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A necessidade e a importância da Mineração

Minas Gerais é responsável por 53% da produção brasileira de minerais metálicos e 29% de minérios em geral.

Devemos sim cobrar das empresas mineradoras que realizem suas atividades de forma sustentável

Fonte: Estado de Minas

Importância da mineração

É irresponsável acusar as minas sem reconhecer sua necessidade e o importante papel social e econômico que exercem

Joseph Young

Coordenador Equipo Mining 2014

Das máquinas modernas às mais simples presentes em nosso cotidiano, passando pelos materiais que edificam nossas casas, os minerais estão presentes em praticamente todos os bens duráveis produzidos na atualidade. Em seus mais de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, o Brasil possui uma grande diversidade de formações geológicas, o que lhe confere uma grande diversidade de minérios. Produzimos 72 substâncias minerais, incluindominerais metálicos, não metálicos e energéticos.

Com o Brasil entre os três maiores produtores do mundo, com 390 milhões de toneladas em 2013, o minério de ferro, por exemplo, é matéria-prima do aço, que está nas estruturas dos prédios, em quase todos os eletrodomésticos e eletrônicos e tudo o que tem o metal em sua composição. O ouro, que tem 75 toneladas produzidas anualmente no Brasil, vai muito além das joias e adornos, com diversas aplicações críticas na indústria eletrônica e aeroespacial.

Uma de nossas estrelas, o nióbio brasileiro responde por nada menos que 98% da produção mundial. O mineral, raro e considerado altamente estratégico, é usado como liga na produção de aços especiais e é um dos metais mais resistentes à corrosão e a temperaturas extremas. O nióbio é atualmente empregado em automóveis, turbinas de avião, gasodutos, em tomógrafos de ressonância magnética, na indústria aeroespacial, bélica e nuclear, além de outras inúmeras aplicações, como lentes óticas, lâmpadas de alta intensidade, produtos eletrônicos, entre outros.

O país detém ainda bilhões de toneladas de silício, ou seja, matéria-prima para a fabricação de componentes de celulares, computadores, lâmpadas especiais e, sobretudo, painéis solares de geração elétrica. Cristalina (GO), a 130km de Brasília, é responsável por uma reserva de bilhões de toneladas de silício com o mais elevado índice de pureza do mundo, acima de 99,99%. Para o alumínio de panelas, latas, janelas, portas e componentes aeronáuticos, precisamos extrair a bauxita – matéria-prima desse metal –, que tem o Brasil figurando entre os maiores produtores do mundo, com mais de 30 milhões de toneladas anuais e quase 15% da produção mundial. A brita, ou pedra, extraída em pedreiras em todo o país, é componente de todo tipo de concreto, que está na base da construção de moradias e estradas.

O gigantesco mercado da mineração produzirá US$ 43 bilhões em 2014, apenas no Brasil, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), que também prevê investimentos de US$ 53,6 bi para o setor nos próximos 5 anos. E não são apenas as grandes mineradoras que se beneficiam, mas toda a cadeia produtiva da mineração.

Minas Gerais responde por 41% dos futuros investimentos para o setor no país. O estado é responsável por 53% da produção brasileira de minerais metálicos e 29% de minérios em geral. A mineração está presente em mais de 250 municípios mineiros e, das 100 maiores minas do Brasil, 40 estão localizadas no estado. Ainda, 67% das chamadas minas brasileiras classe A, com produção superior a 3 milhões de toneladas por ano, estão em MG.

Enfim, podemos facilmente chegar à conclusão que, sem a mineração, a vida moderna não seria possível. Por isso, devemos sim cobrar das empresas mineradoras que realizem suas atividades de forma sustentável e que tenham contrapartidas compatíveis com o inevitável impacto ambiental causado por elas. Mas vamos fazê-lo lembrando do papel fundamental de cada mineral para o funcionamento da nossa vida cotidiana, e valorizando as medidas de responsabilidade social que realizam e a riqueza que geram para as comunidades em que atuam. É irresponsável acusar as minas sem reconhecer sua necessidade, sem conhecer suas atividades e sem enxergar o importante papel social e econômico que ocupam em nossa sociedade.

A necessidade e a importância da Mineração

Minas Gerais é responsável por 53% da produção brasileira de minerais metálicos e 29% de minérios em geral.

