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Antonio Anastasia se defende de citação na Lava-Jato

“Todos me conhecem. Sabem de minhas origens, de minha dedicação aos estudos, da vida profissional de empenho e trabalho, e da simplicidade de minha rotina. Sou servidor público por vocação”, comentou o senador.

Fonte: PSDB

Pronunciamento do senador Antonio Anastasia

Brasília – 10-03-15

Senhor Presidente, senhoras Senadoras, senhores senadores. Brasileiros que nos acompanham pela TV Senado e pela Rádio Senado.

Confesso que não imaginava ocupar a tribuna do Senado Federal, em meu primeiro pronunciamento, para um discurso como o que farei, que intitularia “A Grande Indignação”. No curso de minha vida pública, fiz incontáveis pronunciamentos. Por duas vezes, tomei posse, como Governador de meu Estado, Minas Gerais, e falei aos mineiros, assumindo compromissos, apresentando planos, fazendo avaliações prospectivas.

Presidi, como Governador, inúmeras cerimônias oficiais, falando em todas, inclusive na festa maior da pátria mineira, conduzindo a cerimônia de 21 de abril em Ouro Preto. Contudo, nenhum deles, em minha vida, se reveste de maior importância do que o que faço neste momento, pois agora defendo aquilo que tenho de mais precioso em trinta anos de vida pública: minha honra e minha história.

E, aqui, aproveito, desde logo, para agradecer a imensa corrente de solidariedade que venho recebendo nos últimos dias, daqueles que acreditam em mim e em minha trajetória e não na sórdida mentira da qual sou acusado. Agradeço, sempre, a confiança dos mineiros, que me elegeram, por ampla maioria, nas eleições para o Governo de Minas e para o Senado Federal.

Todos me conhecem, senhor presidente, em Minas Gerais. Sabem de minhas origens, de minha dedicação aos estudos, da vida profissional de empenho e trabalho, e da simplicidade de minha rotina. Sou servidor público por vocação.

No ambiente familiar em que cresci sempre houve o respeito ao serviço público, lócus de trabalho de quase todos meus familiares. Na formação acadêmica, tive a singular sorte de ter tido mestres com a mesma dedicação, que só me estimularam, ainda mais, a seguir esta trilha. E assim fiz. Sem maiores ambições, mas com muita disposição de trabalho e de realizações, por já 30 anos.

Neste período, exerci muitos cargos relevantes e de alta responsabilidade. Convivi com milhares de pessoas. E jamais, e jamais, tive questionada minha retidão ética, minha probidade.

Neste longo período, não amealhei patrimônio material significativo, o que tenho é plenamente compatível com meus rendimentos. Nunca me arrependi. Fiz uma escolha. Poderia ter exercido a advocacia, talvez com sucesso profissional e financeiro. Mas, a vocação pelo serviço público sempre falou mais alto.

Assim, durante estas três décadas, a despeito dos naturais conflitos da vida pública e política, das dificuldades de governar nos dias de hoje, jamais havia questionado esta minha escolha pela vida pública.

Mas, em janeiro deste ano, é lançada contra mim uma infâmia de grandes proporções, de forma cruel e covarde. Passei a refletir, profundamente: vale mesmo a pena a vida pública? E, a despeito, senhor presidente, do imenso sofrimento ao qual estou submetido, ao mais absoluto sentimento de injustiça, ainda assim, concluo afirmativamente.

A vida pública vale a pena e os desafios tem de ser enfrentados. Os homens de bem, honestos, probos e corretos não podem se acovardar perante agressões injustas e desleais.

Como professor, sempre estimulei os alunos a seguirem as carreiras públicas. A participarem da política e dos governos. Entre os meus orgulhos profissionais está ter participado, de modo decisivo, na criação e consolidação da Escola de Governo da Fundação João Pinheiro, de meu Estado, Minas Gerais, considerada, de longe, a melhor do Brasil.

A esta Escola deu-se o nome de seu criador, também o meu maior professor, Paulo Neves de Carvalho, cujo exemplo de honradez, probidade e bondade sempre me inspirou. Como fomentar o ingresso destes jovens, criativos, inteligentes, empreendedores, na administração pública se o que os espera pode ser o que ora me acontece?

