• Agenda

    janeiro 2020
    S T Q Q S S D
    « out    
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    2728293031  
  • Categorias

  • Mais Acessados

    • Nenhum
  • Arquivo

  • Minas em Pauta no Twitter

    Erro: Assegure-se de que a conta Twitter é pública.

Pesquisa Ibope e Datafolha mostra desconfiança no ninho tucano

Aliados de Aécio acreditam que os apoios de Marina Silva e da família de Eduardo Campos, ainda não tiveram efeito sobre as intenções de voto.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Apoio de Marina a Aécio e troca de acusações entre ele e Dilma não alteraram intenções de voto

O resultado das pesquisas do Ibope e do Datafolha, divulgados na quarta-feira, foi recebido com desconfiança pela campanha tucana e com alívio pelos petistas. Aliados de Aécio acreditam que os apoios declarados nos últimos dias, de Marina Silva e da família do ex-governador de PernambucoEduardo Campos, falecido em agosto, ainda não tiveram efeito sobre as intenções de voto dos eleitores. Já os petistas comemoram que os fatos positivos para Aécio não tenham repercutido nos levantamentos.

Integrante da campanha de Aécio, o deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP) diz acreditar que a mais recente pesquisa não teria captado ainda os efeitos do apoio de Marina e da família do ex-governador de PernambucoEduardo Campos, declarados no último fim de semana. O deputado diz que o PT está usando uma estratégia agressiva porque está “desesperado” e que, mesmo assim, Aécio se mantém estável nas pesquisas. Duarte lembra, porém, que é preciso usar “sandálias da humildade” e evitar euforia de vitória antecipada.

— As pesquisas não captam o ato reflexivo do eleitor na reta final. A pesquisa que antecedeu a eleição mostrou isso claramente. Aécio vai crescer muito mais porque tem a seu lado o eleitor indignado com a corrupção, a inflação, o país que não cresce — afirmou.

presidente do PSDB de Minas Gerais, deputado Marcus Pestana, afirma que, apesar da campanha de “vale-tudo” que acusa do PT de estar fazendo, Aécio irá subir nos próximos levantamentos, e destaca que a campanha tucana continuará investindo em temas para polarizar contra o PT, como mudança na forma de fazer política, situação da economia, corrupção, em particular na Petrobras, gestão e liderança para executar reformas necessárias.

— Acho que os institutos estão com uma postura conservadora de não apostar em viés de decisão, mas temos notícia de uma situação mais favorável para o Aécio. Tivemos uma semana ainda não totalmente drenada pela sociedade, com o anúncio de apoio de Marina e da família Campos, o PSB, que ainda vai produzir um efeito grande. E teve uma pancadaria do PT em cima do Aécio, uma campanha extremamente radical, raivosa, mostra que eles sabem que estão muito atrás — pontuou Pestana.

DILMA NÃO FALOU TUDO AINDA, DIZ PETISTA

O líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), afirmou que o resultado da pesquisa traz alívio para os petistas, que tinham uma expectativa de que os recentes anúncios de apoio a Aécio tivessem uma repercussão já neste levantamento. O deputado dá o tom de que o PT deverá continuar partindo para o ataque contra o tucano.

— Essa eleição vai se definindo a cada momento, a recomendação à militância é trabalhar até o último minuto a eleição da Dilma. Os dados trazem um alívio, pelo que se ouvia dizer por aí parecia que Aécio estava com 70, e Dilma com 30. Se está empatado, então é bom. Mostra que tem gente do PSB e da Marina se dividindo. Aécio está usando a mesma postura da Marina, tentando se colocar como vítima, e isso é ruim para ele. O povo não é bobo, o que a presidente Dilma fala tem comprovação, documentos, e o debate serve para isso. E ela não falou tudo ainda! — ameaça o petista.

O senador Humberto Costa, líder do PT no Senado, também comemorou o resultado. Para Costa, o acúmulo de fatos positivos ocorridos nos últimos dias para Aécio, com o anúncio de apoios e os fatos negativos para Dilma, com mais denúncias de corrupção na Petrobras poderiam ter produzido uma vantagem para o tucano, o que acabou não ocorrendo neste último levantamento.

— Achei excelente o resultado, pode até ser estranho, mas ao longo da última semana Aécio só acumulou fatos positivos e nós alguns negativos. Tudo que aconteceu semana passada foi favorável a ele. E mais, a rejeição dele cresceu e acho que depois do debate de ontem a tendência é a gente abrir vantagem — defende Costa.

