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PT de Minas tem contas reprovadas por técnicos do TRE-MG

Parecer identificou indícios de crime de apropriação indébita, além de desvio de recursos de campanha para outra finalidade.

Também foram identificados gastos irregulares, omissão de despesas e trânsito de recursos fora da conta bancária oficial.

2,5 mil pessoas efetuaram doações em Minas Gerais acima dos limites permitidos pela legislação eleitoral

Fonte: Hoje em Dia

Contas do PT de Minas foram reprovadas por técnicos do TRE-MG

Editoria de Arte

TRE encontra desvios em contas do PT de Minas

As contas da campanha eleitoral de 2014 do PT mineiro foram reprovadas pelo corpo técnico do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG). O parecer identificou indícios de crime de apropriação indébita, além de desvio de recursos de campanha para outra finalidade, gastos irregulares, omissão de despesas e trânsito de recursos fora da conta bancária oficial.

O setor técnico do tribunal avaliou que algumas das irregularidades identificadas devem ser investigadas pela Procuradoria Regional Eleitoral, dados os indícios de gravidade. O TRE-MG ainda sugeriu a suspensão por dois meses do repasse de cotas do Fundo Partidário ao PT-MG.

Irregularidades

O tribunal decidiu apreciar as contas do partido e do comitê petistas em apenas um parecer. Juntas, as duas tiveram um custo total de campanha de R$ 52,3 milhões. Entre as irregularidades apontadas pelo TRE-MG, está a não comprovação de gastos que totalizam R$ 2 milhões – não foram apresentados documentos, como notas fiscais, contratos e Darfs.

“Este fato configura indício de desvio de recursos de campanha para outra finalidade, devendo o Ministério Público Eleitoral ser cientificado para as providências que entender cabíveis”, afirmou a examinadora Maria Aparecida da Silva, responsável pelo parecer técnico do tribunal.

Em outro ponto, após ser questionada, a defesa petista admitiu ter deixado de recolher impostos no total de R$ 5,7 mil. “Constitui omissão de despesa, salvo melhor juízo, crime de apropriação indébita”, diz trecho do parecer técnico.

O tribunal também realizou um cruzamento de dados no qual identificou despesas no montante de R$ 608 mil omitidas pelo PT mineiro, “o que configura indício de trânsito de recursos fora da conta bancária de campanha”, avaliou.

O partido alegou ignorar as notas fiscais citadas, justificativa não aceita pelo TRE-MG. “Tais informações sem prova documental não prevalecem sobre as notas fiscais efetivamente emitidas, e não canceladas, por possuírem, estas, fé pública”.

Por nota, o PT-MG informou que ainda não foi notificado sobre o parecer técnico do TRE-MG e, assim que for avisado, reservará a “devida atenção”.

Entenda

As prestações de contas do PT já haviam sido apreciadas pelo TRE. Identificadas irregularidades, o tribunal pediu explicações ao partido, que anexou centenas de documentos – o processo tem mais de 2,7 mil folhas. Mesmo com as justificativas, o corpo técnico apontou novas falhas e recomendou a desaprovação de contas. Agora, a ação ainda recebe parecer do Ministério Público antes de ser julgada.

Há, também, um processo que julga as contas do governador Fernando Pimentel (PT). O TRE-MG identificou “falhas graves” na contabilidade, que teria extrapolado o limite (determinado pelo próprio Pimentel) de R$ 42 milhões – o custo fechou em R$ 52 milhões. Em decorrência dessa ação, o Ministério Público Eleitoral pede a cassação do governador petista.

Partido em MG omitiu repasse feito à candidatura de Dilma

Uma das irregularidades apontadas pelo parecer técnico do TRE-MG é referente a uma doação estimada realizada pelo PT de Minas Gerais à campanha presidencial de Dilma Rousseff. O valor total dos repasses ultrapassa R$ 11,6 milhões.

“Trata-se de irregularidade grave uma vez que foram omitidas informações de destino dos gastos efetuados pelo partido em benefício de candidatos, contrariando o princípio da transparência”, disse o setor técnico do tribunal.

Parte desse valor – R$ 455 mil – não teve comprovação nem da transferência realizada ao fornecedor, já que não foram apresentados pelo PT recibos eleitorais.

Além do montante à campanha de Dilma, outros R$ 90 mil que foram repassados a candidatos, entre eles, o ministro do Esporte, George Hilton (PRB), não foram declarados.

Procuradoria detecta doações irregulares em mais de 90% das zonas eleitorais de Minas

Com autorização da Justiça, a partir de quebras de sigilos bancários e fiscal, a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) de Minas ofereceu mais de duas mil denúncias contra pessoas físicas e jurídicas que doaram dinheiro acima do limite legal na campanha do ano passado. De acordo com a assessoria de imprensa da PRE, responsável pela divulgação do balanço, as identidades dos doadores ilegais não podem ser revelada.

