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Governo de Minas: laboratórios da Funed mantêm acreditação de qualidade junto a organização nacional

Acreditação comprova a qualidade dos serviços prestados pela Funed no monitoramento de 33 enfermidades

Leo Drumond
Todos os meses são realizadas, em média, 25 mil análises, atingindo 300 mil exames ao ano
Todos os meses são realizadas, em média, 25 mil análises, atingindo 300 mil exames ao ano

Uma auditoria realizada nos laboratórios que realizam diagnóstico de doenças da Fundação Ezequiel Dias (Funed) garantiu a manutenção da acreditação junto à Organização Nacional de Acreditação (ONA). O termo “acreditação” significa a consolidação do papel de excelência das organizações e, neste caso, comprova a qualidade dos serviços prestados pela Funed no monitoramento de 33 enfermidades, a exemplo de dengue, febre amarela, meningite, tuberculose, Aids, leishmaniose, dentre outras. Todos os meses são realizadas, em média, 25 mil análises, atingindo 300 mil exames ao ano.

A ONA, entidade não governamental reconhecida pelo Ministério da Saúde (MS), avalia e certifica a qualidade de serviços de saúde, de forma voluntária e periódica, a partir de um manual próprio, que inclui critérios de biossegurança, relacionamento com clientes e fornecedores e capacitação de pessoal, por exemplo. O processo é voltado para a melhoria contínua. A Funed conquistou a primeira acreditação junto à ONA em 2009 e, no ano seguinte, numa nova auditoria, a Organização recomendou a renovação por mais três anos, ou seja, até 2013, da certificação dos Laboratórios da Funed.

Durante esse período, a Funed fica submetida a avaliações de manutenção da condição de acreditado, como a que ocorreu dessa vez. Além dos laboratórios, foram avaliadas áreas administrativas, a exemplo dos serviços de manutenção e dos setores responsáveis pelo processo de compras. Isso exigiu uma integração ainda maior entre as diretorias da Funed, que trabalham em equipe para alcançar os bons resultados. Após o processo de auditoria, a ONA recomendou novamente a manutenção da acreditação da Fundação Ezequiel Dias.

As instituições acreditadas pela ONA são reconhecidas por oferecer mais segurança para pacientes e profissionais, qualidade na assistência, capacitação contínua das equipes e gerenciamento eficaz. “Essa recomendação confirma nosso compromisso com a qualidade do serviço prestado e soma-se a outros esforços nesse mesmo sentido”, afirma o presidente da Funed, Augusto Monteiro Guimarães.

A Fundação Ezequiel Dias tem ensaios habilitados junto a outras organizações de qualidade como a Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em Saúde (Reblas), o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e também possui processos certificados pela norma ISO 9001:2008. “A avaliação externa é uma forma de manter constante o desafio de melhorar, sempre, a qualidade dos serviços prestados à população”, afirma o presidente.

Um relatório conclusivo da auditoria será enviado pela equipe da ONA à Funed que terá o prazo de 15 dias para desenvolver o plano de ação para correção de pequenas não conformidades verificadas. “Enviaremos evidências de atuação aos auditores que verificarão, in loco, a eficácia das ações realizadas nas próximas auditorias”, explica o analista de saúde e tecnologia da Funed, Marcelo Pimenta.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/laboratorios-da-funed-mantem-acreditacao-de-qualidade-junto-a-organizacao-nacional/

Gestão da Saúde: hemocentro de Belo Horizonte faz coleta de sangue na UFMG

A expectativa é atender cerca de 50 candidatos à doação de sangue

O Hemocentro de Belo Horizonte realiza coleta de sangue, nesta terça-feira (3), das 8h30 às 11h30, na Faculdade de Engenharia, localizada no Campus Pampulha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A expectativa é atender cerca de 50 candidatos à doação de sangue.

Segundo a Portaria 1.353/2011 do Ministério da Saúde, podem doar sangue cidadãos com boa saúde, idade entre 18 e 67 anos. Os candidatos devem pesar acima de 50 quilos, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas, não ter tido hepatite após os 11 anos de idade, e que não tenham doença de Chagas.  Jovens com 16 e 17 anos, somente poderão se candidatar à doação de sangue com a presença dos responsáveis legais ou autorização dos responsáveis com firma reconhecida em cartório, cujo modelo de autorização está disponível no site www.hemominas.mg.gov.br.

A idade máxima para a primeira doação de sangue é 60 anos. Os candidatos, que já tiverem doado pelo menos uma vez antes dos 60 anos, poderão doar até a idade de 67 anos. Para mais informações sobre os critérios para doação de sangue acessar http://www.hemominas.mg.gov.br/hemominas/menu/cidadao/doacao/condicoes_doacao ou ligar para o 155.

