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Governo de Minas lança edição 2012 da revista do Arquivo Público Mineiro

Governo de Minas: Secretaria de Cultura lança nova edição da Revista do Arquivo Público Mineiro

Governo de Minas: Publicação traz reflexão sobre o tema “Bibliotecas, leitura e educação”

Fonte: Agência Minas

Divulgação

A Revista do Arquivo Público Mineiro teve o seu primeiro número lançado em 1896

A Revista do Arquivo Público Mineiro teve o seu primeiro número lançado em 1896

A Secretaria de Estado de Cultura (SEC), lançou nesta terça-feira (27), a Revista do Arquivo Público edição janeiro-dezembro 2012. Trata-se de uma publicação que está em circulação há 116 anos, dedicada aos estudos históricos sobre Minas Gerais. Esta nova edição, que contou com a coordenação de Luiz Carlos Villalta, professor associado do Departamento de História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, tem como tema ‘Bibliotecas, leitura e educação’, em que o livro é abordado em suas relações com outros elementos da cultura material, ou ainda, com as imagens e a oralidade.

Cinco artigos compõem o dossiê ‘Bibliotecas, leitura e educação’. São eles: ‘Escrever, ler e rezar’, de Leila Mezan Algranti; ‘Humanamente indispensável’, de Christianni Cardoso Morais; ‘O ouro das estantes’, de Laura de Mello e Souza; ‘Do impresso à pintura’, de Camila Fernanda Guimarães Santiago; e ‘Leituras Libertinas’, de Luiz Carlos Villalta.

O novo projeto gráfico, inaugurado em 2005, inovou em termos estéticos e de conteúdo, passando a veicular trabalhos resultantes de pesquisas universitárias nacionais e internacionais nas áreas de história e arquivística, além de introduzir as seções de entrevista e de resenhas bibliográficas referentes à produção historiográfica sobre minas gerais e brasil.

A secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, ressalta a importância da publicação para a democratização do acesso aos arquivos históricos produzidos no Estado. “A Revista do Arquivo Público Mineiro é a melhor expressão do compromisso histórico assumido pelo governo estadual em preservar, valorizar e divulgar o patrimônio material e imaterial de Minas. Temos orgulho em levar adiante esse projeto tão antigo e tão importante para a memória do povo mineiro”.

O conteúdo

A revista tem seus assuntos divididos em seções fixas. Nesta edição, a seção que traz o nome de ‘Dossiê’, a mais extensa da publicação, tem como tema a história da leitura e das bibliotecas mineiras coloniais. As matérias que compõem o ‘Dossiê’ têm as seguintes abordagens: os hábitos femininos de leitura dentro dos recolhimentos religiosos; o incentivo ao ensino da leitura promovido pelas câmaras coloniais; as coleções de livros especiais que eram mantidas por negociantes e artistas mineiros da época; a circulação de livros com conteúdo libertino, durante os últimos anos do século XVIII.

Outra seção, intitulada ‘Ensaios’, apresenta duas pesquisas recentes: ‘o povoamento do sertão da Mantiqueira’ e a ‘produção açucareira em Minas no século XIX’. Em ‘Arquivística’ o leitor encontra estudos que remetem à origem do Arquivo Público Mineiro, bem como uma análise sobre os desafios na gestão de grandes volumes documentais.

Já as seções ‘Estante’ e ‘Estante Antiga’ têm a função de trazer os últimos lançamentos de livros a respeito da história de Minas, sempre com sugestão de uma obra que componha o acervo da Biblioteca do Arquivo Público Mineiro. Como complemento, este volume ainda traz uma entrevista especial com o diretor do Arquivo Público Mineiro do Estado de São Paulo.

Revista do Arquivo Público Mineiro

Idealizada pelo fundador e primeiro diretor do Arquivo Público Mineiro, José Pedro Xavier da Veiga, a Revista do Arquivo Público Mineiro teve o seu primeiro número lançado em 1896. Naquela época, ao apresentar a publicação, Xavier da Veiga afirmava a necessidade de se organizar “séria e sistematicamente” os arquivos administrativos, históricos e políticos dispersos em Minas Gerais.

Desde 2005, graças ao esforço da Secretaria de Estado de Cultura, com apoio do Programa Cultural da Cemig, a Revista do Arquivo Público Mineiro está sendo publicada em uma nova versão, com projeto gráfico moderno que busca honrar a tradição da mais antiga revista de História de Minas Gerais.

