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Aécio fala sobre ações para desenvolver região Nordeste

Aécio Neves: “No meu governo, assim como foi o de Juscelino Kubitschek, a prioridade absoluta vai ser o Nordeste brasileiro.”

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Itabuna (BA) – 18-09-14

Sobre o Plano Nordeste Forte e compromissos com a região.

A nossa candidatura foi a única que assumiu um compromisso claro com a região Nordeste brasileira. Em primeiro lugar, com a descentralização dos investimentos, portanto, com o favorecimento tributário que permita que empresas e empregos voltem ao Nordeste brasileiro. Uma ação muito firme na segurança pública. Seremos o governo que vai enfrentar o tráfico de drogas, seremos o governo que vai controlar as nossas fronteiras. E estabelecemos uma meta de no máximo em 10 anos reduzirmos em 30% os homicídios da região Nordeste, com investimentos, com parcerias com os Estados e com mudança no código penal, permitindo que, no caso de crimes graves, os jovens acima de 16 anos possam ser punidos com base no código penal.

Por outro lado, teremos um conjunto de ações de estímulo à educação. A nossa meta é que em oito anos a região Nordeste tenha o mesmo nível de educação das regiões mais ricas do Brasil, com investimentos, com qualificação das pessoas, e com resgate de todos os jovens que não concluíram o ensino fundamental e o ensino médio. Meu programa de governo vai dar uma bolsa de estudo de um salário mínimo para que todos os jovens possam concluir, primeiro, o ensino fundamental, e, depois, o ensino médio. Vamos fundar a nova escola brasileira aqui na região Nordeste. Uma escola qualificada, escola que ensine, com currículo regionalizado, bem equipada e com professores valorizados.

E vamos fazer também uma profunda imersão na questão da saúde. Vamos levar a saúde mais próxima das pessoas com as clínicas de especialidades, onde o cidadão ou a cidadã vai ter a sua consulta marcada com antecedência, no mesmo espaço físico vai ter atendimento com o especialista, vai fazer os exames e vai sair dali com os remédios. No meu governo, assim como foi o de Juscelino Kubitschek, outro mineiro que presidiu o Brasil há 60 anos, a prioridade absoluta vai ser o Nordeste brasileiro.

Sobre o fortalecimento do turismo, em especial no Nordeste.

Vamos tratar o turismo como talvez a mais rentável das indústrias que temos, porque o investimento já está aí, a natureza fez em grande parte. O que precisamos é de infraestrutura adequada, de promoção dessa região tanto em outras partes do Brasil, quanto no exterior, e vamos apoiar o setor privado para que possa fazer investimentos que qualifiquem o turismo com hotéis de qualidade, centros de convenções. Vou fazer uma grande parceria com o governador Paulo Souto, na Bahia, com os demais parceiros da região Nordeste, com o prefeito ACM Neto, nosso grande companheiro em Salvador. Juntos, a várias mãos, vamos construir um tempo de maior desenvolvimento, seja no turismo, na indústria, e no agronegócio, com foco muito especial para o pequeno produtor rural.

Sobre o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa.

Nesta época de campanha, existem muitas especulações. Sou amigo do ministro Joaquim Barbosa, que é um grande brasileiro, prestou um extraordinário serviço à democracia brasileira, contrariando, obviamente, os interesses do PT. O Brasil deve muito a ele. Mas não tenho tido nenhuma conversa política com o ministro Joaquim Barbosa, até pelo respeito mútuo que nos une. O que é importante hoje é que o sentimento de Joaquim Barbosa contra a impunidade, pela justiça, pela decência na vida pública, é um sentimento que a nossa candidatura encarna.

Sobre a expectativa para as últimas semanas de campanha.

Estou extremamente otimista. Está chegando aquilo que chamo de a Onda da Razão. As pessoas estão avaliando com maior profundidade o que cada candidatura representa. E a minha candidatura é muito claro o que ela propõe para o Brasil. Ela propõe encerrarmos esse ciclo de governo do PT e iniciarmos um outro ciclo, de desenvolvimento econômico, de melhoria na segurança, na saúde, na educação. Quem pode vencer de verdade o PT e permitir o Brasil voltar a crescer e a vida das pessoas melhorar, é a nossa candidatura. E isso vai ficando cada vez mais claro. Por isso espero que, no dia 5 de outubro, ao lado do meu companheiro ACM Neto, possamos estar no segundo turno e, a partir daí, prontos para vencermos as eleições, pelo bem da Bahia, do Nordeste e do Brasil.

Sobre a região do cacau e a dívida do setor.

