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Gestão Eficiente: merenda escolar é tema de encontro realizado pelo Governo de Minas no Vale do Rio Doce

Com foco na alimentação saudável nas escolas, equipe de nutricionistas da Secretaria capacita cantineiras de Caratinga

Fotos de divulgação
Nutricionistas ensinam para responsáveis pela alimentação dos alunos boas práticasna hora do preparo
Nutricionistas ensinam para responsáveis pela alimentação dos alunos boas práticasna hora do preparo

Profissionais responsáveis pela alimentação nas escolas estaduais da superintendência de ensino de Caratinga, região do Vale do Rio Doce, participaram, nesta semana de um encontro de capacitação dado pela equipe de nutricionistas da Secretaria de Estado de Educação (SEE). Participantes envolvidos no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) receberam orientações sobre a elaboração do cardápio e a importância da merenda escolar. A capacitação foi realizada na Escola Estadual Maria Isabel Vieira e contou com a participação de 165 profissionais.

O evento, que começou na terça-feira (17) e terminou nesta quinta-feira (19), abordou também o tema higiene. Na capacitação, as nutricionistas reforçaram a necessidade de se manter tudo limpo, desde os instrumentos de trabalho, o ambiente, até a higiene pessoal. Mãos e uniformes sempre limpos, usar calçados fechados, cabelos aparados e protegidos com toucas ou redes são algumas ações que nunca devem ser esquecidas.

A Superintendência Regional de Ensino de Caratinga possui 24 municípios em sua jurisdição. Ao todo, 98 escolas da rede estadual são atendidas pela Superintendência.

Programa Nacional de Alimentação Escolar

O Programa Nacional de Alimentação Escolar garante, por meio da transferência de recursos financeiros, a alimentação escolar dos alunos de toda a educação básica matriculados em escolas públicas e filantrópicas.

O objetivo é atender as necessidades nutricionais dos alunos durante sua permanência em sala de aula, contribuindo para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem e o rendimento escolar dos estudantes, bem como promover a formação de hábitos alimentares saudáveis.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/merenda-escolar-e-tema-de-encontro-realizado-pelo-governo-de-minas-no-vale-do-rio-doce/

Governo Anastasia vai estimular o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar

Merenda como alavanca

Fonte: Estado de Minas

Subsecretaria de Agricultura Familiar quer estimular vendas de produtos do campo para escolas

A alimentação de alunos das escolas públicas municipais e estaduais vai contar com mais produtos da agricultura familiar mineira. Pelo menos este é um dos principais objetivos da Subsecretaria de Agricultura Familiar, criada pelo governo de Minas e subordinada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). De acordo com o Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a agricultura familiar mineira representa 79% dos estabelecimentos agropecuários do estado, com 437 mil propriedades.

Segundo o subsecretário de Agricultura Familiar, Edmar Guariento Gadelha, o objetivo é criar e coordenar ações para promover o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar. “Pretendemos dar maior visibilidade a este setor, que ocupa espaço relevante no contexto agropecuário, com a formulação de políticas públicas específicas, porque o segmento tem necessidades diferentes”, afirma. O segmento tem participação efetiva na produção dos principais produtos mineiros: leite (45%); milho (47%); café (32%); mandioca (84%); arroz em casca (44%), além de responder por 62% da geração de trabalho no campo, empregando 1,2 milhão de trabalhadores.

Uma das principais ações da Subsecretaria será aumentar a participação dos agricultores familiares no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), com base na Lei Federal 11.947/09, que estabelece que 30% dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) devem ser gastos com a compra de gêneros alimentícios produzidos pela agricultura familiar. De acordo com Edmar Gadelha, antes da lei, os recursos eram repassados aos municípios, e abria-se uma licitação, cujo vencedor poderia ser até uma empresa de outro estado. Ele destaca que, hoje, a prioridade é que os recursos fiquem no município, e que os circuitos locais e regionais de produção e comercialização de alimentos sejam valorizados.

CAPACITAÇÃO Edmar Gadelha afirma, ainda, que o trabalho da Subsecretaria vai além de aumentar o número de produtores inscritos no programa. “Envolve a assistência técnica fornecida pelos órgãos de extensão; a organização associativa para atender a demanda de forma regular; os cuidados com a qualidade e com os aspectos sanitários da produção, além da integração com os órgãos envolvidos (prefeituras, escolas, associações)”, explica.

Cada produtor pode vender até R$ 9 mil ao ano no Programa Nacional de Alimentação Escolar. “Isto significa um incremento na renda mensal aproximada de R$ 750 por produtor, o que é muito significativo em termos de renda familiar”, afirma o subsecretário.

Outra forma que vem sendo estudada para ampliar a participação no Programa Nacional de Alimentação Escolar é a inserção dos produtores que comercializam no Mercado Livre do Produtor (MLP) da Ceasa-MG de Contagem e das unidades do interior (Governador Valadares, Caratinga, Uberlândia, Juiz de Fora e Barbacena). No local, só pode ser comercializada a produção mineira, sendo vetada a produção de outros estados.