Serviço:

Evento: Lançamento da Revista do Arquivo Público Mineiro

Local: Teatro da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Praça da Liberdade, 21

Data: 27 de novembro de 2012

Horário: 17h30

Informações: (31) 3269-1167

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretaria-de-cultura-lanca-nova-edicao-da-revista-do-arquivo-publico-mineiro/

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Governo de Minas: Antonio Anastasia participa da entrega do Prêmio Bom Exemplo 2012

Governador destaca trabalho voluntário como exemplo de cidadania e inclusão social, que vai se reproduzindo pelo Estado

Wellington Pedro/Imprensa MG
Anastasia participou da solenidade de entrega do Prêmio Bom Exemplo 2012, em Belo Horizonte
Anastasia participou da solenidade de entrega do Prêmio Bom Exemplo 2012, em Belo Horizonte

O governador Antonio Anastasia participou, na noite dessa terça-feira (17), na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), em Belo Horizonte, da solenidade de entrega do Prêmio Bom Exemplo 2012. Anastasia destacou a iniciativa de valorização das ações sociais realizadas por pessoas e instituições que contribuem para a melhoria da qualidade de vida em Minas Gerais.

“É uma grande alegria aplaudir os vencedores deste belíssimo prêmio que nos dão excelentes exemplos de cidadania, de inclusão, que vão se reproduzindo pelo Estado afora. Ficamos muito orgulhosos de vermos nossos conterrâneos, instituições e pessoas físicas receberem o reconhecimento pelo seu trabalho social de educação e de inclusão. É a cidadania em primeiro lugar”, afirmou o governador.

Vencedores

O Prêmio Bom Exemplo tem o objetivo de destacar ações sociais que contribuem para a melhoria da qualidade de vida em Minas e valorizar pessoas que trabalham para mudar a realidade em suas comunidades. O prêmio tem nove categorias. É coordenado pela Fundação Dom Cabral e Rede Globo Minas, com apoio da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e jornal O Tempo.

Entre os vencedores desta edição está a Escola Estadual Bolivar Tinoco Mineiro, na categoria Educação. Localizada no bairro Ribeiro de Abreu, em Belo Horizonte, destacou-se pelo desempenho no Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa), conseguindo reduzir os índices de evasão escolar. O exame implantado pelo Governo de Minas com o objetivo de medir o nível de leitura e escrita dos alunos com até oito anos de idade.

Na categoria Cidadania, o Prêmio Bom Exemplo foi entregue pelo governador Anastasia a Rodrigo Barcelos de Medeiros. O técnico em informática se destacou por oferecer transporte a pessoas em tratamento de saúde. Rodrigo Medeiros dá carona a 35 crianças e nove idosos com dificuldades de locomoção para escolas, cursos e hospitais. Ele arca com todos os custos.

Antonio Anastasia disse que todos devem aplaudir e torcer para que estes exemplos se espalhem por toda Minas Gerais. “São todos vencedores. É um trabalho voluntário, um trabalho amoroso feito com muito carinho. O Rodrigo tem um trabalho belíssimo, porque, com seus próprios recursos, leva as pessoas portadoras de deficiência. Ele foi o primeiro colocado na escolha popular. Mas são todos vencedores”, ressaltou o governador.

Também participaram da solenidade de entrega do Prêmio Bom Exemplo 2012 o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, a secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, a secretária adjunta de Estado de Educação, Maria Ceres Pimenta Spinola Castro, e a presidente do Serviço Voluntário de assistência Social (Servas), Andrea Neves, entre outras autoridades.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/antonio-anastasia-participa-da-entrega-do-premio-bom-exemplo-2012/

Gestão Eficiente: governo de Minas lança Núcleo de Interiorização da Cultura em Uberlândia

Haverá também encontro de secretários municipais de Cultura e gestores culturais

A Secretaria de Estado de Cultura (SEC) lança nesta segunda-feira (16), às 18h, mais um Núcleo de Interiorização, desta vez, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. O lançamento faz parte da estratégia da SEC de descentralizar e regionalizar suas ações, aumentando o diálogo com o interior de Minas Gerais e promovendo a gestão compartilhada da política cultural do Estado. O Núcleo de Interiorização de Uberlândia atenderá as demandas de artistas, produtores culturais e gestores públicos das macrorregiões do Triângulo Mineiro e do Alto Paranaíba, num total de 66 municípios.

