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Aécio conversa com brasileiros em inserções na TV

Conversa com brasileiros: Aécio fala para os estudantes que foram às ruas, critica o trem-bala e critica a inflação.

Conversa com brasileiros: PSDB e as eleições 2014

Conversa com brasileiros: Aécio estreia inserções na TV

Conversa com brasileiros: o senador Aécio Neves é a estrela de uma série de inserções televisivas do PSDB que começaram a ir ao ar ontem.

Fonte: Valor Econômico 

Aécio estrela inserções de tucanos na televisão

Com falas voltadas a estudantes, contra a construção do trem-bala e por “tolerância zero” com a inflação, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi a estrela de uma série de inserções televisivas do PSDB que começaram a ir ao ar a partir da noite de ontem. Os três primeiros filmes, de 30 segundos cada, trazem Aécio de camisa branca, sem gravata, caminhando em BrasíliaRio de Janeiro e Paraíba, enquanto mantém os olhos fixos na câmera e se apresenta ao telespectador: “Eu sou Aécio NevesVamos conversar?”

Na inserção gravada em Brasília, falando para estudantes e mirando o PTAécio diz que “tem muito político que gosta de dizer que mudou o Brasil. Mas quem muda o Brasil todo dia é você, que acorda cedo para chegar ao trabalho, economiza no mercado para pagar as contas no final do mês, você que estuda, mas está ali dando aquela força em casa”.

Em Japeri (RJ), Aécio afirma que o governo quer gastar R$ 38 bilhões para fazer um trem-bala entre o Rio e São Paulo. A imagem corta para estação da Central do Brasil, no Rio, onde o senador mineiro diz que o investimento não resolve os problemas de trens e metrôs de grandes cidades.

Na terceira inserçãoAécio comenta, numa feira em Campina Grande (PB), que “o governo diz que a inflação está controlada, mas você que vem ao mercado sabe que não está”. O senador avalia que “é preciso enfrentar o problema agora” e “ter tolerância zero”.

Aécio Neves defende investimentos em saneamento básico e a desoneração fiscal das empresas do setor – “Metade da população do país não tem acesso a este serviço”, comentou

Em defesa do básico

Fonte: Artigo Aécio Neves – Folha de S.Paulo

Há uma clara falta de sintonia entre os desafios da nossa realidade e a lógica do projeto de poder em curso no país.

Confunde-se crescimento com desenvolvimento e difunde-se a falsa percepção de que tudo está sendo feito para garantir ao povo brasileiro um novo horizonte.

Ideias como a do trem-bala deslocam-se para o centro das atenções, enquanto permanecem paralisadas as obras dos metrôs das capitais e as estradas federais caem, literalmente, aos pedaços.

O atraso das obras da Copa exigirá forte injeção de recursos públicos, que não existem sequer para programas que, apesar de terem um desempenho aquém do esperado, são lançados e relançados com pompa e circunstância, como o Minha Casa, Minha Vida.

Prevalece o periférico – e os interesses que se organizam em torno dele – e não o principal. O exemplo mais dramático é o do saneamento básico.

Metade da população do país não tem acesso a este serviço, e retrocedem os dados da última década: o número de residências sem água subiu de 8,9 milhões para 9,1 milhões, enquanto os domicílios sem rede de esgoto passaram de 25,6 milhões para 27,8 milhões.

A pirotecnia política em torno do PAC não altera a realidade do balanço do Instituto Trata Brasil – até o final de 2010, só 4% das principais obras de saneamento previstas estavam concluídas, e 60% continuavam paralisadas, atrasadas ou nem sequer iniciadas.

Para viabilizar investimentos da ordem de R$ 11 bilhões anuais, necessários para alcançar a universalização dos serviços na área de saneamento até 2024, conforme preconiza o próprio PAC, já não bastam as fórmulas conhecidas.

É preciso ter alternativas como a redução a zero das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins cobradas das empresas de saneamento, já apresentada no Congresso pelo senador Francisco Dornelles. Tese, aliás, defendida na eleição de 2010 pelo nosso candidato, José Serra, e depois assumida publicamente pela então candidata Dilma Rousseff.

Esta seria uma forma de capitalizar as empresas e fomentar novos investimentos. De acordo com os dados do SNIS, gerenciado pelo Ministério das Cidades, essas empresas pagaram R$ 12,8 bilhões em PIS/Pasep e Cofins no período entre 2003 e 2008, valor superior aos R$ 12,2 bilhões investidos com recursos próprios.

Fazer o que precisa ser feito, neste caso, vai muito além dos princípios de boa governança.

