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Governo Anastasia: encontro na Escola de Saúde discute atenção à saúde materna

Redes de saúde integrada são apresentadas como uma das formas da humanização da saúde

Marcos Pereira
Profissionais discutem melhoras para o programa Rede Viva Vida/Programa Mães de Minas
Profissionais discutem melhoras para o programa Rede Viva Vida/Programa Mães de Minas

O Grupo interinstitucional de políticas de humanização (GIPH) da secretaria de estado de saúde de Minas Gerais (SES-MG) promoveu uma reunião, na escola de saúde pública de Minas Gerais (ESP-MG), terça-feira (17), com o objetivo de discutir a articulação entre a Rede Viva Vida/Programa Mães de Minas e a Política Nacional de Humanização. Trata-se de um fórum de discussão sobre as políticas de humanização no estado, com a presença de profissionais das secretarias municipais e das superintendências e gerências regionais de saúde.

O encontro contou com palestra do pediatra e assessor de normalização da atenção à saúde da SES-MG, Marco Antônio Bragança de Matos, que apresentou as redes de atenção integrada, como estratégia de humanização da saúde. “A humanização só será uma realidade quando a saúde gerar valor ao usuário e tiver como foco a sua satisfação. O cumprimento de metas e portarias deve levar em conta esses aspectos”, afirma.

Segundo o assessor, o aumento dos casos de doenças crônicas e seus fatores de risco, como tabagismo, sobrepeso, sedentarismo, uso excessivo de álcool e outras drogas e alimentação inadequada, traz novos desafios para os profissionais de saúde. “É preciso criar formas de enfrentamento mais incisivas, sempre levando em consideração as necessidades do paciente”, pontua.

Nesse contexto, a Rede Viva Vida/Programa Mães de Minas apresenta um papel fundamental. “A atenção à saúde materna deve ser pensada de forma integrada, sendo organizada a partir das necessidades das pacientes e auxiliando na fixação e continuidade da assistência”, acredita Marco Antônio.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/encontro-na-escola-de-saude-discute-atencao-a-saude-materna/

Gestão da Saúde: Secretaria de Saúde lança Programa Estadual de Combate ao Câncer de Mama

A partir de agora, o controle do câncer de mama no Estado estará focado em três pontos chaves

Carlos Alberto/Imprensa MG
Antônio Jorge de Souza Marques destacou que 25% das mortes poderiam ser evitadas
Antônio Jorge de Souza Marques destacou que 25% das mortes poderiam ser evitadas

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) lançou, nesta quinta-feira (12), novas ações no controle do câncer de mama. A nova proposta está baseada em uma mudança no modelo de controle da doença.

A partir de agora, o controle do câncer de mama estará focado em três pontos chaves: ampliar a faixa etária prioritária para 45 a 69 anos, facilitar acesso à mamografia e agilizar a definição diagnóstica, com objetivo de iniciar rapidamente o tratamento do câncer de mama. Como consequência, espera-se melhorar o prognóstico da doença nas mulheres mineiras.

Uma vez diagnosticado precocemente e tratado a tempo, o câncer de mama apresenta 95% de chances de cura. Apesar disso, a taxa de mortalidade da doença cresceu nos últimos anos em Minas Gerais. Em 2009, ocorreram 1.071 óbitos por câncer de mama e a taxa bruta de mortalidade foi de 10,6 óbitos por 100.000 mulheres mineiras. Para 2011, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que serão 4.250 mulheres com a doença e a taxa bruta de incidência será de 41 casos novos por 100.000 mineiras.

“Cerca de 25% das mortes poderiam ser evitadas. As taxas elevadas são, muito provavelmente, a consequência de um diagnóstico tardio da doença, quando o câncer está em estágios avançados, dificultando o tratamento”, explicou o secretário de Saúde de Minas Gerais, Antônio Jorge de Souza Marques.

Segundo Antônio Jorge, o programa possui uma preocupação muito grande com a informação e a mobilização. “Os exames, o tratamento estão aí, mas é preciso que as mulheres saibam disso, conheçam os seus direitos. Por isso, a presença e a atuação dos meios de comunicação social são importantes. Precisamos mobilizar, convencer às mulheres a realizar o exame”, disse.

