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Gestão da Educação: Governo de Minas divulga resultados de 2011 do programa de avaliação de desempenho dos alunos da rede estadual

Série histórica demonstra tendência de elevação da proficiência média dos estudantes do 5º e do 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio

Os resultados da última edição (2011) do Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica (Proeb) revelaram uma pequena redução nos índices de proficiência média em Língua Portuguesa e Matemática para os níveis avaliados. Entretanto, os dados da série histórica – a metodologia de avaliação do Proeb foi consolidada em Minas Gerais a partir de 2006 – demonstram tendência de elevação da proficiência dos alunos do 5º e do 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio em Língua Portuguesa e Matemática.

Comparados com os resultados do Proeb 2010, houve redução dos índices de proficiência média em Língua Portuguesa e em Matemática da rede estadual para os três níveis avaliados (5º e 9º ano do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio). O comportamento verificado na rede estadual também foi percebido nas redes municipais do Estado de Minas Gerais. As avaliações do Proeb foram aplicadas de 21 a 25 de novembro de 2011.

De acordo com a secretária-adjunta de Educação, Maria Céres Pimenta Spínola Castro, não é possível apontar uma única causa para esse resultado. Segundo ela, “a realidade é complexa e seguramente um conjunto de fatores pode ter influenciado os resultados”. No entanto, a secretária-adjunta de Educação destaca que o resultado alcançado em 2011 não altera a tendência de crescimento verificada nos últimos anos.

Se houve uma retração dos índices da proficiência média, também foram registrados avanços importantes em regiões e escolas em todo o Estado. “Temos escolas, por exemplo, em que os níveis recomendados de proficiência, em Português e Matemática, no 5º ano do ensino fundamental foram alcançados por todos os alunos, como nos municípios de Centralina, Igarapé e São Sebastião do Paraíso”, destaca a secretária-adjunta de Educação. “Há avanços importantes registrados também no 9º ano do ensino fundamental e no 3º ano do ensino médio”, completa Maria Céres.

Em setenta (70) escolas, a elevação dos índices no 5º ano do ensino fundamental foi superior a 25 pontos; em vinte e cinco (25) do 9º ano do ensino fundamental a elevação foi igual ou superior aos 25 pontos; e em dezenove (19) escolas do ensino médio a elevação atingiu patamares similares na comparação dos resultados de 2011 e 2010. Os 25 pontos significam um grande avanço, pois representam 5% da escala do teste, o que em outras palavras, vai de 0 a 500 pontos.

Resultados do 5º ano ensino fundamental

Considerando a série histórica 2006-2011, verifica-se a tendência de consolidação dos níveis de proficiência no 5º ano do ensino fundamental em Língua Portuguesa e Matemática. Por exemplo, em 2006, o desempenho dos alunos do 5º ano em Língua Portuguesa era de 190 pontos. Em 2011, esse desempenho atingiu a marca de 214,4 pontos. Ou seja, houve uma evolução de 24,4 pontos e a diferença entre o nível recomendado de proficiência (225 pontos) e o desempenho verificado é, hoje, de 11 pontos.

Em Matemática, o índice médio de proficiência verificado no Proeb ultrapassou o nível recomendado. Em 2006, ela era de 196,5 pontos; em 2011, chegou a 232,9 pontos, superando em 7,9 pontos o nível recomendado de proficiência (225 pontos). Cabe ressaltar que em seis anos registrou-se uma evolução de 36, 4 pontos no índice.

Resultados do 9º ano do ensino fundamental

A mesma tendência de consolidação verificada em relação ao 5º ano do ensino fundamental deve ser estendida ao 9º ano. Em 2006, em Língua Portuguesa, a proficiência média atingiu os 242,7 pontos. Em 2011, o resultado foi de 253,9 pontos. Houve uma evolução de 11,2 pontos, reduzindo em 1/3 a diferença em relação ao nível recomendado (275 pontos).

Em relação à Matemática, a evolução foi ainda maior. Em seis anos, a proficiência média saltou de 246,3 pontos (2006) para 264,02 pontos (2011), reduzindo a diferença em relação ao patamar inicial do nível recomendado de proficiência (300 pontos).

