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Pimentel retoma programa iniciado em gestão de Aécio e o muda de nome

Governo Pimentel rebatiza o Programa Aeroportuário de Minas Gerais (ProAero), iniciado em 2003, para se apropriar do programa.

Sem ações concretas próprias, o governo do PT em Minas “requenta” projetos das gestões passadas e abusa da incoerência com tentativas de distorcer informações.

Fonte: bloco parlamentar de oposição Verdade e Coerência

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Rebatizando a ação como “Plano de Investimentos em Aeroportos”, o governo anunciou o recomeço das obras dos aeroportos de Itajubá, Manhuaçu e Três Corações. Reprodução.


Governo do PT rebatiza o ProAero para se apropriar do programa

Obras de reformas e melhorias de aeroportos regionais licitadas e iniciadas pelo programa de gestões passadas foram anunciadas pelo governo Pimentel como “Plano de Investimentos em Aeroportos”

Para tratar o Programa Aeroportuário de Minas Gerais (ProAero), iniciado em 2003, como seu, o governo de Fernando Pimentel anunciou, na última segunda-feira (24/08), a continuidade dos projetos de reformas e ampliações dos aeroportos mineiros sob um novo nome. Rebatizando a ação como “Plano de Investimentos em Aeroportos”, o governo anunciou o recomeço das obras dos aeroportos de Itajubá, Manhuaçu e Três Corações. Sem ações concretas próprias, o governo do PT em Minas “requenta” projetos das gestões passadas e abusa da incoerência com tentativas de distorcer informações.

O governo divulgou, por exemplo, que a obra do aeroporto de Itajubá começaria do zero para admitir logo em seguida que mais da metade da execução estava concluída. Iniciada em 2013 pelo Proaero, a obra em Itajubá teve investimentos de R$ 65,9 milhões e 56,1%, mais da metade, de sua execução concluída até o ano passado. Em gráfico e texto reproduzidos na Agência Minas a obra agora é tratada como “saindo do papel” e os 56,1% executados como “apenas”.

A paralisação das obras em Itajubá ocorreu em 2014, quando o Banco do Brasil não repassou valores de operação de crédito firmada com o estado. Vale lembrar que havia ganho judicial para que o Banco cumprisse o compromisso financeiro e para que o estado recebesse multas pelo atraso, que prejudicou esta e diversas outras obras. Porém, logo que assumiu o cargo, ogovernador Pimentel abriu mão da ação e dos valores que chegariam a Minas por meio dela.

As obras de Manhuaçu foram licitadas e iniciadas pela gestão passada conforme informações que constam no próprio site do Departamento de Obras Públicas do Estado de Minas Gerais (Deop-MG). Já a obra do aeroporto de Três Corações foi licitada pela gestão anterior e a ordem de início para reforma do aeroporto foi dada em dezembro de 2014 com investimentos de R$ 6,1 milhões vindos da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas (Codemig), ou seja, recursos estaduais.

“O governo petista em Minas além de não apresentar novos projetos ao estado, agora tenta se apropriar de ações de sucesso iniciadas pelas gestões passadas. O que este governo tem a oferecer aos mineiros?”, observou o deputado Gustavo Valadares (PSDB), líder da Minoria.

O Proaero foi criado pelo Governo de Minas em 2003. O programa é voltado para a melhoria da infraestrutura aeroportuária do Estado. Desde então, foram investidos R$ 430 milhões (dos quais R$ 52 milhões do governo federal), beneficiando até agora 29 aeroportos públicos.

Os recursos foram investidos em melhorias dos aeroportos dos seguintes municípios: Araxá, Capelinha, Cláudio, Curvelo, Diamantina, Divinópolis, Frutal, Governador Valadares, Guanhães, Guaxupé, Ituiutaba, Iturama, Lavras, Manhuaçu, Oliveira, Ouro Fino, Passos, Patos de Minas, Piumhi, Poços de Caldas, São João Del Rei, Ubá, Viçosa, Juiz de Fora, Almenara, Januária, Patos de Minas, Teófilo Otoni e Pirapora.

