• Agenda

    janeiro 2020
    S T Q Q S S D
    « out    
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    2728293031  
  • Categorias

  • Mais Acessados

    • Nenhum
  • Arquivo

  • Minas em Pauta no Twitter

    Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

PSDB em Minas foi o grande vitorioso da eleições 2012, analisa Pestana

PSDB Minas. Presidente do PSDB em Minas faz balanço do desempenho positivo do partido nas eleições municipais.

PSDB Minas: Eleições 2012

Fonte: Marcus Pestana, Presidente Estadual do PSDB/MG

 PSDB em Minas sai vitorioso, analisa Pestana

Eleições 2012: PSDB Minas

Balanço das eleições municipais de 2012 em Minas Gerais

É curioso o raciocínio que se utiliza para identificar os vitoriosos ou derrotados em cada pleito eleitoral. Na verdade, a impressão que se tem muitas vezes é que se buscam argumentos para confirmar desejos ou teses pré-estabelecidas. Mas, felizmente, não há raciocínio que prevaleça sobre a realidade.

Penso nisso ao ler uma análise publicada nesse prestigiado blog, que tenta apontar o PSDB-MG, e em especial o Senador Aécio Neves, como fragilizados politicamente pelos resultados eleitorais de Minas quando, na verdade, o resultado chama atenção justamente pelo oposto e que, quem tenha como eu, percorrido o interior de Minas nas eleições – estive em 114 municípios – tenha assistido uma verdadeira disputa de diversos candidatos na mesma cidade pelo uso associado da imagem do Senador Aécio Neves e do Governador Antonio Anastasia.

É compreensível que quem não faça parte do jogo político faça contas de vitórias e derrotas somando e subtraindo legendas. Com isso, na aritmética de quem está na arquibancada, o resultado linear é simples de ser alcançado. Mas, na verdade, a política não é linear, assim como vitórias e derrotas de forças políticas não se revelam unicamente através de legendas.

Alguém tem dúvidas de que a vitória do PSB em Belo Horizonte, enfrentando o ex-prefeito, ex-ministro e uma das maiores lideranças do PT em Minas, Patrus Ananias, com intensa presença de Lula e Dilma em sua campanha é, na verdade, uma vitória do PSDB? Vitória retumbante do ex-secretário de Desenvolvimento de Aécio Neves e atual Prefeito Marcio Lacerda, sendo a primeira vez na história política de Minas que a eleição na capital é decidida no primeiro turno.

Na verdade, em Minas, desde 2002, o PSDB prioriza a política de alianças e apoio a candidatos da base do governo, diferentemente do PT que tem uma política exclusivista e autocentrada, e não necessariamente às candidaturas próprias da legenda. Basta dizer que cerca de 80% dos prefeitos eleitos dos 853 municípios fazem parte da base de apoio do governo do PSDB e do Senador Aécio Neves em Minas. O PSDB, propositalmente, só lançou candidatos próprios em menos de 40% dos municípios, como forma estratégica de fortalecer a base do governo.

Assim, no raciocínio estreito de quem está na arquibancada, que entende como vitória do projeto do PSDB apenas as vitórias da nossa legenda, o PSDB estaria inevitavelmente sempre fadado ao fracasso. Afinal, mesmo que elegesse 100% dos seus candidatos, alguém distante da realidade sempre poderia dizer: o PSDB elegeu prefeitos em apenas 40% dos municípios.

Vou me restringir à analise das 59 maiores cidades de Minas Gerais, que têm mais de 40.000 eleitores, concentrando 54% do eleitorado mineiro. Nesses 59 municípios, 4 tiveram resultado adiado para o segundo turno e aliados de Aécio Neves e Antonio Anastasia poderão vencê-las.

Das 55 cidades restantes e com resultados já definidos, as forças aliadas a Aécio Neves desde 2002 venceram em 37 delas e ainda se somam duas situações peculiares (Ubá e Pará de Minas) onde prefeitos eleitos do PT e do PMDB não alinhados, têm vices-prefeitos eleitos do PSDB.

O PSDB de Minas, dentro de sua perspectiva política ampla e aliancista, sempre teve como estratégia fortalecer o Partido sem atropelar seus aliados históricos. Costumo brincar com os amigos da Imprensa, com base em experiência concreta que, para além das fronteiras do PSDB existe o Partido de Minas, o PAA (Partido de Aécio e Anastasia).

