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Gestão da Educação: programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar recebe inscrições para oficinas

Há vagas para educadores das áreas de Biologia, Física, Química, Ciências e Geografia

Professores do ensino fundamental e médio ainda podem se inscrever para as oficinas do Programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar (PAAE). Na capacitação “Oficinas de Análise e Elaboração de Questões de Múltipla Escolha’’, há vagas para educadores das disciplinas de Biologia/Ciências e Física/Ciências, Química/Ciências, Geografia e Educação Física. Os interessados devem fazer a inscrição pela internet, até o dia 23 de abril, no site https://www.educacao.mg.gov.br/imprensa/noticias/1555-programa-de-avaliacao-da-aprendizagem-escolar-paae.

As oficinas, a serem desenvolvidas pela Secretaria de Estado de Educação (SEE), serão realizadas na Magistra – Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores e ocorrerão nos dias 26 e 27 de abril e 3 e 4 de maio.

Nos dias do encontro, os professores irão analisar e elaborar questões/itens para a avaliação da aprendizagem do aluno nas diversas disciplinas que integram os Conteúdos Básicos Comuns (CBCs). Nas datas de abril, as oficinas se concentrarão nas disciplinas de Língua Portuguesa, Biologia/Ciências, Física/Ciências e Ciências. Já em maio, as oficinas vão contemplar as áreas de Geografia, Química/Ciências e Educação Física.

As questões elaboradas durante as oficinas poderão integrar o banco de itens da SEE e compor as avaliações do PAAE. Atualmente, o banco de itens da secretaria conta com mais de 50 mil questões disponíveis.

A confirmação da inscrição será feita por e-mail. Os professores receberão certificados pela participação integral nas oficinas. Mais informações sobre as oficinas podem ser obtida pelos telefones: (31) 3915-3598 e (31) 3915-3587.

Diagnóstico do ensino

O Programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar (PAAE) é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Educação. A iniciativa é um suporte didático para professores e gestores de escolas estaduais.

O PAAE disponibiliza as Avaliações Diagnósticas, Contínuas e da Aprendizagem Anual para as escolas estaduais de Ensino Médio. Essas avaliações possibilitam ao professor e à escola verificar as habilidades e competências adquiridas entre o diagnóstico inicial e final do ano letivo.

Por meio do Programa, as escolas geram provas de questões objetivas, diferenciadas em três níveis de dificuldade e vinculadas aos tópicos/habilidades dos CBCs que devem ser ensinados pelas escolas e aprendidos pelos alunos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/programa-de-avaliacao-da-aprendizagem-escolar-recebe-inscricoes-para-oficinas/

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Gestão Eficiente: merenda escolar é tema de encontro realizado pelo Governo de Minas no Vale do Rio Doce

Com foco na alimentação saudável nas escolas, equipe de nutricionistas da Secretaria capacita cantineiras de Caratinga

Fotos de divulgação
Nutricionistas ensinam para responsáveis pela alimentação dos alunos boas práticasna hora do preparo
Nutricionistas ensinam para responsáveis pela alimentação dos alunos boas práticasna hora do preparo

Profissionais responsáveis pela alimentação nas escolas estaduais da superintendência de ensino de Caratinga, região do Vale do Rio Doce, participaram, nesta semana de um encontro de capacitação dado pela equipe de nutricionistas da Secretaria de Estado de Educação (SEE). Participantes envolvidos no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) receberam orientações sobre a elaboração do cardápio e a importância da merenda escolar. A capacitação foi realizada na Escola Estadual Maria Isabel Vieira e contou com a participação de 165 profissionais.

O evento, que começou na terça-feira (17) e terminou nesta quinta-feira (19), abordou também o tema higiene. Na capacitação, as nutricionistas reforçaram a necessidade de se manter tudo limpo, desde os instrumentos de trabalho, o ambiente, até a higiene pessoal. Mãos e uniformes sempre limpos, usar calçados fechados, cabelos aparados e protegidos com toucas ou redes são algumas ações que nunca devem ser esquecidas.

A Superintendência Regional de Ensino de Caratinga possui 24 municípios em sua jurisdição. Ao todo, 98 escolas da rede estadual são atendidas pela Superintendência.

Programa Nacional de Alimentação Escolar

O Programa Nacional de Alimentação Escolar garante, por meio da transferência de recursos financeiros, a alimentação escolar dos alunos de toda a educação básica matriculados em escolas públicas e filantrópicas.