Em todo Estado, foram encontradas doações ilegais em 322 zonas eleitorais, o que corresponde a mais de 90% do total. A capital está no topo do ranking, com 62 pessoas físicas e 144 pessoas jurídicas que doaram acima do valor permitido. Em seguida, vem Montes Claros, no Norte de Minas, com 171 pessoas físicas e dez jurídicas, seguida de Contagem, na Região Metropolitana da capital, com 157 pessoas físicas e 22 jurídicas.

As ações, propostas pelos promotores que atuam junto às zonas eleitorais, pedem a aplicação de multa no valor de cinco a dez vezes a quantia doada em excesso. As pessoas jurídicas ainda ficarão sujeitas a outras sanções, como proibição de participar de licitações públicas e de celebrar contratos com o Poder Público por cinco anos.

Inelegibilidade

Além disso, a Lei Complementar 64/90 também prevê que, em caso de condenação, as pessoas físicas ou os dirigentes de pessoas jurídicas podem ficar inelegíveis por oito anos a contar do trânsito em julgado da decisão.

Algumas zonas eleitorais chamam a atenção da PRE. É o caso de Araguari, no Triângulo Mineiro, que, com 85.894 eleitores, teve mais casos de doações irregulares (120) do que a vizinha Uberlândia (108), com eleitorado cinco vezes maior – 462.813.

São João da Ponte, no Norte de Minas, com pouco mais de 22 mil eleitores, teve 66 casos de doações ilegais, número superior ao de Barbacena, no Campo das Vertentes, com 53 irregularidades, e eleitorado quatro vezes maior – 96.322.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Receita Federal também participaram do cruzamento dos dados.

Ministério Público mantém investigação sobre lançamento de R$ 36 milhões em prestação

O Ministério Público Eleitoral informou, em parecer registrado no TRE-MG, que o lançamento de R$ 36 milhões na prestação de contas de uma ex-candidata petista continua sob investigação, mesmo após a confissão da contadora responsável pela informação.

O valor milionário apareceu nas contas de Helena Ventura, técnica em enfermagem jamais eleita, como um suposto pagamento à Gráfica Brasil, da família do empresário Benedito de Oliveira, o Bené.

“Feitas tais observações (confissão de erro da contadora), pode-se concluir que, numa análise meramente formal, o lançamento de despesa no valor de R$ 36 milhões nas contas de campanha em questão se trate de mero erro material de lançamento. No entanto, na seara penal, ele ainda se encontra em apuração”, disse o procurador eleitoral de Minas, Patrick Salgado. Reprovação

Após a divulgação do suposto pagamento, a contadora Rosilene Marcelino afirmou, em cartório e em depoimento à Polícia Civil, que os R$ 36 milhões eram fruto de erro de lançamento. A versão foi repetida em novo depoimento feito ao MP. As contas de Helena Ventura, no entanto, foram reprovadas pelo próprio MP e pelo corpo técnico do TRE-MG por apresentar dívidas de campanha.

2,5 mil pessoas efetuaram doações em minas gerais acima dos limites permitidos pela legislação eleitoral

Aécio e o Cervantes: Blog critica PT e lembra fotos de Lula bêbado

Aécio é humano. Lula é humano e não vamos nos esquecer das fotos em que ele aparecia visivelmente bêbado, comentou Raphael Tsavkko.

Aécio: Cervantes

 Aécio e o Cervantes: Jornalista diz que PT promove a hipocrisia Fonte: Blog do Tsavkko

Aécio, o ébrio. Ou o teto de vidro de alguns

Causou histeria o vídeo de Aécio Neves, mamado em um bar de Minas Gerais. Histeria especialmente naqueles que mais teto de vidro tem, os petistas.

Não discordo que uma figura pública deva ter mais responsabilidade com sua imagem que nós, reles mortais, mas da mesma forma não acredito que figuras públicas sejam super-humanos puros e límpidos que não tem o direito de tomar umas ou mesmo fazer uma cagada inocente de vez em quando (cagada inocente me refiro a, por exemplo, ficar bêbado e não roubar ou, como já fez o Aécio, dirigir bêbado, o que é crime).

Aécio é humano. Lula é humano e não vamos nos esquecer das fotos em que ele aparecia visivelmente bêbado, com os olhos vermelhos e a cara de quem tinha passado da conta. As críticas – e foram muitas – da mídia eram hipócritas, as críticas dos tucanos eram hipócritas e muitos ainda continuam na mesma pegada.

Logo, o contrário, a crítica dos petistas ao Aécio são tão hipócritas quanto. Apenas repetem a estupidez uma vez dita contra eles.

Quem nunca se embebedou e perdeu a noção? Atire a primeira pedra o puro que nunca pagou um mico depois de beber demais, que nunca trocou as pernas e nunca saiu em foto/video comprometedor(a) em decorrência da mardita pinga.

E não me importa que estejamos falando de figura pública ou não, pois em horário de folga somos todos humanos. Se o episódio tivesse ocorrido em evento oficial, em horário de trabalho e etc, aí sim a crítica seria válida, mas não foi isso que aconteceu. Era de noite, era um bar e não um jantar oficial.

