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2014: Feldmann assume coordenação de meio ambiente no plano de governo de Aécio

Deputado será coordenador da área de meio ambiente no plano de governo do PSDB, que será apresentado durante a campanha eleitoral.

Plano de governo do PSDB: meio ambiente e sustentabilidade

Fonte: Jogo do Poder

Fabio Feldmann assume coordenação de meio ambiente no plano de governo a ser apresentado por Aécio

“Estou extremamente feliz. Estamos montando um time extraordinário. Um time que não é do PSDB apenas, é a favor do Brasil”, diz Aécio

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, anunciou, nesta quinta-feira (15/05), o ex-secretário de Estado e ex-deputado federal Fabio Feldmann como coordenador da área de meio ambiente e sustentabilidade no plano de governo do PSDB, que será apresentado durante a campanha eleitoral deste ano. Um dos principais nomes do setor, Feldmann é o primeiro integrante do grupo de trabalho que formulará o programa sob a coordenação do ex-governador de Minas Gerais Antonio Anastasia.

“Estamos montando um time extraordinário que criará um conjunto de propostas. Um time que não é do PSDB apenas, mas a favor do Brasil. Fabio é uma das mais respeitadas lideranças, nacional e internacionalmente, na área da sustentabilidade. Poderemos ter propostas atuais e ousadas para garantir o desenvolvimento sustentável do Brasil”, disseAécio Neves em reunião esta manhã no Diretório do PSDB em São Paulo.

Ex-deputado Constituinte, responsável por grande parte da legislação ambiental brasileira (capítulo do meio ambiente da Constituição FederalLei da Mata Atlântica, Política Nacional de Educação AmbientalPolítica Nacional de Resíduos Sólidos, Política Nacional de Recursos Hídricos, dentre outras), Fábio Feldmann tem atuação destacada na sociedade como fundador e primeiro presidente da Fundação SOS Mata Atlântica, membro do Conselho do Greenpeace Internacional, da Conservation International (CI), do Global Reporting Initiative (GRI).

Aécio permite que nossos temas estejam claramente colocados na campanha, eles não são periféricos. Falo como ambientalista, temos que ter a capacidade de colar essa agenda na política brasileira. Infelizmente, isso tem estado ausente do debate não eleitoral, mas político. O convite do Aécio permite que a gente coloque esse tema na eleição, mas também na agenda política brasileira. Sustentabilidade é o grande desafio do século XXI”, disse Feldmann.

Feldmann é membro do Conselho da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS), Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS) e do Conselho Consultivo para Mudanças Climáticas do Deutsche Bank e foi o criador e primeiro Secretário Executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas e ex-secretário de meio ambiente do Estado de São Paulo. Como reconhecimento pelo seu trabalho, recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais, dentre eles o Prêmio Global 500 das Nações Unidas.

Gestão para o futuro

presidente do PSDB confirmou também a economista Carla Grasso como coordenadora-executiva do plano de governo tucano. Aécio afirmou que, nos próximos dias, o PSDB fará a indicação de novos colaboradores que farão a coordenação das demais áreas do plano de governo do partido.

“O programa de governo não é uma obra que se começa e se encerra em um dia. É uma discussão permanente. Seguramente, durante o processo eleitoral, vai ficar claro o que o PSDB pensa sobre cada um dos aspectos que são responsabilidade do Estado e do governo. Em dezembro passado, apresentamos de forma muito clara e até com certa ousadia para aquele momento, a um ano praticamente das eleições, as diretrizes gerais do nosso programa de governo. A visão que tínhamos de Estado, de política externa, de meritocracia na gestão pública, o fortalecimento da Federação e a própria questão ambiental. Agora, vamos dar forma e detalhamento a essas questões”, explicou Aécio Neves.

senador destacou a importância de Antonio Anastasia à frente do grupo de formulação das propostas tucanas: “Ninguém é mais qualificado do que Anastasia para fazer esse trabalho. Pelo extraordinário gestor que é e pela sua visão moderna e atualizada do mundo”, afirmou Aécio.

