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Governo de Minas: Presidente do Comitê Olímpico de Portugal aprova Centro de Treinamento Esportivo

Avaliação foi feita após visita do dirigente às obras de construção do complexo esportivo

Divulgação/Seej MG
José Vicente Moura e Braulio Braz durante visita às obras do CTE
José Vicente Moura e Braulio Braz durante visita às obras do CTE

O Centro de Treinamento Esportivo (CTE), que está sendo construído em Belo Horizonte pela Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (Seej) em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), foi bem avaliado pelo presidente do Comitê Olímpico de Portugal, José Vicente Moura, após visita do dirigente às obras do complexo esportivo. “É uma obra excelente, muito bem construída, que vai permitir melhorar significativamente o esporte de rendimento não só de Minas Gerais, mas do Brasil”.

A visita, que contou com a presença do secretário de Estado de Esportes e da Juventude, Braulio Braz, do secretário-adjunto, Rogério Romero, e do presidente do Conselho Estadual de Desportos (CED) e presidente do Conselho Regional de Educação Física da 6ª Região, Claudio Augusto Boschi, faz parte do projeto da Seej de divulgação dos centros de treinamento esportivos e clubes de Minas Gerais incluídos no guia oficial de locais de treinamento para os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro. “A divulgação nacional e internacional de nossos centros de treinamento é uma orientação de governo que a Seej seguirá à risca”, explicou Braulio Braz.

Visitas

No último dia 20 de março, o CTE recebeu a visita do delegado do Comitê Olímpico Nacional Italiano, Alfredo Apicella, e da consulesa italiana, Maria Pia Calisti. Seis dias após, o complexo esportivo foi visitado pelo professor de Ciências do Desporto da Universidade de Vic (Barcelona) e diretor de Projetos de Futebol do Futbol Club Barcelona, Carles Romagosa Vidal. As visitas vêm sendo acompanhadas pelo diretor da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais (EEFFTO/UFMG), Emerson Silami.

CTE

O Centro de Treinamento Esportivo (CTE), que está sendo construído desde dezembro de 2010, está localizado na avenida Alfredo Camarate, no Centro Esportivo Universitário (CEU) da UFMG, na região da Pampulha, em Belo Horizonte.

O complexo é composto por salas para a administração, parque aquático, vestiários, estação de tratamento e aquecimento de água e depósitos de apoio ao parque, pista de atletismo e instalações para todas as modalidades esportivas, salas de musculação, hidroterapia e fisioterapia, consultórios médicos e odontológicos e sala para nutricionista.

As obras receberam investimento integral do Governo de Minas.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/presidente-do-comite-olimpico-de-portugal-aprova-centro-de-treinamento-esportivo/

Governo de Minas: Sectes discute parcerias em Portugal para implementar tecnologias de carros elétricos e de ensino a distância

LISBOA (23/01/12) – Os carros elétricos estão cada vez mais próximos de se tornarem realidade no mundo inteiro, além de uma importante alternativa aos veículos movidos a combustíveis fósseis, considerados poluentes demais para uma sociedade preocupada em diminuir significativamente a emissão de gases prejudiciais ao meio ambiente.

Na expectativa de que Minas Gerais esteja presente nessa revolução, o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, conheceu a tecnologia difundida na Europa, especialmente em Portugal, onde 50 cidades já utilizam o carro elétrico.

O secretário testou, em Lisboa, um dos modelos produzidos a partir da tecnologia desenvolvida pela empresa Móbile. Segundo Narcio, já está sendo firmada uma parceria entre a Cemig e a Móbile para o lançamento de um projeto-piloto em Belo Horizonte.

Em Portugal, as iniciativas para implantação do veículo elétrico começaram em 1999, com a promoção de eventos para a divulgação de formas alternativas de mobilidade urbana e análises dos projetos de veículos elétricos em outros países, como Estados Unidos e Japão.

Desde então, Portugal experimenta um forte impulso na variedade de veículos elétricos disponíveis no mercado. Além do mais, o governo português tem trabalhado na concessão de diversos benefícios e incentivos para quem adquirir esse meio de transporte.

O governo estabelece uma legislação tributária favorável ao veículo elétrico como estratégia energética nacional, já que o país é extremamente dependente da importação de combustíveis fósseis. Dessa forma, o país parte para mudanças cada vez mais abrangentes no que se refere à mobilidade com sustentabilidade.

