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Região Norte: Aécio se compromete a integrar Acre na rota do desenvolvimento

Candidato à Presidência da República, Aécio prometeu a integração da integração da região Norte ao processo de desenvolvimento nacional.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

Em Rio Branco, Aécio Neves se compromete a integrar o Acre e a região Norte ao processo de desenvolvimento nacional

Integração da região Norte ao processo de desenvolvimento nacional. Esse foi o principal compromisso feito pelo candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, durante sua visita a Rio Branco, capital do Acre, nesse sábado (9/08). Ao lado de sua filha Gabriela Neves e do candidato ao governo do Estado pelo PSDB, Márcio BittarAécio afirmou que é hora do governo federal voltar suas atenções às demandas da região.

“Essa aliança com Márcio Bittar me parece a mais adequada para que possamos, e essa é a minha primeira proposta, integrar o Acre e essa região ao processo de desenvolvimento nacional. Não podemos mais continuar a ter um governo que governa de costas para toda essa região”, disse.

O calor do povo acriano acolheu Aécio Neves durante sua passagem pela região de Cinco Bocas, no bairro João Eduardo. Lá, o candidato à Presidência comprometeu-se a atender a um dos principais anseios da plateia formada por centenas de homens, mulheres e crianças: a construção de uma ponte sobre o rio Madeira, ligando o Acre ao estado de Rondônia.

Atualmente, a única via terrestre entre os dois estados é a BR-364, que é constantemente inundada pelas cheias do rio. A obra, prometida pela presidente Dilma Rousseff, ainda não foi iniciada.

“Sou reconhecido por cumprir cada um dos compromissos que assumo. Por isso, não assumo aqueles que vão além das minhas possibilidades. Mas o primeiro que quero deixar aqui, olhando nos olhos de cada um de vocês, é que serei eu quem vai botar de pé a ponte sobre o rio Madeira, porque este governo não teve a capacidade de fazê-lo. E logo no início do ano que vem, vamos tratar disso no Palácio do Planalto”, afirmou sob fortes aplausos.

 Portas abertas

Aécio Neves acrescentou que em seu governo as portas do Palácio do Planalto não estarão apenas abertas, mas “escancaradas” para que a população busque o lhe é de direito. Ele salientou a importância de criar mecanismos para que a região Norte desenvolva o seu “enorme potencial”.

“É fundamental que possamos definitivamente estabelecer um clima de convivência
harmoniosa e adequada entre essa extraordinária riqueza que é o nosso bioma, que é a floresta amazônica, com o desenvolvimento econômico e social da sua gente. É preciso que criemos condições para gerarmos renda para quem vive no Acre, porque a renda vem do trabalho, e cabe ao governo federal criar, a partir de uma nova infraestrutura, as condições para que essa região possa se desenvolver. O potencial é enorme. Vamos atuar de mãos juntas, vamos ser parceiros”, ressaltou.

Homenagem

Durante o evento, Aécio recebeu o título de Cidadão Acriano. Emocionado, dedicou a homenagem a seu avô Tancredo Neves, que, há 52 anos, assinou como primeiro ministro do governo João Goulart o decreto que transformou o Acre de território para estado da Federação. “Foi ele quem colocou a sua assinatura e permitiu que o Acre buscasse pelas suas próprias forças, e pelo trabalho da sua gente, um lugar ao sol, buscando um desenvolvimento econômico e social maior”, lembrou.

Para o candidato da Coligação Muda Brasil, é assim que se faz política. Com ideias e “pessoas com coragem e competência para que possamos transformar as ideias em realidade”.

Vento de mudança

Aécio Neves completou dizendo que o vento de mudança e transformação que passa a soprar do extremo oeste do Brasil vai mudar “a forma de se fazer política”.

“Hoje o que sentimos é um governo que jogou fora as principais conquistas que nos trouxeram até aqui. O Brasil parou de crescer, parou de gerar empregos, e a inflação está aí a atormentar novamente a vida da dona de casa, do cidadão comum. Vamos assumir o governo federal porque sabemos fazer, e os que lá estão mostraram que fracassaram naeconomia, na gestão do Estado e na melhoria dos nossos indicadores sociais”, disse Aécio Neves.

