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Gestão em Minas: Aeroporto Internacional Tancredo Neves mais próximo de um novo terminal

Comissão de Licitação anuncia nome de consórcio que irá elaborar os projetos básico e executivo do Terminal 2

Lúcia Sebe/Imprensa MG
Prazo de conclusão para o projeto executivo do novo terminal do Aeroporto de Confins é de 19 meses
Prazo de conclusão para o projeto executivo do novo terminal do Aeroporto de Confins é de 19 meses

A Comissão Especial de Licitação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) anunciou, na tarde desta sexta-feira (2), o Consórcio Concremat/Themag como vencedor da licitação internacional para elaboração do projeto básico/executivo do Terminal 2 de Passageiros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

 

A execução do projeto no valor de R$ 10.467.575,14 será acompanhada pelo Governo de Minas e pela Infraero. O consórcio vencedor deverá elaborar: os projetos de engenharia, tanto nas etapas de serviços quanto na fase de estudos preliminares; os planejamentos básicos e executivos; os serviços complementares para a construção do segundo terminal de passageiros; o sistema viário de acessos ao AITN; e as demais obras que se fizerem necessárias durante a execução do empreendimento.

O consórcio Concremat/Themag deverá iniciar o projeto nos próximos dias. O prazo de conclusão para o projeto executivo é de 19 meses, enquanto o projeto básico deverá estar pronto ainda este ano, o que já possibilitará a licitação das obras a cargo da Infraero. Os trabalhos deverão ser iniciados assim que for concluída a contratação do consórcio Concremat/Themag.

Concepção e Design

A concepção e design desse novo terminal foram desenvolvidos pela consultoria Changi International Airports Consultants, de Cingapura, e integra o masterplan elaborado em 2009 para os próximos 30 anos, já aprovado pela Infraero. Reconhecida como uma das mais experientes no desenvolvimento de complexos aeroportuários, a Changi foi responsável por projetos e gestão de aeroportos no Oriente Médio, na Itália, Rússia, China e vários outros países.

A licitação internacional é resultado de um acordo de cooperação técnica entre o Governo de Minas e a Infraero e não elimina a iniciativa de construção do terminal remoto, que irá suportar o expressivo aumento de demanda prevista para os próximos quatro anos.

Atualmente, o AITN é o segundo maior aeroporto do país, entre os dez maiores em crescimento. O terminal 1, com capacidade instalada para 5 milhões de passageiros/ano e projeto de expansão em curso, movimentou, em 2011, 9,5 milhões de passageiros. “Todo o esforço do governo estadual neste campo está voltado para transformar o AITN não no maior, mas no melhor aeroporto internacional do Brasil. Não temos porto, mas precisamos consolidar no Estado, por via aérea, o melhor portão de entrada para o exterior, com altíssima conectividade com as malhas aéreas nacional e regional. O futuro vai dizer do acerto dessa determinação e acreditamos que a população do Estado tem esta percepção”, afirma o subsecretário de Investimentos Estratégicos da Sede, Luiz Antônio Athayde Vasconcelos.

Segundo ele, o Governo de Minas Gerais vem investindo em estudos e projetos de altíssima complexidade há mais de oito anos. “Todos sabemos que, se tivéssemos iniciado esses trabalhos ainda em 2009, não seria necessário terminal remoto e estaríamos muito à frente com os terminais 1 e 2 já integrados, mas não podemos perder um minuto sequer. As projeções indicam que deveremos atingir, daqui a oito anos, em 2020, um total de 20 milhões/ano e este já será o 4º maior do Brasil. Por ocasião da copa do mundo, o tráfego já terá atingido 13,2 milhões de passageiros/ano”, reitera.

O principal objetivo do Governo de Minas Gerais, segundo ele, é a criação maciça de empregos de qualidade e, para atingir essa meta, o AITN é considerado uma ferramenta fundamental para fomentar a diversificação da economia mineira. Além disso, o aeroporto marcará o cenário brasileiro como o primeiro a operar dentro do conceito funcional de aeroporto cidade, o que permitirá a implementação da primeira Aerotrópolis da América do Sul.

Este planejamento foi iniciado em 2005, com a transferência de voos do Aeroporto da Pampulha e já resultou na atração de diversos investimentos como a GOL, Embraer, o Centro de Tecnologia e Capacitação Aeroespacial (CTCA), a Cidade Administrativa, entre outros projetos que se delineiam no Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte e entorno, e que vêm provocando uma nova dinâmica econômica em mais de uma dezena de municípios.

