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Governo de Minas: Estado fortalece saúde mental em Manhuaçu e firma novos compromissos

Secretário de saúde inaugura Centro de Atenção Psicossocial e firma novos compromissos na região

Ramon Jader
Secretário Antônio Jorge na cerimônia de entrega do Centro de Atenção Psicossocial
Secretário Antônio Jorge na cerimônia de entrega do Centro de Atenção Psicossocial

A população de Manhuaçu, município do Leste de Minas, recebeu, nesta sexta-feira (13), um Centro de Atenção Psicossocial voltado para usuários de álcool e drogas (CAPS/AD).

O secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, presidiu a cerimônia de entrega do centro onde anunciou a liberação de R$ 40 mil para a compra de novos móveis para uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Ainda durante a cerimônia o secretário autorizou a formulação de um projeto para construção de um andar, com capacidade para 40 leitos no Hospital César Leite.

“Minha vinda a Manhuaçu tinha o objetivo inicial de celebrar importantes conquistas na área da saúde do município. Sem que me fosse solicitado, decidi firmar algumas parcerias para continuarmos avançando, sobretudo no que diz respeito ao Hospital César Leite, que é um serviço fundamental de toda esta região”, declarou Antônio Jorge.

O secretário ressaltou que o CAPS/AD constitui uma resposta para enfrentar o que classificou como maior problema de saúde pública atual, que é o abuso de drogas. “Independente de serem ilícitas ou lícitas, como o álcool e o tabaco, o uso destas substâncias desafia as políticas públicas de saúde. Esta unidade é um espaço de perseverança, no qual não se pode desistir mediante às frustrações. O enfrentamento deste problema não é tarefa fácil e é preciso não só domínio da técnica, mas também humanismo, amor e respeito ao próximo”, declarou.

O prefeito de Manhuaçu, Renato Cezar Von Randow, destacou o apoio do Governo de Minas por meio de parcerias importantes no intuito de fortalecer a rede de saúde do município. “Tivemos investimentos em diversas áreas, seja na atenção primária, até na Urgência e Emergência. Temos avançado, e cito como exemplo as obras das Unidades de Pronto Atendimento, a qualificação do Hospital Cesar Leite, entre tantas ações. Com o apoio do Estado estamos buscando constantemente uma atenção mais adequada e melhorando a qualidade de vida dessas pessoas”, afirmou.

O secretário Antônio Jorge participou também da inauguração da UBS e do serviço de hemodinâmica do Hospital Cesar Leite e visitou a Unidade de Pronto Atendimento.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/estado-fortalece-saude-mental-em-manhuacu-e-firma-novos-compromissos/

Gestão Anastasia: Minas Gerais participa de feira sobre inovação tecnológica na ONU

Antônio Jorge Souza Marques representará o Brasil na 12ª Conferência Mundial Infopoverty, que acontece em 22 de março, em Nova Iorque

Na ciência médica, não é raro que uma tecnologia seja desenvolvida para uma finalidade e, com o tempo, se descobrem novos usos, capazes de trazer mais benefícios do que foram imaginados anteriormente. A ultrassonografia é um bom exemplo. Utilizada há 60 anos, ela agora pode ser usada para salvar vidas em situação de urgência e emergência, muitas vezes em lugares remotos, geralmente ocasionados por acidentes de carro. Visando mostrar essa experiência, o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge Souza Marques, representará o Brasil na 12ª Conferência Mundial Infopoverty, que acontece em 22 de março, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque.

A conferência, que expõe o impacto que tecnologias mais acessíveis e sustentáveis podem trazer no cotidiano das pessoas, é coorganizada pelo Escritório de Parcerias da ONU, pelo Observatório pela Comunicação Cultural e Audiovisual no Mediterrâneo e no Mundo (OCCAM), o Infopoverty Institute da Universidade de Oklahoma e pelo Parlamento Europeu, com o tema “Quem conduz a revolução digital? Práticas inovadoras para o desenvolvimento” (Who drives the digital revolution? Innovative practices for development). Além do setor de saúde, há painéis sobre meio ambiente, desenvolvimento sustentável, educação, democracia, mudanças climáticas, segurança alimentar, entre outros.