Análises de vitórias e derrotas eleitorais, assim como de vitórias e derrotas políticas, precisam ser feitas, mas precisam respeitar a lógica política concreta e os elementos verdadeiros da realidade.

Eleições 2012: Minas Gerais

Aécio presidente: eleições 2012 deixam senador mais forte em 2014

Aécio fica forte em 2014. “Agora é Aécio Neves presidente do Brasil. E deixa o Márcio trabalhar!” – discursou Anastasia.

Aécio presidente: Eleições 2012

Fonte:O Globo

Vitória fortalece Aécio na disputa presidencial

 Eleições 2012: Aécio fica forte em 2014

Eleições 2012: Aécio fica forte em 2014.

Senador tem nome lançado ao Planalto na festa da reeleição de Lacerda

BELO HORIZONTE Padrinho “pé quente” da reeleição de Márcio Lacerda para a prefeitura de Belo Horizonte, o senador Aécio Neves (PSDB) teve seu nome lançado para disputar a Presidência da República na festa de comemoração que agitou ontem à noite a Avenida Rajagabaglia, no centro da capital mineira. Ele chegou na festa como a grande estrela, chamado por Lacerda como uma das duas maiores lideranças do Brasil, junto com o governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia.

– Agora é Aécio Neves presidente do Brasil. E deixa o Márcio trabalhar! – discursou Anastasia, lançando o grito de guerra acompanhado pela multidão.

– Passamos momentos difíceis esses dias. Agora é trabalhar para eleger Aécio Neves o próximo presidente do Brasil! – emendou o vice de Márcio, Délio Malheiros.

Quem conhece bem Aécio diz que ele segue à risca a cartilha do avô, o ex-presidente Tancredo Neves, que sabia como ninguém aproveitar o momento político e entrar na arena na hora certa. Apagado no cenário político até então, Aécio evitou entrar em bola dividida com o governo federal, mas pulou no colo do prefeito Márcio Lacerda e ocupou o espaço deixado pelo PT, que, no último minuto, rompeu a aliança de anos e lançou a candidatura de Patrus Ananias em Belo Horizonte. Agora, é apontado como o responsável pela segunda vitória do afilhado.

Aécio abraçou a campanha junto com Anastasia e usou o palco político da eleição da capital mineira para abrir uma outra frente com vistas a 2014: a polarização com a presidente Dilma Rousseff, com quem travou um duelo verbal nas últimas semanas.

Com a eleição de Lacerda no primeiro turno, Aécio demarca seu território e sai como uma liderança forte para 2014, não só em Minas, mas também dentro do PSDB, que terá de decidir entre ele e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin quem concorrerá ao Palácio do Planalto. Dependendo da eleição em São Paulo, José Serra entra nesta disputa interna.

Aécio: “só reagi a ataques”

Tanto Aécio quanto o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) saem fortalecidos para 2014, ao eleger seus afilhados no primeiro turno. Dilma e Lula perdem neste primeiro momento. A presidente se desgastou e sai como derrotada em Minas Gerais. Não elegeu Patrus e ainda ajudou a fortalecer Aécio. Próxima batalha: Palácio do Planalto.

Minas Gerais jamais se curva. Pelo contrário, se engrandece no combate – discursou Aécio, comemorando a vitória sobre Dilma, Patrus e o PT.

Ao votar no colégio Milton Campos, onde a presidente estudou no ensino médio, ele não quis continuar o duelo engrossado durante a semana:

– Eu tenho muito apreço pela presidente Dilma. Eu só reagi a ataques. Agora vamos em frente, com paz e amor.

Negou que, por seu embate com Dilma, tenha se transformado em protagonista na eleição de Belo Horizonte.

– De forma alguma! Estou orgulhoso da campanha até agora ao lado de Lacerda. Política não é uma ação solitária, é solidária. É preciso estar sempre bem acompanhado – disse Aécio. – O mineiro não coloca o carro na frente dos bois. Estamos em 2012 e não vamos falar em 2014.