Já virou costume que petistas usem qualquer coisa para atacar seus desafetos – e mais alguns oportunistas que se juntaram ao coro -, mas é impressionante como são incapazes de enxergar seu próprio teto de vidro e mesmo a si próprios.

Apenas como exemplo do oportunismo petista cito o episódio do Babá queimando uma bandeira de Israel, oras, petistas chegaram a praticamente APOIAR Israel apenas para atacar o PSOL!

Não tenho qualquer simpatia pelo Aécio – na verdade é o próprio PT de Minas que gosta dele -, mas sou totalmente solidário neste momento.

Faço minhas as palavras do Futepoca:

Este blogue, por uma questão evidente de coerência, vem defender a pessoa do senador Aécio Neves, a despeito das diferenças políticas abissais que possamos ter com ele. O vídeo que vem fazendo sucesso nas redes e mostra o tucano aparentemente embriagado, tem servido para uma série de ataques que beiram (ou carregam e atravessam) a hipocrisia. Quem nunca tomou um porrezinho, ficou em um estado semelhante ou conhece alguém que tenha procedido de modo similar?

Aécio: Cervantes – Link da matéria – http://www.tsavkko.com.br/2012/08/aecio-o-ebrio-ou-o-teto-de-vidro-de.html

Aécio Neves: líder da oposição criticou: “o PT prioriza seu projeto partidário, o PT se engalfinha em uma luta fratricida por espaços”.

Entrevista do senador Aécio Neves (PSDB/MG)

Assunto: eleições 2012 em Belo Horizonte
Senador, sobre a sucessão à Prefeitura de Belo Horizonte. Como estão os entendimentos?

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Aécio Neves: líder da oposição – comentário:  ”Nós, do PSDB, apoiamos Marcio Lacerda desde que ele tinha 2% ou 3% nas pesquisas na sua eleição, lá atrás. Porque acreditávamos na sua capacidade de conduzir um projeto importante, exitoso, para Belo Horizonte. Isso vem ocorrendo, obviamente com dificuldades aqui e acolá, mas achamos que Belo Horizonte avançou. As parcerias de Belo Horizonte, principalmente com o Governo do Estado, têm sido extremamente relevantes. Foram assim no meu tempo, com a Linha Verde, a duplicação da Antônio Carlos, agora as obras do Mineirão.

“Enfim, são todas obras em parceria. Além de várias outras que estão hoje em execução. O que acho é que, depois de tantas discussões, o PT devia efetivamente participar da discussão de um grande projeto para Belo Horizonte. Não cabe mais esse sem-número de reuniões onde se passa a impressão que a reeleição de Marcio Lacerda depende dessas reuniões do PT. O PT é bem-vindo, recebo inclusive na nossa aliança aqueles que foram contra ela no ano de 2008, que contra ela se movimentaram, que contra ela trabalharam, são todos bem-vindos.

“Mas é hora de pararmos com essas picuinhas menores e discutirmos um grande projeto para Belo Horizonte. Portanto, estamos convidando as lideranças do PT para sentarem à mesa com o PSB e os demais partidos aliados para planejarmos o futuro da cidade. É hora de pararmos com essas extensas reuniões, onde as manifestações nem de longe atendem ao interesse da cidade. Até porque, a grande realidade é essa, o PT é hoje um partido secundário em Belo Horizonte, haja vista o resultado das últimas eleições.

“Mesmo com o apoio do presidente Lula, da presidente Dilma, das principais lideranças do PT, alcançou 20% dos votos em Belo Horizonte. O candidato do PSDB nas eleições para governador alcançou mais de 72% dos votos. Então, agora é hora de todos virem com humildade, com generosidade para com a cidade, colocando o interesse de Belo Horizonte acima do interesse partidário. Essa, a meu ver, é a maior diferença entre o PSDB e o PT hoje.

“O PT prioriza seu projeto partidário, o PT se engalfinha em uma luta fratricida por espaços. O PSDB, hoje, quer trabalhar ao lado de Marcio Lacerda pelo desenvolvimento de Belo Horizonte. É hora de encerrarmos as disputas e pensarmos no futuro da nossa gente.”

Deputados da Assembleia de Minas pedem investigação de Rogério Correia (PT-MG) por participação em estelionato

Fraudes do PT, estelionato do PT, PT de Minas, Corrupção do PT

Fonte: Assessoria de Imprensa do PSDB-MG

PSDB, PPS, PP e DEM pedem investigação do deputado Rogério Correia (PT-MG) por fraude na Lista de Furnas

Os partidos políticos PSDB, PPS, PP e DEM, representados por seus dirigentes estaduais, protocolaram no Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), nessa sexta-feira (16/12), representação em que pedem que o deputado estadual Rogério Correia (PT/MG) seja investigado pelo crime de improbidade administrativa pela participação  na fraude conhecida como a “Lista de Furnas”.

