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Eleições 2012: Lacerda é reeleito com apoio de Aécio em BH

Lacerda é reeleito com apoio de Aécio em BH. Candidato da coligação “BH Segue em Frente” foi reeleito na noite deste domingo prefeito de Belo Horizonte, com 52,69% dos votos válidos.

Lacerda: Aécio Neves eleições 2012

 Lacerda é reeleito com apoio de Aécio em BH

Lacerda é reeleito com apoio de Aécio em BH. Candidato da coligação “BH Segue em Frente” foi reeleito na noite deste domingo prefeito de Belo Horizonte, com 52,69% dos votos válidos.

Fonte: Estado de Minas

Marcio Lacerda é reeleito prefeito de BH no primeiro turno

Márcio Lacerda (PSB), da coligação “BH Segue em Frente” foi reeleito na noite deste domingo prefeito de Belo Horizonte, com 52,69% dos votos válidos. O ex-ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Patrus Ananias (PT), da aliança “Frente BH Popular” ficou em segundo lugar, com 40,80%. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TER-MG), o socialista recebeu 643.664 votos, contra 500.877 do petista.Antes mesmo da confirmação da vitória de Lacerda, apoiadores do socialista já comemoravam o resultado do comitê central da campanha na Avenida Raja Gabaglia. Márcio Lacerda vai governar a capital por mais quatro anos.

A candidata Maria da Consolação (PSOL) obteve 54.530 votos (4,25%) e ficou à frente de Vanessa Portugal (PSTU), com 19.908 (1,55%). Em seguida, estão Alfredo Flister (PHS) – 4.691 (0,37%)-, Tadeu Martins (PPL) – 3.728 (0,29%) e Pepe (PCO) – 782 (0,06%)

O prefeito Marcio Lacerda esteve à frente em todas as pesquisas eleitorais. O último levantamento realizado pelo Instituto MDA em parceria com o jornal Estado de Minas, divulgado nesse sábado, indicou 12,6 pontos de vantagem para Lacerda em ao seu principal adversário.

Polarização

A campanha na capital ficou divida entre petistas e tucanos. Poucos dias antes da oficialização das candidaturas, o PT deu fim à aliança com PSB e a Executiva Nacional lançou o nome do ex-ministro como o candidato na capital.

Lacerda capitaneou uma aliança formada por 19 partidos e teve como principal padrinho político o senador Aécio Neves (PSDB). Já Patrus recebeu o apoio declarado de dois caciques nacionais do PT, o ex-presidente Lula e a presidenta Dilma Rousseff. Ambos estiveram em Belo Horizonte e subiram ao palanque ao lado de Patrus Ananias. A derrota do petista ainda culminou com a saída do PT da prefeitura depois de quase 20 anos de participação no Executivo.

Reta final

As últimas semanas da campanha foram marcadas por ataques de lado a lado. Os coordenadores da campanha de Patrus utilizaram um vídeo no qual o candidato a vice-prefeito na chapa de Lacerda, Délio Malheiros (PV), faz críticas contundentes à gestão do socialista. Na ocasião, Délio afirmou categoricamente que se aliaria com quem estivesse contra Lacerda.

Já a campanha de Marcio Lacerda decidiu usar a imagem de Dilma a favor do socialista. Em um vídeo, a presidente elogia a gestão do prefeito de BH.

Palácio do Planalto

O resultado das eleições em Belo Horizonte compõe um cenário que pode se formar para o pleito de 2014. A vitória de Lacerda reforça a influência de Aécio Neves no eleitorado mineiro e belo-horizontino. O nome do tucano é cogitado para representar a oposição no embate com a presidente Dilma.

Lacerda: Aécio Neves – Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/especiais/eleicoes/eleicoes-bhregiao/2012/10/07/noticias_internas_eleicoes,322073/marcio-lacerda-e-reeleito-prefeito-de-bh-no-primeiro-turno.shtml

Senador Aécio convoca tucanos e aliados em favor de Lacerda e critica intervenção nacional em BH

“Não vamos cair na armadilha de trazer 2014 para 2012. O que está em jogo é o futuro das pessoas de BH. Todas as vezes que tentaram interferir na vida dos mineiros, esses foram claramente rechaçados”, diz Aécio Neves

 Aécio: Queremos municipalizar a disputa

Aécio:”Queremos municipalizar a disputa”. Para senador “não interessa a população de BH qualquer tentativa externa de trazer 2014 para 2012.”

senador Aécio Neves reuniu, nesta quinta-feira (05/07), as lideranças dos 18 partidos que apoiarão a reeleição do prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda e de seu vice na chapa, o deputado Délio Malheiros (PV). No encontro, o senador destacou a importância da ampla aliança formada em torno da reeleição de Lacerda e criticou a tentativa de federalização da campanha eleitoral da capital mineira. Aécio defendeu que o debate eleitoral ocorra entre os mineiros e em favor da população.