Resultados do 3º ano do ensino médio

O desempenho dos estudantes do 3º ano do ensino médio no Proeb 2011 reforça a importância da reconfiguração deste nível de ensino e confirma o acerto das estratégias adotadas de forma pioneira pelo Governo de Minas (vide acima referências aos projetos Reinventando o Ensino Médio e Minas Presente na Escola).

Em Língua Portuguesa, a proficiência média dos alunos desse nível de estudo passou de 267,6 pontos (2006) para 271,4 pontos. A diferença entre o nível atual de letramento e o nível recomendado está em 28,6 pontos.

A proficiência média em Matemática era, em 2006, de 274 pontos e passou, em 2011, para 284,7 pontos. Mesmo tendo avançado 10,07 pontos nos seis anos, esse nível de ensino é o único do Estado que se encontra abaixo no nível intermediário.

Programas e ações do Governo de Minas visam melhorar a qualidade do ensino

As avaliações nacionais apontam Minas Gerais como referência em educação básica no Brasil. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo, coloca Minas nas primeiras posições entre os estados do país. No 5º ano do ensino fundamental, o Estado está na primeira colocação e no 9º ano, na terceira. No ensino médio, Minas está entre os três melhores do país.

Mesmo diante dos dados do Ideb, o governo mineiro reconhece que há avanços significativos a serem conquistados e incorporados. Por isso, alguns projetos e ações já estão sendo desenvolvidos pela Secretaria de Estado de Educação.

O Programa de Intervenção Pedagógica (PIP), experiência que modificou a realidade dos anos iniciais do ensino fundamental, foi expandido para os anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano). A expectativa é que os bons resultados conquistados nos anos iniciais do ensino fundamental também sejam alcançados nos anos finais. A edição de 2011 do Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa) indicou que atualmente 88,9% dos alunos da rede estadual mineira têm o nível adequado de letramento (capacidade de ler e interpretar textos) – quase o dobro do índice registrado em 2006, primeiro ano em que o Proalfa foi realizado.

Desafios do ensino médio

Em relação ao ensino médio, o desafio é ainda maior. De acordo com Relatório da Unesco, esse estágio da escolaridade merece alta prioridade e seus objetivos e funções devem ser redefinidos para o Século XXI. A orientação do órgão das Nações Unidas é ofertar “uma melhor qualidade e maior diversidade dos serviços oferecidos (…), bem como uma capacidade ampliada de corresponder às necessidades e às circunstâncias dos alunos”. Outra recomendação da Unesco é a de envolver um esquema de parceria entre os governos e outros provedores (privados, organizações não-governamentais etc.).

Em Minas Gerais, as recomendações da Unesco já estão sendo colocadas em prática. Está sendo desenvolvido em 11 escolas da região Norte o Reinventando o Ensino Médio, que prevê uma maior articulação entre os conhecimentos ministrados e a criação de oportunidades para os jovens. O foco é a criação de áreas de empregabilidade. Em relação à efetivação de parcerias estratégicas, foi lançado, no final de março, o programa Minas Presente na Escola, iniciativa queassegura alternativas para a efetivação de inúmeras possibilidades de colaboração entre o poder público e outras instituições e entidades.

Outra estratégia adotada em Minas é a formação continuada dos profissionais da educação. Este objetivo está sendo perseguido através da Magistra, escola de desenvolvimento profissional, inaugurada no inicio deste ano. A Magistra está promovendo a capacitação permanente dos profissionais da educação, garantindo melhores condições para a prática do magistério.

Avaliação externa e com caráter universal

O programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica tem por objetivo avaliar as escolas da rede pública (municipais e estaduais), no que concerne às habilidades e competências desenvolvidas em Língua Portuguesa e Matemática. O Proeb avalia alunos do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e 3º ano do Ensino Médio.

A escala de proficiência em Português avalia a capacidade do aluno de ler e interpretar informações presentes em diferentes formatos de texto, seja uma notícia, seja um texto dissertativo ou uma poesia. Em Matemática, a escala mede a capacidade do aluno de desenvolver o raciocínio lógico e o pensamento algébrico, ou seja, a capacidade de resolver operações e equações matemáticas. O grau de complexidade da escala varia de acordo com o nível de escolaridade do estudante.