Aécio tem propostas em defesa das mulheres

Em entrevista, Aécio falou suas propostas em defesa das mulheres, além do plano de governo, segurança pública e a última pesquisa Ibope.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

São Paulo (SP) – 17-09-14

Assuntos: eleições 2014; propostas para as mulheres; programa de governo; economia; segurança pública

Sobre propostas para as mulheres.

Estamos hoje aqui lançando um conjunto de propostas para as mulheres brasileiras. Que passa, em primeiro lugar, pela ampliação do número de creches, aquilo que o atual governo prometeu e não fez, políticas de saúde da mulher, políticas preventivas. Vamos levar o programa que já existe em São Paulo, que previne o câncer de mama para todo o Brasil. Políticas no campo da habitação, vamos priorizar as faixas de até três salários mínimos sempre focado nas mulheres, que hoje são responsáveis por mais de 40% dos lares brasileiros. Na área de segurança, políticas que vão enfrentar a inaceitável violência contra as mulheres que persiste hoje, infelizmente, no Brasil. O governo federal não vai se omitir em relação a essa questão e vai ter um programa que vai apoiar os Estados a ampliar o número de delegacias das mulheres e vai cobrar a punição, e a punição efetiva, daqueles que promovem este tipo de violência. Há um conjunto de propostas construído em debates pelo Brasil afora que nenhuma outra candidatura apresentou até aqui. Propostas que vão permitir uma inserção cada vez maior da mulher no mercado de trabalho, inclusive com qualificações específicas para as mulheres, para que elas possam empreender. Hoje foi o momento de afinarmos essas propostas que serão lançadas nos próximos dias.

Sobre a diminuição da idade de 50 para 40 anos para as mulheres fazerem o exame de mamografia.

Vamos criar 500 clínicas de especialidade no Brasil com os recursos da proposta, que está sendo aprovada pelo Senado Federal, que garante 10% das receitas brutas da União para a saúde. Vamos focar nas mulheres. E o programa de São Paulo é exemplo de um programa que pode ser apoiado pelo governo federal. Será algo feito em parceria. É possível sim diminuir a idade e levar através, inclusive de carretas, de um equipamento móvel, às regiões mais distantes do Brasil essa ação preventiva. E essa ação preventiva é que vai impedir que continuemos a ter um índice hoje assustador, de dez mil mortes anualmente no Brasil, apenas por causa do câncer de mama.

Sobre o programa de governo.

O meu programa é coerente com o que eu fiz a minha vida inteira. O meu programa não tem colagens, não tem improvisos, não terá erratas. O meu programa não muda de posição em relação à compressão da questão econômica, em relação a valores, em relação à descentralização. É a política de saúde. Temos um número tão grande de contribuições que estamos dando a elas o formato adequado. Vou lançar no momento em que ele estiver pronto.

Sobre economia e investimentos.

Economia é confiança. Economia é expectativa. Se temos recrudescimento da inflação, é porque há uma expectativa que ela vai aumentar lá na frente. Se temos uma diminuição dos investimentos, é porque há uma expectativa de que o Brasil não cumpre contratos e de que o Brasil não respeita as regras. A nossa candidatura, e a nossa eleição, é a única que tem condições de sinalizar para retomar os investimentos no Brasil, a partir de uma política fiscal transparente, a partir da previsibilidade das nossas ações, do resgate das agencias reguladoras.

A atual candidata, a presidente da República, do PT, perdeu todas as condições de sinalizar de forma positiva para os mercados e para o retorno da geração de empregos no Brasil. E a outra candidata não adquiriu essas condições. O Brasil tem nas suas mãos três alternativas absolutamente distintas. E a nossa é aquela que, com gente qualificada, com um projeto coerente com a nossa historia, com a experiência adquirida em inúmeras gestões Brasil afora, é aquela que sinaliza para a mudança segura, para a mudança real que o Brasil precisa viver. Não se trata mais de uma opção sequer partidária.

Trata-se de optar entre aquilo que fracassou, que é o governo do PT, que não tem mais condições de sinalizar para um futuro de crescimento, de melhores dos indicadores sociais no Brasil, e uma outra candidatura que não se construiu a tempo, que não apresenta uma proposta exequível, até porque não se sabe com quem governará. A nossa, que, obviamente, enfrentará também dificuldades lá adiante, é a única proposta que nos levará a um crescimento seguro, retorno dos empregos e a melhoria dos nossos indicadores sociais.