O uso do ultrassom para atendimentos da urgência e emergência foi viabilizado em Minas Gerais por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) e a World Interactive Network Focused on Critical Ultrasound (Winfocus), organização internacional com sede na Itália. “Antes, o ultrassom era um aparelho muito caro e pesado. Ultimamente, foram criados aparelhos leves e mais baratos. Com isso, o ultrassom não se restringe apenas ao hospital, pode ser transportado para outros ambientes. Dessa forma, os médicos de serviços como o Samu 192 podem utilizar o aparelho no diagnóstico dos pacientes, realizando encaminhamentos e procedimentos mais seguros. Assim nós podemos salvar mais vidas”, explica Rasível dos Reis Santos Júnior, coordenador de Urgência e Emergência da SES.

Além de expor a prática de sucesso em Minas Gerais, haverá assinatura de um contrato, pelo secretário Antônio Jorge e representantes da Winfocus World, visando a capacitação de 252 médicos na utilização do aparelho, na perspectiva de um projeto piloto para um plano estadual mais amplo. Inicialmente, serão beneficiadas a macrorregião sanitária do Norte de Minas e a microrregião polarizada pelo município de Manga. “Hoje, temos um caso de sucesso e vamos ampliar esta boa prática, seguindo uma tendência internacional”.

Telemedicina 

Projeta-se que no futuro, cada especialidade médica adquira conhecimento suficiente para utilizar a ultrassonografia no seu dia-a-dia. “A tecnologia atuaria como se fosse um novo estetoscópio, não veio para substituir o clássico aparelho, mas sim para fornecer mais informações ao médico que cuida do paciente, em tempo real, permitindo que o diagnóstico seja feito mais rapidamente e, consequentemente, que não haja atraso no início do tratamento, que poderia implicar na morte do paciente”, afirma José Muniz Pazeli Júnior, diretor da Winfocus no Brasil.

O projeto “WINFOCUS GLOBUS BRASIL”, aplicado em Minas Gerais, vai ser único no mundo na sua extensão e articulação, cobrirá toda a rede de atendimento, incluirá capacitação de médicos da rede de assistência, e também professores universitários que serão treinados para multiplicar este conhecimento. O uso da telemedicina permitirá que médicos nas áreas mais remotas e menos desenvolvidas do estado enviem imagens que serão avaliadas por professores capacitados nas universidades. O projeto prevê ainda educação continuada e protocolos de atendimento para diversos tipos de pacientes, no trauma, nas urgências clínicas, na pediatria, na obstetrícia, etc.

Serão parceiras no projeto algumas instituições de prestígio, Niguarda Ca’ Granda Hospital e AREU (Azienda Regionale di Emergenza e Urgenza) da “Regione Lombardia” (Milão, Itália), Henry Ford Hospital (Detroit, EUA), South Carolina University (Columbia, EUA). O grupo envolve também agências acreditatas pelas Nações Unidas, como o “Human Development, Capabilities and Poverty International Research Center” (HDCP – IRC), e o OCCAM, promotor do Infopoverty Program das Nações Unidas. “Este é um projeto ambicioso e revolucionário que impactará fortemente a saúde da população de Minas Gerais e, certamente, será um modelo de saúde de qualidade e sustentável para o Brasil e para o mundo”, finalizou o professor Luca Neri, ex-presidente da WINFOCUS Wolrd e responsável científico internacional do projeto piloto.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-gerais-participa-de-feira-sobre-inovacao-tecnologica-na-onu/

Gestão em Minas: Santa Casa da Misericórdia de São Sebastião do Paraíso será 100% SUS

Estado passará a cofinanciar a instituição, além de reestruturar a rede assistencial da microrregião

Henrique Chendes
Secretário de Transportes, Carlos Melles; provedor da Santa Casa, Flávio Westin; e Antônio Jorge de Souza Marques
Secretário de Transportes, Carlos Melles; provedor da Santa Casa, Flávio Westin; e Antônio Jorge de Souza Marques

Dentro de pouco tempo, a Santa Casa de São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas, terá o atendimento voltado 100% para o usuário do Sistema Único de Saúde (SUS). O compromisso foi assumido esta semana, em reunião presidida pelo secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, lideranças da instituição, prefeitos, secretários municipais de Saúde e ainda o secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas, Carlos Melles.