Governador de Minas Gerais entre 2010 e o abril de 2014, Anastasia foi vice-governador do Estado entre 2007 e 2010, no segundo mandato de Aécio Neves. Antes foi secretário-adjunto do Ministério do Trabalho e secretário-executivo do Ministério da Justiça durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

A reunião contou com a presença do presidente do PSDB-SP, o deputado federal Duarte Nogueira, do vice-presidente nacional do PSDB, ex-governador Alberto Goldman, e do ex-deputado federal Xico Graziano.

Aécio Neves: PSDB lançará plano para o Brasil

Aécio Neves esteve no interior de São Paulo e disse que a agenda da estabilidade econômica está em risco na gestão petista.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Aécio vai anunciar medidas para integrar o plano de governo tucano pelo Palácio do Planalto

No interior de São Paulo, presidenciável do PSDB anuncia para os próximos dias lançamento das medidas

Depois de reiterar as críticas à gestão do PT, que, segundo ele, coloca em risco a estabilidade da moeda alcançada com o Plano Real, o presidente nacional do PSDBsenador Aécio Neves (MG), anunciou ontem em Bauru, São Paulo, o lançamento nos próximos dias de um conjunto de propostas que deverão integrar o plano de governo tucano na disputa ao Palácio do Planalto.

Embora ainda sem a oficialização do candidato, a reunião em Bauru, organizada pelo ex-presidente do PSDB paulista deputado estadual Pedro Tobias, foi um ato pró-Aécio, o maior realizado em São Paulo até o momento. Mais de mil militantes de 70 cidades da região aderiram ao encontro, que teve a performance de banda com músicas mineiras, dupla sertaneja e locutor de rodeio. Aécio ganhou um arco e flecha do índio Thiago Oliveira, que foi ao evento com um grupo de uma aldeia em Avaí, na região de Bauru. Dentro da sua caravana pelo interior paulista, anteontem Aécio foi a Franca e nos próximos dias estará em Campinas e em Sorocaba.

Em discurso à militância tucana paulista, Aécio disse que a agenda da estabilidade econômica está em risco na gestão petista. “O PT coloca em risco as principais conquistas vindas do PSDB, a começar pela estabilidade da moeda, passando pela responsabilidade fiscal, e tudo isso emoldurado por algo que é essencial: a credibilidade do país”, disse referindo-se à ameaça de rebaixamento da classificação do Brasil pelas agências internacionais de risco. “O rebaixamento na nota de crédito de rating do Brasil, que eu espero não ocorra, inibe os investimentos. Isso é essencial para o Brasil”, afirmou.

Para o tucano, o Brasil debate hoje uma agenda que já deveria estar superada. “A agenda que achávamos que tínhamos superado lá atrás, é a agenda de hoje, da instabilidade econômica, do retorno da inflação, da perda de credibilidade”, afirmou. “Na hora em que devíamos estar aqui discutindo uma agenda nova para o mundo, de inovação com o aumento de produtividade, as empresas brasileiras entrando nas cadeias globais de produção, um alinhamento internacional não ideológico e atrasado, mas pragmático, em favor do crescimento da economia brasileira e de geração de empregos, estamos com a agenda de 15 anos atrás”, sustentou.

Anunciando a “hora da verdade”, Aécio afirmou que o PSDB acumula experiência administrativa para debater qualquer área de governo. “Vai chegar a hora da verdade. O PSDB se prepara para ela de forma corajosa, altiva e, sobretudo, com a experiência que adquirimos em governos de excelência, como o governo de Geraldo Alckmin (em São Paulo), como o governo de Minas e tantos outros espalhados pelo Brasil.”

O presidenciável tucano defendeu a estabilidade, as privatizações e a modernização da economia. “Eles são o partido da instabilidade, da perda de credibilidade, da alquimia fiscal, da não transparência dos dados”, criticou. No campo da gestão, Aécio voltou a apontar o setor privado como “um parceiro essencial aos investimentos”, sobretudo em infraestrutura. E não poupou o PT de novas críticas. “Prezamos o planejamento. Eles não, eles demonizaram o setor privado até onde puderam e são o governo do improviso. Por isso, o Brasil é hoje um cemitério de obras inacabadas por onde você anda”, disse.