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Roda Viva: Aécio fala sobre quadrilhas virtuais do submundo da internet

Aécio Neves: “Não conseguem dizer que sou desonesto, incompetente, então de alguma forma alguns dos ataques precisam vir.”

 “A calúnia, a infâmia, não podem tomar o tempo de jornalistas tão qualificados como os que estão aqui [no Roda Viva] e nem o meu.” – Aécio Neves

Aécio defendeu as reformas política e tributária

Assista na íntegra a entrevista de Aécio no Roda viva da Tv Cultura:

Fonte: Portal UOL

Acusações sobre uso de cocaína vêm do ‘submundo da internet’, diz Aécio

O senador e pré-candidato à Presidência pelo PSDBAécio Neves (MG), disse em entrevista na noite desta segunda-feira (2) ao programa “Roda Viva” da TV Cultura, que as acusações de que ele é usuário de cocaína vêm do “submundo da internet“.

A afirmação foi feita em resposta ao jornalista Fernando de Barros e Silva, diretor-responsável da revista Piauí, que indagou ao senador se ele já consumiu a droga. “Fernando, jamais [usei cocaína]. Talvez seja exatamente isso que busca esse submundo da internet: que um jornalista qualificado como você [faça esse questionamento].”

Barros e Silva citou uma partida da seleção brasileira contra a Argentina em 2008, no Mineirão, em que os torcedores fizeram um grito relacionando Aécio com Maradona, que já teve problemas com o uso da droga. O jornalista também lembrou um artigo escrito por José Serra em dezembro passado, no mesmo dia em que Aécio lançou sua pré-candidatura em Brasília.

No texto, Serra, que já travou disputas internas contra Aécio no PSDB, escreve que o debate sobre o consumo de cocaína deveria pautar o debate eleitoral em 2014.

“Nunca deixei de ser alguém de bem com a vida, me dedico à família integralmente”, disse. “Não conseguem dizer que sou desonesto, incompetente, então de alguma forma alguns dos ataques precisam vir.”

Aécio afirmou ainda que “não vale a pena perdermos tempo com o submundo”. “A calúnia, a infâmia, não podem tomar o tempo de jornalistas tão qualificados como os que estão aqui [no Roda Viva] e nem o meu.”

Antes de responder ao jornalista, Aécio referiu-se a “quadrilhas virtuais” que atuam na internet difamando-o e usando sites de buscas, como o Google, para relacionar seu nome a ilegalidades que ele diz não ter cometido. “Aécio é acusado de usar droga, Aécio é acusado de traficar diamante, Aécio é acusado de estelionato (…) São os absurdos de sempre. Se você olhar, tem uma listagem enorme de acusações.”

Em entrevista ao jornalista do UOL e da Folha Fernando RodriguesAécio já havia negado o consumo de cocaína, mas admitiu que experimentou maconha aos 18 anos.

Descriminalização da maconha

No Roda VivaAécio reafirmou ser contrário à descriminalização da maconha, posição divergentes de outras lideranças do PSDB, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e Pimenta da Veiga, pré-candidato tucano ao governo de Minas Gerais.

“Minha posição é clara. Presido o PSDB que é um partido plural, que todos têm direito de ter suas opiniões. Não acho que o Brasil deva ser o laboratório para a descriminalização da maconha ou qualquer droga. Essa não é uma agenda que atenda os interesses da sociedade brasileira”, afirmou.

Reformas, ministérios e reeleição

O senador disse que as primeiras medidas que tomará, caso seja eleito presidente, será criar uma secretaria extraordinária que terá como tarefa elaborar, em seis meses, uma proposta de simplificação do sistema tributário.

O tucano disse que proporia também uma reforma política para reduzir o número de partidos para “sete ou oito”, para estabelecer o voto distrital misto e listas partidárias. A reforma de Aécio compreenderia ainda o fim da reeleição, coincidência das eleições municipais, estaduais e nacionais e mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos.

Aécio reafirmou que cortaria os ministérios pela metade, mas se esquivou quando perguntado quais pastas eliminaria. O tucano também não se comprometeu em anunciar quais pastas cortaria antes das eleições de outubro. “Se eu tiver condições, pretendo anunciar antes das eleições.”

PMDB, Eduardo Campos e Lula

Indagado se permitirá que o PMDB faça parte de seu governo, Aécio não disse que vetaria a sigla, mas afirmou esperar “que não haja necessidade”. “Esse não será o núcleo do governo (…) É natural que num futuro governo forças que estejam na oposição se unam. Vamos ter que buscar um novo centro, um novo núcleo de poder”, afirmou.

“Acredito que o exemplo do governo, mas medidas concretas, tragam uma base de apoio a nós, sem aquilo que o PT estabeleceu na política brasileira, que é a absoluta mercantilização de todas as negociações,” disse Aécio.