Roberta Zampete, apresentadora do programa Brasil das Gerais, da Rede Minas, convidada a falar em nome dos jornalistas presentes, disse acreditar no papel da imprensa como veículo de melhoria da vida dos outros. Isto porque, segundo ela, “o compromisso primordial da imprensa é em alertar às pessoas. Levar informações e divulgar direitos e comportamentos”.

Para a presidente da Instituição Flávio Gutierrez, Ângela Gutierrez, o mais importante é indicar os caminhos ao cidadão. “Precisamos sempre de iniciativas que alertem, que relembrem e que colaborem. O câncer de mama é uma doença que assusta, mas que pode ser vencida”, completou.

Experiências

Elza Figueiredo Coutinho conhece de perto a realidade de mulheres que tiveram a doença. Ela reconhece que o mais importante é acreditar que é possível viver após o câncer e tratar-se imediatamente.

“Minha bisavó, minha avó, minha mãe e eu tivemos câncer de mama. Todas nós lutamos contra o câncer, mas nenhuma morreu dessa doença. Todas morreram de velhice, e eu também só aceito morrer de velhice. Isso significa que podemos vencer a batalha”, contou.

Rosa Maria Abreu Duarte também vivenciou a luta contra o câncer. “É difícil acreditar que está acontecendo com a gente. Depois é difícil mais ainda crer que podemos nos curar. Mas eu sempre digo que nada na vida da gente acontece por acaso. Agora estou aqui para conscientizar às mulheres de que o que me salvou foi o diagnóstico precoce, foi fazer mamografia”, disse.

Segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Aline Chaves, o mais importante é conscientizar às mulheres sobre a prevenção. “O tratamento no estágio avançado é mais doloroso e tóxico para o paciente e é mais caro para o estado”, completou.

O presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia/Regional Minas Gerais, João Henrique Pena Reis, elogiou a estratégia inovadora do Governo de Minas, pois “a partir de agora, podemos falar em enfrentar a doença na linha de frente”, disse.

Desburocratização

Até agora, o acesso à mamografia de rastreamento é realizado por meio de uma requisição, que é entregue à mulher após uma consulta médica. A partir de agora, a mulher não necessitará mais ir previamente ao médico para receber uma requisição, e poderá solicitar um formulário em qualquer Estabelecimento de Saúde Pública, como as Unidade Básicas de Saúde (UBS) e Centros Viva Vida de Referência Secundária.

Segundo o secretário Antônio Jorge, a medida pretende desburocratizar o acesso às mamografias no Estado “A população de mulheres mineiras com idade 45 a 69 anos é de 2.397.315, destas 1.753.932 são SUS dependentes. Portanto, o impacto desta política será imenso. Todas elas terão direito a realizar o exame”, disse.

Diagnóstico facilitado

Após os laudos, os exames deverão ser enviados para a Unidade de Saúde de referência indicada na requisição. Para facilitar a definição diagnóstica do câncer de mama foi criado um sistema de classificação que estabelece o fluxo e a prioridade no atendimento das mulheres em função dos resultados encontrados.

Todos os resultados do exame de mamografia deverão, assim, ser disponibilizados com os adesivos informando a classificação do exame e o procedimento a ser realizado. Nos casos de diagnósticos que apresentam cerca 70% chance de confirmação de câncer de mama, as pacientes serão encaminhadas para as unidades Centro Viva Vida de Referência Secundária ou para outras unidades de referência.

Em casos de resultado benigno, a mulher deve ser orientada a realizar da mamografia semestralmente. Já aquelas que apresentarem resultado normal, serão orientadas a realizar a mamografia a cada dois anos.

“A estratégia de classificar os estágios da doença é importante para agilizarmos o início de tratamento da mulher com o câncer de mama. Hoje, 29% das mulheres que recebem um diagnóstico de câncer já o recebem em estágios avançado. O objetivo do programa é evitar isso”, explicou Antônio Jorge.

O presidente do Colegiado de Secretários Municipais de Saúde (Cosmes/MG), Mauro Junqueira, disse que o programa possibilitará que “as mulheres tenham acesso ao tratamento logo que descobrirem a doença, pois isso será determinante no processo de cura”.