Anos de dedicação, de trabalho árduo e honesto, para ser atacado de forma vil, caluniosa e abjeta. Mas, reitero, lembrando os ensinamentos que Ruy Barbosa nos legou desta tribuna senatorial, que não podemos permitir que os homens de bem se afastem da vida pública. Espero que este meu sofrimento não sirva de desestímulo para aqueles que acreditam que os homens virtuosos devam participar da vida pública.

Senhoras Senadoras, Senhores Senadores,

Aquele que me envolve em toda esta situação não diz a verdade: ou mente ou se engana. Trata-se de singular personagem: policial federal, trai a sua Instituição e se transforma em distribuidor de recursos ilícitos.

Os fatos descritos, já sobejamente repetidos e conhecidos, são tão falaciosos e contrários à minha notória índole que serviriam para uma boa novela de ficção, não fosse a gravidade de se acusar um homem de bem. Basta a simples leitura do que já foi disponibilizado para se verificar as contradições e incongruências: não há identificação da tal casa, seu endereço ou seu proprietário, não se sabe a data, a hora, o meio de transporte, nada.

A identificação feita por foto é por mera semelhança… Por outro lado, aquele que está sob delação premiada (portanto obrigado a dizer a verdade), e que seria o responsável pela tal remessa, nega expressamente o meu envolvimento. Aliás, são pessoas que não conheço, nunca estive ou falei, quer pessoalmente, quer por outro meio.

Com relação à Petrobrás, nenhuma menção quanto a mim em qualquer delação ou depoimento, lembrando que, à época, era Governador de partido de oposição ao Governo Federal.

Vejam, senhoras e senhores, a fragilidade de tudo, a trama urdida contra mim e os riscos que qualquer pessoa pública passa a correr ao ser objeto de uma assertiva falsa e inidônea. A fala de um desqualificado, sem qualquer compromisso com a verdade e sem qualquer prova do que alega, não pode macular trinta anos de ilibada vida pública.

Assim sendo, nada tenho a temer e adotarei, por meio de meus advogados, todas as medidas necessárias à minha defesa, face à inconsistência de todo o alegado, sempre em plena colaboração com as autoridades competentes.

Estamos diante de alegações extremamente precárias, contraditórias e sem qualquer amparo fático. Espero e confio que a Justiça seja feita com a brevidade possível, para se restaurar, na plenitude, a minha trajetória e a minha honra. Sou, fundamentalmente, um profissional do Direito que acredita na Justiça e nas Instituições. E, sobretudo, tenho a mais forte e invencível das defesas: a consciência tranquila.

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Aécio pede que a sociedade “continue acordada” em redes sociais

Senador iniciou uma campanha de mobilização nas redes sociais para evitar a aprovação de mudanças na Lei de Diretrizes Orçamentária.

Aécio pediu que a sociedade “continue acordada” para impedir a mudança da lei e provar que o Brasil não é uma “republiqueta”.

Fonte: O Globo

Aécio inicia mobilização nas redes sociais para evitar aprovação de mudanças na LDO

Senador prometeu recorrer ao STF para impedir alterações

Para reforçar a petição que economistas ligados ao PSDB estão coletando assinaturas no site Avaaz, como fez na campanha presidencial, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) iniciou uma campanha de mobilização nas redes sociais pedindo que os eleitores façam um movimento de pressão junto aos parlamentares para evitar a aprovação de mudanças na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que poderá livrar a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, de crise de responsabilidade por não cumprir as metas fiscais aprovadas pelo Congresso Nacional. Em um vídeo distribuído para grupos de WhatsAppAécio pediu que a sociedade “continue acordada” para impedir a mudança da lei e provar que o Brasil não é uma “republiqueta”.

Aécio inicia o vídeo saudando os “amigos” e dizendo que, no Congresso Nacional, agora, a Oposição “tem que matar um leão por dia” e o grande tema do momento é a tentativa do governo federal, da presidente Dilma, usando sua maioria , de modificar a LDO.

Sem quórum para a abertura dos trabalhos no Congresso Nacional, a sessão dessa quarta-feira foi adiada para a próxima terça-feira, às 12h. Com isso, a votação do projeto que altera a LDO também foi adiada.

“Por quê? Porque ela não cumpriu a meta fiscal aprovada pelo Congresso. E o governante que descumpre essa meta, incorre em crime de responsabilidade, com gravíssimas consequências. O governo quer dizer o seguinte: Quando a gente não cumpre a lei, a gente pega essa lei e muda. Mas quero dizer a vocês que a oposição está aqui vigilante, conseguimos hoje uma grande vitória, conseguimos obstruir a sessão. Na próxima terça-feira o governo vai tentar de novo, com seu rolo compressor”, alerta o tucano no vídeo.