Sei da importância da renegociação dessa dívida. Tenho conversado muito sobre isso com o governador Paulo Souto, com o prefeito de Salvador, ACM Neto, com lideranças importantes da região, e vamos sim fazer esse renegociação. Mas mais do que isso, no meu governo, os investimentos em portos, por exemplo, serão no Brasil, como no porto do Sul e alguns outros que visam a melhorar a competitividade de quem produz no Brasil. No meu governo, não vai ter dinheiro para porto em Cuba ou em outras partes. Quero ter um compromisso formal com essa região, porque essa região já ajudou imensamente no desenvolvimento do Brasil. Está na hora de o Brasil reconhecer esse apoio e dar a ela condições de desenvolver as várias atividades tanto na agricultura, mas também no turismo, e também com atração de novos investimentos para cá. Fui o único candidato à Presidência da República que lançou um programa para o Nordeste, chamado [Plano] Nordeste Forte. Que passa por investimentos em segurança pública, e eu, como presidente da República, vou conduzir pessoalmente uma política de segurança pública para acabar com a impunidade, com o tráfico de drogas, e permitir que as famílias vivam com maior tranquilidade. Vamos fazer um programa de resgate dos jovens para que eles possam, qualificados, terem oportunidade de entrar no mercado de trabalho. Vamos cuidar da saúde com maior generosidade, e o principal, vamos fazer o Brasil voltar a crescer. A nossa candidatura é a única que tem as condições de credibilidade para que o Brasil volte a crescer. E, crescendo, vamos voltar a ter os empregos que começam a faltar no Brasil.

Sobre segurança pública.

Temos que tratar a questão da segurança pública sobre várias vertentes. A primeira delas, as nossas fronteiras por onde entram as drogas, por onde entram as armas. Temos que ter uma ação conjunta das forças de segurança, forças armadas e policia federal, para enfrentar o tráfico que vem das nossas fronteiras. Vou estabelecer uma relação altiva com os países produtores de drogas que contrabandeiam essas drogas para o Brasil. Não vamos fazer parcerias com esses países se eles não cuidarem internamente também da produção de drogas. E, em relação à maioridade penal, nos casos de crimes graves cometidos por jovens acima de 16 anos, eles responderão com base no código penal.

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No nordeste, Aécio reafirma compromisso com crescimento do Brasil

Aécio: “Podemos ter aqui, pela localização estratégica de Natal, um aeroporto indústria que seja centralizador de inúmeras outras atividades.”

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Natal (RN) – 21-08-14 (Seguem trechos)

Assuntos: eleições 2014; RN; programa Nordeste Forte; programas sociais;

Sobre agenda em Natal.

Quero dizer que a minha visita hoje ao Rio Grande do Norte, mais uma vez, é para reafirmar o compromisso do nosso governo com a retomada do crescimento do Brasil. Estivemos agora em uma indústria que é exemplo não apenas para o Brasil, mas também para fora do Brasil. O grupo Guararapes, o grupo Riachuelo, demonstra que é possível, sim, competir no Brasil mesmo não tendo o governo condições de oferecer logística e a competitividade necessária para que sejamos cada vez mais competitivos.

Quero reafirmar o meu compromisso com a simplificação do sistema tributário brasileiro. Quero assumir o compromisso com um choque de logística e infraestrutura no Brasil, em especial na região Nordeste, para que quem produza aqui possa ter melhores condições de competir com quem produz em outras regiões do Brasil.

Além disso, vamos dar a segurança jurídica necessária, fortalecendo inclusive as nossas agências reguladoras, para que os investimentos que deixaram de vir para o Brasil retornem para o Brasil. Não podemos nos contentar em sermos o lanterna em crescimento na América do Sul e vendo a inflação de novo corroer o salário dos trabalhadores brasileiros.

A minha mensagem hoje aqui em Natal para os brasileiros de todas as partes do Brasil é de fé no nosso futuro, de confiança na nossa capacidade de readquirir condições de competitividade, crescendo, gerando emprego e renda para todos os brasileiros. Aqui é um exemplo de potencialidades que estão sendo ainda pouco aproveitadas, seja na indústria, seja no agronegócio, seja no turismo, pela falta de investimentos planejados em logística, e por falta do sistema tributário que permita, como disse, o aumento dessa competitividade.

Sobre recursos para a região.

Acredito que as regiões desiguais devem ser tratadas de forma desigual. Só assim vamos diminuir as desigualdades. É preciso que haja planejamento, sim, e estímulos diferenciados para empresas que estejam localizadas nas regiões que não são as mais desenvolvidas no país, desde que tenha um compromisso com a inovação, desde que tenha um compromisso com a empregabilidade e com a competitividade. Essa indústria que visitamos tem esses compromissos, e a população do Rio Grande do Norte é a beneficiária maior desses compromissos.

Sobre a campanha.