Universidade Aberta de Portugal e Governo de Minas

Ainda nesta segunda-feira (23), o secretário Narcio Rodrigues se reúne com a direção da Universidade Aberta de Portugal, considerada modelo em ensino a distância, e que poderá ser uma parceira do Governo de Minas no projeto que vem sendo coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes). Também haverá parceria com a Universidade Aberta do Brasil.

O grande objetivo é dotar o Estado de 100 polos de educação a distância, utilizando a estrutura dos Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs) instalados em todas as regiões. Na visão do secretário, é preciso ampliar a qualificação profissional dos mineiros, pois algumas regiões ainda enfrentam dificuldades para ter acesso à profissionalização exigida pelo mercado e pela demanda dos novos investimentos.

Fonte: Agência Minas

Marcus Pestana revela que crise mundial impõe desafios para repensar a nova sociedade

Crise Mundial, Crise da Europa, Social Democracia, Liberalismo

Fonte: Artigo de Marcus Pestana, deputado federal – O Tempo

O século XXI coloca em xeque o Velho Mundo

Crise econômica e paradigmas ideológicos
“A crise dos EUA é filha da falta de regulação adequada sobre o mercado financeiro e da construção de instituições que assegurem a sobreposição dos interesses da sociedade aos dos vorazes e dinâmicos atores do mercado. A Europa, mergulhada no desemprego e na estagnação, não pode mais recorrer ao arsenal de inspiração keynesiana, já que não há como expandir significativamente o gasto público.”

Profunda é a crise que se abateu sobre a economia mundial. Estados Unidos e Europa patinam em altos índices de desemprego, graves crises fiscais, endividamento público elevado. Às vezes parece um beco sem saída. Velhas terapias não funcionam. Nos EUA, além da retração econômica, assistimos a uma crise de hegemonia política. Na zona do euro, sucessivos governos são derrotados, varridos pelo turbilhão da crise. A realidade impõe não só criatividade e competência para a superação da crise de curto prazo, mas também repensar as relações entre Estado, sociedade e mercados, erguendo novos paradigmas para o mundo do século XXI.

O jogo de poder no século XX girava, grosso modo, em torno de três grandes campos ideológicos. Primeiro, o liberalismo que identificava liberdade, prosperidade e equilíbrio com o pleno e livre funcionamento da economia de mercado, com o mínimo possível de participação estatal. Em segundo lugar, o socialismo implantado no campo liderado pela URSS, que enxergava na socialização dos meios de produção e no planejamento centralizado do Estado o caminho para a justiça social e o desenvolvimento. E por último, a social-democracia, nascida na Europa Ocidental, que, admitindo a economia de mercado como melhor forma de organização da economia, propunha um Estado que compensasse através de políticas públicas ativas as distorções patrocinadas pelas forças de mercado.

O século XXI coloca em xeque o velho mundo. A começar pelo colapso do socialismo, a partir da dissolução da URSS e da queda do Muro de Berlim. Mas a crise de 2008 e seus rebatimentos atuais são um retrato vivo do esgotamento tanto da perspectiva dos que alimentavam uma fé cega nas virtudes da autorregulação da economia de mercado, quanto do modelo social-democrata baseado na expansão do Estado do bem-estar social, ancorado no aumento do gasto e do endividamento públicos.

A crise dos EUA é filha da falta de regulação adequada sobre o mercado financeiro e da construção de instituições que assegurem a sobreposição dos interesses da sociedade aos dos vorazes e dinâmicos atores do mercado. A Europa, mergulhada no desemprego e na estagnação, não pode mais recorrer ao arsenal de inspiração keynesiana, já que não há como expandir significativamente o gasto público.

Não é à toa que os socialistas em Portugal, Espanha, Grécia e Inglaterra foram derrotados. Mas têm a mesma raiz a queda de Berlusconi, a inevitável derrota de Sarkozy e as dificuldades de Angela Merkel. E a temperatura da crise social não baixa após a alternância no poder.

A autonomia dos Estados nacionais no mundo globalizado é muito menor. A sociedade de comunicação de massas introduz uma velocidade inédita à dinâmica econômica e social. As utopias que movimentaram o século XX já não nos servem.

Essa é a ameaça que nos assombra. Essa é a oportunidade que se abre para que escrevamos novos capítulos da fantástica aventura da eterna reinvenção humana.