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Choque de Gestão: economista explica modelo eficiente implementado por Aécio

Propostas do Choque de Gestão podem parecer uma solução, face ao brilhantismo da retórica de seus formuladores.

Choque de Gestão

Fonte: Caros Amigos

MG: O que é o choque de gestão de Aécio Neves

Por Ari de Oliveira Zenha

Sucinta e objetivamente, o choque de gestão é, em primeiro lugar, uma forma de gerência de governo, concebido como um conjunto organizado de políticas econômicas e sociais, com vistas a estruturar a economia mineira como se ela fosse uma grande empresa capitalista. Assim, esse “projeto” representa uma aplicação da gestão administrativo-empresarial ao Estado, adequando à administração pública os fundamentos microeconômicos de administração privada, o que seus proponentes chamam de modernização das incumbências do poder público em relação, por exemplo, à infra-estrutura, ao meio ambiente, à educação, ao funcionalismo e à saúde, entre outras.

Nesse sentido, a “modernização” pretendida do aparelho do Estado, através de choque de gestão, é realizada com base em “projetos estruturantes”, incentivadores do desenvolvimento do Estado voltado para as atividades de competência do poder público.

“Planejamento”

O governo concebeu o que ele chama de duplo planejamento ou processo dual. Este conceito de “planejamento” (dual) é necessário porque os agentes econômicos necessitam competir cada vez mais no presente e, ao mesmo tempo, preparar-se para o futuro, dizem eles. A concepção dual diz o seguinte:  “(…) não basta mais uma única estratégia englobando presente e futuro. A abordagem dual exige duas estratégias simultâneas e coerentes entre si. Uma com foco na excelência da gestão das atividades atuais e outra concentrada na competência para gerenciar as mudanças necessárias para o futuro”.

Logo, o conceito de “planejamento” governamental assume uma formatação empresarial, focado na competência de gestão e na competência do que eles chamam de agentes econômicos, onde os responsáveis pelo “planejamento” escolhem uma determinada estratégia própria, definindo claramente as atividades da organização, ou seja, os seguimentos-alvo para gerir essas atividades (…) “com excelência, visando atender às necessidades dos atuais beneficiários”. Beneficiários, acredito, seja a população mineira.

Portanto, a função do “planejamento” passa a ser a gerência e a escolha de alternativas mais viáveis e econômicas na determinação das atuações governamentais através de uma relação custo/beneficio.

Lógica privada

As relações a prevalecer segundo este choque de gestão, no âmbito do funcionalismo público, devem ser equivalentes àquelas estabelecidas para o trabalhador do setor empresarial, o que é um equivoco, pois o funcionalismo público não pode e nem deve ser tratado como um trabalhador do setor privado como o Estado propõe, pois sua atuação está fundamentada em todo um aparato jurídico-institucional diferenciado, suas funções, atribuições e atuações, correspondem à superestrutura da sociedade capitalista (Estado-poder político), que é distinto daquele que é estabelecido para o trabalhador privado. Isso reafirma o que já foi dito anteriormente, a saber, que o capital está impondo seu modus operandi à organização estatal sem subterfúgios.

Entretanto, para os leigos, ou mesmo crédulos, as propostas do choque de gestão podem parecer, à primeira vista, uma solução, face ao brilhantismo da retórica de seus formuladores, pois os escribas do capital também têm competência e capacidade para fazer uma bela peça engenhosa do Estado-empresa, a qual, contudo, não resiste a uma análise criteriosa, crítica e fundamentada de analistas comprometidos com a transformação econômica, social e política do capitalismo.

Boa gestão do Vozes do Morro garante sucesso e revelação de novos artistas em Minas

Som que vai longe

Programa Vozes do Morro chega aos 34 municípios da Grande BH e abre inscrições para a sua próxima edição. Artistas comemoram visibilidade

Fonte: Jefferson da Fonseca Coutinho – Estado de Minas

“Acaso haverá vagabundos e vagabundos que sejam diferentes?”, quis saber o pintor Vincent Van Gogh, aos 27 anos, em carta ao irmão datada de julho de 1880. Mais de século depois, a ideia de artista “atormentado por um grande desejo de ação” volta ao texto em fala de Kdu dos Anjos, de 21, expoente do Vozes do Morro, iniciativa do Governo de Minas, que, ampliado, chega agora aos 34 municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Kdu, da Vila Cafezal, no Aglomerado da Serra, ganhou projeção nacional a partir da edição de 2009 do programa. “Quando nós artistas, por meio de oportunidades assim alcançamos visibilidade deixamos de ser ‘vagabundos’”, diz o jovem músico.

Cantor desde os 14 anos, o artista “rebelde” da extinta banda Sobreviventes do Terceiro Mundo (S3M), formada por alunos do Instituto de Educação, viu a carreira solo ganhar outros ares. “O Vozes me trouxe maturidade e novas responsabilidades.” Hoje, além de envolvido com a edição especial do CD A cidade, o músico cursa Empreendedorismo e dá consultoria no setor cultural. Tom Nascimento, de 34, ex-vocalista do Grupo Berimbrown, assim como Kdu, já tinha história de luta com a música. Faltava-lhe apenas espaço para fazer valer a sua música. Em 2008, o moço crescido em Santa Luzia estava entre os 499 inscritos para a primeira edição do programa. Não só foi selecionado, como, revelação, chegou a assumir função de direção musical do Vozes do Morro, em 2010.

