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“Eu sou Aécio Neves. Vamos conversar?”

O presidente do PSDB e possível candidato à Presidência da República em 2014, senador Aécio Neves (MG), utilizou as inserções de trinta segundos do partido apresentadas na TV na noite desta terça-feira, 10, para criticar o governo da presidente Dilma Rousseff e se apresentar aos brasileiros. “Eu sou Aécio Neves. Vamos conversar?”, propôs o senador tucano no final de cada uma das inserções. Ele foi também o apresentador de todas elas.

Nas filmetes mostrados nesta terça, Aecio Neves focou sua atenção em três temas: quem muda o Brasil não é o político, mas o cidadão; é possível melhorar o transporte coletivo, por exemplo, abrindo mão do trem-bala; e que a inflação não está controlada. No dia 19, o PSDB levará ao ar no rádio e na TV o programa do partido, com dez minutos. A estrela principal será de novo o pré-candidato Aécio Neves. Nos dias 21, 26 e 28 serão apresentadas novas inserções. Mais uma vez, tendo o senador como protagonista.

Nas inserções, o senador tucano disse que tem muito político que adora dizer que mudou o Brasil. “Mas quem muda o Brasil todo dia é você. Você que acorda cedo para chegar ao trabalho, que economiza no mercado para pagar as contas no final do mês. Você que ainda estuda, mas já está ali dando aquela força em casa. Tudo o que o Brasil consegue é graças ao seu esforço. E agora, o que você merece é ser ouvido e respeitado. É ter um governo que leve o Brasil para a frente e que ajude você a dar o próximo passo”, disse o senador, para, em seguida, se apresentar aos eleitores.

Num outro filmete, o senador disse que o governo federal quer gastar R$ 38 bilhões com o trem-bala entre o Rio e São Paulo. “Enquanto isso, o paulistano leva em média duas horas para chegar ao trabalho”, criticou ele. “Em vez de desperdiçar R$ 38 bilhões, a gente quer esse dinheiro investido em transporte para todos os brasileiros”, afirmou o pré-candidato.

Em uma terceira inserção, Aécio disse que, apesar de o governo afirmar que a inflação está controlada, isso não ocorre. “Você que vem ao mercado sabe que não está. Os alimentos subiram muito no último ano. E pagar a prestação está complicado. A gente precisa enfrentar esse problema agora. Para voltar a ter confiança no futuro. A primeira coisa a fazer é arrumar a casa, é ter tolerância zero com a inflação. É ter um governo que não jogue dinheiro fora e que ajude você a dar o próximo passo”, afirmou o senador.

Os filmetes são apenas parte de uma ampla estratégia de autodivulgação do tucano, que inclui ainda viagens pelo País. A ideia é fazer encontros regionais nas cinco regiões brasileiras e colher informações para a elaboração de uma agenda social e econômica que servirá de base para seu programa de governo. O primeiro desses encontros ocorrerá no dia 14 de setembro, em Curitiba, capital do Paraná. No mês passado, ele foi até Ribeirão Preto (SP) e Barretos (SP), ocasião em que seus correligionários praticamente lançaram sua candidatura a presidente. O lançamento surpreendeu porque é no Estado de São Paulo que há a maior resistência interna a sua candidatura, tendo em vista o interesse do ex-governador José Serra em também participar da disputa presidencial.

 

2014: Aécio agregou união ao PSDB

2014: candidatura de Aécio à Presidência promove a união. “O partido tem, enfim, um único nome, inquestionável”, escreveu Cantanhêde.

2014: Aécio Neves

Aécio PSDB

Aécio une o PSDB.

Fonte: Folha de S.Paulo 

Armistício

Eliane Cantanhêde

Armistício

BRASÍLIA – Nunca antes na história de 25 anos do PSDB, o partido esteve tão unido quanto agora, em torno da candidatura de Aécio Neves à Presidência da República.

Em São Paulo, Franco Montoro estava acima de Mário Covas, que tinha ciúme (mútuo) de Fernando Henrique, que tem convivência quase protocolar com Geraldo Alckmin, que mal digere José Serra, que… criava e cria confusão com os demais.