A nossa proposta é uma proposta antagônica ao governo que está aí. Queremos substituir o perverso aparelhamento da máquina pública pela eficiência e pela meritocracia. Queremos uma interlocução com o mundo que não seja essa ideológica e atrasada, que tem impedido a abertura de novos mercados para quem produz no Brasil. Queremos políticas sociais que não se contentem apenas com a administração da pobreza, como acontece hoje, mas busquem a sua integração. E queremos eficiência para superarmos o gargalo logístico que hoje existe no Brasil. O nosso adversário é o governo do PT, e quem vai estar no segundo turno somos nós. Não sei se o PT estará. Mas nós estaremos no segundo turno e vamos vencer as eleições.

Sobre a possibilidade de o Rio Grande do Norte ter um aeroporto indústria.

Vejo que temos uma possibilidade enorme de ter aqui um aeroporto indústria, que possa estar produzindo equipamento, por exemplo, para as usinas eólicas em todo o Brasil. Não precisamos estar importando tudo pronto. Podemos ter aqui, pela localização estratégica de Natal, um aeroporto indústria que seja centralizador de inúmeras outras atividades industriais que hoje estão dispersas pelo Brasil. Inclusive com uma legislação específica de importação e de exportação. O Brasil precisa avançar, tem potencialidades desperdiçadas, e estou hoje aqui vendo um exemplo de sucesso. Um absoluto sucesso que vai ter o nosso apoio. Eu serei o presidente do desenvolvimento, do emprego, do crescimento.

Sobre a continuidade dos programas sociais e Nordeste Forte.

Nordeste sempre será prioridade. Não apenas na minha campanha, mas no meu governo. Governei Minas GeraisMinas Gerais é o Estado que tem o maior número de munícipios do Brasil e temos, para muito orgulho nosso, um Nordeste no nosso território. Temos os vales do Jequitinhonha, do Mucuri, o Norte mineiro, que têm um IDH médio ainda abaixo da média do Nordeste. Eu terminei meu governo tendo investido três vezes mais por cidadão per capita nessa região do que nas regiões mais desenvolvidas. Essa será uma região prioritária não apenas na campanha, mas também no nosso governo.

E, no próximo sábado, estaremos lançando em Salvador um programa que estou chamando de Nordeste Forte, mostrando quais são os principais eixos de investimentos nessa região, que passam pela questão tributaria, pela questão logística, pela questão da inovação, portanto, investimento em ciência, investimento em tecnologia e valorização das variadas vocações que essa região tem. Não tenho dúvida que teremos o melhor programa para essa região.

Em relação aos programas sociais, iniciados, inclusive, no governo do PSDB, como o Bolsa Alimentação, o Bolsa Escola e o Vale-Gás, quero reafirmar aqui mais uma vez: o Bolsa Família vai continuar no nosso governo, mas vamos viver outras etapas. Não compreendemos a pobreza apenas na vertente da privação da renda. Compreendemos a pobreza além da privação da renda, também na privação de serviços como saneamento básico, saúde, e também na privação de oportunidades.

É dessa forma que estamos lançando um programa chamado Família Brasileira. E nesse programa vai dentro do Cadastro único dividir por cinco níveis de carência todos que recebem o Bolsa Família e continuarão a receber. Mas queremos que além da renda, além do cartão, as pessoas possam receber outros serviços do governo. Muitas não têm um banheiro adequado na sua casa, outros têm uma jovem adolescente grávida sem pré-natal adequado sendo realizado. Outros têm, na família, um adulto sem qualificação, para buscar espaço no mercado de trabalho. Vamos tratar de todas estas carências de forma transversal. O que se faz hoje para as populações de mais baixa renda do país é muito pouco em relação aquilo que o meu governo vai fazer.

Sobre críticas de que o PSDB seria um partido elitista.

Isso é falso como uma moeda de três reais. Se não fosse o PSDB, se não tivesse havido a estabilidade da moeda, a modernização da nossa economia, não teria havido o governo do presidente Lula. Vocês se lembrarão que o programa inicial do PT chamava-se Fome Zero, o programa social. Como isso não deu certo, eles tiveram a virtude, e reconheço nopresidente Lula em todos os momentos essa virtude, de ter unificado os programas de transferência de renda e ampliado. Vamos continuar a fazer isso porque ninguém pode se achar dono de um projeto ou de um programa apenas porque o ampliou. A administração pública é você aprimorar os bons programas, dar a eles dimensão, adaptá-los às novas realidades.

