• Agenda

    agosto 2019
    S T Q Q S S D
    « out    
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728293031  
  • Categorias

  • Mais Acessados

    • Nenhum
  • Arquivo

  • Minas em Pauta no Twitter

    Erro: Assegure-se de que a conta Twitter é pública.

  • Anúncios

PSDB: Sérgio Guerra diz que Dilma invadiu BH

“Dilma invadiu BH” – entrevista com Sérgio Guerra, presidente do PSDB

Por Redatores da Turma do Chapéu

O deputado federal Sérgio Guerra, presidente do PSDB, comenta a entrada de Dilma Rousseff na campanha eleitoral de Belo Horizonte, impondo a candidatura de Patrus Ananias e forçando uma intervenção fracassada de Gilberto Kassab no PSD de BH.

Sérgio Guerra também comenta o naufrágio do PT, que vem colocando nomes fortes na disputa para evitar o encolhimento do partido nas eleições municipais.

\"Presidente

Sérgio Guerra, presidente do PSDB – Foto: Paula Sholl

‘Dilma invadiu BH e deu peso nacional à disputa’

O Estado de São Paulo, 06/08/2012

Tucano critica PT pelo lançamento de Patrus na cidade e diz que Aécio ‘lidera campanha contra invasores de Minas’

O presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), acusa o PT e a presidente Dilma Rousseff de terem feito “uma invasão ilegítima em Minas Gerais”, ao lançarem o ex-ministro Patrus Ananias para a prefeitura e terem obrigado o presidente do PSD, Gilberto Kassab, a intervir no partido para apoiar o petista. Para o tucano, a ação de Dilma deu importância nacional à eleição na capital mineira. O adversário de Patrus é o prefeito, Marcio Lacerda (PSB), apoiado pelo senador Aécio Neves, potencial candidato a presidente pelo PSDB em 2014. “Aécio lidera a campanha contra o mundo do PT e os invasores”, diz Guerra.

Com a entrada da presidente Dilma Rousseff na campanha de BH, o eixo do duelo nacional muda de São Paulo para Minas?

São Paulo é uma eleição importantíssima pelo peso do PSDB, pelo peso do PT, pelo tamanho de São Paulo, pela relevância de José Serra. Mas Belo Horizonte ganha importância similar. O PT e a presidente Dilma fizeram uma invasão ilegítima em Minas, com o grupo que os acompanha. Isto demonstra o caráter autoritário e antidemocrático desse grupo. O PSD está no meio disso e vai se dar mal.

O PSD está com Serra em São Paulo, mas interveio em BH para se afastar do senador Aécio Neves e se aliar ao PT. O PSD está com Serra ou com Dilma?

Nos últimos 40 dias, o PT descobriu o naufrágio do partido nas eleições municipais. Como só liderava em Goiânia, o senador e ex-governador do Piauí Wellington Dias foi empurrado para ser candidato em Teresina. Do mesmo modo, o Humberto Costa, que é um senador reconhecidamente importante, foi levado a ser candidato na marra em Recife. Em BH é mais grave. O conjunto das forças que estão em torno do PT e que incorpora o PSD invadiu Minas.

Mas afinal, o PSD não é nem Serra, nem Dilma?

Não sei, sobre o PSD sei muito pouca coisa. Não é nem esquerda, nem direita e nem do centro.

O governador Eduardo Campos, presidente do PSB, é hoje uma liderança em ascensão…

Mas a situação dele hoje não é boa. Está ameaçado de perder no Recife; não tem o Ceará; não fez papel bonito em São Paulo. E perdeu o candidato em Belo Horizonte, que hoje é do Aécio.

O sr. antevê um cenário de disputa entre Campos e Aécio na sucessão presidencial de 2014?

Se houver um naufrágio no PT, sim. Mas eu não acredito nisso.

O PSDB avalia que Dilma está fazendo um bom governo?

Não. Ela está bem com a opinião pública, com esse negócio de discurso moralista. Mas a economia está piorando a cada dia. Já não é mais impressão, é realidade. Está com um “PIBinho”, sem dinheiro para pagar contas. A arrecadação está caindo e as empresas estão sem querer ajudar nas campanhas.

Há críticas em relação ao comportamento de Aécio como presidenciável…

Ele acaba de dar uma grande resposta: lidera nossa campanha em Belo Horizonte contra o mundo do PT e os invasores de Minas Gerais.

O sr. prevê uma campanha de ânimos acirrados entre tucanos e petistas por causa do mensalão?

As eleições municipais terão sempre o viés local. Mas o mensalão é a marca de um partido que começa a definhar, por excesso de força e falta de argumentos. Toda vez que essa questão volta à tona, os débitos são óbvios para o PT e seus líderes. A forma como esse tipo de discussão vai se dar e refletir nas eleições, sinceramente, não sou capaz de prever.

