• Agenda

    agosto 2020
    S T Q Q S S D
     12
    3456789
    10111213141516
    17181920212223
    24252627282930
    31  
  • Categorias

  • Mais Acessados

    • Nenhum
  • Arquivo

  • Minas em Pauta no Twitter

    Erro: Assegure-se de que a conta Twitter é pública.

Gestão Anastasia: Sine Móvel emite carteiras de trabalho na região Norte de Minas

Moradores de Riacho dos Machados, Catuti e Nanuque serão beneficiados

Divulgação/SETE
Sine Móvel estará em Riacho dos Machados, Catuti e Nanuque para emissão da carteira de trabalho
Sine Móvel estará em Riacho dos Machados, Catuti e Nanuque para emissão da carteira de trabalho

Três municípios do Norte de Minas recebem, até o próximo dia 17, uma unidade móvel de atendimento ao trabalhador do Sistema Nacional de Emprego (Sine Móvel), que vai emitir Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS) para os moradores da região.

Nesta terça (10) e quarta-feira (11), o Sine móvel estará em Riacho dos Machados. Já nos dias 13 e 14, o atendimento será na cidade de Catuti. Por fim, o Sine Móvel estará em Nanuque, nos dias 16 e 17. Os cidadãos interessados deverão levar um documento de identidade com foto, além de duas fotos 3X4. O documento é gratuito e será entregue na hora.

O Sine Móvel é uma iniciativa do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (SETE), que tem como objetivo prestar atendimento aos trabalhadores dos municípios que não possuem unidades do Sine ou em casos emergenciais.

Sine

O Sistema Nacional de Emprego é um programa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), criado em 1975, com atuação em todo o território nacional, e implantado em Minas Gerais desde 1977.

Atualmente existem 133 Unidades de Atendimento ao Trabalhador, credenciadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego em todo o estado de Minas Gerais, que prestam serviços totalmente gratuitos de intermediação de mão de obra (cadastro de empresas para oferta de vagas e cadastro e encaminhamento de trabalhadores para oportunidades de trabalho); habilitação e postagem do seguro-desemprego; cadastro e encaminhamento do trabalhador para programas de qualificação profissional e também de competências básicas para o trabalho; emissão das Carteiras de Trabalho e Previdência Social.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/sine-movel-emite-carteiras-de-trabalho-na-regiao-norte-de-minas/

Gestão Antonio Anastasia: Governo de Minas oferece alternativas para facilitar a emissão da Carteira de Trabalho

Em 2011, a Secretaria de Trabalho e Emprego emitiu mais de 130 mil documentos no Estado

Gratuita e necessária, ela assegura direitos aos trabalhadores e registra a vida profissional dos brasileiros: documento de suma importância e obrigatório para todo cidadão que queira se formalizar no mercado, a Carteira de Trabalho e Previdência Social foi instituída e regulamentada em 1932. De lá para cá, o documento passou por modificações visando melhorar sua funcionalidade e segurança. Somente no ano de 2011, a Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (Sete) emitiu 133.365 carteiras em Minas Gerais, por meio das unidades de atendimento do Sistema Nacional de Emprego (Sine).

O documento pode ser solicitado, gratuitamente, por qualquer cidadão, a partir dos 14 anos. Para isso, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) dispõe de diversos locais de atendimento. Para saber os locais onde o serviço está disponível em Minas, clique aqui . Com o objetivo de ampliar as opções e reduzir o tempo de espera dos trabalhadores, desde 1975, o Governo de Minas disponibiliza as unidades do Sine-MG para o atendimento da emissão da carteira de trabalho.

O primeiro passo para conseguir o documento é fazer o agendamento pelo site da Sete. Depois de conseguir uma data e horário de atendimento, o trabalhador deve comparecer ao Sine com uma cópia e uma versão original do documento de identificação (carteira de identidade, certificado de reservista, registro de conselho de classe, dispensa de incorporação, certidões de nascimento ou de casamento), CPF e comprovante de residência ou do local de trabalho com CEP.