Os partidos denunciam o uso da estrutura do Poder Legislativo mineiro em assunto diverso e estranho à atividade parlamentar, como a obtenção de modelos de assinaturas de parlamentares, com o objetivo de prover, com modelos oficiais, um notório estelionatário, que se encontra preso, acusado de falsificar notas promissórias de mais de R$ 300 milhões.

Os potenciais crimes vieram a público com a revelação de diálogos  do conhecido falsário  Nilton Monteiro com  o deputado Rogério Correia, o seu principal assessor Simeão de Oliveira e o ex-deputado Agostinho Valente nos quais há, de forma inequívoca, uma trama para constranger e caluniar adversários políticos.

Os partidos pedem ao MP que sejam investigadas as seguintes questões:

·   Uso de servidor dos quadros da Assembleia Legislativa, Simeão de Oliveira, em horário de expediente, para localizar documentos oficiais assinados por deputados estaduais e federais e da estatal federal Furnas Centrais Elétricas e para repassá-los a um falsário, com objetivos escusos, conforme revelam diálogos publicados pela revista Veja.

·   Uso do servidor do Legislativo Carlos Alberto Torezani, assessor jurídico da bancada do PT/PCdoB, em horário de expediente, para acompanhar, defender e orientar Nilton Monteiro, em depoimento.

·   Uso de  estrutura da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, como gabinete e linhas telefônicas para finalidades ilegais e incompatíveis com o exercício do mandato parlamentar.

PT age para ‘criminalizar inocentes e inocentar criminosos’, critica Reinaldo Azevedo

Farsa do PT, Fraudes do PT, estelionato do PT, PT de Minas, Corrupção do PT

Fonte: Renaldo Azevedo – Blog Veja online

Há petistas sempre ocupados em duas coisas: em castigar inocentes por crimes que não cometeram e em praticar os próprios crimes

O esforço organizado de petistas e seus asseclas e esbirros é um só: criminalizar inocentes e inocentar criminosos. Ainda agora, como sabem, a rede suja está organizada na Internet para dar curso a uma das maiores canalhices de que se tem notícia no submundo da política. Pois bem
Reportagem de capa da VEJA desta semana flagra petistas forjando recibos falsos para imputar a inocentes crimes que não cometeram. Padre Vieira, no Sermão do Bom Ladrão, criticava larápios que estavam sempre ocupados em duas coisas: em castigar crimes e em cometê-los. Não imaginava que surgiria um tipo novo: petistas. Muitos deles estão ocupados em duas coisas: em inventar crimes inexistentes para castigar inocentes e, claro!, em cometê-los. Leiam o que vai na VEJA Online:
PSDB e DEM pedem punição de petista por “Lista de Furnas”

Por Gabriel Castro:
PSDB e DEM pediram nesta terça-feira à Procuradoria-Geral da República (PGR) que investigue o deputado estadual Rogério Correia (PT-MG). A edição desta semana de VEJA mosta como o parlamentar, em conluio com o colega Agostinho Valente (hoje sem mandato), encomendou a Lista de Furnas – um documento forjado em 2006 para ligar oposicionistas a um inexistente esquema de desvios na estatal no governo Fernando Henrique. O objetivo era fragilizar parlamentares oposicionistas durante a crise decorrente do escândalo do Mensalão e influenciar o trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Correios.
“Quem tem maioria não pode tudo não. A minoria tem direitos, vai exercê-los e fatos ilegais serão coibidos por nós à altura”, diz o presidente do DEM, José Agripino Maia. O partido também deve entregar uma representação por quebra de decoro contra o deputado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Diálogos

VEJA teve acesso a conversas gravadas pela Polícia Federal (PF) com autorização judicial, no primeiro semestre de 2006. Elas evidenciam que o estelionatário Nilton Monteiro – preso em outubro deste ano por forjar notas promissórias – agiu sob os auspícios dos deputados Rogério Correia e Agostinho Valente (hoje no PDT) com o objetivo de fabricar a lista. Há diálogos seguidos entre Monteiro e Simeão de Oliveira, braço direito de Rogério Correia.
Os dois discutem os padrões das assinaturas de figuras importantes da oposição naquele momento, como o líder da minoria na Câmara, José Carlos Aleluia, do DEM, e o então líder do PSDB, Antônio Carlos Pannunzio. Em troca das falsificações, Monteiro, além de receber pagamento diretos, exigia a liberação de recursos em bancos públicos. É o que demonstram as gravações.
A Lista de Furnas era uma espécie de planilha com valores supostamente repassados a campanhas eleitorais de parlamentares e governantes de oposição durante o pleito de 2002. O Caixa 2 seria comandado por Dimas Toledo, então comandante da estatal.