Sobre segurança pública.

O Brasil tem um numero grande de parcerias com esses países e não cobra, em contrapartida, nenhuma ação efetiva desses países para coibir a produção de drogas, que atravessa as nossas fronteiras de forma absolutamente livre e vem matar vidas aqui no Brasil. Vem esfacelar famílias aqui no Brasil. Temos que tratar a questão da segurança pública em um plano mais amplo, que começa pela garantia que os recursos aprovados cheguem aos Estados, cheguem à ponta, cheguem ao cidadão, o que não vem acontecendo hoje. Passa pela reforma do nosso código penal e do nosso código de processo penal, para acabar com a sensação de impunidade que existe aí. Passa por um controle mais efetivo das nossas fronteiras, numa parceria com a Polícia Federal, revigorada, e com as forças armadas e, também, numa relação diferenciada com os países produtores de drogas. Não herdaremos no nosso governo financiamentos, nem estabeleceremos parcerias com países que não tiverem internamente um programa confiável de diminuição, de inibição do combate às drogas ou da produção de drogas nesses países. Isso para mim é absolutamente claro.

Isso seria a partir do início do governo?

Isso é até antes do governo, estou sinalizando de forma muito clara. Vamos ter uma conversa em um nível diferenciado com os países que aceitam a produção ou de droga ou de matéria prima de drogas no seu território sem qualquer tipo de ação governamental. Chega de fazermos vista grossa a isso, porque, senão, todo o esforço e recurso gasto aqui vai ser insuficiente para diminuirmos esse genocídio que acontece no Brasil.

São 56 mil mortes apenas no ano passado, 30 mil de jovens, e de jovens negros na periferia das grandes cidades, boa parte deles. E o que está em torno disso é a droga, agora essa epidemia do crack, já se fala em um milhão de pessoas dependentes do crack hoje, e a matéria prima disso tudo não é feita no Brasil. Ou cuidamos disso com a autoridade de quem vai conduzir, no meu caso, uma política externa não para ser gostado pelos países vizinhos, como fez o PT, pelo menos em relação a alguns deles, mas para ser respeitado por esses países.

Eu conduzirei uma Política Nacional de Segurança Pública como presidente da República. Não irei terceirizar responsabilidades, porque essa é uma questão afeita a todos os brasileiros, não apenas aos governos estaduais. O atual governo assiste ao crescimento da criminalidade, da violência, terceirizando responsabilidades, não executando orçamento desegurança publica. Isso no meu governo vai ser diferente.

Sobre pesquisa Ibope.

Percebo de forma muito clara nas minhas viagens, nas minhas conversas, nos encontros que faço, mas percebo nas nossas pesquisas também. Começa a haver um sentimento claro hoje de que não basta a mudança. A mudança é essencial. Espero que ela possa acontecer. Mas vai ficando claro que quem tem as melhores condições de vencer as eleições no segundo turno e fazer essas mudanças somos nós, pela consistência das nossas propostas, pelo que representamos. Cada vez mais acredito que quem vencerá o PT no segundo turno seremos nós. E mais do que isso, que tem condições de implementar uma nova ação de governo que rompa com tudo isso, seja em relação à questão ética, seja em relação à ineficiência, ao aparelhamento da máquina pública, essa visão distorcida de mundo, que orienta a política externa do PT, somos nós. Cada vez vai ficando mais claro que temos não apenas condições de vencer as eleições melhores do que a outra candidata, mas condições de fazer a mudança segurança que o Brasil merece.

Pesquisa: Aécio diz estar confiante em vitória no segundo turno

Para Aécio, resultado da pesquisa Ibope é positivo e revela aumento do crescimento de eleitores que vão votar no PSDB

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Para Aécio, resultado do Ibope é positivo e mostra que a campanha está crescendo

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, avaliou nessa sexta-feira (08/08) como positivo o resultado da pesquisa Ibope. A pesquisa mostrou o crescimento do nome de Aécio na intenção de votos do eleitorado. O candidato ressaltou que o levantamento indica que a campanha está aquecendo com possibilidade desegundo turno e chance de vitória.