Devemos sim cobrar das empresas mineradoras que realizem suas atividades de forma sustentável

Fonte: Estado de Minas

Importância da mineração

É irresponsável acusar as minas sem reconhecer sua necessidade e o importante papel social e econômico que exercem

Joseph Young

Coordenador Equipo Mining 2014

Das máquinas modernas às mais simples presentes em nosso cotidiano, passando pelos materiais que edificam nossas casas, os minerais estão presentes em praticamente todos os bens duráveis produzidos na atualidade. Em seus mais de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, o Brasil possui uma grande diversidade de formações geológicas, o que lhe confere uma grande diversidade de minérios. Produzimos 72 substâncias minerais, incluindominerais metálicos, não metálicos e energéticos.

Com o Brasil entre os três maiores produtores do mundo, com 390 milhões de toneladas em 2013, o minério de ferro, por exemplo, é matéria-prima do aço, que está nas estruturas dos prédios, em quase todos os eletrodomésticos e eletrônicos e tudo o que tem o metal em sua composição. O ouro, que tem 75 toneladas produzidas anualmente no Brasil, vai muito além das joias e adornos, com diversas aplicações críticas na indústria eletrônica e aeroespacial.

Uma de nossas estrelas, o nióbio brasileiro responde por nada menos que 98% da produção mundial. O mineral, raro e considerado altamente estratégico, é usado como liga na produção de aços especiais e é um dos metais mais resistentes à corrosão e a temperaturas extremas. O nióbio é atualmente empregado em automóveis, turbinas de avião, gasodutos, em tomógrafos de ressonância magnética, na indústria aeroespacial, bélica e nuclear, além de outras inúmeras aplicações, como lentes óticas, lâmpadas de alta intensidade, produtos eletrônicos, entre outros.

O país detém ainda bilhões de toneladas de silício, ou seja, matéria-prima para a fabricação de componentes de celulares, computadores, lâmpadas especiais e, sobretudo, painéis solares de geração elétrica. Cristalina (GO), a 130km de Brasília, é responsável por uma reserva de bilhões de toneladas de silício com o mais elevado índice de pureza do mundo, acima de 99,99%. Para o alumínio de panelas, latas, janelas, portas e componentes aeronáuticos, precisamos extrair a bauxita – matéria-prima desse metal –, que tem o Brasil figurando entre os maiores produtores do mundo, com mais de 30 milhões de toneladas anuais e quase 15% da produção mundial. A brita, ou pedra, extraída em pedreiras em todo o país, é componente de todo tipo de concreto, que está na base da construção de moradias e estradas.

O gigantesco mercado da mineração produzirá US$ 43 bilhões em 2014, apenas no Brasil, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), que também prevê investimentos de US$ 53,6 bi para o setor nos próximos 5 anos. E não são apenas as grandes mineradoras que se beneficiam, mas toda a cadeia produtiva da mineração.

Minas Gerais responde por 41% dos futuros investimentos para o setor no país. O estado é responsável por 53% da produção brasileira de minerais metálicos e 29% de minérios em geral. A mineração está presente em mais de 250 municípios mineiros e, das 100 maiores minas do Brasil, 40 estão localizadas no estado. Ainda, 67% das chamadas minas brasileiras classe A, com produção superior a 3 milhões de toneladas por ano, estão em MG.

Enfim, podemos facilmente chegar à conclusão que, sem a mineração, a vida moderna não seria possível. Por isso, devemos sim cobrar das empresas mineradoras que realizem suas atividades de forma sustentável e que tenham contrapartidas compatíveis com o inevitável impacto ambiental causado por elas. Mas vamos fazê-lo lembrando do papel fundamental de cada mineral para o funcionamento da nossa vida cotidiana, e valorizando as medidas de responsabilidade social que realizam e a riqueza que geram para as comunidades em que atuam. É irresponsável acusar as minas sem reconhecer sua necessidade, sem conhecer suas atividades e sem enxergar o importante papel social e econômico que ocupam em nossa sociedade.