Por Reinaldo Azevedo

VEJA revelou como dois deputados do PT mineiro encomendaram o documento fraudulento para atingir oposicionistas durante a crise do Mensalão

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PSDB e DEM pedem punição de petista por Lista de Furnas

VEJA revelou como dois deputados do PT mineiro encomendaram o documento fraudulento para atingir oposicionistas durante a crise do Mensalão

Gabriel Castro

O senador José Agripino: "Quem tem maioria não pode tudo não"

O senador José Agripino: “Quem tem maioria não pode tudo não” (Geraldo Magela/Agência Senado)

PSDB e DEM pediram nesta terça-feira à Procuradoria-Geral da República (PGR) que investigue o deputado estadual Rogério Correia (PT-MG). A edição desta semana de VEJA mosta como o parlamentar, em conluio com o colega Agostinho Valente (hoje sem mandato), encomendou a Lista de Furnas – um documento forjado em 2006 para ligar oposicionistas a um inexistente esquema de desvios na estatal no governo Fernando Henrique. O objetivo era fragilizar parlamentares oposicionistas durante a crise decorrente do escândalo do Mensalão e influenciar o trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Correios.

“Quem tem maioria não pode tudo, não. A minoria tem direitos, vai exercê-los e fatos ilegais serão coibidos por nós à altura”, diz o presidente do DEM, José Agripino Maia. O partido também deve entregar uma representação por quebra de decoro contra o deputado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Diálogos – VEJA teve acesso a conversas gravadas pela Polícia Federal (PF) com autorização judicial, no primeiro semestre de 2006. Elas evidenciam que o estelionatário Nilton Monteiro – preso em outubro deste ano por forjar notas promissórias – agiu sob os auspícios dos deputados Rogério Correia e Agostinho Valente (hoje no PDT) com o objetivo de fabricar a lista. Há diálogos seguidos entre Monteiro e Simeão de Oliveira, braço direito de Rogério Correia.

Os dois discutem os padrões das assinaturas de figuras importantes da oposição naquele momento, como o líder da minoria na Câmara, José Carlos Aleluia, do DEM, e o então líder do PSDB, Antônio Carlos Pannunzio. Em troca das falsificações, Monteiro, além de receber pagamento diretos, exigia a liberação de recursos em bancos públicos. É o que demonstram as gravações.

A Lista de Furnas era uma espécie de planilha com valores supostamente repassados a campanhas eleitorais de parlamentares e governantes de oposição durante o pleito de 2002. O Caixa 2 seria comandado por Dimas Toledo, então comandante da estatal.

Link da matéria: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/psdb-e-dem-pedem-punicao-de-petista-por-lista-de-furnas

A outra face… de Rogério Correia – artigo de Teodomiro Braga

Gestão petista, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, peculato,  falsidade ideológica 

Fonte:Turma do Chapéu 

A outra face… de Rogério Correia – artigo de Teodomiro Braga

O jornalista Teodomiro Braga, diretor de jornalismo do Grupo Bandeirantes de Comunicação em Minas, relembra a trajetória do deputado estadual Rogério Correia, do PT, sempre marcada por acusações virulentas que dispara contra os adversários. Isso para tratar da outra face de Correia, que aparece na Veja do último final de semana: a de associação com um estelionatário para produzir a farsa da Lista de Furnas.

O alerta do “lobista” Nilton Monteiro ao deputado petista em uma das gravações daPolícia Federal não podia ser mais profética: “O trem vai feder, viu, Rogério”. Leia o artigo abaixo.

 A outra face

Teodomiro Braga – Metro, 13/12/2001

O deputado estadual petista Rogério Correia marcou sua carreira política por virulentas denúncias e acusações contra adversários políticos. O site do “Minas sem Censura”, movimento criado por ele que tem como principal alvo o senador Aécio Neves, traz em destaque uma frase de Guimarães Rosa: “Minas são muitas. Porém poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais”. De acusador implacável, Correia surge no papel de acusado na revista “Veja” desta semana, que mostra uma face do deputado que o público desconhecia: a de patrocinador de estelionato.

Gravações feitas pela Polícia Federal obtidas pela “Veja” revelam que foi Rogério Correia quem encomendou ao falsário Nilton Monteiro a montagem da chamada “Lista de Furnas”, o documento que acusava políticos de oposição de terem recebido verbas desviadas daquela estatal de energia para a campanha de 2002. Um assessor de Rogério Correia, Simeão de Oliveira, aparece nas gravações combinando com Monteiro a falsificação de assinaturas de políticos nos recibos que seriam atribuídos a eles. Em outra gravação, o falsário cobra de Rogério Correia o pagamento pelos serviços prestados e exige proteção caso a fraude seja descoberta. “O trem vai feder viu, Rogério”, ameaça Monteiro.

Ao incriminar políticos da oposição, a “Lista de Furnas” tinha como objetivo confundir as investigações do escândalo do mensalão, em que parlamentares do PT e de partidos aliados eram acusados de receber propinas financiadas por recursos públicos. Desde aquela época já se sabia do envolvimento de Rogério Correia com a “Lista de Furnas” pois foi ele quem entregou o documento à imprensa. Depois descobriu-se que a lista era forjada. O que só se ficou sabendo agora é que o deputado participou ativamente da montagem da fraude. O “rei das denúncias” foi pego com a mão na botija. O trem vai feder, viu, Rogério.