O presidente da comissão de saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Carlos Mosconi, também elogiou a iniciativa. “É uma política altamente favorável, inovadora e moderna”, finalizou.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretaria-de-saude-lanca-programa-estadual-de-combate-ao-cancer-de-mama/

Gestão Anastasia: Rede Mais Vida assegura assistência integral a idosos em Minas

Programa proporciona acesso a atendimento médico multidisciplinar para população acima de 60 anos
Débora Ozório/Secom MG
Maria José recebeu atendimento com equipe multidisciplinar
Maria José recebeu atendimento com equipe multidisciplinar

Médicos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, fonoaudiólogos, farmacêuticos, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais. Esses foram os especialistas que atenderam a dona de casa Maria José Castro Sena, 79 anos, no Centro Mais Vida de Atenção ao Idoso, localizado no Hospital das Clínicas, em Belo Horizonte.  O centro é um dos pontos da Rede Mais Vida de Atenção ao Idoso, criada pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) para garantir qualidade de vida à população de 60 anos ou mais. Os trabalhos são realizados pelas equipes de Atenção Primária à Saúde (APS).

O programa foca na estruturação em rede macrorregional de atenção à saúde da população idosa, por meio de um sistema de interação capaz de proporcionar aumento nos anos de vida dos idosos mineiros e de manter a capacidade funcional e a autonomia deles.

Segundo a coordenadora Estadual de Atenção à Saúde do Idoso, Eliana Bandeira, o objetivo é implantar uma rede de atenção à saúde da população idosa, por meio de um sistema articulado e integrado, que assegure os princípios do SUS de equidade, universalidade e integralidade. “As ações do Programa Mais Vida incluem a descentralização da assistência, por meio da implantação dos Centros Mais Vida, a organização da rede e a capacitação dos profissionais da Atenção Primária à Saúde para a atenção à Saúde do Idoso”, afirma Eliana.

Atendimento humanizado

Dona Maria José Castro Sena se queixava de pressão alta, depressão e problemas ortopédicos. Orientada pela filha Ana Maria Castro Sena, ela procurou o Centro Mais Vida na capital mineira, onde são realizados diversos exames, voltados às partes física, psíquica, social, de humor e dos hábitos alimentares, entre outros.

“Como tenho dificuldades para andar, complica muito ter que me deslocar para ser atendida em outros hospitais. Aqui, recebo todo o atendimento necessário, tudo no mesmo lugar. É ótimo”, destaca Maria José. Ela lembra, ainda, o conforto oferecido pelo centro, com cadeiras confortáveis, lanches em todos os períodos e atendimento exclusivo.

Após ser atendida, Maria José recebeu um plano de cuidados com todos os diagnósticos e as intervenções indicadas: ações preventivas, curativas, paliativas e reabilitadoras. O plano é encaminhado, também, para a Unidade de Saúde de origem do idoso, onde ele é, posteriormente, acompanhado.

“Aqui, o acesso à saúde é fácil. Saímos daqui com os exames marcados, encaminhamentos feitos e os exames de rotina são realizados rapidamente”, elogia Ana Maria, filha de Maria José que acompanha a mãe em todas as visitas aos médicos.

Três cidades já têm Centros Mais Vida

Atualmente, três cidades contam com o Centro Mais Vida (CMV): Belo Horizonte, Montes Claros e Juiz de Fora. Todos eles oferecem assistência especializada por equipe multidisciplinar de saúde encaminhada pelos profissionais da Rede.

Na unidade do CMV do Hospital das Clínicas, cerca de 600 pacientes são atendidos mensalmente, de acordo com dados da Coordenadoria Administrativa. Os exames mais realizados são de osteoporose, eletrocardiograma, vitamina B12, Hemograma, urina rotina e tomografia computadorizada, sendo que todos eles obedecem à carteira de serviços disponibilizada pela SES, de acordo com a necessidade de cada idoso.

Para ter acesso ao serviço, os pacientes devem, antes, passar pelas unidades básicas ou pelas equipes do Programa de Saúde da Família (PSF), como explica coordenador médico do CMV, Edgar Nunes de Moraes, que também é professor adjunto do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Minas Gerais e especialista em geriatria. “É importante ressaltar que o idoso precisa ser encaminhado ao Centro Mais Vida através de algum Centro de Saúde e que não são marcadas consultas diretamente. Ele deve ser encaminhado via Central de Marcação de Consultas Municipal”, esclarece.