“Queremos municipalizar a disputa de forma muito clara porque não interessa a população de Belo Horizonte qualquer tentativa externa de trazer 2014 para 2012, principalmente pelas mãos de pessoas estranhas a BH, para nossa cidade. Desde a proclamação da República, os mineiros escolheram, eles mesmos, os seus caminhos. E todas as vezes que tentaram interferir na vida dos mineiros, esses foram claramente e, peremptoriamente, rechaçados”, afirmou Aécio.

Ao lado do presidente do PSDB de Minas Geraisdeputado federal Marcus Pestana, e do presidente do PSDB de Belo Horizontedeputado estadual João LeiteAécio Neves disse que os tucanos mantiveram uma postura coerente em contraponto à do PT, que rompeu a aliança com o PSB dias depois de anunciar o vice na chapa de Lacerda.

“O que pensávamos há quatro anos, pensamos hoje. Que Márcio é a melhor alternativa para Belo Horizonte. O PT, pelo menos até sábado passado, às 11 horas, parecia pensar da mesma forma.Agora, vai ter algo que vai ser muito curioso. Poucos dias atrás, a presidente da República (Dilma Rousseff) veio a BH e encheu o prefeito de elogios. Um dos maiores prefeitos do Brasil, competentíssimo! Será que ele deixou de ser competente de sábado para cá? Aqueles que levantaram sua mão na convenção de sábado, será que a partir de hoje acham que sua administração deva ser interrompida?, questionou Aécio.

Exigências

O senador acrescentou que o PSDB não exigiu cargos ou cobrou concessões por parte do PSB em troca do apoio firmado na aliança que reúne, agora, 18 partidos: PSB, PV, PSDB, PSD, PDT, DEM, PPS, PTB, PP, PR, PRB, PTdoB, PRT, PSL, PTN, PSDC, PTN, PMN.

“Não nos importamos que o PT tivesse a maioria dos cargos estratégicos sob seu comando na Prefeitura de BH.  Obviamente, nos surpreendemos com as notícias mais recentes de que são mais de 900 cargos comissionados, mas nem isso fez nos afastarmos do Marcio. Aceitamos que o PSB buscasse seu caminho. Em momento nenhum nós impusemos absolutamente nada. O que ocorreu aqui foi a manutenção da coerência do prefeito Marcio Lacerda, que não se submeteu à pressão do PT, de querer eleger uma bancada de vereadores às custas dos votos do PSB”, afirmou Aécio.

Aécio Neves disse que as eleições municipais vão mobilizar a capital. Ele reiterou a importância dos partidos coligados e saudou a construção da chapa com o deputado Délio Malheiros.

“São 18 partidos que se unem em torno de Marcio. Uma construção mineira, feita dentro das nossas montanhas. A construção no outro campo político foi toda ela, a começar pelo nome do próprio candidato, que foi ungido em São Paulo, e com todos os seus aliados, sem exceção, foi fruto de interferências externas, que colocam no segundo plano os interesses da cidade e da sua população. Tem a marca da intervenção, da violência, da subordinação dos interesses locais aos interesses nacionais que não são os de Belo Horizonte”, afirmou Aécio.

Senador Aécio Neves e as eleições 2012 em Belo Horizonte – em jogo a política de alianças que envolve Marcio Lacerda e as eleições de 2014.

Aécio Neves: eleições

 Aécio e as eleições 2012 em Belo Horizonte

Aécio e as eleições 2012 em Belo Horizonte

Fonte: Valor Econômico

Sucessão estadual domina debate em torno de Lacerda

A quatro meses das eleições municipais, a reeleição do prefeito de Belo HorizonteMarcio Lacerda (PSB), é vista como praticamente certa. Até agora, ele não tem nenhum adversário que ameace suas chances de ser reeleito até mesmo no primeiro turno. Mas ultimamente as atenções sobre ele têm a ver muito mais com as eleições de 2014 do que com seus projetos em um possível segundo mandato na prefeitura.