Havia uma expectativa de que PSDB e DEM se aliassem pelo menos em cinco capitais. Por que o saldo foi de afastamento?

O DEM tinha dois candidatos que eram favoritos em Salvador e Aracaju. Eles têm nosso apoio. Em outras capitais, como Fortaleza e Recife, o PSDB tem candidato e o DEM também. Nada mais natural e mais equilibrado.

Link da matéria: http://turmadochapeu.com.br/dilma-invadiu-bh-sergio-guerra/

Anúncios

Em Belo Horizonte, Aécio critica postura de Patrus

Aécio oposição, Eleições 2012

Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves

Entrevista do senador Aécio Neves em Belo Horizonte

O Patrus disse que não subirá em palanque onde o senhor estiver na eleição municipal de Belo Horizonte. O senhor tem problema em subir no palanque com ele?

Na verdade, nossos palanques são diferentes sim. O palanque do ex-ministro tem sido o palanque do ex-governador Newton Cardoso, do candidato Hélio Costa nas últimas eleições. Temos que compreender, mais do que o que diz o político, porque ele diz. Compreendo as declarações do Patrus, porque no momento em que ele muda de posição, e muda de forma tão vigorosa de posição, ele era contra a candidatura de Marcio Lacerda, para apoiá-la, ele de alguma forma paga um pedágio interno. Por mais que possa haver alguma incoerência nessas declarações. Porque ele critica o meu governo, a  sua ação social, no momento em que anuncia o apoio ao secretário de Desenvolvimento do meu governo. Portanto, não tenho dúvidas de que ele é bem-vindo na nossa aliança. E tem que vir com o mesmo desprendimento que nós temos. Estamos com Marcio Lacerda porque acreditamos, efetivamente, que ele pode continuar a fazer um belíssimo trabalho em Belo Horizonte ao lado do governador Anastasia. Mas, todos aqueles que quiserem mudar sua opinião e vir conosco, rever sua posição, devem vir com a humildade daqueles que se equivocaram no passado. E a sucessão de equívocos tem sido uma marca das últimas decisões do ex-ministro Patrus.

Não apenas na questão eleitoral, até porque o resultado em Belo Horizonte da chapa da qual ele participou foi pífio. Tiveram 22% dos votos em Belo Horizonte. Porque é uma figura que fez parte da história da cidade e ele, assim como qualquer outro cidadão belo-horizontino, é bem-vindo na nossa aliança.

O Tempo: Campanha de Hélio Costa avalia que filiados e políticos do PT não tiveram empenho pela vitória

“Sem militância, perderemos”

Fonte: O Tempo

Última esperança da coligação é a “onda vermelha” pedindo votos para o PMDB. Campanha de Hélio Costa avalia que filiados e políticos do PT não se empenharam pela vitória

“Nós estamos nas mãos da militância do PT. Ou a militância nos abraça ou perderemos definitivamente”. As frases ditas por um integrante da coordenação de campanha do candidato do PMDB ao governo de Minas, Hélio Costa, resume bem o clima dentro do comitê peemedebista. O sentimento dos integrantes é que a militância petista não se envolveu como poderia na campanha em Minas.

A última esperança de que possa ocorrer uma reviravolta nos rumos da eleição é a chamada “onda vermelha”, movimento no qual a militância petista se mobiliza e vai às ruas pedir votos para seus candidatos. Nos bastidores, os peemedebistas acreditam que só essa manifestação por parte dos mais de 100 mil filiados ao PT no Estado pode reverter a desvantagem de Hélio frente ao rival Antonio Anastasia (PSDB).

Há reclamações também em torno de um suposto “corpo mole” de deputados federais petistas mais ligados à militância. “Há aqueles que não fizeram rigorosamente nada por nós durante essa campanha”, afirma o integrante da coordenação de campanha de Hélio Costa. O presidente estadual do PT, deputado federal Reginaldo Lopes, não foi encontrado pela reportagem para falar sobre o assunto.

ARESTA. A sinalização de que a militância petista não entrou de cabeça na campanha foi dada pelo candidato a vice de Hélio, Patrus Ananias (PT). Durante a semana, Patrus admitiu que a militância do partido em Minas está “ferida” e “machucada”. O petista culpou as eleições de 2008, quando o ex-prefeito Fernando Pimentel (PT) se aliou ao ex-governador Aécio Neves (PSDB) para eleger Marcio Lacerda (PSB).

Dilma e Lula contrariam a expectativa
A visita que o candidato do PMDB ao governo de Minas, Hélio Costa, esperava da presidenciável petista Dilma Rousseff não vai ocorrer na reta final da campanha. Inicialmente, o peemedebista esperava Dilma ontem. Depois, a previsão era que ela estivesse no Estado hoje. Entretanto, nenhuma das viagens da petista a Minas foi confirmada.