No dia da consulta, o idoso deverá comparecer com acompanhante, levando todas as receitas médicas, medicamentos em uso, relatórios médicos e todos os exames complementares, inclusive radiografias. “O Centro Mais Vida é uma retaguarda da atenção secundária para a atenção primária. A integração com os municípios é importante para a vinda e a volta do paciente. Estimamos que 20% desses idosos sejam de alta complexidade. O centro amplia e valoriza o atendimento ao idoso na capital, com toda a parte de reabilitação necessária”, explica Edgar Nunes.

Em Belo Horizonte, o Centro Mais Vida faz parte da Rede Mais Vida, financiada com recursos do Tesouro estadual, em parceria

com a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte e o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG).

Cerca de 11% da população mineira é idosa

Segundo dados do IBGE, existem atualmente, em Minas Gerais, 2,2 milhões de idosos, o que representa 11,06% da população total do Estado. Essa população gera diversas demandas para o SUS e exige a implantação de novos modelos e métodos.

De acordo com a Coordenadoria Estadual de Atenção ao Idoso da SES, o Centro Mais Vida de Belo Horizonte tem como meta atender 22 mil idosos por ano. Já para os Centros localizados em Juiz de Fora e em Montes Claros, a meta é de 12 mil pacientes/ano.

Na área da saúde, o Estado está dividido em 13 macrorregiões sanitárias e cada Centro Mais Vida funcionará como referência de atenção secundária para a rede macrorregional. Por enquanto são três redes, mas a meta é que até 2014 todas as macrorregiões de Minas possuam uma rede integrada de atenção à saúde do idoso, a Rede Mais Vida, atendendo a 100% da população idosa.

Eliana Bandeira, coordenadora Estadual de Atenção ao idoso, destaca que os Centros Mais Vida não são focados nas doenças, mas em ajudar os idosos a reconquistarem sua independência para as tarefas do cotidiano. “Ao garantir a independência funcional dos idosos, proporcionamos uma melhor qualidade de vida para eles”, ela explica.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/rede-mais-vida-assegura-assistencia-integral-a-idosos-em-minas/

 

Governo de Minas: Secretaria de Saúde define Rede de Resposta Hospitalar das macrorregiões Nordeste e Jequitinhonha

Serão destinados R$ 22 milhões para custeio complementar das equipes de Urgência e Emergência dos hospitais

Lineu Cardoso/SRS Teófilo Otoni
O Hospital Santa Rosália de Teófilo Otoni é de nível I, sendo também referência em IAM
O Hospital Santa Rosália de Teófilo Otoni é de nível I, sendo também referência em IAM

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) definiu os nomes dos 23 hospitais que farão parte da Rede de Resposta Hospitalar às Urgências e Emergências das macrorregiões Nordeste e Jequitinhonha. O Governo de Minas destinará, neste ano, R$ 22 milhões de incentivo financeiro para o custeio complementar das equipes de Urgência e Emergência dos hospitais.

Para compor a rede, foram definidos 13 hospitais de nível IV e oito hospitais de nível III. Já o hospital Santa Casa de Caridade de Diamantina será referência de nível II e de nível I (Infarto Agudo do Miocárdio – IAM), e o hospital Santa Rosália de Teófilo Otoni será nível I, sendo também referência em IAM.

Já os hospitais Vale do Jequitinhonha de Itaobim, São Vicente de Turmalina e Deraldo Guimarães de Almenara, que foram inicialmente classificados como nível III, poderão ser níveis II assim que estiverem em funcionamento pelo menos dez leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nas instituições. Por sua vez, o hospital Ester Faria de Almeida (Hefa) de Pedra Azul e o hospital Nossa Senhora dos Anjos de Itambacuri, classificados como nível IV, serão reclassificados para nível III assim que atenderem às exigências do novo nível e tiverem uma validação do Comitê Gestor da Rede.

O superintendente Regional de Saúde de Teófilo Otoni, Ivan Santana, ressaltou o empenho da SES para que fosse implantada a rede na região. “Diante de todo empenho e investimento aplicados na Rede de Urgência e Emergência, vejo com um olhar diferenciado que a rede contribuirá para o acesso do usuário ao serviço prestado, permitindo ofertar um serviço de qualidade à população e, sobretudo, uma resposta do Governo de Minas, que não tem medido esforços para atender as necessidades de todo o vale do Mucuri, São Mateus e Jequitinhonha”, disse.