Sem nenhum paulista candidatando-se à Presidência, o clima se desanuvia e fica mais fácil todos cerrarem fileiras com um candidato além-fronteiras, caindo de paraquedas dos céus de Minas Gerais. A disputa, a inveja e o ciúme mútuos se diluem e ficam restritos às composições locais.

Se há um resquício de dúvida sobre o destino de Serra –que tem respeito das elites e “recall” nas pesquisas, e não apoio no partido–, ninguém cogita hoje uma candidatura de Alckmin ao Planalto. Ele trabalha abertamente pela reeleição ao Bandeirantes e até convidou pessoalmente Aécio para dividir os holofotes do programa partidário em São Paulo.

No resto do país, velhos líderes tucanos, como Tasso Jereissati (CE), governadores, como Beto Richa (PR), e jovens prefeitos, como Rui Palmeira (Maceió), parecem felizes da vida com essa novidade: o partido tem, enfim, um único nome, inquestionável. Isso reflete no ânimo das bancadas de senadores e deputados.

A prioridade de Aécio é fortalecer candidaturas próprias que tenham reais chance de vitória nas disputas estaduais, mas reservando as cabeças de chapa no resto – onde o PSDB não tenha opções fortes– para partidos e aliados regionais que possam vir a engrossar sua campanha nacionalmente mais à frente.

Ele passa a impressão de não brincar em serviço, recrutando quadros técnicos e forjando uma imagem que alie o seu lado JK, jovial, simpático, com uma capacidade estratégica que poucos conhecem, ou reconhecem.

Tem consciência, porém, que o futuro à deusa economia pertence

Aécio Neves 2014: senador deve assumir PSDB

Aécio Neves 2014: nome do senador será ratificado na convenção nacional do partido, em maio, evento que poderá ser em São Paulo.

Aécio Neves 2014: Presidente

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves também diz que PSDB pode ‘fazer mais’ pelo País

 Saudado por uma plateia paulista como o candidato à Presidência da República pelo PSDB, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) evitou assumir a disputa, mas respondeu positivamente ao apelo do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e topou assumir a presidência nacional do partido. “Contem comigo de cabeça erguida, como devem andar os tucanos. Dizendo: nós faremos mais”, disse Aécio, em discurso durante congresso tucano, encerrado na noite desta segunda-feira em São Paulo.

O mote “nós faremos mais” utilizado pelo tucano no Congresso do PSDB foi o mesmo utilizado, mais cedo, por sua principal adversária em 2014, a presidente Dilma Rousseff, e pelo virtual presidenciável do PSB, governador Eduardo Campos (PE), que estiveram juntos em um evento no sertão pernambucano. Tanto Dilma quanto Campos também disseram que poderão fazer mais pelo País

O nome de Aécio será ratificado na convenção nacional do partido, em maio, evento que poderá ser em São Paulo, o maior colégio eleitoral do País. “Ele sai daqui presidente do partido. A expectativa agora é de que a convenção se transforme no lançamento da candidatura de Aécio a presidente”, disse uma liderança do PSDB. Aécio afirmou que reconhece o papel do presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), mas, falando como o futuro ocupante do comando tucano, pediu uma “profissionalização” nas ações do partido. “Vamos nos conectar cada vez mais.”

No entanto, ao ser indagado se aceitaria a candidatura à sucessão de Dilma e após a saudação dos militantes que lotaram a sede do partido em São Paulo, o senador foi mais comedido. Aécio declarou que se sentia honrado e avaliou que primeiro iria seguir os pedidos de Alckmin e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e percorreria o Brasil.

“Nós precisamos percorrer uma longa estrada até 2014. Essa é a hora de o PSDB se mostrar vigoroso”, disse. “A escolha do candidato do PSDB vai ocorrer no amanhecer de 2014, quando vamos estar todos juntos, prontos para enfrentar esse governo que vai estar desgastado, cansado, porque perdeu a capacidade de transformar. E se contenta, hoje, em ter um projeto de poder que é um vale tudo”, completou.

Aécio procurou até mesmo afagar o ex-governador José Serra, principal ausência tucana no encontro. “Sempre haverá um espaço de destaque para o governador Serra.” O senador afirmou ainda que as candidaturas de Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva (sem partido) trazem conteúdo e são bem-vindas. “Mas nosso campo é mais confortável, porque sabemos o que queremos: somos oposição à ineficiência, que é a principal marca desse governo.”