Antonio Anastasia acompanha estragos das chuvas na Zona da Mata

Fonte: Agência Minas

Veja o vídeo:
http://www.agenciaminas.mg.gov.br/images/stories/videos/20120105115434_chuvamg2_wmv v9.wmv

Ao longo de 2011, o Governo de Minas adotou uma série de medidas preventivas para o enfrentamento na temporada de chuvas. Dentre essas medidas, estão os investimentos feitos pela Cemig, da ordem de R$ 118 milhões, num plano de atendimento específico para o período chuvoso. O Governo investiu também na criação de coordenadorias municipais de defesa civil, na realização de cursos de capacitação de agentes para atuação em situações emergenciais, na construção de depósitos para armazenamento de donativos, na dragagem de rios e na vistoria e monitoramento de barragens e represas. Estas e outras ações estão detalhadas a seguir.

Estímulo e apoio à criação de 322 novas Coordenadorias Municipais de Defesa Civil

Em 2004, dos 853 municípios mineiros, apenas 374 possuíam Coordenadorias Municipais de Defesa Civil (COMDECs). Desde então, este número quase dobrou. Atualmente, 696 municípios mineiros já têm órgãos voltados exclusivamente para essa área. Apenas em 2011, o Governo de Minas estruturou a criação de 15 Coordenadorias Municipais.

A criação de 322 novas coordenadorias municipais foi feita com o incentivo e o apoio permanente do Governo de Minas, por meio da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec-MG). Além dos cursos para os agentes municipais, a CEDEC-MG disponibiliza suporte técnico às COMDECs.

Realização de 203 cursos de capacitação de agentes de defesa civil em 652 cidades

Para integrar as ações junto aos municípios mineiros, o Governo de Minas promoveu, no período de 2004 a 2011, um total de 203 cursos de capacitação em 652 cidades de todas as regiões do Estado, com um total de 5.048 alunos. Apenas em 2011 foram realizados 34 cursos para 1.147 agentes de 241 municípios.

Capacitação de 2.840 alunos de escolas situadas em áreas de risco

Ao longo de todo o ano de 2011, o Governo de Minas desenvolveu o projeto “Defesa Civil nas Escolas”, que capacitou 2.840 jovens e adolescentes de 8 a 18 anos, em escolas situadas em áreas de risco em Belo Horizonte, Nova Lima, Contagem, Betim, Santa Luzia, Raposos e Caeté. Os estudantes receberam treinamento sobre noções básicas de ação durante as tempestades, com ênfase nas medidas preventivas.

Cursos de capacitação para vistorias de represas e barragens

Com o apoio do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais (CREA-MG) e da Cemig o Governo de Minas realizou cursos de capacitação de agentes municipais de defesa civil para vistorias em barragens e represas e para a operação de reservatórios de usinas hidrelétricas. Essas iniciativas levaram à redução no tempo de recebimento de informações qualificadas, que permitem a tomada de decisões das autoridades através da descentralização das ações.

Investimento de prevenção feitos pela Cemig

A Cemig criou um plano de atendimento específico para o período chuvoso, com as ações específicas voltadas para o sistema elétrico. Apenas em 2011, a empresa investiu R$ 118 milhões na melhoria e manutenção da rede de transmissão e distribuição da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Tais investimentos têm o objetivo de diminuir o número de interrupções e restabelecer o fornecimento de energia no menor tempo possível, reduzindo os transtornos à população e às empresas.

Lançamento do Plano de Emergências Pluviométricas

Desde setembro de 2011 – antes do início do período chuvoso –, o Governo de Minas promoveu a realização de reuniões técnicas quinzenais, envolvendo o Corpo de Bombeiros, as Polícias Militar e Civil, Cemig, Copasa, Feam, Igam, Emater e Ruralminas, além das Secretarias de Transportes e Obras Públicas, Saúde, Planejamento e Gestão, Meio Ambiente, Desenvolvimento Regional e Política Urbana, Desenvolvimento Social, e dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas. Durante estas reuniões, foram definidas as ações de preparação e resposta aos eventos adversos causados pelas chuvas, tanto para o atendimento emergencial quanto o apoio operacional durante as ocorrências.

Em outubro de 2011, o Governo de Minas lançou o Plano de Emergências Pluviométricas (PEP) 2011/2012, que leva em conta o histórico dos períodos chuvosos de anos anteriores, contendo o detalhamento sobre os recursos humanos e logísticos da Cedec-MG.

Com base neste Plano, as prefeituras de municípios afetados recebem auxílio técnico para a documentação necessária à comunicação oficial de ocorrências em tempo hábil, bem como para a elaboração de projetos detalhados para obras de prevenção e reconstrução.