O objetivo é atender as necessidades nutricionais dos alunos durante sua permanência em sala de aula, contribuindo para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem e o rendimento escolar dos estudantes, bem como promover a formação de hábitos alimentares saudáveis.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/merenda-escolar-e-tema-de-encontro-realizado-pelo-governo-de-minas-no-vale-do-rio-doce/

Governo de Minas: alunos da Rede Estadual de Educação descobrem um pouco de sua própria história no Circuito Cultural

O Projeto Circulando na Liberdade visa ampliar a relação entre educação e cultura e, consequentemente, o acesso aos espaços museais e culturais da cidade

A partir deste mês, 15 mil crianças, jovens e adultos dos ensinos fundamental e médio pertencentes a escolas da Rede Estadual de Belo Horizonte e da região metropolitana iniciam uma série de visitas ao Circuito Cultural Praça da Liberdade. Eles integram o Projeto Circulando na Liberdade, desenvolvido em uma parceria do Circuito com o Programa Escola Viva, da Secretaria de Estado de Educação, e o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). O objetivo do projeto é ampliar a relação entre educação e cultura e, consequentemente, o acesso aos espaços museais e culturais da cidade, fortalecendo nos estudantes e em seus familiares o sentido de pertencimento e reconhecimento da importância de preservação do patrimônio.

O Circulando na Liberdade atenderá 30 escolas localizadas em áreas de maior vulnerabilidade social e que, em sua maioria, encontram-se distantes do centro da capital. “Os alunos dessas escolas pouco conhecem além da sua própria comunidade. Como fazer com que essas crianças e jovens se apropriem da cidade e usem-na, no sentido de poderem circular, frequentar, conviver, criar e transformar se eles não sabem que esses espaços existem? Queremos que eles percebam a cidade onde vivem – isso é exercício de cidadania”, explica a coordenadora de ações educativas do Circuito Cultural, Mabel Faleiro.

O projeto será desenvolvido em várias etapas, que envolverão reuniões com diretores, especialistas e professores; elaboração dos projetos pelas escolas a partir de suas realidades e demandas, tendo-se como referência alguns eixos temáticos propostos pelos espaços; visitas ao Circuito Cultural; e encontros periódicos para realimentação dos trabalhos desenvolvidos.

Cabe lembrar que, ao longo do ano, todos os espaços do circuito serão visitados por todas as escolas integradas, que receberam recursos para o transporte das turmas, por meio do Projeto Escola Viva. “Queremos que essas crianças, jovens e adultos sejam tocados pela arte, ciência e conhecimentos aqui presentes, estabeleçam diálogos e se emocionem, ampliando seu olhar e sua convivência pessoal e social”, ressalta Mabel Faleiro.

Dentre as 30 instituições participantes, oito ainda terão seus projetos acompanhados de perto pelo Espaço TIM UFMG do Conhecimento, Museu Mineiro, Museu das Minas e do Metal e Memorial Minas Gerais – Vale. É o caso da Escola Estadual Coronel Juca Pinto, que já comemora a oportunidade. “Nossa escola precisava de um projeto para socializar os alunos e os pais. Eles não têm acesso a espaços culturais e precisam conhecer a cidade onde vivem”, diz a professora Elizabeth Magalhães Silva.

As visitas ao Circuito Cultural Praça da Liberdade ocorrerão até o mês de setembro, sendo os meses de outubro e novembro destinados às atividades de encerramento do projeto, quando ocorrerão as avaliações e exposições dos trabalhos desenvolvidos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/alunos-da-rede-estadual-de-educacao-descobrem-um-pouco-de-sua-propria-historia-no-circuito-cultural/

Gestão da Educação: em Escola Estadual de Poço Fundo, música faz parte da rotina dos alunos

Banda marcial, com mais de 70 estudantes, é atração do município

SEE / Divulgação
Estudantes incluem movimentos corporais à sua apresentação musical
Estudantes incluem movimentos corporais à sua apresentação musical

Uma parceria entre a Escola Estadual José Bonifácio, localizada em Poço Fundo, no Sul de Minas, e o Conservatório Estadual de Música Maestro Marciliano Braga inseriu a música na rotina dos alunos. A iniciativa tem apoio da Secretaria de Estado de Educação (SEE).