A gerente regional de Saúde de Pedra Azul, Djanira Araújo, reforçou que a rede visa organizar os serviços de urgência e emergência na região. “O Governo de Minas vem, ao longo do tempo, fazendo uma organização de serviços em saúde de relevância e atendendo aos vários níveis desta organização, com planejamento e responsabilidade. Um exemplo disso é a visão do governo em investir na construção de uma Rede de Urgência e Emergência nas macrorregiões Nordeste e Jequitinhonha. Tenho convicção de que com o funcionamento da rede teremos um crescimento dessas regiões, de maneira a otimizar os trabalhos de urgência e emergência”, defendeu.

Classificação dos hospitais

Os níveis dos hospitais variam de I (maior complexidade) a IV (menor complexidade). Os hospitais de nível IV devem estar situados em áreas de vazios assistenciais que estejam acima de 60 minutos de uma referência hospitalar microrregional. Já os hospitais de nível III cobrem uma área com mais de 100 mil habitantes, enquanto o hospital de nível II cobre uma área superior a 200 mil habitantes.

Já os hospitais macrorregionais de nível I são classificados como de referência em trauma (atende uma população acima de 1 milhão de habitantes), referência em doenças cardiovasculares (referência populacional acima de 600 mil habitantes), referência ao acidente vascular cerebral (população acima de 600 mil habitantes) e o hospital polivalente (atende população acima de 1 milhão de habitantes).

Definição dos hospitais

Nível IV

Itamarandiba – Hospital Municipal Geraldo Ferreira Gandra

Serro – Casa Caridade Santa Tereza

Capelinha – Hospital Municipal São Vicente De Paula Capelinha

Minas Novas – Fundação Minas Novas Hospital Doutor Badaró Junior

Felisburgo – Hospital De Felisburgo

Jacinto – Hospital Bom Pastor

Jequitinhonha – Hospital São Miguel

Medina – Hospital Santa Rita

Padre Paraíso – Hospital Nossa Senhora Mãe Da Igreja De Padre Paraíso

Itambacuri – Hospital Nossa Senhora Dos Anjos De Itambacuri

Malacacheta – Hospital Municipal Dr Carlos Marx

Novo Cruzeiro Hospital São Bento De Novo Cruzeiro

Pedra Azul – Hospital Ester Faria De Almeida

Hospital Especializado Nível III

Diamantina – Hospital De Nossa Senhora Da Saúde

Águas Formosas – Hospital São Vicente De Paulo De Águas Formosas

Araçuaí – Hospital São Vicente De Paulo Araçuaí

Nanuque – Hospital E Pronto Socorro Municipal Renato Azeredo

Teófilo Otoni – Hospital Municipal Dr Raimundo Gobira

Turmalina – Hospital São Vicente Turmalina

Almenara – Hospital Deraldo Guimarães

Itaobim – Hospital Vale Do Jequitinhonha

Hospital Especializado Nível II + Nível I (IAM)

Diamantina – Santa Casa De Caridade

Hospital Especializado Nível I + Nível I (IAM)

Teófilo Otoni – Hospital Santa Rosália

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretaria-de-saude-define-rede-de-resposta-hospitalar-das-macrorregioes-nordeste-e-jequitinhonha/

Gestão da Saúde: Caravana Mães de Minas promove ações em Belo Horizonte

As mães participaram de oficinas e atividades de formação e sensibilização voltadas ao acompanhamento da gravidez e da criança

Henrique Chendes/SES-MG
Além das gestantes, também participam das ações mães com crianças até um ano de idade e familiares
Além das gestantes, também participam das ações mães com crianças até um ano de idade e familiares

A Caravana Mães de Minas desembarcou, neste final de semana, em Belo Horizonte e reuniu futuras mamães que participaram de diversas oficinas e atividades de formação e sensibilização voltadas ao acompanhamento da gravidez e da criança. O evento aconteceu na Escola Municipal Isaura Santos, no Barreiro.