As agendas de ontem de Hélio e seu vice, Patrus Ananias (PT), previam, originalmente, a participação de Dilma. Os dois foram a Nanuque, Governador Valadares, Bocaiuva e Montes Claros. A expectativa da campanha do peemedebista era que Dilma estivesse em Governador Valadares e Montes Claros.

Na reta final da corrida eleitoral, Dilma e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não compareceram a Minas Gerais para fazer campanha, como queria a coordenação da coligação de Hélio Costa.

PT partido em Minas: Patrus Ananias culpa militância por queda de Hélio Costa

Militância ferida explica queda

Fonte: Rodrigo Freitas – O Tempo

De acordo com o candidato a vice na chapa de Hélio Costa, eleição de 2008 não foi esquecida

O candidato a vice na chapa de Hélio Costa (PMDB) ao governo de Minas Gerais, Patrus Ananias (PT), justificou ontem a subida nas pesquisas do principal adversário, Antonio Anastasia (PSDB), na região metropolitana de Belo Horizonte. Segundo Patrus, a militância petista em Minas está “ferida” e “machucada” depois das eleições de 2008, quando o PT deixou o comando da Prefeitura de Belo Horizonte nas mãos do PSB.

“O PT tinha a prefeitura e nós abdicamos de manter essa liderança na capital. Eu sinto, no contato com a militância, que isso, infelizmente, fragilizou o nosso partido e a nossa militância em Belo Horizonte e, por conseguinte, em todo o Estado de Minas Gerais”, disse Patrus.

O petista afirmou ainda que, nesta reta final de campanha, está nas ruas para tentar animar novamente os militantes do PT. “Nós estamos agora na rua exatamente para levantar o ânimo da militância do PT, dos partidos que somam conosco e também da militância das pessoas de boa vontade”, afirmou o candidato a vice-governador.

Em suas declarações, Patrus não citou o nome do ex-prefeito e candidato ao Senado, Fernando Pimentel (PT), que idealizou a aliança responsável pela eleição do prefeito Marcio Lacerda (PSB) com o ex-governador e candidato ao Senado Aécio Neves (PSDB). Em 2008, Patrus Ananias foi contra a aliança.

Desânimo
Questionado sobre se as últimas pesquisas, que apontam a ampliação da vantagem de Anastasia sobre Hélio, estão desanimando o candidato, Patrus foi enfático e negou categoricamente. “Não senti isso”, afirmou Patrus, dizendo ainda que o peemedebista está “animado” e “bem disposto” para os últimos dias da corrida eleitoral.

Influência
Patrus voltou a criticar o poder do governo estadual sobre os prefeitos do interior, referindo-se ao chamado “Partido do Palácio da Liberdade”. “Eu sempre soube que não é fácil disputar com um partido secular em Minas, que é o Partido do Palácio da Liberdade, com o governador disputando a reeleição”, disse.

Leia no original: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1802&IdCanal=1&IdSubCanal=&IdNoticia=152277&IdTipoNoticia=1

Patrus Ananias, ressentido, joga a toalha e volta a responsabilizar Fernando Pimentel por desempenho de Hélio Costa

Patrus responsabiliza Pimentel por eventual derrota em Minas

Fonte: Paulo Peixoto – Folha de  S. Paulo

Para candidato a vice-governador, aliança com Aécio para eleger prefeito de BH em 2008 fragilizou a militância petista na cidade

O ex-ministro Patrus Ananias (PT), candidato a vice-governador de Minas na chapa de Hélio Costa (PMDB), nem esperou a eleição para acusar o ex-prefeito Fernando Pimentel (PT) por eventual derrota para o governador Antonio Anastasia (PSDB), que tenta reeleição.

Patrus disse que foi um equívoco a aliança que Pimentel fez em 2008 com o então governador tucano Aécio Neves para eleger o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda(PSB). O PT tinha o controle político da capital desde 1992.

“O que há de concreto e objetivo é que tínhamos a Prefeitura de Belo Horizonte e abdicamos de manter essa liderança. Isso fragilizou o nosso partido e a nossa militância em BH. Por conseguinte, [fragilizou a militância] em todo o Estado.”

A declaração foi dada depois que Costa foi ultrapassado por Anastasia em todas as pesquisas -no Ibope, a diferença já é de 13 pontos. Costa perderia no primeiro turno.

A fala expõe o racha no PT entre os grupos de Patrus e Pimentel, originado na última disputa municipal.

“Sinto que a militância do PT ficou machucada com o processo de 2008. Para mim é um processo que está resolvido, mas é sempre bom resgatar para não perder a memória”, disse o ex-ministro.