Sobre Eduardo Campospré-candidato do PSB à Presidência, o tucano afirmou: “nós não somos iguais. Se fôssemos iguais, estaríamos dentro do mesmo partido, de um mesmo projeto. Nossas diferenças vão surgir na campanha”, afirmou Aécio, que citou apenas uma diferença entre ele e Campos. “Cito uma [diferença] que me ocorre aqui: eu nunca participei de um governo do PT.”

Instado a comparar os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e FHCAécio não apontou qual considera melhor, mas elogiou o governo do petista por ter unificado no Bolsa Família os programas sociais da gestão anterior. “Nós poderíamos e deveríamos ter feito a unificação desses programas lá atrás.”

Senador Aécio Neves critica o governo federal

senador Aécio Neves (PSDB/MG) afirmou que faltou coragem ao governo federal para adotar ações mais efetivas para estimular o setor produtivo. Aécio Neves lembrou a importância de se realizar a reforma tributária no Brasil. O senador Aécio Neves também disse que as grandes reformas no País dependem da disposição do governo:

Falta coragem política, como faltou ao governo do PT nesses últimos dez anos. Era preciso que houvesse disposição do governo de conduzi-la. Não se faz nenhuma reforma constitucional no Brasil sem que o governo federal encampe, conduza, lidere esse processo. Pela força do governo federal e, obviamente, pela força de sua base. O governo federal prefere medidas paliativas, que é o que estamos assistindo”. Completou o senador Aécio Neves.

Marcus Pestana acredita que reformas fiscal e tributária reduziriam perdas dos municípios

Gestão fiscal, gestão tributária

Fonte: Artigo de Marcus Pestana, deputado federal (PSDB-MG) – O Tempo

Tributos, Federação e a reforma necessária

Fácil de falar, dificílimo de fazer

A questão federativa e sua interface com o sistema tributário estão na ordem do dia no Congresso Nacional.

Encontra-se em pauta a discussão de projetos de lei que versam sobre a distribuição dos royalties do petróleo e as regras da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais.

No caso dos royalties do petróleo, é liquido e certo que o veto do presidente Lula cairia se fosse submetido ao plenário do Congresso Nacional. Mas é também evidente que essa decisão acarretaria demandas ao Poder Judiciário por parte de Estados e municípios produtores. Talvez este seja o caso em que se aplique a máxima “é melhor um bom acordo do que uma briga ruim”. Diversas iniciativas vão no sentido de proporcionar maior equidade na partilha de recursos, que aumentarão para R$ 34 bilhões até 2022. É justo que os municípios e os Estados produtores se apropriem de uma parte da riqueza. Mas não é justo que algumas cidades, como Ribeirão das Neves, tenham apenas R$ 300 por habitante por ano de transferências obrigatórias, enquanto outras, produtoras de petróleo e energia, recebam R$ 5.000, R$ 6.000 ou mais. Na hora de garantir educação de qualidade, acesso à saúde, manutenção de vias públicas ou limpeza urbana, o perfil do gasto é o mesmo.

Em relação à exploração mineral, os recursos gerados são infinitamente menores do que no setor petróleo, frente a danos ambientais muito mais visíveis e palpáveis. Visando corrigir essa situação, o senador AécioNeves apresentou um substitutivo ao Projeto de Lei nº 001/2011, ampliando a base de cálculo da receita líquida para a bruta, alterando alíquota de 3% para 5% e normatizando a partilha dos recursos. Ao contrário do afirmado aqui, nesta mesma página, por José Dirceu, a proposta de Aécio aumenta, em muito, os recursos para os municípios.

Na verdade, todas essas discussões proliferam enquanto não conseguimos encarar o problema de uma forma mais abrangente. No plano da retórica, há uma absurda unanimidade em favor de uma reforma tributária e fiscal. Mas os interesses consolidados e as dificuldades de arbitrar os conflitos distributivos não deixam que o tema prospere e que avancemos na mudança de nosso regime fiscal.

A reforma tributária e fiscal ideal deveria reverter a grande regressividade do sistema. Estancar o crescimento da carga tributária. Simplificar o confuso, complexo e às vezes ininteligível cipoal de leis, regras e normas. Tornar mais justa a partilha de recursos entre governo federal, governos estaduais e prefeituras.

Fácil de falar, dificílimo de fazer. A cada ameaça de mudança, uma verdadeira guerra é armada por aqueles que vão perder posições, e a discussão dos royalties mostra claramente isso.

Uma reforma tributária e fiscal que mereça o nome precisaria de convicção firme, forte disposição de enfrentar conflitos, liderança política, habilidade negociadora. Com a palavra a presidente Dilma Rousseff.

Reforma política: calendário e mudanças

Reforma política: calendário e mudanças

Fonte: artigo – deputado federal Marcus Pestana (PSDB) – O Tempo

Já é possível sentir as tendências predominantes

Encerramos as atividades do primeiro semestre da 54ª Legislatura da Câmara dos Deputados. Infelizmente, não conseguimos avançar nas três questões prioritárias: o equacionamento do financiamento do SUS, a reforma tributária e fiscal e a reforma do sistema político-eleitoral.