Além das gestantes, também participam das ações mães com crianças até um ano de idade e familiares. Os papais também participarem das oficinas, como foi o caso de Arnaldo Santos Machado, pai de um menino de 3 anos e de uma menina de 5 meses. “Acredito que mais que incentivar e cuidar das gestantes, o Mães de Minas oferece a oportunidade de conhecimento para se ter um melhor convívio com a família. Além das mães o programa incentiva também uma consciência paternal e contribui com experiências que consequentemente serão passadas aos filhos”, afirmou.

A Caravana Mães de Minas é um espaço composto por nove estandes, nos quais o público tem acesso ao cadastramento no 155;  oficina de aleitamento materno; oficina de cuidados com o bebê e com a gestante; oficina sobre o parto normal; oficinas de brinquedos; cabine de vídeo e foto; roda de memória e a exposição do “túnel da vida”.

O programa é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) para redução da mortalidade materna e infantil no Estado e Belo Horizonte foi a segunda cidade a receber a Caravana. A primeira foi Ribeirão das Neves. Outros 10 municípios vão participar da ação: Divinópolis, Juiz de Fora, Varginha, Diamantina, Governador Valadares, Montes Claros, Teófilo Otoni, Patos de Minas, Uberaba e Uberlândia.

A caravana

A Caravana é formada por uma equipe de 15 pessoas, entre técnicos da área de saúde, lideranças comunitárias e profissionais com experiência em trabalhos voltados para a mulher.

A oficineira e assistente social Launa Nara, conta que uma das maiores dúvidas e medos das gestantes tem a ver com o tipo de parto a ser adotado. “Muitas mães, principalmente as de primeira viagem, possuem muitas dúvidas sobre o parto normal, o parto cesárea e, também, sobre os procedimentos médicos. Procuro explicar que neste momento a gestante deve ficar tranquila e realizar o tipo de parto recomendado pelo médico. Acho que em cada oficina a minha função é quebrar os mitos e os medos das grávidas”, afirmou.

Muitas gestantes que esperam o segundo ou terceiro filho participam também da Caravana e, muito interessadas, anotam tudo o que é passado. Este foi o caso de Elaine Beatriz Marques que está grávida de cinco meses e aguarda ansiosamente a chegada do segundo filho. “As oficinas para mim foram maravilhosas. Muito do que aprendi irei utilizar com o meu segundo filho, como o uso correto das fraldas, a forma correta de dar o banho e o preparo da mamadeira. Aprendi muito e pretendo colocar tudo em prática.”

Divinópolis será a próxima parada da Caravana Mães de Minas, nos dias 13,14 e 15 de abril. O evento será das 9h às 17h30, no Ginásio Poliesportivo Vereador José Costantino Sobrinho, Rua do Chumbo,625, Bairro Niterói.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/caravana-maes-de-minas-promove-acoes-em-belo-horizonte/

Gestão da Saúde: profissionais de Minas estão reunidos para aprimoramento da técnica de diagnóstico da tuberculosp

Curso atualiza e padroniza a técnica de baciloscopia recomendada pelo Ministério da Saúde no diagnóstico laboratorial da tuberculose

Na semana em que se celebra o Dia Mundial de Combate à Tuberculose (24/03) mais de 100 profissionais de saúde de todo o Estado que trabalham no controle da doença estão reunidos em Belo Horizonte para um treinamento prático e teórico. O curso, realizado pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) – laboratório central de saúde pública do Estado de Minas (Lacen/MG) – tem como objetivo promover uma atualização e padronização da técnica de baciloscopia recomendada pelo Ministério da Saúde no diagnóstico laboratorial da tuberculose.

De acordo com um dos ministrantes do treinamento e responsável pelo diagnóstico em Tuberculose na Funed, Cláudio José Augusto, a técnica de baciloscopia é um exame de microscopia, de baixa complexidade, já utilizado atualmente por todos os laboratórios públicos do Estado, em amostras colhidas dos pacientes com suspeita da doença. “Ele é feito para diagnosticar a tuberculose. Na Funed, no entanto, são realizados outros exames, de maior complexidade que permitem identificar o tipo do bacilo causador da doença e a sensibilidade da bactéria ao medicamento adotado no tratamento”, explica Cláudio.