Os Núcleos de Interiorização correspondem a representações físicas da Secretaria de Estado de Cultura no interior, com atuação em diversas frentes como mapeamento de manifestações, espaços e eventos culturais; dando apoio técnico a gestores de cultura e contribuindo para a implementação da rede de serviços da SEC nas localidades. Os núcleos serão responsáveis também por oferecer informações sobre os serviços do Sistema Estadual de Cultura; estimular parcerias; divulgar e apoiar as ações realizadas pela Secretaria e parceiros.

Em 2011, foram lançados os Núcleos de Interiorização de Araçuaí, com atuação nas macrorregiões dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas; e de São João del-Rei, com presença nas macrorregiões Central e Noroeste. Neste ano, a Secretaria de Estado de Cultura lançou outros dois Núcleos: em Pouso Alegre, que atenderá às macrorregiões Sul e Centro-Oeste do Estado; e em Governador Valadares, com âmbito de atuação nas macrorregiões do Vale do Rio Doce e da Zona da Mata.

A secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, explica que os Núcleos de Interiorização da SEC fazem parte de uma estratégia inovadora de planejamento compartilhado da política cultural do Estado. “Cultura deve ser compreendida como instrumento de desenvolvimento, por meio de uma política cultural bem articulada, descentralizada e regionalizada. Nesse sentido, queremos qualificar o diálogo da SEC com os representantes do setor cultural do interior do Estado, localizando e atendendo às demandas específicas de cada macrorregião”, explica.

Atividades

O lançamento do Núcleo de Interiorização de Uberlândia terá início com a realização do I Encontro de Secretários Municipais de Cultura e Gestores Culturais das macrorregiões, onde serão definidas as prioridades dos gestores culturais públicos e privados. Em seguida, será criado um plano de orientação para a seleção das prioridades e elaboração de um cronograma de trabalho. Todo o processo será acompanhado pela equipe da Superintendência de Interiorização da SEC.

Posteriormente ao lançamento, serão realizados Encontros de Secretários Municipais de Cultura e Gestores Culturais em cada região. O evento terá a finalidade de qualificar os gestores e entidades culturais públicas e privadas com informações sobre fomento, investimento cultural e relações com o mercado.

O encontro terá como objetivos: apresentar os serviços oferecidos pelo Sistema Estadual de Cultura, incentivar o intercâmbio cultural, ampliar a capilaridade no acesso às informações culturais e intensificar a rede de articuladores da cultura em Minas Gerais. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas por e-mail (interiorizacao@cultura.mg.gov.br) ou telefone (31- 3915-2688).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-lanca-nucleo-de-interiorizacao-da-cultura-em-uberlandia/

Gestão Eficiente: governador Anastasia inaugura Museu da Liturgia em Tiradentes

Mais de 420 peças de arte sacra do século XVIII foram restauradas para compor o acervo do mais novo museu de Minas Gerais

Carlos Alberto/Imprensa MG
Governador Antonio Anastasia na inauguração do Museu da Liturgia, em Tiradentes
Governador Antonio Anastasia na inauguração do Museu da Liturgia, em Tiradentes

O governador Antonio Anastasia inaugurou, neste sábado (14/04), em Tiradentes, o Museu da Liturgia, instalado num casarão do século XVIII onde funcionava a antiga Casa Paroquial da Igreja de Santo Antônio. O museu vai abrigar e preservar um rico patrimônio religioso, composto por mais de 420 peças restauradas entre esculturas, pinturas, imagens, pratarias, objetos de madeira, mobiliário e roupas, até então dispersas por capelas de Tiradentes e que já se encontravam em avançado estado de deterioração.

“Foram retiradas peças sacras que estavam durante tantos séculos guardadas e, agora, estão sendo apresentadas dentro de uma museografia muito moderna. É o único museu da liturgia com essas características em toda América Latina e com belíssimo acervo, um patrimônio de primeiro mundo. A qualidade e a riqueza das obras remonta a tradição dos ourives de Minas há tantos séculos. Tenho certeza que esse Museu da Liturgia será mais um polo de atração aqui de Tiradentes”, afirmou o governador.