Aquilo que tem de bom desse governo será melhorado e ampliado. Aquilo que existe de ruim neste governo – e é muita coisa – será extirpado da vida nacional para que possamos resgatar a confiança no Brasil. O Brasil não pode se contentar em, falo isso ao lado do grande senador Agripino Maia, coordenador da minha campanha, ter um crescimento tão pífio da sua economia ao longo desses últimos três anos, e terceirizando sempre as responsabilidades. Não é do mundo as responsabilidades pelo baixo crescimento do Brasil. A responsabilidade é desse governo intervencionista, que flexibilizou os pilares macroeconômicos que haviam nos trazido até aqui e inspira desconfiança e quem deveria ser parceiro para que pudéssemos crescer e nos desenvolver. Eu estou aqui hoje muito feliz na sede do meu partido ao lado do companheiro Rogério Marinho, companheiro Agripino Maia e de tantos outros candidatos a deputado.

Temos um projeto para o Brasil. É inabalável a nossa confiança nesse projeto. Tenho absoluta certeza que, no momento da decisão, não vamos apenas estar no segundo turno, vamos chegar na frente para chegarmos a disputar o segundo turno e vencermos as eleições.

Sobre a volta ao RN após a morte de Eduardo Campos.

Foi um dia imensamente triste. Quando pousei aqui há nove dias, recebi, pelo senador Agripino, que estava ao meu lado no avião e recebeu uma mensagem de seu filho Felipe, a notícia da tragédia. E custamos a acreditar. Ficamos uma meia hora dentro do avião sem saber direito se acreditávamos ou não naquilo, em uma torcida enorme para que aquilo fosse um alarme falso. Conheci o Eduardo há trinta anos. Eduardo acompanhando Miguel Arraes na campanha das Diretas e eu acompanhando Tancredo, meu avô. E desde aquele tempo tivemos uma relação de amizade, de respeito e, sempre, em partidos diferentes, soubemos conversar sobre o Brasil. Meu lamento é grande, não houve como deixar de, chegando aqui hoje, a primeira palavra que dissemos quando pousamos aqui, eu e o senador Agripino, foi exatamente essa. Da grande tragédia. E que fiquem os exemplos, a vontade de Eduardo e de todos nós de mudarmos o Brasil. Disse no meu primeiro programa, a forma de honrar Eduardo, honrar tantos homens públicos de bem que já não estão entre nós, é trabalharmos com seriedade, com responsabilidade, para fazermos o Brasil avançar. Não muda na minha campanha nada, a não ser o sentimento de pesar que levarei comigo para sempre. Mas a minha determinação e disposição de iniciar um novo ciclo de desenvolvimento no Brasil com ética, com decência, não muda, ao contrário, só aumenta.

Sobre pacote de medidas do governo.

Assistimos no Brasil, já não é de hoje, o governo do improviso, o governo do remendo. Na verdade, o governo percebe que a diminuição da atividade econômica vem ocorrendo mês a mês e busca um pacote no limite do governo, a poucos meses da eleição, de estímulo ao crédito. Tudo que vem de estímulo ao crédito é bem-vindo, mas o governo falhou no que é essencial, –porque além da oferta de crédito, que foi a alternativa que o governo buscou desde a crise de 2009, que não foi uma alternativa equivocada, equivocada foi ela vir solitariamente– a ausência de regras que possibilitassem que esse crescimento do país viesse via investimento, [e é isso] que tem nos levado hoje a esse limite. Porque, infelizmente, as famílias estão endividadas, certamente o efeito dessas medidas não será aquele que se anuncia, porque na ponta da oferta, na ponta dos investimentos, o Brasil, infelizmente, não avançou. E esse governo, a realidade é essa, o governo do PT, o governo da presidente da República, perdeu a capacidade de inspirar confiança a quem deveria estar hoje investindo no Brasil.

Dados da Fundação Getúlio Vargas mostram que, nos últimos seis meses, em todos os setores da economiacomércio, indústria, agronegócio, o pessimismo vem aumentando e a diminuição dos investimentos vem aumentando. A cada ano temos um pouco mais ampla a diminuição dos investimentos e da expectativa em relação ao futuro. Só há uma forma de revertermos essa expectativa que é negativa hoje: mudando o atual governo. Por isso estou aqui e tenho uma grande expectativa de que vamos ter, no Rio Grande do Norte, pelo apoio das lideranças que estão aqui conosco e, mesmo no Nordeste brasileiro, um resultado muito melhor do que aquele que alguns anunciam.

Aécio propõe regras tributárias específicas para Nordeste

Aécio indicou que governará com atenção especial para os pobres. Base de proposta de investimentos no Nordeste será apresentada em agosto.