A escola tem uma banda marcial, que é um grupo de músicos instrumentais composta por pouco mais de 70 alunos, que incorporam movimentos corporais à sua apresentação musical. “Nós somos a única banda marcial da cidade. Fazemos apresentações em eventos da escola e do município”, ressalta a diretora da escola, Rita de Cássia Silva da Costa.

Além de uniformes coloridos, a banda marcial tem como diferencial a comissão de frente. Nas apresentações os estudantes mostram suas aptidões na ginástica rítmica, em coreografia que utilizam o bambolê, fita e bastão.

Para os alunos que desejam participar da banda, as portas estão sempre abertas. Além dos estudantes, também participam do grupo ex-alunos da escola, pais e professores. “Quanto mais a família estiver envolvida nas atividades da escola melhor será a educação”, afirma a diretora.

Integrante da banda desde que o grupo foi criado, em 2005, Leonardo Ramos de Paiva conta o que a experiência tem trazido inúmeros benefícios para sua vida. “Aprendi muita coisa sobe música e estou conhecendo diversos lugares. Além de aprender coisas novas todas as semanas”, afirma.  A escola também oferece aulas de flauta e violão para os alunos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/em-escola-estadual-de-poco-fundo-musica-faz-parte-da-rotina-dos-alunos/

 

Gestão da Educação: escolas estaduais já podem se inscrever para o Aprofundamento de Estudos

Na edição de 2012, serão ofertadas 100 mil vagas para alunos do ensino médio

Escolas da rede estadual de ensino que ofertam o ensino médio já podem se inscrever no Aprofundamento de Estudos, projeto da Secretaria de Estado de Educação (SEE). A iniciativa é voltada para os alunos do ensino médio e tem por objetivo incentivar o hábito de estudo em tempo integral e assim melhorar o desempenho em sala de aula e nas avaliações externas. As inscrições de alunos, turmas e professores que irão atuar no aprofundamento deverão ser feitas pelo diretor da escola por meio do link no site do projeto.

Para efetivação do cadastro, é necessário que as escolas formem turmas de no mínimo 25 alunos e no máximo 30. Além disso, os professores interessados em ministrar as aulas do projeto deverão ter, entre outras coisas, experiência pedagógica no desenvolvimento de atividades inovadoras, além de disponibilidade para participar de cursos de capacitação que poderão ser ofertados pela SEE.

As aulas do projeto serão ministradas no contraturno escolar do aluno. Porém, as escolas também poderão utilizar sextos horários para o desenvolvimento do projeto.

A superintendente de Desenvolvimento do Ensino Médio, Audrey Regina Carvalho Oliveira, ressalta a importância do Aprofundamento de Estudos para os estudantes da rede estadual de ensino. “O projeto é uma oportunidade especial para o jovem do ensino médio no sentido de oferecer-lhe a ampliação de conhecimento que lhe permitam prosseguir os estudos ou concorrer com seus pares com mais segurança”. Desde que foi criado, em 2006, quase 300 mil estudantes já foram atendidos pelo aprofundamento.

Em 2012, serão ofertadas 100 mil vagas aos alunos do ensino médio. Os conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática serão ofertados em todas as turmas. Além disso, poderão ser incorporadas mais três disciplinas de interesse dos alunos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/escolas-estaduais-ja-podem-se-inscrever-para-o-aprofundamento-de-estudos/

Gestão Eficiente: programa de qualificação profissional proporciona oportunidades no mercado de trabalho

Iniciativa oferece bolsas de estudos e capacita estudantes em Conselheiro Lafaiete e região

Marco Evangelista / Imprensa MG

Emerson Moreira Miranda, hoje técnico em informática, funcionário da ThyssenKrupp Elevadores, é ex-aluno do Programa de Educação Profissional (PEP), mantido pelo Governo de Minas por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE). A trajetória profissional de Emerson é exemplo para os alunos do programa, principalmente em Conselheiro Lafaiete, onde ele estudou.

A carteira de trabalho de Emerson, que atende aos clientes da ThyssenKrupp na região, foi assinada há dez meses. “Está sendo muito bom. Temos chance de crescimento na empresa e recebemos treinamento todo mês. Esperava conseguir uma vaga no mercado, mas não achei que seria em Conselheiro Lafaiete mesmo”, diz ele.

Emerson concluiu o PEP em 2010, passou por estágios e outros trabalhos, até que a própria escola o indicou para a vaga na empresa. “O PEP abre portas, foi excelente, tanto que já indiquei para várias pessoas. Hoje me considero bem empregado”, afirma.