Aécio Neves: presidência 2014 e o tom mais progressista

Aécio Neves: Merval diz que senador pretende dar a campanha um ar mais progressista, evitando as armadilhas petistas de mentir.

Aécio Neves: Presidência 2014

Fonte: O Globo

Os trunfos do PSDB

Merval Pereira

Merval Pereira

senador Aécio Neves também vem se movimentando nos bastidores para pavimentar possíveis acordos partidários quando sua candidatura à presidência da República for confirmada oficialmente pelo PSDB. Ele joga com os mesmos descontentamentos que seu provável adversário Eduardo Campos vem tentando explorar na aliança governista, e ambos dependem também da economia para viabilizar suas candidaturas.

Campos mais que Aécio, pois terá que romper com o governo para lançar-se candidato, enquanto o senador mineiro é a escolha natural dos tucanos em 2014. Além disso, o PSDB tem sido o repositório da votação oposicionista nas últimas três eleições, por pior que seja sua situação interna ou a fraqueza de sua atuação no Congresso.

Na hora decisiva, ainda é a sigla que une os que não querem um governo petista, tendo tido uma média de 40% dos votos nacionais no segundo turno, fosse qual fosse o candidato. Na eleição de 2010 o PSDB chegou a ter 45% dos votos, mais devido à fragilidade da candidata Dilma do que por seus próprios méritos. Passar desse nível para desbancar o PT do governo depende, sobretudo, da situação do país e da campanha que fizer.

As circunstâncias das últimas campanhas levaram o PSDB para uma posição mais conservadora do que seria necessário para ampliar essa votação no segundo turno, a tal ponto que o hoje governador Geraldo Alckmin teve menos votos no segundo turno de 2006 do que no primeiro.

É ponto pacífico entre os políticos que um acordo formal entre os candidatos no segundo turno não é tão importante quanto o candidato classificado encarnar uma proposta capaz de ser aceita pelos eleitores que, no primeiro turno, votaram contra a candidatura oficial. No caso de 2014, a se confirmarem as candidaturas de Marina Silva, Eduardo Campos e Aécio Neves, não é provável que todos estejam juntos no segundo turno.

No momento, o PSB não admite apoiar Marina Silva, por exemplo, considerando-a uma fundamentalista que prejudicaria o país com suas ideias. É provável até mesmo que já no primeiro turno os dois divirjam mais do que concordem.

Tanto Campos quanto Aécio têm mais possibilidades de receberem apoio mútuo, mas o PSDB não tem tantas divergências assim com Marina e poderia receber o apoio dela e de Campos num segundo turno, sendo claro que Aécio tem um perfil conciliador que facilita os acordos. Campos quase certamente receberia o apoio de Aécio, e de parte do eleitorado de Marina que busca uma alternativa nova, independente do radicalismo das ideias ambientais.

senador Aécio Neves pretende dar a sua campanha um ar mais progressista, evitando a armadilha petista de colocar os tucanos como reacionários na política e entreguistas na economia. O que Aécio Neves teria a mais que seus companheiros oposicionistas é a estrutura partidária do PSDB espalhada pelo país. Devido a isso, o PSDB considera que no momento decisivo, parceiros tradicionais como o PPS e o DEM permanecerão coligados.

Aécio vem conversando nas mesmas áreas em que o governador de Pernambuco está testando suas possibilidades, como o PDT, mas também com o PTB e o PP, presidido pelo senador Francisco Dornelles, de quem é muito próximo. Mas só aceitará concorrer se estiver convencido de que a seção paulista do PSDB ficará ao seu lado, mesmo que Serra não seja persuadido a aderir ao projeto.

Assim como o governador de Pernambuco Eduardo Campos, também o senador Aécio Neves trabalha com a hipótese de o PMDB do Rio romper com o governo devido não apenas à questão dos royalties do petróleo como também à candidatura de Lindbergh Farias pelo PT ao governo do Rio. Nesse caso, Aécio tem a vantagem do relacionamento estreito que mantém não apenas com o governador Sérgio Cabral, mas com o prefeito do Rio Eduardo Paes, ambos vindos dos quadros do PSDB.