Lacerda já foi instado diversas vezes pelo PSDB mineiro a se candidatar ao governo de Minas Gerais em 2014, com apoio do partido. O PT também cogita seu nome. O próprio prefeito alimenta as especulações. Ele tem dito que seu projeto pessoal é continuar na prefeitura e que pretende fazer avançar vários projetos num segundo mandato. Mas deixa em aberto a possibilidade disputar o governo: “Sabe aquela história de dizer dessa água não beberei? Acabei fazendo tanta coisa na minha vida que eu falei que não faria… Na vida as coisas mudam”, disse ele na semana passada a interlocutor ouvido pelo Valor.

PSDB e PT integram a equipe de Lacerda na prefeitura e tendem a se manter na aliança nas eleições de outubro. Em 2014, no entanto, cada partido estará de um lado na disputa presidencial e provavelmente também na briga pelos governos estaduais. Ele terá de escolher um dos lados caso decida disputar o governo de Minas.

Os planos de Lacerda interessam de perto do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que hoje é o principal nome da oposição nas eleições presidenciais daqui a dois anos. O PSDB não tem um nome natural para a sucessão de Antonio Anastasia. E, caso se candidate à Presidência, Aécio precisará contar com candidato forte disputando o governo do Estado. Lacerda é hoje talvez o nome mais forte ao alcance dos tucanos para formar uma base de apoio à candidatura de Aécio em casa.

Mas o PSB de Lacerda integra a base da presidente Dilma Rousseff e o presidente do partido, o governador do Pernambuco, Eduardo Campos, aparece como um dos cotados por setores do PT como candidato a vice-presidente numa provável tentativa de reeleição de Dilma.

Uma eventual costura com Campos passaria por Belo Horizonte, com o PT abrindo mão da candidatura ao governo de Minas em favor de Lacerda. Em visita a Belo Horizonte na semana passada, a presidente fez elogios rasgados a Lacerda, classificando como o melhor prefeito do país e alguém que faz os projetos acontecerem.

Mesmo sendo do partido da base, Lacerda evita manifestar sua posição em relação à possibilidade de Dilma tentar se reeleger. No meio político em Belo Horizonte, muitos davam como certo que ele já teria escolhido um lado. “Inventaram isso. Nunca falei isso. Até porque como prefeito eu não posso ficar me manifestando sobre isso. É contra o interesse da cidade”, disse o prefeito ao Valor.

Para Aécio, seria um revés se Lacerda decidir disputar o governo ao lado do PT. Isso porque pelo cenário atual, o PT terá o vice-prefeito de Lacerda se este for reeleito em outubro. E Lacerda seria um candidato com grandes chances de ser eleito mas então fazendo oposição a Aécio.

Em conversas reservadas, o governador de Minas tem dito que a importância participação de Lacerda nas próximas eleições para o governo deve ser relativizada. Seu argumento é que uma candidatura de Aécio fortalecerá naturalmente o candidato a governo de Minas apoiado pelos tucanos. Ele tem lembrado que em 2008 pouca gente apostaria que ele seria o candidato de Aécio ao governo e que venceria com ampla margem de votos. Anastasia era vice de Aécio. Assumiu o governo quando Aécio se licenciou para disputar o Senado e depois foi eleito governador. Não pode agora disputar a reeleição.

Entre os nomes que são às vezes citados por tucanos como possíveis candidatos à sua sucessão estão o atual vice-governador, Alberto Pinto Coelho (PP), a secretária estadual de Planejamento, Renata Vilhena. Até a irmã de AécioAndréa Neves, chegou a ser cogitada por tucanos em Belo Horizonte. Nenhum deles tem hoje a força nas urnas de Lacerda ou do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, do PT – caso este venha a disputar o governo.

Foi Aécio quem tirou Lacerda de sua vida de empresário bem sucedido e o colocou como secretário de Estado quando o tucano era governador de Minas. Depois, em 2008, foi Aécio também quem costurou com conjunto com o então prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, sua candidatura à prefeitura.

Lacerda sempre disse que deve lealdade aos dois e que não entraria numa disputa contra nenhum deles. O que poderia deixar Lacerda livre para apoiar Aécio seria um rompimento que partisse do PT – o que hoje não interessa a líderes petistas da direção do partido.

“Por uma questão de lealdade com os meus amigos do PT e com o Pimentel, que foi articulador importantíssimo da minha presença aqui [na prefeitura], eu não posso ser o mentor do rompimento com o PT. Se o PT romper comigo é outra história”, disse Lacerda ao Valor. Ele afirma que se interessa em continuar na Prefeitura e que quer ter petistas e tucanos ao seu lado novamente.