No dia 28 de dezembro último foi feito um treinamento de agentes dos municípios que decretaram situação de emergência para a elaboração de projetos e planos de trabalho para recebimento de recursos do governo federal para reconstrução.

Emissão de 13 avisos meteorológicos

Neste período chuvoso, a Defesa Civil do Estado já enviou 13 avisos meteorológicos para todas as regiões. Os envios são feitos via e-mail e SMS para celulares cadastrados dos prefeitos, coordenadores municipais de defesa civil, integrantes da Polícia Militar, Bombeiros, além de órgãos de imprensa. A fonte dos avisos meteorológicos é o Instituto Minas Tempo.

Construção de depósitos para armazenamento e distribuição de doações

O Governo de Minas implantou, desde 2003, 13 depósitos avançados estruturados para armazenar mantimentos e demais doações, estrategicamente espalhados por todas as regiões do Estado. Estes depósitos estão localizados nos seguintes municípios: Belo Horizonte, Barbacena, Bom Despacho, Diamantina, Governador Valadares, Lavras, Manhuaçu, Montes Claros, Passos, Teófilo Otoni, Ubá, Uberaba e Uberlândia. A previsão é que a construção dos outros três esteja concluída até o fim do mês ou início de fevereiro. Outros três estão sendo construídos em Montes Claros, Pouso Alegre e Ubá e já se encontram em fase de conclusão.

Deslocamento de 38 equipes de ajuda humanitária para o interior do Estado

Desde outubro de 2011 até agora, o Governo de Minas deslocou 21 equipes de transporte de ajuda humanitária do Estado para o abastecimento dos depósitos avançados no interior do Estado. Outras 17 equipes de prevenção e resposta a desastres foram deslocadas para municípios de diversas regiões.

Distribuição de alimentos e donativos

Desde outubro de 2011, o Governo de Minas já distribuiu 3 toneladas de alimentos, 1.720 colchões e 460 cobertores, além de telhas, kits com produtos de higiene pessoal, lonas e roupas para os moradores dos municípios atingidos pelas chuvas. A Copasa já disponibilizou 35 mil copos de água potável, para distribuição no Estado.

Recuperação de estradas afetadas pelas chuvas

De outubro de 2011 a janeiro de 2012, o Departamento de Estradas de Minas Gerais (DER-MG)recebeu 71 ocorrências relativas a problemas nas rodovias estaduais em decorrência das chuvas. Desse total, 33 já foram liberadas. Os trechos restantes foram sinalizados e o DER aguarda melhora do tempo para iniciar obras necessárias.

Antonio Anastasia aciona governo para intensificar ações para redução dos danos das chuvas

Fonte: Agência Minas

O governadorAntonio Anastasia afirmou, nesta quarta-feira (4), em Ouro Preto, que o Governo de Minas não poupará esforços para devolver a normalidade às famílias mineiras que vivem nas cidades atingidas pelas fortes chuvas. O governador e o vice Alberto Pinto Coelho percorreram as áreas mais afetadas nos municípios de Ubá, Guidoval, Dona Euzébia, Cataguases, Visconde do Rio Branco e Muriaé, na Zona da Mata, e ainda Ouro Preto, na região Central do Estado. Eles estavam acompanhados pelo coordenador estadual de Defesa Civil e chefe do Gabinete Militar do Governador, coronel Luis Carlos Dias Martins.

Segundo o governador, a prioridade é evitar a perda de vidas humanas e determinou a intensificação dos trabalhos da Defesa Civil para minimizar os efeitos da chuva. Ele afirmou que o Estado vai atuar em parceria com as prefeituras e com o governo federal para garantir os recursos necessários à reconstrução das cidades.

“O objetivo é restabelecer a normalidade da vida cotidiana das pessoas, com a retomada do abastecimento da água, da locomoção, energia elétrica, da questão relativa a alimentos e, ao mesmo tempo, minimizar os efeitos das perdas através de doações que já estão acontecendo, cestas básicas, colchões, para depois, quando as águas baixarem, identificarmos de modo preciso quais são os prejuízos, sua extensão exata e aí solicitar o apoio ao governo federal para fazer as obras de recuperação”, afirmou o governador, durante entrevista, em Ubá.