“O AITN será a grande alavanca para se gerar 400 mil novos empregos em território mineiro nas próximas duas décadas em setores presentes na nova economia, cuja dinâmica econômica se irradiará para mais 20 cidades-polo no interior do Estado. Não se pode perder o pulso no que, de fato, tem esse extraordinário efeito transformador”, conclui Athayde.

Fonte: Agência Minas

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Gestão Anastasia: empresas de base tecnológica e siderúrgica investem R$ 35,98 milhões em Minas

Fernando Martuscelli, diretor da Anovati,Kenneth Orozco, João Vitor Garcia
Fernando Martuscelli, diretor da Anovati,Kenneth Orozco, João Vitor Garcia

BELO HORIZONTE (24/01/12) – As empresas Anovati Indústria e Comércio, Importação Exportação de Equipamentos de Informática Ltda., Revolight Indústria, Comércio, Importação e Exportação Ltda. e a Cisam Siderurgia anunciaram, nesta terça-feira (24), investimentos totais de R$ 35,98 milhões em Minas Gerais. Os protocolos de intenções das três empresas foram assinados pelo Governo de Minas, por meio do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede).

Para reforçar o setor de informática e tecnologia, o Vale da Eletrônica do Sul de Minas receberá uma unidade industrial do Grupo Anovati, que será responsável pela geração de 25 empregos diretos e 50 indiretos. A empresa, fabricante de produtos eletrônicos e com atuação no mercado de informática, principalmente como distribuidora de mochila e maletas para notebooks, investirá R$ 5,3 milhões no novo empreendimento.

Segundo o diretor do Grupo, Kenneth Alexander Orozco, “essa nova unidade será destinada à fabricação e comercialização de produtos eletroeletrônicos, tais como alto falantes, caixas de som e mp3”, explica. A previsão é que o funcionamento da nova unidade, em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, seja iniciado em fevereiro deste ano.

O Grupo Anovati é uma corporação voltada para os segmentos de informática e tecnologia e composto pelas empresas Annova Serviços e Negócios Ltda. e Bellatrix Indústria, Comércio, Importação e Exportação Ltda.

Já em Belo Horizonte, a Revolight expandirá sua capacidade industrial destinada à fabricação e comercialização de lâmpadas de LED. Para isso, a empresa irá investir R$ 9,6 milhões no projeto iniciado em janeiro deste ano, com previsão de conclusão para dezembro de 2012 e que irá gerar 33 empregos diretos e 69 indiretos.

De acordo com o diretor presidente da empresa, Guilherme Rocha Rabello, a ampliação da fábrica em Belo Horizonte é um reflexo do aumento da atuação da tecnologia LED. “Acredito que nos próximos cinco anos, o LED ainda terá um elevado custo no Brasil. Mas, com o aumento progressivo da demanda, conseguiremos reduzir esse custo”, projeta.

Atualmente, os LEDs são bastante usados em aparelhos eletrônicos, lanternas de automóveis, semáforos e fachadas comerciais. Com a tecnologia Revolight, os novos emissores de luz têm ganhado um espaço maior. Algumas cidades, como Ann Arbor, em Michigan (Estados Unidos), contam com projetos para que 100% da iluminação seja feita com LED. As perspectivas são de que a utilização em larga escala se transforme em tendência mundial.

A empresa

A Revolight foi criada em 2007 com o objetivo de inovar mercado de luminárias no Brasil. Os sócios, com formação nas áreas de engenharia eletrônica e biomédica, sempre trabalharam com tecnologia de ponta para desenvolver produtos inovadores, a princípio com sistemas de iluminação de alta intensidade, o que propiciou o uso do LED em ruas, avenidas, pátios, escritórios, lojas, indústrias e residências.

O último protocolo assinado foi com a Cisam Siderurgia, que investirá R$ 21 milhões para expandir sua produção de aço, em Pará de Minas, região Central do Estado. Os investimentos serão responsáveis pela geração de 20 empregos diretos e 40 indiretos.
De acordo com o diretor presidente da empresa, Eduardo Fonseca Santos, a Cisam atua no mercado de aços especiais. “Somos os únicos produtores independentes de aço do Brasil. Trabalhamos para suprir a demanda de fornecedores de aços em menor quantidade, tendo em vista que as três maiores siderúrgicas do país não atendem esses clientes”, afirma.