É bastante conhecido o impacto altamente positivo do saneamento no combate a doenças e na melhoria das condições de vida da população.

Além disso, os recursos aplicados no setor representam economia muito significativa no sistema público de saúde. E o fundamental é que estaríamos cuidando do Brasil real. Isso é desenvolvimento.

Aécio Neves sobre os 6 meses do Governo Dilma: “a realidade nos convoca a constatar que em quase nada avançamos. Pelo contrário, retrocedemos”, afirmou o senador

Brasil não avançou ‘quase nada’ no primeiro semestre do governo Dilma, avalia Aécio Neves

FonteAgência Senado

Ao fazer um balanço dos resultados dos seis primeiros meses do governo Dilma Rousseff, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que o Brasil não avançou “quase nada” nesse período.

– Independentemente das nossas posições políticas, devemos concordar que a realidade nos convoca a constatar que em quase nada avançamos nestes primeiros seis meses de governo do PT. Pelo contrário, em algumas áreas importantes da vida nacional, retrocedemos – afirmou.

Na avaliação do senador, foram poucas as vezes na história recente do país que um governo federal “começou de forma tão desarticulada”. Entre os problemas do atual governo, na opinião de Aécio Neves, estão as denúncias de irregularidades que levaram à queda de dois importantes ministros herdados por Dilma Rousseff do governo Lula.

– O afastamento de ambos nos remete à gravíssima questão do aparelhamento da máquina pública, que tanto mal vem fazendo ao Brasil nos últimos anos – disse.

Nesses seis meses o Brasil também apresentou recuo no campo da transparência pública, declarou Aécio, referindo-se em especial à aprovação do chamado regime diferenciado de contratações públicas (RDC) para as obras da Copa do Mundo de Futebol de 2014. Para o senador, o Brasil está caminhando no sentido contrário aos das sociedades modernas, que enxergam na transparência importante instrumento para a defesa da sociedade.

– Sem as já precárias salvaguardas da Legislação em vigor, imaginem os efeitos de mais flexibilidade para fazer, a toque de caixa, aquilo que não fomos capazes de realizar em quatro anos – alertou.

Aécio aproveitou para voltar a criticar a aprovação pelo Congresso Nacional da medida provisória que trata da construção de um trem-bala entre Rio de Janeiro e São Paulo. Para ele, o Brasil tem muitas outras prioridades em diversos setores, como a revitalização de portos e aeroportos.

O senador encerrou desejando que o Congresso Nacional tenha um segundo semestre mais produtivo neste ano.

Em discurso no Senado, Aécio Neves faz duras críticas ao Governo do PT por insistir no trem-bala

Aécio mostra o absurdo que é o projeto do trem-bala

Fonte: Blog do Noblat

De Aécio Neves (PSDB-MG), hoje, em discurso no Senado:

“(…) a proposta chegou ao Senado no dia 7 de abril. A ilustre relatora, a Senadora Marta Suplicy, entregou seu competente parecer no dia 12 de abril e nós votamos algo dessa relevância no dia 13 de abril, sem qualquer discussão mais profunda sobre os seus impactos.

Portanto, o Governo usou aqui, mais uma vez, o poder da sua pressão e da sua força para garantir a aprovação de uma medida que, do ponto de vista técnico, se mostrou absolutamente despropositada. E o resultado está consagrado pela ausência de interessados no leilão desta semana.

Até hoje, não se sabe, Srs. Senadores, exatamente quanto custará esse projeto ao final. E menos ainda tivemos a oportunidade de discutir as vantagens ou as desvantagens comparativas em relação a outros investimentos em infraestrutura.

O trem-bala, no começo – os Srs. Senadores se lembrarão disso -, custaria, em 2008, R$20 bilhões. Ele seria licitado no ano seguinte, para circular em 2014.

Em julho de 2010, o preço já havia saltado para R$33 bilhões e a inauguração ficaria para o ano de 2016. O preço final, porém, já não será mais esse que havia sido inflado já em 55%.

Especula-se, agora, um aumento de mais R$20 bilhões, fazendo com que o custo chegasse a R$53 bilhões.

Só a título de comparação, isto resume o absurdo dessa priorização feita pelo Governo: o orçamento do PAC, Srs. Senadores, previa, entre os anos de 2007 e 2010, para as obras de metrô em todo o Brasil R$ 3,1 bilhões. Apenas R$3,1 bilhões!

Com os R$53 bilhões previstos hoje para o trem-bala, serão gastos 17 vezes mais do que o Governo pensou em investir em metrô em todo o Brasil nos últimos quatro anos.