Ação imediata

Em Guidoval, uma das cidades mais castigadas, o governador determinou aos técnicos do Departamento de Estrada de Rodagem (DER) que o acompanhavam, a imediata reconstrução da ponte sobre o Rio Pomba, destruída pela ação das chuvas. A elaboração do projeto e a empresa responsável pela obra deverão ser contratadas em caráter emergencial. Uma ponte provisória deverá ser construída com a ajuda do Exército. Ele também determinou a melhoria do acesso da estrada que liga Guidoval ao município de Dona Euzébia, para garantir a mobilidade dos moradores.

“Determinei de pronto ao DER a reconstrução imediata da ponte que permite que a cidade de Guidoval seja ligada ao resto do Estado, porque ela está isolada neste momento. Vamos pedir também o apoio ao Exército para a construção de uma ponte provisória. São obras emergenciais e vamos gastar o que for preciso para restaurar, volto a dizer, a normalidade do cotidiano das pessoas”, disse o governador.

Muriaé foi outra cidade muita atingida em sua infraestrutura. A força das águas do Rio Muriaé destruiu casas, pontes e estradas, arrastou carros e deixou famílias desabrigadas. O governador assegurou a reconstrução da cidade e afirmou que apresentará um projeto para dragagem do rio à ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

“Nós precisamos agora reconstruir isso, como já fizemos no passado. Estou apresentando ao governo federal uma proposta de dragagem dos rios das cidades maiores de Minas Gerais que são cortadas por rio, como é o caso de Muriaé. Tenho certeza que o governo federal será sensível e, também, com recursos do Estado nós vamos dragar e Muriaé será uma das primeiras cidades, passadas as chuvas, a ter um serviço de dragagem aqui”, afirmou.

Ouro Preto

Segundo o governador, Ouro Preto, Cidade Patrimônio Cultural da Humanidade, também será contemplada pelo projeto de dragagem de rios e contenção de encostas a ser apresentado ao governo federal. Ele defendeu a realização de obras que possam assegurar soluções mais definitivas, evitando a repetição dos prejuízos causados pelas chuvas ano após ano.  

“Precisamos de novos projetos com soluções mais definitivas, como alguns barramentos no Sul de Minas, a recuperação de barragens de contenção na Região Metropolitana de Belo Horizonte e de encostas em cidades como Ouro Preto e Muriaé, que são constituídas, aliás como a história indica, com os rios cortando as cidades ao meio, criadas ao longo de morros e de encostas em razão da nossa colonização. Precisamos esperar baixar as águas para mensurar a real extensão do dano causado. A partir daí, vamos elaborar os projetos”, disse ele.

Parceria

O vice-governador Alberto Pinto Coelho percorreu as cidades de Cataguases e Visconde do Rio Branco, acompanhado do secretário executivo da Cedec, tenente-coronel Eduardo Reis. Alberto Pinto Coelho destacou a boa estrutura da Defesa Civil Municipal de Cataguases, e o trabalho em parceria com a Cedec, além das ações preventivas realizadas pela prefeitura, como pontos a serem observados por outros municípios.

“O Governo Estadual está atento e busca levar todos os recursos possíveis àquelas cidades atingidas, tanto no que diz respeito a ações emergenciais quanto às que devem ser levadas adiante para evitar que situações se repitam no futuro. Entretanto, é fundamental que os municípios façam parte também desse esforço. Cataguases é um bom exemplo dos efeitos positivos que uma mobilização consciente e coordenada pode ter. Apesar dos danos, não tivemos perdas de vidas humanas. Isso graças a uma defesa civil municipal bem preparada para ordenar e colocar em prática planos de contigenciamento que incluem identificação e remoção da população que vivem em áreas de risco”, disse ele.

Em Visconde do Rio Branco, o vice-governador percorreu as ruas centrais da cidade, às margens do rio Xopotó, onde conversou com moradores e garantiu o apoio do Governo do Estado à população.

“Temos de acompanhar o mais de perto possível o que acontece com os mineiros, principalmente em situações como a atual, para podermos buscar soluções que confortem e tragam resultados positivos para nossa população”, afirmou o vice-governador.

O secretário nacional de Defesa Civil, Humberto de Azevedo Viana Filho, destacou o papel desempenhado pela defesa civil mineira, lembrando que o sistema de monitoramento reduziu as consequências das chuvas. “A quantidade de água que caiu levava a crer que tivéssemos um número maior de óbitos e maiores problemas. O sistema de monitoramento do Estado permite uma eficiência maior do sistema de defesa civil”, afirmou.