O cronograma de expansão da fábrica, iniciado em janeiro de 2012, está previsto para ser concluído em dezembro de 2013. “Estamos na fase final do projeto e a nossa expectativa é produzirmos 320 mil toneladas de aço por ano, sob forma de lingotes e tarugos”, planeja Eduardo.

A Cisam Siderurgia, antiga Ciafal, foi fundada em 1962 para atuar na comercialização de sucata de ferro e aço. Desde 2005, com o objetivo de atingir um novo patamar de produção e qualidade, a Cisam iniciou o desenvolvimento de um ambicioso projeto que introduziu no Brasil o conceito de micro mill, ou seja, o de usina siderúrgica integrada de pequeno porte com alta tecnologia, o que permite enorme flexibilidade de produção.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Minas Gerais atrai novos investimentos com geração de mais de 1.300 empregos

BELO HORIZONTE (11/01/12) – Três novos projetos de instalação e de expansão de unidades produtivas em Minas Gerais foram anunciados nesta quarta-feira (11). Os protocolos de intenções das empresas Biobase Indústria e Comércio Ltda., BH Colchões e Espumas Ltda. (Colchobel) e TCR Distribuição S/A com o Governo de Minas foram assinados por meio do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede). Os investimentos totalizam R$ 11,45 milhões, com geração de 1.324 empregos.

A Biobase Indústria e Comércio Ltda. pretende expandir sua unidade industrial, localizada em Pouso Alegre, no Sul de Minas. A meta da empresa é ampliar a atual produção, de 1,7 milhão de peças descartáveis de uso médico-hospitalar (frascos, equipos e dispositivos para incontinência urinária), para um total de 5 milhões de peças já em meados de 2013. A empresa irá investir R$ 6,8 milhões no projeto, com a geração de 350 empregos diretos e 900 indiretos, e pretende iniciar as obras de expansão da unidade industrial ainda este ano.

Ao assinar o protocolo de intenção, o presidente do Indi, José Frederico Álvares, informou que, durante o ano de 2011, o órgão firmou 160 protocolos, que totalizaram R$ 28,35 bilhões em investimentos, com a geração de 43.987 empregos diretos e 91.510 indiretos. O presidente do Indi ressaltou que o resultado foi alcançado graças ao diferencial do órgão na atração de investimentos para o Estado.

“Estamos no ápice de um ciclo de investimentos e se estamos conseguindo atrair indústrias e empresas de todos os setores e das mais diversas nacionalidades é graças a um trabalho disciplinado, que vai desde a pontualidade das nossas ações até a seriedade com que recebemos nossos parceiros, orientando-os, encurtando seu caminho, oferecendo assistência desde o desenvolvimento de projetos até o início da produção ou prestação de serviços. E mais, também apoiamos iniciativas relacionadas à expansão, relocalização e modernização”, enfatizou.

Localizada no município de Pouso Alegre, a Biobase atua há nove anos no segmento de produtos médicos-hospitalares, atendendo principalmente os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Com o projeto de expansão, a empresa busca ampliar sua linha de correlatos e modernizar sua linha de frascos para nutrição enteral, produto de larga utilização no âmbito hospitalar e com poucos fabricantes no país.

Expansão de fábrica

Outro protocolo assinado nesta quarta-feira é o de expansão da fábrica de colchões da Colchobel, no Distrito Industrial do Jatobá, em Belo Horizonte. Com investimentos de R$ 3 milhões, a empresa irá implantar uma nova linha de montagem de colchões de molejo bonnel e pocket (molas ensacadas).

“Queremos triplicar a nossa fábrica, aumentando de 10% para 40% a participação do mercado desses colchões. Além disso, vamos ampliar a atuação no mercado nos estados que são nossos clientes tais como Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia, Sergipe, Pernambuco e Alagoas”, afirma o diretor da empresa, Tadeu Maia.

A empresa, que atualmente conta com 75 empregados, irá gerar com o projeto mais 50 empregos diretos e 60 indiretos. A previsão é que as obras de ampliação sejam concluídas ainda no primeiro semestre deste ano.