O candidato derrotado a presidente diz que, entretanto, que os brasileiros vão estar vigilantes e se for preciso vão ao Supremo Tribunal Federal para impedir “mais essa violência, porque quem paga a conta no final, é o cidadão brasileiro: os investimentos vão embora, empregos deixam de ser gerados no Brasil”.

“Essa é a consequência perversa de um governo que priorizou a eleição e não o equilíbrio das contas públicas. Portanto, gente, aqueles que tiverem contatos com seus parlamentares, por e-mail, por WhatsApp, por onde for: se manifeste, vamos mostrar que a sociedade brasileira continua acordada e que não somos uma republiqueta onde a maioria pode fazer o que quer. Portanto, vamos nos mobilizar e na próxima terça-feira eles vão tentar de novo aprovar essa modificação na LDO e nós vamos estar aqui atentos para que isso não ocorra. Conto com vocês e a gente se fala ainda antes do Natal”, diz Aécio, no vídeo gravado em seu gabinete no Senado Federal.

Aécio Neves: senador vota a favor dos portadores de deficiência

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

senador Aécio Neves cobrou do governo federal envio de proposta que garanta aaposentadoria especial para servidores públicos portadores de deficiência, nos mesmos moldes do projeto aprovado, com seu voto, nesta terça-feira (03/04), pelo Senado Federal, beneficiando trabalhadores do setor privado. O projeto aprovado (PLC 40/2010) permitirá a aposentadoria de homens portadores de deficiência após 30 anos de trabalho e das mulheres, após os 25 anos. Nos casos mais severos, 25 anos de trabalho para homens e de 20 anos para mulheres.

Aécio Neves elogiou a unanimidade de votos do plenário em favor do projeto de autoria do deputado Eduardo Barbosa (PSDB) e do ex-deputado Leonardo Mattos, ambos de Minas Gerais.

“O projeto apresentado em 2005 é aprovado em um dos raros consensos nessa Casa. Foi aprovado com atraso, mas é um avanço para os trabalhadores do setor privado portadores de deficiência. Cabe agora ao governo, pois é de sua competência exclusiva, encaminhar projeto que estenda esse benefício também para os servidores públicos”, discursou osenador no plenário do Senado.

Aécio Neves elegeu-se senador da República, por Minas Gerais, com 7.565.377 votos

Gestão Pública, transparência pública

Fonte: site oficial do senador Aécio Neves

O dia-a-dia da atuação de Aécio Neves como senador

Acompanhe trabalho nas comissões, no plenário e na tribuna, em Brasília, e nos estados

Em 2010, Aécio Neves elegeu-se senador da República, por Minas Gerais, com 7.565.377 votos. Sua popularidade ajudou na vitória também de seus companheiros de chapa: Antonio Anastasia, do PSDB, para governador, e Itamar Franco, do PPS, para a outra vaga de senador. Em 6 de abril de 2011, Aécio Neves pronunciou seu discurso inaugural no Senado, quando teve uma inédita fila de apartes de quatro horas e meia de duração, com a participação de mais de 30 senadores.

No discurso, ele apontou a sua proposta para os caminhos para a oposição brasileira, com base em três eixos, simultaneamente. O primeiro deles é a postura perante o governo: fiscalizar com rigor; apontar o descumprimento de compromissos assumidos com a população; denunciar desvios erros e omissões; e cobrar ações que sejam realmente importantes para o país. O segundo eixo é o compromisso com o resgate do princípio da Federação brasileira, fortalecendo estados e municípios, a fim de se combater a maior concentração de impostos, recursos e poder de decisão na esfera da União de toda a história do Brasil. O terceiro eixo é o da aproximação ainda maior da oposição com os brasileiros.

No pronunciamento, de grande repercussão, Aécio Neves enfatizou que o exercício da oposição deve se pautar pelos valores da coragem, da responsabilidade e da ética. “Precisamos estar, todos, à altura dos sonhos de cada um dos brasileiros. Nós, da oposição, estaremos”, ele afirmou, da tribuna do Senado.

Em parceria com o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB) e senador Lindbergh Farias, Aécio Neves lançou a Frente da Adoção, em junho de 2011, com o objetivo de mobilizar a sociedade e poderes públicos em torno de políticas e ações de incentivo à adoção de crianças e adolescentes no Brasil. O Cadastro Nacional de Adoção registra cerca de 30 mil crianças vivendo no país à espera de famílias adotivas. Apenas 4,5 consideradas aptas para os procedimentos de adoção. A lista de espera para adoção chega 27 mil pessoas.