“[A pesquisa é] é extremamente positiva, até porque nós estamos ainda aquecendo os motores da campanha eleitoral, a campanha efetivamente ainda não começou e nosso nome vem crescendo de forma muito consistente”, afirmou Aécio durante visita a Botucatu (SP), acompanhado do governador de São Paulo e candidato à reeleição Geraldo Alckmin (PSDB) e de José Serra, que concorre ao Senado pelo partido

Em seguida, Aécio acrescentou que: “Por isso, tenho muita confiança de que nós estaremos no segundo turno e vamos vencer essas eleições para iniciarmos um novo ciclo de governo no país”.

Pelo resultado da última pesquisa Ibope, divulgada ontem, Aécio cresceu três pontos em relação ao último levantamento, enquanto a candidata à reeleição pelo PT cresceu apenas um. Aécio está agora com 36% das intenções de voto – tinha 33% na última pesquisa –, e Dilma, com 42%. Considerando a margem de erro, a diferença entre eles pode ser de apenas dois pontos percentuais.

No primeiro turno, 23% dos eleitores declaram intenção de voto em Aécio Neves. A candidata do PT tem 38% dos votos. A margem de erro é de dois pontos. Em julho, Dilma Rousseff tinha os mesmos 38% das intenções de voto, ante 22% de Aécio Neves.

A pesquisa mostrou ainda que a taxa de rejeição de Aécio está em queda: foi de 16% para 15%. A de Dilma se manteve em 36%.  A pesquisa foi encomendada ao Ibope pela TV Globo, que divulgou os dados nessa quinta-feira (07/08). Foram ouvidas 2.506 pessoas entre os dias 3 e 7  de agosto, em todo o Brasil

Aécio destacou que sua candidatura representa o novo momento político. Ele rejeitou a sugestão de monopólio em relação a temas e ideologias. “O exclusivismo não faz bem para ninguém. Até me lembro, lá atrás, quando o PT se julgava um exclusivista da ética e dos bons costumes. Deu no que deu. Quando falo novo, é a renovação das ideias. É a capacidade de olhar para o futuro”, afirmou.

Aécio lamentou as afirmações da candidata à reeleição pelo PT, presidente Dilma Rousseff (PT), que chamou de pessimistas os críticos de seu governo.

Então, somos mais de 75% de pessimistas. Mas é bom que fique claro: o pessimismo não é em relação ao Brasil. O Brasil está aí com todas as condições de retomar um ciclo virtuoso. O pessimismo é em relação ao governo, a este governo que fracassou na condução da economia, na gestão do Estado e fracassou também na melhoria dos nossos indicadores sociais”, ressaltou.

Intenções de voto: Aécio cresce 7% entre mais pobres, aponta Ibope

Pré-candidato do PSDB, Aécio teve melhor performance dele entre os eleitores mais pobres — com renda entre um e dois salários mínimos.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Dilma sobe entre os mais ricos, e Aécio melhora junto aos pobres

Para especialistas, nova classe média teme riscos; tucano atrai desiludidos

A reação da presidente Dilma Rousseff registrada pela pesquisa Ibope foi alavancada principalmente pelas intenções de voto de um eleitorado que está longe de ser o tradicional do PT. Foi no grupo dos eleitores mais ricos — o que na metologia usada pelo Ibope inclui majoritariamente a classe média brasileira — que Dilma teve seu maior crescimento no último mês. Em sentido oposto seguiu o pré-candidato do PSDBAécio Neves. A melhor performance dele, em comparação ao levantamento de abril, deu-se junto aos eleitores que estão entre os mais pobres — aqueles com renda entre um e dois salários mínimos. Eduardo Campos (PSB) registrou o mesmo ritmo de crescimento nos dois grupos.

Leia também:

Ibope: Aécio é o que mais cresce em pesquisa

O aumento de intenções de voto de Dilma entre os mais ricos e de Aécio entre os mais pobres já havia aparecido na sondagem do Datafolha no início do mês. A pesquisa Ibope vem confirmar essa tendência que, para especialistas ouvidos pelo GLOBO, é curiosa e precisa ser acompanhada de perto nos próximos levantamentos para ter suas causas entendidas.

Segundo o IbopeDilma cresceu 12 pontos percentuais entre os eleitores com renda acima de cinco salários mínimos, passando de 26% em abril para 38% em maio. Com a escalada, ela superou Aécio. No mês passado, os dois estavam empatados nesse segmento. O tucano oscilou um ponto para baixo e tem hoje a simpatia de 25% dos eleitores.