Com essa garantia, o Estado, segundo o secretário Antônio Jorge, passará a cofinanciar a instituição, além de reestruturar a rede assistencial da microrregião. “Aos municípios caberá a pactuação, fazendo da Santa Casa de São Sebastião do Paraíso hospital referência microrregional”, afirmou. Essa decisão, segundo ele, traz escala, o que garante a autosustentação da instituição. “Queremos que aqui tenha um pronto-socorro no qual o usuário do SUS seja cliente preferencial, o que, estou certo, será possível com uma boa pactuação política regional”, pontuou Antônio Jorge.

O secretário Carlos Melles, ao se dirigir aos prefeitos, gestores de saúde, lideranças de consórcios intermunicipais de Saúde e direção da Santa Casa, confirmou a vocação microrregional dessa instituição, que tem mais de 80 anos e disse estar confiante que todos se envolverão na pactuação, para que tudo esteja funcionando plenamente em pouco tempo.

Reivindicações

Ainda na reunião, o secretário Antônio Jorge garantiu que o Governo de Minas está sensível às dificuldades enfrentadas pelos gestores municipais. Segundo o secretário, a instalação de uma maternidade de alto risco na microrregião está condicionada à construção de uma Casa de Apoio à Gestante. Antônio Jorge garantiu apoio à expansão do serviço de hemodiálise e anunciou a implantação da Rede de Urgência Macro Sul até o fim deste ano. “Antes disso, as ambulâncias do Samu estarão circulando”, assegurou.

Fonte: Agência Minas

Governador Anastasia entrega veículos a Consórcios de Saúde para reforçar atendimento nos municípios

 

Setenta e quatro micro-ônibus estão sendo entregues
Setenta e quatro micro-ônibus estão sendo entregues

BELO HORIZONTE (25/01/12) – O governador Antonio Anastasia entregou, nesta quarta-feira (25), 74 micro-ônibus e sete veículos de apoio para 13 Consórcios Intermunicipais de Saúde. Os veículos beneficiarão, em 80 municípios de diversas regiões do Estado, pessoas que necessitam de consultas médicas, exames e procedimentos especializados em saúde fora de seus municípios. O investimento do Governo de Minas foi de R$ 13,8 milhões.

Anastasia ressaltou o objetivo do Sistema Estadual de Transporte em Saúde (Sets) de humanizar o deslocamento dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerais para unidades referenciadas nos municípios polo, micro e macrorregionais do Estado.

“A entrega desses veículos para o Sistema Estadual de Transporte de Saúde é algo muito importante porque dá, de fato, qualidade e mais segurança no tratamento das pessoas. Muitas vezes as pessoas não percebem, mas as cidades pequenas de Minas não têm condições de ter toda estrutura de saúde. Então é necessário o transporte para os municípios maiores aonde existe, por exemplo, hemodiálise. Esse sistema tem esse objetivo. Já estamos quase, como viram no mapa, universalizados em Minas e pretendo fazê-lo esse ano ainda”, disse o governador.

Contemplados

Os 80 municípios contemplados nesta quarta-feira representam uma população de 1,4 milhão de pessoas. Durante a solenidade, o governador fez a entrega de chaves a 13 prefeitos, representando cada um dos consórcios.

Sete consórcios estão sendo contemplados pela primeira vez e receberão 60 micro-ônibus. Eles atenderão a 63 municípios das regiões de Conselheiro Lafaiete/Congonhas; Barbacena; Santa Maria do Suaçuí/São João Evangelista; Resplendor; João Monlevade; Cataguases/Leopoldina e Varginha.

Dos demais micro-ônibus, oito vão para o Consórcio Acispes, da região de Juiz de Fora, na Zona da Mata, para substituição de veículos. Os outros seis irão compor a frota de cinco consórcios que já fazem parte do programa: Consórcio Grão Mogol, da região de Francisco Sá; Consórcio Norte, da região de Brasília de Minas; Ciesp, de Bicas; CIS Mem, da região de Águas Formosas e Consórcio Amapi, da região de Ponte Nova.