Além disso, já foram realizadas licitações para obras de melhoramento nos aeroportos de Itajubá, Muriaé, Patrocínio, Serro e Três Corações, e para elaboração de projetos em aeroportos de Coromandel, Conceição do Mato Dentro, Conselheiro Lafaiete e Nanuque. Para os aeroportos de Pará de Minas, Pouso Alegre e Poços de Caldas foram concluídos os estudos de viabilidade e projetos executivos.

PT em Minas: 13 motivos para não votar

PT em Minas: 13 motivos para não votar. Das muitas promessas feitas para os eleitores em Minas o Governo do PT não tem cumprido o que prometeu.

PT em Minas: Eleições 2012

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 PT em Minas: 13 motivos para não votar

PT em Minas: 13 motivos para não votar. Veja como o partido dos trabalhadores tem tratado o Estado de Minas Gerais ao longo dos últimos anos.

1. Royalties! – Até hoje o governo do PT não enviou ao Congresso o marco regulatório da atividade mineral.

2. Exclusão! – O Ministério do Planejamento do Governo do PT exluiu Minas de todos os investimentos estratégicos

3. Esquecimento – Lula em 2010 tirou milhares de empregos da Fiat em Minas – veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=he9Dlr0EJug

4. Veto! – Dilma vetou emenda que garantia incentivos fiscais para os municípios mineiros na área da SUDENE.

5. Metrô Fora dos Trilhos! – Há 10 anos o Governo do PT não investe no Metrô de BH

6. Abandono do Anel Rodoviário! – Há mais de 10 anos Governo do PT não libera recursos para via que já matou centenas de pessoas.

7. Esquecimento da Rodovia da Morte! – A rodovia mais perigosa do país não recebe investimentos.

8. A novela da duplicação da BR-040! – Sem dinheiro para investir rodovia será privatizada – Veja: http://goo.gl/mT3zu

9.Minas é colocada de lado no Minas Casa, Minha Vida – Na segunda fase do programa vai atender a apenas 1,6% do déficit habitacional do estado.

10. Aeroporto de Cofins Excluído! Aeroporto ficou fora das privatizações do governo do PT.

11. Pólo Acrílico da Petrobras que se foi! Investimento que seria em Minas foi transferido para a Bahia, terra natal do antigo presidente da estatal.

12. 633 creches só na promessa! – Nenhuma creche entrou em operação.

13. UPPs de fantasia! Dilma prometeu construir 218 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), até agora não fez nada.

PT em Minas: Eleições 2012

Companheiros abandonam Rogério Correia que fica isolado no PT

Fraude do PT, PT em Minas, estelionato do PT, lista falsa, fraude do PT, mar de lama do PT

O isolamento de Rogério Correia

Quando o barco começa a afundar, cada um pula para um lado. É isso o que está acontecendo no PT desde a matéria em que a revista Veja denunciou a participação de deputado do PT e do falsário Nilton Monteiro na fraude da Lista de Furnas.

O primeiro a pular do barco e deixar Rogério Correia foi José Dirceu. Na entrevista concedida à revista o advogado do falsário William dos Santos – ligado ao grupo deRogério Correia – disse que seus contatos na época com José Dirceu teriam outro objetivo.

No dia seguinte, foi desmentido pelo próprio Dirceu. O ex-chefe da Casa Civil do Governo Lula disse que o advogado o procurou pedindo ajuda para o falsário que hoje se encontra preso – acusado de golpes de mais de R$ 300 milhões. Dirceu, que é réu do mensalão, confirmou o pedido de ajuda mas disse que resolveu ficar longe do assunto. Leia entrevista do Zé Dirceu.

Recentemente, foi a vez de Rogério Correia tentar pular do barco. Em entrevista coletiva concedida na última segunda-feira (12/12), mudou todas as versões que já havia dado sobre o caso e jogou a culpa sobre o falsário de ser o único responsável pela fraude.  Veja em O Tempo e no Estado de Minas.

Por fim, não por acaso, hoje o ex-prefeito Patrus Ananinas liderança máxima do grupo que sempre se opôs à aliança com o PSDB na prefeitura de BH – grupo no qual se destaca Rogério Correia – veio a público subitamente mudando de posição e passou a apoiar a aliança que antes criticava. O gesto deixa claro que Patrus busca se distanciar de Rogério Correia e que pretende se manter afastado da presença indesejada do deputado.