Na quarta-feira, 6, fizemos a última reunião do semestre da Comissão Especial da Reforma Política. Por prudência e com o apoio de todos, o relator Henrique Fontana (PT-RS) resolveu adiar a apresentação de seu relatório. Um lançamento açodado poderia comprometer a tramitação daquela que é considerada “a mãe de todas as reformas”.

A Comissão, para sinalizar corretamente para a sociedade, aprovou nota oficial esclarecendo que: 1) visando maior amadurecimento, adiava a apresentação do relatório para agosto; 2) reafirmava o compromisso de até o fim de 2011 votarmos uma verdadeira reforma política; 3) tranquilizava os prefeitos, vereadores e candidatos em 2012, assegurando que nenhuma mudança essencial será introduzida para as próximas eleições municipais; e 4) que a direção da comissão faria entendimentos com o Senado, visando um acordo de procedimentos que garanta a votação da reforma ainda em 2011.

Embora o relatório não tenha vindo à tona, é possível sentir no ar as tendências predominantes. Nas questões centrais, a tendência é inovar com um sistema que não reproduzirá nenhum dos modelos clássicos (lista pura, distrital puro, distrital misto). Está amadurecendo a adoção de um sistema misto original, onde metade das vagas seria preenchida segundo o sistema atual e a outra metade por lista pré-ordenada. O financiamento seria exclusivamente público e não haveria coligações proporcionais.

Outras mudanças importantes devem ser aprovadas. Como a coincidência de todas as eleições em um mesmo ano, não obrigatoriamente na mesma data. Outra mudança que certamente virá é na regra da suplência de senador. As suplências vêm sendo destinadas em muitos Estados a financiadores de campanha ou parentes. Hoje, 15 senadores ocupam a cadeira sem um voto sequer. A tendência é haver apenas um suplente e ele substituir o titular que se ausentar apenas até a próxima eleição.

Em Minas Gerais, tivemos duas perdas inestimáveis em nossa representação no Senado: o ex-presidente Itamar Franco, indicado pelo PPS na composição com o PSDB, eleito em outubro de 2010. Também nos deixou, tempos atrás, Eliseu Resende, indicado pelo Democratas, eleito em 2006. Assumiram o ex-deputado e dirigente esportivo Zezé Perrella, indicado pelo PDT para compor a chapa da ampla frente que elegeu o governador Anastasia. O empresário Clésio Andrade, indicado pelo PR, em 2006, assumiu a cadeira de Eliseu.

Se o sistema fosse como está sendo proposto, teríamos nas eleições municipais do próximo ano eleição para 15 vagas no Senado Federal, recuperando a origem legítima do mandato popular: a vontade do eleitor.

Itamar mantém encontro com a executiva estadual do PPS, comemora 16 anos do Plano Real e defende reformas fiscal e tributária

Em encontro com a juventude do PPS, em Belo Horizonte, ex-presidente comemorou os 16 anos do Plano Real, implementado durante sua gestão à frente da Presidência

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

O ex-presidente da República e ex-governador de Minas Gerais, Itamar Franco, candidato ao Senado Federal pela coligação “Somos Minas Gerais”, participou, nesta terça-feira (20/07), de encontro com a executiva estadual do PPS, seu partido, em Belo Horizonte. Ele comemorou os 16 anos do Plano Real, criado em 1º de julho de 1994, quando era presidente da República, mas destacou que a moeda brasileira precisa urgentemente ser reforçada por duas reformas, a Tributária e a Fiscal.

“O Plano Real, desde 1995, deveria ter estabelecido mais dois pilares. Infelizmente, até hoje, não tivemos a reforma Tributária e nem a Fiscal. Então ele se tornou incompleto. A verdade é que todo este arcabouço econômico, que vem sendo feito nestes 16 anos, continua dependendo do Plano Real. Vamos mostrar sua importância, porque alguns querem tamponar a importância do Plano Real, mas é muito difícil que isso aconteça”, disse o ex-presidente, que se reúne neste momento com a juventude do PPS.

Ele recordou que quando assumiu a Presidência da República encontrou o país com uma inflação da ordem de 30% ao mês e que o Plano Real, instituído em seu governo, pôs fim à desestabilização da moeda nacional. Para melhorar ainda mais o Real, o ex-presidente destacou que existem propostas para que as reformas Tributária e Fiscal sejam feitas por meio de uma miniconstituinte.

“Precisamos lembrar que tínhamos, na época, uma inflação de quase 30% ao mês e, hoje, não chega a 2%. Previsto para este ano uma inflação de 4,5% ao ano. É uma diferença muito grande do país que encontramos e do país que hoje está. É claro que no Senado teremos outros assuntos para debater, mas, sobretudo, a reformulação de ordem tributária. Alguns imaginam que tanto a reforma tributária quanto outras deveriam ser feitas por meio de uma miniconstituinte. Possivelmente vamos debater na campanha e no Senado”, disse Itamar Franco.

O ex-presidente acrescentou que está animado com a campanha que faz ao lado do governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, e do ex-governador Aécio Neves, também candidato ao Senado Federal.