Segundo ele, até 2004, o diagnóstico da tuberculose era centralizado na Fundação. Mas com capacitação e investimento nos laboratórios de todo o Estado, a técnica de baciloscopia passou a ser feita nos próprios municípios. “A Fundação permanece como referência e responsável pelo controle da qualidade dos exames, mas a descentralização aproxima o diagnóstico do usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) e possibilita a atuação do Lacen-MG em atividades de maior complexidade, ampliando a oferta de outras metodologias. É um ganho para os serviços oferecidos à sociedade”, afirma.

Com o treinamento, a Funed espera descentralizar também a técnica de cultura – para identificação dos tipos de bacilos causadores da doença. Até então, segundo a chefe do Serviço de Doenças Bacterianas e Fúngicas, Marluce Aparecida Assunção Oliveira, a Funed realiza cerca de 250 exames de cultura para diagnóstico da tuberculose por mês. “Nossa expectativa é que até o final desta ano os cinco laboratórios macrorregionais – Montes Claros, Teófilo Otoni, Uberaba, Juiz de Fora e Pouso Alegre – possam também realizar a cultura. A Funed poderá concentrar seus esforços para aumentar o número de testes de sensibilidade às drogas”, afirma Marluce.

Durante as aulas, serão atualizadas informações sobre a situação epidemiológica e medidas de vigilância adotadas em Minas Gerais, no Brasil e no mundo para controle da doença, além de normas de biossegurança, coleta, acondicionamento e transporte de amostras e outras informações sobre a técnica de exame. O curso está sendo realizado na sede da Funed, no bairro Gameleira, de hoje (20/03) até quinta-feira (22/03).

Além da aula teórica realizada no primeiro dia, representantes de municípios do interior do Estado onde há maior incidência de Tuberculose como Varginha, Pouso Alegre, Nanuque, Vespasiano, Ribeirão das Neves, Santa Luzia e Lagoa Santa passarão por aulas práticas nos laboratórios da Fundação. As aulas serão ministradas pelo médico pneumologista da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES), Pedro Daibert Denavarro, e por funcionários da Funed – do Serviço de Doenças Bacterianas e Fúngicas e também do Serviço de Gerenciamento de Amostras Biológicas.

A doença

A tuberculose é causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões, mas pode atingir outros órgãos, como rins e ossos. A transmissão ocorre através do contato direto com gotículas de saliva de pessoas infectadas. Entre os principais sintomas estão: tosse seca e contínua no início da doença, cansaço excessivo, febre baixa geralmente à tarde, palidez, falta de apetite, fraqueza e prostração. Segundo o Ministério da Saúde, são notificados anualmente 85 mil novos casos no Brasil, sendo verificadas cerca de seis mil mortes por ano, o que coloca a tuberculose como a doença infecciosa que mais causa mortes em adultos.  De acordo com o Sistema de Informação de agravos de notificação (SINAN) em Minas, no ano passado, foram notificados 4.500 casos da doença e 160 óbitos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/profissionais-de-minas-estao-reunidos-para-aprimoramento-da-tecnica-de-diagnostico-da-tuberculose/

Governo de Minas: Secretaria de Saúde alerta para acidentes com animas peçonhentos durante as chuvas

 

 

BELO HORIZONTE (12/01/12) – Nesta época de chuvas é importante ficar atento e tomar cuidado para evitar acidentes com animais peçonhentos, aqueles que possuem glândulas de veneno interligadas a dentes ocos, ferrões ou aguilhões, por onde o veneno passa ativamente. Dados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) apontam que, em 2011, foram registrados mais de 19,4 mil casos de acidentes com esses animais, dos quais 46 levaram a óbito.

De acordo com a referência técnica em acidentes com animais peçonhentos da SES, Helenita Hatadani, os escorpiões, serpentes, aranhas, abelhas e lagartas são, respectivamente, os maiores vilões nessa época do ano. “Em casos de acidente é imprescindível saber quais são as medidas mais adequadas e também evitar algumas atitudes, tendo em vista que podem agravar o estado do acidentado”, alertou.