O Proeb integra o Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública (Simave), da Secretaria de Estado de Educação (SEE), responsável pelas avaliações de desempenho em larga escala na rede pública de ensino de Minas Gerais.  O exame é realizado pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (Caed) da Universidade Federal de Juiz de Fora. É uma avaliação externa universal, aplicada em todas as escolas públicas de Minas Gerais, urbanas e rurais, para todos os alunos dos 5º e 9º anos do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. Os resultados são utilizados como ferramenta pedagógica em todas as escolas estaduais.

A metodologia utilizada permite comparações com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), avaliação amostral, e com a Prova Brasil, ambas promovidas pelo MEC. Para subsidiar as políticas de intervenção pedagógicas, o Proeb passou a ser anual a partir de 2006. A informação é produzida para o conjunto de alunos de cada unidade escolar. Os resultados do Proeb focalizam a escola e fornecem informações para cada unidade de ensino que recebe um boletim com a análise pedagógica dos seus resultados, auxiliando os gestores escolares na construção do seu plano pedagógico.

Em 2011, o índice médio de participação dos estudantes (5º ano e 9º ano do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio) da rede estadual nos exames de proficiência em Língua Portuguesa foi de 85,67% e de 85% e Matemática. Nas redes municipais (soma das redes de todos os municípios mineiros), o índice médio para Língua Portuguesa foi 87,86% e para Matemática foi de 87,49%.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-divulga-resultados-de-2011-do-programa-de-avaliacao-de-desempenho-dos-alunos-da-rede-estadual/

Governo de Minas: participação dos pais na rotina escolar ajuda a garantir bons resultados em escola de Montes Claros

Durante visita à Escola Dom João Antônio Pimenta, secretária de Educação conheceu projetos, conversou com a comunidade escolar e anunciou cobertura de quadra de esportes
Divulgação/SEE
A participação da família e os espetáculos na Escola Estadual Dom João Antônio Pimenta são razões para o bom desempenho da escola
A participação da família e os espetáculos na Escola Estadual Dom João Antônio Pimenta são razões para o bom desempenho da escola

Basta que o palhaço Churrasco atravesse os portões da Escola Estadual Dom João Antônio Pimenta, em Montes Claros, para que as crianças fiquem em polvorosa. No comando de sua bicicleta enfeitada e munido de apetrechos típicos de um artista de rua, tais como os malabares, o palhaço conversa com os jovens estudantes e provoca gargalhadas.

Mais do que sorrisos, contudo, os constantes espetáculos no pátio da escola ajudam a garantir o bom desempenho dos estudantes dentro de sala de aula. Isso porque por trás da maquiagem de palhaço está o pai Josias Mendes Nogueira, responsável pela estudante Alice Beatriz Mendes Amaral, de 8 anos, estudante do 3º ano do ensino fundamental. E é justamente a constante participação da família uma das razões do bom desempenho da escola.

Josias – ou Churrasco, como prefere ser chamado quando está com a cara pintada – chama atenção por conta do nariz vermelho e das graças que faz, mas é um dos muitos exemplos de pais de alunos que participam constantemente do dia-a-dia da escola. Os pais ajudam na organização de eventos, participam de projetos escolares promovidos na Dom João e, mesmo aqueles que não se envolvem cotidianamente, lotam as reuniões.

“Em nossa última reunião de pais nós contamos com quase 100% de participação. Os pais fazem parte da equipe da escola, que trabalha integrada, desde o porteiro, passando pelos professores, até o administrativo. Nosso é fazer com que a criança cresça gostando de estudar”, garante a diretora, Lea de Fátima Lopes Oliveira.

Essa receita de integração e interação garante bons resultados nas avaliações externas da educação. No Programa de Avaliação da Alfabetização (Proalfa) e no Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica (Proeb) a média de proficiência da escola está bem acima da média do Estado. Foi isso que pôde comprovar a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, em sua visita à escola na última sexta-feira. Durante passeio pelas instalações, conversas com professores, pais e estudantes, a secretária conheceu os projetos da escola e elogiou a interação entre escola e família.

“A participação dos pais no dia-a-dia da escola ajuda no desenvolvimento dos estudantes, dá legitimidade ao bom trabalho feito pelos professores. Quando todos trabalham pelo bem da escola é inevitável que o resultado seja positivo”, analisou a secretária.