O maior crescimento de Aécio, de sete pontos, aconteceu entre os entrevistados mais pobres, historicamente ligados ao PT. Ele saltou de 10% das intenções de voto para 17%.

Algumas hipóteses foram levantadas para o fenômeno. Para a professora de Ciência Política da Universidade Federal de São Carlos (UfscarMaria do Socorro Sousa Braga, a melhora de Dilma entre os que ganham mais pode ter relação com a nova classe média.

— Esse é o conjunto do eleitorado mais preocupado com a ameaça de retrocesso. Esse é o eleitor mais suscetível ao discurso do medo que o PT levou a TV nos últimos dias — afirmou.

Programa de TV funcionou

Para o professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em marketing político Paulo José Cunha, o avanço de Dilma pode ser explicado também pelo perfil conservador desse eleitorado.

— É um eleitor que até quer mudanças, mas não quer correr riscos.

Já o crescimento de Aécio entre os mais pobres, para Cunha, indica que o tucano “estaria conseguindo conquistar, com o discurso sobre corrupção, os decepcionados com o governo, embora beneficiários de programas sociais”.

Apesar dessas movimentações, Dilma continua tendo no eleitorado mais pobre seu maior capital eleitoral, com apoio de mais de 40% dos entrevistados, enquanto Aécio tem maior adesão entre os mais ricos.

Cientista Político, Rubens Figueiredo atribuiu o crescimento geral de Dilma na pesquisa ao programa exibido pelo PT na semana passada.

— Não fosse a propaganda do PT, que foi impactante, Dilma teria dificuldades para se recuperar.

Eleições 2014: Ibope mostra que Aécio tem maior crescimento

Segundo o Ibope aumentam as chances de segundo turno e começa a diminuir o número de votos nulos e brancos. Dilma tem a maior rejeição

Eleições 2014: Dilma se recupera após propaganda, mas adversários sobem mais, mostra a pesquisa

Fonte: O Estado de São Paulo

Presidente sobe de 37% para 40%, mas Aécio e Campos têm maior crescimento, e diferença da petista para rivais cai para 4 pontos

A sequência de programas partidários na TV despertou mais eleitores para a eleição presidencial e derrubou a parcela de votos brancos e nulos, que estava no patamar mais alto da história recente. Última a aparecer na propaganda, Dilma Rousseff (PT) melhorou de 37% para 40% sua taxa de intenção de votos entre abril e maio, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira, 22. Seus adversários diretos, porém, cresceram maiso que eleva as chances de segundo turno.

No cenário com a lista dos oito pré-candidatos que já manifestaram intenção de concorrer, Aécio Neves (PSDB) subiu de 14% para 20% e Eduardo Campos (PSB), de 6% para 11%. A vantagem que Dilma tinha sobre a soma dos adversários diminuiu de 13 pontos porcentuais para apenas 4. Para se reeleger já no primeiro turno, ela precisará da maioria absoluta dos votos válidos (metade mais um) em outubro.

A pesquisa mais recente do Ibope foi feita entre os dias 15 e 19 de maio. No dia 13, o PT começou a exibir na televisão uma polêmica peça de propaganda com o mote “O Brasil não quer voltar atrás”, na qual exaltou o risco da “volta dos fantasmas do passado”, entre eles o do desemprego. Na noite do dia 15, o partido teve 10 minutos em rede no horário nobre, no qual levou esse vídeo de novo ao ar, além de discursos de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A pesquisa atual do Ibope também capta os efeitos do programa de 10 minutos do PSDB, exibido no dia 17 de abril. O levantamento anterior do instituto havia sido encerrado no dia 14, três dias antes de os tucanos ocuparem o horário nobre para promover Aécio. Já o PSB de Campos foi à TV no fim de março.

Com essa invasão da propaganda partidária nos meios de comunicação, a soma de quem pretendia votar em branco, anular ou não sabia responder despencou entre as pesquisas Ibope de abril e maio. Foi de 37% para 24% e voltou ao patamar histórico esperado para esta época da campanha eleitoral.