“Levaremos o exemplo do que fizemos em Minas Gerais, onde, ao final do nosso mandato, tínhamos gasto três vezes mais per capita na região mais pobre de Minas do que nas áreas mais ricas”, afirmou o tucano

Eleições 2014

Aécio Neves promete investir contra a desigualdade no Nordeste

Candidato do PSDB à Presidência prepara proposta de desenvolvimento, com normas tributárias específicas para atrair negócios e reduzir a pobreza na região

O candidato à Presidência da República pelo PSDBsenador Aécio Neves, indicou ontem que, se eleito, vai governar com atenção especial para os pobres. Segundo ele, a base de uma proposta de investimentos no Nordeste será apresentada na semana de 12 de agosto, quando o tucano faz peregrinação pelos estados da região. “Levaremos o exemplo do que fizemos em Minas Gerais, onde, ao final do nosso mandato, tínhamos gasto três vezes mais per capita na região mais pobre de Minas do que nas áreas mais ricas”, afirmou o tucano, emendando que só é possível diminuir as desigualdades “tratando os desiguais de forma desigual”.

Ao inaugurar o comitê central de sua campanha ontem, em Belo Horizonte, o presidenciável disse estar preparando um choque de investimentos no Nordeste, usando para isto “regras tributárias específicas”. O tucano voltou a falar na redução do número de ministérios em um eventual governo tucano, mas continuou se negando a dizer quais pastas pretende extinguir. Usando dados de uma pesquisa internacional, Aécio disse considerar 22 ou 23 um número bom de ministérios. “Quero diminuir os ministérios e os cargos de livre nomeação e fazer com que o governo federal funcione, porque, hoje. o governo não ajuda e começa já a atrapalhar a vida de quem quer empreender no Brasil”, afirmou.

Tratado pelos aliados de Juscelino Kubitschek do século 21, Aécio disse que fará, nos próximos 20 dias, um roteiro que o levará a pelo menos 20 estados e fez um apelo ao cabos eleitorais mineiros para que convençam indecisos e mudem a seu favor votos “equivocados”.

O tucano dividiu o palanque com o candidato tucano ao governo de MinasPimenta da Veiga, o vice na chapa, Dinis Pinheiro (PP), e o ex-governador, que agora concorre ao Senado, Antonio Anastasia, além do governador Alberto Pinto Coelho (PP). Também presente no evento, Maria Estela Kubitschek , filha do ex-presidente Juscelino, leu carta levando a Aécio o apoio de toda a família. Segundo ela, JK conquistou a Presidência da República com a idade do tucano, a quem tratou por futuro presidente.Militância
PSDB reuniu centenas de militantes com bandeiras tucanas na Avenida Augusto de Lima, onde preparou um carro de som e um telão para que as pessoas na rua dissessem o que esperam de um novo Brasil. Na hora do almoço, o jingle de Aécio ficou alertando para a presença do candidato, enquanto a juventude do partido e o tucanafro faziam batucada em uma das esquinas movimentadas do Centro de Belo Horizonte.

PimentaDinis e Anastasia desceram a Rua da Bahia até entrar no comitê, onde Aécio procurou vincular sua campanha à sucessão estadual. “Se nós já fizemos tanta coisa em Minas Gerais, tendo um presidente de oposição, imagina se vencermos eleições presidenciais, com o conhecimento que tenho da realidade de Minas Gerais, os avanços que poderemos trazer para o estado”, afirmou. Antes, os aliados trataram de reforçar a campanha do presidenciável no estado. “Tenho certeza que o grito que ecoa de Minas, que é o grito de Aécio presidente, vai se espalhar pelo Brasil. Com Pimenta governador, vamos rumo à vitória”, afirmou Anastasia.

Pimenta
Ao comentar o resultado das últimas pesquisas em Minas, que colocam o candidato lançado por ele praticamente empatado com o adversário do PT, o ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando PimentelAécio disse acreditar que no próximo levantamento Pimenta estará liderando. “Sempre acreditei na vitória doPimenta, ele é consistente, não é um candidato de bravatas, é um candidato que tem história e representa a continuidade de um trabalho extremamente sério”, afirmou. Pimenta da Veiga retribuiu, inflando a campanha do senador. “Aqui está nascendo um movimento político que vai ganhar o Brasil inteiro e resultar na eleição e vitória de Aécio Neves presidente”, afirmou.

Anastasia disse que a avaliação negativa do governo federal e a positiva da gestão estadual devem influenciar o eleitor, ajudando a candidatura de Pimenta. O ex-governador lembrou, que nesta fase da campanha estava atrás nas pesquisas e ressaltou o fato de o desempenho do atual candidato do PSDB ter melhorado antes mesmo de começarem as propagandas de televisão.

Mais cedo, Pimenta da Veiga fez caminhada pelo Barreiro, onde conversou com comerciantes e falou mais uma vez sobre o crescimento da inflação no país. “Há muitos empreendimentos, muitas empresas, desde as muito grandes até pequenas empresas. E todas são prejudicadas pela inflação que, infelizmente, está dando sinais de uma rápida elevação, e isso depende do governo federal. O remédio que estamos apontando para isso é mudar o eixo do país, através da liderança de Aécio Neves”, afirmou.