O programa tem como objetivo principal oferecer educação profissionalizante gratuita de qualidade, criando, para os participantes, oportunidades reais no mercado de trabalho. Em Conselheiro Lafaiete, além do curso técnico em informática, estão em andamento pelo PEP os cursos técnicos em metalurgia, enfermagem, radiologia, saúde bucal, nutrição e dietética, segurança do trabalho, química, eletromecânica e instrumentação industrial, meio ambiente e logística, atendendo a 589 alunos.

Regina Maria de Avelar Teixeira, diretora pedagógica da Escola Técnica de Saúde, que ministra cursos na cidade desde 2008, destaca que o programa é um grande passo para a inserção no mercado de trabalho, mas também depende da vontade dos alunos. “Os cursos do PEP são excelentes, pois muitos não têm condições de pagar. É uma ajuda para que as pessoas se profissionalizem e a aceitação sempre foi ótima. Têm alguns alunos que desistem, mas, em contrapartida, temos aqueles que aproveitam ao máximo, valorizam o curso, dedicam-se, destacam-se e conseguem ótimos resultados, como um bom estágio, um emprego com carteira assinada. Eles aproveitam a chance que foi dada. E estes, são muitos”, relata.

Wilson Roberto de Paula ainda é aluno do curso técnico de metalurgia do PEP, mas já segue o mesmo caminho de Emerson. Ele comemora o novo emprego, na Gerdau em Ouro Branco, que fica a 23 km de Lafaiete. Depois de cinco meses de estágio na empresa, ele acaba de ser contratado. “A expectativa agora é de fazer um bom trabalho, crescer dentro da empresa e continuar estudando, quero fazer faculdade nessa mesma área”, comenta.

Ajuda para ingressar no mercado

Lorena Stuart mora em Congonhas, mas também cursa o PEP em Conselheiro Lafaiete. Ela soube do programa por meio de uma colega, aluna do curso. “Ela me recomendou e falou sobre as facilidades, por ser um curso gratuito e que ajudaria a ingressar no mercado de trabalho”, conta. A opção de Lorena foi pela radiologia e, no início deste ano, ela começou a estagiar na Policlínica de Congonhas. “Consegui o estágio por intermédio da escola e estou achando muito interessante essa parte mais prática. Depois de concluir o curso, pretendo buscar especializações, pois a radiologia é bem abrangente, e quero ter sucesso trabalhando na área. Estou muito feliz”, comemora.

A oferta de cursos técnicos pelo PEP em Conselheiro Lafaiete tem atraído estudantes de outras cidades como é o caso de Ana Paula Dias de Oliveira, que mora em Carandaí e se desloca todos os dias para Lafaiete. Aluna do curso de técnico em saúde bucal, ela já está tendo uma oportunidade no mercado de trabalho, como estagiária em uma clínica de odontologia. “O estágio vai ajudar bastante a desenvolver o que estou aprendendo nas aulas”, opina. Ana Paula entrou para o Programa de Educação Profissional depois de uma divulgação feita na escola em que ela estudava.

PEP VI

As aulas da sexta edição do Programa de Educação Profissional estão previstas ainda para este mês de abril. Em Conselheiro Lafaiete, foram disponibilizadas 381 vagas para os cursos técnicos em eletromecânica, estética, higiene dental, logística, meio ambiente, metalurgia, nutrição e dietética e segurança do trabalho. Em toda a região das Vertentes, 888 alunos serão beneficiados na nova edição.

Em todo o Estado, são 30 mil vagas apenas este ano. Desde o início do PEP, mais de 200 mil alunos foram beneficiados e o investimento total do Governo de Minas chega a R$ 569 milhões.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/programa-de-qualificacao-profissional-proporciona-oportunidades-no-mercado-de-trabalho/

Gestão da Saúde: escola estadual cria Projeto Cintura Fina para incentivar alimentação saudável entre alunos

Iniciativa estimula estudantes a mudarem os hábitos em favor de uma vida saudável

Divulgação
Alunos da Escola Monsenhor Francisco Miguel Fernandes mostram material do Projeto Cintura Fina
Alunos da Escola Monsenhor Francisco Miguel Fernandes mostram material do Projeto Cintura Fina

Na Escola Estadual Monsenhor Francisco Miguel Fernandes, no município de Rio Espera, Zona da Mata mineira, além das leituras e contas, os estudantes dos ensinos fundamental e médio discutem hábitos saudáveis de alimentação e incentivo à prática esportiva. A iniciativa faz parte do Projeto Cintura Fina, coordenado pelo Grupo de Desenvolvimento Profissional da escola ‘Atitude Faz a Diferença’.