Fonte de riqueza

Com recursos de R$ 8,5 milhões, investidos pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a fundo perdido, o Museu da Liturgia mostrará o valor cultural, artístico e religioso dessas peças sacras históricas. O BNDES será o mantenedor do Museu pelos próximos dois anos.

“Minas Gerais tem o maior patrimônio histórico do Brasil e esse patrimônio tem que ser não só preservado, mas também positivamente apresentado como uma potencialidade e fonte de riqueza. A inauguração do Museu da Liturgia, aqui em Tiradentes, é uma demonstração disso. Eu queria agredecer ao BNDES ao apoio extraordinário que tem dado a Minas Gerais e, em especial, a Tiradentes, com esse belo projeto”, ressaltou o governador.

O projeto do Museu começou a ser planejado a partir de um antigo anseio da comunidade de Tiradentes – poder público e sociedade civil organizada – por um espaço apropriado para guardar peças sacras do século XVIII, incluíndo o rico acervo da matriz  de Santo Antônio. Ao todo, 429 peças foram restauradas, das quais 330 ficarão em exposição. As demais formarão a reserva técnica do museu ou foram realocadas em capelas e igrejas.

Ao todo, 380 profissionais estiveram envolvidos na formulação e construção do Museu da Liturgia. O projeto foi executado pela empresa Santa Rosa Bureau Cultural, em parceria com a Paróquia Santo Antônio. A formulação do projeto e execução das obras foram realizadas ao longo de dois anos e meio.

Devoção e fé

De acordo com Eleonora Santa Rosa, ex-secretária de Cultura e diretora da empresa executora do projeto, o Museu da Liturgia tem um conceito diferente de museus de arte sacra, pois não possui o simples objetivo de exibir objetos, mas também de explicitar a função de cada peça, evidenciando o tipo de fé professada e a quê que cada uma servia.

“A ideia é disponibilizar um espaço para que o visitante tenha a vivência de crença e valores espirituais. São 429 peças integralmente restauradas, todas tombadas, parte do patrimônio histórico, peças essas que relatam uma história de devoção e fé da comunidade tiradentina. Esse Museu da Liturgia é um espaço de transcendência, de experiência e renovação da crença da fraternidade e da generosidade”, explicou Eleonora.

A museografia (construção, catalogação, organização e instalação) do Museu da Liturgia foi feita pelo museógrafo Ronaldo Barbosa e segue conceitos contemporâneos, de altíssima qualidade. O espaço conta com instalações áudio-visuais para contextualizar o que está exposto.

Foi projetado, atrás do Museu da Liturgia, um pátio de acolhimento, onde o visitante poderá ouvir pequenos trechos da Bíblia – Salmos, Eclesiastes e Gênesis. Também há uma trilha sonora para o percurso da visitação, composta pelo músico, arranjador e violoncelista Marco Antônio Guimarães, fundador do grupo mineiro de música instrumental Uakti.

“Estamos realizando um antigo sonho da comunidade e da Paróquia de Santo Antônio. Esse acervo todo levou 300 anos para ser formado. Esse museu é uma faculdade de história religiosa, história desse povo que teve início em 1702”, destacou o pároco da Igreja de Santo Antônio, padre Ademir Sebastião Longatti.

A nova Casa Paroquial da Matriz Santo Antônio foi instalada num casarão próximo ao Museu da Liturgia, também restaurado e reformado. O padre Ademir é um dos idealizadores do Museu e está à frente da paróquia há 25 anos.

Também participaram da solenidade de inauguração o prefeito de Tiradentes, Nilzio Barbosa; a secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras; o diretor do BNDES, Júlio Raimundo, o bispo emérito da Diocese de São João del-Rei, Dom Valdemar Chaves de Araújo, além de deputados e artistas envolvidos no projeto.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governador-anastasia-inaugura-museu-da-liturgia-em-tiradentes/

Gestão Anastasia: governo de Minas promove a revitalização do coreto da Praça da Liberdade

Patrimônio Histórico de Belo Horizonte será reaberto ao público em outubro

Um dos maiores símbolos arquitetônicos de Belo Horizonte será reaberto ao público. Foi assinado nesta quinta-feira (12), na Cidade Administrativa, um termo de cooperação entre o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), o Instituto Cultural do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG Cultural) e a Associação dos Notários e Registradores do Estado de Minas Gerais (Anoreg-MG), que garante o início das obras de restauração do coreto da Praça da Liberdade.

