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Aécio: ‘Eu sou hoje o candidato das forças da mudança’

Aécio: “Eu sou hoje o candidato das forças que querem encerrar esse ciclo perverso de governo e colocar no lugar um outro, que faça o Brasil crescer.”

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio agradece apoio e pede que mobilização seja mantida

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, reafirmou, nesta quinta-feira (09/10), no Rio de Janeiro (RJ), o sentimento de satisfação com os apoios que vem recebendo de todo o Brasil para o segundo turno. Ele pediu que os aliados e apoiadores mantenham a mobilização nesta etapa da campanha. Para Aécio, sua candidatura representa o sentimento de mudança que a população brasileira exige no país.

“Não sou mais o candidato do PSDB ou da nossa aliança inicial. Eu sou hoje o candidato das forças da mudança, das forças que querem encerrar esse ciclo perverso de governo e colocar no lugar um outro, que faça o Brasil crescer e avançar nos  seus programas sociais”, afirmou em entrevista coletiva à imprensa.

Aécio destacou que se sente honrado com as adesões do PSB, PV, PSC e PPS. “Quero reiterar que estou extremamente feliz e honrado com os apoios que recebi até aqui, apoios de partidos que têm história na vida brasileira, partidos que disputaram a eleição como o PSB, em especial, como o PV como o PSC, apoio de partido que tem história como o PPS. Isso é uma demonstração clara de confiança no nosso projeto”, afirmou.

Agradecimento

Aécio agradeceu a manifestação de apoio do candidato do PMDB ao governo do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori, que foi o mais votado no primeiro turno no Estado. “Pretendo na próxima semana ir, pessoalmente, agradecer essa manifestação, porque acho que temos também condições de vencer lá”, afirmou ele, informando que esta segunda etapa da eleição é um momento de reorganização das forças políticas, que tinham uma prioridade com suas próprias eleições e passam agora a priorizar a eleição nacional.

Questionado sobre as conversas com a candidata do PSBMarina Silva, e se haverá mudanças em seu programa de governo, Aécio afirmou que as sugestões são bem-vindas e servirão para aprimorar as propostas. “Um programa de governo é uma obra em permanente construção. Sugestões que possam aprimorar o nosso programa serão sempre muito bem-vindas. O nosso programa tem já uma inserção no campo social.”

Aécio citou como exemplo o tema da sustentabilidade, amplamente discutido com ambientalistas e coordenado por Fabio Feldmann, inclusive com a própria Marina.

“Todas as sugestões que puderem aprimorar o nosso programa serão muito bem-vindas. Vejo que há muito mais convergência daquilo que tenho ouvido e aquilo que tenho lido em relação a propostas não oficiais ainda da candidata Marina, vejo muito mais afinidades do que divergências, mas não recebi ainda essas propostas [de Marina]”, destacou.

Questionado se a questão da redução da maioridade penal pode ser um obstáculo no apoio deMarinaAécio explicou que o assunto não chegou à campanha. Ele alertou sobre os equívocos na interpretação sobre a proposta apresentada pela Coligação Muda Brasil.

“Há inclusive uma confusão. Nós não falamos em acabar com a maioridade. Nossa proposta é muito clara. Ela se refere à possibilidade de, ouvido o Ministério Público, o promotor da Infância e da Adolescência, naquele caso o juiz possa considerar do caso [de crime] extremamente grave”, afirmou. “Isso na verdade, inclinaria numa mudança do sistema atual para menos de 1% dos jovens acima de 16 anos hoje em casos de correição. Portanto, não é a simples fim da maioridade. É essa proposta do senador Aloysio Nunes [vice na chapa presidencial] e, me parece, sinaliza na direção da diminuição da impunidade.”

Romário

Aécio destacou que suas propostas têm aspectos comuns com as apresentadas pelo ex-jogador Romário, senador eleito pelo Rio e filiado ao PSB. O candidato contou ter conversado, por telefone, com o ex-atleta – que hoje é deputado federal – e acertaram que voltarão a se falar.

“Acho que há uma convergência muito grande. O Romário foi uma das belas surpresas no Congresso Nacional, foi o parlamentar que fez uma opção clara por se dedicar a determinados temas e, portanto, para mim será um prazer incorporar de forma ainda mais clara, explícita, algumas das suas preocupações em relação, por exemplo, às pessoas com deficiência”, afirmou ele.

Aécio destacou a importância de manter a mobilização da campanha para o segundo turno. “Fiz uma grande convocação a todos aqueles que disputaram as eleições para que se mantenham mobilizados, parlamentares que já venceram ou mesmo que foram derrotados. É muito importante que não haja uma desmobilização nesses praticamente 15 dias que nos separam das eleições, isso para mim é extremamente importante”, disse. “Nós não ganhamos absolutamente nada, temos que continuar trabalhando muito”, afirmou.

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Romário elogia ritmo das obras do Mineirão e diz que Belo Horizonte pode pleitear abertura da Copa 2014

Baixinho é só elogios

Fonte: Estado de Minas

Em visita ao Mineirão, parte do Fórum Legislativo nas Cidades-Sedes do Mundial, o craque, hoje deputado, destacou ritmo das obras e disse que estádio pode pleitear abertura

O hoje deputado federal e eterno ídolo da torcida brasileira Romário (PSB-RJ) esteve em Belo Horizonte para o II Fórum Legislativo nas Cidades-Sedes da Copa de 2014, reunião promovida pelas comissões de Desenvolvimento Regional e Turismo e do Desporto e Turismo, do Senado e da Câmara, respectivamente. O Baixinho retornou a um dos poucos estádios do Brasil onde sua arte máxima, balançar as redes, não ficou em tanta evidência.

