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Gestão Anastasia: Secretaria de Emprego dá dicas para quem busca uma vaga no mercado de trabalho

Guia reúne informações úteis para quem busca uma nova colocação

Divulgação/Sete
Governo de Minas oferecer diversas oportunidades de qualificação profissional
Governo de Minas oferecer diversas oportunidades de qualificação profissional

O que fazer para conseguir um bom emprego? Vestir-se bem? Falar bem? Ter bons contatos? Enviar currículos para todas as empresas possíveis? Para você que está em busca de uma nova oportunidade no mercado, mas não sabe por onde começar, a Secretaria de Estado de Trabalho e Emprego (Sete) reuniu, em um pequeno guia, algumas informações que podem ajudá-lo a conquistar a tão sonhada vaga.

Qualificação

A concorrência está bem acirrada, o número de candidatos por vaga é alto e as empresas estão procurando, cada vez mais, profissionais qualificados. O primeiro passo para aumentar suas chances de conseguir um bom emprego é buscar a qualificação profissional.

A Sete oferece cursos gratuitos de qualificação profissional nas mais diversas áreas, para trabalhadores com formação básica, fundamental, e também para aqueles que já concluíram o ensino médio. Há oportunidades nas áreas da construção civil, setor alimentício, vestuário e prestação de serviços, entre várias outras. Para se inscrever, basta procurar uma das 133 unidades de atendimento ao trabalhador do Sistema Nacional de Emprego (Sine) em todo o Estado e verificar os cursos disponíveis.

Currículo

Agora que já tem o foco em uma área de atuação, é imprescindível produzir um bom currículo, que é onde constam todos os dados profissionais. Para o diretor de Articulação Empresarial da Sete, Vanderlei Souza, a primeira dica é: um bom currículo contém informações objetivas e sucintas. Nada de resolver contar a vida completa no principal instrumento de apresentação da sua experiência e potencial. Ele apresenta um modelo básico.

“No cabeçalho deve constar apenas o seu nome completo, nacionalidade, idade, estado civil, endereço, telefone e e-mail. Cada item em uma linha. Logo em seguida, vem o perfil profissional. Nessa área, o trabalhador deve escrever um pequeno texto (cerca de cinco linhas) constando a formação, área em que tem experiência e principais atividades já desenvolvidas, além de dizer qual a ocupação ou área almejada. Passamos então para os tópicos: O primeiro é ‘Formação’, onde deve constar o grau de instrução, onde estudou, cursos que tenha feito e participações em palestras e seminários. Finalmente, o ‘Histórico profissional’, em que constam as empresas em que trabalhou, o período, o cargo e as atividades exercidas”, explica.

Pronto. Com o currículo finalizado, é hora de dar uma boa revisada se não há palavras erradas ou digitadas incorretamente. Se ainda ficar com dúvidas, peça para que outra pessoa leia também. É importante destacar que o bom currículo não é necessariamente um currículo cheio, mas um documento com boa apresentação e objetivos definidos, a fim de estimular a curiosidade do empregador sobre as potencialidades do candidato a ponto de convocá-lo para uma entrevista.

Cadastro

Não basta ter um currículo em mãos. É preciso ser visto pelo futuro empregador. Para isso, é fundamental cadastrar-se nos bancos de emprego. Muitos deles estão disponíveis na internet, outros em empresas de recursos humanos.

O Sine-MG presta o serviço gratuito de intermediação de mão-de-obra, por meio do sistema Mais Emprego, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O trabalhador cadastra seus dados, que são cruzados com os requisitos estabelecidos pelas empresas que disponibilizaram as vagas no sistema. Se o perfil do candidato for compatível com alguma delas, ele é imediatamente encaminhado para entrevista com o empregador. Em todo o Estado, há 133 unidades de atendimento ao trabalhador do Sine coordenadas pela Sete e algumas outras unidades de responsabilidade das prefeituras. O cadastro também pode ser feito na internet, acessando o endereço http://maisemprego.mte.gov.br.

Além de cadastrar-se, é importante ficar sempre atento às formas de contato dos recrutadores. Cadastrar números de telefones em que realmente poderá ser encontrado e endereços de emails que são acessados diariamente são primordiais para não perder uma possível convocação.

Não descartar possibilidades

Conseguir um emprego exatamente como o sonhado nem sempre é fácil ou rápido. Por isso, Vanderlei Souza destaca que o melhor a fazer é aproveitar as oportunidades disponíveis. Se a vaga ofertada não é aquela pretendida, mas o salário é compatível com o anterior e as atividades são possíveis de serem executadas por você, é preciso refletir se é melhor ficar desempregado ou estar no mercado de trabalho.

“Se for convocado para uma entrevista, é importante demonstrar interesse e confirmar data e horário. Tentar não custa nada e o trabalhador poderá se surpreender com a atratividade da vaga e o ambiente da empresa. Além disso, uma vez no mercado de trabalho, naturalmente as portas se abrem e é muito mais fácil galgar degraus e conseguir melhores posições”, garante.