É, pelo visto está todo mundo nervoso…

Rogério Correia não convence imprensa que acredita na participação do deputado na elaboração da Lista de Furnas

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Fonte:Juliana Cipriani e Baptista Chagas de Almeida – Estado de Minas

Explicações de petista sobre caixa dois eleitoral da lista de Furnas não convencem

Acusado de encomendar documento fraudulento para comprometer adversários políticos, deputado Rogério Correia (PT) tenta se explicar, mas não apresenta provas que o inocentem

O deputado estadual Rogério Correia (PT) tentou, nessa segunda-feiram sem sucesso, explicar as acusações feitas por uma revista semanal de que, junto do lobista Nilton Monteiro, teria forjado a chamada Lista de Furnas, na qual integrantes da oposição aparecem como receptores de dinheiro de caixa 2 eleitoral. O petista não apresentou provas novas que possam inocentá-lo. Ele usou o mesmo laudo da Polícia Federal citado pela publicação para tentar se isentar, alegando que, ao final, ficou constatada a autenticidade da assinatura do então presidente de Furnas Centrais Elétricas, Dimas Fabiano Toledo, no documento supostamente original.

A denúncia de que a Lista de Furnas era um documento forjado para incriminar adversários do PT já tinha sido feita pelo Estado de Minas anos atrás. Em 23 de março de 2006,  reportagem do EM noticiou que Rogério Correia havia convocado uma entrevista sobre o assunto, mas não compareceu. A mesma matéria mostrou que  laudo do Instituto Nacional de Criminalística (INC), órgão ligado à Polícia Federal, considerou falsa a lista. O laudo apontava haver montagens, alterações ou implantes na última página do documento. O EM chegou a reproduzir outras duas perícias que atestavam a falsificação.

No laudo apresentado  por Correia ontem, a PF já havia concluído que a cópia, anteriormente avaliada, não tem nenhuma relação com o documento original apresentado pelo lobista Nilton Monteiro somente em 5 de maio de 2006. “Observou-se que ele apresentava as mesmas características e o mesmo conteúdo daquele examinado por este serviço de perícias documentoscópicas no laudo, entretanto, havia algumas diferenças entre esses dois materiais, indicando que a cópia que foi analisada e descrita no laudo anterior não foi originada a partir do documento que é objeto do exame do presente laudo”, descreve o relatório.

Segundo Rogério Correia, o resultado final da perícia concluiu que a assinatura na lista original era de Dimas Fabiano Toledo. “Não está em questão o conteúdo, mas a autenticidade. Então se quiserem processar que o façam com o nome dele (Dimas)”, afirmou. Sobre a cópia antes apresentada por ele à PF não corresponder ao original encaminhado por Nilton posteriormente, o deputado alega que Dimas Fabiano assinou quatro originais e que as cópias não são consideradas como provas pela investigação da PF.

Rogério e o ex-deputado Agostinho Valente (ex-PT e atual PDT) são apontados como “fabricantes” da lista. Transcrições de gravações revelaram uma conversa entre um funcionário de Rogério, o assessor Simeão de Oliveira, e o lobista Nilton Monteiro sobre os nomes que aparecem no suposto esquema de caixa 2. Rogério Correia afirma que as conversas teriam sido para cobrar o original da lista, já que Monteiro só havia fornecido uma cópia.

Justiça
O PSDB nacional está orientando todos os seus filiados citados na Lista de Furnas a entrarem com ações criminais e indenizatórias por danos morais contra os responsáveis pela fraude. O partido vai ingressar entre hoje e amanhã com uma representação na Procuradoria Geral da República contra falsificação de documentos. O presidente nacional da legenda, Sérgio Guerra, e o secretário-geral, Rodrigo de Castro, informaram que os tucanos também vão requisitar à Polícia Federal cópias de todas as gravações envolvendo a chamada Lista de Furnas.

Os tucanos manifestaram repúdio à fraude “arquitetada por integrantes do PT com o intuito de criar falsas acusações contra adversários políticos” e desviar atenções sobre o escândalo do mensalão, tendo em vista que a lista foi divulgada na mesma época. O PSDB alega ainda que Nilton Monteiro está preso e responde a acusações de falsificação de promissórias que somam R$ 300 milhões. Entre os supostos beneficiários da Lista de Furnas são citados o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias.

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