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Gestão da Educação: programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar recebe inscrições para oficinas

Há vagas para educadores das áreas de Biologia, Física, Química, Ciências e Geografia

Professores do ensino fundamental e médio ainda podem se inscrever para as oficinas do Programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar (PAAE). Na capacitação “Oficinas de Análise e Elaboração de Questões de Múltipla Escolha’’, há vagas para educadores das disciplinas de Biologia/Ciências e Física/Ciências, Química/Ciências, Geografia e Educação Física. Os interessados devem fazer a inscrição pela internet, até o dia 23 de abril, no site https://www.educacao.mg.gov.br/imprensa/noticias/1555-programa-de-avaliacao-da-aprendizagem-escolar-paae.

As oficinas, a serem desenvolvidas pela Secretaria de Estado de Educação (SEE), serão realizadas na Magistra – Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores e ocorrerão nos dias 26 e 27 de abril e 3 e 4 de maio.

Nos dias do encontro, os professores irão analisar e elaborar questões/itens para a avaliação da aprendizagem do aluno nas diversas disciplinas que integram os Conteúdos Básicos Comuns (CBCs). Nas datas de abril, as oficinas se concentrarão nas disciplinas de Língua Portuguesa, Biologia/Ciências, Física/Ciências e Ciências. Já em maio, as oficinas vão contemplar as áreas de Geografia, Química/Ciências e Educação Física.

As questões elaboradas durante as oficinas poderão integrar o banco de itens da SEE e compor as avaliações do PAAE. Atualmente, o banco de itens da secretaria conta com mais de 50 mil questões disponíveis.

A confirmação da inscrição será feita por e-mail. Os professores receberão certificados pela participação integral nas oficinas. Mais informações sobre as oficinas podem ser obtida pelos telefones: (31) 3915-3598 e (31) 3915-3587.

Diagnóstico do ensino

O Programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar (PAAE) é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Educação. A iniciativa é um suporte didático para professores e gestores de escolas estaduais.

O PAAE disponibiliza as Avaliações Diagnósticas, Contínuas e da Aprendizagem Anual para as escolas estaduais de Ensino Médio. Essas avaliações possibilitam ao professor e à escola verificar as habilidades e competências adquiridas entre o diagnóstico inicial e final do ano letivo.

Por meio do Programa, as escolas geram provas de questões objetivas, diferenciadas em três níveis de dificuldade e vinculadas aos tópicos/habilidades dos CBCs que devem ser ensinados pelas escolas e aprendidos pelos alunos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/programa-de-avaliacao-da-aprendizagem-escolar-recebe-inscricoes-para-oficinas/

Gestão Eficiente: merenda escolar é tema de encontro realizado pelo Governo de Minas no Vale do Rio Doce

Com foco na alimentação saudável nas escolas, equipe de nutricionistas da Secretaria capacita cantineiras de Caratinga

Fotos de divulgação
Nutricionistas ensinam para responsáveis pela alimentação dos alunos boas práticasna hora do preparo
Nutricionistas ensinam para responsáveis pela alimentação dos alunos boas práticasna hora do preparo

Profissionais responsáveis pela alimentação nas escolas estaduais da superintendência de ensino de Caratinga, região do Vale do Rio Doce, participaram, nesta semana de um encontro de capacitação dado pela equipe de nutricionistas da Secretaria de Estado de Educação (SEE). Participantes envolvidos no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) receberam orientações sobre a elaboração do cardápio e a importância da merenda escolar. A capacitação foi realizada na Escola Estadual Maria Isabel Vieira e contou com a participação de 165 profissionais.

O evento, que começou na terça-feira (17) e terminou nesta quinta-feira (19), abordou também o tema higiene. Na capacitação, as nutricionistas reforçaram a necessidade de se manter tudo limpo, desde os instrumentos de trabalho, o ambiente, até a higiene pessoal. Mãos e uniformes sempre limpos, usar calçados fechados, cabelos aparados e protegidos com toucas ou redes são algumas ações que nunca devem ser esquecidas.

A Superintendência Regional de Ensino de Caratinga possui 24 municípios em sua jurisdição. Ao todo, 98 escolas da rede estadual são atendidas pela Superintendência.

Programa Nacional de Alimentação Escolar

O Programa Nacional de Alimentação Escolar garante, por meio da transferência de recursos financeiros, a alimentação escolar dos alunos de toda a educação básica matriculados em escolas públicas e filantrópicas.

O objetivo é atender as necessidades nutricionais dos alunos durante sua permanência em sala de aula, contribuindo para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem e o rendimento escolar dos estudantes, bem como promover a formação de hábitos alimentares saudáveis.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/merenda-escolar-e-tema-de-encontro-realizado-pelo-governo-de-minas-no-vale-do-rio-doce/

Governo de Minas: alunos da Rede Estadual de Educação descobrem um pouco de sua própria história no Circuito Cultural

O Projeto Circulando na Liberdade visa ampliar a relação entre educação e cultura e, consequentemente, o acesso aos espaços museais e culturais da cidade

A partir deste mês, 15 mil crianças, jovens e adultos dos ensinos fundamental e médio pertencentes a escolas da Rede Estadual de Belo Horizonte e da região metropolitana iniciam uma série de visitas ao Circuito Cultural Praça da Liberdade. Eles integram o Projeto Circulando na Liberdade, desenvolvido em uma parceria do Circuito com o Programa Escola Viva, da Secretaria de Estado de Educação, e o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). O objetivo do projeto é ampliar a relação entre educação e cultura e, consequentemente, o acesso aos espaços museais e culturais da cidade, fortalecendo nos estudantes e em seus familiares o sentido de pertencimento e reconhecimento da importância de preservação do patrimônio.