O nome oficial do movimento é Frente Parlamentar Mista Intersetorial em Defesa das Políticas de Adoção e Convivência Familiar e Comunitária. O movimento busca coordenar uma agenda de trabalho para aperfeiçoar a atual legislação, bem como ampliar e estimular o debate em torno de programas como o apadrinhamento afetivo e a família solidária. A frente dispõe-se a promover a troca de experiências entre entidades civis, ONGs e organismos internacionais, além de discutir e integrar entidades, Poder Judiciário e órgãos federais voltados às questões da adoção.

Nos primeiros meses de mandato, Aécio Neves participou intensamente das atividades das comissões do Senado. Na Comissão de Reforma Política, da qual faz parte, ele defendeu o fim da possibilidade de reeleição para os cargos executivos, que passariam a ter mandato de cinco anos, bem como o voto distrital misto e o fim das coligações proporcionais, entre outras medidas para fortalecer o regime democrático no Brasil.

Dentre as iniciativas de maior repercussão de Aécio Neves no Senado, destaca-se a articulação de um acordo suprapartidário para fortalecer o Poder Legislativo diante dos abusos cometidos pelo governo federal na edição de medidas provisórias (MPs). Como integrante da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, ele foi o relator de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que muda os trâmites das MPs no Congresso Nacional.

A defesa da autonomia do Parlamento, com a restrição ao uso indiscriminado de medidas provisórias por parte do governo federal, é bandeira antiga de Aécio. Quando foi presidente da Câmara dos Deputados, ele coordenou esforços semelhantes, mesmo estando o seu partido, o PSDB, à frente do governo na época.

Na Comissão de Assuntos Econômicos, Aécio mostrou-se favorável à extensão da Medida Provisória 512 para os municípios mineiros da área da Sudene, entre os mais pobres do Brasil, com a concessão de incentivo fiscal para instalação de empresas automotivas.

Link para o site: http://www.aecioneves.net.br/


Marcus Pestana: Itamar Franco: ética, espírito público e nacionalismo

Itamar Franco: ética, espírito público e nacionalismo

Fonte: artigo do deputado federal, Marcus Pestana* – O Tempo

O conterrâneo mais ilustre da nossa Juiz de Fora 

Num tempo em que proliferam escândalos na vida pública e a ação política é ameaçada pela mediocrização e pelo fisiologismo, a morte de Itamar Franco provoca necessariamente uma reflexão.

Itamar Franco foi um daqueles políticos singulares na história do Brasil. Símbolo de ética, dignidade, firmeza, espírito público e nacionalismo. O conterrâneo mais ilustre da nossa Juiz de Fora.

Lembro bem dos meus 10 anos, em 1970, e dos comícios, “santinhos” e principalmente do jingle da campanha que elegeu meu pai na sucessão da Prefeitura de Juiz de Fora com o lema: “As obras não podem parar, Agostinho Pestana depois de Itamar”. Itamar tinha sido eleito aos 36 anos, em 1966, acompanhado de uma nova geração de políticos e técnicos, e promoveu uma administração histórica e modernizante.

Em 1974, após ser eleito para um segundo mandato frente à prefeitura, Itamar teve um gesto de coragem e ousadia – traço que sempre o acompanhou -, ao se desligar do cargo para, em pleno regime autoritário, se candidatar ao Senado Federal pelo MDB. Venceu e fez parte daquela que talvez tenha sido a melhor geração que já passou pelo Senado. A partir daí, participou de forma marcante das lutas pela redemocratização e pela defesa do interesse nacional.

Em 1982, acompanhei de perto sua reeleição ao Senado, já que, aos 22 anos, era candidato a vereador. Essas eleições foram decisivas. O voto era vinculado. Nossa chapa em Juiz de Fora: Tancredo, Itamar, Tarcísio Delgado, José Luis Guedes, Clodsmith Riani. Foi minha estreia eleitoral antes mesmo de me formar em economia. Fizemos barba, cabelo e bigode.

Em 1986, coordenei a dissidência do PMDB em Juiz de Fora a favor da candidatura de Itamar ao governo de Minas contra Newton Cardoso. Pimenta da Veiga liderava essa corrente no plano estadual. Essa foi a semente do PSDB.