“Eu procurei administrar todas as tensões aqui no sentido de evitar o rompimento porque isso é prejudicial à gestão. Tem dezenas e dezenas pessoas no segundo escalão aqui que são do PT. Como também do PDSDB. Então isso para mim foi um mantra: eu tenho que manter a gestão funcionando bem. Eu sou prefeito. Antes de eu ser pré-candidato, a população olha para o que eu estou fazendo agora. Tenho segurado isso, pressões de todo o tipo, cascas de banana aqui dentro.”

O que a essa altura poderia provocar um rompimento por parte do PT, na avaliação do prefeito, é um ponto ainda em aberto para a definição da chapa para as eleições municipais. O PT já indicou o candidato a vice-prefeito, o deputado Miguel Corrêa Júnior, mas só no dia 30 é que a convenção do partido sacramentará a aliança. Uma questão-chave para Lacerda é fechar ou não uma aliança proporcional com o PT, o que daria aos petistas chances de aumentar sua bancada de vereadores na cidade. Os tucanos dizem que não aceitariam isso.

Caso a proporcional não feche como o PT quer, poderá haver uma reação que reacenda a tese de candidatura própria à prefeitura na convenção petista, avalia o prefeito. Por isso, Lacerda mantém um plano B para o caso de, na convenção, o PT decidir voltar atrás e não mais integrar a chapa com ele. O secretário de governo, Josué Valadão (PP), é a alternativa do prefeito. “Tenho que segurar o Valadão. Eu falei para o pessoal do PT, eu ainda não sei o que vai acontecer.”

Aécio Neves: eleições – Link da matéria: http://www.valor.com.br/politica/2717860/sucessao-estadual-domina-debate-em-torno-de-lacerda

Governo de Minas volta a discutir com União liberação de recursos para obras de prevenção

BRASÍLIA (20/01/12) – A comitiva do Governo de Minas, encarregada pelo governador Antonio Anastasia de coordenar a elaboração de projetos de prevenção ao período chuvoso, recebeu do governo federal o posicionamento de que as propostas do Estado serão analisadas até o fim de fevereiro. A comitiva se reuniu com técnicos do Ministério do Planejamento, em Brasília. Após o detalhamento dos projetos, foram definidas as obras prioritárias, que somam cerca de R$ 2 bilhões em investimentos.

“O Ministério do Planejamento ficou de fazer uma checagem nos projetos. O Governo de Minas espera que até o final de fevereiro esta questão seja definida”, afirma o vice-presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas, André Barrence, que participou da reunião juntamente com o secretário de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana, Bilac Pinto, o presidente da Copasa, Ricardo Simões, e o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda.

Além de ações preventivas, o documento também contempla projetos estruturantes de saneamento básico em municípios de todas as regiões mineiras. Ao todo, o projeto inicial apresentado à União pleiteava R$ 3,1 bilhões e beneficiava cerca de 115 municípios. Após a reunião com o Ministério do Planejamento, o pacote foi revisado e o montante total passou a ser de, aproximadamente, R$ 2 bilhões, para atender a 40 municípios mineiros. Destes, R$ 1,4 bilhão serão destinados a ações preventivas, que incluem intervenções físicas, e R$ 37 milhões em projetos e estudos. Outros R$ 590 milhões serão investidos em saneamento.

De acordo com a proposta, apenas para a contenção de encostas devem ser destinados R$ 330 milhões às cidades de Ribeirão das Neves, Vespasiano, Ibirité, Santa Luzia, Muriaé e Ouro Preto. Dentre as obras de grande impacto na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), estão contemplados serviços de contenção de cheias na bacia do Córrego da Ferrugem, em Contagem, e sua expansão para o controle de cheias no Córrego Riacho das Pedras, o que também beneficiará, consequentemente, a população da capital. Há, ainda, o projeto de Requalificação Urbana e Ambiental do Ribeirão Arrudas, dentre outros.

Dentre as grandes obras previstas para o interior de Minas, está o projeto de construção de um conjunto de três barragens, o que permitirá o controle definitivo das cheias na Bacia do Rio Sapucaí, no Sul do Estado, evitando enchentes em vários municípios da região, como Itajubá, Santa Rita do Sapucaí e Pouso Alegre. Também estão previstas no projeto, as obras de despoluição das bacias dos rios Jequitinhonha e Mucuri, para universalização do saneamento na região do Grande Norte, beneficiando diretamente cerca de 1,2 milhão de pessoas.

Fonte: Agência Minas