Para Patrus, a situação da aliança PMDB/PT na eleição se complica ainda mais quando eles têm que enfrentar a força política do Palácio da Liberdade, que o ex-ministro definiu como sendo um “partido secular”.

A divisão foi acentuada em 2009 quando os grupos de Patrus e de Pimentel mediram forças pelo controle do partido. Pimentel emplacou o presidente do PT-MG e tem maioria no diretório estadual. Neste ano, ele bateu Patrus na prévia e foi indicado pré-candidato ao governo.

A intervenção do PT nacional, com a chancela do presidente Lula, porém, tirou de Pimentel a candidatura, e o PT-MG foi empurrado para a aliança com Costa. Novamente, Lula agiu e convenceu Patrus a ser vice de Costa e indicou Pimentel para ser candidato ao Senado.

Pimentel não quer comentar a fala de Patrus.

Folha: Antonio Anastasia lembra que ministério de Patrus apontou Minas como o Estado líder na implementação do Sistema Único de Assistência Social

Convergência e afirmação de Minas

Fonte: Folha de S. Paulo

No centro da inovação do nosso modelo está a ideia-força da gestão de qualidade, com planejamento rigoroso e qualidade nos gastos públicos

A ampla aliança que se formou em Minas em apoio ao nosso projeto político não nasceu ontem, apenas para atender a urgência ou as circunstâncias da disputa eleitoral em curso. Não é fruto de intervenções de cúpula, vetos partidários ou imposições travestidas de entendimento, para atender a interesses estranhos a Minas e que nada têm a ver com a vida dos mineiros.

A nossa aliança resulta de grande convergência em torno de um governo sério, solidário, ousado e transformador, que conquistou, nesses últimos anos, com Aécio Neves à frente, a maior aprovação de toda a nossa história, e que agora, se assim os mineiros decidirem nas urnas, terei o desafio de continuar e fazer avançar ainda mais.

Nesse tempo, firmamos parcerias com todos os governos, principalmente com o governo federal, sem qualquer constrangimento político; governamos com todas as prefeituras, mesmo as que estão sob a responsabilidade de prefeitos de oposição; e soubemos compartilhar trabalho, recursos e esforços com múltiplos segmentos da nossa sociedade organizada.

Por isso avançamos tanto.

O amplo reconhecimento sobre a gestão de Minas é ainda mais substantivo porque está respaldado por instituições e autoridades que não estão no nosso campo político. O governo federal, por exemplo, reconheceu a excelência da educação pública de Minas, quando posicionou o Estado em 1º lugar em educação básica, segundo o Ideb.

Na área de assistência social, lembra, enquanto o ranking nacional existiu.

Diversas unidades da Federação buscaram aqui ideias e projetos inovadores, testados e aprovados, como solução para antigos problemas ainda renitentes Brasil afora.

No plano internacional, fomos o único Estado subnacional do mundo convidado a apresentar o nosso modelo de gestão na reunião anual de governança do Banco Mundial.

No centro da inovação do nosso modelo está a ideia-força da gestão de qualidade, com planejamento rigoroso, austeridade fiscal, qualidade nos gastos públicos; ação integrada e efetivo controle de resultados. O ponto de chegada nunca foi outro se não o de governar para melhorar a vida das pessoas.

Por isso, nesse período, tiramos o compromisso com a equidade do papel e do discurso e investimos três vezes mais por habitante nas regiões mais pobres. Os investimentos em educação cresceram 277%; em segurança, 500%; em saúde, 732%. A pobreza caiu 46%; a mortalidade infantil, 22%; e a desnutrição caiu pela metade.

Estamos tirando do isolamento mais de 200 cidades ainda ligadas por estradas de terra; o saneamento subsidiado alcança comunidades que nunca contaram com a efetiva presença do Estado; a energia alcança todo o interior, as localidades mais distantes; a telefonia celular não é mais privilégio apenas das grandes cidades.

A economia mineira cresceu quase sempre acima da média nacional e geramos proporcionalmente mais empregos que a média brasileira. Já alcançamos cinco das oito metas do milênio. E o Ipea projeta que vamos erradicar, três anos antes do país, a pobreza extrema.

Esses são resultados de governo e projeto que têm os pés no presente e preparam o futuro sem se afastar, um só instante sequer, dos nossos valores e da nossa história. Tenho convicção de que esta Minas autônoma, altiva e próspera, senhora do seu destino, pode contribuir muito mais com a construção do Brasil do nosso tempo.

ANTONIO ANASTASIA, 49, advogado, é governador de Minas Gerais e candidato à reeleição pelo PSDB.

Charge – Hélio, Patrus e Newton Cardoso: ET em apuros na reta final da eleição