Juntamente à carteira de trabalho, o cidadão é cadastrado nos programas Pis/Pasep e recebe um número que vem impresso na primeira página do documento. Esse número de inscrição é importante para o trabalhador consultar e sacar benefícios sociais, quando tiver direito a eles, como o Pis, o FGTS, o Seguro-Desemprego e o Abono Salarial. “Fiz 18 anos recentemente e decidi tirar minha carteira de trabalho. Com a carteira em mãos terei mais força para procurar um emprego, é um incentivo a mais. É um documento precioso, pois é através dele que ficamos resguardados na nossa vida profissional”, afirma Lesly Anne Siqueira Alkimim.

O secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta, reforça a expectativa da jovem Lesly. “A carteira assinada pelo empregador é a garantia que o cidadão tem para não ficar desamparado. É ela que comprova as experiências declaradas em currículo, dentre outras funções importantes. A carteira de trabalho é o passaporte do trabalhador para o mercado de trabalho formal”, enfatiza o secretário.

O modelo utilizado atualmente abriga informações sobre a qualificação e a vida profissional do trabalhador, bem como anotações sobre filiação ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), e é fruto do decreto do ano de 1969 e sofreu alterações em 2008. Desde então, o documento tem configuração informatizada e passou a conter código de barras para dificultar fraudes.

Sine

Além da carteira de trabalho e previdência social, as unidades do Sine prestam serviços gratuitos de intermediação de mão de obra (cadastro de empresas para oferta de vagas e encaminhamento de trabalhadores para oportunidades de trabalho); habilitação e postagem do seguro-desemprego; cadastro e encaminhamento do trabalhador para programas de qualificação profissional e curso de competências básicas para o trabalho. Em todo o Estado, a Sete coordena 133 unidades do Sine.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-oferece-alternativas-para-facilitar-a-emissao-da-carteira-de-trabalho/

 

Gestão Anastasia: Secretaria de Emprego dá dicas para quem busca uma vaga no mercado de trabalho

Guia reúne informações úteis para quem busca uma nova colocação

Divulgação/Sete
Governo de Minas oferecer diversas oportunidades de qualificação profissional
Governo de Minas oferecer diversas oportunidades de qualificação profissional

O que fazer para conseguir um bom emprego? Vestir-se bem? Falar bem? Ter bons contatos? Enviar currículos para todas as empresas possíveis? Para você que está em busca de uma nova oportunidade no mercado, mas não sabe por onde começar, a Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (Sete) reuniu, em um pequeno guia, algumas informações que podem ajudá-lo a conquistar a tão sonhada vaga.

Qualificação

A concorrência está bem acirrada, o número de candidatos por vaga é alto e as empresas estão procurando, cada vez mais, profissionais qualificados. O primeiro passo para aumentar suas chances de conseguir um bom emprego é buscar a qualificação profissional.

A Sete oferece cursos gratuitos de qualificação profissional nas mais diversas áreas, para trabalhadores com formação básica, fundamental, e também para aqueles que já concluíram o ensino médio. Há oportunidades nas áreas da construção civil, setor alimentício, vestuário e prestação de serviços, entre várias outras. Para se inscrever, basta procurar uma das 133 unidades de atendimento ao trabalhador do Sistema Nacional de Emprego (Sine) em todo o Estado e verificar os cursos disponíveis.

Currículo

Agora que já tem o foco em uma área de atuação, é imprescindível produzir um bom currículo, que é onde constam todos os dados profissionais. Para o diretor de Articulação Empresarial da Sete, Vanderlei Souza, a primeira dica é: um bom currículo contém informações objetivas e sucintas. Nada de resolver contar a vida completa no principal instrumento de apresentação da sua experiência e potencial. Ele apresenta um modelo básico.

“No cabeçalho deve constar apenas o seu nome completo, nacionalidade, idade, estado civil, endereço, telefone e e-mail. Cada item em uma linha. Logo em seguida, vem o perfil profissional. Nessa área, o trabalhador deve escrever um pequeno texto (cerca de cinco linhas) constando a formação, área em que tem experiência e principais atividades já desenvolvidas, além de dizer qual a ocupação ou área almejada. Passamos então para os tópicos: O primeiro é ‘Formação’, onde deve constar o grau de instrução, onde estudou, cursos que tenha feito e participações em palestras e seminários. Finalmente, o ‘Histórico profissional’, em que constam as empresas em que trabalhou, o período, o cargo e as atividades exercidas”, explica.