Escorpião e Aranhas

Em 2011, foram registrados 12.467 acidentes com esses aracnídeos. Eles possuem hábitos noturnos. A maioria dos acidentes ocorre quando não percebemos a presença deles. Os sintomas aparecem lentamente, entre 8 e 12 horas após o acidente. Podem surgir no local da picada: dor, queimação, inchaço, vermelhidão, endurecimento local, bolha e necrose (morte da área afetada pela picada).

Medidas preventivas: manter limpos quintais e jardins, não acumulando folhas secas, lixo e entulhos; colocar o lixo em sacos plásticos fechados, para evitar baratas e outros insetos; conservar camas e berços afastados, no mínimo dez centímetros da parede; evitar que roupas de cama toquem o chão; verificar calçados, roupas, toalhas e roupas de cama antes de usá-los; limpar periodicamente ralos de banheiro, cozinha e caixas de gordura; e usar telas nas aberturas dos ralos, pias e tanques.

Em caso de acidente, a SES orienta limpar o local com água e sabão; aplicar compressa morna no local; procurar orientação imediata e mais próxima do local da ocorrência do acidente (UBS, posto de saúde, hospital de referência); e, se for possível, capturar o animal e levá-lo ao serviço de saúde.

Acidentes com Serpentes

As serpentes foram responsáveis por 3.668 acidentes em 2011. Elas podem ser classificadas em dois grupos básicos: as peçonhentas, que são aquelas que conseguem inocular seu veneno no corpo de uma presa ou vítima, e as não peçonhentas, ambas encontradas no Brasil, nos mais diferentes tipos de habitat, inclusive em ambientes urbanos.

De acordo com a referência técnica em acidentes com animais peçonhentos da SES, Leonardo de Freitas, os acidentes mais frequentes acontecem com a cascavel e a jararaca. “Quando acontece um acidente desses, o primeiro passo é manter a calma. O segundo, procurar assistência médica especializada”, orientou.

Para acidentes com animas peçonhentos, as medidas preventivas são: usar botinas com perneiras ou botas de cano alto no trabalho, pois 80% das picadas atingem as pernas abaixo dos joelhos; usar luvas de couro nas atividades rurais e de jardinagem; não colocar as mãos em buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, utilizando para isso um pedaço de pau ou enxada; examinar os calçados; vedar frestas e buracos em paredes e assoalhos; limpar as proximidades das casas, evitando folhagens densas junto delas; e evitar acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção, entre outras.

Em caso de acidente, deve-se afastar o acidentado da serpente; mantê-lo em repouso, evitando correr ou que se locomova por seus próprios meios; manter o membro picado mais elevado do que o restante do corpo; limpar o local com água e sabão; monitorar sinais vitais (pressão arterial e frequência cardíaca); e levar o acidentado o quanto antes para um hospital ou serviço de saúde mais próximo.

Acidentes com Abelhas e Lagartas

Em 2011, foram 1.242 casos. Apesar da pouca incidência de óbitos (três óbitos) envolvendo esses animais, deve-se ficar atento às reações alérgicas e às chamadas queimaduras. A maioria dos casos tem evolução benigna. No entanto, o contato com lagartas do gênero Lonomia e um grande número de picadas de abelha pode causar manifestações sistêmicas com risco potencial de complicações e óbitos.

As medidas preventivas são: evitar contato com esses animais; cuidado ao manusear folhagens e ao colocar as mãos em caules de árvores; usar equipamentos de segurança ao manuseá-los, em caso de trabalho.

Em caso de acidentes, algumas medidas prévias à soroterapia devem ser adotadas, o mais cedo possível, após o acidente, como limpar o local com água e sabão; levar o acidentado para um hospital ou serviço de saúde mais próximo; identificar da lagarta causadora do acidente pode ajudar no diagnóstico, portanto, se for possível, levar a causadora ao centro clínico.

O que não fazer em caso de acidentes

Para que o problema não se agrave, o acidentado não deve amarrar ou fazer torniquete; não aplicar nenhum tipo de substância sobre o local da picada (fezes, álcool, querosene, fumo, ervas, urina) nem fazer curativos que fechem o local, pois podem favorecer a ocorrência de infecções; não cortar, perfurar ou queimar o local da picada; não dar bebidas alcoólicas ou outros líquidos, como álcool, gasolina e querosene, ao acidentado, pois não têm efeito contra o veneno e podem agravar o quadro.

Fonte: Agência Minas