Delúbio Soares. Foi Guimarães quem articulou a aliança entre o PMDB e o PT mineiros. O ex-ministro da Saúde Saraiva Felipe, por seu turno, é suspeito de envolvimento na máfia dos sanguessugas, que desviava dinheiro de ambulâncias. Já outro expoente do partido de Costa, Newton Cardoso, afirmou, com a cara limpa, ter amealhado uma fortuna de 2,5 bilhões de reais, enquanto exercia cargos públicos.

Em 2003, esses políticos foram parar no ostracismo, graças à gestão exemplar do tucano Aécio Neves, que assumiu um estado falido. Na ocasião o governo de Minas tinhas dívidas de 5 bilhões de reais com fornecedores e um buraco orçamentário de 2,3 bilhões. Dois anos depois as dívidas estavam renegociadas e as contas estaduais, sanadas. O estado seguiu uma rígida disciplina fiscal, recuperou a capacidade de investimento e instaurou a meritocracia na administração pública, premiando os servidores mais eficientes.

Receitas semelhantes foram aplicadas com sucesso em outras unidades da federação, por gestores dos mais diversos matizes ideológicos e partidos. E os eleitores os reconhecem. O petista Marcelo Déda obteve bons resultados em Sergipe. Correligionário de Hélio Costa, o capixaba Paulo Hartung moralizou e desenvolveu seu estado. Déda e o candidato de Hartung devem ser eleitos. O socialista Eduardo Campos, que atraiu investimentos para Pernambuco, provavelmente ganhará um segundo mandato em primeiro turno.

A exceção é a tucana Yeda Crusius, governadora do Rio Grande do Sul, cuja boa gestão foi obscurecida pela crise política. Qualquer que seja o resultado da eleição estadual em Minas, é fundamental assegurar que os ganhos de moralidade e gestão não sejam corroídos pelos vícios da velha política. Se for o vencedor, Hélio Costa fará um bem a Minas Gerais e a si mesmo livrando-se das companhias suspeitas.

Reprodução da revista Veja

Eles querem voltar

A eleição  do candidato a governador de Minas Gerais, Hélio Costa, do PMDB, pode ressuscitar políticos de passado controvertido

Newton Cardoso

Denunciado por desvio de verbas, disse ter acumulado mais de 2,5 bilhões de reais enquanto exercia cargos públicos

Anderson Adauto

Ex-ministro dos Transportes do governo Lula, admitiu ter participado do mensalão: teria recebido mais de 1 milhão de reais do valerioduto

Ivan Guimarães

Conhecido como Ivan, o Terrível, articulou a aliança  de Costa com o PT. Ex-presidente do Banco Popular, admitiu ter liberado 29 milhões de reais para a DNA, agência de Marcos Valério, o operador do mensalão

Saraiva Felipe

Ex-ministro da Saúde de Lula, tem duas ligações com a máfia dos sanguessugas: fez emendas que beneficiaram o esquema e nomeou a assessora que chefiava a quadrilha a partir de um gabinete vizinho ao seu

João Magno

Ex-deputado do PT, recebeu dinheiro do mensalão. Ao ser absolvido pela Câmara, inspirou sua colega Angela Gaudagnin a fazer a coreografia da “dança da pizza”