Pronto. Com o currículo finalizado, é hora de dar uma boa revisada se não há palavras erradas ou digitadas incorretamente. Se ainda ficar com dúvidas, peça para que outra pessoa leia também. É importante destacar que o bom currículo não é necessariamente um currículo cheio, mas um documento com boa apresentação e objetivos definidos, a fim de estimular a curiosidade do empregador sobre as potencialidades do candidato a ponto de convocá-lo para uma entrevista.

Cadastro

Não basta ter um currículo em mãos. É preciso ser visto pelo futuro empregador. Para isso, é fundamental cadastrar-se nos bancos de emprego. Muitos deles estão disponíveis na internet, outros em empresas de recursos humanos.

O Sine-MG presta o serviço gratuito de intermediação de mão-de-obra, por meio do sistema Mais Emprego, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O trabalhador cadastra seus dados, que são cruzados com os requisitos estabelecidos pelas empresas que disponibilizaram as vagas no sistema. Se o perfil do candidato for compatível com alguma delas, ele é imediatamente encaminhado para entrevista com o empregador. Em todo o Estado, há 133 unidades de atendimento ao trabalhador do Sine coordenadas pela Sete e algumas outras unidades de responsabilidade das prefeituras. O cadastro também pode ser feito na internet, acessando o endereço http://maisemprego.mte.gov.br.

Além de cadastrar-se, é importante ficar sempre atento às formas de contato dos recrutadores. Cadastrar números de telefones em que realmente poderá ser encontrado e endereços de emails que são acessados diariamente são primordiais para não perder uma possível convocação.

Não descartar possibilidades

Conseguir um emprego exatamente como o sonhado nem sempre é fácil ou rápido. Por isso, Vanderlei Souza destaca que o melhor a fazer é aproveitar as oportunidades disponíveis. Se a vaga ofertada não é aquela pretendida, mas o salário é compatível com o anterior e as atividades são possíveis de serem executadas por você, é preciso refletir se é melhor ficar desempregado ou estar no mercado de trabalho.

“Se for convocado para uma entrevista, é importante demonstrar interesse e confirmar data e horário. Tentar não custa nada e o trabalhador poderá se surpreender com a atratividade da vaga e o ambiente da empresa. Além disso, uma vez no mercado de trabalho, naturalmente as portas se abrem e é muito mais fácil galgar degraus e conseguir melhores posições”, garante.

Apresentação na entrevista

Mesmo um profissional qualificado, com certa experiência e um ótimo currículo, pode acabar não conseguindo a vaga pretendida, por algumas pequenas falhas cometidas no momento da entrevista.  A diretora de Orientação para o Trabalho e Articulação de Oportunidades para o Trabalhador da Sete, Soraia Azevedo, lembra que a primeira coisa com que ele deve preocupar-se é com a aparência, pois esse é o seu cartão de visitas.

“Cabelos penteados, roupas limpas e discretas e boa postura fazem uma grande diferença”, pontua. Ela explica que as mulheres devem optar por cores claras, pouca maquiagem e acessórios. “Nada de decotes ou roupas justas e curtas. Além de não passarem credibilidade, a intenção é que o entrevistador tenha seu foco voltado para a sobriedade e competência da entrevistada. O mesmo vale para os homens, que devem ir barbeados e jamais utilizar camiseta regata (ou outra do tipo cavada), bermuda ou boné, pois passam a impressão de desleixo e não de sobriedade e compromisso”, pondera a diretora, que é responsável pelo curso gratuito de Competências Básicas do Trabalho, ministrado pela Sete em todo o Estado.