Para os jovens, principalmente, o hotsite www.projetonaveia.com.br promove interatividade e participação também na divulgação da doação. Acesse e conheça o Projeto na Veia.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/hemocentro-de-belo-horizonte-faz-coleta-de-sangue-na-ufmg/

Gestão Anastasia: regional de Saúde de Valadares finaliza capacitação na atenção básica

Objetivo da oficina é aprimorar o conhecimento dos municípios sobre a importância da atenção primária

Frederico Bussinger
Coordenadores de atenção básica participam de capacitação oferecida pela Secretaria de Estado de Saúde
Coordenadores de atenção básica participam de capacitação oferecida pela Secretaria de Estado de Saúde

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), por meio da Superintendência Regional de Saúde de Governador Valadares, em parceria com o Colegiado dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems-MG), concluiu a oficina de capacitação do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ). O curso foi iniciado na última semana, para os municípios da microrregião de Governador Valadares, e agora foi aplicado para os coordenadores da atenção primária das microrregiões de Resplendor, Mantena e Santa Maria do Suaçuí/São João Evangelista.

O PMAQ é um programa do Ministério da Saúde, que procura induzir as instituições de processos que ampliem a capacidade das gestões federal, estadual e municipal, além das equipes de atenção básica, em ofertarem serviços para maior acesso e qualidade de acordo com as necessidades concretas da população.

A coordenadora de Atenção Primária à Saúde da SRS-GV, Flávia Augusta Viana, explicou que “o objetivo da capacitação é que os participantes compreendam o projeto de fortalecimento da qualidade da atenção nos municípios de suas regiões; entendam os fundamentos sobre a qualidade na APS; realizem o diagnóstico da gestão da qualidade, identifiquem as situações problemas a partir do diagnóstico e elaborem matriz de intervenção”, afirmou.

Segundo ela, “a proposta do PMAQ é garantir a universalidade e o acesso dos usuários à saúde, por meio dos cuidados primários, otimizando a promoção, a prevenção, assistência e reabilitação com foco na comunidade, propondo a redução das desigualdades”.

O secretário municipal de Saúde de São João Evangelista, Franklin Lima da Cruz, falou sobre a iniciativa de reunir os municípios que têm problemas afins, mas experiências diferentes, colocando-os juntos para encontrar soluções. “Acredito que o PMAQ, assim como o Saúde em Casa, são ações muito efetivas e resolutivas”, declarou.

Para a coordenadora de Atenção Primária de Resplendor, Anna Paula Marques, a capacitação foi importante para aprimorar a atenção primária nos municípios. “Através das oficinas, vamos ter competências para retornar aos nossos municípios e repassar para as equipes, corrigindo deficiências e, com isso, conseguindo uma melhoria na atenção primária. Com o PMAQ, vamos ter instrumentos de avaliação para avaliação da qualidade das ações da APS”, ressaltou.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/regional-de-saude-de-valadares-finaliza-capacitacao-na-atencao-basica/

Gestão Anastasia: atenção básica à saúde recebe reforço no Norte de Minas Gerais

Meta é qualificar os coordenadores para uma melhor gestão dos serviços

Jerúsia Arruda
Durante o curso, os participantes recebem orientações para fortalecer equipes de atenção básica
Durante o curso, os participantes recebem orientações para fortalecer equipes de atenção básica

A Superintendência Regional de Saúde de Montes Claros realizou, durante toda a segunda quinzena de março, um intenso treinamento para coordenadores de atenção básica dos 53 municípios sob sua jurisdição. O objetivo é qualificá-los para uma melhor gestão dos serviços de saúde em seus respectivos municípios.

O curso faz parte de uma série de iniciativas visando à implantação do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (Pmaq), do Ministério da Saúde. A meta é promover a instituição de processos que ampliem a capacidade das equipes de atenção básica em ofertarem serviços para assegurar maior acesso e qualidade, de acordo com a necessidade da população.

A superintendente da Regional de Montes Claros, Olívia Pereira de Loiola, explica que a atenção básica é o elemento integrador do cuidado e quando se investe na qualidade dos serviços prestados nesse nível, a saúde como um todo se qualifica. “As políticas públicas de saúde são um assunto que não se esgota, ao contrário, se renova a cada dia. À medida que as tecnologias vão se atualizando, fica mais fácil acompanhar e avaliar a aplicação dessas políticas de forma a assegurar que a população tenha ao seu alcance serviços que atendam às suas reais necessidades. Essa é a proposta do Pmaq que, além de um incremento no orçamento dos municípios, visa promover a qualidade da atenção básica, que é o centro gravitacional da assistência à saúde, e que certamente irá impactar em todos dos níveis de atenção à saúde”, avalia.