A Colchobel foi fundada em 1993 e, desde 2005, possui sede própria no Distrito Industrial do Jatobá, onde mantém ritmo de operação de 100% da capacidade instalada.

Centro de Distribuição

A terceira empresa a assinar o protocolo de intenções com o Governo de Minas foi a TCR Distribuição S/A. A empresa irá investir R$ 1,65 milhão na implantação de um centro de distribuição em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.

“Vários fatores contribuíram para instalarmos o nosso Centro de Distribuição em Minas Gerais, dentre eles as facilidades logística e de contratação de mão de obra, tendo em vista que a região é conhecida como um corredor de distribuição”, afirma o diretor-geral da empresa, Fábio Michels.

O Centro de Distribuição em Uberlândia será destinado ao comércio eletrônico e televendas de aparelhos de ar condicionado e demais aparelhos de qualidade de ar. A empresa opera em diversas regiões do país por meio de uma rede de representantes. “O nosso diferencial hoje em dia é que vendemos o produto com a instalação”, explica Fábio.

De acordo com o cronograma de execução do projeto, em abril deste ano as obras do empreendimento estarão concluídas. A empresa irá contratar oito empregados diretos e outros seis indiretos. A TCR Distribuição foi fundada em 2009 para atender o mercado nacional de refrigeração e ar condicionado.

Fonte: Agência Minas

Governador Antonio Anastasia participa do lançamento de nova fábrica da Coca-Cola em Minas

ITABIRITO (05/12/12) – O governador Antonio Anastasia participou, nesta segunda-feira (5), em Itabirito, na região Central do Estado, do lançamento da pedra fundamental da nova fábrica de refrigerantes da Coca-Cola FEMSA. Com investimentos de R$ 250 milhões, a planta industrial será instalada em um terreno de 300 mil metros quadrados, nas margens da BR-040, sentido Rio de Janeiro. Durante a construção, cerca de 800 empregos diretos serão gerados. A unidade terá capacidade anual instalada para a produção de 2,1 bilhões de litros de refrigerante.

Anastasia afirmou, durante a solenidade, que a instalação de uma fábrica de Coca-Cola em Itabirito, um dos mais importantes municípios mineradores do Estado, demonstra o esforço do Governo de Minas em estimular a criação de empregos de qualidade e, ao mesmo tempo, diversificar cada vez mais a economia mineira.

“Este projeto é um símbolo belíssimo de nosso esforço para diversificar o perfil econômico de Minas Gerais. Além de setores já tradicionais, como o da mineração, café e leite, é fundamental atrairmos outras indústrias para o Estado. A inserção da Coca-Cola FEMSA, uma das três marcas mais reconhecidas no mundo, é um orgulho para nós mineiros”, disse Anastasia.

Fábrica Verde

A nova unidade será construída no conceito de “fábrica verde”, cujo projeto garante o uso responsável da água e eficiência energética, seguindo as normas de sustentabilidade ambiental. A conclusão da construção da fábrica está prevista para 2013.

Todos os refrigerantes da marca Coca-Cola, em todas as embalagens existentes, serão produzidos na fábrica de Itabirito, para atender parte do mercado de Minas Gerais e região serrana do Rio de Janeiro. A fábrica contará com o maior engarrafador do Sistema Coca-Cola no mundo.

O governador Antonio Anastasia participou do lançamento da pedra fundamental da fábrica acompanhado do secretário de Estado de Meio Ambiente, Adriano Magalhães, e da secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck. Eles foram recebidos pelo prefeito de Itabirito, Manoel da Mota Neto, pelo presidente da Coca-Cola FEMSA Brasil, Ricardo Botelho Bicalho, e pelo diretor da Fundação FEMSA Coca-Cola, Vidal Garza Cantú.

Minas: a melhor opção

O presidente da Coca-Cola FEMSA Brasil, Ricardo Botelho Bicalho, destacou que a nova fábrica estará localizada em uma das mais importantes rodovias brasileiras. “Minas Gerais foi a melhor opção para a Coca-Cola FEMSA, pois se trata de um estado trabalhador e que possui uma cultura muito tradicional”, disse.

A cerimônia contou com a participação do coral Canarinho de Itabirito, uma associação cultural com mais de 250 alunos, que tem como um dos apoiadores o Governo de Minas. Sob a regência do maestro Eric Lana, o grupo apresentou um repertório baseado na Música Popular Brasileira (MPB), com destaque para sambas e canções de músicos mineiros.