O Circulando na Liberdade atenderá 30 escolas localizadas em áreas de maior vulnerabilidade social e que, em sua maioria, encontram-se distantes do centro da capital. “Os alunos dessas escolas pouco conhecem além da sua própria comunidade. Como fazer com que essas crianças e jovens se apropriem da cidade e usem-na, no sentido de poderem circular, frequentar, conviver, criar e transformar se eles não sabem que esses espaços existem? Queremos que eles percebam a cidade onde vivem – isso é exercício de cidadania”, explica a coordenadora de ações educativas do Circuito Cultural, Mabel Faleiro.

O projeto será desenvolvido em várias etapas, que envolverão reuniões com diretores, especialistas e professores; elaboração dos projetos pelas escolas a partir de suas realidades e demandas, tendo-se como referência alguns eixos temáticos propostos pelos espaços; visitas ao Circuito Cultural; e encontros periódicos para realimentação dos trabalhos desenvolvidos.

Cabe lembrar que, ao longo do ano, todos os espaços do circuito serão visitados por todas as escolas integradas, que receberam recursos para o transporte das turmas, por meio do Projeto Escola Viva. “Queremos que essas crianças, jovens e adultos sejam tocados pela arte, ciência e conhecimentos aqui presentes, estabeleçam diálogos e se emocionem, ampliando seu olhar e sua convivência pessoal e social”, ressalta Mabel Faleiro.

Dentre as 30 instituições participantes, oito ainda terão seus projetos acompanhados de perto pelo Espaço TIM UFMG do Conhecimento, Museu Mineiro, Museu das Minas e do Metal e Memorial Minas Gerais – Vale. É o caso da Escola Estadual Coronel Juca Pinto, que já comemora a oportunidade. “Nossa escola precisava de um projeto para socializar os alunos e os pais. Eles não têm acesso a espaços culturais e precisam conhecer a cidade onde vivem”, diz a professora Elizabeth Magalhães Silva.

As visitas ao Circuito Cultural Praça da Liberdade ocorrerão até o mês de setembro, sendo os meses de outubro e novembro destinados às atividades de encerramento do projeto, quando ocorrerão as avaliações e exposições dos trabalhos desenvolvidos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/alunos-da-rede-estadual-de-educacao-descobrem-um-pouco-de-sua-propria-historia-no-circuito-cultural/

Gestão da Educação: em Escola Estadual de Poço Fundo, música faz parte da rotina dos alunos

Banda marcial, com mais de 70 estudantes, é atração do município

SEE / Divulgação
Estudantes incluem movimentos corporais à sua apresentação musical
Estudantes incluem movimentos corporais à sua apresentação musical

Uma parceria entre a Escola Estadual José Bonifácio, localizada em Poço Fundo, no Sul de Minas, e o Conservatório Estadual de Música Maestro Marciliano Braga inseriu a música na rotina dos alunos. A iniciativa tem apoio da Secretaria de Estado de Educação (SEE).

A escola tem uma banda marcial, que é um grupo de músicos instrumentais composta por pouco mais de 70 alunos, que incorporam movimentos corporais à sua apresentação musical. “Nós somos a única banda marcial da cidade. Fazemos apresentações em eventos da escola e do município”, ressalta a diretora da escola, Rita de Cássia Silva da Costa.

Além de uniformes coloridos, a banda marcial tem como diferencial a comissão de frente. Nas apresentações os estudantes mostram suas aptidões na ginástica rítmica, em coreografia que utilizam o bambolê, fita e bastão.

Para os alunos que desejam participar da banda, as portas estão sempre abertas. Além dos estudantes, também participam do grupo ex-alunos da escola, pais e professores. “Quanto mais a família estiver envolvida nas atividades da escola melhor será a educação”, afirma a diretora.

Integrante da banda desde que o grupo foi criado, em 2005, Leonardo Ramos de Paiva conta o que a experiência tem trazido inúmeros benefícios para sua vida. “Aprendi muita coisa sobe música e estou conhecendo diversos lugares. Além de aprender coisas novas todas as semanas”, afirma.  A escola também oferece aulas de flauta e violão para os alunos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/em-escola-estadual-de-poco-fundo-musica-faz-parte-da-rotina-dos-alunos/

 

Gestão da Educação: escolas estaduais já podem se inscrever para o Aprofundamento de Estudos

Na edição de 2012, serão ofertadas 100 mil vagas para alunos do ensino médio

Escolas da rede estadual de ensino que ofertam o ensino médio já podem se inscrever no Aprofundamento de Estudos, projeto da Secretaria de Estado de Educação (SEE). A iniciativa é voltada para os alunos do ensino médio e tem por objetivo incentivar o hábito de estudo em tempo integral e assim melhorar o desempenho em sala de aula e nas avaliações externas. As inscrições de alunos, turmas e professores que irão atuar no aprofundamento deverão ser feitas pelo diretor da escola por meio do link no site do projeto.

Para efetivação do cadastro, é necessário que as escolas formem turmas de no mínimo 25 alunos e no máximo 30. Além disso, os professores interessados em ministrar as aulas do projeto deverão ter, entre outras coisas, experiência pedagógica no desenvolvimento de atividades inovadoras, além de disponibilidade para participar de cursos de capacitação que poderão ser ofertados pela SEE.