Além disso, Aécio pretende explorar sua ligação pessoal com o Rio de Janeiro, e também trabalha para conseguir um acordo sobre os royalties. Ele sabe, porém, que o partido terá pela frente, provavelmente no ano da eleição, que encarar o julgamento do chamado “mensalão mineiro”, que envolve o hoje deputado federal Eduardo Azeredo, à época presidente nacional do partido.

A partir da decisão do Supremo Tribunal Federal, no julgamento do mensalão do PT, de que não há caixa 2 com desvio de dinheiro público, as chances de Azeredo escapar de uma condenação são mínimas. Ele já foi avisado de que, ao contrário do PT, o PSDB não pretende assumir sua defesa, e se não se desligar do partido, será expulso se condenado.

Aécio: unidade do PSDB passa por liderança do senador

Aécio Neves 2014: recentes declarações de tucanos mostram que unidade do PSDB passa pelo apoio ao senador para a Presidência.

Aécio Neves: Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

 Aécio: unidade do PSDB passa por liderança do senador

Aécio Neves: PSDB 2014

PSDB iniciou 2013 dando fortes mostras de que a unidade do partido está diretamente ligada ao projeto “Aécio Neves 2014”. Principal força de oposição ao PT, os tucanos começam o ano com a visão clara de que este é o momento para a legenda repaginar seus ideais, conclamar suas bases e incorporar novos nomes ao grupo de lideranças partidárias.

Cada vez mais, os tucanos têm dado mostras públicas de que o projeto “Aécio Neves 2014” será a força motriz para uma arrancada do partido na caminhada de volta à Presidência da República. De todos os cantos do país, vozes do PSDB confirmam que o senador mineiro é hoje a principal liderança do partido e deverá conduzir as articulações internas.

Em artigo nesta sexta-feira (25/01), em seu blog, o jornalista Josias de Souza repercute as declarações do senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB), escolhido pelos colegas de legenda para ser o novo líder do PSDB no Senado Federal.  O parlamentar paraibano dá mostras de desprendimento e lealdade ao seu partido, dizendo que se a escolha de outro nome para ocupar a função de líder for melhor para o projeto “Aécio Neves 2014”, ele estará de acordo.

“Quando terminou o ano, a bancada já havia se manifestado pela minha indicação. Mas vou conversar com Aécio. Se ele julgar que é importante (ceder a liderança ao grupo de Serra), não vou fazer disso cavalo de batalha, não tenho obsessão pela liderança…nosso objetivo é um só: demonstrar que o partido está unido em torno de Aécio. Quem quiser ter um projeto político no PSDB terá que compreender que Aécio hoje tem de fato o comando do partido. Isso se exerce em todos os planos, inclusive na liderança do Senado. A palavra final é dele”, é a declaração de Cássio Cunha Lima no blog do jornalista Josias de Souza.

BLOG DO JOSIAS: DECLARAÇÕES DE CÁSSIO CUNHA LINHA SOBRE O PROJETO “AÉCIO NEVES 2014”

Aécio Neves 2014: São Paulo apaixonou-se pelas prévias

Aécio Neves 2014: rejeitada em 2009 pelo PSDB de SP,  prévias partidárias começam a cair no gosto dos paulistas.

Aécio Neves: eleições 2014 e prévias no PSDB

Fonte: Jogo do Poder

 Aécio Neves 2014: São Paulo apaixonou se pelas prévias

Aécio Neves: eleições 2014 e prévias no PSDB

O indicativo de que em 2014 Aécio Neves será o nome forte do PSDB na disputa pela Presidência da República começa a provocar mexidas no tabuleiro interno dos tucanos. Até mesmo mudanças radicais de posições programáticas já acontecem na direção de concordarem com propostas historicamente defendidas pelo senador mineiro.

Internamente, Aécio Neves é tido no PSDB como o líder natural de um processo de renovação do partido. Não uma renovação de nomes, mas sim o aprimoramento dos ideais que fizeram o partido ser fundado, ter chegado rapidamente à Presidência da República e ter dado ao Brasil a contribuição mais importante da segunda metade do século XX, no que se refere à política econômica: o Plano Real e sua consequente estabilidade monetária.