Em Minas Gerais, a Coca-Cola FEMSA emprega 3.500 pessoas e conta com uma fábrica localizada em Belo Horizonte, que já alcançou sua capacidade máxima e não tem mais espaço para ampliações. A nova instalação em Itabirito ampliará em 47% a capacidade instalada da fábrica que opera em Minas.

Investimentos sociais

Durante a cerimônia, a Coca-Cola FEMSA Brasil e a Fundação FEMSA fizeram a entrega simbólica de um equipamento potabilizador (tratamento de água) à Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec). A máquina tem capacidade de tornar potável 1 litro de água por segundo, o que permite atender, diariamente, mais de 4.500 pessoas atingidas por catástrofes naturais, seja na seca ou na enchente. Ao todo, serão doados cinco equipamentos. Duas máquinas móveis ficarão na Região Metropolitana de Belo Horizonte e serão rapidamente deslocadas em casos de emergência.

Três delas são fixas e serão instaladas em municípios do Norte de Minas que ainda são abastecidos por caminhões-pipa. Cada uma dessas máquinas tem capacidade de atender 10 mil pessoas em comunidades no seu entorno. Isso com baixos custos de operação e manutenção dos equipamentos, que basicamente necessitam de sal comum, água e energia.

O diretor da Fundação FEMSA Coca-Cola, Vidal Garza Cantú, ressaltou que sendo a terceira economia do país e o segundo em população, Minas Gerais é um estado ideal para investimentos sociais. “Estamos aqui para celebrar o início dessa parceria”, completou.

Segundo o chefe do Gabinete Militar do Governador (GMG) e coordenador estadual da Defesa Civil de Minas Gerais, Coronel Luís Carlos Dias Martins, os dois equipamentos móveis já estarão à disposição logo após o treinamento das equipes, nos próximos dias 19 e 20. “É um instrumento a mais que a Defesa Civil poderá usar nos desastres naturais que por ventura possam ocorrer no Estado de Minas Gerais”, afirmou o coronel Martins.

Sobre a Coca-Cola FEMSA

A Coca-Cola FEMSA Brasil, do Grupo FEMSA (Fomento Econômico Mexicano S.A.), produz refrigerantes e água, sendo a maior franquia de Coca-Cola do mundo em volume de vendas. Dentre outros negócios, comercializa e distribui produtos das marcas do portfólio Coca-Cola Company (composto por chás, sucos, bebida láctea, energéticos, isotônicos e hidrotônicos) e cervejas da Heineken.

No Brasil – além de BH, Campo Grande (MS), Jundiaí (SP) e Mogi das Cruzes (SP) -, emprega 15 mil funcionários e atende 40 milhões de consumidores, distribuídos nas principais regiões de São Paulo, grande parte de Minas Gerais, parte do litoral paulista, todo o Mato Grosso do Sul e região serrana do Rio de Janeiro. A Coca-Cola FEMSA possui 30 unidades fabris nos países latino-americanos. Além do Brasil, a empresa atua no México, Guatemala, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Venezuela e Argentina.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: empresas anunciam investimentos de R$ 34,68 milhões e criação de 2.421 empregos em Minas

BELO HORIZONTE (02/12/11) – Novos investimentos em setores diversos, totalizando R$ 34,68 milhões, acabam de ser anunciados para Minas Gerais. Quatro empreendimentos serão responsáveis pela geração de 2.421 empregos diretos e indiretos, e pela ampliação das cadeias produtivas de setores como calçados, segurança e bicicletas.

O primeiro protocolo de intenção foi assinado pelo Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), com a Palmilhados Boots Indústria e Comércio Ltda.. A empresa irá investir R$ 20 milhões para expandir sua unidade industrial em Itanhandú, no Sul de Minas, bem como para instalar um centro de distribuição, destinado à comercialização de produtos de vestuários, com foco em fardamentos militares e equipamentos de proteção individual (EPI).

De olho no mercado externo e iniciando os contatos com a Central Exportaminas para expandir o mercado, a Palmilhados produz 600 mil pares de calçados militares com chips por ano, 200 mil unidades de equipamentos de proteção individual (luvas) e 150 mil peças de vestuário.

