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Governo de Minas: Fapemig libera recursos para institutos nacionais de ciência e tecnologia

Projetos contemplados receberão, ao todo, recursos da ordem de R$ 10,4 milhões

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) libera a partir desta sexta-feira (16) recursos para a continuidade das pesquisas dos três primeiros Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) de Minas Gerais que passaram pela avaliação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os projetos contemplados são: Medicina Molecular, Nano-biofarmacêutica e Estruturas Inteligentes para Inovação em Engenharia. Eles receberão, ao todo, R$ 10,4 milhões, sendo que a Fapemig investirá R$ 4,6 milhões, a Petrobrás R$ 1,3 milhão e o restante será financiado pelo CNPq.

Todos os 13 INCTs de Minas Gerais aprovados no primeiro edital do programa, lançado pelo CNPq em 2008, receberão financiamento ao longo de cinco anos, conforme previsto, pois foram avaliados com sucesso em 2010 tanto no seminário local quanto no nacional. Como decorrência da avaliação nacional de todos os projetos, em 2011, o Programa dos INCTs foi analisado pelo Comitê do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que decidiu por sua continuidade.

Por terem sido os primeiros a iniciarem suas atividades no Estado, os três INCTs citados apresentaram suas propostas para continuidade dos projetos ao longo dos próximos dois anos. Estas propostas foram analisadas por consultores ad-hoc e aprovadas pelo CNPq.

Seguindo os prazos previstos, todos os outros dez INCTs de Minas Gerais estão passando por procedimento similares e, ainda no primeiro semestre de 2012, devem ter seus processos prorrogados e novos investimentos vão garantir a continuidade do Programa.

INCTs

O Programa INCTs foi lançado em 2008 pelo CNPq que, com recursos próprios e de parceiros, entre eles, a Fapemig destinou mais de R$ 600 milhões a grupos de pesquisa em todo o país, possibilitando a formação de 123 INCTs. O programa tem o objetivo de mobilizar e agregar, de forma articulada, os melhores grupos de pesquisa em áreas estratégicas para o Brasil, além de impulsionar a pesquisa científica básica e estimular o desenvolvimento da pesquisa científica e tecnológica de ponta.

Em Minas Gerais, são 13 INCTs, que congregam universidades e centros de pesquisas em atividades voltadas para áreas específicas do conhecimento. No primeiro investimento, os INCTs mineiros receberam R$ 72 milhões, sendo metade proveniente da FAPEMIG e metade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os recursos vindos da Fapemig foram pagos em três parcelas: em 2009, 2010 e 2011, totalizando R$ 36 milhões.

Além da Fapemig, o Programa do CNPq tem como parceiros a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Ministério da Saúde (MS), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e as Fundações de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), do Pará (Fapespa), de São Paulo (Fapesp), do Rio de Janeiro (Faperj) e de Santa Catarina (Fapesc).

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: expositores ampliam participação na Expocafé 2012

As atividades da Expocafé terão início no dia 19 de junho, com a realização do 3º Simpósio da Mecanização da Lavoura Cafeeira

Samantha Mapa/Epamig
Expositores demonstram em campo o funcionamento de máquinas e implementos agrícolas
Expositores demonstram em campo o funcionamento de máquinas e implementos agrícolas

Cento e dezoito empresas já confirmaram participação na Expocafé 2012. A exposição, promovida pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), será realizada entre os dias 19 e 22 de junho, na Fazenda Experimental de Três Pontas, no Sul de Minas.

Neste ano, a Expocafé contará com uma área de exposição de 12,3 mil m² e 193 estandes; em 2011, a área ocupada foi de 10 mil m². “Já iniciamos os estudos de viabilidade para garantirmos a ampliação da feira em 2013”, afirma o coordenador do evento e chefe do Departamento de Eventos Tecnológicos da Epamig, Mairon Mesquista.

A maior parte das empresas que vão participar desta 15ª edição da Expocafé tem sede na região Sudeste do país, sendo 60 do estado de São Paulo e 42 de Minas Gerais. Também estão garantidos na feira expositores dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia e Distrito Federal.

“A tendência nesta edição está sendo a ampliação dos estandes. Temos casos de empresas que irão ampliar em quatro vezes a área de exposição em relação ao anopassado”, informa Antônio Augusto Braighi, integrante da Comissão de Organização e Comercialização.

As atividades da Expocafé terão início nodia 19 de junhocom a realização do 3º Simpósio da Mecanização da Lavoura Cafeeira. O Simpósio é exclusivo para participantes previamente inscritos. A partir dodia 20, a feira será aberta ao público, com a realização da exposição de equipamentos, máquinas e insumos e de eventos paralelos, como as dinâmicas de campo, os cursos de capacitação para operadores de máquinas e oevento Café com Saúde, promovido pela Epamig em parceria com a UniversidadeFederal de Lavras.

Dinâmicas de Máquinas

A Epamig iniciou as inscrições das empresas interessadas em participar das Dinâmicas de Máquinas durante a Expocafé 2012. É uma ótima oportunidade para os expositores demonstrarem em campo o funcionamentode máquinas e implementos agrícolas a cafeicultores e operadores.