Pela segunda vez na história do partido, Aécio Neves é pré-candidato – 2014 e 2010 – dentro do PSDB. Na primeira ocasião, deu uma das maiores demonstrações desapego pessoal quando propôs as prévias dentro do partido, ideia rechaçada por uma parcela importante do ninho tucano, principalmente, a maioria dos líderes paulistas.

Mesmo assim e sofrendo um assédio diário de outros partidos – PMDB, PPS, PDT, PV, PSB e até mesmo se falou, na mídia, no PT – para que mudasse de ninho para se lançar candidato em 2010, o senador mineiro mostrou lealdade ao PSDB.

Agora, perto de 2014 e com Aécio Neves novamente alçado pelo partido como sua maior liderança, uma mudança interna de posicionamento chama a atenção.  Na coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo desta quinta-feira (24/01), na nota “De volta para o futuro”, as prévias tucanas voltam à pauta. O diretório paulista prepara um congresso para falar das reformas do estatuto do partido, do código de ética e do programa da legenda, tendo o ex-governador José Serra, candidato do PSDB nas eleições presidenciais de 2002 e 2010, como um dos condutores das discussões.

Muitos avaliam que a mudança repentina de ideologia dos tucanos paulistas – de opositores a defensores das prévias – é uma reação à disputa de comando interno da legenda. É preferível pensar, pelo bem da unidade do partido, que se trata apenas de um amadurecimento que pode levar o PSDB novamente à Presidência da República com a eleição, em 2014, de Aécio Neves.

Eleições 2014: por que o medo de Aécio Neves? – 02

Eleições 2014: prováveis candidaturas de Aécio e Eduardo Campos fazem com que Lula comece a abrir negociações na esfera federal.

Eleições 2014: Aécio Neves

Fonte: Jogo do Poder

As possíveis candidaturas de Eduardo Campos e Aécio Neves nas Eleições 2014  já deixam o bunker do PT em estado de alerta; Lula se apressa

 Eleições 2014: por que o medo de Aécio Neves?   02

Aécio Neves e as eleições 2014

As possíveis candidaturas de Eduardo Campos e Aécio Neves nas Eleições 2014 já deixam o epicentro do PT em estado de alerta. Percebendo o desgaste político e a inoperância gerencial do Governo Dilma Rousseff, o partido se assanha em colocar seus principais soldados nas ruas de forma antecipada. E o líder supremo dos petistas, o ex-presidente Lula, deve começar a entrar no jogo da partidarização do governo federal como forma de dominar a mesa de xadrez.

Leia abaixo íntegra do Editorial do jornal Folha de S. Paulo desta quarta-feira (23/01) sobre Lula, Eduardo Campos, Dilma Rousseff, Aécio Neves e as Eleições 2014:

Martelo nos números

Cacique Lula

Depois de presidir reunião com secretários de Haddad, o ex-presidente segue na trilha do personalismo e anuncia ofensiva na esfera federal

Nas palavras do ex-ministro Paulo Vannuchi, atual membro da diretoria do Instituto Lula, o ex-presidente, a partir do próximo mês, irá “jogar toda a sua energia” no esforço de consolidar as alianças entre as forças que apoiam o governo Dilma Rousseff. A tarefa do líder petista seria identificar conflitos e procurar superá-los.

Lula não precisará de muito esfoço para cumprir a primeira parte da missão. Os conflitos já são, na maior parte, conhecidos. Os aliados, em especial os peemedebistas, queixam-se da rivalidade do PT e do tratamento dispensado pela presidente Dilma a suas demandas fisiológicas. O Planalto se mostraria mais rude e menos sensível do que desejariam.

Além disso, causam preocupação as ambições do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à Presidência da República. A candidatura do líder do PSB já em 2014 sem dúvida enfraqueceria a campanha pela reeleição de Dilma.

Para consolidar essas fraturas, a famosa lábia do ex-presidente não será suficiente. Ele terá de oferecer cargos, vantagens e até acenar com a longínqua possibilidade de apoiar um candidato não petista na disputa de 2018.

Nesse contexto, não é demais lembrar que Lula não ocupa cargo no governo. Embora nada o proíba de participar de articulações e defender teses e propostas, seria mais adequado que agisse com discrição e desse preferência aos caminhos institucionais, como o debate em âmbito partidário.