Marcado por uma programação que vai até o mês de outubro, o projeto teve início com a discussão sobre a composição dos alimentos, a partir do livro e CD ‘MPN – Música Popular Nutritiva’, de Tânia Bicalho. “Utilizando um CD musical que fala sobre os nutrientes presentes nos alimentos, nós começamos a trabalhar a importância de cada um deles para o nosso corpo. Depois desse momento de identificação, os alunos do 6º ano fizeram uma pesquisa sobre os nutrientes e o resultado disso será divulgado em um painel na escola”, explica a professora de Ensino Religioso e uma das coordenadoras do projeto, Rita de Cássia Campos Miranda. Ela também é técnica em nutrição.

Com os primeiros estudos, já tem aluno com as informações nutricionais na ponta da língua. Esse é o caso de João Batista de Miranda Júnior, estudante do 6º ano do ensino fundamental, e um dos estudiosos dos alimentos e suas propriedades nutricionais. “Aprendi que a banana serve para dar energia ao nosso corpo e que a gente tem de fazer um ‘casamento’ em nosso prato, colocando verduras, legumes e frutas”, destaca o aluno de 10 anos.

Para a estudante do 6º ano do ensino fundamental Lúcia América Barbosa Pereira de Oliveira, o projeto é uma forma de chamar a atenção dos alunos para a importância de uma alimentação saudável. As discussões que começaram em sala também podem ir para o ambiente familiar. “O projeto é muito bom, porque mostra o que se deve comer ou não. Na minha casa, por exemplo, eu gosto de cenoura, alface e couve e sei que isso faz bem para o nosso corpo”, cita.

A professora comenta que o projeto estimula os estudantes a mudarem os hábitos em prol de uma vida saudável. “A alimentação é uma preocupação constante na rotina das pessoas. Seja para obter um estilo de vida saudável, para perder peso, ou melhorar a saúde. Contudo, uma nutrição adequada se preocupa com algumas questões importantes: o que, quando, quanto e como consumir os alimentos”, lembra a professora.

Mutirão de ações

As ações do Projeto Cintura Fina entram agora em uma segunda fase. Estudantes, professores e funcionários da escola já podem se inscrever para um trabalho de acompanhamento nutricional que deve durar cerca de sete meses. Em um primeiro momento, o trabalho prevê um registro dos hábitos alimentares dos participantes e uma palestra de uma nutricionista na escola. No segundo momento, a nutricionista vai elaborar um plano alimentar para os inscritos. “A elaboração do cardápio será para promover uma reeducação alimentar. Deve ser um cardápio com dicas de uma alimentação barata para que nossos alunos, professores e funcionários participantes possam seguir. Nessa acompanhamento, temos a expectativa de atender a 25 pessoas para que o trabalho possa ser feito com maior atenção”, detalha a professora.

Em outubro, está prevista a culminância do projeto, com a premiação do 1º, 2º e 3º participantes que conseguiram seguir a reeducação alimentar. E para não fugir da proposta do projeto, os participantes a serem premiados ganharão cestas contendo frutas, cereais em barra e em grãos, além da medalha.

Também na data da culminância, os alunos do 6º ano do ensino fundamental vão apresentar um livro com sugestão de reaproveitamento de alimentos. “Esse livro virá a partir de uma pesquisa de nossos alunos, que vão mostrar que muita coisa que jogamos fora em nossa alimentação pode ser reaproveitada. O talo da couve pode ser utilizado em um suco, a casca da melancia pode virar doce e também podemos comer a folha de beterraba!”, exemplifica a professora Rita de Cássia Campos Miranda.

Grupos de trabalhos

O Grupo de Desenvolvimento Profissional é composto por professores do ensino fundamental e médio, que se reúnem na escola para desenvolverem projetos dentro de seis eixos temáticos: Alfabetização e Letramento, Avaliação Educacional e Institucional, Desenvolvimento do Ensino (como ensinar melhor), Educação Ambiental, Educação Patrimonial e Feiras e Mostras de Cultura, Ciência e Tecnologia. Essas ações integram o Programa de Desenvolvimento Profissional da Secretaria de Estado de Educação (SEE).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/escola-estadual-cria-projeto-cintura-fina-para-incentivar-alimentacao-saudavel-entre-alunos/