As aulas do projeto serão ministradas no contraturno escolar do aluno. Porém, as escolas também poderão utilizar sextos horários para o desenvolvimento do projeto.

A superintendente de Desenvolvimento do Ensino Médio, Audrey Regina Carvalho Oliveira, ressalta a importância do Aprofundamento de Estudos para os estudantes da rede estadual de ensino. “O projeto é uma oportunidade especial para o jovem do ensino médio no sentido de oferecer-lhe a ampliação de conhecimento que lhe permitam prosseguir os estudos ou concorrer com seus pares com mais segurança”. Desde que foi criado, em 2006, quase 300 mil estudantes já foram atendidos pelo aprofundamento.

Em 2012, serão ofertadas 100 mil vagas aos alunos do ensino médio. Os conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática serão ofertados em todas as turmas. Além disso, poderão ser incorporadas mais três disciplinas de interesse dos alunos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/escolas-estaduais-ja-podem-se-inscrever-para-o-aprofundamento-de-estudos/

Gestão Eficiente: programa de qualificação profissional proporciona oportunidades no mercado de trabalho

Iniciativa oferece bolsas de estudos e capacita estudantes em Conselheiro Lafaiete e região

Marco Evangelista / Imprensa MG

Emerson Moreira Miranda, hoje técnico em informática, funcionário da ThyssenKrupp Elevadores, é ex-aluno do Programa de Educação Profissional (PEP), mantido pelo Governo de Minas por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE). A trajetória profissional de Emerson é exemplo para os alunos do programa, principalmente em Conselheiro Lafaiete, onde ele estudou.

A carteira de trabalho de Emerson, que atende aos clientes da ThyssenKrupp na região, foi assinada há dez meses. “Está sendo muito bom. Temos chance de crescimento na empresa e recebemos treinamento todo mês. Esperava conseguir uma vaga no mercado, mas não achei que seria em Conselheiro Lafaiete mesmo”, diz ele.

Emerson concluiu o PEP em 2010, passou por estágios e outros trabalhos, até que a própria escola o indicou para a vaga na empresa. “O PEP abre portas, foi excelente, tanto que já indiquei para várias pessoas. Hoje me considero bem empregado”, afirma.

O programa tem como objetivo principal oferecer educação profissionalizante gratuita de qualidade, criando, para os participantes, oportunidades reais no mercado de trabalho. Em Conselheiro Lafaiete, além do curso técnico em informática, estão em andamento pelo PEP os cursos técnicos em metalurgia, enfermagem, radiologia, saúde bucal, nutrição e dietética, segurança do trabalho, química, eletromecânica e instrumentação industrial, meio ambiente e logística, atendendo a 589 alunos.

Regina Maria de Avelar Teixeira, diretora pedagógica da Escola Técnica de Saúde, que ministra cursos na cidade desde 2008, destaca que o programa é um grande passo para a inserção no mercado de trabalho, mas também depende da vontade dos alunos. “Os cursos do PEP são excelentes, pois muitos não têm condições de pagar. É uma ajuda para que as pessoas se profissionalizem e a aceitação sempre foi ótima. Têm alguns alunos que desistem, mas, em contrapartida, temos aqueles que aproveitam ao máximo, valorizam o curso, dedicam-se, destacam-se e conseguem ótimos resultados, como um bom estágio, um emprego com carteira assinada. Eles aproveitam a chance que foi dada. E estes, são muitos”, relata.

Wilson Roberto de Paula ainda é aluno do curso técnico de metalurgia do PEP, mas já segue o mesmo caminho de Emerson. Ele comemora o novo emprego, na Gerdau em Ouro Branco, que fica a 23 km de Lafaiete. Depois de cinco meses de estágio na empresa, ele acaba de ser contratado. “A expectativa agora é de fazer um bom trabalho, crescer dentro da empresa e continuar estudando, quero fazer faculdade nessa mesma área”, comenta.

Ajuda para ingressar no mercado

Lorena Stuart mora em Congonhas, mas também cursa o PEP em Conselheiro Lafaiete. Ela soube do programa por meio de uma colega, aluna do curso. “Ela me recomendou e falou sobre as facilidades, por ser um curso gratuito e que ajudaria a ingressar no mercado de trabalho”, conta. A opção de Lorena foi pela radiologia e, no início deste ano, ela começou a estagiar na Policlínica de Congonhas. “Consegui o estágio por intermédio da escola e estou achando muito interessante essa parte mais prática. Depois de concluir o curso, pretendo buscar especializações, pois a radiologia é bem abrangente, e quero ter sucesso trabalhando na área. Estou muito feliz”, comemora.

A oferta de cursos técnicos pelo PEP em Conselheiro Lafaiete tem atraído estudantes de outras cidades como é o caso de Ana Paula Dias de Oliveira, que mora em Carandaí e se desloca todos os dias para Lafaiete. Aluna do curso de técnico em saúde bucal, ela já está tendo uma oportunidade no mercado de trabalho, como estagiária em uma clínica de odontologia. “O estágio vai ajudar bastante a desenvolver o que estou aprendendo nas aulas”, opina. Ana Paula entrou para o Programa de Educação Profissional depois de uma divulgação feita na escola em que ela estudava.