Pela parceria, o BDMG Cultural fica responsável pela elaboração do projeto arquitetônico, avaliado em R$ 12 mil, para a revitalização do coreto, além de assumir a gestão do trabalho de execução das obras. Já os recursos para a restauração ficam por conta da Anoreg-MG, enquanto o Iepha-MG será responsável pelo suporte técnico, acompanhamento e fiscalização dos trabalhos, que deverão atender às exigências técnicas do instituto, por se tratar de um bem tombado pelo patrimônio histórico. O custo total da obra ainda depende da conclusão do projeto arquitetônico, mas está estimado inicialmente em cerca de R$ 120 mil.

O acordo estabelece o prazo de 205 dias corridos, contados a partir desta quinta-feira (12), para a conclusão do trabalho, o que significa que os belo-horizontinos poderão comemorar a reabertura do coreto, completamente revitalizado, em outubro deste ano. A contrapartida pedida, pelo BDMG Cultural, foi a garantia de que a realização de uma série de eventos culturais de pequeno porte, como apresentações de coral, possam continuar sendo realizadas no coreto, como já acontecia anteriormente. A estrutura foi interditada em novembro de 2010.

O termo de cooperação foi assinado pelo Secretário de Estado de Governo, Danilo de Castro; pela Secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras; pelo presidente do BDMG Cultural, Washington Mello; o presidente da Anoreg-MG, Roberto Andrade; o secretário municipal da Regional Centro-Sul da capital, Harley Andrade; e o vice-presidente do Iepha-MG, Pedrosvaldo Caram Santos.

Patrimônio histórico

Erguido no centro da Praça da Liberdade em 1913, a estrutura artística de ferro com base em alvenaria sempre foi um espaço tradicional de cultura e lazer para a população mineira. Por décadas, aos domingos, ali se reuniam inúmeros belo-horizontinos para apreciar as apresentações promovidas pela Banda Musical do 1º Batalhão da Brigada Policial de Minas Gerais.

O Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Praça da Liberdade foi tombado pelo Iepha-MG em 1977. De acordo com os levantamentos reunidos no dossiê de tombamento, o coreto já fazia parte do projeto original da praça, concebido pelo arquiteto Luiz Olivieri e – após a remodelação do espaço por ocasião da visita dos reis Belgas a Belo Horizonte, em 1920 – teria sido o único elemento preservado do antigo desenho da praça.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-promove-a-revitalizacao-do-coreto-da-praca-da-liberdade/

Gestão da Educação: em Minas, primeiro contato com mercado de trabalho ocorre já no ensino médio

Em 2011, Minas Gerais foi o segundo Estado que mais contratou menores e jovens aprendizes no país

Divulgação/Sete
Durante a audiência na Assembleia, o secretário Carlos Pimenta ressaltou a relevância do debate
Durante a audiência na Assembleia, o secretário Carlos Pimenta ressaltou a relevância do debate

O secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Carlos Pimenta, e o coordenador do Observatório do Trabalho da Sete, Igor Coura, participaram de uma audiência pública, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, que teve como objetivo a discussão da inclusão do estágio na grade curricular do ensino médio da rede pública de educação e a inserção dos estudantes no mercado de trabalho. O autor do requerimento desta discussão, realizada pela Comissão do Trabalho, da Providência e da Ação Social da Assembleia, foi o deputado estadual Doutor Viana. A sessão foi presidida pela deputada Rosângela Reis.

Durante a audiência, o secretário Carlos Pimenta ressaltou a relevância do debate. “Essa é uma temática de suma importância para ser discutida, pois trata dos nossos jovens, do mercado de trabalho e do desenvolvimento do Estado. A taxa de desemprego entre os jovens não é satisfatória, bem como o rendimento e o tempo médio que eles ficam em uma empresa. Todos esses dados são inferiores quando comparados aos números gerais. Temos que mudar esse cenário, e, para isso, o Governo de Minas desenvolve várias ações voltadas para esse público”, destacou. “A inserção do estágio na grade curricular do ensino médio é um desafio necessário, pois o mercado de trabalho é dinâmico e exigente. Esse primeiro contato com o mercado, por meio do estágio, pode abrir muitas portas”, completou o secretário.