O secretário de Estado de Saúde, Antonio Jorge de Souza Marques, destacou entre as vantagens do Sets a queda na ausência dos pacientes em consultas e exames marcados devido à falta de meios de locomoção, a redução dos custos com transporte de pacientes e a melhoria na qualidade do transporte dos usuários.

De acordo com o secretário, ao Sistema Estadual de Transporte em Saúde se aliam outras ações de Saúde do Governo, como a implementação dos Consórcios Intermunicipais de Saúde.

“Cruzamos a necessidade onde as redes de saúde já estão implantadas exatamente para que possamos fortalecer a ação das redes. Os consórcios de saúde regionalizaram os atendimentos de média complexidade e era necessário garantir o acesso do cidadão, feito anteriormente, em ambulâncias precárias e outros meios que colocavam em risco sua saúde”, explicou o secretário.

Os micro-ônibus são equipados com ar-condicionado, poltronas reclináveis e aparelhos de TV e DVD. Um agente de saúde capacitado para ajudar pessoas que necessitam de cuidados especiais acompanha os pacientes durante todo o trajeto.

Os motoristas são treinados para a direção defensiva e econômica. Todos os veículos são monitorados via satélite, o que possibilita a localização on-line do veículo 24 horas por dia. Os sete veículos entregues (Fiat Uno) darão apoio às ações na área de gestão dos Consórcios Intermunicipais de Saúde.

Cobertura

Em 2011, os micro-ônibus realizaram 110 mil viagens, transportando 1,8 milhão de pessoas entre pacientes e acompanhantes aos diversos estabelecimentos de saúde localizados em Minas Gerais.

Desde a criação do programa, em 2005, o Governo de Minas já entregou 499 micro-ônibus para 47 Consórcios Intermunicipais de Saúde, cobrindo 524 municípios e beneficiando 8,1 milhões de pessoas no Estado. O investimento total foi de R$ 98 milhões de recursos do Tesouro estadual.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas firma parceria com Ministério da Saúde para produção de nova vacina

 

BRASÍLIA (18/01/12) – O Governo de Minas, por meio da Fundação Ezequiel Dias (Funed), assinou nesta quarta-feira (18), em Brasília, acordo com Ministério da Saúde para produção da nova vacina, a heptavalente. A vacina será desenvolvida em conjunto pelos laboratórios Funed, Instituto Butantan e Fiocruz/Bio-manguinhos, num período máximo de cinco anos. A tecnologia envolvida é resultado de um acordo de transferência entre o Ministério da Saúde, por meio da Fiocruz, e o laboratório Sanofi.

A vacina permitirá prevenção de sete doenças: difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, meningite C, poliomielite e influenza tipo B. Cada laboratório ficará responsável pela combinação dos seguintes componentes vacinais: Meningite C-Vacina Adsorvida Meningocócica C Conjugada, sob responsabilidade da Funed; difteria, tétano e pertussis, e Vacina Adsorvida contra Hepatite B (recombinante) – produção sob responsabilidade do Butantan; IPV: Vacina de Poliomelite Inativada, Hib: Vacina contra Haemophilus Influenzae Tipo B sob responsabilidade da Fiocruz.

De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, a Funed é referência no mercado brasileiro na produção de medicamentos e soros, na pesquisa em saúde pública e nas ações de vigilância sanitária, epidemiológica e ambiental. “A produção da vacina em conjunto com os demais laboratórios demonstra a importante contribuição de Minas para o atendimento das necessidades do Programa Nacional de Imunização (PNI), reafirmando a importância da Funed para a construção da saúde pública”, falou.

O desenvolvimento da vacina heptavalente será realizado em etapas, com as atividades, metas e cronograma no Plano de Trabalho com prazos e responsabilidades para cada um dos laboratórios envolvidos. A partir da assinatura, em até um mês, será criado o Comitê Técnico-Científico para o desenvolvimento das etapas de trabalho, com a participação do Butantan, Fiocruz e Funed.