Os municípios da SRS-MOC possuem 556 equipes de Saúde da Família, 2.010 agentes comunitários de saúde e 97,21% de cobertura da Estratégia Saúde da Família. Com o Pmaq, os municípios poderão inscrever as equipes de atenção básica para serem acompanhadas e avaliadas e, dependendo dos resultados alcançados, poderão receber até o dobro do financiamento. No Norte de Minas, o Pmaq teve adesão de 100% dos municípios e vai acompanhar na região 237 equipes de atenção básica.

Ao efetivar sua adesão ao programa, o município receberá 20% do Componente Pmaq, o que representa um valor adicional de até R$ 1.700 por equipe a cada mês. Seis meses após a adesão, o Ministério da Saúde fará uma verificação in loco para determinar novos valores de repasse para o município que, dependendo do desempenho, poderá receber mensalmente até R$ 6.500 por equipe, e até R$ 8.500 por equipe com saúde bucal vinculada.

O programa vai verificar indicadores de atendimento pré-natal, acompanhamento de pessoas em situação crônica, redução do tempo de espera por consulta e atenção adequada à saúde do idoso. “Para receber conceito ótimo e repasse máximo do valor, um dos critérios será a satisfação do usuário”, observa a coordenadora de Atenção Primária da SRS-MOC, Renata Fiúza. Segundo a enfermeira, o programa também vai considerar na avaliação o acesso, utilização e qualidade dos serviços e as equipes que tiverem um desempenho insatisfatório terão o incentivo suspenso.

Curso

Durante o curso, ministrado em parceria com o Colegiado de Secretário Municipais de Saúde do Norte de Minas (Cosems Norte), os participantes estão recebendo orientações para fortalecer as ações das equipes de atenção básica. “Neste momento, estamos orientando os coordenadores para realizar a autoavaliação, monitoramento, educação permanente e apoio institucional, de forma a promover uma melhoria na gestão da atenção básica. Os municípios já aderiram formalmente ao programa, definiram as metas e indicadores, e agora precisam se preparar para cumprir essas metas”, explica Renata Fiúza.

Segundo a coordenadora, na próxima fase do programa os municípios e equipes participantes passarão por uma avaliação para averiguar as condições de acesso e a qualidade dos serviços ofertados. “A partir dessa avaliação, o desdobramento previsto será a pactuação das equipes e dos municípios, já com incremento de novos padrões e indicadores de qualidade, definidos a partir dos resultados alcançados”, observa Renata, ressaltando que o programa vai promover um processo cíclico e sistemático, reconhecendo o esforço dos gestores municipais e dos profissionais de saúde por meio da transferência de recursos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/atencao-basica-a-saude-recebe-reforco-no-norte-de-minas-gerais/

Gestão da Saúde: Hemominas realiza coleta noturna de sangue em Diamantina

A expectativa é atender cerca de 50 candidatos à doação de sangue

Hemominas realiza coleta noturna de sangue em Diamantina, nesta terça-feira (27), das 19h às 22h. A ação acontece na própria unidade, localizada na rua da Glória, 469, Centro. A expectativa é atender cerca de 50 candidatos à doação de sangue.

Segundo a Portaria 1.353/2011 do Ministério da Saúde, podem doar sangue cidadãos com boa saúde, idade entre 18 e 67 anos. Os candidatos devem pesar acima de 50 quilos, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas, não ter tido hepatite após os 11 anos de idade, e que não tenham doença de Chagas.  Jovens com 16 e 17 anos, somente poderão se candidatar à doação de sangue com a presença dos responsáveis legais ou autorização dos responsáveis com firma reconhecida em cartório, cujo modelo de autorização está disponível no site www.hemominas.mg.gov.br.

A idade máxima para a primeira doação de sangue é 60 anos. Os candidatos, que já tiverem doado pelo menos uma vez antes dos 60 anos, poderão doar até a idade de 67 anos. Para mais informações sobre os critérios para doação de sangue acessar http://www.hemominas.mg.gov.br/hemominas/menu/cidadao/doacao/condicoes_doacao ou ligar para o 155.

Para os jovens, principalmente, o hotsite www.projetonaveia.com.br promove interatividade e participação também na divulgação da doação. Acesse e conheça o Projeto na Veia.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/hemominas-realiza-coleta-noturna-de-sangue-em-diamantina/

Gestão da Saúde: Uberaba capacita referências para novos Sistemas de Informação de Imunizações e Vacinas

O sistema coleta dados referentes às atividades de vacinação de forma individualizada

O Núcleo de Vigilância Epidemiológica da Superintendência Regional de Saúde, da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) promoveu, entre os dias 20 e 22 de março, capacitação dos profissionais de imunização na sede da SRS. A partir de agora, as salas de vacina da macrorregião Triângulo do Sul serão gradativamente informatizadas, utilizando o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI). O sistema foi desenvolvido pelo Ministério da Saúde com o objetivo de coletar dados referentes às atividades de vacinação de forma individualizada, a partir da instância local, para subsidiar decisões e ações de gestão.