Eleições 2012: Aécio presidente – Link da matéria: http://oglobo.globo.com/pais/eleito-no-1o-turno-marcio-lacerda-prega-distensao-com-pt-6326925

Solução adotada por Dilma para viabilizar metrô em Belo Horizonte foi sugerida por Aécio Neves em 2009

Fonte: Marcelo da Fonseca – Estado de Minas

Dilma retoma proposta de Aécio Neves para o metrô

Modelo anunciado pela presidente Dilma Rousseff  para investimento no metrô de BH havia sido sugerido por Aécio Neves ao ex-presidente Lula. Senador comemora a adoção de plano 

 (Maria Tereza Correia/EM/D.A Press)
A solução encontrada para o metrô de Belo Horizonte já havia sido apresentada ao governo federal em 2009, durante um encontro entre o então governador Aécio Neves (PSDB) e o prefeito Marcio Lacerda (PSB) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A proposta levada a Brasília previa uma parceria público privada (PPP) na construção de dois trechos e ampliação do metrô da capital, dividindo entre as três esferas do governo e a iniciativa privada os gastos com a obra. A expectativa era de que o entendimento possibilitasse a liberação de verbas ainda naquele ano, com o objetivo de garantir a conclusão das obras até o início da Copa do Mundo de 2014, com valores similares aos anunciados ontem pela presidente Dilma Rousseff – um total de R$ 3,16 bilhões, que serão investidos pelo governo federal, estado, prefeituras de cidades às quais o metrô será interligado e empresas.A notícia da adoção do modelo e liberação dos recursos para as obras no metrô da capital mineira foi recebida com satisfação pelo senador Aécio Neves, que destacou a mudança de posição do governo federal como passo importante para tirar a obra do papel. “É um anúncio muito bem-vindo, apesar de chegar com atraso. Essa foi exatamente a modelagem que eu, como governador, o então prefeito Fernando Pimental e o então secretário de desenvolvimento Marcio Lacerda defendíamos. Na época, o governo rejeitou, porque não aceitava a presença da iniciativa privada na parceria. Felizmente o PT evoluiu e tem a compreensão de que sem o setor privado é impossível fazer este tipo de investimento”, comentou o senador. 

Para o deputado federal Marcus Pestana (PSDB), a resposta de Dilma para uma das maiores questões de mobilidade urbana da capital mineira representa um avanço importante nas relações entre as esferas de governo, que encontraram obstáculos em disputas partidárias durante os últimos anos. “Havia uma resistência ideológica e preconceito em relação a esse modelo. A proposta defendida por Aécio e Lacerda esbarrava em um atraso ideológico do governo federal e do PT, que resistiam às parcerias público-privadas. Felizmente, o atraso ideológico cedeu lugar a uma visão moderna e lúcida exigida pela população”, afirmou o tucano. Para ele, o apoio da presidente Dilma Rousseff à “unidade entre prefeitura e governo estadual” trará “ganhos significativos para a população”.

Obra de ficção
A expectativa de ampliação do metrô de BH vem se arrastando desde a entrada em funcionamento da linha 1, com recorrentes promessas de candidatos durante as campanhas eleitorais. A partir da década de 1980, quando o projeto começou a sair do papel, os belo-horizontinos passaram a assistir a uma lenta inauguração de estações da única linha que atravessava a cidade. Em 1991, depois de o então presidente Fernando Collor se comprometer a concluir as obras do metrô até 1993, o então prefeito da capital mineira Eduardo Azeredo (PSDB) declarou à imprensa: “Só espero que tudo ocorra nos prazos previstos”. Ficou esperando. As obras passaram pelo governo do mineiro Itamar Franco (PPS) e entraram na gestão de Fernando Henrique Cardoso.

Durante a gestão de FHC, apenas a linha 1 foi concretizada, mas a cidade já era outra e as necessidades também. Com atraso, iniciava-se uma segunda fase da novela do metrô da capital: a implantação das linhas 2 (Barreiro–Santa Tereza) e 3 (Lagoinha–Savassi). Lula fora eleito e, já em 2003, seu primeiro ano de governo, prometeu algo que nunca cumpriria: “O metrô de BH será prioridade do governo federal”, disse em agosto, durante visita a Poços de Caldas, no Sul de Minas.