A empresa iniciou suas atividades comercializando coturnos militares para, em seguida, incentivada pela demanda, tornar-se também uma oficina de reparos. O sucesso da oficina trouxe inspiração para a criação do primeiro protótipo e esse, por sua vez, deu origem a uma linha de fabricação própria. Após o ano de 1983, investiram em tecnologia calçadista militar e se tornaram fornecedores de grandes clientes como Exército Brasileiro, Aeronáutica, Marinha e polícias de diversos estados.

Bicicletas

Com investimento de R$ 2,3 milhões, a Braciclo Bicicletas Ltda está construindo, em Lagoa da Prata, região Centro-Oeste de Minas, uma nova sede com área de aproximadamente 3.500 metros quadrados. O empreendimento visa reduzir custos, melhorar a logística e controlar a qualidade da produção dos 40 modelos de bicicletas e dos quadros zyon.

O protocolo de intenção assinado com o Governo de Minas prevê a geração de 114 empregos diretos e indiretos, a fabricação de mais de 35 mil bicicletas por ano e ainda de partes de bicicletas, a partir de 2012. Por outro lado, a Braciclo pretende também consolidar as marcas Braciclo e Zyon. Criada em 2002, a Braciclo tem mais de 100 fornecedores no mercado nacional e importa matéria prima da Ásia.

Já a empresa Emalto Estruturas Metálicas Ltda. está expandindo suas atividades, no município de Timóteo, no Vale do Aço. O grupo, que fabrica em Minas Gerais estruturas metálicas e equipamentos para empresas dos setores do aço, mineral, celulose, cimento, petróleo, automóveis e hidromecânicos, está ampliando a capacidade de produção de estruturas metálicas em 18 mil toneladas/ano. O projeto, com término previsto para este ano, está investindo R$ 10,88 milhões, que resultarão na geração de 447 empregos diretos.

Segurança

Com o objetivo de transferir a fábrica de máscaras respiratórias do município de Socorro (SP) para Bueno Brandão, no Sul de Minas Gerais, a Pro-safety Indústria e Comércio de Equipamentos de Proteção & Solda Ltda. também assinou protocolo de intenção com o Indi. Com investimento de R$ 1,5 milhão, a empresa pretende produzir ainda óculos de segurança, capacetes de proteção e máscaras de solda, hoje terceirizadas.

Além da transferência de 70 funcionários de São Paulo para garantir o processo produtivo, serão gerados 160 novos empregos diretos e indiretos. A partir de 2013, a produção da Pro-Safety deverá atingir a capacidade de 26 milhões de unidades de máscaras respiratórias, 400 mil óculos de proteção, 480 mil capacetes de segurança e 720 mil metros de correntes de sinalização.

A Pro-safety é uma indústria, distribuidora e importadora de equipamentos de proteção individual (EPI), acessórios para solda e sinalização. Fundada em 2006, a empresa iniciou suas atividades em um escritório comercial no bairro do Tatuapé, na cidade de São Paulo, e com uma pequena fábrica de máscaras descartáveis em Campinas.

Fonte: Agência Minas

Retomada: Em pleno vapor economia mineira registra crescimento das exportações em junho

Exportações mineiras registram crescimento

Fonte: Jornal do Comércio

Estado acumula saldo positivo

As exportações mineiras atingiram US$ 2,522 bilhões em junho, enquanto que as importações do Estado no mês passado somaram US$ 866 milhões, gerando um saldo positivo de US$ 1,656 bilhão. A corrente comercial de junho, que representa a soma de embarques e desembarques, totalizou US$ 3,388 bilhões. As informações são do diretor da Central Exportaminas, Jorge Duarte de Oliveira. “Foi o melhor mês pós-crise para o comércio exterior de Minas Gerais”, destacou.

De acordo com os dados do órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), na comparação dos embarques do Estado de junho deste ano (US$ 2,522 bilhões) frente aos US$ 2,506 bilhões registrados no mês anterior, houve leve avanço de 0,6%. Minas respondeu por 14,7% das exportações brasileiras no intervalo.

As importações do Estado no sexto mês de 2010 somaram US$ 866 milhões contra US$ 834,045 milhões em junho do exercício passado, com crescimento de 3,8%. Os desembarques mineiros do período representaram uma participação de 5,8% do total nacional.