Apresentação na entrevista

Mesmo um profissional qualificado, com certa experiência e um ótimo currículo, pode acabar não conseguindo a vaga pretendida, por algumas pequenas falhas cometidas no momento da entrevista.  A diretora de Orientação para o Trabalho e Articulação de Oportunidades para o Trabalhador da Sete, Soraia Azevedo, lembra que a primeira coisa com que ele deve preocupar-se é com a aparência, pois esse é o seu cartão de visitas.

“Cabelos penteados, roupas limpas e discretas e boa postura fazem uma grande diferença”, pontua. Ela explica que as mulheres devem optar por cores claras, pouca maquiagem e acessórios. “Nada de decotes ou roupas justas e curtas. Além de não passarem credibilidade, a intenção é que o entrevistador tenha seu foco voltado para a sobriedade e competência da entrevistada. O mesmo vale para os homens, que devem ir barbeados e jamais utilizar camiseta regata (ou outra do tipo cavada), bermuda ou boné, pois passam a impressão de desleixo e não de sobriedade e compromisso”, pondera a diretora, que é responsável pelo curso gratuito de Competências Básicas do Trabalho, ministrado pela Sete em todo o Estado.

Soraia também atenta para a pontualidade e segurança nas atitudes. “O candidato deve chegar ao local da entrevista com pelo menos 30 minutos de antecedência, para ter tempo de ir ao banheiro, beber água e controlar a ansiedade, além de poder observar com calma o ambiente e as pessoas da empresa. Além disso, durante a entrevista, precisa ficar atento para não utilizar gírias, evitar o excesso de gestos e manter a postura na cadeira. O ideal é que responda apenas o necessário, em tom de voz e ritmo moderados, mas deixe claro o seu interesse em ocupar a vaga”, conclui.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretaria-de-emprego-da-dicas-para-quem-busca-uma-vaga-no-mercado-de-trabalho/

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Governo Anastasia: parceria vai atender 7.500 micro e pequenas empresas em Minas até 2014

Governo de Minas e Sebrae assinaram protocolo de intenções para execução do Programa Agentes Locais de Inovação

José Carlos Paiva/Imprensa MG
Secretário Narcio Rodrigues e presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barreto, durante solenidade
Secretário Narcio Rodrigues e presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barreto, durante solenidade

secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, e o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barreto, assinaram protocolo de intenções para a execução do Programa ALI (Agentes Locais de Inovação) em Minas Gerais.

O ALI faz um atendimento personalizado às pequenas empresas, por meio de um diagnóstico que aponta as principais necessidades de intervenção para a melhoria dos processos e produtos. A meta do Governo de Minas é oferecer esta consultoria e assistência técnica a 7,5 mil empresas até 2014, em cerca de 70 segmentos definidos pela Secretaria do Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e o Sebrae, que coordenarão juntos a implementação do ALI no Estado.

Ao todo, serão recrutados 150 agentes na categoria de bolsistas do CNPq (Conselho Nacional de Pesquisa). Cada agente será responsável pelo diálogo com 50 empresas nos próximos dois anos. Os primeiros agentes serão selecionados em abril e capacitados nos meses de maio e junho. A previsão de início das atividades, com os agentes já em campo, é a partir do segundo semestre.

“Este projeto terá uma repercussão extraordinária no interior de Minas Gerais. Os agentes locais de inovação permitirão potencializar áreas em que temos condições de promover o surgimento de pequenas indústrias e empresas importantes ao desenvolvimento do Estado, como na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC)”, afirmou o secretário Narcio Rodrigues.

O semiárido mineiro também será atendido pelo ALI, ampliando a motivação para inovação e empreendedorismo na região. “Vamos multiplicar as ações do ALI, que irão atuar em sintonia com os oito Polos de Inovação da Sectes, presentes no norte de Minas e vales do Jequitinhonha e Mucuri”, explicou o secretário Narcio Rodrigues.

“Essa parceria com a Sectes é mais um passo no enfretamento de uma agenda fundamental para o Brasil, que envolve a inovação, a ciência e a tecnologia. O último Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Cageb), do Ministério do Trabalho e Emprego, revelou que as micro e pequenas empresas são responsáveis por 71% dos empregos formais gerados em fevereiro. Este é um setor fundamental do país, que nem sempre é atendido por políticas públicas condizentes com a sua importância. Para que o desenvolvimento brasileiro não deixe de fora as micro e pequenas empresas, precisamos de parcerias como essas, que atendem um segmento muitas vezes desprovido de um departamento de P&D para acompanhar as rápidas mudanças tecnológicas”, esclareceu o diretor-presidente do Sebrae, Luiz Barreto.

As ações do ALI também contarão com o apoio do Sistema Mineiro de Inovação (Simi), projeto desenvolvido pela Sectes, desde 2007, com o objetivo de promover a interação entre agentes de inovação diversos, vinculados à instituições de ensino e pesquisa, do setor empresarial e governamental. Por meio do portal http://www.simi.org.br mais de seis mil estudantes, pesquisadores e empresários – de aproximadamente 1.200 instituições – podem participar de uma rede social e trabalhar juntos em propostas de inovação tecnológica.