“As vacinas combinadas possuem vários benefícios, entre eles o fato de reunir, em apenas uma injeção, vários componentes imunobiológicos”, falou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: secretaria de Saúde firma parceria para criação de residência médica

BELO HORIZONTE (19/12/11) – Em reunião realizada nesta segunda-feira (19), o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, formalizou a parceria de implantação da Residência Médica em Urgência e Emergência na Macro Norte. Estavam presentes no encontro o reitor da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), João Canela, o coordenador médico do Samu Macro Norte, Enius Freire Versiani, representantes do Hospital Universitário Clemente de Faria, dentre outras autoridades.

Segundo Antônio Jorge, “este curso tem como objetivo aprimorar a capacidade dos profissionais envolvidos no atendimento dos pacientes, ampliando, assim, a eficiência dos diagnósticos, os gastos com internações e os procedimentos desnecessários”, explica.

Segundo João Canela, o investimento inicial de R$ 440 mil, repassado pelo Governo de Minas, irá permitir com que a universidade oferte, já para o primeiro semestre de 2012, seis vagas. “A turma irá estagiar no Samu Macro Norte, uma vez que é fundamental para que os profissionais conheçam a gestão hospitalar. Todos sairão ganhando com essa parceria: alunos, Samu e pacientes”, acrescentou. O curso, coordenado pela Unimontes, em parceria com Hospital Aroldo Tourino e Hospital Santa Casa, é pioneiro no Estado e tem duração de três anos. Para os próximos anos a expectativa é que sejam ofertados até 18 vagas.

O secretário aproveitou também para anunciar o repasse de R$ 3 milhões para a construção de 20 leitos de UTI no Hospital Universitário Clemente Faria.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Secretaria de Saúde firma parceria para criação de residência médica

BELO HORIZONTE (19/12/11) – Em reunião realizada nesta segunda-feira (19), o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, formalizou a parceria de implantação da Residência Médica em Urgência e Emergência na Macro Norte. Estavam presentes no encontro o reitor da  Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes),João Canela, o coordenador médico do Samu Macro Norte, Enius Freire Versiani, representantes do Hospital Universitário Clemente de Faria, dentre outras autoridades.

Segundo Antônio Jorge, “este curso tem como objetivo aprimorar a capacidade dos profissionais envolvidos no atendimento dos pacientes, ampliando, assim, a eficiência dos diagnósticos, os gastos com internações e os procedimentos desnecessários”, explica.

Segundo João Canela, o investimento inicial de R$ 440 mil, repassado pelo Governo de Minas, irá permitir com que a universidade oferte, já para o primeiro semestre de 2012, seis vagas. “A turma irá estagiar no Samu Macro Norte, uma vez que é fundamental para que os profissionais conheçam a gestão hospitalar. Todos sairão ganhando com essa parceria: alunos, Samu e pacientes”, acrescentou. O curso, coordenado pela Unimontes, em parceria com Hospital Aroldo Tourino e Hospital Santa Casa, é pioneiro no Estado e tem duração de três anos. Para os próximos anos a expectativa é que sejam ofertados até 18 vagas.

O secretário aproveitou também para anunciar o repasse de R$ 3 milhões para a construção de 20 leitos de UTI no Hospital Universitário Clemente Faria.

Fonte: Agência Minas

Comitiva da Secretaria de Saúde de Minas participa de simulação durante viagem à França

Secretário assiste os exercícios que caracterizam o Plan Rouge

Secretário assiste os exercícios que caracterizam o Plan Rouge

Um hospital desativado, localizado em Dreuix, cidade a 80 km a oeste de Paris, foi cenário, nesta quinta-feira (27), de uma simulação de enfrentamento para três tipos de catástrofes: um incêndio, um ato terrorista e um acidente químico.

A comitiva mineira, liderada pelo secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, participou, como observadora, dos exercícios que caracterizam o Plan Rouge. Este é um plano de defesa que reúne, de forma articulada, todas as forças – Corpo de Bombeiros, Samu, Polícia Militar, Defesa Civil e outros – para uma resposta integrada.