Soraia também atenta para a pontualidade e segurança nas atitudes. “O candidato deve chegar ao local da entrevista com pelo menos 30 minutos de antecedência, para ter tempo de ir ao banheiro, beber água e controlar a ansiedade, além de poder observar com calma o ambiente e as pessoas da empresa. Além disso, durante a entrevista, precisa ficar atento para não utilizar gírias, evitar o excesso de gestos e manter a postura na cadeira. O ideal é que responda apenas o necessário, em tom de voz e ritmo moderados, mas deixe claro o seu interesse em ocupar a vaga”, conclui.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretaria-de-emprego-da-dicas-para-quem-busca-uma-vaga-no-mercado-de-trabalho/

Minas Gerais tem o segundo melhor índice de criação de empregos do país em 2011

Secretário Carlos Pimenta destaca criação de empregos de qualidade em Minas
Secretário Carlos Pimenta destaca criação de empregos de qualidade em Minas

BELO HORIZONTE (24/01/12) – O governador Antonio Anastasia comemorou os resultados da geração de emprego em Minas, no ano passado. Segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (24), pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) registrou, em 2011, a criação de 206.402 empregos com carteira assinada em todo o Estado. Segundo o Ministério do Trabalho, entre os 27 estados da Federação, Minas Gerais só perdeu para São Paulo na geração de postos de trabalho. Em todo o Brasil, foram criados 1,94 milhão de empregos formais em 2011.

O setor de Serviços, com 103.923 postos, foi o que mais gerou empregos no ano passado em Minas, seguido por Comércio (47.170), Indústria de Transformação (26.015) e Construção Civil (13.965 postos). Na Região Metropolitana de Belo Horizonte de Belo Horizonte foram 88.217 empregos formais no ano de 2011.

O resultado de 2011 em Minas foi o segundo maior desde 2003. É a segunda vez, no mesmo período, que o saldo de empregos ultrapassa a marca de 200 mil vagas criadas em um só ano. Em 2010, foram criados, no Estado, 297 mil empregos, enquanto, no Brasil, o número chegou a 2,35 milhões.

Segundo o governador Antonio Anastasia, o desempenho reflete os esforços que estão sendo feitos pelo Governo de Minas, no sentido de criar um clima favorável aos investimentos no Estado, ao mesmo tempo em que procura atrair empreendimentos que produzam com maior valor agregado.

“No âmbito do governo, temos procurado focar a atuação naquelas atividades finalísticas e que possam permitir a geração de empregos no setor privado. Essa é a nossa obsessão e continuará sendo a número um, porque a geração de empregos de qualidade significa que a riqueza vai ser ampliada, vai circular, permitindo o aumento da atividade econômica e, a médio prazo, mais tributos e melhor infraestrutura para o Estado como um todo. Mesmo com a ampliação da crise internacional e seus reflexos em nossa economia globalizada, conseguimos manter o ritmo de geração de postos trabalho formais. A expectativa é que, neste ano, Minas consiga manter os níveis de investimento privado, que contribuirão para a continuidade do processo de desenvolvimento socioeconômico, por meio do trabalho e da qualificação profissional”, afirmou o governador.

Para o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta, os dados apresentados apontam que Minas está no caminho certo. “Trabalhamos muito durante o ano de 2011 na ampliação da rede de atendimento ao trabalhador, formada pelas 128 unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine), para oferecer ao cidadão mineiro as melhores oportunidades de trabalho. A Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego tem se empenhado para cumprir a missão dada pelo governador Antonio Anastasia, que quer oferecer, cada vez mais, empregos de qualidade para toda a população”, explicou o secretário.

 

Fonte: Agência Minas

Trabalhadores da RMBH vão ganhar mais três postos do Sistema Nacional de Emprego

Os serviços prestados pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine) vão ficar mais próximos dos moradores de Betim, Ibirité e Santa Luzia, a partir desta segunda-feira (21). O atendimento na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) será reforçado com a inauguração dos postos do Sine em cada um desses municípios.

A primeira inauguração será em Betim nesta segunda-feira (21), às 9h. A unidade vai funcionar na rua Araçá, 31, no bairro Jardim Teresópolis. A iniciativa é uma parceria do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), da Prefeitura de Betim e do Programa Árvore da Vida, por meio da Rede de Desenvolvimento Social do Teresópolis. A secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Ana Lúcia Gazzola, o subsecretário de Trabalho, Emprego e Renda, Fernando Sette, e demais parceiros vão participar do evento.

Em Ibirité, a inauguração da unidade de atendimento ao trabalhador do Sine vai ser realizada na próxima terça-feira (22), às 10h. O novo posto vai funcionar na rua Artur Campos, nº 906, no bairro Alvorada.