Igor Coura apresentou os dados sobre desemprego e ocupação dos jovens, com idade entre 16 e 29 anos, no mercado de trabalho e destacou as principais ações do Governo de Minas voltadas para as pessoas desta faixa etária, como o ProJovem Trabalhador, da Sete; o Programa de Educação Profissional (PEP) e o Reinventando o Ensino Médio, da Secretaria de Estado de Educação (SEE); o Poupança Jovem, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese); o PlugMinas, da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), em parceria com a Secretaria de Estado de Esportes e Juventude (Seej); e o Aliança pela Vida, que têm ações coordenadas pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) e envolve diversos outros órgãos do Estado.

Destaque nacional

Minas Gerais foi o segundo Estado que mais contratou menores e jovens aprendizes no ano de 2011. Foram 32 mil admitidos. Configura-se como menor ou jovem aprendiz cidadãos com idade entre 14 e 24 anos que estejam matriculados, seja no ensino fundamental, médio ou algum outro curso de aprendizagem. Já em relação aos jovens que ingressaram no mercado de trabalho em seu primeiro emprego, o Estado admitiu cerca de 270 mil. O setor que mais contratou esse público foi o comércio, com 76.106 contratações, seguido pelo de serviços (70.510); indústria da transformação (66.673); construção civil (37.162).

De acordo com dados da Pesquisa por Amostra de Domicílios (PAD), da Fundação João Pinheiro, a taxa de desocupação entre os jovens, com idade entre 16 e 29 anos, no ano de 2009 (ano que foi realizada a última pesquisa com esse foco), foi de 12,8%, muito acima do índice de desemprego total apresentado no período que foi de 8%.

Já em relação ao rendimento desses jovens, pesquisa mais recente, divulgada pelo Ministério do Trabalho, por meio Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), em 2011, aponta que o valor médio pago por hora é de R$3,80, enquanto a média geral é de R$4,90.  A mesma pesquisa aponta que o tempo médio que os jovens ficam em determinada empresa é de 8,9 meses. Já o dado do mercado em geral é de 15 meses.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/em-minas-primeiro-contato-com-mercado-de-trabalho-ocorre-ja-no-ensino-medio/

Gestão em Minas: Anastasia inaugura Centro de Arte Popular no Circuito Cultural Praça da Liberdade

Governador destaca importância de Minas Gerais na arte popular brasileira.
Omar Freire/Imprensa MG
Governador Antonio Anastasia durante inauguração do Centro de Arte Popular - Cemig
Governador Antonio Anastasia durante inauguração do Centro de Arte Popular – Cemig

O governador Antonio Anastasia inaugurou, nesta segunda-feira (19), em Belo Horizonte, o Centro de Arte Popular – Cemig, novo espaço do Circuito Cultural Praça da Liberdade, voltado à exposição de obras de artistas populares de diferentes regiões de Minas Gerais e do Brasil. O museu está instalado em um prédio histórico, construído em 1928, onde funcionou o Hospital São Tarcísio, a poucos metros da Praça da Liberdade. Este é o oitavo espaço do Circuito Cultural Praça da Liberdade.

“Estamos aqui para inaugurar este belíssimo Centro de Arte Popular, que o Governo do Estado integra ao Circuito Cultural de nosso Estado, da capital Belo Horizonte, da Região Metropolitana. É um prédio que foi resgatado, estava paralisado há muitos anos, foi totalmente reformado e será mais um dos ícones do Circuito Cultural Praça da Liberdade”, disse Anastasia, durante a solenidade de inauguração do museu.

O Governo de Minas investiu R$ 7 milhões na implantação do espaço cultural, dos quais R$ 1,5 milhão por meio da Cemig. As obras envolveram desde a restauração do edifício até a implantação de estrutura moderna e adequada ao abrigo de obras de arte.

A proposta do Centro de Arte Popular – Cemig é valorizar a diversidade cultural mineira. O acervo conta com 800 peças, grande parte de propriedade do Estado. Outras peças de instituições e de colecionadores privados, cedidas por comodato, integram o acervo.

“Minas Gerais, sem dúvida alguma, é o Estado brasileiro que tem nessas questões do folclore e da arte popular uma riqueza extraordinária. Por isso, ficamos muito felizes de poder inaugurar aqui esta que é a casa, portanto, a partir de agora, da arte popular de Minas”, afirmou o governador Anastasia.