Companheiros abandonam Rogério Correia que fica isolado no PT

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O isolamento de Rogério Correia

Quando o barco começa a afundar, cada um pula para um lado. É isso o que está acontecendo no PT desde a matéria em que a revista Veja denunciou a participação de deputado do PT e do falsário Nilton Monteiro na fraude da Lista de Furnas.

O primeiro a pular do barco e deixar Rogério Correia foi José Dirceu. Na entrevista concedida à revista o advogado do falsário William dos Santos – ligado ao grupo deRogério Correia – disse que seus contatos na época com José Dirceu teriam outro objetivo.

No dia seguinte, foi desmentido pelo próprio Dirceu. O ex-chefe da Casa Civil do Governo Lula disse que o advogado o procurou pedindo ajuda para o falsário que hoje se encontra preso – acusado de golpes de mais de R$ 300 milhões. Dirceu, que é réu do mensalão, confirmou o pedido de ajuda mas disse que resolveu ficar longe do assunto. Leia entrevista do Zé Dirceu.

Recentemente, foi a vez de Rogério Correia tentar pular do barco. Em entrevista coletiva concedida na última segunda-feira (12/12), mudou todas as versões que já havia dado sobre o caso e jogou a culpa sobre o falsário de ser o único responsável pela fraude.  Veja em O Tempo e no Estado de Minas.

Por fim, não por acaso, hoje o ex-prefeito Patrus Ananinas liderança máxima do grupo que sempre se opôs à aliança com o PSDB na prefeitura de BH – grupo no qual se destaca Rogério Correia – veio a público subitamente mudando de posição e passou a apoiar a aliança que antes criticava. O gesto deixa claro que Patrus busca se distanciar de Rogério Correia e que pretende se manter afastado da presença indesejada do deputado.

É, pelo visto está todo mundo nervoso…

Rogério Correia não convence imprensa que acredita na participação do deputado na elaboração da Lista de Furnas

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Fonte:Juliana Cipriani e Baptista Chagas de Almeida – Estado de Minas

Explicações de petista sobre caixa dois eleitoral da lista de Furnas não convencem

Acusado de encomendar documento fraudulento para comprometer adversários políticos, deputado Rogério Correia (PT) tenta se explicar, mas não apresenta provas que o inocentem

O deputado estadual Rogério Correia (PT) tentou, nessa segunda-feiram sem sucesso, explicar as acusações feitas por uma revista semanal de que, junto do lobista Nilton Monteiro, teria forjado a chamada Lista de Furnas, na qual integrantes da oposição aparecem como receptores de dinheiro de caixa 2 eleitoral. O petista não apresentou provas novas que possam inocentá-lo. Ele usou o mesmo laudo da Polícia Federal citado pela publicação para tentar se isentar, alegando que, ao final, ficou constatada a autenticidade da assinatura do então presidente de Furnas Centrais Elétricas, Dimas Fabiano Toledo, no documento supostamente original.

A denúncia de que a Lista de Furnas era um documento forjado para incriminar adversários do PT já tinha sido feita pelo Estado de Minas anos atrás. Em 23 de março de 2006,  reportagem do EM noticiou que Rogério Correia havia convocado uma entrevista sobre o assunto, mas não compareceu. A mesma matéria mostrou que  laudo do Instituto Nacional de Criminalística (INC), órgão ligado à Polícia Federal, considerou falsa a lista. O laudo apontava haver montagens, alterações ou implantes na última página do documento. O EM chegou a reproduzir outras duas perícias que atestavam a falsificação.

No laudo apresentado  por Correia ontem, a PF já havia concluído que a cópia, anteriormente avaliada, não tem nenhuma relação com o documento original apresentado pelo lobista Nilton Monteiro somente em 5 de maio de 2006. “Observou-se que ele apresentava as mesmas características e o mesmo conteúdo daquele examinado por este serviço de perícias documentoscópicas no laudo, entretanto, havia algumas diferenças entre esses dois materiais, indicando que a cópia que foi analisada e descrita no laudo anterior não foi originada a partir do documento que é objeto do exame do presente laudo”, descreve o relatório.

Segundo Rogério Correia, o resultado final da perícia concluiu que a assinatura na lista original era de Dimas Fabiano Toledo. “Não está em questão o conteúdo, mas a autenticidade. Então se quiserem processar que o façam com o nome dele (Dimas)”, afirmou. Sobre a cópia antes apresentada por ele à PF não corresponder ao original encaminhado por Nilton posteriormente, o deputado alega que Dimas Fabiano assinou quatro originais e que as cópias não são consideradas como provas pela investigação da PF.