Nesta rede, as empresas podem publicar desafios tecnológicos que estimulem a produção de soluções por parte de pesquisadores e estudantes, e estes, por sua vez, passam a contar com um espaço para divulgar suas pesquisas. Com o projeto ALI, a interação virtual entre os agentes vai estimular e facilitar ainda mais a criação de novos produtos que impulsionam o desempenho das empresas no mercado e asseguram o desenvolvimento socioeconômico de Minas Gerais.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/parceria-vai-atender-7500-micro-e-pequenas-empresas-em-minas-ate-2014/

Mercado de trabalho mineiro se recupera da crise e dependência do seguro desemprego cai 20%

Mercado de trabalho se recupera da crise

Fonte: Zu Moreira – O Tempo

Minas tem queda de 20% no número de beneficiários

Até abril, 274,7 mil pessoas receberam o seguro, contra 342,7 mil em 2009

Indicadores do mercado de trabalho indicam que Minas Gerais já superou os efeitos negativos da crise financeira internacional. Um termômetro é o número de beneficiados pelo seguro-desemprego no Estado, que apresentou queda de 20% de janeiro a abril deste ano (último dado disponibilizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego – MTE). Nesse período 272,7 mil desempregados receberam parcelas do benefício, contra 342,7 mil entre janeiro a abril de 2009.

O montante pago pelo governo federal também apresentou recuo, embora menor em função do aumento do salário mínimo. Até abril deste ano o MTE desembolsou cerca de R$ 679,3 milhões para pagar o seguro-desemprego, R$ 23,2 milhões a menos que em igual período do ano anterior, segundo levantamento do órgão federal.

Com a demissão em massa em setores fortemente atingidos pela crise, houve uma corrida de trabalhadores em busca do benefício. O governo federal chegou a autorizar, em dezembro de 2008 e janeiro de 2009, o pagamento de uma sétima parcela, para minimizar os efeitos do desemprego nos segmentos industriais. Em Belo Horizonte, o posto do Sistema Nacional de Emprego (Sine) da Praça Sete, no centro da cidade, chegou a abrir no fim de semana para agilizar os pedidos de entrada no seguro-desemprego.

Para o coordenador do Observatório do Trabalho da UFMG, Carlos Roberto Rocha, a postura do governo federal em fortalecer o mercado interno atenuou os efeitos da crise no país, garantindo a manutenção de postos de trabalho. Já o coordenador da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) pelo Dieese, Mário Rodarte, avalia que os últimos indicadores da pesquisa mostram o desaquecimento do setor industrial no Estado. No entanto, isso não indica que haverá aumento da taxa de desemprego. “Apostamos em um crescimento moderado da economia com relativa estabilidade do nível de emprego”, completa. Em maio, a taxa de desempregados ficou em 9,6%, a menor desde 1996. Nos meses de maio, junho e julho de 2009 a taxa era de 11%, segundo Rodarte.

Número de demitidos é bem menor

Um dos mais afetados pela crise financeira internacional, o polo industrial de Betim também dá sinais de recuperação. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Betim e região, a média de demissões no primeiro semestre deste ano foi de 370 desligamentos, contra 834 no primeiro semestre do ano passado.
“Houve uma recuperação, mas há espaço para novas contratações, porque a utilização de hora-extra continua em alta”, afirma o presidente do sindicato, Marcelino da Rocha.

Minas Gerais tem desempenho recorde na geração de empregos no mês de maio

 Minas Gerais registrou, em maio, o segundo melhor saldo entre todos os meses da série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), iniciada em 1992, conforme os dados divulgados em Brasília, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Minas Gerais criou 60.873 postos de trabalho no último mês, o melhor resultado para o período, em termos absolutos. A região Sudeste abriu 189.501 postos de trabalho com carteira assinada em maio, puxando a geração de empregos no país, uma elevação de 1,02% no estoque de empregos celetistas.

Nos cinco primeiros meses de 2010, foram geradas 193.702 novas vagas no Estado, sendo o melhor desempenho de toda a série histórica do Caged e o segundo melhor da região Sudeste, superado apenas por São Paulo, que criou 475.478 postos. Já nos últimos 12 meses, verificou-se acréscimo de 7,24% no nível de emprego ou +249.460 postos de trabalho. Em termos absolutos, este resultado foi também o segundo melhor da Região Sudeste, sendo superado somente por São Paulo (+641.048 postos).

O crescimento na geração de empregos registrado em maio em Minas Gerais deve-se, principalmente, a Agropecuária, com 30.152 novos postos, o que significa uma variação de 10,65% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Em seguida, foram responsáveis pelo resultado, a Indústria de Transformação, com 9.688, a Construção Civil, com 5.694 e o Comércio, com 4.556 novas vagas.

A Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) registrou acréscimo de 11.783 empregos formais (+0,84%). Também foi o melhor desempenho de toda a série histórica do Caged para o período. No conjunto das nove áreas metropolitanas consideradas, foram criados 100.071 novos postos, recorde decorrente da geração inédita em oito delas. No interior destas regiões foram registrados 147.806 postos.

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