O regulamento das Dinâmicas está disponível no site da Expocafé e as inscrições de expositores podem ser feitas até o dia 30 de maio pelos telefones: (31) 3489-5001 e 3489-5078 ou pelo e-mail expocafe@epamig.br. O número de empresas participantes é limitado (30 vagas), sendo que cada expositor pode utilizar no máximo três máquinas.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Minas é o melhor estado do Sudeste e o 4º do País no índice de desempenho do SUS

Indicador criado pelo Ministério da Saúde mede qualidade e acesso aos serviços públicos do setor
Ramon Jader/SES-MG
Em Guarani, os serviços de saúde apostam nas visitas domiciliares, principal estratégia do Saúde da Família
Em Guarani, os serviços de saúde apostam nas visitas domiciliares, principal estratégia do Saúde da Família

O sistema público de saúde de Minas Gerais ocupa lugar de destaque no Índice de Desempenho do SUS (IDSUS 2012), lançado nesta quinta-feira (1º), em Brasília, pelo Ministério da Saúde. Com índice de 5,87 – numa escala de zero a dez – Minas é o Estado melhor colocado do Sudeste e o 4º melhor entre as 27 unidades da Federação, atrás apenas de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. (Veja tabela abaixo)

O IDSUS 2012 avaliou os diferentes níveis de atenção à saúde (básica, especializada ambulatorial e hospitalar e de urgência e emergência), verificando como está a infraestrutura de saúde para atender as pessoas em todos os estados e se os serviços ofertados têm capacidade de dar as melhores respostas aos problemas de saúde da população.

“Recebemos esse resultado como um estímulo, pois ele demonstra que estamos no caminho certo,  graças ao pioneirismo de algumas ações desenvolvidas pelo Governo de Minas nos últimos anos nessa área, sobretudo o processo de regionalização e de interiorização dos serviços públicos de saúde”, afirma o Secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais”, Antônio Jorge de Souza Marques.

Choque de gestão na Saúde

Nos últimos anos, o sistema público de saúde de Minas Gerais tornou-se uma referência no país. Destacam-se os programas estruturadores que, com ações coordenadas e planejadas, que sempre levam em conta as especificidades de cada região do Estado. Alguns exemplos são o Programa Saúde em Casa, o Viva Vida, o Sistema Estadual de Transporte Sanitário, o Hiperdia, o Farmácia de Minas, o Mais Vida e o Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos Hospitais (Pro-Hosp).

De acordo com o Secretário Antônio Jorge, o Choque de Gestão em seus vários componentes e todo o trabalho desenvolvido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), garantem uma gestão bastante arrojada e inovadora.

O secretário destaca também a implantação simultânea de diversas redes de atenção à saúde que levam promoção e prevenção à saúde, como na urgência e emergência, no materno-infantil, na atenção ao idoso e no tratamento de hipertensão e diabetes.

“Todas as ações já implantadas – acrescidas, neste momento, da nossa grande prioridade, que é a otimização da rede de Saúde Mental e de álcool e drogas – só poderiam impactar favoravelmente no acesso à saúde de qualidade para o povo mineiro”, conclui o Secretário.

Como foi feita a avaliação

Com pontuação que varia de zero a 10, o IDSUS 2012 avalia informações de acesso, que mostram como está a oferta de ações e serviços de saúde, e de efetividade, que medem o desempenho do sistema, ou seja, o grau com que os serviços e ações de saúde estão atingindo os resultados esperados. São cruzados dados de 24 indicadores, sendo 14 que avaliam o acesso e outros 10 para medir a efetividade dos serviços.

No quesito acesso, é avaliada a capacidade do sistema de saúde em garantir o cuidado necessário à população em tempo oportuno e com recursos adequados, como exemplos a cobertura estimada de equipes de saúde e a realização de exames preventivos de cânceres de mama, em mulheres entre 50 e 69 anos, e de colo do útero, na faixa de 25 a 59 anos, bem como internação para tratamentos clínicos e para cirurgias de média e alta complexidade.

Já na avaliação de efetividade, ou seja, se o serviço foi prestado adequadamente, encontram-se itens como a cura de casos novos de tuberculose e hanseníase, a proporção de partos normais, o número de óbitos em menores de 15 anos que foram internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e o número de óbitos durante internações por infarto agudo do miocárdio.

O IDSUS 2012 utilizou como fontes o Projeto Desenvolvimento de Metodologia de Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde Brasileiro (PRO-ADESS) – projeto da Associação Brasileira de Pós Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), coordenado pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Além disso, foi empregada uma série de métodos estatísticos como os utilizados nas avaliações e pesquisas realizadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas).

De acordo com o Ministério da Saúde, o levantamento de dados para divulgação do IDUS 2012 será realizado a cada três anos, servindo de base para que as administrações federal, estadual e municipal possam aprimorar as ações de saúde pública.

ÍNDICE DE DESEMPENHO DO

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – 2012

ESTADOS

IDSUS 2012

  1. Santa Catarina

6,29

  1. Paraná

6,23

  1. Rio Grande do Sul

5,90

  1. Minas Gerais

5,87

  1. Espírito Santo

5,79

  1. Tocantins

5,78

  1. São Paulo

5,77

  1. Mato Grosso do Sul

5,64

  1. Roraima

5,62

  1. Acre

5,44

  1. Alagoas

5,43

  1. Rio Grande do Norte

5,42

  1. Bahia

5,39

  1. Sergipe

5,36

  1. Piauí

5,34

  1. Pernambuco

5,29

  1. Goiás

5,26

  1. Maranhão

5,20

  1. Ceará

5,14

  1. Distrito Federal

5,09

  1. Mato Grosso

5,08

  1. Amapá

5,05

  1. Amazonas

5,03

  1. Paraíba

5,00

  1. Rio de Janeiro

4,58

  1. Rondônia

4,49

  1. Pará

4,17

Média Brasil

5,47

Fonte: Ministério da Saúde