Em se tratando de PT, porém, não existe âmbito partidário. Ou, se existe, é integralmente preenchido pela figura de Lula. “Le parti c’est moi” (o partido sou eu) poderia ser seu lema, na pior tradição personalista da política brasileira. Na contramão da mudança de hábitos que o petismo outrora defendia, o ex-presidente comporta-se como um perfeito cacique.

O êxito na eleição da presidente Dilma e, a seguir, do prefeito Fernando Haddad, em São Paulo, parece ter reacendido em Lula a fagulha da onipotência. O revés no julgamento do mensalão, por sua vez, parece ter impulsionado a decisão de sugerir a todos que ainda está no controle.

Foi o que fez recentemente, numa cena constrangedora, ao presidir uma reunião de Haddad com secretários. Sem pudor em tratar seu “poste” como “poste”, assumiu o comando da mesa, apontou diretrizes e deu orientações ao afilhado e seus colaboradores.

Vai-se assistindo ao mesmo na esfera federal, onde agora se anuncia nova investida. Em ambas as circunstâncias, a interferência cria ruídos indesejáveis e apequena a figura dos governantes. A quem cabe a última palavra? Quem o primeiro escalão deve prestigiar em caso de divergências?

A pergunta pareceria absurda em qualquer democracia séria, mas é cabível nesse enredo em que o ex-presidente mostra-se tentado a continuar governando sem ter sido eleito. É um desserviço que Lula presta ao permitir que essas interrogações fiquem no ar.

Senador Aécio Neves defende queda de impostos para baixar custo de energia

Aécio: “Basta o governo isentar o PIS/Cofins da conta de luz que ela será reduzida em cerca de 9%”, comentou sobre proposta do PSDB.

Aécio: MP 579 e a redução da conta de luz

Fonte: PSDB

PSDB quer redução da conta de luz com diminuição de impostos

 Aécio defende redução da conta com queda de impostos

Senador Aécio Neves comentou que:governo pode retirar a Taxa de Fiscalização da Anee que é utilizada para fazer superávit primário.

Brasília – Desde a promessa do governo, em cadeia de rádio e televisão, em reduzir em 20% a conta da energia elétrica, o PSDB tomou para si a responsabilidade de discutir a questão sem a demagogia de promessas populistas.

Em seu artigo no jornal Folha de São Paulo, em 12 de novembro, o senador Aécio Neves (PSDB –MG) já anunciava que “ninguém questiona a necessidade de redução do custo da energia elétrica no Brasil”, mas que era preciso discutir com o setor elétrico, que irá perder a competitividade e a qualidade dos serviços. Especialistas da área também discordam da posição do governo. Para o ex-presidente da Eletrobras no governo Lula e professor do Coppe-UFRJ, Luiz Pinguelli Rosa, a proposta do governo não levou em conta “o valor necessário para as empresas manterem a qualidade do sistema” e continuarem a investir na geração de energia.

É um alerta. Nos últimos 12 anos do governo do PT não se investiu no setor elétrico no Brasil. O cenário para o futuro não é dos melhores: a energia será escassa e cara.

“Hoje o país está ameaçado de viver uma crise de abastecimento que poderia ser evitada se pudéssemos contar com mais 3,3 mil MW, caso as termoelétricas, vencedoras dos leilões de 2005, estivessem aptas a entrar em operação, mas esses projetos ou foram cancelados ou estão atrasados”, explicou o senador Aécio Neves.

A proposta do PSDB é dialogar com o setor e de reduzir o valor das contas de luz, diminuindo os impostos que estão embutidos na conta e mantendo a oferta de energia. “Basta o governo isentar o PIS/Cofins da conta de luz que ela será reduzida em cerca de 9%. Basta o governo retirar a Taxa de Fiscalização da Aneel, que não é repassada à Aneel porque fica no tesouro para constituição do superávit primário, para que essa redução possa aumentar mais ainda”, disse Aécio Neves.