No acumulado do primeiro semestre de 2010, as exportações mineiras somaram US$ 12,309 bilhões, montante 36,7% maior do que o valor dos embarques mineiros no mesmo período do ano passado (US$ 9,004 bilhões). As vendas externas de Minas Gerais no intervalo responderam por 13,8% do total nacional.

As importações estaduais de janeiro a junho, conforme os dados da Central Exportaminas, totalizaram US$ 4,412 bilhões sobre US$ 3,137 bilhões no primeiro semestre de 2009, o que representa uma expansão de 40,6%. A participação dos desembarques mineiros no período foi de 5,4% do total do país.

Retomada – O saldo da balança comercial mineira dos seis primeiros meses do ano (US$ 7,897 bilhões) foi 0,1% superior ao brasileiro (US$ 7,887 bilhões), o que, na avaliação do diretor da Central Exportaminas, “mostra que a retomada da economia de Minas Gerais é mais veloz do que a recuperação nacional”. O saldo estadual do período foi 34,6% maior do que o do mesmo intervalo de 2009.

Conforme informações de Oliveira, a corrente comercial do Estado no primeiro semestre deste exercício somou US$ 16,721 bilhões, confirmando um crescimento de 37,7% em comparação com o montante registrado no mesmo intervalo do ano passado (US$ 12,143 bilhões).

Para o diretor, os números do comércio exterior de Minas Gerais dos seis primeiros meses de 2010 refletem a recuperação da demanda e do preço no mercado internacional das principaiscommodities da pauta exportadora do Estado, como minério de ferro, celulose e açúcar.

“Estamos próximos de alcançar os números registrados no período que antecedeu a crise financeira internacional, que acabou impactando o volume das exportações da principaiscommodities mineiras. A recuperação da demanda e dos preços destes produtos, como minério de ferro, açúcar e celulose, no mercado mundial gerou o avanço da participação de Minas nas exportações nacionais”, analisou.

Governo Antonio Anastasia inicia plano de ação com o aeroporto industrial para atrair empresas de alta tecnologia para Confins

Aeroporto industrial opera em janeiro

Retomada

Depois do lançamento do edital, governo mineiro prepara road show para atrair empresas de tecnologia interessadas em se instalar em Confins. Prioridades serão setores de alta tecnologia, como defesa e aeroespacial
Geórgea Choucair

O aeroporto industrial que o governo estadual está construindo em Confins deve começar a operar em janeiro de 2011 ou, no mais tardar, nos primeiros meses do ano, nas mãos da iniciativa privada. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) já lançou o edital de concorrência para a escolha de operador privado da área de 46,7 mil metros quadrados no entorno do Aeroporto Internacional Tancredo Neves. O governo quer atrair uma empresa com experiência em administração de condomínios industriais, que inclui um entreposto aduaneiro e nove lotes de 2,1 mil metros quadrados, para a instalação de indústrias de alta tecnologia e de componentes eletrônicos voltadas para a importação e exportação de produtos e insumos. Os interessados em participar do negócio têm até agosto para entregar as propostas.

“No lugar de lançar um edital para cada área, a Infraero decidiu licitar uma única empresa, chamada de operadora master”, informa o subsecretário de Assuntos Internacionais da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Luiz Antônio Athayde. As obras de infraestrutura básica do aeroporto industrial, orçadas em R$ 10 milhões, estão em fase final e serão concluídas neste ano. Serão licitados também nove lotes disponíveis para a instalação de empresas de tecnologia de ponta. “Mas não significa que serão escolhidas nove empresas”, ressalta o secretário.

Conforme o edital da Infraero, do total do terreno do aeroporto industrial, 20,9 mil metros quadrados serão destinados ao entreposto aduaneiro. Os 25,836 mil metros quadrados restantes serão direcionados para a implantação das indústrias e demais infraestruturas necessárias para a operacionalização do Distrito Industrial (DI) alfandegado. Apesar de o empreendimento contar com um operador master, Athayde ressalta que a escolha das empresas deverá seguir as regras da Instrução Normativa nº 241, da Secretaria da Receita Federal (SRF), que dispõe sobre o regime aduaneiro.

A escolha do operador também seguirá o plano de desenvolvimento do Vetor Norte da capital, que caminha para se tornar um corredor multimodal de alta tecnologia, com investimentos focados em sete setores potenciais: defesa e aeroespacial, ciências da vida (nanotecnologia, biotecnologia, equipamentos médicos e farmacêuticos), tecnologia de informação (serviços de suporte de TI e desenvolvimento de softwares), componentes eletrônicos, turismo de negócios, educação e parques de logística de distribuição e comércio atacadista.