PEP VI

As aulas da sexta edição do Programa de Educação Profissional estão previstas ainda para este mês de abril. Em Conselheiro Lafaiete, foram disponibilizadas 381 vagas para os cursos técnicos em eletromecânica, estética, higiene dental, logística, meio ambiente, metalurgia, nutrição e dietética e segurança do trabalho. Em toda a região das Vertentes, 888 alunos serão beneficiados na nova edição.

Em todo o Estado, são 30 mil vagas apenas este ano. Desde o início do PEP, mais de 200 mil alunos foram beneficiados e o investimento total do Governo de Minas chega a R$ 569 milhões.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/programa-de-qualificacao-profissional-proporciona-oportunidades-no-mercado-de-trabalho/

Gestão da Saúde: escola estadual cria Projeto Cintura Fina para incentivar alimentação saudável entre alunos

Iniciativa estimula estudantes a mudarem os hábitos em favor de uma vida saudável

Divulgação
Alunos da Escola Monsenhor Francisco Miguel Fernandes mostram material do Projeto Cintura Fina
Alunos da Escola Monsenhor Francisco Miguel Fernandes mostram material do Projeto Cintura Fina

Na Escola Estadual Monsenhor Francisco Miguel Fernandes, no município de Rio Espera, Zona da Mata mineira, além das leituras e contas, os estudantes dos ensinos fundamental e médio discutem hábitos saudáveis de alimentação e incentivo à prática esportiva. A iniciativa faz parte do Projeto Cintura Fina, coordenado pelo Grupo de Desenvolvimento Profissional da escola ‘Atitude Faz a Diferença’.

Marcado por uma programação que vai até o mês de outubro, o projeto teve início com a discussão sobre a composição dos alimentos, a partir do livro e CD ‘MPN – Música Popular Nutritiva’, de Tânia Bicalho. “Utilizando um CD musical que fala sobre os nutrientes presentes nos alimentos, nós começamos a trabalhar a importância de cada um deles para o nosso corpo. Depois desse momento de identificação, os alunos do 6º ano fizeram uma pesquisa sobre os nutrientes e o resultado disso será divulgado em um painel na escola”, explica a professora de Ensino Religioso e uma das coordenadoras do projeto, Rita de Cássia Campos Miranda. Ela também é técnica em nutrição.

Com os primeiros estudos, já tem aluno com as informações nutricionais na ponta da língua. Esse é o caso de João Batista de Miranda Júnior, estudante do 6º ano do ensino fundamental, e um dos estudiosos dos alimentos e suas propriedades nutricionais. “Aprendi que a banana serve para dar energia ao nosso corpo e que a gente tem de fazer um ‘casamento’ em nosso prato, colocando verduras, legumes e frutas”, destaca o aluno de 10 anos.

Para a estudante do 6º ano do ensino fundamental Lúcia América Barbosa Pereira de Oliveira, o projeto é uma forma de chamar a atenção dos alunos para a importância de uma alimentação saudável. As discussões que começaram em sala também podem ir para o ambiente familiar. “O projeto é muito bom, porque mostra o que se deve comer ou não. Na minha casa, por exemplo, eu gosto de cenoura, alface e couve e sei que isso faz bem para o nosso corpo”, cita.

A professora comenta que o projeto estimula os estudantes a mudarem os hábitos em prol de uma vida saudável. “A alimentação é uma preocupação constante na rotina das pessoas. Seja para obter um estilo de vida saudável, para perder peso, ou melhorar a saúde. Contudo, uma nutrição adequada se preocupa com algumas questões importantes: o que, quando, quanto e como consumir os alimentos”, lembra a professora.

Mutirão de ações

As ações do Projeto Cintura Fina entram agora em uma segunda fase. Estudantes, professores e funcionários da escola já podem se inscrever para um trabalho de acompanhamento nutricional que deve durar cerca de sete meses. Em um primeiro momento, o trabalho prevê um registro dos hábitos alimentares dos participantes e uma palestra de uma nutricionista na escola. No segundo momento, a nutricionista vai elaborar um plano alimentar para os inscritos. “A elaboração do cardápio será para promover uma reeducação alimentar. Deve ser um cardápio com dicas de uma alimentação barata para que nossos alunos, professores e funcionários participantes possam seguir. Nessa acompanhamento, temos a expectativa de atender a 25 pessoas para que o trabalho possa ser feito com maior atenção”, detalha a professora.

Em outubro, está prevista a culminância do projeto, com a premiação do 1º, 2º e 3º participantes que conseguiram seguir a reeducação alimentar. E para não fugir da proposta do projeto, os participantes a serem premiados ganharão cestas contendo frutas, cereais em barra e em grãos, além da medalha.

Também na data da culminância, os alunos do 6º ano do ensino fundamental vão apresentar um livro com sugestão de reaproveitamento de alimentos. “Esse livro virá a partir de uma pesquisa de nossos alunos, que vão mostrar que muita coisa que jogamos fora em nossa alimentação pode ser reaproveitada. O talo da couve pode ser utilizado em um suco, a casca da melancia pode virar doce e também podemos comer a folha de beterraba!”, exemplifica a professora Rita de Cássia Campos Miranda.