O PSDB também protesta sobre a tentativa que vem sendo feita pelo governo federal de transferir para a legenda a responsabilidade do não cumprimento da promessa da presidente e de politizar sobre uma questão tão séria e estratégica para o Brasil. “Ao invés de estimular o debate em torno de tema de tamanha importância para o País, convocar o Congresso a participar dessa discussão e ouvir as ponderações feitas por especialistas, a Presidência da República age de forma autoritária e confunde discordância com desafio”, disse o presidente nacional, o deputado Sérgio Guerra.

Aécio: redução da conta de luz – Link da matéria: http://www.psdb.org.br/psdb-quer-reducao-da-conta-de-luz-mas-com-diminuicao-de-impostos/

Conta de luz: PSDB defende redução de encargos para baixar energia

Conta de Luz: “Basta o governo isentar o PIS/Cofins da conta de luz que ela será reduzida em cerca de 9%”, defendeu Aécio Neves.

PSDB quer redução da conta de luz com diminuição de impostos

Fonte: PSDB

Brasília – Desde a promessa do governo, em cadeia de rádio e televisão, em reduzir em 20% a conta da energia elétrica, o PSDB tomou para si a responsabilidade de discutir a questão sem a demagogia de promessas populistas.

Em seu artigo no jornal Folha de São Paulo, em 12 de novembro, o senador Aécio Neves (PSDB –MG) já anunciava que “ninguém questiona a necessidade de redução do custo da energia elétrica no Brasil”, mas que era preciso discutir com o setor elétrico, que irá perder a competitividade e a qualidade dos serviços. Especialistas da área também discordam da posição do governo. Para o ex-presidente da Eletrobras no governo Lula e professor do Coppe-UFRJ, Luiz Pinguelli Rosa, a proposta do governo não levou em conta “o valor necessário para as empresas manterem a qualidade do sistema” e continuarem a investir na geração de energia.

É um alerta. Nos últimos 12 anos do governo do PT não se investiu no setor elétrico no Brasil. O cenário para o futuro não é dos melhores: a energia será escassa e cara.

“Hoje o país está ameaçado de viver uma crise de abastecimento que poderia ser evitada se pudéssemos contar com mais 3,3 mil MW, caso as termoelétricas, vencedoras dos leilões de 2005, estivessem aptas a entrar em operação, mas esses projetos ou foram cancelados ou estão atrasados”, explicou o senador Aécio Neves.

A proposta do PSDB é dialogar com o setor e de reduzir o valor das contas de luz, diminuindo os impostos que estão embutidos na conta e mantendo a oferta de energia. “Basta o governo isentar o PIS/Cofins da conta de luz que ela será reduzida em cerca de 9%. Basta o governo retirar a Taxa de Fiscalização da Aneel, que não é repassada à Aneel porque fica no tesouro para constituição do superávit primário, para que essa redução possa aumentar mais ainda”, disse Aécio Neves.

O PSDB também protesta sobre a tentativa que vem sendo feita pelo governo federal de transferir para a legenda a responsabilidade do não cumprimento da promessa da presidente e de politizar sobre uma questão tão séria e estratégica para o Brasil. “Ao invés de estimular o debate em torno de tema de tamanha importância para o País, convocar o Congresso a participar dessa discussão e ouvir as ponderações feitas por especialistas, a Presidência da República age de forma autoritária e confunde discordância com desafio”, disse o presidente nacional, o deputado Sérgio Guerra.

Marcus Pestana diz que governo do PT estimula divisão do país

Marcus Pestana: presidente do PSDB de MG alerta que intransigência do Governo do PT pode “vir a significar mais inseguranças e novos apagões no futuro”.

Marcus Pestana: MP 579

Por Redatores da Turma do Chapéu em 5 de dezembro de 2012

O governo do PT anuncia reduções da tarifa de energia e manda a conta para as concessionárias pagarem, e culpa a oposição quando não aceitam. O deputado federal Marcus Pestana, presidente do PSDB-MG, comenta que o PT estimula “de forma irresponsável, a falsa divisão do país em dois: de um lado, os que desejariam baixar a conta de luz e, de outro, os que estariam defendendo os interesses das empresas”. Pestana lembra que Aécio Neves contribuiu para a redução das tarifas de energia, insentando de ICMS na conta de luz cerca de metade das famílias mineiras em seu governo.