Rogério e o ex-deputado Agostinho Valente (ex-PT e atual PDT) são apontados como “fabricantes” da lista. Transcrições de gravações revelaram uma conversa entre um funcionário de Rogério, o assessor Simeão de Oliveira, e o lobista Nilton Monteiro sobre os nomes que aparecem no suposto esquema de caixa 2. Rogério Correia afirma que as conversas teriam sido para cobrar o original da lista, já que Monteiro só havia fornecido uma cópia.

Justiça
O PSDB nacional está orientando todos os seus filiados citados na Lista de Furnas a entrarem com ações criminais e indenizatórias por danos morais contra os responsáveis pela fraude. O partido vai ingressar entre hoje e amanhã com uma representação na Procuradoria Geral da República contra falsificação de documentos. O presidente nacional da legenda, Sérgio Guerra, e o secretário-geral, Rodrigo de Castro, informaram que os tucanos também vão requisitar à Polícia Federal cópias de todas as gravações envolvendo a chamada Lista de Furnas.

Os tucanos manifestaram repúdio à fraude “arquitetada por integrantes do PT com o intuito de criar falsas acusações contra adversários políticos” e desviar atenções sobre o escândalo do mensalão, tendo em vista que a lista foi divulgada na mesma época. O PSDB alega ainda que Nilton Monteiro está preso e responde a acusações de falsificação de promissórias que somam R$ 300 milhões. Entre os supostos beneficiários da Lista de Furnas são citados o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias.

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Conheça em detalhes de como foi fraudada a “Lista de Furnas”. Nilton Monteiro e Rogério Correia: parceria desmascarada

Fraudes do PT, estelionato do PT, PT de Minas, Corrupção do PT

Fonte: Gabriel Azevedo – Turma do Chapéu

Conheça em detalhes de como foi fraudada a “Lista de Furnas”

Nilton Monteiro e Rogério Correia: parceria desmascarada

É engraçada a reação deRogério Correia, do PT de Minas, depois que foi pego com a boca na botija pelas gravações da Polícia Federal. O material obtido pela PF mostra o deputado e o assessor dele negociando com o estelionatárioNilton Monteiro a falsificação dos papéis conhecidos como a Lista de Furnas.

Ele passou o sábado no Twitter, auxiliado pelos fakes de sempre. Ficou caladinho com as denúncias. Não explicou a conversa dele pelo telefone com o bandido que está preso pelas falsificações de notas promissórias de mais de R$ 300 milhões, e também não explicou a conversa do assessor dele trocando assinaturas com o falsário.

Na verdade, tentou fazer o que sempre fez: mudar o foco do assunto e apostar na desinformação das pessoas. Recuperou matérias antigas de jornais, da época em que pairavam duvidas sobre a autenticidade ou não dos papéis. De forma patética, tentou colocar a Folha contra a Veja, publicando matéria antiga do jornal (Veja aqui uma matéria antiga da Folha em que ela já apostava na fraude e na participação do deputado Rogério Correia).

Agora, tentando se safar, aposta de novo na confusão, dizendo que vai apresentar – de novo – alguma das duas versões da lista e um laudo da Polícia Federal que atestaria a veracidade dos papéis. É muito cara de pau! Vai apresentar outra vez documentos falsos que o Nilton Monteiro e os próprios petistas cansaram de espalhar por aí.

Em vez de explicar as gravações, o deputado vai se vangloriar de que a falsificação foi bem feita e que enganou muita gente, inclusive peritos experientes como os da PF, mas que acabaram por apresentar outros indícios de fraude??

Se alguém quiser conhecer os laudos da Polícia Federal e de outros especialistas, não precisa esperar até segunda-feira. Para ver os principais trechos dos dois laudos da PF, entre aqui.

Para quem não conhece direito a história da fraude aqui vai uma linha do tempo:

  • Em 2005 acontece o escândalo do mensalão do PT.
  • O PT começa a divulgar a tese de que o mensalão não foi o que foi na verdade:compra de apoio no Congresso. Os recursos seriam apenas caixa dois de campanha eleitoral.
  • Difundem a tese de que caixa dois é norma, e que “todo mundo faz”; mas faltava provar a tese de que todo mundo faz.
  • Aparece, então, um outro ramo dos aloprados. O deputado Rogério Correia do PT se associa ao falsário Nilton Monteiro que surge, do nada, com folhas xerox com assinatura do diretor de Furnas, no que seria uma relatoria de repasses de recursos e caixa dois de campanha para políticos adversários do PT, em 2002.
  • Desde o primeiro momento, a lista é envolta em contradições. Especialistas apontam para a fraude, mas alguns até reconhecem que a falsificação é bem feita.
  • A lista se revela falsa não apenas pela assinatura, mas também pelo logotipo do papel timbrado de Furnas usado nas informações escritas.
  • Fica claro que a lista não poderia ter sido feita em 2002, como alegava o falsário, mas em 2005, na crise do mensalão do PT.
  • A lista traz nomes de empresas que não existiam em 2002 e, sim, só em 2005.
  • A CPI dos Correios considera os papéis falsos e indicia o lobista Nilton Monteiro e o assessor da prefeitura de Belo Horizonte, Luiz Fernando Carceroni.
  • Ministério Público de Minas denuncia os dois à Justiça.
  • Desde que apresentou as cópias, pelo excesso de contradições, Nilton era cobrado pela imprensa para apresentar os originais.
  • São deste momento as gravações telefônicas que a Veja divulgou.
  • Pressionado, Nilton Monteiro tenta encontrar formas de dar veracidade às xerox dos papéis que tinha divulgado. Várias cópias foram distribuídas com alarde pelo PT, que precisava, então, esquentar o material. Para isso, inventa os tais recibos de políticos, que teriam a função de confirmar os dados escritos nas xerox, como se políticos experientes como aqueles, mesmo que tivessem recebido dinheiro, fossem assinar um recibo de caixa dois!
  • Para falsificar tais recibos, o estelionatário precisa de amostras de assinaturas de políticos. Sabe-se agora que, para fazer as falsificações nos papéis, o parceiro era o deputado Rogério Correia, do PT, por meio do seu principal assessor,Simeão de Oliveira.
  • Finalmente, em maio de 2006 Nilton Monteiro apresenta os chamados originais das cópias xerox que havia divulgado antes. É aí que a Polícia Federal desmascara de vez a fraude, mostrando que, ao contrário do que afirmava o falsário, os novos papéis são diferentes das xerox distribuídas anteriormente, comprovando que são uma falsificação diferente da primeira. Na realidade, foram duas listas falsificadas.
  • Abaixo, trecho do laudo do Instituto Nacional de Criminalística (INC), do Departamento da Polícia Federal – Laudo: Nº. 1097/2006, de 07 de junho de 2006, sobre os papéis apresentados:

Além da discrepância entre as logomarcas, verificou-se que o texto digitado na lista anterior (objeto do Laudo nº. 456/2006 – INC) apresenta algumas diferenças de formatação em relação ao atual, deixando claro que aquela cópia não foi obtida a partir desse último documento. Observa-se, por exemplo, que quando se tenta sobrepor as duas listas ocorre um nítido desalinhamento entre os textos e não há uma perfeita superposição.”

Finalmente, verificou-se que as assinaturas e as rubricas não eram as mesmas nas duas listas e estavam apostas em posições diferentes nos dois documentos, como constata nos exemplos das fotografias 15 e 16”.

Acesse as cópias dos documentos do que disse o laudo da Polícia Federal.

Por que foram falsificados dois conjuntos de papéis diferentes?

Quem acompanhou o caso na época explica:

  • Nilton Monteiro deu esse golpe do mesmo jeito que montou vários outros a que responde processo na Justiça, como o caso da extorsão montada contra a Samarco Mineração.
  • O modus operandi dele é o mesmo em todos os golpes que dá. Ele fabrica um documento, tira xerox, e some com os originais para dificultar a perícia. A perícia em xerox é sempre mais difícil. O próprio laudo da PF confirma isso, dizendo que os papéis tinham alguns elementos que pareciam verdadeiros.
  • Neste caso, não contava com a pressão da imprensa pra apresentar os originais, que ele não tinha mais. Nilton Monteiro não teve escolha a não ser fabricar outros originais. Aproveitou para melhorar aquilo que os peritos haviam indicado como evidência da fraude nas fotocópias: assinaturas e logotipo de Furnas em papel timbrado, que, nas xerox, não correspondiam aos da empresa.
  • Ao tentar melhorar a falsificação, o estelionatário acabou fornecendo prova contra si mesmo. Inteligência não é mesmo o forte do rapaz.
  • Ao fazer isso, deixou claro que ele mentira o tempo todo e, que na verdade, havia falsificado dois conjuntos diferentes de papeis.

Agora, as perguntas que o deputado Rogério Correia do PT não quer que você faça no caso de fraude:

  • Por que o deputado do PT mentiu para a Veja, dizendo que só teve contato com o falsário duas vezes?
  • Por que Rogério Correia mentiu em entrevista para a Folha de S. Paulo e para a Carta Capital para dar cobertura às versões de Nilton Monteiro – versões que foram depois desmentidas pelo próprio falsário?
  • Por que o advogado William dos Santos mentiu para Veja dizendo que foi procurar José Dirceu para outro assunto? Dirceu confirma que foi procurado pelo advogado para defender Nilton Monteiro, mas quis ficar longe deste assunto. Leia no Portal Terra.
  • Rogério Correia usou dinheiro público para financiar a fraude?
  • O advogado que ele colocou para defender Nilton Monteiro é pago pelo contribuinte?
  • O assessor que tratou das assinaturas é pago pelo contribuinte?
  • Isso é ético?
  • O que Rogério Correia acha das falsificações de notas promissórias de mais de R$ 300 milhões que seu amigo estelionatário fez?

Conheça as outras falsificações de Nilton Monteiro.