Já em Santa Luzia a inauguração será na quarta-feira (23), às 16h, na rua Geraldo Teixeira da Costa, nº 2169, no bairro São Benedito, onde vai funcionar a unidade. Com os três novos postos, a RMBH passa a ter 23 unidades de atendimento ao trabalhador do Sine.

As novas unidades vão ter capacidade para o atendimento de cerca de 60 pessoas por dia, oferecendo serviços como intermediação de mão de obra, agendamento do seguro desemprego, encaminhamento para cursos de qualificação profissional, entre outros. Os trabalhadores também podem ter acesso às vagas disponíveis nos postos do Sine por meio do portal www.sine.mg.gov.br.

Além da RMBH, a região Norte de Minas será beneficiada com duas novas unidades do Sine, nos municípios de Bocaiúva e Espinosa. Estes postos serão inaugurados até o final de junho. Com a inauguração das cinco novas unidades, Minas Gerais passa a contar com 115 postos do Sistema Nacional de Emprego.

Sine

Os postos do Sine, coordenados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), prestam serviços gratuitos com o objetivo de melhorar as condições de acesso, permanência ou retorno das pessoas ao mercado de trabalho.

Além de intermediar mão de obra, o Sine encaminha os profissionais cadastrados para cursos de qualificação profissional, atende o trabalhador solicitante do seguro-desemprego e disponibiliza informações sobre mercado, por meio de palestras e cursos de competências básicas para o trabalho. Até maio deste ano, os postos do Sine em todo o Estado colocaram 40.948 trabalhadores no mercado de trabalho.

Sistema Nacional de Emprego revela que nível de emprego se manteve estável no primeiro estável

O balanço das 108 unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine)de Minas Gerais mostra que o número de trabalhadores colocados no mercado de trabalho, nos primeiros sete meses deste ano, se manteve estável, quando comparado com o mesmo período de 2008. A redução, menor do que 1%, mostra a estabilidade dos dados. Foram 58.871 trabalhadores colocados de janeiro a julho de 2009, contra 59.306 no mesmo período de 2008.

Para o subsecretário de Trabalho, Emprego e Renda da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Fernando Sette, apesar da grande quantidade de postos de trabalho que o Estado perdeu no início do ano, em razão da crise econômica, os postos do Sine têm conseguido manter os mesmos números de colocados no mercado de trabalho de vagas captadas em 2009, considerando que 2008 foi um recorde de geração de emprego. “Conseguimos manter estáveis os números do período pré-crise e a previsão é que até o fim do ano, com a retomada da economia, os postos do Sine coloquem mais de 100 mil trabalhadores”.

O número de vagas captadas pelos postos apresentou ligeira elevação de quase 1%, mantendo-se no mesmo patamar. Até julho deste ano, 97.937 vagas foram disponibilizadas, ante 97.885 do ano passado. Já o número de inscritos e o de encaminhados apresentou elevação no acumulado do ano, na comparação com 2008. Ao todo, 333.904 pessoas se inscreveram de janeiro a julho de 2009, contra 278.353 em 2008: crescimento de 20%. Já com relação ao número de encaminhados, o incremento foi 25%, passando de 245.754 para 306.209.

Durante a divulgação dos dados, Fernando Sette falou sobre os setores que apresentaram retração e bons resultados. “Com o término da safra e a não retomada da indústria de transformações, houve redução no número de colocados em relação a julho de 2008. Mesmo assim, temos o setor de serviços e do comércio, que emprega muita gente e temos que investir neles”, ressaltou.

Dados de julho

O número de inscritos nos postos do Sine apresentou incremento de 8%, na comparação com julho de 2008. Ao todo, neste ano, 47.046 pessoas procuraram as unidades do Sine para se cadastrar, contra 43.412. Variação semelhante ao número de trabalhadores encaminhados: 44.551 em julho de 2008, para 48.097 nesse ano.

Já o número de vagas e o de colocados apresentou queda na comparação com julho do ano passado. Foram 8.185 colocações, ante 11.502. O número de vagas captadas no sétimo mês do ano também apresentou queda. Foram 13.710 em 2009, contra 18.896 em julho de 2008.