Minas mais forte: Ações de Aécio e Anastasia criaram condições para diversificar economia mineira – Estado receberá aporte de R$ 70 bilhões e vai gerar 247,3 mil empregos nos próximos anos

Fonte: Zulmira Furbino – Estado de Minas

Minas cada vez mais rica

ESPECIAL
Diversificar é o caminho para a economia mineira prosperar nos próximos anos. Desafio do estado é atrair investimentos capazes de agregar valor às cadeias produtivas dos setores mais tradicionais 

A economia mineira cresceu nos últimos anos ancorada pela boa fase na produção de commodities e pelas condições favoráveis do mercado internacional. Os preços do minério de ferro, a vedete da economia mineira, subiram 600%, saindo de US$ 26,48 por tonelada em 2001 para os atuais US$ 180 por tonelada, puxados pela voracidade do consumo da China. O desempenho mostra que as riquezas naturais continuam garantindo para Minas um lugar no mundo. Entretanto, se quiser dar um salto na produção de riquezas e, mais do que isso, para não ficar refém de exportações de produtos primários, a economia mineira terá que se diversificar. “É preciso preparar Minas para uma nova era”, diz Luiz Antonio Athayde, subsecretário de Investimentos Estratégicos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de Minas Gerais.

Um dos desafios é atrair investimentos capazes de agregar valor à cadeia produtiva nas regiões. “É isso que vai fazer com que as riquezas geradas no estado fiquem em território mineiro na forma de geração de emprego, aumento do poder de consumo, elevação do nível educacional e melhorias nos serviços públicos”, observa Marco Aurélio Crocco, presidente da Fundação de Desenvolvimento e Pesquisas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Somente entre 2010 e este mês, o governo de Minas calcula que os protocolos de intenção de investimentos assinados deverão representar aportes da ordem de R$ 70 bilhões no estado. Ao serem implementados, esses empreendimentos – nas áreas aeronáutica, eletroeletrônica, mineração e siderurgia, energia, alimentos, eletrodomésticos, automotiva, confecção, entre outras -, terão capacidade de gerar 247,3 mil empregos nos próximos anos, segundo levantamento exclusivo do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi) para o Estado de Minas. Olhando num horizonte de 20 anos, Athayde destaca que somente projetos ligados à nova economia e ao polo tecnológico de BH podem gerar 400 mil empregos e valor equivalente a um Produto Interno Bruto (PIB) mineiro.

SEM CONCENTRAÇÃO Pode soar estranho falar em diversificação de uma economia rica que já é bastante diversificada como a mineira. O estado é líder mundial na produção de nióbio, é o maior exportador de minério de ferro do país, o primeiro do Brasil na fabricação de aço e o segundo em capacidade de gerar energia. É forte também na produção de grãos e café, tem um enorme potencial turístico e polos industriais fortes nos setores automotivo, eletroeletrônico, alimentício, calçadista, têxtil, entre outros. No conjunto, Minas está em terceiro lugar no ranking da geração de riquezas do país, com um PIB de R$ 282,5 bilhões, maior que o de países como o Chile ou Israel.

Investimentos em biotecnologia já permitem que focos da dengue sejam monitorados por GPS, dentro e fora do país
O problema apontado pelos defensores da diversificação é que, apesar da multiplicidade, a produção em Minas está muito concentrada em setores com pouco valor agregado e grande dependência externa. Diversificar, nesse cenário, não significa apenas investir na exploração de novos segmentos de negócios, como o da nanotecnologia, ou abrir-se à exploração de riquezas que por enquanto permanecem adormecidas sob o solo, como o gás natural. Significa explorar melhor o potencial de negócios em setores já existentes, partindo, por exemplo, da agricultura para chegar ao agronegócio, que supõe beneficiamento e industrialização dos produtos colhidos no campo.

Vocações para o crescimento inspiram série 
Os caminhos que estão sendo desbravados rumo ao crescimento, as vocações, as atividades tradicionais e as apostas em novos setores serão tema da série de reportagens “Riquezas de Minas”, que o Estado de Minas publica a partir de quinta-feira. As reportagens abrangem as 10 regiões de planejamento do estado: Central, Rio Doce, Zona da Mata, Jequitinhonha/Mucuri, Sul, Centro-Oeste, Norte, Alto Paranaíba, Triângulo e Noroeste (veja quadro).

Ao todo, serão 12 páginas a serem publicadas na contracapa do primeiro caderno do jornal, sempre às quintas-feiras, até 17 de novembro. O projeto conta ainda com crônicas do escritor e poeta Affonso Romano de Sant’Anna, que escreverá sobre as riquezas de Minas em cada edição.

Na internet, um hotsite e um blog trarão informações adicionais, enriquecendo com quadros, textos, fotos e vídeos o material à disposição do leitor.