Grupos de trabalhos

O Grupo de Desenvolvimento Profissional é composto por professores do ensino fundamental e médio, que se reúnem na escola para desenvolverem projetos dentro de seis eixos temáticos: Alfabetização e Letramento, Avaliação Educacional e Institucional, Desenvolvimento do Ensino (como ensinar melhor), Educação Ambiental, Educação Patrimonial e Feiras e Mostras de Cultura, Ciência e Tecnologia. Essas ações integram o Programa de Desenvolvimento Profissional da Secretaria de Estado de Educação (SEE).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/escola-estadual-cria-projeto-cintura-fina-para-incentivar-alimentacao-saudavel-entre-alunos/

Gestão da Educação: Superintendência Regional de Ensino de Juiz de Fora apresenta nova fase do Programa de Intervenção Pedagógica

O programa de acompanhamento pedagógico vai atender a escolas estaduais de 30 municípios da região

A Superintendência Regional de Ensino de Juiz de Fora, da Secretaria de Estado de Educação (SEE), realiza, nesta quarta-feira (11), um encontro com diretores, especialistas e inspetores das escolas estaduais, gestores municipais da área da educação e analistas educacionais para a apresentação das ações que começarão a ser desenvolvidas na segunda fase do Programa de Intervenção Pedagógica (PIP) nas escolas estaduais dos 30 municípios atendidos pela Superintendência.

O programa, desenvolvido junto aos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º), passa a expandir suas ações, a partir de 2012, para os últimos anos desse nível de ensino (6º ao 9º), o que irá permitir um maior acompanhamento da trajetória escolar do aluno. O evento será no auditório do Instituto Granbery (Rua Batista de Oliveira, nº 1145, bairro Granbery), às 13h.

A Superintendência Regional de Ensino Juiz de Fora faz o acompanhamento de 97 escolas estaduais que atendem ao universo de 26,3 mil alunos do ensino fundamental. Além das escolas estaduais, a superintendência acompanha o trabalho das escolas municipais presentes na região. A ideia é de uma aproximação cada vez maior entre as redes de ensino e o trabalho é de parceria, envolvendo os profissionais das redes municipais nas capacitações realizadas pela equipe do PIP.

A Superintendente de Desenvolvimento da Educação Infantil e Ensino Fundamental da SEE, Maria das Graças Pedrosa Bittencourt, vai participar do encontro e fará uma palestra sobre ‘A arte de liderar e construir excelência em educação’.

Acompanhamento na Escola

O lançamento oficial, para todo o Estado, da expansão das ações do Programa de Intervenção Pedagógica (PIP), ocorreu no dia 15 de fevereiro e foi feito pelo governador Antonio Anastasia e pela secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola. O PIP já atendia a 490 mil estudantes nos anos iniciais do ensino fundamental em todo o estado e, com a expansão, outros 857 mil também serão beneficiados.

Com um investimento inicial de R$13,6 milhões, a segunda fase do Programa conta com uma equipe central de 47 profissionais, que atuam na Secretaria de Estado de Educação, em Belo Horizonte, além de 480 especialistas que se dividem em equipes regionais, em todas as 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs).

Cada SRE também conta com um coordenador do Programa. O objetivo dos profissionais do PIP II é possibilitar que os estudantes assimilem os Conteúdos Básicos Comuns (CBCs), que representam o conjunto de habilidades trabalhadas em cada disciplina dos anos finais.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/superintendencia-regional-de-ensino-de-juiz-de-fora-apresenta-nova-fase-do-programa-de-intervencao-pedagogica/

Gestão da Educação: experiências pedagógicas mostram que planejamento e parcerias contribuem para um ensino de qualidade nas escolas

Resultados do programa que avalia o desempenho dos alunos da rede estadual apontam tendência de elevação da proficiência em Língua Portuguesa e Matemática

Divulgação/SEE MG
Os dados do Proeb demonstram que desde 2006 há uma tendência de elevação da proficiência dos alunos
Os dados do Proeb demonstram que desde 2006 há uma tendência de elevação da proficiência dos alunos

O Governo de Minas divulgou, na última terça-feira (3), os resultados do Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica (Proeb) 2011. O exame, aplicado a estudantes do ensino fundamental e médio das redes estadual e municipais, aponta pequena redução nos índices de proficiência média em Língua Portuguesa e Matemática para os níveis avaliados (5º e 9º anos do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio) na comparação com 2010. Mesmo com essa redução, os dados do Proeb demonstram que desde 2006, quando a metodologia de avaliação do exame foi consolidada em Minas Gerais, há uma tendência de elevação da proficiência dos alunos em Língua Portuguesa e Matemática.

Escolas da rede estadual mostram que a adoção de práticas pedagógicas que envolvem a parceria com as famílias, o trabalho interdisciplinar e utilização de recursos diferenciados durante as aulas contribuem para o avanço no aprendizado dos estudantes. Uma delas está em Belo Horizonte. A Escola Estadual Paschoal Comanducci obteve um dos melhores desempenhos do Estado no 5º ano do ensino fundamental nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. Em Português, 96,45% dos alunos avaliados estão no nível recomendado para essa faixa de escolaridade. Já em Matemática, o desempenho no nível recomendável foi ainda maior: 98,6% dos alunos conquistaram a marca.

De acordo com o diretor, Ermelindo Martins Caetano, os bons resultados na avaliação fazem parte de um planejamento da escola. “Esse resultado vem sendo construído, com a participação das famílias, o acompanhamento do Programa de Intervenção Pedagógica (PIP) da Secretaria de Estado de Educação e a adoção de vários projetos de incentivo à leitura, como o ‘Cantinho da Leitura’ e o ‘Leitura em Família’. Já para o ensino da Matemática ficar mais atrativo, buscamos inserir em nossas aulas o uso de materiais concretos e apresentar aos alunos situações e problemas que fazem parte do dia a dia de qualquer pessoa”, explica.