E, se compararmos a população que poderia ser atendida com esses recursos, os números são muito mais chocantes. Os parcos R$3,1 bilhões – são números do PAC – beneficiariam 609 milhões de passageiros e os R$53 bilhões do trem-bala atenderiam apenas 3,8 milhões de passageiros.

São 609 milhões contra 3,8 milhões.

Em resumo, o Governo do PT acha que é mais justo gastar 17 vezes mais para atender 160 vezes menos passageiros.”

Link do post: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/07/13/aecio-mostra-absurdo-que-o-projeto-do-trem-bala-391566.asp

Sobre aprovação da MP do trem-bala Aécio diz que ‘obra ofende a razão e o bolso dos brasileiros’

Governo vence e Senado aprova MP do trem-bala

Fonte: Adriana Vasconcelos e Geralda Doca – O Globo

Alguns senadores da base governista votaram contra. Texto agora vai à sanção de Dilma

BRASÍLIA. Com divergências na base aliada e pesadas críticas da oposição, o governo correu ontem risco de ser derrotado no Senado durante a votação da medida provisória (MP) do trem-bala, mas, à noite, venceu com folga o placar, com 44 votos a favor do empreendimento e 17 contrários. O texto segue agora à sanção da presidente da República, Dilma Rousseff.

– O Senado vive hoje (ontem) um importante e profundo debate. Temos divergências, mas encaminho voto favorável – disse o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL).

Os senadores da oposição criticaram a falta de estudo sobre viabilidade econômica, o custo elevado do projeto e a transferência de recursos públicos para o setor privado, com a ajuda financeira do BNDES ao consórcio que vencer a disputa.

– A princípio, o PMDB votaria conosco, mas houve uma inversão de última de hora e o governo venceu com folga o placar – disse o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).

O texto aprovado cria a Empresa de Transporte Ferroviário de Alta Velocidade (ETAV) e autoriza a União a oferecer garantias ao empréstimo de até R$20 bilhões do BNDES ao consórcio que vencer a licitação para a obra. O trem-bala ligará Campinas a São Paulo e Rio.

Na semana passada, a MP passou pelos deputados e, caso não fosse aprovada, perderia validade no próximo domingo. O leilão, adiado duas vezes, está marcado para 29 de julho.

Antes da aprovação do mérito da MP, a base aliada teve de suar para aprovar a urgência da proposta. Após a relatora da MP, a senadora Marta Suplicy (PT-SP), apresentar seu parecer a favor da construção – orçada em R$33 bilhões -, não só oposicionistas, como representantes da base governista usaram a tribuna para criticar a obra.

O ex-presidente Itamar Franco (PPS-MG) cobrou do governo investimentos em outros projetos de transporte. O leilão, adiado duas vezes, está marcado para 29 de julho.

Antes da aprovação do mérito da MP, a base aliada teve de suar para aprovar a urgência da proposta. Após a relatora da MP, a senadora Marta Suplicy (PT-SP), apresentar seu parecer a favor da construção – orçada em R$33 bilhões -, não só oposicionistas, como representantes da base governista usaram a tribuna para criticar a obra.

O ex-presidente Itamar Franco (PPS-MG) cobrou do governo investimentos em outros projetos de transporte urbano que considera mais relevantes para o país, como o metrô de diversas capitais. Ele destacou que o de Belo Horizonte, por exemplo, estaria parado há quase dez anos por falta de recursos federais.

– Se o metrô de Belo Horizonte está parado não é por causa da presidente Dilma. Nós não temos nada a ver com o que está acontecendo lá e nem em outras cidades. O trem-bala é um projeto estratégico para o país, que vai ligar as duas maiores cidades do país – rebateu Marta Suplicy.

Obra ofende a razão dos brasileiros, diz Aécio
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) retrucou:

– Se o governo federal não tem responsabilidade por isso, gostaria de saber quem tem. Essa obra ofende a razão e o bolso dos brasileiros.

Vários governistas engrossaram o coro da oposição. O senador Armando Monteiro (PTB-PE) justificou sua posição:

– Sou contra. Nada contra o trem-bala, mas precisamos eleger prioridades no país.

Para compensar os votos contra de alguns colegas, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que normalmente costuma se abster nas votações, seguiu a orientação de Renan. O presidente nacional em exercício do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), também atendeu a orientação de Renan, mas salientou suas ressalvas ao projeto:

– É preciso pensar numa compensação para outros estados, já que este projeto atende apenas Rio e São Paulo