Prefeitos no alvo

O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, afirmou ontem que, em um eventual governo, teria como prioridade aumentar em cerca de dois pontos porcentuais o repasse da União ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para “tirar da falência os serviços públicos brasileiros dos municípios”. A uma plateia formada por prefeitos em evento na capital gaúcha, ele garantiu que há recursos para tornar o pacto federativo brasileiro mais justo e eficiente e criticou a política de desonerações do atual governo, como no caso do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que, segundo ele, não dá mais resultado e, de quebra, acaba gerando diminuição dos repasses às cidades.

Nordeste: no ritmo do xaxado, conheça trabalho e a vida pessoal de Aécio Neves

Conheça um pouco mais sobre o trabalho e a vida de Aécio Neves, marido da Letícia, pai de Gabriela, Julia e Bernardo e neto de Tancredo.

Governador de Minas por duas vezes, Aécio neves, terminou sua gestão com 92% de aprovação.

Fonte: Jogo do Poder com Correio do Estado 

Senador Aécio Neves (MG) vai realizar uma “caravana” pelo Nordeste no início de sua campanha ao Palácio do Planalto, em agosto, como tentativa de fortalecer seu nome na região -reduto político do PT desde o governo Lula. O tucano pretende visitar três Estados do Nordeste por dia para apresentar seu programa de governo, que terá como foco obras de infraestrutura para a região.

Aécio defende obras a serem implementadas na região Nordeste se caso seja eleito, como a conclusão da rodovia Transnordestina e da transposição do rio São Francisco.

O candidato quer mostrar “gargalos” de obras na região, apontando o que considera “erros” de governos do PT. O tucano vai mencionar obras de infraestrutura realizadas no período em que governou Minas Gerais como modelo para serem repetidos na região.

Aécio também espera contar com o que chama de “exército” de militantes no Nordeste depois dos palanques que construiu na região.

Aécio visita a Feira do Empreendedor em Florianópolis

Recebido pelo senador Paulo Bauer, Aécio Neves visitou a Feira do Empreendedor e apresentou propostas para o Brasil e Santa Catarina.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

Aécio Neves visitou Florianópolis, nessa quinta-feira (17/07), para participar do lançamento das candidaturas da coligação Muda Brasil, Muda Santa Catarina. Acompanhado pelo senador Paulo Bauer (PSDB), candidato ao governo estadual, Aécio falou de projetos para o Brasil e defendeu parcerias com os Estados. Na visita a Santa Catarina, ele também visitou a 10ª Feira do Empreendedor, onde conversou com eleitores.

Muda Brasil: Aécio reafirma compromisso de investimentos no Nordeste

Aécio reafirmou o compromisso não só com a manutenção, mas também com o aprimoramento de programas sociais, como o Bolsa Família.

Visita ao Nordeste

Fonte: Jogo do Poder

No Ceará, Aécio reafirma compromisso de investimentos focados no desenvolvimento do Nordeste

“Você apenas diminui as diferenças tratando de forma desigual aqueles que são desiguais. Vamos tratar essa região com absoluta prioridade”, disse o candidato

O candidato à Presidência da República pela coligação Muda BrasilAécio Neves, iniciou neste sábado (19/07) visita à região do Cariri, no sul do estado do Ceará, onde assumiu o compromisso de investir fortemente em favor do desenvolvimento do Nordeste. Ao chegar a Juazeiro do Norte, Aécio citou como exemplo o trabalho desenvolvido nos vales do Jequitinhonha e do Mucuri e no Norte de Minas em sua gestão como governador de Minas Gerais, região que tem IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) próximo ao da região Nordeste e que, por isso, recebeu atenção especial da gestão estadual.

“Ao fim do meu governo, eu havia gasto três vezes mais por habitante do que se gastava antes, porque você apenas diminui as diferenças tratando de forma desigual aqueles que são desiguais. Vamos tratar essa região com absoluta prioridade no campo da infraestrutura e no fomento das atividades econômicas”, disse ao novamente destacar que seu objetivo é oferecer um Brasil mais generoso aos que mais precisam do apoio do Estado.

Aécio reafirmou o compromisso não só com a manutenção, mas também com o aprimoramento de programas sociais, como o Bolsa Família. Ele rechaçou os boatos que o PT tem espalhado de que sua candidatura seria contra o programa.

“Para cada mentira que eles falarem, vamos dizer 10 verdades”, disse Aécio, que creditou a boataria ao avanço de seu nome nas pesquisas de intenção de voto. “O PT é hoje um partido à beira de um ataque de nervos”, afirmou.