No Sul de Minas está outro exemplo de bom desempenho. A Escola Estadual Doutor Luiz Pinto de Almeida, localizada no município de Santa Rita do Sapucaí, obteve um dos melhores resultados no Proeb, nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática para o 9º ano do ensino fundamental. Em Português, 81,01% dos alunos estão no nível recomendado para essa faixa de escolaridade. Em Matemática, o percentual é de 69,6%.

“O esforço contínuo da escola para avançar na qualidade do ensino é o segredo. Trabalhamos muito com projetos. Em Português, por exemplo, os alunos levam para casa, toda semana, um livro para fazerem a leitura e depois compartilham as descobertas com os colegas de sala. Os professores da disciplina também utilizam o espaço da biblioteca para dar aulas”, explica a diretora Rosemary de Castro Silva Mendes.

Em Matemática, o bom desempenho também é resultado do esforço da equipe de educadores para tornar a aula mais atrativa. “Sabemos que parte do sucesso do aluno depende do professor. Por isso, ele deve buscar inovar sempre suas aulas, utilizar os recursos disponíveis para o ensino. Em nossa escola, os professores de Matemática utilizam o laboratório de informática para trabalhar conteúdos da área”, ressalta a diretora.

A Escola Estadual Maestro Villa Lobos, na Capital Mineira, conquistou um dos melhores desempenhos em Língua Portuguesa do 3º ano do ensino médio. Na disciplina, 65,89% dos alunos estão no nível recomendado do Proeb para essa faixa de escolaridade. De acordo com o diretor da escola, Geraldo Magela dos Santos Alves, o resultado reflete um mutirão de ações adotadas pela escola. “Realizamos três simulados por ano com os alunos do ensino médio. Eles também participam de oficinas de redação. Temos um corpo docente que se preocupa muito com o trabalho interdisciplinar”, aponta o diretor.

Os exames do Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica (Proeb) foram aplicados entre os dias 21 e 25 de novembro de 2011 e contaram com a participação de 1,8 milhão de alunos, sendo 840 mil da rede estadual de ensino. O exame foi aplicado em todas as 3.762 escolas estaduais.

Avaliação externa universal

O Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica tem por objetivo avaliar as escolas da rede pública (municipais e estaduais), no que concerne às habilidades e competências desenvolvidas em Língua Portuguesa e Matemática. O Proeb avalia alunos do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e 3º ano do Ensino Médio.

A escala de proficiência em Português avalia a capacidade do aluno de ler e interpretar informações presentes em diferentes formatos de texto, seja uma notícia, um texto dissertativo ou uma poesia. Em Matemática, a escala mede a capacidade do aluno de desenvolver o raciocínio lógico e o pensamento algébrico, ou seja, a capacidade de resolver operações e equações matemáticas. O grau de complexidade da escala varia de acordo com o nível de escolaridade do estudante.

O Proeb integra o Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública (Simave), da Secretaria de Estado de Educação (SEE), responsável pelas avaliações de desempenho em larga escala na rede pública de ensino de Minas Gerais. O exame é realizado pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (Caed) da Universidade Federal de Juiz de Fora. É uma avaliação externa universal, aplicada em todas as escolas públicas de Minas Gerais, urbanas e rurais, para todos os alunos dos 5º e 9º anos do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. Os resultados são utilizados como ferramenta pedagógica em todas as escolas estaduais.

Programas e ações do Governo de Minas visam melhorar a qualidade do ensino

As avaliações nacionais apontam Minas Gerais como referência em educação básica no Brasil. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo, coloca Minas nas primeiras posições entre os estados do país. No 5º ano do ensino fundamental, o Estado está na primeira colocação e no 9º ano, na terceira. No ensino médio, Minas está entre os três melhores do país.

Mesmo diante dos dados do Ideb, o governo mineiro reconhece que há avanços significativos a serem conquistados e incorporados. Por isso, alguns projetos e ações já estão sendo desenvolvidos pela Secretaria de Estado de Educação.

O Programa de Intervenção Pedagógica (PIP), experiência que modificou a realidade dos anos iniciais do ensino fundamental, foi expandido para os anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano). A expectativa é que os bons resultados conquistados nos anos iniciais do ensino fundamental também sejam alcançados nos anos finais. A edição de 2011 do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa) indicou que atualmente 88,9% dos alunos da rede estadual mineira têm o nível adequado de letramento (capacidade de ler e interpretar textos) – quase o dobro do índice registrado em 2006, primeiro ano em que o Proalfa foi realizado.

Desafios do ensino médio

Em relação ao ensino médio, o desafio é ainda maior. De acordo com Relatório da Unesco, esse estágio da escolaridade merece alta prioridade e seus objetivos e funções devem ser redefinidos para o Século XXI. A orientação do órgão das Nações Unidas é ofertar “uma melhor qualidade e maior diversidade dos serviços oferecidos (…), bem como uma capacidade ampliada de corresponder às necessidades e às circunstâncias dos alunos”. Outra recomendação da Unesco é a de envolver um esquema de parceria entre os governos e outros provedores (privados, organizações não governamentais etc.).