Tom, que em 2001 mambembava com seu primeiro disco autoral, do próprio bolso, com tiragens mínimas de fundo de quintal, com 10, 20 unidades, hoje prepara o lançamento de Funk-se, Rock-se, previsto para janeiro, patrocinado, com 2 mil cópias e 12 faixas – das quais 10 são de sua autoria. As duas releituras são composições de Chico César (“Mama África”) – parceiro do álbum – e de Odair José (“Cadê você”). Ao todo, são 13 anos de carreira como instrumentista, cantor e compositor, embalados pelo funk da soul music, reggae, salsa, afoxé e variações do samba. ”O Vozes do Morro tem grande importância também por ajudar a acabar com a falsa imagem de que na periferia existem apenas o funk, o pagode e o rap”, considera o artista, com passagens internacionais.

Novos valores

Para Andrea Neves, presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), a ampliação do Vozes do Morro se deve a eficácia do programa. E chama a atenção para os dois eixos de sustentação da proposta. “O primeiro está nos resultados individuais. São histórias pessoais muito bonitas que não têm oportunidades para se mostrar. O segundo é ajudar a gerar novos valores para as próprias comunidades”, pontua.

Andrea ressalta ainda a dimensão social do programa, que, ao destacar indivíduos por meio da arte, oferece novas referências de sucesso a todos os moradores dessas localidades. “São as causas que nos escolhem. Vários programas do Servas me dão muita alegria. O que mais me comove com o Vozes é que ele abre portas para as pessoas de todas as idades e respeita todos os gêneros e manifestações culturais. Foi criado para gerar oportunidades.” Chance abraçada por talentos como Tom Nascimento e Kdu dos Anjos, que, por dedicação e amor à arte, faz lembrar Van Gogh: “Quem ama vive, quem vive trabalha e quem trabalha tem pão”.

Faça sua inscrição

O Vozes do Morro é realizado pela Secretaria de Estado de Cultura, em parceria com o Servas e o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais (Sert-MG). As inscrições vão até 26 de outubro e podem ser feitas no Servas, das 9h às 16h, na Avenida Cristóvão Colombo, 683, Bairro Funcionários, Belo Horizonte. Pelos Correios, o candidato deverá enviar o envelope lacrado, com Aviso de Recebimento (AR) para Programa Vozes do Morro – Edição 2011 no mesmo endereço do Servas, CEP 30140-140 – BH. A data máxima da postagem é 26 de outubro. O candidato pode inscrever até duas músicas e os 13 selecionados terão seus trabalhos divulgados por meio de clipes e spots em emissoras de rádio e televisão. O resultado será publicado em 7 de novembro na Imprensa Oficial e no site do Vozes do Morro (www.vozesdomorro.mg.gov.br). Os contemplados participam também de curso ministrado pelo Sebrae-MG, voltado para a gestão da própria carreira.

Assista outros vídeos no Canal do Vozes do Morro no Youtube 

Leia em:  http://turmadochapeu.com.br/noticias/vozes-morro-rmbh/ 

Coligação Somos Minas Gerais desmente Patrus Ananias e explica as ações do Programa de Combate à Pobreza Rural

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Com relação à afirmativa do candidato a vice-governador, Patrus Ananias, de que o atual Governo de Minas ficou devendo no campo social, a Coligação Somos Minas Gerais esclarece que:
Minas tem hoje o reconhecimento de especialistas em todas as áreas sociais pelos resultados que vem obtendo por meio das ações realizadas pelo Governo do Estado, todas elas viabilizadas a partir das medidas adotadas no Choque de Gestão, que permitiu ao Estado a retomada dos investimentos. Na área de assistência social stricto sensu, programas como o Travessia e o Poupança Jovem estão transformando a vida de milhares de mineiros.

O Programa de Combate à Pobreza Rural (PCPR), desenvolvido em parceria com o Banco Mundial, também tem criado novas oportunidades de renda para comunidades de baixo IDH no Estado. No próprio ranking elaborado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Minas foi considerada em primeiro lugar na implantação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

Esclarecemos que, entre 2003 e 2009, o Governo de Minas investiu, em recursos próprios, R$ 4,7 bilhões em importantes ações para o desenvolvimento e redução da pobreza nas regiões mais pobres do Estado. Os Vales do Jequitinhonha e do Mucuri e o Norte de Minas receberam o maior volume de recursos do Orçamento comparativamente às demais regiões. Esses investimentos resultaram em importantes avanços, como a queda de 22,4% na taxa de mortalidade infantil, queda de 55% na taxa de desnutrição no Grande Norte e redução de 26,7% no índice de pobreza.

Por fim, é importante destacar que as políticas adotadas pelo Estado na educação, saúde e segurança pública, entre outras, constituem também investimentos fundamentais na transformação das condições de vida da população mineira, representando, assim, investimentos sociais de grande relevância.