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Aécio e Anastasia definem apoios do PSDB para o 2º turno em Minas

PSDB: eleições 2012 – Tucanos vão apoiar Carlin Moura (PCdoB) em Contagem, Bruno Siqueira (PMDB), em Juiz de Fora eLerin (PSB), em Uberaba.

PSDB: eleições 2012

Fonte: Estado de Minas

PSDB sobe em três palanques

Tucanos confirmam apoio no segundo turno a Bruno Siqueira (PMDB) em Juiz de Fora, Carlin Moura (PCdoB) em Contagem e Lerin (PSB) em Uberaba

 PSDB define apoios para o 2º turno em Minas

Eleição 2012: Tucanos vão apoiar Carlin Moura (PCdoB) em Contagem, Bruno Siqueira (PMDB), em Juiz de Fora eLerin (PSB), em Uberaba.

O PSDB anunciou apoio às candidaturas de Carlin Moura (PCdoB), à Prefeitura de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte; a Bruno Siqueira (PMDB), em Juiz de Fora, na Zona da Mata, e a Lerin (PSB), emUberaba, no Triângulo Mineiro, na briga pelo segundo turno em 28 de outubro. Os partidos que terão a adesão dos tucanos pertencem à base de Dilma Rousseff no governo federal. Os candidatos do PSDB nas duas primeiras cidades ficaram em terceiro lugar na disputa de primeiro turno. Já em Uberaba, o partido se dividiu e acabou em quinto lugar, no apoio a Fahin Sawan (PTB). Os posicionamentos foram definidos ontem em reuniões dos três candidatos com o governador Antonio Augusto Anastasia (PSDB), o senador Aécio Neves (PSDB) e o presidente do partido em Minas Gerais, deputado federal Marcus Pestana.

Além de Contagem, Juiz de For a e Uberaba, haverá segundo turno também em Montes Claros, onde o PSDB ficou em terceiro lugar, com o apoio a Jairo Ataíde (DEM).

Em Juiz de Fora, com a derrota do prefeito Custódio Mattos (PSDB), que tentava a reeleição, o caminho natural era o apoio a Bruno Siqueira (PMDB), já que a outra opção seria a união com Margarida Salomão, do arquirival PT. O que dificultava a negociação era o fato de PSDB ter considerado duros demais os ataques dos peemedebistas a Custódio no primeiro turno. O que também poderia levar o partido a não declarar apoio – formal, pelo menos – ao PMDB, são os altos índices de rejeição de Custódio na cidade. Em suas articulações, Siqueira se movimentava no sentido de ter Anastasia e Aécio ao seu lado, mas não Custódio. Depois da reunião de ontem, no Palácio das Mangabeiras, Pestana disse que o partido já prepara a participação em atos de campanha do peemedebista. “O primeiro já deve acontecer na sexta-feira”, informou o parlamentar.

Sem polarização A definição em Contagem pode ter sido ainda mais drástica. O partido teve que optar entre o PT e o mais tradicional aliado do partido da estrela, o PCdoB. Os comunistas, no entanto, antes mesmo da confirmação do segundo turno, já adotavam discurso para atrair os tucanos. “Nosso projeto é de todos os que querem o bem de Contagem”, afirmou Carlin Moura na confirmação do segundo turno, no dia 7. O rival do PCdoB na cidade é Durval Ângelo (PT). Pelo lado dos tucanos, o concorrente foi Ademir Lucas. “Estamos produzindo uma carta com pontos que vamos adotar junto com a coligação no segundo turno”, afirmou Pestana ao final da reunião com Carlin. A presidente estadual do PCdoB, Jô Moraes, afirmou que não se pode nacionalizar a eleição em Contagem, colocando em lados opostos o PT e o PSDB, os dois partidos que deverão disputar o governo federal em 2014. “Na união pela cidade aceitamos todos os votos que vierem”, defendeu a dirigente partidária.

Em Uberaba, apesar do apoio definido ontem pelos caciques a Lerin (PSB), o PSDB enfrenta um problema interno. Os diretórios estadual e municipal se estranharam na discussão sobre o lançamento de candidatura própria ou o apoio a nome de outro partido. O comando da legenda na cidade decidiu lançar Fahin Sawan (PSDB), enquanto o diretório estadual optou pelo apoio ao deputado estadual Lerin (PSB), que disputará o segundo turno com Paulo Piau (PMDB). Com a falta de apoio do próprio partido, Sawan ficou em quinto lugar na disputa e agora precisará ser adulado para fazer campanha para o rival. “Nossa expectativa é que o diretório municipal se alinhe ao estadual”, diz o vice-presidente do PSDB em Minas, deputado federal Domingos Sávio.

PSDB: eleições 2012 – Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/10/16/interna_politica,323662/psdb-sobe-em-tres-palanques-mineiros.shtml

Senador Aécio Neves Aécio Neves não acredita que Serra esteja por trás da criação do PSD

Senador nega ação de Serra

Fonte: Estado de Minas

As especulações de que o ex-governador José Serra (PSDB-SP) seria o articulador da criação de um partido por seu afilhado político, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (ex-DEM), foram negadas ontem pelo senador Aécio Neves (PSDB) durante a solenidade de posse de Angelo Roncalli (PR), prefeito de São Gonçalo do Pará, na presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM). Em tese um dos principais atingidos pela sangria que a dissidência vem causando no DEM, o tucano mineiro afirmou não acreditar na atuação do seu adversário na disputa interna do PSDB por uma vaga de candidato à Presidência da República. Ele disse, no entanto, que o próprio governo federal seria o “principal aliado” das oposições na atualidade.

Nas últimas semanas, o DEM teve várias baixas provocadas pela criação do novo partido, o PSD, pelo prefeito Kassab. A fila puxada por ele e nomes como a senadora Kátia Abreu teve essa semana novos adeptos, como o vice-presidente do DEM, Paulo Bornhausen, filho do ex-senador Jorge Bornhausen, e o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo. A expectativa é de uma baixa total de cerca de 15 parlamentares. No ninho tucano, Serra é apontado como um dos operadores da dissidência, que enfraqueceria Aécio Neves como nome da oposição para disputar o Palácio do Planalto. “Não acredito nisso, até porque não interessa a ele (Serra) e a nenhum de nós a fragilização das oposições. Não vejo o futuro das oposições com o ceticismo de alguns”, afirmou.

Nesta semana, Aécio teve encontro reservado com o ex-senador Jorge Bornhausen, que também atuaria nos bastidores pela criação do PSD. O tucano estaria buscando uma aproximação com Kassab, com quem esteve nas comemorações do Primeiro de Maio em São Paulo. Ainda para Aécio, o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) estaria atuando de forma favorável ao fortalecimento das oposições, por causa de suas condutas. ”Acredito que o maior aliado das oposições é o governo que aí está, que, com uma maioria extremamente ampla, não mostra a menor disposição de enfrentar nenhum contencioso, de propor as reformas ao Congresso”, afirmou.

O senador criticou também a ausência de propostas na área previdenciária e cobrou “atitudes” do governo Dilma. “Não serve mais o mesmo diagnóstico ou a terapia utilizada pelo último governo, que navegou em função das ações herdadas do governo anterior – ampliando alguma delas, reconheço, sobretudo no campo social -, mas navegou em um momento de expansão da economia mundial ao longo de seis anos como jamais se viu, aí sim, na história do mundo”, disse. (JC e AA)