Em Minas Gerais, as recomendações da Unesco já estão sendo colocadas em prática. Está sendo desenvolvido em 11 escolas da região Norte o Reinventando o Ensino Médio, que prevê uma maior articulação entre os conhecimentos ministrados e a criação de oportunidades para os jovens. O foco é a criação de áreas de empregabilidade. Em relação à efetivação de parcerias estratégicas, foi lançado, no final de março, o programa Minas Presente na Escola, iniciativa queassegura alternativas para a efetivação de inúmeras possibilidades de colaboração entre o poder público e outras instituições e entidades.

Outra estratégia adotada em Minas é a formação continuada dos profissionais da educação. Este objetivo está sendo perseguido através da Magistra, escola de desenvolvimento profissional, inaugurada no inicio deste ano. A Magistra está promovendo a capacitação permanente dos profissionais da educação, garantindo melhores condições para a prática do magistério.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/experiencias-pedagogicas-mostram-que-planejamento-e-parcerias-contribuem-para-um-ensino-de-qualidade-nas-escolas/

Gestão da Educação: Governo de Minas divulga resultados de 2011 do programa de avaliação de desempenho dos alunos da rede estadual

Série histórica demonstra tendência de elevação da proficiência média dos estudantes do 5º e do 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio

Os resultados da última edição (2011) do Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica (Proeb) revelaram uma pequena redução nos índices de proficiência média em Língua Portuguesa e Matemática para os níveis avaliados. Entretanto, os dados da série histórica – a metodologia de avaliação do Proeb foi consolidada em Minas Gerais a partir de 2006 – demonstram tendência de elevação da proficiência dos alunos do 5º e do 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio em Língua Portuguesa e Matemática.

Comparados com os resultados do Proeb 2010, houve redução dos índices de proficiência média em Língua Portuguesa e em Matemática da rede estadual para os três níveis avaliados (5º e 9º ano do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio). O comportamento verificado na rede estadual também foi percebido nas redes municipais do Estado de Minas Gerais. As avaliações do Proeb foram aplicadas de 21 a 25 de novembro de 2011.

De acordo com a secretária-adjunta de Educação, Maria Céres Pimenta Spínola Castro, não é possível apontar uma única causa para esse resultado. Segundo ela, “a realidade é complexa e seguramente um conjunto de fatores pode ter influenciado os resultados”. No entanto, a secretária-adjunta de Educação destaca que o resultado alcançado em 2011 não altera a tendência de crescimento verificada nos últimos anos.

Se houve uma retração dos índices da proficiência média, também foram registrados avanços importantes em regiões e escolas em todo o Estado. “Temos escolas, por exemplo, em que os níveis recomendados de proficiência, em Português e Matemática, no 5º ano do ensino fundamental foram alcançados por todos os alunos, como nos municípios de Centralina, Igarapé e São Sebastião do Paraíso”, destaca a secretária-adjunta de Educação. “Há avanços importantes registrados também no 9º ano do ensino fundamental e no 3º ano do ensino médio”, completa Maria Céres.

Em setenta (70) escolas, a elevação dos índices no 5º ano do ensino fundamental foi superior a 25 pontos; em vinte e cinco (25) do 9º ano do ensino fundamental a elevação foi igual ou superior aos 25 pontos; e em dezenove (19) escolas do ensino médio a elevação atingiu patamares similares na comparação dos resultados de 2011 e 2010. Os 25 pontos significam um grande avanço, pois representam 5% da escala do teste, o que em outras palavras, vai de 0 a 500 pontos.

Resultados do 5º ano ensino fundamental

Considerando a série histórica 2006-2011, verifica-se a tendência de consolidação dos níveis de proficiência no 5º ano do ensino fundamental em Língua Portuguesa e Matemática. Por exemplo, em 2006, o desempenho dos alunos do 5º ano em Língua Portuguesa era de 190 pontos. Em 2011, esse desempenho atingiu a marca de 214,4 pontos. Ou seja, houve uma evolução de 24,4 pontos e a diferença entre o nível recomendado de proficiência (225 pontos) e o desempenho verificado é, hoje, de 11 pontos.

Em Matemática, o índice médio de proficiência verificado no Proeb ultrapassou o nível recomendado. Em 2006, ela era de 196,5 pontos; em 2011, chegou a 232,9 pontos, superando em 7,9 pontos o nível recomendado de proficiência (225 pontos). Cabe ressaltar que em seis anos registrou-se uma evolução de 36, 4 pontos no índice.

Resultados do 9º ano do ensino fundamental

A mesma tendência de consolidação verificada em relação ao 5º ano do ensino fundamental deve ser estendida ao 9º ano. Em 2006, em Língua Portuguesa, a proficiência média atingiu os 242,7 pontos. Em 2011, o resultado foi de 253,9 pontos. Houve uma evolução de 11,2 pontos, reduzindo em 1/3 a diferença em relação ao nível recomendado (275 pontos).

Em relação à Matemática, a evolução foi ainda maior. Em seis anos, a proficiência média saltou de 246,3 pontos (2006) para 264,02 pontos (2011), reduzindo a diferença em relação ao patamar inicial do nível recomendado de proficiência (300 pontos).

Resultados do 3º ano do ensino médio

O desempenho dos estudantes do 3º ano do ensino médio no Proeb 2011 reforça a importância da reconfiguração deste nível de ensino e confirma o acerto das estratégias adotadas de forma pioneira pelo Governo de Minas (vide acima referências aos projetos Reinventando o Ensino Médio e Minas Presente na Escola).