O craque afirmou ainda que aguarda a ida do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, ao Congresso, para que fale sobre a organização do Mundial e esclareça as recentes denúncias de corrupção que o cercam.

Mesmo com o estádio descaracterizado, com a terra revolvida tomando o lugar da grama e máquinas e operários no posto de torcedores, Romário não se furtou a arriscar algumas embaixadas. O uniforme de deputado, terno e sapato, atrapalhou um pouco, no entanto, a habilidade é algo que não se perde com o tempo. “Já fiz belos jogos aqui, mas gol, só um. Um gol importante, é verdade, contra o Cruzeiro. Está tudo muito diferente da última vez que vim”, relembra.

Sobre a despedida de outro craque do futebol nacional, Ronaldo, que ocorre hoje às 21h50 no Pacaembu, em São Paulo, no amistoso entre Brasil e Romênia, o artilheiro do tetra voltou a exibir a velha e conhecida marra. “O futebol perde muito. Veremos a despedida de um dos maiores de todos os tempos, o maior artilheiro de todas as Copas. Depois de mim, foi o melhor”, alfineta o artilheiro.

O ex-camisa 11 evitou polemizar sobre Ricardo Teixeira, cartola que, junto a dirigentes da Fifa, é acusado de receber propina, que serviria inclusive para influenciar na escolha de países para sediar a Copa. O convite idealizado por Romário, membro da Comissão de Desporto e Turismo, foi aprovado no final de maio. “Fiz o convite principalmente porque o Ricardo Teixeira é o presidente do Comitê Organizador Local (COL) e acho que ele deve falar não somente sobre as denúncias, mas também sobre o andamento dos trabalhos para Copa do Mundo”, declarou o deputado.

O Baixinho criticou o aumento dos gastos na comparação com a previsão inicial e exigiu transparência. “O que se gastará hoje na Copa do Mundo é o dobro do que foi orçado um ano atrás”, analisa. Ele considera que Minas Gerais pode pleitear a abertura da competição. “O Mineirão está dentro do cronograma e segue o que foi acordado. O estádio sai na frente daqueles que estão na briga para abertura da Copa”, opina Romário, que também teceu elogios ao Castelão, arena de Fortaleza (CE).

Saudade Outro ídolo que voltou a entrar no palco que tanto conhece foi o hoje deputado estadual Marques (PTB), ídolo da torcida atleticana. “Sempre fica aquele sentimento de nostalgia. Já joguei aqui para 100 mil pessoas gritando meu nome. O Mineirão me marcou muito”, declarou Marques, que preside a Comissão de Esporte, Lazer e Juventude da Assembleia. Para o deputado, a explanação feita aos deputados agradou. “A única coisa que preocupa ainda é a questão aeroporto, que não foi resolvida por completo”, destaca.

Os deputados federais e estaduais, acompanhados pelo secretário de Estado Extraordinário para a Copa do Mundo, Sérgio Barroso, e pelo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e relator das ações para a Copa, Valmir Campelo, visitaram também o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na região metropolitana. Campelo enalteceu o andamento dos trabalhos no estado. “Neste momento, Minas Gerias é o mais adiantado e está de parabéns”, elogia o ministro.

O EM VIU
Matando a saudade
Acostumados a encarar as cobranças da torcida atleticana, dois ex-jogadores do Galo voltaram ao Mineirão ontem com funções e responsabilidades bem diferentes: o ex-atacante e deputado estadual Marques (PTB-MG) e o ex-goleiro e deputado federal Danrlei (PTB-RS) fizeram parte da comitiva que participou do Fórum Legislativo nas Cidades-Sedes. “Foi muito bom voltar ao Mineirão. É inesquecível ver aquele mar de torcedores gritando seu nome. Hoje, minha função não é mais defender um clube, uma instituição, mas zelar pelos interesses de todos os brasileiros. A experiência tem sido positiva”, comentou o gaúcho, que defendeu o Galo em 2004 e 2005. (Renan Damasceno)

PARA SABER MAIS
Treze jogos  e um gol
Romário visitou o Mineirão ontem pela primeira vez como deputado federal, mas como jogador o baixinho já jogou 13 vezes no estádio da Pampulha – três vitórias, três empates e sete derrotas. Foram seis partidas com a camisa do Flamengo, cinco pelo Vasco e duas pelo Fluminense, marcando seu solitário gol na vitória do cruz-maltino sobre o Cruzeiro por 3 a 1, nas semifinais da Copa João Havelange, em 23 de dezembro de 2000. Ele marcou o terceiro gol ao avançar pela esquerda, aproveitando contra-ataque – o empate dava vaga na final ao time celeste. Sua estreia foi na derrota do Vasco para o Atlético por 1 a 0, em 7 de dezembro de 1986, e a última foi no empate sem gols com o Galo, quando perdeu um pênalti em 27 de novembro de 2005, partida que marcou a queda do Atlético para a Série B.