Foi na faixa do eleitorado com renda superior a 5 salários mínimos que Dilma se recuperou mais. Nesse grupo, a presidente foi de 26% a 38% das intenções de voto, enquanto Aécio oscilou um ponto para baixo, de 26% para 25%. Nas demais faixas de renda, Dilma tem pior desempenho entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos. Apenas 35% desses eleitores pretendem votar na presidente. Seu melhor desempenho é entre os mais pobres: 56% dos eleitores que ganham até 1 salário mínimo por mês declaram voto na petista.

No corte por regiões, Dilma vai pior no Sudeste, seguindo a tradição dos candidatos petistas desde 2006. Ela tem hoje 33% das intenções de voto na região, contra 24% de Aécio e 8% de Campos. É no Nordeste que Dilma e Campos se saem melhor, com 51% e 15%, respectivamente. Aécio tem 11% entre os nordestinos.

Dilma ampliou sua taxa de intenção de votos no último mês, mas não conseguiu reduzir a parcela do eleitorado que não admite votar nela de jeito nenhum  –  o porcentual ficou estável, em 33%. Já a situação de seus adversários melhorou: a rejeição a Aécio caiu de 25% para 20%, e a Campos, de 21% para 13%.

A pesquisa ouviu 2.002 eleitores em 140 municípios. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%  –  ou seja, há 95% de probabilidade de os números retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. O levantamento foi custeado pelo próprio Ibope e registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00120/2014. / COLABORARAM RODRIGO BURGARELLI E DIEGO RABATONE

Aécio e Itamar chegam na reta final da campanha na liderança das pesquisas para o Senado

Aécio e Itamar lideram todas as pesquisas para o Senado

Fonte: Coligação “Somos Mians Gerais”

O ex-governador Aécio Neves e o ex-presidente Itamar Franco lideram todas as pesquisas em Minas para o Senado Federal.  Os números divulgadas hoje (23/09) pelos institutos EM Data e DataTempo/CP2  confirmam que eles têm a preferência dos eleitores no Estado. Neste ano, a população irá votar para dois senadores.
O EM Data mostra que Aécio Neves lidera as intenções de voto com 68%, seguido por Itamar Franco, com 40% das intenções. A pesquisa foi realizada ente os dias 19 e 21 de setembro, com 1.100 eleitores de 51 cidades. A margem de erro é de três pontos percentuais. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) com o número 73.763/2010.

DataTempo
Os números do DataTempo/CP2 também confirmam a liderança do ex-governador e do ex-presidente na disputa pelas duas vagas ao Senado. Aécio Neves lidera com 68,9% das intenções de voto. Em segundo lugar, está Itamar Franco com 40,3%. O número de indecisos, segundo o DataTempo/CP2 representa 11,1%.
A pesquisa DataTempo/CP2 ouviu 2.062 pessoas entre os dias 17 e 20 deste mês. A margem de erro de 2,16%. A pesquisa está registrada no TRE-MG com o número 31.334/2010.

Ibope
Os números divulgados hoje para a eleição ao Senado confirmam a liderança de Aécio e Itamar já mostrados pelo Ibope. Na pesquisa divulgada na última quarta-feira, Aécio Neves tem 67% das intenções de voto dos eleitores mineiros. O ex-presidente e ex-governador Itamar Franco também ficaria com uma das duas vagas ao Senado, segundo o Ibope. Ele tem 44% das intenções de voto.

A pesquisa Ibope foi realizada entre os dias 18 e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Foram ouvidos 2.002 eleitores. A pesquisa está registrada no TRE-MG com o número 73.370/2010.

Hélio Costa censura jornalista Lauro Jardim, da revista Veja, por ter antecipado subida de Anastasia em pesquisa Ibope

Anastasia realmente subiu; Costa realmente desceu

Fonte: Lauro Jardim – Revista Veja

Hélio Costa conseguiu uma liminar na Justiça no fim de semana para que fosse retirada do ar a nota Anastasia sobe; Costa desce, publicada sexta-feira no Radar On-Line. A nota, já retirada do site por ordem judicial, revelava que uma pesquisa do Ibope concluída naquele dia mostrava Costa em queda e Antonio Anastasia crescendo. E cravava que a diferença entre os dois já beirava dois dígitos.

Dito e feito: o Ibope acaba de divulgar o resultado de uma pesquisa encomendada pela Rede Globo. Deu 41% para Anastasia e 32% para Hélio Costa. Ou seja, os “quase dois dígitos” da nota publicada na tarde de sexta-feira e censurada a pedido de Costa. A mordaça de Costa teve pernas curtas.