Em Língua Portuguesa, a proficiência média dos alunos desse nível de estudo passou de 267,6 pontos (2006) para 271,4 pontos. A diferença entre o nível atual de letramento e o nível recomendado está em 28,6 pontos.

A proficiência média em Matemática era, em 2006, de 274 pontos e passou, em 2011, para 284,7 pontos. Mesmo tendo avançado 10,07 pontos nos seis anos, esse nível de ensino é o único do Estado que se encontra abaixo no nível intermediário.

Programas e ações do Governo de Minas visam melhorar a qualidade do ensino

As avaliações nacionais apontam Minas Gerais como referência em educação básica no Brasil. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo, coloca Minas nas primeiras posições entre os estados do país. No 5º ano do ensino fundamental, o Estado está na primeira colocação e no 9º ano, na terceira. No ensino médio, Minas está entre os três melhores do país.

Mesmo diante dos dados do Ideb, o governo mineiro reconhece que há avanços significativos a serem conquistados e incorporados. Por isso, alguns projetos e ações já estão sendo desenvolvidos pela Secretaria de Estado de Educação.

O Programa de Intervenção Pedagógica (PIP), experiência que modificou a realidade dos anos iniciais do ensino fundamental, foi expandido para os anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano). A expectativa é que os bons resultados conquistados nos anos iniciais do ensino fundamental também sejam alcançados nos anos finais. A edição de 2011 do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa) indicou que atualmente 88,9% dos alunos da rede estadual mineira têm o nível adequado de letramento (capacidade de ler e interpretar textos) – quase o dobro do índice registrado em 2006, primeiro ano em que o Proalfa foi realizado.

Desafios do ensino médio

Em relação ao ensino médio, o desafio é ainda maior. De acordo com Relatório da Unesco, esse estágio da escolaridade merece alta prioridade e seus objetivos e funções devem ser redefinidos para o Século XXI. A orientação do órgão das Nações Unidas é ofertar “uma melhor qualidade e maior diversidade dos serviços oferecidos (…), bem como uma capacidade ampliada de corresponder às necessidades e às circunstâncias dos alunos”. Outra recomendação da Unesco é a de envolver um esquema de parceria entre os governos e outros provedores (privados, organizações não-governamentais etc.).

Em Minas Gerais, as recomendações da Unesco já estão sendo colocadas em prática. Está sendo desenvolvido em 11 escolas da região Norte o Reinventando o Ensino Médio, que prevê uma maior articulação entre os conhecimentos ministrados e a criação de oportunidades para os jovens. O foco é a criação de áreas de empregabilidade. Em relação à efetivação de parcerias estratégicas, foi lançado, no final de março, o programa Minas Presente na Escola, iniciativa queassegura alternativas para a efetivação de inúmeras possibilidades de colaboração entre o poder público e outras instituições e entidades.

Outra estratégia adotada em Minas é a formação continuada dos profissionais da educação. Este objetivo está sendo perseguido através da Magistra, escola de desenvolvimento profissional, inaugurada no inicio deste ano. A Magistra está promovendo a capacitação permanente dos profissionais da educação, garantindo melhores condições para a prática do magistério.

Avaliação externa e com caráter universal

O programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica tem por objetivo avaliar as escolas da rede pública (municipais e estaduais), no que concerne às habilidades e competências desenvolvidas em Língua Portuguesa e Matemática. O Proeb avalia alunos do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e 3º ano do Ensino Médio.

A escala de proficiência em Português avalia a capacidade do aluno de ler e interpretar informações presentes em diferentes formatos de texto, seja uma notícia, seja um texto dissertativo ou uma poesia. Em Matemática, a escala mede a capacidade do aluno de desenvolver o raciocínio lógico e o pensamento algébrico, ou seja, a capacidade de resolver operações e equações matemáticas. O grau de complexidade da escala varia de acordo com o nível de escolaridade do estudante.

O Proeb integra o Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública (Simave), da Secretaria de Estado de Educação (SEE), responsável pelas avaliações de desempenho em larga escala na rede pública de ensino de Minas Gerais.  O exame é realizado pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (Caed) da Universidade Federal de Juiz de Fora. É uma avaliação externa universal, aplicada em todas as escolas públicas de Minas Gerais, urbanas e rurais, para todos os alunos dos 5º e 9º anos do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. Os resultados são utilizados como ferramenta pedagógica em todas as escolas estaduais.

A metodologia utilizada permite comparações com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), avaliação amostral, e com a Prova Brasil, ambas promovidas pelo MEC. Para subsidiar as políticas de intervenção pedagógicas, o Proeb passou a ser anual a partir de 2006. A informação é produzida para o conjunto de alunos de cada unidade escolar. Os resultados do Proeb focalizam a escola e fornecem informações para cada unidade de ensino que recebe um boletim com a análise pedagógica dos seus resultados, auxiliando os gestores escolares na construção do seu plano pedagógico.

Em 2011, o índice médio de participação dos estudantes (5º ano e 9º ano do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio) da rede estadual nos exames de proficiência em Língua Portuguesa foi de 85,67% e de 85% e Matemática. Nas redes municipais (soma das redes de todos os municípios mineiros), o índice médio para Língua Portuguesa foi 87,86% e para Matemática foi de 87,49%.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-divulga-resultados-de-2011-do-programa-de-avaliacao-de-desempenho-dos-alunos-da-rede-estadual/