A energia dos brasileiros

Marcus Pestana

Marcus Pestana, presidente do PSDB-MG

Marcus Pestana

Estado de Minas, 05/12/2012

A sociedade brasileira assiste ao importante debate sobre os riscos para o país decorrentes da forma autoritária com que o governo do PT vem impondo mudanças que afetam fortemente o setor energético brasileiro. É verdadeiramente justa e necessária a redução do custo da energia pago pelo consumidor e pelo nosso setor produtivo.

Mas, como já disse o PSDB, a Presidência da República, em vez de estimular o debate em torno de tema de tamanha importância para o país, em vez de convocar o Congresso a participar dessa discussão, em vez de ouvir as ponderações feitas por especialistas, age de forma autoritária e confunde discordância com desafio. Tenta inibir o debate legítimo enviando recados ao Congresso de que não aceitará mudanças na MP 579, como se o Parlamento fosse um anexo do Palácio do Planalto.

Mais que isso: o governo federal e o PT estimulam, de forma irresponsável, a falsa divisão do país em dois: de um lado, os que desejariam baixar a conta de luz e, de outro, os que estariam defendendo os interesses das empresas. Nada mais falso. Se divisão há, mais justo talvez fosse reparti-la entre os que defendem um governo e os que defendem o país.

A cada dia, novas vozes alertam para os equívocos da MP, que podem vir a significar mais inseguranças e novos apagões no futuro. Recentemente, até mesmo o presidente da Eletrobras no governo Lula, Luiz Pinguelli Rosa, afirmou que as medidas propostas pelo governo federal são equivocadas, não vão baixar a conta, além de gerar demissões e comprometer investimentos. Em poucos dias, testemunhamos, perplexos, o valor de um dos maiores patrimônios do país, construído por gerações de brasileiros, a Eletrobras, ser reduzido de forma dramática à metade.

O PT se apresenta, agora, como se baixar a conta de luz fosse uma antiga preocupação do partido. Nunca foi. Basta ver que, de forma contraditória, há menos de dois anos, a última iniciativa do então presidente Lula foi prorrogar por 25 anos a RGR, um dos mais de 10 tributos federais cobrados na conta de luz e um dos únicos que a presidente Dilma propõe rever, o que demonstra a ausência de planejamento do governo federal numa área tão vital ao desenvolvimento nacional.

Nas administrações estaduais, governos do PSDB são mais comprometidos com essa bandeira e tendem a dar isenções de ICMS – único imposto cobrado pelos estados – a famílias de baixo consumo, em níveis superiores aos concedidos por governantes do PT. São Paulo e Minas Gerais isentam da cobrança de ICMS as famílias que consomem até 90KW. Em Minas, significa que cerca da metade das famílias não paga imposto estadual na conta de luz. Nas faixas de consumo mais elevado, o ICMS cobrado é de 25% e 30%, respectivamente.

Enquanto isso, Rio Grande do Sul, governado pelo PT, não oferece isenção alguma às famílias de baixa renda. Lá, consumidores começam pagando 12% de ICMS, que se transformam em 25% nas faixas de consumo mais elevado. Era o que acontecia na Bahia, até recentemente. Os consumidores começavam pagando 25% e passavam a pagar 27%. Só agora o governo do estado começou a isentar consumidores apenas na faixa até 50kW/hora. Em outras palavras, esses dois estados governados pelo PT cobram alíquotas de ICMS semelhantes aos do PSDB sem, no entanto, oferecer a mesma contrapartida social à população.

Se o governo federal seguisse o exemplo dos governadores do PSDB e isentasse de encargos federais a conta de luz de famílias até determinadas faixas de consumo, milhões de brasileiros já poderiam ter uma diminuição imediata nos valores pagos de até 20%.

O próprio setor produtivo, que poderia ser inicialmente favorecido com a diminuição do custo de produção, poderá ser, num momento seguinte, ainda mais prejudicado, com a alta provocada por uma possível escassez de oferta. Diminuir o valor da conta de luz dos brasileiros é um desafio que merece receber o apoio unânime e solidário de todos. Portanto, melhor teria agido o governo se houvesse, de forma mais transparente e democrática, convocado o país a esse debate, em vez de definir, de forma unilateral, caminhos e prazos.