Vieram o governo Collor e a crise do impeachment. Itamar assume a Presidência em condições extremamente graves e instáveis. O PSDB é o primeiro a se oferecer para colaborar. Itamar, com serenidade e firmeza, consolida um governo de união nacional. Só o PT, que pensa sempre no próprio PT, não quis participar. Itamar deixa uma herança definitiva: garante a liberdade e assegura a estabilidade econômica através do Plano Real. Gozando de enorme prestígio popular, escolhe e elege Fernando Henrique presidente da República.

De 1998 a 2002, realiza o sonho de governar sua Minas tão querida. E, em gesto generoso, abre mão da reeleição para apoiar Aécio Neves. Em 2010, tem papel decisivo na grande vitória de Anastasia,elegendo-se, pela terceira vez, senador. Nos quatro meses de exercício do novo mandato se destacou de forma absoluta pela exemplar e consistente ação oposicionista.

Itamar Franco deixará um enorme vazio. Mas servirá de firme exemplo para as novas gerações por sua vida dedicada à ética, à pátria e ao povo brasileiro.

Deputados do Bloco Transparência e Resultado pedem coerência do governo federal com os municípios mineiros

Deputados do Bloco Transparência e Resultado pedem coerência do governo federal com os municípios mineiros

Fonte: Minas Transparente

 

Dep. Dalmo Ribeiro (PSDB) – “Prefeitos estão em Brasília com o pires na mão”

Os deputados do Bloco  Transparência e Resultado da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) estão solidários com os prefeitos que participaram, na tarde desta terça-feira (10/05), da 14ªMarcha  a Brasília em defesa dos Municípios e que lutam para que o governo do PT cumpra com os compromissos já empenhados com milhares de prefeituras de todo o  país.

O deputado Dalmo Ribeiro (PSDB) , vice-líder do governo na ALMG,   destacou que os prefeitos estão hoje com o pires na mão em Brasília, e que exige coerência do governo federal que  deixa Minas Gerais sem investimentos.

Como o governo Lula gastou mal nos últimos anos, agora são os municípios que começam a ser penalizados. Por causa do cancelamento dos restos a pagar pela União, só em Minas os municípios podem tomar calote de R$ 59,4 milhões da União, 80% das cidades mineiras terão projetos paralisados por causa do cancelamento dos empenhos. Projetos de infraestrutura serão prejudicados.

Dalmo Ribeiro salientou que “o senador Aécio Neves está afinado com as causas dos prefeitos ao apresentar proposta de emenda à Constituição (PEC) e um projeto de lei que garantam a recuperação de perdas financeiras dos municípios.  Na última campanha eleitoral,  o senador Aécio Neves, comprometeu-se a defender a causa municipalista e sua atuação no Senado Federal vem confirmando esse compromisso”.

Foto Cadu Gomes/Assessoria de Imprensa da Liderança do PSDB no Senado

“Essa marcha é mais uma bela oportunidade, não apenas para um gesto de fidalguia, de deferência da presidente, dos senhores ministros junto aos prefeitos, mas para incorporarem essa pauta ao governo. Quem sabe não é hora da base do governo federal atuar em favor das questões que sejam essenciais ao Brasil, e não apenas fazendo gestos de apoio permanente e alguns deles, me permitam, até de vassalagem, em relação ao governo. É hora da base tomar iniciativa, de defender os municípios brasileiros, independente de partidos políticos, independente de regiões onde eles estejam. Eles estão se fragilizando a cada dia”, disse o senador em entrevista após seu pronunciamento.

Em seu discurso de defesa do fortalecimento dos municípios, o senador elogiou a pauta de reivindicações do movimento municipalista e ressaltou que grande parte dos problemas pelos quais passa a população brasileira é conseqüência de a Federação praticamente ter desaparecido no Brasil. Para o governador, assegurar a justa repartição de recursos e responsabilidades entre a União, os estados e os municípios é a questão central que precisa ser enfrentada para se resgatar a Federação.

Tv Senado: Aécio Neves fala sobre as forças de oposição e critica gastos exagerados do Governo do PT, senador adverte para volta da Inflação

Fonte: TV Senado

O senador Aécio Neves fala sobre o papel das forças oposicionistas e critica “os nove anos de governo do PT”, em diversos aspectos. Ele considera os gastos públicos do governo federal exagerados e adverte para a volta da inflação.