Esses setores, segundo estudo apresentado ao governo pela Jurong Consultants, de Cingapura, devem atrair até 2030 investimentos de US$ 21,9 bilhões, sendo US$ 15,3 bilhões em manufatura e serviços e US$ 6,6 bilhões em pesquisas. Os novos negócios devem gerar mais 400 mil empregos nos próximos 20 anos e uma população adicional de 1,4 milhão de pessoas na região. A Jurong Consultants é especializada em planejamento de infraestrutura de cidades e está debruçada desde 2008 em pesquisa com outras consultorias nacionais e estrangeiras para traçar o projeto Diretrizes para a sustentabilidade e desenvolvimento do Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte: o plano macroestrutural e o seu ordenamento econômico.

O projeto propõe que os investimentos sejam concentrados em 13 municípios: Betim, Contagem, Ribeirão das Neves, Vespasiano, Santa Luzia, Sabará, São José da Lapa, Confins, Lagoa Santa, Jaboticatubas, Matozinhos, Capim Branco e Pedro Leopoldo. Segundo Athayde, o objetivo do estudo foi buscar uma diversificação econômica para o estado. O governo inicia, no segundo semestre, um road show internacional para atrair empresas interessadas em se instalar no aeroporto.

PIB deve crescer 10%

Depois de ter crescido 12,2% no primeiro trimestre, o Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais deve fechar o ano com alta de 10% – um índice chinês. A previsão foi feita ontem pelo secretário de estado de Desenvolvimento Econômico, Sérgio Barroso, lembrando que, somente nos seis primeiros meses do ano, os investimentos privados em Minas atingiram R$ 50 bilhões, valor superior aos R$ 25 bilhões contabilizados em todo o ano de 2008 (pré-crise). Segundo o secretário, outros R$ 29 bilhões estão previstos para o segundo semestre, o que fará o estado encerrar o ano com investimentos privados de praticamente R$ 80 bilhões. “A indústria e a agropecuária têm sido os destaques”, frisa. Os números foram apresentados pelo secretário no Palácio Tiradentes, Cidade Administrativa, com a presença do governador Antônio Anastasia, durante o balanço do semestre.

O setor que está puxando o crescimento é o siderúrgico, com cerca de R$ 6 bilhões em investimentos. Algumas das principais empresas do estado, como Usiminas, ArcelorMittal, Belgo e V&M estão em expansão. O setor mineral está aplicando R$ 3,6 bilhões – e a bionergia aparece na terceira posição, com R$ 1 bilhão. Para os próximos meses, a previsão é que siderurgia amplie os investimentos, atingindo R$ 16 bilhões. A indústria química chegará a R$ 3,5 bilhões.

Na agricultura, a aposta é no crescimento da produção da Região Noroeste, considerada por Barroso como “a nova e última fronteira agrícola do Brasil”. O governo estadual lança hoje, em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg), Banco do Brasil e tradings, o programa Pró-Noroeste, para estimular produtores rurais a plantar em maior escala (como foi antecipado ontem pelo EM). O trunfo é o corredor de exportação intermodal de Unaí até Pirapora (rodovia), e de lá, pelos trilhos da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) e Vitória-a-Minas (ambas da Vale) até Vitória.

No setor de energia, Barroso destacou a inauguração, nos próximos dia, do gasoduto Vale do Aço. “Agora, vamos tentar levá-lo até a região de Governador Valadares”, garantiu. “Estamos buscando consumidores.”

GUERRA FISCAL Barroso também garantiu que Minas não vai entrar em guerra fiscal com outros estados, mas também não vai mais perder investimentos em função da redução de impostos em outras regiões. “Não vamos mais perder investimentos”, garantiu. O secretário lembrou que as alíquotas de ICMS foram reduzidas na Zona da Mata para enfrentar os incentivos fiscais do Rio de Janeiro. “Só neste ano, já garantimos investimentos de R$ 10 bilhões na região”, disse. O governador Anastasia afirmou que a crise mundial atingiu de “forma grave” a economia mineira, mas garantiu que o estado está em período de retomada acelerada do crescimento”, garantiu. (Colaborou Paulo Paiva)