O edifício tem quatro pavimentos com ateliês para oficinas, sala de exposições temporárias, auditório multiuso, café, loja, centro de informação com biblioteca, videoteca e computadores para consulta e quatro salas de exposições de longa duração. A gestão do Centro de Arte Popular – Cemig será da Superintendência de Museus e Artes Visuais da Secretaria de Estado de Cultura.

Exposição inaugural

A exposição inaugural de longa duração apresenta ao público 360 peças, que retratam as diferentes expressões de arte criadas pelo homem, ao longo do tempo, em todo o Estado de Minas Gerais. Isso inclui desde manifestações dos primeiros habitantes da região, com as pinturas rupestres, até os grafismos urbanos contemporâneos. Inclui fotos, vídeos, esculturas em madeira, cerâmica, peças de festas religiosas, oratórios, ex-votos, santos e pinturas.

A secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, disse que a inauguração do centro é um momento muito importante para a cultura de Minas Gerais. “Estamos entregando uma instituição que pretende ser um centro de referência da arte popular. Além do espaço de exposição com um acervo riquíssimo, o centro será também um espaço de pesquisa, de seminários, de reflexão, tudo relacionado à arte popular de Minas Gerais”.

As obras expostas são assinadas por artistas como Noemisa, GTO (Geraldo Teles de Oliveira), Artur Pereira, Maria Lira Marques, Dona Isabel, Dirléia Neves Peixoto, Ulisses Pereira, Lorenzatto e Dona Tonica. Também trabalhos de artistas anônimos compõem o acervo. Estão representados Araxá, Belo Horizonte, Cachoeira do Brumado (distrito de Mariana), Divinópolis, Ouro Preto, Prados, Sabará e São João del-Rei e municípios do Vale do Jequitinhonha.

Além da exposição de longa duração, na abertura do Centro de Arte Popular também foi inaugurada uma mostra temporária, que apresenta uma coleção inédita de oratórios, santos e ex-votos dos séculos XVIII e XIX, exposta pela primeira vez ao público. A mostra acontecerá até 19 de junho. Dentre as 45 obras que compõem o conjunto, há uma raridade, que é um oratório de origem africana, do século XVIII, produzido por escravos e por Mestre Borboleta. As peças pertencem a Maria Zahle, colecionadora da cidade de Tiradentes.

O Centro de Arte Popular – Cemig funcionará nas terças, quartas e sextas-feiras das 10 às 19 horas, nas quintas-feiras das 12 às 21 horas e nos sábados e domingos das 12 às 19 horas. A entrada é gratuita.

Circuito Cultural Praça da Liberdade

Até o final de 2014, o Circuito Cultural Praça da Liberdade contará com 13 espaços, se transformando no maior complexo cultural do Brasil, reunindo museus históricos, artísticos e temáticos, centros culturais, bibliotecas e espaços para oficinas, cursos e ateliês. De 2010 até janeiro deste ano, 964 mil pessoas visitaram o Circuito Cultural Praça da Liberdade.

Os sete espaços já abertos à visitação no Circuito Cultural Praça da Liberdade são: Espaço TIM UFMG do Conhecimento, que tem um dos oito planetários mais modernos do mundo e um observatório de última geração; o Museu das Minas e do Metal, que utiliza a tecnologia de forma criativa para apresentar o universo dos metais e dos minérios; e o Memorial Minas Gerais – Vale, que instiga o visitante a descobrir a história e os costumes mineiros.

Também fazem parte do complexo o Museu Mineiro, reaberto em janeiro de 2012; a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, o Arquivo Público Mineiro e o Palácio da Liberdade. Além destes espaços, estão em processo de implantação o Centro Cultural Banco do Brasil, com inauguração prevista para o segundo semestre de 2012, a Casa Fiat de Cultura, o Inhotim Escola, o Museu do Automóvel e Museu do Homem Brasileiro.

Todas as intervenções de restauração e revitalização dos edifícios do Circuito Cultural são supervisionadas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG).

Participaram também da inauguração do Centro de Arte Popular – Cemig o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado estadual Dinis Pinheiro, o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José do Nascimento Júnior, a presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), Andrea Neves, o vice-presidente da Cemig, Arlindo Porto, entre outras autoridades.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/anastasia-inaugura-centro-de-arte-popular-no-circuito-cultural-praca-da-liberdade/