Integração da escola com a comunidade

Para promover a interação, a escola desenvolve todo ano um projeto institucional e multidisciplinar que trabalha com um tema específico. Em 2012, a equipe pedagógica selecionou o tema “Brasil, terra de encantos mil”, que vai estudar a história do país. Segundo a diretora, o projeto norteia todas as ações e práticas pedagógicas da escola ao longo do ano, como o tema dos livros que serão lidos e as canções trabalhadas. Um dos pontos altos do projeto são as apresentações culturais, que serão três ao longo de 2012 e levam a diferentes palcos de Montes Claros o talento dos estudantes para música, dança, poesia, teatro, entre outras formas de expressão da cultura. E é aí que o palhaço Churrasco mostra seu principal talento.

Professor de artes, Churrasco lecionava em escolas particulares de Montes Claros e largou tudo para se tornar artista de rua. Sua participação na escola, contudo, só ficou mais forte. Ele coordena as apresentações culturais dos estudantes e alia conteúdo com cultura.

“Palhaçada é coisa séria. Um palhaço está responsável para desenvolver um projeto que vai estudar a história do Brasil. Quer coisa mais importante para uma criança do que conhecer a sua história?”, indaga Josias, que quando não está contando alguma piada sob a maquiagem do palhaço Churrasco, ressalta a importância da participação dos pais. “Não sou apenas eu, mas vários pais aqui na escola fazem sua parte. A escola preza pela participação familiar”, ele afirma.

Que o diga Roberta Lopes Costa Schmidt, mãe do estudante Davi Lopes Schmidt, de 9 anos, estudante do 4º ano do ensino fundamental. O estudante entrou na escola logo no 1º ano, mas com a matrícula de Davi a mãe também passou a frequentar o ambiente escolar. Presente na escola durante a visita da secretária, Roberta estava ajudando a organizar um pequeno evento.

“Eu vim ajudar a organizar uma festinha para a professora do Davi que está aniversariando”, conta Roberta. “A participação dos pais é muito comum na escola. Nós estamos sempre em contato, graças à escola, pois além de buscar e trazer nossos filhos, nós participamos de atividades em conjunto, dentro e fora da escola”.

Projeto incentiva leitura e produção de textos

Se a participação dos pais é importante, o trabalho diário dos professores em sala é essencial. E um dos exemplos de boas práticas da escola é o projeto da professora do 5º ano do ensino fundamental, Lígia de Oliveira Guimarães. No projeto Textos e Contextos, os estudantes mantêm um caderno ao longo do ano só para reproduzir textos e ilustrações que desenvolvem. Eles trabalham todos os gêneros textuais e, após correção da professora, inserem as criações no caderno. No fim do ano, esse caderno é encapado, ganha folhas de rosto, com direito a dedicatória e biografia do escrito, e vira um livro.

Como o ano letivo começou em fevereiro, o livro da atual turma da professora Lígia ainda não tem muitos “capítulos”, mas algumas obras já integram o caderno. Os estudantes já fizeram uma redação, poesia e até um classificado de jornal. Felipe Vinícius Capuchinho Custódio, de 9 anos, é um dos pequenos leitores e, até agora, gostou mais do texto que tinha como tema “Minha Estrela Vai Brilhar”. “Eu escrevi sobre o que eu quero do meu futuro, sobre o que eu tenho que fazer para minha estrela brilhar. Foi muito legal”, avalia Felipe.

Já Gabriela Rocha Marques, de 9 anos, gostou mais do classificado. “No classificado a gente tinha que procurar um adulto que gostasse de criança. Eu disse que ele precisava amar crianças, brincar, pular e, principalmente, ser feliz”, diz.

Iniciado em 2003, o projeto Textos e Contextos já ajudou a formar leitores e escritores e, segundo a professora, deve ter produzido cerca de 400 livros. Mais do que uma lembrança para o aluno e para família, contudo, o projeto ajuda na formação de cidadãos. “O projeto ajuda na dificuldade do aluno em escrever, ortografar, criar, imaginar, para que ele seja, no futuro, um cidadão crítico e competente. Fazer esse trabalho desperta no aluno a capacidade e a vontade de ler mais, criar os seus textos e até os próprios livros”, avalia a professora Lígia. A próxima tarefa do livro será justamente falar sobre a visita da equipe da Secretaria de Estado de Educação à escola.