A referência técnica regional do SI-PNI, Roberta Resende, explica que, de acordo com o Ministério da Saúde, o novo sistema poderá subsidiar decisões e planejamentos mais adequados às realidades das equipes de saúde, pois permite a entrada de dados por indivíduo vacinado. “Informações como agendamento e estratégia de vacinação, grupos populacionais específicos, mobilidade do indivíduo, entre outras, oferecerão indicadores de coberturas vacinais mais consistentes”, conclui Roberta.

A coordenadora do Núcleo de Epidemiologia, Mirley Azambuja, acredita que a implantação do sistema será tranquila, “até porque os profissionais da área já esperavam por este programa há bastante tempo”. Ela diz ainda, que “nos municípios que possuem apenas uma sala de vacina, a implantação será imediata. Já nos de maior porte, talvez seja necessário um pouco mais de tempo, para adquirir os equipamentos necessários”.

Para o superintendente Regional de Saúde de Uberaba, Iraci Neto, o Estado vem implementando e sistematizando ações de saúde voltadas à população. Segundo ele, “a informatização vem qualificar os serviços de imunização, garantindo a fidelidade dos dados, qualificando os serviços e facilitando o planejamento de ações das equipes”.

Sistema de Informações de Insumos Estratégicos

A capacitação também abrangeu o Sistema de Informações de Insumos Estratégicos (SIES), através do qual as equipes farão controle de estoque e solicitação de imunobiológicos online. Anteriormente, cada município enviava um mapa de planejamento de material a ser utilizado durante o mês. Agora, os pedidos serão realizados diretamente no sistema. A referência técnica do programa na SRS, Maria Amélia da Silveira, afirma que o sistema proporcionará um registro mais preciso do consumo mensal dos municípios. A secretária de Saúde de Itapagipe, Maria Eduarda Cordeiro, acredita que “os serviços ficarão mais ágeis, otimizando o trabalho dos profissionais da área”.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/uberaba-capacita-referencias-para-novos-sistemas-de-informacao-de-imunizacoes-e-vacinas/

Em artigo Aecio cobra medidas de inovação e eficiência na Gestão da Saúde

Gestão da Saúde

Fonte: Artigo de Aécio Neves – Folha de S.Paulo

Incoerência

Ninguém questiona a importância de o país adotar incentivos à produção nacional frente à grave ameaça de desindustrialização em curso. Alcançar esse objetivo exigirá de nós, no entanto, muito mais do que um esboço de política industrial que ignora a agenda da competitividade.

Chamam a atenção os remendos dos socorros pontuais a alguns poucos privilegiados. A mais recente iniciativa nesse sentido foi o anúncio de que o Ministério da Saúde planeja pagar até 25% a mais por máquinas e equipamentos médicos e hospitalares e produtos farmacêuticos produzidos no Brasil.

Causa perplexidade um ministério tão essencial como o da Saúde dispor-se a desembolsar a mais em suas compras sob o pretexto de corrigir o crescente descompasso entre a importação e a produção brasileira no setor.

Como destacou recentemente em artigo o economista Edmar Bacha, o governo promove, contra si mesmo, neste caso, o encarecimento do custo de uma área central, deslocando formidável volume de recursos de onde há permanente carência de investimentos e problemas intermináveis.

Outras medidas podem apoiar o setor de saúde, tornando-o mais competitivo, como a correta utilização dos recursos existentes para pesquisa e inovação.

Vejam o paradoxo: no ano passado, os fundos setoriais de fomento à inovação tiveram arrecadação de R$ 3,2 bilhões e apenas R$ 1,2 bilhão (37,5%) se transformaram em ações efetivas nessa área. O Fundo Setorial da Saúde – para capacitação e estímulo de novas tecnologias nas áreas de interesse do SUS – liberou somente cerca de R$ 19 milhões!

Políticas de compras governamentais devem servir para reduzir custos e não para aumentá-los! O próprio Ministério da Saúde tem uma experiência positiva, ao concentrar em um lote único a compra de medicamentos para alguns Estados e municípios, alcançando redução de preços e economia de recursos.

Da mesma forma, por vários anos, lançou mão do seu poder de compra para negociar com multinacionais a transferência de tecnologia para a produção de vacinas no Brasil. O incentivo não era pagar mais, e sim fornecer medicamentos para um ministério que compra bilhões todos os anos e tem enorme capacidade de negociação.

O próprio tamanho do nosso mercado e as perspectivas de crescimento são importantes incentivos naturais. É saudável que o Brasil tome providências que apoiem nossa indústria, mas, se adotada, essa medida será a mais nova das incoerências na administração federal.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna