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Gestão da Educação: alunos mineiros serão avaliados pelo Proeb

Gestão da Educação em Minas: Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica será aplicado a alunos das redes estadual e municipais

Fonte: Agência Minas

Divulgação/SEE
Apenas na rede estadual de ensino, serão 496.471 alunos avaliados no Proeb 2012

Apenas na rede estadual de ensino, serão 496.471 alunos avaliados no Proeb 2012

A partir desta segunda-feira (26), cerca de 750 mil alunos participarão do Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica (Proeb), do Governo de Minas. Apenas na rede estadual de ensino, serão 496.471 alunos avaliados, nas 3.762 escolas. As provas são destinadas aos estudantes do 5º e 9º anos do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio e constarão de questões dos conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática. Os resultados das avaliações, que serão aplicadas até o próximo dia 30, possibilitarão a elaboração de políticas públicas com foco na melhoria do ensino em Minas.

No Proeb, os alunos fazem as provas no horário regular das aulas. Para os estudantes do 5º ano do ensino fundamental e do 9º ano do ensino fundamental que serão avaliados, as provas serão compostas de 26 questões para cada disciplina. Já os estudantes do 3º ano do ensino médio farão provas compostas por 30 questões de Língua Portuguesa e 30 de Matemática. As questões são de múltipla escolha, com quatro alternativas de respostas para os alunos do 5º e 9º anos e cinco alternativas para os alunos do 3º ano.

Também serão avaliados pelo Proeb os alunos do Programa Acelerar para Vencer (PAV), da Secretaria de Estado de Educação (SEE). O PAV atua na correção da distorção idade/série. Ao todo, 24.015 alunos que participam dessa ação farão as provas de Língua Portuguesa e Matemática.

Logística de aplicação

A distribuição dos pacotes de provas é de responsabilidade das 47 Superintendências Regionais de Ensino. Após a aplicação das avaliações, as mesmas serão recolhidas pelas Superintendências e encaminhadas ao Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora, responsável pela aplicação, correção e análise das provas.

Para a aplicação das provas no 5º ano do ensino fundamental haverá o rodízio de professores, ou seja, a avaliação não será aplicada pelo professor regente da turma. Já para as turmas do 9º ano do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio, as provas serão aplicadas pelos professores de qualquer disciplina, com exceção dos educadores de Língua Portuguesa e Matemática. O objetivo é garantir a fidedignidade dos resultados das avaliações.

A aplicação das provas terá o acompanhamento da equipe central e das equipes regionais do Programa de Intervenção Pedagógica (PIP) e das equipes regionais que coordenam as avaliações educacionais.

Sistema Mineiro de Avaliação

O Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica integra o Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública (Simave), assim como o Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa). O Proalfa avalia alunos do 3º ano do ensino fundamental em leitura e escrita.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/mais-de-750-mil-estudantes-mineiros-serao-avaliados-no-proeb-2012/

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O Sind-UTE faz política:Secretária de Planejamento diz cumprir acordo e acusa sindicato de mentir para professores, pais e alunos

Piso salarial, política de remuneração, subsídio,

Fonte: Landercy Hemerson – Estado de Minas

`O Sind-UTE faz política`

Secretária de Planejamento diz cumprir acordo e acusa sindicato de mentir para professores, pais e alunos

A negociação entre o governo de Minas e professores da rede pública estadual de ensino aponta para uma falta de acordo, diante da postura do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) de sugerir nova paralisação antes mesmo do começo do ano letivo de 2012. A avaliação é da secretária de Estado do Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, para quem o sindicato põe questões políticas acima das negociações em andamento, indiferente aos prejuízos ao sistema de educação do estado. ”Minha leitura, diante da campanha que a direção do Sind-UTE vem fazendo no sentido de desacreditar o governo, mentindo sobre o cumprimento de acordos, é de que qualquer proposta que for apresentada não será acatada pelos sindicalistas”, disse a secretária, que voltou a garantir que o governo paga o piso inicial de R$ 1.320 para 24 horas semanais de trabalho, respeitando a proporcionalidade prevista na legislação federal.

O vencimento dos professores mineiros está em acordo com a lei do piso nacional da educação?
É inverdade dizer que Minas Gerais não cumpre o que determina a Lei Federal 11738/2008, que estabelece o piso salarial profissional da educação. Em Minas, paga-se R$ 1.320 para 24 horas semanais, como piso inicial para professores com nível superior, respeitando a proporcionalidade prevista na lei, aos cerca de 70% dos servidores que optaram pela nova política de remuneração. Isso representa 85% a mais que o piso nacional. E é esse mesmo piso que está sendo oferecido no próximo concurso público para a carreira básica da educação para professores com nível superior. O governo enviou ainda à Assembleia Legislativa o projeto de lei que, em seu artigo 13º, estabelece que o vencimento do servidor que optou pela política de remuneração básica não poderá ser inferior ao piso salarial profissional nacional a que se refere a legislação federal. Nenhum professor que optou por permanecer no antigo modelo de remuneração recebe menos do que R$ 935.

Há alguma intransigência dificultando o processo de negociação entre governo e professores?
Por parte do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) há uma questão política. Em relação ao governo, o compromisso assumido será cumprido dentro da possibilidade financeira. Temos apresentado propostas que trazem melhorias para a categoria. A política de remuneração do subsídio aperfeiçoa a fórmula de pagamento dos vencimentos e representou um aporte anual adicional de R$ 1,4 bilhão na folha da educação. Tínhamos uma reunião prevista para hoje (ontem) para finalizar uma proposta, mas adiamos para analisar os impactos financeiros, considerando as limitações orçamentárias impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Minha leitura, diante da campanha que a direção do Sind-UTE vem fazendo no sentido de desacreditar o governo, mentindo sobre o cumprimento de acordos, é de que qualquer proposta que for apresentada não será acatada pelos sindicalistas.

Como você avalia a postura do sindicato na negociação? 
Enquanto o sindicato finge negociar, professores ligados à entidade fazem campanhas, como a tentativa de boicote contra o Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública (Simave), que é um importante instrumento que mensura os resultados e permite o aprimoramento da educação no estado. Os resultados do Simave permitem melhorias do sistema de educação, com a qualificação de professores e alunos. O ataque contra a política de educação adotada pelo governo é pontual, vem de 10% da categoria, afeta 150 dos 4 mil estabelecimentos de ensino da rede pública estadual e está focado na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Não há um prejuízo maior, devido aos esforços do governo, como no caso das aulas de reforço para os alunos que fizeram as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Você considera temeroso esse  caminho adotado pelo sindicato? 
O sindicato, que diz defender questões salariais e melhoria do sistema de educação adota uma campanha mentirosa, que cria pânico na categoria, alunos e pais. Como podem então dizer que buscam a melhoria da qualidade da educação? Em vez de negociação, já falam em nova greve no começo do próximo ano. Deturpam os termos do acordo com ogovernopara justificar uma não reposição de aulas. Apresentam contracheques em parte, para sugerir uma quebra de compromisso que não houve. Todo o sistema de educação fica fragilizado, pois não envolve apenas a categoria, mas alunos e seus pais. O governo tem adotado medidas para minimizar os impactos e busca a negociação constante. Mas a cada dia o sindicato busca um fato novo para emperrar um acordo.