Aécio foi recebido em Juazeiro do Norte pelo ex-governador do Ceará Tasso Jereissati, candidato ao Senado pelo PSDB, e pelo senador Eunício Oliveira, que concorre ao governo cearense pelo PMDB. Ele também foi saudado pelo prefeito da cidade, Raimundo Antônio de Macêdo (PMDB), conhecido como Raimundão, e por uma multidão que o esperava no aeroporto local.

Em seguida, o grupo saiu em carreata formada por mais de 150 automóveis em direção à vizinha cidade do Crato, distante 20 quilômetros. A caravana com bandeiras da candidatura Aécio foi aplaudida durante todo o percurso, até chegar à ExpoCrato, a principal feira agropecuária do Ceará. O evento é uma grande festa no município, atraindo uma multidão para barracas de comidas típicas, parque de diversões e apresentações musicais.

Acompanhado de Tasso Jereissati e do prefeito do Crato, Ronaldo Gomes de Matos (PMDB), entre outras lideranças políticas do estado, Aécio cumprimentou visitantes da feira, posou para fotos e falou sobre compromissos assumidos junto à população. Para Tasso, a visita de Aécio ao Ceará é o início da candidatura na região Nordeste. A visita à região do Cariri continua neste domingo.

Aécio Neves: Nordeste e São Paulo será foco nas eleições 2014

Aécio centrará forças nas urnas de São Paulo e do Nordeste e espera capitalizar votos com o desejo de mudança de rumo do país.

O Brasil quer mudanças

Fonte: El País

Aécio Neves apostará nas urnas de São Paulo e do Nordeste para derrotar Dilma

A derrota retumbante do Brasil frente a Alemanha fez a nação fitar outro espetáculo agendado para este ano: a eleição presidencial. Com os sonhos do hexa ainda vivos, os presidenciáveis não tinham outra alternativa a não ser permanecer em seus bancos de reserva em frente aos televisores. Mas o impensável 7 a 1 mudou tudo. A batalha do Planalto, também realizada a cada quatro anos, voltou à baila. E a campanha começou oficialmente, para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta semana. Os oposicionistas enfrentarão então uma disputa de tiro curto para impedir a reeleição da favorita Dilma Rousseff, doPartido dos Trabalhadores (PT). Terão 12 semanas para conquistar votos suficientes para que haja um segundo turno no qual provavelmente apenas um deles enfrentará a petista.PT

Em tempo: futebol não entra nessa conta, acredita Marcus Pestana, presidente do diretório mineiro do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Para o aliado de primeira hora do candidato Aécio Neves, “não há correlação entre resultado de Copa e eleição.” “Se assim fosse, o PSDB estaria melhor que o PT”, brinca. Isso porque o Brasil ganhou o último Mundial em 2002, quando Fernando Henrique Cardoso tentou eleger seu sucessor, José Serra, sem sucesso. Nesta quinta-feira, Aécio fustigou: “estive lá, como torcedor, no Mineirão, atônito com aquele resultado, e nunca misturei as coisas. Mas aqueles que esperavam fazer da Copa do Mundo, como disse a presidente, uma ‘belezura’ para influenciar nas eleições, vão se frustrar.”

Segundo colocado nas tabelas eleitorais, o senador Aécio Neves já elaborou a sua estratégia. Centrará forças nas urnas de São Paulo e do Nordeste. Espera também capitalizar votos com o desejo de mudança de rumo do país. Segundo pesquisa do Datafolha divulgada em junho, 74% dos brasileiros desejam que as ações do próximo presidente sejam, de preferência, diferentes da atual gestão. “Como as manifestações de junho mostraram, há uma insatisfação popular com as políticas públicas atuais e a inabilidade administrativa da presidenta Dilma. Existe uma lacuna no eleitorado a ser preenchida aí”, analisa Pestana.

Para se credenciar a obter estes votos, hoje em sua maioria com a petista, a campanha tucana aposta em desconstruir a imagem de gerentona que elegeu Dilma em 2010. Para isto, ilustrarão a sua “falta de gestão” com obras atrasadas, contratos superfaturados e gargalos em serviços públicos. E, paralelamente, propagandearão “o choque de gestão de Aécio Neves” no comando do Estado de Minas Gerais entre 2003 e 2010, quando gastos públicos foram reduzidos e investimentos ampliados por meio de parcerias público-privadas. Não será só pelo PIB fraco durante o governo de Rousseff, dizem partidários deNeves, que ele vencerá Dilma. Os tucanos reconhecem que não haverá um tsunami econômico no país este ano.