Com nada menos que 46 anos de profissão, Lígia Guimarães conta que já deve ter ajudado a alfabetizar cerca de 1,5 mil estudantes. Mas, segundo ela, mais importante que um bom projeto, é o espírito de equipe que vigora na escola. “O sucesso dessa escola é o trabalho em conjunto”, afirma a professora, que vê sua opinião reforçada na fala também da diretora. “Bons resultados em avaliações externas são consequência de um bom trabalho do dia-a-dia”, acredita a diretora Oliveira.

Secretária anuncia cobertura de quadra de esportes

Durante a visita que fez à Escola Estadual Dom João Antônio Pimenta, a secretária Ana Lúcia Gazzola conheceu algumas turmas da escola e falou a todos os estudantes, que se reuniram para receber os representantes da Secretaria. Durante a conversa, a professora Ana Lúcia anunciou que a Secretaria de Estado de Educação vai providenciar a cobertura da quadra de esportes da escola, atendendo a demanda de alunos e professores.

A construção de quadras e coberturas é uma das prioridades da Educação, sobretudo na região do Norte de Minas. A Secretária ainda fez uma reunião com toda a equipe pedagógica da escola, na qual fez questão de apresentar as principais prioridades da educação e ouvir os professores.

Inaugurações de centro esportivo em Patis

Na sexta-feira, além da visita à escola, a secretária também marcou presença na inauguração do Centro Esportivo Marielson Maia da Silva e da Creche Julieta Pereira da Silva, na cidade de Patis, próxima a Montes Claros.

Viabilizada com recursos do Programa Travessia, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, o Centro Esportivo conta com quadra, campo de futebol e duas piscinas e servirá à população de Patis e também será disponibilizado para as escolas da cidade. O investimento do Governo de Minas nas duas obras foi de cerca de R$ 328,7 mil.

Fonte: Agência Minas

Gestão da educação: testes do Proeb já estão sendo corrigidos e resultados devem sair no mês de março

BELO HORIZONTE (03/01/12) – As provas do Programa de Avaliação da Rede Pública da Educação Básica (Proeb) já estão sendo corrigidas. Aplicada em novembro para todos os estudantes de 5º e 9º anos do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio, a prova testa os conhecimentos dos alunos em português e matemática. Foram aplicadas aproximadamente 1,9 milhão de provas no Estado e a previsão é que os resultados sejam divulgados em março.

O resultado do Proeb permite avaliar todo o percurso educacional do aluno, já que é aplicado em momentos-chave da trajetória estudantil: ao fim dos anos iniciais e finais do ensino fundamental, e no ano de conclusão do ensino médio. Após a aplicação das avaliações, as provas são lacradas pelas escolas e recolhidas pelas Superintendências Regionais de Ensino (SREs). Uma empresa contratada pela Secretaria de Estado de Educação (SEE) faz o transporte dos malotes para o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (Caed), em Juiz de Fora. Chegando no Caed, é feita uma conferência para saber se todos os malotes foram entregues.

Após a conferência, é feita a digitalização dos testes dos alunos e os resultados são transformados em uma base de dados. Essa base é entregue ao departamento estatístico do Caed. É nessa etapa que os gráficos são gerados e que se define a proficiência média dos alunos e das escolas. O próximo passo fica por conta de uma equipe pedagógica do Caed que, juntamente com o departamento estatístico, faz a análise dos itens e define os padrões de desempenho dos alunos, analisando assim se os estudantes estão no nível baixo, intermediário ou recomendado.

A partir das análises, são elaborados os boletins de resultados e pedagógicos, que são enviados a todas as unidades escolares que participaram do Proeb.

Proeb 2011

Em 2011, as provas do Proeb foram aplicadas para 1,9 milhão de estudantes em todos os 853 municípios do Estado. Os testes são aplicados na própria escola, sendo que os professores trocam de turmas durante a aplicação. Há um caderno para português e outro para matemática, cada um com 39 questões. Cada prova é aplicada em um dia e os alunos têm duas horas e meia para completar o teste. O exame é aplicado também em alunos das redes municipais de ensino.

Os testes do Programa de Avaliação da Rede Pública da Educação Básica estão sob a coordenação da Superintendência de Avaliação Educacional da Secretaria de Educação.

Agência Minas