O local da suposta catástrofe é demarcado. Nele são definidas três áreas: a quente, onde é registrada a ocorrência, a morna, com pacientes potencialmente graves, e a fria, onde ficam estacionadas as ambulâncias para a remoção dos pacientes.

Na área quente é montado um Posto Médico Avançado (PMA), onde são feitos os primeiros atendimentos e a triagem dos pacientes que precisam ser encaminhados para os Serviços de Urgência da região. Em caso de suspeita de contaminação química e ou bacteriológica, depois do PMA, é montada uma barraca de descontaminação. Uma central de regulação é montada em outra tenda e nela os supostos pacientes são classificados para o encaminhamento ao hospital adequado a cada caso.

Plan Blanc

A partir daí entra em ação o Plan Blanc. Trata-se da preparação de cada um dos Serviços de Urgência para fazer frente à assistência de um grande número de pacientes removidos e que precisam de cuidados urgentes de saúde durante o enfrentamento de uma catástrofe.

A simulação envolveu profissionais do Samu francês, Polícia Militar (Gendarmerie), Corpo de Bombeiros, Cruz Vermelha, voluntários, estudantes de Medicina e Comunicação Social, além de organizações como a Le Transmiteurs, formada por médicos aposentados que participam da formação de jovens profissionais. Nela as supostas vítimas foram atendidas com os mesmos protocolos clínicos, insumos e equipamentos que seriam utilizados em um cenário real.

Além de preparar os profissionais de forma mais eficiente, o simulado serviu como processo de avaliação dos estudantes de Medicina e Comunicação Social. Nesta avaliação, foram determinantes para a nota final dos acadêmicos de Medicina a priorização das ações, a gestão da crise, a integração dos serviços e a ficha médica. Os estudantes de Comunicação Social foram divididos em treze equipes: cinco de televisão, quatro de rádio e outras quatro de jornalismo impresso.

O coordenador de Urgência e Emergência da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Rasível dos Reis Júnior, lembra que para cada força há um papel definido: antes do PMA, os oficiais da Polícia Militar isolam o local e garantem a segurança, enquanto oficiais do Corpo de Bombeiros e membros da Cruz Vermelha identificam as vítimas, profissionais do Samu avaliam e o médico regulador classifica o risco, para que o paciente possa ser encaminhado para o hospital correto.

“A ficha de identificação com código de barras é determinante para o sucesso da classificação do risco do paciente quando ele é atendimento dentro PMA. Garante segurança e agilidade no atendimento”, assegura o coordenador.

Ao fazer um balanço da missão à França, o secretário Antônio Jorge diz que o próximo passo é a elaboração de um plano de ação, feito a partir do documento de cooperação assinado, nesta semana, entre o Governo de Minas e o Hospital Universitário de Rouen.

“Também pretendemos identificar os profissionais que deverão se tornar multiplicadores da experiência francesa no enfrentamento de catástrofes em Minas Gerais. Pretendemos levar este conhecimento aos hospitais e à rede de urgência e emergência”, adianta o secretário. Segundo ele, está previsto um treinamento em território mineiro, feito pelos profissionais franceses e, ainda, o acesso aos equipamentos usados no exercício de simulação. “É necessário também que seja colocada em discussão a legislação e o papel de cada entre envolvido no enfrentamento de catástrofes”, finalizou o secretário.

Experiências de êxito

O modelo francês já foi aplicado com êxito em eventos recentes como o ataque terrorista, ocorrido na França em 2001. Naquele momento, várias pessoas receberam cartas com um pó semelhante ao Antrax. Outra experiência de êxito ocorreu no enfrentamento da epidemia de SARS, registrada em 2003. Deste último episódio ficou a certeza da importância do atendimento pré-hospitalar, que ajuda a evitar a contaminação da população.

Ao contrário dos Estados Unidos, onde os pacientes são levados para dentro dos hospitais, na França faz-se intervenção no local da catástrofe. A triagem dos pacientes é feita no posto médico avançado. Assim, os pacientes são encaminhados para os hospitais certos, o que evita filas.