Para eles, a alta da inflação, a redução no ritmo do emprego e o fraco crescimento já impactam parte dos brasileiros. Devem, sim, ter resultado nas urnas, mas não o de criar por si só uma reviravolta eleitoral. A piora da economia, consideram, está sendo represada pelo Governo Federal para o ano que vem em nome da reeleição.

campanha tucana também restringirá as críticas à gestão de Dilma Rousseff e não aos doze anos de PT no poder. Tenta-se, assim, evitar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se torne protagonista do pleito. Mas, sabendo que a recíproca não será verdadeira, já escalaram o senador Aloysio Nunese outras lideranças da legenda para rebater Lula e defender o legado de seu antecessor Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Não querem repetir os erros das últimas eleições, quando FHC foi escondido pelo partido durante a campanha dos candidatos José Serra e Geraldo Alckmin.

Para os tucanos, a eleição só começará para o grande público com o horário eleitoral em rádio e televisão no dia 19 de agosto. É por meio dele que a maior parte da população escolhe em quem irá votar. Mas, acreditam, que com o início oficial da corrida ao Planalto, no último domingo, eles já terão mais condições de avançar sobre os votos da petista. Isto porque Rousseff não pode mais, por lei, inaugurar obras, convocar pronunciamento em cadeia nacional ou se beneficiar da farta exposição natural do cargo nos telejornais. As propagandas públicas também estão suspensas. “Antes os instrumentos estavam na mão dela, mas agora vão todos estar em igualdade. Tinha comercial de estatal que só faltava pedir voto”, diz Pestana.

Neves priorizará eventos e aparições em São Paulo e no Nordeste, localidades consideradas chaves para o tucano chegar ao segundo turno e derrotar Dilma Rousseff, enquanto não começa a propaganda eleitoral. Nele, o tucano terá quatro minutos e meio em cada um dos dois blocos diários em rádio e tevê para expor seus projetos. “É menos do que o de Dilma, mas o suficiente para fazer um programa com começo, meio e fim”, acredita Pestana. “Não são dois minutos que é muito para um nanico e pouco para se tornar conhecido do eleitorado”, diz, referindo-se ao espaço obtido pelo terceiro colocado nas pesquisasEduardo Campos, do Partido Socialista Brasileiro.

Governado desde 1995 pelo PSDB, o Estado de São Paulo é o maior colégio eleitoral do país, com 31,9 milhões de pessoas aptas a votar, o equivalente a 22,4% do total de eleitores brasileiros. Para manter viva as suas pretensões de derrotar a atual mandatária, não basta para o senador tucano vencê-la nas urnas paulistas, como já fizeram os seus correligionários nas últimas eleições. Tem de ganhar com uma ampla diferença de votos para contrapor as derrotas esperadas em redutos petistas.

Crescer nas urnas de São Paulo foi um dos motivos que levou Aécio a conceder ao senador Aloysio Nunes, do PSDB paulista, a vaga de vice em sua chapa. Assim, pelo menos temporariamente, apaziguou as disputas internas do partido, que atormentaram as campanhas da legenda desde que a sigla deixou o Palácio do Planalto em 2002. Os últimos postulantes tucanos à presidência – todos paulistas – reclamaram do pouco empenho dos correligionários de Minas Gerais. Portanto, a candidatura do mineiro Aécio Neves desenhava-se como a oportunidade perfeita para uma vingança.

Avançar sobre o Nordeste é outro dos objetivos de Aécio. No segundo turno da última eleição presidencial em 2010, Rousseff derrotou o tucano José Serra em todos os nove estados da região. E de maneira acachapante. Obteve 18,4 milhões de votos contra 7,67 da candidatura do PSDB, uma diferença de 10,7 milhões. Para se ter uma ideia, a petista venceu a corrida ao Palácio do Planalto por cerca de 12 milhões de votos.

Mas os tucanos creem que o PT perdeu parte de sua hegemonia na região nestes últimos quatro anos. Apontam, entre outros indicadores, as derrotas sofridas pelos partidários de Dilma nas capitais nordestinas na eleição de 2010. Os petistas deixaram o comando, por exemplo de Recife e Fortaleza. Já, em Salvador, ACM Neto, crítico ferrenho da legenda petista que chegou a dizer, em pleno Congresso Nacional, que daria uma surra em Lula, sagrou-se prefeito.

Nas contas tucanas, Eduardo Campos também deve afetar o desempenho petista no Nordeste. O socialista deixou, em abril, o comando do Governo de Pernambuco com forte avaliação positiva. Com um discurso marcado por críticas à gestão de Dilma Rousseff, ele é visto como um potencial cabo eleitoral dos tucanos na região caso não passe ao segundo turno.

A relação entre os presidenciáveis Aécio Neves e Eduardo Campos, no entanto, deve se desgastar até o final do primeiro turno. Caso haja um segundo turno, apenas um dos dois passará. A outra vaga ficaria com a presidenta num cenário mais provável. Não à toa, o candidato do PSB já começa a mudar de estilo em relação ao tucano. Se antes o tratava praticamente como um aliado, agora já dispara contra o candidato do PSDB.